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O MUNDO SIRI é concebido como uma viagem imersiva dentro da cultura, ciência e tecnologia social, utilizando a imersão e a experiência hands-on para transformar a consciência ecológica em ação prática. A sigla S.I.R.I. representa o Sistema Integrado de Regeneração e Inovação, um conceito que transcende a mera exposição, estabelecendo um ciclo virtuoso entre a percepção da beleza natural, o choque da crise ambiental e a capacitação em soluções sustentáveis. A metodologia central da exposição imersiva está pautada na jornada tripartida: "Choque, Consciência e Ação", buscando a formação pessoal e social dos alunos e visitantes em geral, conforme o referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade.A localização estratégica no centro de São Paulo, um epicentro de consumo e produção da economia criativa e industrial, potencializando o impacto deste equipamento, transformando-o em um farol para a discussão de temas cruciais como consumo responsável, ação climática e biodiversidade.
Sinopse do Projeto Cultural e Imersivo. A experiência imersiva é estruturada como uma narrativa de transformação, desenhada para engajar emocionalmente o visitante antes de propor a solução prática.O visitante inicia sua jornada pela Sala 1: O Esplendor dos Biomas Brasileiros. Utilizando projeção 360°, sons ambiente e elementos sensoriais, esta sala oferece uma celebração da rica biodiversidade nacional, reforçando a importância da Meta 15 (Vida na Terra) [2]. O objetivo é construir uma conexão emocional e um senso de valor intrínseco pela natureza antes da exposição do problema.Em seguida, o público avança para a Sala 2: A Crise Antrópica. Este ambiente utiliza dados, imagens e vídeos impactantes sobre o desmatamento, a poluição e os impactos das mudanças climáticas, confrontando o visitante com a realidade da destruição causada pela ação humana. A transição abrupta da Sala 1 para a Sala 2 é projetada para gerar uma consciência crítica e um senso de urgência, essencial para a mobilização em torno da Meta 13 (Ação Climática).A culminação da visita se dá na Sala 3: A Escolha. Este ambiente é o ponto de bifurcação, apresentando duas portas:Planeta A (O Caminho da Ação): Esta porta conduz diretamente ao SIRILAB, o laboratório de UpRecycling e design. Aqui, o espectador é transformado em agente de mudança. O medo e a preocupação gerados pela Sala 2 são canalizados em criatividade e ação prática, abordando diretamente o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar Mental) ao oferecer uma saída construtiva para a ansiedade climática. Atraves de obras de arte, design de moveis e objetos sustentaveis.Planeta B (A Consequência): Esta porta revela um ambiente de concreto, desolado e vazio. Não há objetos, nem cores, apenas uma única saída para fora do museu, marcada pela frase impactante: "NÃO EXISTE PLANETA B". O design imersivo utiliza o contraste físico e a desmaterialização para reforçar, de maneira inesquecível, a responsabilidade de escolher o caminho da sustentabilidade. Conexão com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) A criação do MUNDO SIRI reflete o papel dos espaços imersivos no avanço da Agenda 2030, atuando como espaço que promove a consciência, fortalecendo identidades e a participação cidadã [2, 6]. A proposta integra as quatro dimensões da sustentabilidade (ambiental, social, econômica e cultural).O projeto prioriza quatro ODS interconectados:ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis)ODS 13 (Ação Contra a Mudança Climática)ODS 15 (Vida Terrestre)ODS 3 (Saúde e Bem-Estar)ODS 4 (Educação de Qualidade)
Objetivo Geral Construir, implantar e operar por 12 meses o MUNDO SIRI como um centro de educação ambiental imersivo e permanente na cidade de São Paulo, capacitando diretamente um mínimo de 15.000 estudantes/ao ano da rede pública e privada em práticas de sustentabilidade e design circular (ODS 12) e educação de qualidade (ODS 4) durante o primeiro ano de funcionamento, estabelecendo um modelo de gestão institucional contínua. Objetivos Específicos Assegurar a construção física da expoição imersiva, incluindo as três salas imersivas e o SIRILAB, em total conformidade com o Art. 18 da Lei Rouanet.Implementar o SIRILAB, dotando-o de tecnologia e metodologia para oficinas de UpRecycling, promovendo a criatividade e a transformação de resíduos (plástico, madeira e outros) em produtos de design sustentável, alinhando-se diretamente ao ODS 12.Desenvolver e aplicar um Plano Pedagógico rigorosamente conectado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e ao Currículo da Cidade de São Paulo, priorizando o atendimento da rede pública.Garantir a democratização e acessibilidade totais, oferecendo gratuidade integral para grupos escolares da rede pública de São Paulo e implementando soluções logísticas (transporte subsidiado) para mitigar barreiras geográficas.Modelar e estabelecer o modelo de gestão contínua, permitindo a renovação anual do orçamento administrativo e de gestão, assegurando a sustentabilidade institucional do museu após o período de implantação inicial.
