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A exposição "Objetos Concretos: do cotidiano à arte" apresentará 40 obras do artista Robson Sales, incluindo telas e esculturas feitas com a técnica de assemblage. A mostra percorrerá seis cidades brasileiras entre 2025 e 2026, com entrada gratuita e acessibilidade garantida. Além da exposição, serão realizadas palestras com artistas locais sobre Arte Contemporânea, promovendo reflexão e diálogo sobre a arte no cotidiano.
📍 1. Exposição Itinerante "Objetos Concretos"Resumo do conteúdo: Exposição composta por 40 obras do artista visual Robson Sales, com curadoria especialmente desenvolvida para apresentar a transformação de objetos do cotidiano em arte. A mostra convida o público a refletir sobre o consumo, a memória e o papel do design na vida diária, destacando a estética da cultura popular e a ressignificação dos resíduos urbanos. 📍 2. Palestras com artistas locaisResumo do conteúdo: Dois encontros em cada cidade com artistas visuais e educadores locais, que abordarão os temas: arte contemporânea, reutilização de materiais, patrimônio cultural e processos criativos regionais. As palestras promovem a troca de saberes entre artistas convidados e a comunidade, valorizando os olhares e práticas locais. 📍 3. Mini Documentários Regionais (1 por cidade)Resumo do conteúdo: Série audiovisual com seis episódios documentando a montagem da exposição, as reações do público, os bastidores do projeto e os depoimentos dos artistas e mediadores locais. O conteúdo evidencia a diversidade cultural das cidades, os impactos do projeto e o processo criativo por trás das obras. 📍 4. Conteúdo para redes sociais e siteResumo do conteúdo: Produção e veiculação de postagens informativas, educativas e acessíveis (com LIBRAS e legendas), incluindo cards explicativos das obras, bastidores da montagem, falas do artista e conteúdos interativos. O conteúdo será publicado no Instagram e site oficial do projeto, ampliando o alcance e a participação do público. 📍 5. Oficinas Educativas ParalelasResumo do conteúdo: Atividades práticas de arte-educação com foco na reutilização de materiais cotidianos para criação artística. As oficinas incentivam a reflexão ambiental e criativa, estimulando a expressão individual e coletiva a partir de objetos descartados ou reaproveitados, com foco em crianças e jovens. 📍 6. Relatório Técnico e de Impacto CulturalResumo do conteúdo: Documento que reúne dados quantitativos e qualitativos sobre a execução do projeto, incluindo número de visitantes, alcance digital, acessibilidade, impacto social e percepção do público. O relatório será acompanhado de registros fotográficos e audiovisuais que servirão como memória e prestação de contas. 📍 7. Produção de material acessível (vídeos com LIBRAS e legendas, postagens com #ParaTodosVerem)Resumo do conteúdo: Pacote de conteúdos comunicacionais acessíveis, voltados para inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. Os vídeos incluem interpretação em LIBRAS e legendas descritivas, enquanto as imagens ganham descrição textual, garantindo o direito à informação e à fruição cultural universal.
