Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2515330Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Villaronga: Arte nos Trilhos do Café

INSTITUTO AMIGOS DO TINGUA - IAT
Solicitado
R$ 348,8 mil
Aprovado
R$ 348,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Engenheiro Paulo de Frontin
Início
2026-03-02
Término
2027-01-29
Locais de realização (5)
Belmiro Braga Minas GeraisEngenheiro Paulo de Frontin Rio de JaneiroRio das Flores Rio de JaneiroVassouras Rio de JaneiroBananal São Paulo

Resumo

O projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café" prevê a revitalização de Sacra Família do Tinguá (RJ) com um mural decorativo em fachada pública. Inspirado em José Maria Villaronga y Panella, renomado pintor e figura histórica do Vale do Café. O mural retratará paisagens e patrimônios que simbolizam os trilhos e as conexões que que impulsionaram o ciclo do café no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Oficinas de pintura gratuitas e um documentário complementarão o projeto, abordando o legado cafeeiro, a cultura dos nativos Puris e o impacto da escravidão na história regional. Acessibilidade plena é garantida em todos os produtos culturais. O projeto se integra ao circuito turístico "Caminho dos Quintais" e o calendário "Caminhos de Villaronga", visando fomentar o turismo cultural, a inclusão social e valorizar o patrimônio material e imaterial da região.

Sinopse

O projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café" propõe a revitalização artística e histórica do distrito de Sacra Família do Tinguá, em Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), por meio da criação de uma arte mural decorativa e atividades culturais complementares.Produto 1: Pintura Mural Decorativa Uma parede estratégica em Sacra Família do Tinguá será o suporte para uma pintura mural decorativa permanente. Sob a curadoria de Ana Torem, especialista na obra de José Maria Villaronga, o mural abordará o legado cafeeiro, a expansão ferroviária e o impacto social do período de 1850 a 1870. A obra representará fragmentos da fauna e flora da Mata Atlântica e a arquitetura icônica da época, destacando a relevância das ferrovias como motor econômico e social. Além disso, o mural contemplará a memória dos nativos Puris e dos escravizados, contextualizando a história regional e sua complexidade.Produto 2: Oficinas de Pintura Mural Decorativa Serão realizadas oficinas gratuitas de pintura mural decorativa, destinadas a artesãos, artistas locais, alunos e professores. O conteúdo das oficinas focará no resgate da tradição da pintura mural, na implementação da profissão de pintor-decorador no Vale do Café e no aprofundamento das técnicas artísticas, promovendo o desenvolvimento cultural e profissional dos participantes.Produto 3: Documentário Audiovisual A produção de um documentário registrará o processo criativo da pintura mural, incluindo entrevistas com a curadora, artistas e participantes das oficinas. Adicionalmente, o documentário explorará a vida e obra do pintor catalão José Maria Villaronga, o patrimônio histórico local, a economia cafeeira e o papel das ferrovias na região do Vale do Café, oferecendo uma narrativa aprofundada sobre o tema do projeto.A iniciativa visa enriquecer o patrimônio cultural e turístico da região, integrando-se aos circuitos "Caminho dos Quintais" e "Caminho de Villaronga".

