Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A exposição "Tejucupapo" é um projeto que celebra a bravura e o legado das Heroínas de Tejucupapo, mulheres que, em 1646, defenderam suas terras contra invasores holandeses usando a astúcia e os recursos que possuíam. O projeto une arte e educação, com ações que preservam essa memória histórica e inspiram novas gerações, fortalecendo a comunidade local.
A exposição "Tejucupapo" é um projeto cultural e educativo que celebra a bravura e o legado das Heroínas de Tejucupapo, mulheres que, em 1646, defenderam suas terras contra invasores holandeses usando a astúcia e os recursos que possuíam. Marcando os 380 anos deste evento histórico em 2026, a mostra imersiva se divide em quatro núcleos temáticos – "Resistência e coragem feminina", "Empoderamento e protagonismo", "Identidade cultural e memória coletiva" e "Inspiração para o presente e futuro". Utilizando uma expografia baseada em materiais e técnicas do artesanato local (argila, madeira, fibras e pigmentos naturais), a exposição combina arte, história e cultura para narrar essa trajetória de força feminina. Classificação indicativa: livre.
Objetivo Geral- Celebrar, preservar e difundir a memória e o legado histórico das Heroínas de Tejucupapo, por ocasião dos 380 anos da batalha, promovendo uma reflexão sobre a importância do protagonismo feminino na história do Brasil e estimulando o reconhecimento da identidade cultural da região de Goiana (PE). A exposição "Tejucupapo" é um projeto cultural e educativo que celebra a bravura e o legado das Heroínas de Tejucupapo, mulheres que, em 1646, defenderam suas terras contra invasores holandeses usando a astúcia e os recursos que possuíam. Marcando os 380 anos deste evento histórico em 2026, a mostra imersiva se divide em quatro núcleos temáticos: "Resistência e coragem feminina", "Empoderamento e protagonismo", "Identidade cultural e memória coletiva" e "Inspiração para o presente e futuro". Utilizando uma expografia baseada em materiais e técnicas do artesanato local (argila, madeira, fibras e pigmentos naturais), a exposição combina arte, história e cultura para narrar essa trajetória de força feminina. Objetivos Específicos- Realizar a exposição "Tejucupapo", com duração de dois meses em Brasília-DF e Recife-PE. As exposições estarão abertas ao público diariamente com entrada franca.- Realizar, em cada cidade, duas oficinas de artesanato e uma palestra relacionadas às temáticas da exposição: identidade cultural, memória, artesanato e empreendedorismo criativo. São esperadas 80 pessoas.- Realizar, em cada cidade, um evento de abertura aberto ao público, com apresentação de música regional regional, em diálogo com o escopo da exposição. A apresentação será feita por cirandeira renomada ou grupo de Coco de Roda, seguida de visita guiada inaugural conduzida pela curadora do projeto. São esperadas 200 pessoas.- Produzir catálogo impresso e virtual para distribuição gratuita. Serão distribuídas 1.000 cópias.
Em 24 de abril de 1646, um grupo de mulheres do pequeno vilarejo de Tejucupapo, em Pernambuco, armadas com água fervente, pimenta e utensílios agrícolas, protagonizou um dos feitos mais notáveis e sub-representados da história brasileira: expulsaram um batalhão de soldados holandeses que tentava saquear sua comunidade. Este ato de coragem e estratégia, liderado por figuras como Maria Camarão, Maria Quitéria, Maria Clara e Maria do Balaio, transcende o fato histórico para se tornar um poderoso símbolo de resistência popular, protagonismo feminino e resiliência comunitária.O ano de 2026 marca o 380º aniversário desta batalha memorável, uma efeméride que clama por celebração e reconhecimento. Em um momento em que a sociedade brasileira debate ativamente a necessidade de revisar suas narrativas históricas para incluir vozes e perspectivas marginalizadas, resgatar a história das Heroínas de Tejucupapo é um ato de justiça e de inspiração. A sua luta não foi apenas por terra, mas pela dignidade, pela família e pela preservação de sua cultura.Este projeto se justifica, portanto, pela urgência em dar visibilidade a essa herança, transformando a história oral e o orgulho local em um patrimônio conhecido por todo o Brasil. A exposição propõe não apenas um olhar para o passado, mas um diálogo com o presente, mostrando como a força daquelas mulheres reverbera hoje no trabalho das artesãs, na liderança das mulheres da comunidade e nas lutas por igualdade. Ao celebrar as "Leoas de Tejucupapo", a exposição inspira o público a reconhecer e valorizar as heroínas anônimas do seu próprio tempo.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Exposição em Recife - deslocamentos da equipe:8 Pessoas saindo de Brasília para Recife 8 Pessoas saindo de Recife para Goiana Exposição em Brasília - deslocamentos da equipe: 6 Pessoas saindo de Recife para Brasília 6 Pessoas saindo de Goiana para Recife Trechos descritos no campo de deslocamento.
