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PRONAC 2515302Autorizada a captação total dos recursosMecenato

2º. Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte

Frederico Eustáquio Maciel
Solicitado
R$ 234,5 mil
Aprovado
R$ 234,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-02-01
Término
2027-02-28
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto visa à realização do 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte, com ações que incluem a produção de murais de grafite, apresentações culturais, oficinas e bate-papos sobre arte urbana, inspiradas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A iniciativa será desenvolvida em comunidades periféricas de Belo Horizonte (MG), promovendo o protagonismo artístico local, a valorização da cultura Hip Hop e das expressões urbanas, e o acesso à arte como instrumento de cidadania e transformação social.

Sinopse

PRODUTO: OFICINASAs oficinas de grafite do 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte têm como objetivo formar e inspirar jovens das comunidades do Alto Vera Cruz e da Pedreira Prado Lopes, despertando o interesse pelas linguagens da arte urbana e suas potencialidades como ferramenta de transformação social. Serão realizadas duas oficinas presenciais, com duração de 3 horas cada, em escolas municipais ou instituições parceiras de cada território. As atividades serão conduzidas por artistas educadores experientes, abordando desde conceitos estéticos e técnicos do grafite até a reflexão sobre cidadania, pertencimento e valorização cultural. As oficinas integram o eixo formativo do Festival, promovendo a formação de novos artistas, a ocupação positiva dos espaços públicos e o fortalecimento das expressões culturais periféricas. PRODUTO: RODAS DE CONVERSAAs rodas de conversa do Festival propõem momentos de diálogo e troca de experiências sobre arte urbana, cultura periférica e transformação social. Serão realizadas duas rodas de conversa, com duração de 1 hora cada, mediadas por artistas locais, lideranças comunitárias e agentes culturais. As discussões abordarão temas como o papel da arte na construção da cidadania, políticas culturais, juventude e protagonismo das periferias. As atividades acontecerão em escolas ou instituições parceiras das comunidades do Alto Vera Cruz e da Pedreira Prado Lopes, abertas ao público e com acessibilidade comunicacional garantida (Libras e legendas). O objetivo é fortalecer redes locais de cultura, estimular o pensamento crítico e promover o reconhecimento da arte urbana como linguagem legítima e transformadora. PRODUTO: MURAIS DE GRAFFITIO 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte promoverá a criação de 34 murais artísticos em espaços públicos nas comunidades do Alto Vera Cruz (Região Leste) e Pedreira Prado Lopes (Região Noroeste). Os painéis terão temáticas inspiradas nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS) e serão produzidos por artistas locais e convidados em processos colaborativos que envolvem a comunidade em todas as etapas. A ação busca promover a ocupação simbólica e estética dos territórios, valorizando a identidade local e reforçando o papel da arte urbana na construção de uma cidade mais diversa, sustentável e inclusiva. Distribuição dos murais:17 painéis no Alto Vera Cruz (trecho das ruas Itaipu e Padre Café)17 painéis na Pedreira Prado Lopes (trecho das ruas José Bonifácio e Araribá) Além da execução dos murais, o Festival contempla oficinas, rodas de conversa e apresentações culturais, integrando arte, cidadania e educação. Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público, com foco na acessibilidade e democratização do acesso à cultura. PRODUTO: APRESENTAÇÕES CULTURAISO encerramento do 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte será marcado por um grande evento cultural, que reunirá diferentes expressões artísticas da cultura urbana. A programação incluirá:Show de rap com artista de renome nacional (2 horas de duração);Batalha de rimas com participação de artistas locais (1 hora);Apresentação de street dance (1 hora). O evento acontecerá simultaneamente à finalização dos murais de grafite, simbolizando o ponto culminante do Festival. A proposta é celebrar a arte, a diversidade e o protagonismo das periferias, reunindo público, artistas e comunidade em um espaço público ou instituição parceira. A atividade é gratuita, livre para todos os públicos e contará com infraestrutura acessível, promovendo um momento de celebração, pertencimento e valorização das expressões urbanas.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar o 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte, com programação composta por produção de 34 murais de grafite, apresentações culturais, oficinas e bate-papos, promovendo a ocupação criativa e educativa de espaços públicos em territórios periféricos da cidade, as atividades serão realizadas em escolas, centros culturais e instituições parceiras das comunidades do Alto Vera Cruz e da Pedreira Prado Lopes, fortalecendo redes locais, estimulando o protagonismo juvenil e a valorização da arte urbana como instrumento de transformação social e valorização territorial.Objetivos Específicos1) PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL- Realizar o 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte, durante uma semana, integrando diversas ações culturais, como apresentações musicais, intervenções artísticas, oficinas de graffiti e rodas de conversa. O festival busca promover a arte urbana como instrumento de cidadania, valorização das culturas periféricas e ocupação criativa dos espaços públicos.PRODUTO: OFICINAS- Realização de 2 oficinas de grafite em escolas municipais e/ou instituições parceiras locais (a definir) das regionais Alto Vera Cruz e Pedreira Prado Lopes em Belo Horizonte - MG. Cada oficina terá duração de 3 horas, totalizando 6 horas de formação, voltadas à introdução de técnicas do grafite, incentivando a difusão da arte do graffiti como linguagem legítima de expressão cultural.PRODUTO: RODAS DE CONVERSA- Realização de 2 rodas de conversa com o tema "Cultura e Arte Urbana como Ferramenta de Transformação Social", com duração de 1 hora cada, conduzidas por artistas locais e lideranças comunitárias, abordando experiências, desafios e o impacto das artes urbanas nos territórios periféricos.PRODUTO: PRODUÇÃO DE MURAIS DE GRAFITE- Criação de 34 murais de grafite produzidos por artistas locais e convidados, inspirados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, promovendo a ocupação estética e simbólica de espaços públicos das comunidades participantes.PRODUTO: APRESENTAÇÕES CULTURAISRealização de um evento de encerramento do festival, que ocorrerá simultaneamente à produção dos murais de grafite. A programação contará com:1 show de rap com artista de renome nacional (duração de 2 horas);1 show de rap com artista de renome local (duração de 2 horas);1 batalha de rima com artistas locais (duração de 1 hora);1 apresentação de street dance (duração de 1 hora).