Objetivos

Transformar Sacra Família do Tinguá, em Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), em um polo cultural vibrante e um destino turístico histórico-artístico reconhecido, impulsionando o desenvolvimento local, fortalecendo a identidade cultural da comunidade e promovendo a educação patrimonial de forma inclusiva, por meio da arte pública permanente, da capacitação artística e da difusão do legado de José Maria Villaronga, do ciclo do café e do papel fundamental das ferrovias como motor econômico e social que conectou o Vale do Café ao mundo.Objetivos Específicos Produto Cultural 1: Pintura Mural Decorativa (Galeria a Céu Aberto) Realizar a criação de uma (1) obra de arte decorativa permanente, cobrindo uma área de mais de 105m², em uma fachada pública de Sacra Família do Tinguá, RJ.Detalhes: Esta obra será inspirada na rica produção do pintor catalão José Maria Villaronga y Panella, retratando paisagens do período cafeeiro, elementos da fauna e flora da Mata Atlântica, destacando patrimônios históricos da região do Vale do Café e, de forma evocativa, elementos da infraestrutura de transporte e dos caminhos que foram cruciais para o escoamento do café e o desenvolvimento regional. A execução envolverá artistas selecionados sob curadoria especializada, visando a diversidade e inovação artística.Produto Cultural 2: Oficinas de Pintura Mural Decorativa Realizar um total de quatro (4) oficinas gratuitas de pintura mural decorativa ao longo de quatro (4) meses de produção, estruturadas da seguinte forma:Capacitar doze (12) artesãos e artistas locais, distribuídos em quatro (4) turmas de três (3) participantes cada, com aulas de cinco (5) dias e carga horária de 6 a 8 horas diárias por oficina.Capacitar doze (12) alunos aprendizes (idade entre 13 e 17 anos), distribuídos em quatro (4) turmas de três (3) participantes cada, com aulas de um (1) dia e carga horária de 4 horas diárias por oficina.Detalhes: As oficinas visam implementar a profissão do pintor-decorador no Vale do Café e resgatar a tradição da pintura mural decorativa, fomentando o interesse e o desenvolvimento de talentos locais, inclusive explorando a iconografia e o impacto dos meios de transporte e rotas comerciais na arte e na história local.Produto Cultural 3: Documentário AudiovisualProduzir e difundir amplamente um documentário audiovisual de curta-metragem (mínimo de 15 minutos, 4K UHD), com recursos de acessibilidade plena (audiodescrição, legendas e Libras), que registre o processo criativo do mural, aprofunde a vida e obra de Villaronga, o legado do ciclo do café e a relevância das ferrovias, alcançando um público diversificado e promovendo a educação patrimonial.

Justificativa

O projeto não é simplesmente uma proposta; é a pulsação de um sonho em Sacra Família do Tinguá. É a convicção de que a arte mural decorativa pode ser o fio que costura o passado ao presente, um bálsamo para o esquecimento. Uma parede que hoje se cala erguer-se-á em canto visual, celebrando não apenas o traço de José Maria Villaronga e a grandiosidade da arquitetura cafeeira, mas revelando a história de amor e força da região com suas linhas férreas. É crucial destacar que a expansão das ferrovias no Vale do Café (a partir de 1850) e o apogeu cafeeiro foram contemporâneos à atuação artística de Villaronga na região (1850-1870). Essas ferrovias foram muito mais do que trilhos; foram o motor econômico e social que impulsionou a riqueza que Villaronga presenciou e artisticamente retratou, conectando o Vale do Café ao mundo e moldando sua paisagem e cultura para sempre. Ao celebrarmos essa história, valorizamos o legado do setor de transporte ferroviário, que continua a ser um pilar vital para o desenvolvimento do Brasil. Ao abraçar este projeto, fomentamos a inclusão social, acendemos a paixão na comunidade e, acima de tudo, honramos, de coração aberto, nosso patrimônio histórico, cultural e ferroviário. O que nascerá será uma narrativa visual que educa, inspira e, acima de tudo, enche de orgulho.Por que a Lei de Incentivo à Cultura (Lei Federal 8.313/91)? O projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café" busca o financiamento por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Federal 8.313/91 por sua natureza intrínseca de promoção cultural e profundo alinhamento com os objetivos e diretrizes dessa legislação. Um projeto desta magnitude _ que visa o resgate histórico, a valorização artística e o impacto comunitário _ encontra na Lei de Incentivo à Cultura o veículo