Proposta expográfica e detalhamento das atividades paralelas em anexo.
- Realização integral das atividades em locais que dispõem de banheiros PNE, rampas de acesso, corrimãos, pisos táteis e todas as medidas necessárias para o pleno uso de pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida.- Produção de audioguia da exposição para pessoas com deficiência visual e de peças táteis (réplicas de esculturas e texturas de materiais) para que visitantes com deficiência visual possam explorar a expografia.- Legendagem em português de todos os vídeos com fala ou narração postados nas redes sociais do projeto.- Contratação de intérprete de libras para as palestras e eventos de abertura.- Redação dos textos da exposição em linguagem clara e objetiva. - Mediação educativa disponível para auxiliar visitantes, com abordagens adaptadas para diferentes faixas etárias e níveis de conhecimento, incluindo material em formato de leitura fácil.
O acesso às atividades do projeto será inteiramente gratuito, visando facilitar para todos o acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, como prevê o exposto no Art. 46 da Instrução Normativa MINC nº 23 de 2025.Além disso, em atendimento à política de ampliação do acesso, adotaremos as medidas previstas nos seguintes incisos Art. 47 da Instrução Normativa MINC nº 23 de 2025, a saber:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Disponibilização online de catálogo em formato acessível (PDF com descrição de imagens). Produção de conteúdo educativo para redes sociais e site oficial do projeto.
Direção Geral: Transborda Produção e ArteTransborda produção e arte é uma empresa brasiliense atuando no campo de publicidade desde 2015, a partir de 2018, sob a diretoria de Virginia Manfrinato passa a realizar produções culturais como a terceira edição do Transborda Brasília – prêmio de arte contemporânea, Casulo de Darlan Rosa no CCBB Brasília, Vaivém exposição também no CCBB Brasília, Semana Pensamento Criativo, Christus Nóbrega – Uma aventura na China na Bienal de Curitiba, entre outros. Virginia Manfrinato é mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília a partir de dissertação que versa sobre expografia. e formada na mesma instituição em 2004. Desde então criou e gerenciou o escritório Esquadra Arquitetos desenvolvendo inúmeros projetos residenciais, comerciais e principalmente cenográficos. Tendo recebido prêmios e produzido exposições e mostras. Atuou como cenógrafa e produtora em projetos institucionais para Ministério do Esporte, Ministério do Turismo, GDF, Banco do Brasil entre outros. Desenvolveu e produziu eventos privados e públicos em diversas cidades brasileiras. De 2010 a 2015 realizou em Brasília o curso O Processo Criativo, ministrado pelo escocês Charles Watson além de representar o projeto Dynamic Encouters promovendo viagens por todo o mundo em visitas educativas a museus, galerias e ateliês de grandes nomes da arte contemporânea. Recentemente projetou a exposição Mulheres que mudaram os 200 anos realizada simultaneamente nas sete unidades da Caixa Cultural do Brasil. Colaborou ainda na a gerência de projetos culturais de grande porte inclusive com companhias internacionais como Studio Festi (Itália) e Cia Les Passagers (França). Desde 2015 realiza o Transborda Brasília – prêmio de arte contemporânea e a Semana Pensamento Criativo, ambos projetos realizados em parceria com a Caixa Cultural de Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza. Nesse período foi sócia na empresa Mira produção e arte juntamente com Bruna Neiva.A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Direção