OBJETIVO GERALPromover o acesso à arte contemporânea por meio da exposição "Objetos Concretos: do cotidiano à arte", estimulando a reflexão sobre a ressignificação de objetos do dia a dia e seu impacto na expressão artística. O projeto busca democratizar a arte, ampliar o diálogo entre público e artista e fomentar discussões sobre arte contemporânea em diferentes contextos culturais. Objetivos Específicos: Realizar a exposição "Objetos Concretos: do cotidiano à arte" em seis cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, São Gonçalo, Maceió, Arapiraca e Recife), com 40 obras entre telas e esculturas, garantindo acessibilidade e entrada gratuita ao público. Promover 12 palestras (duas em cada cidade) com artistas locais, abordando o tema Arte Contemporânea, com tradução em LIBRAS. Produzir 06 mini documentários (um por cidade visitada, exceto , com duração de 5 minutos cada, destacando o evento, o artista, o público e os patrocinadores.Produção de 01 site autoral para promoção da artes plásticas Gerar 400 mil visualizações em conteúdos digitais relacionados ao projeto, promovendo amplo alcance e engajamento. Publicar uma média de 4 postagens por mês ao longo do projeto (de julho de 2025 a dezembro de 2026), totalizando 66 postagens em redes sociais e canais digitais. Garantir acessibilidade nos espaços expositivos, com rampas de acesso, instalações sanitárias adaptadas e materiais informativos acessíveis. Divulgar amplamente o projeto por meio de materiais gráficos, releases, redes sociais e mídia digital para garantir engajamento e participação do público. Estimular a interação e reflexão de 30% do público ao apresentar obras sem títulos, permitindo uma experiência interpretativa livre e individualizada. Estimar um público de 12 mil visitantes ao longo de todas as cidades, distribuídos entre adolescentes (20%), adultos (50%) e terceira idade (30%).
A exposição "Objetos Concretos: do cotidiano à arte" se justifica no âmbito da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) por seu caráter de fomento, democratização do acesso e valorização das artes visuais contemporâneas. O projeto se enquadra no Art. 1º, incisos I e III, que dispõem sobre o apoio à produção cultural nacional e a circulação de bens culturais. Além disso, atende diretamente aos objetivos do Art. 3º, especialmente os incisos I, II, III, IV e V, ao promover a difusão da cultura, estimular a criatividade artística e garantir acessibilidade e inclusão. A proposta contribui para o fortalecimento da produção cultural nacional (Art. 1º, inciso I) ao viabilizar uma exposição de grande porte, permitindo que o artista Robson Sales apresente sua obra a um público diversificado em seis cidades brasileiras. A circulação desse acervo artístico amplia a visibilidade da arte contemporânea e fomenta o debate sobre a ressignificação de objetos do cotidiano, alinhando-se ao objetivo da lei de incentivar a criação, produção e distribuição de bens culturais. O projeto também está alinhado ao inciso III do Art. 1º, pois possibilita a circulação de bens culturais por diferentes regiões do Brasil. Ao levar a exposição para cidades de distintos contextos socioculturais, o projeto descentraliza o acesso à arte, promovendo a equidade cultural e garantindo que a produção artística alcance novos públicos. Essa itinerância reforça o papel da Lei de Incentivo à Cultura na democratização do acesso e na promoção da diversidade cultural. Dentre os objetivos previstos no Art. 3º da Lei 8.313/91, destaca-se o inciso I, ao incentivar a formação cultural do público, promovendo palestras com artistas locais sobre Arte Contemporânea e possibilitando a ampliação do repertório artístico dos visitantes. Essa ação educativa contribui para o entendimento da arte como ferramenta de transformação e diálogo, fortalecendo a relação entre artista e sociedade. O projeto também atende ao inciso II, pois apoia e valoriza a difusão cultural. A exposição e suas atividades complementares, como palestras e mini documentários, garantem ampla divulgação da arte contemporânea e do trabalho de Robson Sales. O investimento em acessibilidade, incluindo tradução em LIBRAS e adequação dos espaços expositivos, reafirma o compromisso com a inclusão, possibilitando que públicos diversos tenham acesso à experiência artística. No que se refere ao inciso III, a iniciativa incentiva a inovação e a experimentação artística ao apresentar a técnica de assemblage como meio expressivo. A obra de Robson Sales propõe um olhar inusitado sobre materiais cotidianos, estimulando o público a repensar conceitos de arte e estética. O caráter interativo da exposição, sem títulos nas obras, incentiva a interpretação subjetiva e o engajamento do espectador, promovendo a fruição cultural ativa. A inclusão e acessibilidade, previstas no inciso IV, também são garantidas. O projeto prevê espaços adaptados para pessoas com deficiência e idosos, bem como comunicação acessível, assegurando que todos possam usufruir da exposição e das palestras sem barreiras. Essa adequação vai ao encontro do princípio da democratização do acesso à cultura, um dos pilares da Lei de Incentivo à Cultura. Por fim, a exposição atende ao inciso V, ao estimular a valorização do patrimônio cultural brasileiro. A arte contemporânea dialoga com questões sociais, históricas e simbólicas do Brasil, permitindo que a obra de Robson Sales provoque reflexões sobre identidade, memória e cotidiano. O projeto, ao integrar arte, educação e acessibilidade, fortalece a cultura como instrumento de cidadania, cumprindo plenamente os propósitos da Lei 8.313/91.