ideal para mobilizar recursos, permitindo sua plena realização e fortalecendo a identidade regional e o acesso democrático à cultura para todos. A relevância do projeto para Sacra Família do Tinguá e para o resgate da memória do Vale do Café se alinha intrinsecamente com a missão da Lei de fomentar a cultura em todas as suas manifestações, permitindo que a sociedade civil e a iniciativa privada atuem como parceiras na construção de um país culturalmente mais rico e equitativo. O projeto se enquadra de forma notável e abrangente nos seguintes dispositivos da Lei 8.313/91: Em relação aos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 (Objetivos e Princípios Gerais da Política Cultural): Inciso I - "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" O projeto transforma uma fachada pública em "galeria de arte a céu aberto", tornando a arte acessível sem barreiras financeiras. A inclusão social é central, com todos os produtos culturais (Pintura Mural, Oficinas, Documentário) garantindo plena acessibilidade (física, audiodescrição, legendas descritivas e Libras), assegurando que todos desfrutem da arte e do conhecimento.Inciso II - "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;" Focado na história de Sacra Família do Tinguá e do Vale do Café, o projeto celebra a "história de amor e força da região", valorizando o "patrimônio histórico, cultural e material local", incluindo as linhas férreas. As oficinas de pintura engajam "artistas locais" e a comunidade, estimulando "recursos humanos e conteúdos locais", gerando capacitação e novas perspectivas.Inciso III - "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;" O projeto visa "celebrar o traço singular de José Maria Villaronga y Panella e a grandiosidade da arquitetura cafeeira", apoiando a "arte mural decorativa". A obra de Villaronga será valorizada e difundida, inclusive através do documentário, alcançando um público amplo.Inciso V - "proteger e preservar os bens e valores culturais e artísticos;" e Inciso VII - "proteger e preservar o patrimônio cultural brasileiro;" O projeto é "um bálsamo contra o esquecimento", que irá "revelar a história" e "honrar nosso patrimônio histórico, cultural e material", incluindo o legado ferroviário. A intervenção artística e a documentação histórica no documentário servem como mecanismos de proteção, valorização e preservação desses bens e valores.Inciso VIII - "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." O resultado final será uma "narrativa visual e interativa que educa, inspira e, inegavelmente, enche de orgulho". A articulação entre a arte de Villaronga, a história do ciclo do café e da infraestrutura de transporte regional (incluindo as ferrovias) cria um "bem cultural" de valor universal que forma e informa sobre conhecimento, cultura e memória. Em relação aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 (Áreas de Atuação do Mecanismo de Incentivo): Inciso II - "fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais (...); c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore." O projeto concretiza o fomento à produção artística com a Exposição Cultural / de Artes (pintura mural decorativa permanente) e a produção de um Documentário Audiovisual (curta-metragem), produtos que serão amplamente difundidos.Inciso III - "preservação do patrimônio cultural material e imaterial;" Ao resgatar e celebrar a história de Villaronga, a arquitetura cafeeira, os caminhos e as conexões que impulsionaram a região _ incluindo a relevância das linhas férreas _, o projeto atua diretamente na preservação do patrimônio cultural material e imaterial, conferindo-lhes nova vida e visibilidade.Inciso IV - "desenvolvimento de projetos culturais, inclusive de infraestrutura, que visem à melhoria das condições de acesso a bens culturais e à produção artística;" A criação da galeria a céu aberto melhora significativamente as condições de acesso a bens culturais. As oficinas não apenas desenvolvem projetos culturais inovadores, mas também aprimoram tanto o acesso do público à cultura quanto a capacidade de produção artística local.Em suma, o projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café" não é apenas elegível, mas representa um exemplo paradigmático de iniciativa cultural que a Lei Federal de Incentivo à Cultura foi criada para apoiar. Seu financiamento será um investimento estratégico na cultura, na história e no desenvolvimento sustentável de uma comunidade, deixando um legado duradouro para o patrimônio brasileiro.