Geral, respeitando os percentuais previstos na Instrução Normativa MINC nº 23 de 2025.Diretora de Produção: Luiza CoelhoArquiteta e Urbanista formada pela Universidade de Brasília em 2017, cursou graduação sanduíche, através do programa Ciências sem Fronteiras, no Instituto de Tecnologia de Illinois, Chicago, EUA. Co-fundadora da Coletiva Arquitetas (in)Visíveis (2014), grupo dedicado às equidades no âmbito da Arquitetura e Urbanismo. Atua como arquiteta, produtora cultural, pesquisadora e consultora em ações afirmativas em Arquitetura e Urbanismo. Desde 2014 se envolve com produção de exposições. Em 2022, trabalhou como produtora e expografa no Camões - Centro Cultural Português em Brasília, vinculado à Embaixada de Portugal em Brasília, sendo responsável pelos projetos Só É Possível Se Formos 2 de Fernanda Fragateiro, Voltar aos Passos que Foram Dados da Fundação José Saramago, A Bagagem do Viajante do Coletivo Borderlovers, Pavilhão de Portugal na 26º Bienal Internacional do Livro de São Paulo e (DES) Alma de Carlos Mota. Desde 2023 atua como produtora local em diversos projetos, sendo eles: Arquitetura e Feminismo: Sem Fim Nem Começo do Instituto Cervantes (2023, Espaço Cultural Três Poderes), Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak do Instituto Tomie Ohtake (CCBB Brasília), Natureza Urbana (CCBB Brasília), Luiz Zerbini - Paisagens Ruminadas (CCBB Brasília), Roucka - kafka em movimento (CCBB Brasília). Enquanto produtora fez parte dos projetos A Construção da Profissão do Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento do Distrito Federal (2023-24, CAU/DF), Revoluções: Guiné-Bissau, Angola e Portugal (1969-1974) da Embaixadas de Portugal e da Itália (2024, Museu Nacional da República), Arte no Jardim da Embaixada de Portugal (2024, Embaixada de Portugal), Casulo Interativo - Manutenção e Melhorias do CCBB Brasília, Curriculum da Embaixada Espanha (2025, FAU-UnB).Coordenação de Ações e Relacionamento: José KizamProdutor cultural com experiência na concepção, planejamento e execução de projetos. Atuou como produtor executivo das exposições Natureza Urbana (CCBB Brasília) e História(s) da Arte Brasileira: Multiplicidade da Coleção Moraes e Oliveira (CAIXA Cultural), além dos projetos internacionais XYZ.T (Time Space Existence) e Art Master Class (União Europeia). É produtor colaborador do Estúdio Empena e da Referência Galeria de Arte. Desde 2022, integra o Instituto Vulica Brasil, onde desenvolve estratégias de captação e gestão institucional. Liderou eventos como Acorda, Conic! (FAC-DF) e o segmento de arte urbana no Imagine Skate Tour (Banco do Brasil). Atualmente, é produtor executivo da 6ª edição do Festival de Arte Urbana Vulica Brasil (Petrobras). Na Arte em Curso, coordenou projetos como 81⁄2 Festa do Cinema Italiano e Jaguar Parade. Mestre em Linguística e graduado em Letras pela UnB, pesquisa as representações discursivas de Brasília.Assistente Administrativa: Thalia SoaresGestora de Recursos Humanos, com dez anos de experiência em rotinas administrativas, incluindo gestão de contratos, administração de pessoal e gestão financeira. Atua na área administrativa de projetos culturais e socioambientais, com foco em processos, organização e suporte operacional. Como Assistente Administrativa em projetos culturais, atuou na exposição Natureza Urbana (CCBB Brasília) e no Festival de Arte Urbana Vulica Brasil (Petrobras). Atualmente, ocupa o mesmo cargo na exposição da artista portuguesa Joana Vasconcelos (Embaixada de Portugal em Brasília).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.