A construção de um novo local expositivo e cultural de grande porte, como o MUNDO SIRI, que inclui salas imersivas especializadas, laboratórios de design e infraestrutura de apoio (café, loja), justifica seu enquadramento no Art. 18 da Lei Rouanet. O investimento em uma exposição imersiva sustentavel inédita, onde o visitantes são convidados a desvendar as belezas naturais do Brasil, depois sua destruiçåo causada pelo homem branco e por fim uma vivência imersiva pratica, transformando residuos em objetos de design inovadores, viabilizado pela Lei Rouanet, é uma decisão estratégica. Projetos desta natureza ESG Cultural não apenas criam um ativo cultural duradouro para a cidade, mas também oferecem um diferencial significativo na captação de recursos. O mecanismo do Art. 18 permite que Pessoas Jurídicas tributadas pelo Lucro Real deduzam até 4% do Imposto de Renda devido, e Pessoas Físicas até 6%, tornam o projeto com grande potencial de doadores e patrocinadores alinhados as ODS da ONU e Agenda 2030. A possibilidade de dedução integral dos valores incentivados (dentro dos limites estabelecidos) torna a proposta do MUNDO SIRI um investimento de alta atratividade para grandes patrocinadores que buscam um impacto social positivo tangível e de longo prazo, garantindo a solidez e a longevidade da instituição cultural.E pelo pionerismo e indeditismo de unir num mesma expo e local: Arte e cultura, meio ambiente, oficinas de reciclagem de design, educação ambiental num mesmo ecossistema de economia circular permanente.
nada consta
Design Imersivo e Estrutura Expositiva O design do MUNDO SIRI foi concebido para maximizar a retenção da mensagem e a aplicação prática do conhecimento, utilizando o UpRecycling como ponte entre a arte, a educação e a economia criativa. Detalhamento do SIRILAB: Laboratório de Design e UpRecycling O SIRILAB é o coração ativo do MUNDO SIRI, representando o "Planeta A", onde a teoria da responsabilidade se materializa em produtos e soluções. O conceito de UpRecycling (reutilização criativa que agrega valor superior ao produto original) é central.O laboratório será equipado com:Infraestrutura de Processamento de Plásticos: Incluindo pequenas trituradoras, injetoras e extrusoras de plástico modular (resíduos coletados), permitindo que os estudantes observem e participem do ciclo de transformação dos resíduos, de forma segura.Bancadas de Carpintaria Sustentável: Focadas no manejo e design com madeira recuperada e materiais alternativos.Estações de Design Thinking: Espaços colaborativos para prototipagem e desenvolvimento de novos produtos sustentáveis, alinhando a arte e a educação tecnológica.O SIRILAB atende diretamente ao ODS 12, elevando o conceito de reciclagem artesanal para a inovação e economia criativa. Ao focar em design sustentável e criação de objetos de valor (luminárias, pranchas de natação a partir de resíduos), o mundo Siri capacita os jovens a enxergar nos resíduos uma matéria-prima de alto potencial econômico, promovendo uma formação que tem relevância direta para o mercado de trabalho e o empreendedorismo verde. A inclusão de oficinas de reciclagem em centros educação ambiental já possui precedentes. SIRI Café: Café e Loja de Produtos Sustentáveis (Não financiado pela Lei Rouanet). Na saída do museu, o espaço de convivência reforça o ciclo de sustentabilidade. O café servirá exclusivamente alimentos orgânicos e livres de agrotóxicos, promovendo o ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável).A pequena loja de design sustentável funcionará como vitrine dos produtos e protótipos criados no SIRILAB. Os itens vendidos (luminárias, porta-lápis, pranchas de natação de materiais reutilizados) não são apenas souvenirs, mas provas concretas da eficácia do UpRecycling. A receita gerada pela lojinha contribui para a sustentabilidade econômica do museu, reforçando o modelo de gestão contínua e a autossuficiência institucional do MUNDO SIRI.Plano Pedagógico Integrado: Conscientização e Arte O Plano Pedagógico do MUNDO SIRI é o elemento central que integra a experiência imersiva à formação educacional formal, garantindo que o MUNDO SIRI seja um recurso de apoio ao sistema de ensino de