Estratégia de execução

Este campo destina-se a apresentar informações complementares que reforçam a singularidade, o impacto estratégico e a sustentabilidade do projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café", bem como a sua capacidade de atrair um espectro diversificado de apoiadores. Potencial de Atração de Patrocínio Diversificado: Embora o projeto contextualize historicamente a importância das ferrovias na região do Vale do Café, o foco principal reside na revitalização cultural, na educação patrimonial e no engajamento comunitário. Esta abrangência temática, que conecta arte, história, paisagem e legado social, amplia significativamente o perfil de potenciais patrocinadores. O projeto não se restringe a segmentos específicos (como o ferroviário), mas se posiciona como uma iniciativa de investimento cultural e social de alto impacto, atraente para empresas com foco em responsabilidade social, cultura, educação e desenvolvimento regional. Sustentabilidade e Manutenção do Legado: A natureza permanente da pintura mural decorativa assegura um legado duradouro para a comunidade. Para garantir a longevidade da obra, o projeto prevê, após a conclusão, a elaboração de um plano básico de manutenção preventiva, incluindo orientações para limpeza e pequenos reparos. Este plano será entregue à comunidade local e/ou órgão municipal responsável, visando a preservação do bem cultural a longo prazo. Além disso, o documentário audiovisual e os materiais didáticos gerados pelas oficinas serão depositados em acervos digitais de instituições parceiras, garantindo sua perenidade e acesso contínuo. Valorização e Rede de Colaboração Existente: O projeto capitaliza a rede de colaboração já estabelecida pelo Instituto Amigos do Tinguá (IAT) e pela curadora Ana Torem. A integração com o circuito turístico "Caminho dos Quintais" (em parceria com o Sebrae-RJ) e a conexão com o projeto "Caminho de Villaronga" (já aprovado pelo Ministério da Cultura) demonstram a capacidade de articulação e a aderência a iniciativas regionais de desenvolvimento cultural e turístico. Esta sinergia potencializa o impacto do projeto, inserindo-o em uma estrutura maior de valorização do patrimônio. Impacto Educacional Além das Oficinas: O mural não é apenas uma obra de arte, mas uma "sala de aula a céu aberto". A acessibilidade de conteúdo prevista para as placas informativas e a possibilidade de visitas guiadas para escolas ampliam a função educativa do projeto para além das oficinas. A obra servirá como um recurso didático perene, estimulando a curiosidade e o aprendizado sobre a história local e seus múltiplos aspectos sociais e econômicos. Ao incluir esses pontos, você mostra aos avaliadores que o projeto é bem pensado, estratégico e tem uma visão além da execução imediata, abordando questões de financiamento, longevidade e impacto expandido.

