Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2515332Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cores que transformam: Graffiti e Educação

ALEXANDRA PINGRET
Solicitado
R$ 174,8 mil
Aprovado
R$ 174,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 01/01/2026
    Início previsto
  3. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 31/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Arapongas
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31

Resumo

"Cores que Transformam: Graffiti e Educação" é um projeto de arte urbana que tem como propósito promover a inclusão social e o acesso à cultura através do graffiti, com o objetivo de criar painéis de graffiti em escolas públicas de periferia. Durante 12 meses de execução, o projeto percorrerá as três cidades: Cambé, Apucarana e Arapongas (PR) onde os artistas convidados transformarão muros escolares em verdadeiras galerias a céu aberto. Essas escolas estão localizadas em bairros carentes das cidades em regiões com baixa visibilidade para a arte urbana; com o objetivo de democratizar o acesso a arte das populações que vivem nas periferias dessas cidades. Paralelamente, serão realizadas oficinas formativas de graffiti, estimulando o senso de pertencimento e o diálogo entre arte e território.

Sinopse

Classificação indicativa: Livre“Graffiti e Educação: Cores que Transformam” é um projeto cultural e educativo que une arte urbana, formação cidadã e valorização da identidade local. Desenvolvido em três cidades do norte do Paraná — Arapongas, Apucarana e Cambé , o projeto promoverá oficinas de graffiti e intervenções artísticas em escolas públicas, de periferia envolvendo jovens, educadores e a comunidade escolar na criação coletiva de murais que refletem suas histórias e territórios.A proposta estrutura-se em três etapas complementares:● Pré-Produção (3 meses): planejamento, articulação com secretarias municipais e escolas, seleção de artistas e equipe pedagógica, criação da identidade visual e campanha de mobilização nas comunidades escolares.● Execução (7 meses): realização de oficinas teórico-práticas de graffiti e arte urbana, apresentações culturais de abertura (com o monólogo “Frida Kahlo: A Cor da Coragem”), pintura coletiva dos murais e rodas de conversa sobre arte e cidadania. Cada cidade recebe um ciclo de atividades com duração de dois meses.● Pós-Produção (2 meses): edição e lançamento de um vídeo-documentário sobre o processo criativo e os impactos do projeto, exibição pública nas escolas participantes, avaliação dos resultados e prestação de contas finalCom foco na formação de jovens entre 12 e 25 anos, especialmente estudantes de escolas públicas periféricas, o projeto busca democratizar o acesso à arte, valorizar o graffiti como linguagem legítima e educativa e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural nas comunidades envolvidas.O resultado final será um conjunto de murais permanentes nos muros das escolas, um acervo digital com registros audiovisuais e um documentário de impacto social, que reafirmam a arte urbana como ferramenta de transformação, diálogo e inclusão.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover a democratização da arte nas comunidades periféricas das cidades: Arapongas, Apucarana e Cambé por meio da realização de oficinas e murais de graffiti em escolas públicas de periferia, integrando arte, educação e transformação social. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1- Realizar 3 rodas de conversa as equipes de gestão das escolas: direção, equipe pedagógica e APMF, para expor o projeto e suas etapas; alinhando as espectativas e a proposta de projeto cultural, com suas ações de forma organizada e sequencial;2- Realizar 3 rodas de conversa com estudantes e comunidade escolar, das escolas participantes, para identificar suas realidades e demandas, promovendo o um diálogo inclusivo e de engajamento;3- Elaborar e distribuir os materiais de divulgação do Festival na comunidade escolar e em pontos estratégicos da cidade: cartazes, panfletos, banners e faixas;4- Oferecer oficinas de capacitação técnica e criativa para adolescentes e jovens, com foco na história do graffiti e algumas técnicas utilizadas, bem como desenho, cor e composição em grandes dimensões. Utilizando recursos de acessibilidade conforme demandas.5- Apresentar 3 peças teatrais com temática social, relacionada à história da arte, com linguagem acessível para sensibilizar e engajar o público jovem nas questões artísticas. Utilizando intérprete de libras ao vivo. 6- Criar 3 murais de graffiti, um em cada município, com a participação de 10 artistas urbanos que integrarão elementos culturais, sociais e identitários coletados nas rodas de conversa. 7- Utilizar outros recursos durante a pintura dos painéis, como a linguagem sonora e audiovisual para criar um clima aconchegante e estimulante ao mesmo tempo para a comunidade escolar.8- Estimular a participação ativa da comunidade escolar, com foco na inclusão e na promoção de uma educação de qualidade para que consigamos contribuir para a formação de uma sociedade mais justa e pacífica através da arte. 9- Desenvolver ações artísticas e educativas que utilizem o graffiti como instrumento de expressão, cidadania e inclusão social.10-Estimular o protagonismo juvenil através do convívio dos estudantes com os artistas e seus processos criativos na execução dos painéis, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade.11-Registrar e divulgar as atividades por meio de material audiovisual, garantindo transparência, alcance e impacto social do projeto; bem como o registro histórico do momento de execução dos painéis e os resultados alcançados.12-Valorizar a cultura urbana e o graffiti como manifestação legítima da arte contemporânea brasileira, ampliando sua presença em espaços educativos e institucionais.