São Paulo. Diretrizes Curriculares e Abordagem Transversal O plano está fundamentado na Educação para a Cidadania e Sustentabilidade, em alinhamento com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e as diretrizes de incorporação dos ODS no Currículo da Cidade de São Paulo [11, 12].A visita guiada é desenhada para ser um evento interdisciplinar, integrando competências e habilidades de:Ciências da Natureza: Foco em ecologia, biodiversidade, ciclos de resíduos e mudanças climáticas (ODS 13 e 15).Arte: Uso da criatividade e do design como ferramentas para a transformação de resíduos e a expressão da consciência ambiental (ODS 12 e ODS 3).Geografia/História: Entendimento dos biomas brasileiros e do impacto histórico da ação antrópica na paisagem paulistana.O público-alvo abrange todos os níveis de ensino, mas a metodologia será modulada: jogos e atividades sensoriais para o Ensino Fundamental I, análise crítica e debate para o Ensino Fundamental II, e prototipagem e design thinking no Ensino Médio. Estrutura da Visita Guiada e Vivência Prática (SIRILAB) A visita monitorada terá uma duração total de 120 minutos, dividida em duas fases cruciais sob a mediação de educadores especializados. Fase 1: Imersão e Mediação (30 minutos) Os alunos são conduzidos pelas Salas 1, 2 e 3, com uma mediação que contextualiza as imagens e os dados científicos com o currículo escolar. A mediação na Sala 2 se concentra em transformar a informação sobre a destruição em um questionamento sobre o consumo e a responsabilidade individual. Fase 2: Vivência Prática no SIRILAB (90 minutos) No SIRILAB, os estudantes participam de uma mini-oficina introdutória de UpRecycling. Esta vivência é fundamental para cumprir o objetivo do ODS 12 e do plano pedagógico. Os alunos aprendem a triagem básica de resíduos plásticos e que serão utlizados materiais previamente processados no laboratório. Esta atividade prática, inspirada em modelos de sucesso, ensina que a solução para a crise ambiental está na ação criativa e na economia circular. Material Didático: "Consciência Ambiental Através da Arte" O material didático desenvolvido para o MUSEU SIRI serve como um Plano de Extensão Curricular, garantindo que o impacto da visita vá além do dia da experiência.O material será distribuído gratuitamente aos professores da rede pública e privada (conforme Plano de Democratização) e estará disponível digitalmente. Ele é estruturado como um "Guia do Professor: Arte e Sustentabilidade", contendo planos de aula detalhados para a replicação das metodologias do SIRILAB na sala de aula.O foco é gerar consciência ambiental através da arte, propondo atividades práticas que utilizam elementos e materiais reutilizados.
O sucesso de um projeto na Lei Rouanet é medido não apenas pela excelência da infraestrutura construída, mas também pelo seu alcance e impacto social, exigindo planos robustos de acessibilidade e democratização. Plano de Acessibilidade Arquitetônica e Comunicacional O investimento na construção (Art. 18) permite que a acessibilidade seja integrada desde a concepção arquitetônica. O plano do MUSEU SIRI transcende a conformidade básica para garantir uma experiência inclusiva em todas as suas dimensões:Acessibilidade Arquitetônica: Garantia de rampas de acesso com inclinação adequada, escadas amplas para o fácil acesso aos diferentes níveis de exposição e sanitários PNE em todas as áreas operacionais e de convivência. O layout das salas imersivas será flexível para acomodar cadeiras de rodas e outros dispositivos de mobilidade, assegurando que o percurso não apresente barreiras físicas.Acessibilidade Comunicacional: Todos os conteúdos audiovisuais das Salas 1 e 2 serão acompanhados de legendas e audiodescrição (AD). Será mantida um profissional apto a utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras), com garantia de intérpretes para grupos escolares previamente agendados que necessitem desse recurso.Acessibilidade Sensorial/Tátil: Desenvolvimento de um Guia Tátil das instalações (incluindo o SIRILAB e a área de convivência), permitindo que visitantes cegos e com baixa visão possam compreender a estrutura espacial e as principais peças expositivas.