Especificação técnica

Apresenta-se, a seguir, o detalhamento técnico de cada produto cultural a ser desenvolvido no âmbito do projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café", conforme as especificações exigidas. 1. Pintura Mural Decorativa Paginação: Não aplicável, por se tratar de uma obra de arte em superfície fixa.Duração (Permanência): Obra de caráter permanente, concebida para integrar o espaço público a longo prazo. O período de execução da pintura está detalhado no cronograma do projeto.Material:Superfície: Muro previamente restaurado, preparado e impermeabilizado, garantindo aderência e durabilidade.Tintas: Utilização de tintas acrílicas à base d'água, com acabamento fosco e alta resistência a intempéries e raios UV, assegurando a longevidade da obra em ambiente externo. Será considerada a variação de tinta acrílica fosca branca e corantes líquidos.Ferramentas: Diversos tipos de pincéis, rolos, bandejas, espátulas e equipamentos de segurança para trabalho em altura (andaimes ou plataformas elevatórias, se necessários).Projeto Pedagógico: O mural possui intrínseco valor educativo, atuando como um elemento de educação patrimonial. Ao retratar temas como o ciclo do café, a expansão ferroviária e o legado cultural dos nativos Puris e dos escravizados, a obra servirá como um recurso visual permanente para a compreensão da história regional, estimulando a reflexão e o conhecimento. 2. Oficinas de Pintura Mural Decorativa Paginação: Não aplicável ao produto "oficinas". O material didático a ser fornecido pode consistir em apostilas ou módulos, cuja paginação será definida durante a pré-produção.Duração:Total do Programa: Quatro oficinas serão realizadas ao longo de 4 meses.Oficinas para Artesãos e Artistas: Cada oficina terá duração de 5 dias (sendo 4 dias de atividades práticas), com carga horária diária de 6 a 8 horas. Cada ciclo de oficina atenderá a um máximo de 3 participantes por semana, totalizando 12 participantes ao longo do projeto.Oficinas para Alunos Aprendizes (13 a 17 anos): Cada oficina terá duração de 1 dia, com carga horária diária de 4 horas. Cada ciclo de oficina atenderá a um máximo de 3 participantes por semana, totalizando 12 participantes ao longo do projeto.Material:Consumíveis: Tintas acrílicas, pincéis de diferentes tamanhos, rolos, bandejas, paletas, bases para prática de pintura (telas, MDF ou papel apropriado), materiais para limpeza, aventais de proteção.Didáticos: Apostilas ou roteiros de aula com conteúdo teórico (história da pintura mural, técnicas artísticas, contextualização do projeto) e propostas de exercícios práticos.Projeto Pedagógico: O projeto pedagógico das oficinas visa:Capacitar e qualificar participantes para a profissão de pintor-decorador no Vale do Café.Resgatar e difundir a tradição e as técnicas da pintura mural decorativa.Promover a inclusão social, o desenvolvimento de talentos e a expressão artística entre diferentes faixas etárias e níveis de experiência.Estimular o conhecimento e a valorização do patrimônio histórico e cultural local, abordando os temas do projeto de forma prática e interativa. 3. Documentário Audiovisual Paginação: Não aplicável, por se tratar de um produto audiovisual.Duração: O documentário terá uma duração estimada de 13 a 15 minutos na versão principal, podendo ser estendida para até 30 minutos em sua versão completa.Material:Formato de Captação e Edição: Produção digital em alta definição (4K UHD), garantindo qualidade visual superior.Equipamentos: Câmeras cinematográficas 4K, equipamentos de captação aérea (drone), kits de iluminação profissional, microfones direcionais (shotgun) e de lapela, gravadores de áudio.Pós-produção: Utilização de ilhas de edição profissional, softwares de edição de vídeo, tratamento de cores, mixagem e masterização de áudio.Acessibilidade: Inclusão de audiodescrição, legendas descritivas (com contraste e legibilidade) e interpretação em Libras, conforme normas de acessibilidade.Mídia de Distribuição: Arquivos digitais para veiculação em plataformas online e exibições em eventos culturais.Projeto Pedagógico: O documentário tem como principal objetivo educativo:Registrar e difundir o processo criativo da pintura mural decorativa, desde a concepção até a finalização.Apresentar a vida e obra do pintor catalão José Maria Villaronga y Panella, contextualizando sua atuação.Explorar o patrimônio histórico, a economia cafeeira e o papel fundamental das ferrovias na formação da região do Vale do Café.Promover a valorização da memória, identidade e diversidade cultural local, utilizando a narrativa audiovisual como ferramenta de engajamento e aprendizado.