PLANO DE COMUNICAÇÃO A comunicação do projeto será realizada em múltiplas plataformas e formatos, com uma linguagem acessível, artística e inclusiva. O objetivo é garantir alcance amplo e diversificado, promover a formação de público e estimular o debate sobre arte, território, meio ambiente e reaproveitamento. 1. MÍDIA TRADICIONALEspaço Publicitário em Jornal Impresso e Online: Publicação de releases, chamadas de programação e matérias jornalísticas em veículos de comunicação regionais e estaduais (como O Popular, Diário da Manhã, Correio Braziliense, Jornal Opção e jornais locais das cidades atendidas). → Previsão: 6 inserções publicitárias + 3 matérias espontâneas. TV Local: Inserções em telejornais e programas culturais das principais emissoras locais e afiliadas (TV Anhanguera, TV Serra Dourada, TV Sucesso, entre outras). → Entrevistas com artistas, chamadas do evento e cobertura dos bastidores. 2. MÍDIA DIGITAL E REDES SOCIAISRedes Sociais (Instagram, Facebook e TikTok): Produção de conteúdos diários, com fotos, vídeos, Reels, bastidores, legendas com audiodescrição (#ParaTodosVerem), stories interativos e transmissões ao vivo. → Meta: 2 postagens por dia durante a circulação, totalizando +100 conteúdos orgânicos. Campanha Impulsionada nas Redes (Meta Ads): Realização de campanha segmentada via Facebook e Instagram Ads com foco em cultura, arte, educação, juventude e sustentabilidade. → Meta de 400 mil visualizações somando vídeos, chamadas e cards. YouTube: Publicação de mini documentários das etapas do projeto, entrevistas com os artistas, oficinas gravadas e vídeos educativos. → Total: 12 vídeos com média de 3 a 6 minutos. Grupo de WhatsApp (Rede Local de Cultura): Criação de grupos de comunicação com artistas locais, escolas e agentes culturais para compartilhamento de convites, vídeos, cards e atualizações das atividades nas cidades. → Objetivo: engajamento direto e mobilização comunitária. 3. PUBLICAÇÕES ESPECIALIZADASRevista de Arte (Física e Digital): Envio de dossiê para revistas especializadas como Select, ArteBrasileiros, Zupi e Revista Bravo! com sugestão de pauta e artigos assinados. → Meta: 2 matérias publicadas em revistas físicas e online. Revista Online (Segmentada em Cultura e Meio Ambiente): Inserção de conteúdo em plataformas digitais como Medium, ArteCult, Bienal de Arte, entre outras. → Total: 3 publicações + distribuição por mailing. Artigos (06 textos autorais): Produção de textos assinados sobre os eixos temáticos do projeto: arte contemporânea, sustentabilidade, arte-educação, processo criativo, acessibilidade e cultura visual. → Publicação no site do projeto e em plataformas colaborativas como Medium, LinkedIn e veículos parceiros. 4. SITE AUTORALCriação do Site Oficial do Projeto: Página com informações completas, releases, programação, galeria de imagens, vídeos, materiais educativos e espaço para interação. → Hospedado em domínio próprio e atualizado semanalmente. RESULTADOS ESPERADOS COM O PLANOAlcance direto estimado: 400 mil pessoas nas redes sociais com conteúdo impulsionado.Alcance orgânico estimado: 60 mil visualizações em mídias tradicionais, TV e revistas.Engajamento local: +5 mil pessoas impactadas diretamente nos eventos presenciais e grupos de WhatsApp.Fortalecimento de marca: Reconhecimento do projeto como ação de impacto artístico e social no território goiano e em circuitos nacionais de arte e sustentabilidade.