Plano de Democratização de Acesso O Plano de Democratização de Acesso visa garantir que o público-alvo prioritário, que são os estudantes da rede pública de ensino de São Paulo, tendo acesso irrestrito ao equipamento cultural, cumprindo o papel social da Lei de Incentivo à Cultura.O projeto se compromete a disponibilizar uma porcentagem significativa de ingressos gratuitos para o público geral, além de garantir a gratuidade integral para a visitação escolar pública. O plano se concentra em duas estratégias principais:Gratuidade Direta e Bilheteria Social: O projeto assegurará no mínimo 30% de gratuidade total dos ingressos. Além disso, a gratuidade será de 100% para todas as visitas escolares agendadas da rede municipal e estadual de ensino de São Paulo. Haverá dias e horários específicos (ex: todas as terças-feiras) destinados à gratuidade para o público geral e grupos em situação de vulnerabilidade social (terceira idade, cadastrados em programas sociais), que terão acesso via Bilheteria Social.A seguir as ações de democratização para o primeiro ano de operação:Democratização de Acesso (ANO 1)Alunos da Rede Pública Municipal/Estadual de SPVisitas Guiadas Agendadas e Gratuitas.Priorização de 400 vagas/mês para escolas de baixo IDH. Professores e Educadores da Rede de SP (Municipal e Estadual)Programas de Formação e Material Didático100% GratuitoOficinas pedagógicas no SIRILAB, acesso gratuito e preferencial ao acervo museológico e didático.Público Geral em Vulnerabilidade SocialBilheteria Social10% dos ingressos anuais do MUNDO SIRI.Sessões de acesso livre em dias/horários definidos (Ex: 100% gratuito às quartas e quintas).
EQUIPEDIRETOR GERAL: Igor Gramani SerraDIRETOR DE PRODUÇÃO: Marco ZarifCENÓGRAFO: Flavio FerrazARQUITETA: Laura TreukDESIGN GRÁFICO: André CurtiCVS RESUMIDOS:Igor Gramani SerraProdutor Cultural | Especialista em Entretenimento e SustentabilidadeCom 20 anos de experiência no setor de entretenimento, atua na criação e produção de eventos culturais e experiências inovadoras, com foco em impacto social, ambiental e humano. Especialista em logística, planejamento estratégico e eventos de grande porte, como Camarote Brahma e Festival Coala, destaca-se pela integração de cenografia, vídeo mapping e identidades visuais marcantes.À frente da S.I.R.I Produções e do Projeto S.I.R.I, lidera iniciativas que unem educação ambiental, reciclagem e sustentabilidade, promovendo eventos responsáveis que transformam a cultura em agente de impacto positivo e deixam um legado para a sociedade.Laura TreukArquiteta e Urbanista | Especialista em CenografiaFormada pelo Senac em Arquitetura e Moda, lidera a gestão de cenografia na A77 Lab, desenvolvendo projetos para eventos e ambientes corporativos. Possui experiência em escritórios de arquitetura e soluções residenciais e comerciais, com foco em inovação e funcionalidade.Marco ZarifDesigner e Especialista em Cenografia SustentávelDesigner formado pelo Mackenzie, com experiência em grandes projetos para empresas como Globo e Rock in Rio durante sua atuação no Studio Curva. Atualmente, lidera as produções sustentáveis do Projeto S.I.R.I, unindo criatividade e responsabilidade ambiental em eventos e cenografias.Flávio Ferraz (Jey77)Artista Plástico e Cenógrafo | Diretor Criativo da A77Reconhecido internacionalmente, já expôs na Espanha, EUA, e Chile, além de atuar no MIS e Memorial da América Latina. Parceiro da New Era, criou coleções exclusivas de caps. Hoje, lidera a A77 Cenografia, desenvolvendo projetos inovadores para grandes marcas e eventos.André CurtiAndre Curti é designer de produto formado pelas Escolas de Belas Artes de São Paulo. Atuante há 11+ anos no audiovisual como diretor de arte e de projetos, assina cenografias digitais, projeção mapeada, conteúdos para painéis de LED e salas imersivas. É VJ e cria experiências interativas com TouchDesigner. Colaborador freelancer há 11 anos do Estúdio Curva e cofundador da Seiiva, agência de marketing e marketplace focados em marcas sustentáveis. Passagem prévia por marcenaria reforça sua base técnica e de materiais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.