Acessibilidade

O projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café" adota a acessibilidade como pilar fundamental, visando garantir a inclusão e a ampla participação de todos os públicos nas atividades propostas.Acessibilidade FísicaSerão implementadas as seguintes medidas para assegurar a facilidade de locomoção e o acesso irrestrito aos espaços e atividades:Mural e Oficinas: O mural será executado em área pública, nivelado ao solo e sem inclinações, facilitando o acesso universal. O entorno será mantido livre de obstáculos, com percursos acessíveis e sinalizados, incluindo a instalação de guias táteis para orientação de pessoas com deficiência visual. As oficinas de pintura mural decorativa serão realizadas em espaços planos e acessíveis, proporcionando condições de participação plena para todos.Infraestrutura: Será garantida a disponibilização de banheiros acessíveis em locais próximos às áreas das atividades. A instalação de rampas em transições de nível assegurará a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Sinalização: As placas informativas do projeto serão confeccionadas com altura e tipografia adequadas, incluindo informações em Braille para o público com deficiência visual.Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar a plena compreensão e fruição do conteúdo cultural, serão implementadas as seguintes medidas:Documentário: O documentário incluirá audiodescrição detalhada e legendas descritivas (com contraste e legibilidade), além de tradução completa em Libras para o público com deficiência auditiva.Divulgação: A comunicação será realizada utilizando linguagem simples e direta, com fontes ampliadas nos materiais impressos e digitais, e destaque para a gratuidade das ações. Os conteúdos veiculados em mídias sociais e outros materiais de divulgação contarão com legendas, audiodescrição e Libras, garantindo a acessibilidade da informação.

Democratização do acesso

A democratização do acesso cultural constitui um pilar central do projeto, com o propósito de disponibilizar arte e história a um público amplo e diversificado, superando barreiras financeiras e sociais. Forma de Distribuição e Comercialização dos Produtos Todos os produtos culturais gerados pelo projeto – o mural permanente, as oficinas de pintura e o documentário audiovisual – serão ofertados gratuitamente à população. Não haverá qualquer finalidade comercial para esses produtos, garantindo o livre e irrestrito acesso aos bens culturais produzidos. Mural: A exposição do mural será realizada em uma fachada pública de grande visibilidade em Sacra Família do Tinguá, permitindo a apreciação da obra por transeuntes, residentes e turistas sem custo de ingresso. Este modelo transforma o espaço urbano em uma galeria de arte a céu aberto.Oficinas de Pintura: As oficinas serão oferecidas integralmente gratuitas para a comunidade local, incluindo alunos, professores e artistas, visando promover a inclusão social, o desenvolvimento de talentos e o engajamento comunitário.Documentário: O documentário terá sua distribuição realizada gratuitamente por meio de plataformas digitais e exibições em eventos culturais locais, ampliando o alcance para públicos diversos. Medidas de Ampliação de Acesso Além da gratuidade universal, outras medidas serão implementadas para maximizar o alcance e a participação: Distribuição Digital: O documentário terá transmissão pela internet através de plataformas digitais, possibilitando o acesso a um público nacional e internacional.Engajamento Comunitário: As oficinas de pintura, com turmas destinadas a artesãos/artistas e alunos aprendizes, configuram uma medida de acesso ampliado ao envolver diferentes segmentos da comunidade em atividades práticas e educativas.Integração com Circuitos Turísticos: O projeto se integra ativamente aos circuitos turísticos "Caminho dos Quintais" e "Caminhos de Villaronga", potencializando o fluxo de visitantes e a valorização cultural da região.Divulgação Estratégica: A comunicação do projeto empregará linguagem simples e direta, com destaque para a gratuidade das ações. A estratégia de divulgação será expandida para incluir mídias comunitárias e redes sociais, assegurando que a informação sobre o projeto e suas oportunidades atinja o público mais diversificado e engajado possível.