Justificativa

Cada comunidade possui uma história marcada por movimentos contínuos, cheios de significados e ressignificações. Em Minas Gerais, diversos programas, projetos e eventos têm contribuído para fortalecer o diálogo da população com as artes urbanas e o grafite, promovendo experiências culturais acessíveis e amplamente compartilháveis, capazes de dialogar com diferentes grupos sociais.As artes urbanas e o grafite são formas de manifestação artística que permitem esse diálogo social e cultural de maneira singular. É com base nesse contexto que se apresenta o 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte, com o propósito de consolidar e ampliar os resultados da primeira edição, (re)construindo e (re)qualificando experiências culturais anteriores em novas localidades da cidade, com potencial de desenvolvimento cultural significativo.O festival será realizado nas comunidades do Alto Vera Cruz (Região Leste) e Pedreira Prado Lopes (Região Noroeste). O Alto Vera Cruz se destaca pelo valor imaterial e produtivo de sua cultura, abrigando diversos artistas locais e demandando ações de fomento e inclusão cultural. A Pedreira Prado Lopes, conhecida em alguns trechos como Cracolândia, apresenta histórico de abandono público, mas conta com políticas sociais em andamento, às quais o projeto pretende agregar valor por meio de intervenções culturais que promovam apropriação do espaço e pertencimento comunitário. As ações propostas envolvem o fortalecimento das redes locais, com a participação de agentes culturais, coletivos artísticos, entidades e equipamentos públicos, como escolas municipais e centros culturais das regionais.A 2ª edição do projeto visa ampliar a produção e difusão das artes urbanas, estimular novos talentos, gerar movimentação cultural contínua e qualificar a ocupação de espaços públicos, promovendo autoestima e valorização da identidade cultural local. O uso do Mecanismo de Incentivo da Lei Rouanet permitirá ampliar a visibilidade do festival, captar parceiros nacionais e garantir a sustentabilidade da iniciativa, possibilitando que se consolide como ação cultural permanente de relevância social.ENQUADRAMENTO LEGALArt. 1º da Lei nº 8.313/91 _ Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac)O projeto se enquadra nos seguintes incisos:Inciso I: "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais."Justificativa: O festival promove o acesso democrático à arte urbana em comunidades periféricas, garantindo que jovens, artistas e moradores participem como produtores e fruidores culturais, fortalecendo o direito à cultura.Inciso II: "Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais."Justificativa: O projeto valoriza artistas, coletivos e saberes locais de Belo Horizonte, especialmente das comunidades do Alto Vera Cruz e Pedreira Prado Lopes, fortalecendo a produção cultural regional e descentralizando o acesso às artes.Inciso III: "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores."Justificativa: O festival difunde expressões da cultura urbana — como o grafite, o rap e o street dance — reconhecendo-as como manifestações legítimas do patrimônio cultural contemporâneo e promovendo seus criadores.Inciso IV: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional."Justificativa: Ao dar visibilidade às manifestações periféricas e afro-brasileiras, o projeto contribui para a salvaguarda da diversidade e do pluralismo cultural nacional.Art. 3º da Lei nº 8.313/91 _ Objetivos Atendidos pelo ProjetoO projeto se enquadra nos seguintes objetivos:Inciso II _ Fomento à produção cultural e artística, alínea (c): "Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore."Justificativa: O projeto realiza o 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte, reunindo ações culturais como exposições de murais de grafite, apresentações musicais e de dança, oficinas e rodas de conversa.Inciso I _ Incentivo à formação artística e cultural, alínea (c): "Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura."Justificativa: As oficinas de grafite oferecidas pelo projeto configuram ação formativa voltada à capacitação de jovens artistas locais, promovendo aprendizado técnico e reflexões sobre cidadania e sustentabilidade

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade do 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte incluem:ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICAAs atividades do festival serão realizadas em espaços públicos abertos e nivelados, sem barreiras físicas que impeçam a circulação de pessoas com mobilidade reduzida.Os locais parceiros — escolas e centros culturais — dispõem de rampas de acesso, banheiros adaptados e vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, servindo como base de apoio às ações do projeto.ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL:Todas as informações de divulgação do festival, incluindo redes sociais, cartazes e vídeos institucionais, adotarão linguagem simples e direta, priorizando a comunicação inclusiva. Serão utilizadas legendas em vídeos, textos com contraste adequado e fontes legíveis, garantindo o acesso de pessoas com deficiência auditiva ou baixa visão;Tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante oficinas, rodas de conversa e apresentações culturais;Capacitação da equipe de produção e dos artistas convidados sobre acessibilidade física, comunicacional e atitudinal;Além disso, será realizado um levantamento prévio de demandas específicas no formulário de inscrição dos(as) participantes das formações. Toda a equipe de produção e os artistas envolvidos serão orientados para manter o evento o mais acessível e acolhedor possível, promovendo uma experiência cultural inclusiva, confortável e democrática para todos os públicos.