📌 1. Exposição Itinerante “Objetos Concretos”Paginação / Formato: 40 obras em suporte variado (esculturas, instalações, objetos e pequenas montagens murais), distribuídas em circuitos com painéis explicativos, textos de parede e sinalização acessível.Duração: A exposição ficará montada por 15 dias em cada cidade, totalizando 90 dias de exposição itinerante.Material: Obras produzidas com madeira, ferro, plástico, tecido, metal, além de objetos do cotidiano ressignificados. Inclui estrutura expositiva modular, iluminação focal, painéis e totens. Projeto pedagógico: Curadoria educativa baseada na mediação sensível e na arte como forma de leitura do mundo. A exposição será acompanhada de ações de mediação com grupos escolares e culturais locais.📌 2. Palestras com Artistas LocaisFormato: Roda de conversa com até 50 participantes por cidade, mediada por artistas locais convidados e pelo artista Robson Sales.Duração: 1h30 por palestra (2 por cidade), com espaço para debate e perguntas.Material: Microfone, projetor, tela, recursos gráficos e audiovisuais de apoio.Projeto pedagógico: Atividade dialógica voltada ao estímulo da reflexão crítica sobre a arte e a cultura local. Incentiva a valorização do território e da produção artística regional. 📌 3. Mini Documentários Regionais (1 por cidade)Formato: Episódio audiovisual com duração média de 5 a 8 minutos, totalizando 6 vídeos.Duração: Captação feita durante o período da montagem e abertura da exposição em cada cidade.Material: Equipamento de filmagem HD, microfones direcionais, software de edição de vídeo e motion graphics.Projeto pedagógico: Registro sensível do processo artístico e dos impactos culturais do projeto, com foco na diversidade de olhares e no protagonismo das comunidades locais. 📌 4. Conteúdo para Redes Sociais e SiteFormato: Posts em carrossel, reels, stories e vídeos curtos, além de textos para o site.Paginação / Volume: Produção de no mínimo 60 conteúdos ao longo do projeto (posts, vídeos, cards informativos, textos acessíveis).Material: Artes gráficas, vídeos editados com LIBRAS e legenda, imagens de alta resolução.Projeto pedagógico: Educomunicação e formação de público. Aborda temas como arte e cotidiano, sustentabilidade e acessibilidade, com linguagem inclusiva e visual criativa. 📌 5. Oficinas Educativas ParalelasFormato: Oficinas de criação com 3 horas de duração, para até 25 participantes por turma (preferencialmente estudantes e jovens).Duração: 1 oficina por cidade, totalizando 6 encontros.Material: Materiais recicláveis (papelão, tampas, tecidos, garrafas, etc), cola, tinta, tesoura, alicate, pincéis e suporte técnico.Projeto pedagógico: Metodologia vivencial de educação ambiental e artística. Valoriza o fazer com as mãos, a experimentação e o pensamento crítico sobre o consumo e a arte. 📌 6. Relatório Técnico e de Impacto CulturalPaginação: Documento final com cerca de 25 páginas, contendo textos, tabelas, gráficos e imagens.Duração de produção: Redação e diagramação durante o último mês do projeto.Material: Formato digital (PDF), com versão impressa para acervo institucional.Projeto pedagógico: Documento analítico e reflexivo que sistematiza os resultados do projeto, funcionando também como instrumento de memória e transparência cultural. 📌 7. Produção de Conteúdo Acessível (LIBRAS, legendas e descrições)Formato: Aplicado em todos os vídeos e postagens.Paginação / Volume: Mínimo de 20 vídeos com LIBRAS e legenda + 40 postagens com descrição alternativa e #ParaTodosVerem.Material: Software de edição de vídeo, equipe de intérpretes de LIBRAS, redatores de audiodescrição.Projeto pedagógico: Inclusão cultural e comunicação acessível. Alinha-se às diretrizes da acessibilidade comunicacional e atitudinal, garantindo que todos possam acessar e interpretar o conteúdo produzido.