Ficha técnica

A equipe do projeto é composta por profissionais com comprovada experiência e qualificação nas áreas de gestão, curadoria, produção artística e audiovisual. Abaixo, detalhamos as responsabilidades e o currículo resumido dos principais participantes: Coordenadora Geral: Paula De Biase Damasceno Atividade no Projeto: Como Coordenadora Geral, Paula De Biase Damasceno, também presidente do Instituto Amigos do Tinguá (IAT) – instituição proponente, será responsável pela coordenação administrativa, financeira e operacional do projeto. Suas atribuições incluem o alinhamento técnico, estratégico e orçamentário de todas as ações, bem como a supervisão da execução das etapas e da prestação de contas, garantindo a conformidade e a eficácia das atividades propostas. Atuará na interface com parceiros e patrocinadores, assegurando a captação de recursos e a gestão integrada.Currículo Resumido: Profissional com vasta experiência e liderança comprovada na gestão estratégica, financeira e operacional de projetos culturais e sociais, com sólida expertise na captação e administração de recursos via leis de incentivo. Detentora de um histórico de 30 anos em controle externo de recursos públicos, gestão de equipes e coordenação de iniciativas complexas, assegurando conformidade e eficácia.Qualificações e Expertise:Gestão de Projetos: Liderança na idealização, coordenação e supervisão de todas as fases de projetos, garantindo alinhamento técnico, estratégico e orçamentário, bem como rigorosa prestação de contas.Gestão Financeira e Conformidade: Profundo conhecimento em controle de recursos públicos, com experiência em assegurar a aplicação transparente e eficaz de verbas, incluindo aquelas provenientes de leis de incentivo fiscal.Capacitação em Fomento Cultural: Habilidade comprovada na articulação com parceiros e patrocinadores, com sucesso na captação de recursos e na gestão de projetos aprovados por importantes mecanismos de fomento cultural.Otimização de Processos: Experiência em otimizar processos administrativos, financeiros e operacionais para maximizar a eficiência e o impacto das ações.Formação Acadêmica:EconomistaPós-graduação em Gestão de Políticas Públicas (UFRJ)Pós-graduação em Controle de Qualidade (Fundação Getúlio Vargas)Principais Projetos e Realizações (Aprovados e Executados via Leis Paulo Gustavo, Aldir Blanc e Rouanet):"Arte em Foco: Som e Luz para Todos": Projeto que aprimorou a infraestrutura técnica para apresentações culturais, impulsionando a cena local e promovendo novos talentos com condições profissionais adequadas."Do Barro ao Azulejo": Iniciativa voltada para a valorização de técnicas artesanais tradicionais e a preservação da identidade cultural."Cerâmica Viva: Retratos da Mata Atlântica": Projeto que explorou a conexão entre arte e conscientização ambiental através da cerâmica."Visita Virtual na Igreja de Sacra Família": Desenvolvimento de ferramenta tecnológica para democratizar o acesso ao patrimônio histórico e cultural."Novas Paisagens de Villaronga Rompendo o Passado": Projeto focado na reinterpretação e valorização do patrimônio histórico local.Compromisso:Com a excelência na gestão cultural, visando a concretização de projetos que não apenas promovam o desenvolvimento artístico e social, mas que também sirvam como modelo de eficiência, transparência e conformidade com as diretrizes e exigências dos órgãos de fomento. Coordenação Artística Geral: Ana Cláudia de Paula Torem Atividade no Projeto: Responsável pela concepção e curadoria artística do mural, Ana Torem guiará a interpretação da obra de José Maria Villaronga e a representação das paisagens cafeeiras e elementos históricos. Ela selecionará os artistas envolvidos e orientará o desenvolvimento do croqui em escala, garantindo a autenticidade histórica e a relevância artística do projeto.Currículo Resumido: Pintora-decoradora desde 1994, Mestre em Artes e Design (PUC-Rio) e Doutora em História (UniRio). Especialista em técnicas de pintura mural decorativa do século XIX, como trompe l’oeil e faux marbre. Realiza pesquisas aprofundadas sobre a pintura mural fluminense e a trajetória de José Maria Villaronga no Vale do Paraíba durante o período cafeeiro (1850-1870). Atualmente, atua como consultora no projeto “Caminhos de Villaronga” do Instituto Aubapa. Coordenador Artístico: Guilherme Kuhnert Atividade no Projeto: Prestará suporte técnico e conceitual à Coordenação Artística, auxiliando no desenvolvimento do design do mural e na integração dos elementos arquitetônicos e históricos no plano artístico. Sua atuação visa garantir a coerência visual e a aplicação técnica da visão curatorial.Currículo Resumido: Arquiteto e artista plástico na Torem Pinturas, com experiência em design e produção artística. Coordenador de Pintura: Jerônimo Vasconcelos Atividade no Projeto: Será responsável pelo auxílio direto na execução das etapas de pintura do mural. Sua função abrange a aplicação das técnicas de pintura, a coordenação prática dos artistas no local e a garantia da qualidade e fidelidade da obra em relação ao projeto artístico.Currículo Resumido: Profissional com experiência em pintura, atuando no suporte técnico e prático na realização de obras murais. Coordenadora do Documentário:Sheila Casitta Noronha Atividade no Projeto: Coordenação, Roteiro e Direção do Documentário Desenvolvimento da Atividade: Será responsável pela Coordenação Geral do Documentário, abrangendo o planejamento, gestão de cronograma e orçamento da produção audiovisual. Articulará a equipe técnica, consultores (historiadores) e a comunidade, garantindo o alinhamento com a temática do projeto, que inclui a figura de Villaronga, o ciclo do café, a cultura dos nativos Puris, o impacto da escravidão e, de forma central, a importância da rede férrea e os "trilhos" que conectaram e impulsionaram a economia cafeeira na região, bem como o cumprimento dos requisitos de acessibilidade. Na função de Roteirista, desenvolverá a estrutura narrativa do documentário. Realizará (ou supervisionará) a pesquisa aprofundada sobre José Maria Villaronga, o ciclo do café no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, a cultura dos nativos Puris, o contexto da escravidão e, essencialmente, a formação e o impacto da rede de trilhos ferroviários na conformação histórica e econômica da cafeicultura. Transformará esses elementos em um roteiro coeso que guiará a produção. Como Diretora de Cinema, conduzirá a tradução do roteiro para a linguagem audiovisual, dirigindo a equipe de filmagem, realizando entrevistas e definindo a estética visual. Assegurará que a narrativa visual e auditiva do documentário enfatize a simbologia dos "trilhos" e o papel da rede férrea na história regional. Supervisionará as etapas de pré-produção, produção e pós-produção, garantindo a qualidade técnica e narrativa do documentário final. Currículo Resumido: É Roteirista, Diretora e Educadora Audiovisual com formação em Letras e Literatura Brasileira. Atua na criação de narrativas poéticas focadas nas histórias e paisagens do Vale do Café, integrando arte, educação e território. Possui experiência consolidada em direção e roteiro de documentários e curtas-metragens, como "Café com Aroma do Vale" e projetos contemplados pela Lei Paulo Gustavo. No projeto "Villaronga: Arte nos Trilhos do Café", será responsável pela Coordenação, Roteiro e Direção do documentário, assegurando a pesquisa aprofundada e a representação visual da figura de Villaronga, o ciclo do café, a cultura Puri, o impacto da escravidão e a relevância histórica da rede férrea regional. Outras Realizações Direção de Peças Teatrais — integração entre linguagem cênica e audiovisual, com foco em narrativas poéticas e educativas.Instrutora e Facilitadora no Instituto Aupaba — atuação em comunicação assertiva, escuta ativa e mídias sociais, promovendo educação sensível e transformadora.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.