Democratização do acesso

Todas as atividades do 2º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte serão gratuitas, de acesso livre e abertas ao público, sem cobrança de ingressos. O projeto prioriza a realização em territórios periféricos, tradicionalmente marginalizados nas políticas culturais, contribuindo para a descentralização das ações artísticas e o fortalecimento da cidadania cultural.A programação será desenvolvida em diálogo direto com moradores locais, estudantes de escolas públicas e coletivos artísticos atuantes nas comunidades do Alto Vera Cruz e Pedreira Prado Lopes, estimulando o protagonismo das populações periféricas e o acesso à formação cultural.A capacitação sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU ocorrerá nas rodas de conversas e será destinada a artistas e grafiteiros(as) dessas regiões, ampliando as oportunidades de aprendizado e de inserção social por meio da arte.Além disso, a documentação audiovisual de todo o processo — oficinas, apresentações e criação dos murais — será amplamente divulgada nas redes sociais e plataformas digitais, permitindo a ampliação do alcance do projeto e o acesso de públicos de diferentes localidades, inclusive por meio de conteúdos acessíveis e gratuitos.

Ficha técnica

Frederico Maciel (Negro F)Função: Coordenador de produção, oficineiro e graffiteiroProdutor cultural, artista visual e gestor de projetos com atuação consolidada nas áreas de arte urbana, cultura periférica e empreendedorismo social. Desde 2010, lidera o Negócio Social Graffiti BH (ME 12.518.774/0001-98), cuja missão é transformar vidas por meio da arte, promovendo inclusão, educação e desenvolvimento comunitário.Formado em Design Gráfico pelo Centro Universitário UNA (2011), com formação ampliada em sustentabilidade, possui especialização em Gestão de Projetos e Empreendedorismo Social pela Fundação Dom Cabral, no programa “Negócios para a Redução das Desigualdades Sociais – Projeto Dignidade” (2012–2013). Participou também de formações em Design Sprint Criativo (Coventry University / Sebrae / British Council, 2018), Mesha.Lab (2015), Media Training (Seja Digital / Weber Shandwick, 2017), além de cursos e imersões voltadas à arte, cultura e gestão pública, como o Cidade Hip Hop (CC.UFMG, 2009) e Oi Kabum! BH (2009).Recebeu importantes reconhecimentos, entre eles:Troféu Periferia Brasil – Categoria Impacto Social (ONG ORPAS, 2018);Prêmio Bolsa Funarte de Fomento aos Artistas e Produtores Negros (2014);Prêmio UNA de Empreendedorismo (2011);Destaque no Projeto Telas Urbanas – Pampulha (PBH / FMC / AMAP, 2016).Atua há mais de 15 anos na gestão de projetos socioculturais, coordenação de festivais, intervenções urbanas e processos formativos. Entre suas experiências, destacam-se:Coordenação do projeto “Cria Comunidade” (Sebrae Minas / PBH, 2018);Coordenação executiva dos Encontros Nacionais e Estaduais da Nação Hip Hop Brasil (2018);Projetos de graffiti e arte urbana em parceria com VALE, PBH, FMC, FUNARTE, USIMINAS, Newton Paiva e Instituto Tucum, com destaque para “Basquiat Graffiti”, “Grafitod”, “Intervenção de Graffiti” e “Amor pelo Alto Vera Cruz nos Muros”;Curadoria e direção artística no 1º Festival de Arte Urbana de Belo Horizonte (2017), iniciativa alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.Participou como palestrante e coordenador artístico em eventos como a Conferência Municipal de Juventude, Festival de Inverno de Vilas e Favelas, Semana Hip Hop de BH, Seminário “Grafite: Arte e Inclusão Social nas Cidades” (PUC Minas), além de diversas exposições e mostras coletivas em Minas Gerais.Integra conselhos e redes de articulação cultural, entre eles:Conselho Diretor da Nação Hip Hop Brasil – Presidente Nacional (gestão 2018–2020);Fórum de Hip Hop de Belo Horizonte (COMUC / PBH);Comissão Local de Cultura L4 – Alto Vera Cruz e Adjacências;Conselho Municipal da Juventude de BH.Sua trajetória une arte, educação e mobilização social, fazendo da arte urbana uma ferramenta de cidadania, pertencimento e transformação das realidades periféricas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.