Acessibilidade Arquitetônica Todos os espaços que sediarão a exposição “Objetos Concretos: do cotidiano à arte” — como casas de cultura, museus e salas de arte — são plenamente adaptados para receber pessoas com deficiência. Os locais contam com rampas de acesso, piso tátil, corrimãos, banheiros adaptados e espaços de manobra para cadeirantes, além de iluminação adequada que favorece a mobilidade e a segurança. A escolha desses espaços visa garantir que a experiência da mostra seja plenamente acessível e confortável para todos os visitantes. Acessibilidade Comunicacional Para assegurar a acessibilidade do conteúdo, todos os vídeos produzidos, incluindo os mini documentários e registros das palestras, contarão com tradução em LIBRAS e legendas. As postagens em redes sociais incluirão legendas descritivas e textos alternativos, garantindo a compreensão por pessoas com deficiência auditiva e visual. Dessa forma, o projeto amplia seu alcance e promove a inclusão nas plataformas digitais. Acessibilidade Atitudinal O projeto também está comprometido com a promoção da acessibilidade atitudinal. A equipe incentivará a disseminação da hashtag #ParaTodosVerem e investirá em tráfego pago para aumentar o alcance das postagens inclusivas. Além disso, será priorizada a contratação de pelo menos um(a) profissional com deficiência para integrar a equipe, contribuindo para a empregabilidade de PCDs e a construção de um ambiente cultural mais diverso e acolhedor.
A proposta “Objetos Concretos: do cotidiano à arte” garante a democratização do acesso por meio da gratuidade total da exposição e das atividades complementares. A entrada será livre para todos os públicos, com divulgação ampla nas redes sociais, mídias locais e em parceria com instituições culturais e educacionais. Os conteúdos digitais, como os seis mini documentários e os registros das palestras, serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais e no canal oficial do projeto, permitindo que o público possa acompanhar a proposta mesmo à distância. Como forma de ampliar ainda mais o alcance da iniciativa, serão realizados ensaios abertos e visitas mediadas para grupos escolares e comunitários, além de oficinas paralelas com artistas locais, voltadas à introdução de técnicas de assemblage e reflexões sobre arte contemporânea. Essas ações ocorrerão de forma gratuita e inclusiva, promovendo a formação de público e estimulando o contato direto com processos criativos. Todas essas atividades contarão com acessibilidade comunicacional, como tradução em LIBRAS e materiais adaptados. Além disso, o projeto oferecerá transporte gratuito com rota de ida e volta para parte do público, especialmente estudantes de universidades públicas, cursos de arte e instituições parceiras que estejam localizadas em regiões com menor acesso a equipamentos culturais. A medida visa facilitar a participação de públicos estratégicos e ampliar a diversidade de visitantes, estimulando o envolvimento de jovens e futuros profissionais da arte e da cultura. Essa ação será articulada com centros acadêmicos e coletivos locais, fortalecendo o vínculo do projeto com o território e com a educação.
O PROPONENTE IRA ATUAR NA COORDENAÇÃO GERALFICHA TÉCNICAPRODUÇÃOMarcio Vaz é designer gráfico com mais de 20 anos de experiência, empreendedor, escritor. Está à frente de empresas como Imagem&Efeito, Porção do Chef, Grife PrettoBásico, Livre Delivery e DialogyAI.com. Já atendeu marcas como Vivo, ICBEU, Aliança Francesa, Teatro Municipal de Niterói, participou de projetos culturais e sociais relevantes e compôs músicas autorais e em parceria com artistas. Seu último livro - 2016 O Reset da Resistência - é concorrente no prêmio Vozes Negras 2025 da Amazon. Apaixonado por filosofia estoica, acredita no poder do design, da arte e da tecnologia como ferramentas de transformação social.FICHA TÉCNICACURADORIACurriculo: Nilson Luiz Santos da Silva - Gestao, coordenação geral e suporte, diretor de cenas e de imagem, story board, controles técnicos de som e luz, curadoria e produção artistica em geral. Formação : Pós-graduado em Marketing pela ESPM - ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING, (1990). Graduado em Desenho Industrial e Comunicação Visual pela ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. (1980). Em 1977 foi premiado com o Trabalho Brinquedos que Auxiliam a Educação do Deficiente Visual pelo IAB - INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL na Categoria G - Desenho Industrial de 77. Atua como PRODUTOR na área de Eventos culturais desde 1980. No período 0de 1978 a 1980 foi um dos selecionados para o Curso de Dramaturgia do Teatro dos 4 no Shopping da Gávea, sob a coordenação dos atores e diretores Sérgio Britto, Erick Nielsen, Amir Haddad, Rainer Vianna e Glorinha Beuttenmüller. Dirigiu e encenou e produziu diversos espetáculos teatrais infantis recebendo em 1980 o prêmio Mambembe de produção pelo espetáculo infantil “Te Amo Amazônia” de Paulo César Coutinho encenado durante 2 anos em vários pontos da cidade do Rio de Janeiro para mais de 10.000 crianças (entre 1980 e 1982). Durante mais de 20 anos foi sócio das agências de Comunicação Visual e Design MODULOR e INNOVA, se desligando em fins de 2001 e 2010 respectivamente. FICHA TECNICACOORDENADOR GERAL Robson Sales é pernambucano de nascimento, nascido em Recife, em 1960. Autodidata, mas adotou o Rio de Janeiro como seu lugar para expressar suas múltiplas influências culturais trazidas desde uma infância rica, onde ainda criança sonhava em ser artista, construía suas brincadeiras e brinquedos. Já no Rio de Janeiro estuda e forma-se ator, produz e dirige outros artistas por todo Brasil, mas alguma coisa faltava para expressar sua arte — assim nasce o artista visual, Robson Sales.Robson procura unir seus conhecimentos da arte da apresentação cênica aos da arte pictórica, busca o caminho da criatividade como seu lugar em permanente expansão. Assumidamente um ser de apropriação — objetos, formas, cores, tudo o encanta e traz para suas obras. Um horizonte, uma cena particular, um vislumbre nos detalhes são valores atribuídos a cada elemento, com base também na força e criatividade de sua sensibilidade com as cores e objetos escolhidos em seu trabalho. Transcendendo assim a noção clássica de tela e tinta, são objetos, esculturas, vídeos que recolhem e transformam. Lança assim um novo olhar sobre o mundo e quase indícios resíduos da vida diária.FICHA TÉCNICAASSESSORIA DE IMPRENSA Nome: Fernanda Rodrigues Azevedo FORMAÇÃOFaculdade Cândido Mendes Registro Profissional (Jornalista):0041053/RJFunções: Assessoria de ImprensaExperiências Profissionais:Repórter - Rádio Estação - Faculdade Estácio de Sá - Ano: 2014 Repórter - Web TV: Panorama Urbano - Ano: 2015 Estagiária - IBASE- (Instituto Brasileiro de Análises Socioeconômicas) - Ano: 2015 Relacionamento e Marketing- Caverna Produtora Independente - Ano: 2016 Fotógrafa - Partido: Rede Sustentabilidade - Ano: 2016 Produtora e Repórter- Jornal: Folha Nativa (Formato Online) - Ano: 2017 Articuladora do Núcleo das Doulas da Associação de Doulas do RJ - Metropilitana II- Ano:2019 Social Mídia e fotógrafa de eventos - Partido Rede Sustentabilidade - Eleições 2020 Atendimento ao cliente - Iasmin Marequito Fotografia 2021 - 2022 Gestar Rede Materno Infantil - Assistente de projetos freelancer 2022 Voluntariado Clube do Relações Públicas- RP - Remoto - Social Mídia- 2023 - Primeiro semestreMembro do Grupo de fomento literário - Escritoras Vivas de São Gonçalo - Agosto de 2023 até o momento Escritório de Gestão de Projeto – Social Mídia – Atendimento ao Cliente – 2023 FICHA TÉCNICACOORDENADOR DE COMUNICAÇÃOAndré Correia Professor de História, comunicador e especialista em gestão de projetos, André Correia tem uma trajetória marcada pelo compromisso com a educação, cultura e inovação. Pós-graduando em Gestão de Projetos e Jornalismo Digital, ele alia sua experiência acadêmica à prática na elaboração e execução de projetos de impacto social, cultural . educacional e ambiental.Além disso, é pós graduando em jornalismo digital e especialistas em redes sociais e campanhas impulsionadas. Com uma sólida carreira no ensino, é Coordenador Pedagógico no Colégio Estadual Ferreira Pinto, concursado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro desde 2013. Sua atuação na educação se estende a diversas iniciativas, incluindo mostras culturais, ensino da tecnologia, história e memória, políticas públicas, gestão cultural e microempreendedorismo. Além de seu trabalho como educador, André Correia é fundador do Escritório de Gestão de Projetos (@escritoriodegestaobr), onde tem se destacado na na aprovação de projetos em diversas frentes. Em apenas um ano, viabilizou mais de 150 projetos através de lei de fomentos como a Lei Paulo Gustavo e PNAB. Seu escritório conseguiu mais de R$ 12 milhões em cartas de captação em leis de incentivo tais como ROUANET - BR, SEMEAR - PA, LEIC-MG.Sua experiência abrange as 05 regiões do Brasil beneficiando projetos em pelo menos 17 estados diferentes.FICHA TÉCNICAPRODUTOR EXECUTIVOCarlos Augusto França, Produtor Executivo e Artístico, atua no mercado desde os anos 70, iniciando sua atividade profissional fazendo produção executiva para tournée do disco “Refavela” de Gilberto Gil com quem trabalhou até o início dos anos 80 na tournée do disco Luar.Fez produção executiva, nos anos 80, para tournée de Belchior pelo Sul e Norte do país.Foi o produtor executivo da grande tournée nacional “Vida de Viajante” de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha.Trabalhou como produtor Executivo de Luiz Melodia, iniciando em 1979, na produção e tournée do disco “Nós”, até seu último trabalho em 2017, lançamento do álbum e gravação do DVD “Zérima”. Estando à frente da produção Executiva de todos os trabalhos de Luiz Melodia entre 1979 e 2017.Atualmente executa o trabalho de produtor executivo e agenciamento artístico da cantora e compositora Flavia Betencourt.ASSISTENTE DE PRODUÇÃOIniciou seus estudos na música aos 12 anos em Viçosa/MG. Em sua trajetória passou pela Escola de Música Villa Lobos (RJ) e Escola Música Moderna em Niterói/RJ. Desde 2014 desenvolve seu trabalho solo de blues-rock instrumental. Em maio de 2022 realizou, com incentivo do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através do Edital Cultura Presente nas Redes 2, um pocket show de blues seguido de um breve workshop onde fala sobre algumas peculiaridades do estilo intitulado "A Guitarra e o Blues". Em dezembro desse mesmo ano lançou seu primeiro single, "Saiu E Foi Pro Blues" nas plataformas digitais e em abril de 2023 o segundo single, "Revigorado". Rubens Azevedo conta com Pedro Brum na bateria e Thiago Fernandes no baixo. Juntos, destilam um repertório instrumental energético e melódico, tendo como principais influências o blues e o rock.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.