Justificativa

O graffiti, recentemente reconhecido como patrimônio artístico e cultural do Brasil, representa uma das linguagens visuais mais potentes da atualidade. Nascido das ruas, ele expressa sentimentos, resistências, narrativas e subjetividades que, muitas vezes, não encontram espaço nas linguagens artísticas tradicionais. Ao promover a criação de murais busca-se amplia a vivências e a alfabetização Estética da comunidade escolar. Essa proposta não busca apenas embelezar o ambiente escolar, mas legitima e valoriza uma identidade daquele local, um reflexo direto das histórias e dos sonhos de quem vive nesses territórios. A realização das rodas de conversa e das apresentações teatrais é uma forma de preparar o terreno para que a arte urbana seja compreendida e acolhida como parte integrante da vivência escolar. São ações que incentivam o protagonismo juvenil, ampliam orepertório cultural dos estudantes e fortalecem o senso de pertencimento. O contato direto com artistas que dominam o graffiti e querê conhecem essa linguagem como forma de expressão legítima também funciona como inspiração para novos trajetos de vida e de atuação profissional. Sabemos que as cidades do interior muitas vezes enfrentam ainda mais dificuldades em promover ações nas áreas das artes visuais contemporâneas. Cambé, Apucarana e Arapongas (PR) não fogem a essa realidade: faltam políticas públicas estruturadas para as artes visuais, e o incentivo à arte urbana, em especial, ainda é incipiente. Este projeto se coloca como uma resposta concreta a essa lacuna, atuando de forma itinerante e acessível, com foco em escolas públicas de regiões periféricas, onde a presença da arte é, ao mesmo tempo, mais urgente e mais transformadora. A escolha das escolas como locais de intervenção é estratégica e simbólica: são espaços de formação, convivência e construção de valores. Quando os muros escolares passam a exibir arte criada por artistas da região o impacto vai além da estética, pois propõe uma reconexão dessa comunidade escolar com o ambiente que frequentam diariamente, agora ressignificado pela presença de algo que os representa. A arte, nesse contexto, atua como ferramenta de escuta, inclusão e pertencimento. Muitas dessas comunidades enfrentam estigmas sociais, invisibilidade e ausência do poder público, assim, investimento em cultura nesses espaços não deve ser entendido como um luxo, mas como uma necessidade. Projetos como este também contribuem para fomentar o ecossistema das artes visuais fora dos grandes centros. É uma forma de descentralizar os investimentos culturais e garantir que o interior também seja território de inovação e de arte. Para que essa iniciativa se concretize com qualidade, é essencial o apoio por meio do Mecanismo de Incentivo à Cultura. As regiões atendidas não contam com estruturas locais de financiamento cultural nem com patrocínios espontâneos suficientes para viabilizar um projeto deste porte. A captação via Lei de Incentivo à Cultura possibilita não apenas a execução das ações previstas, mas também a valorização dos profissionais envolvidos e a ampliação do alcance do projeto. Sem esse apoio, as ações previstas dificilmente chegariam a essas comunidades.O projeto se encaixa nos objetivos da Lei 8.313/91, atendendo aos incisos do Art. 1º, que tratam das finalidades da Política Nacional de Cultura, como por exemplo:● VI _ Apoio à valorização da cultura nacional e regional. Da mesma forma, contribui diretamente para alcançar os objetivos definidos no Art. 3º da Lei, especialmente:● I _ Facilitar o acesso de todos às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais;● II _ Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de conteúdos e profissionais locais;● V _ Priorizar o apoio a ações culturais que promovam a inclusão social e a redução das desigualdades.Por fim, a realização deste projeto reafirma o compromisso com uma cultura plural, descentralizada e verdadeiramente acessível. A Lei de Incentivo à Cultura é, neste caso, o instrumento que viabiliza uma ação que gera impacto real e concreto: que leva arte onde ela é essencial, que escuta quem raramente é ouvido e que transforma espaços e pessoas por meio da expressão artística. É essa potência que justifica e legitima seu financiamento com o apoio da Lei. Portanto, "Graffiti e Educação: Cores que Transformam" justifica-se por seu caráter social, educativo e cultural, por promover o acesso democrático à arte, e por contribuir de forma concreta para a formação de novos artistas urbanos, o embelezamento dos espaços públicos escolares e o fortalecimento da identidade cultural das comunidades periféricas do Norte do Paraná. O graffiti, enquanto linguagem contemporânea e democrática, surge como uma poderosa ferramenta pedagógica e estética. Ele dialoga com a juventude em seu próprio código visual, transformando muros em narrativas coletivas e espaços escolares em territórios de identidade. Além de seu valor artístico, o graffiti carrega uma dimensão formativa — estimula o pensamento crítico, o trabalho em grupo e a consciência social, tornando-se um meio de aprendizado vivencial que aproxima arte, cidadania e educação. Ao integrar oficinas formativas com intervenções artísticas em escolas públicas de periferia o projeto propõe uma abordagem inovadora: aproximar o processo educativo e a vivência estética.

Estratégia de execução

Sobre itens que não encontramos no itens orçcamentários e são cruciais para a execução da nossa proposta:

Especificação técnica

1. Produto: Oficinas Teórico-Práticas de Graffiti e Arte Urbana● Formato: Oficinas presenciais, formativas e participativas.● Carga horária: 20 horas por cidade (4 semanas, 2 encontros semanais de 2h30).● Público-alvo: Jovens de 12 a 25 anos, estudantes de escolas públicas.● Conteúdo programático:○ História do graffiti e da cultura Hip-Hop;○ Fundamentos de desenho, cor e composição;○ Técnicas de uso do spray e materiais de pintura;○ Ética, preservação do espaço público e cidadania;○ Desenvolvimento de esboços e criação coletiva de painéis.● Materiais utilizados: tintas spray, látex, pincéis, rolos, EPIs (luvas, máscaras, protetores), projetores, cartolinas e materiais gráficos de apoio.● Metodologia: abordagem teórico-prática baseada em processos colaborativos e aprendizagem por experimentação; mediação de artistas convidados e educadores locais.● Contrapartida social: acesso gratuito, com oferta de vagas prioritárias a jovens em situação de vulnerabilidade.2. Produto: Intervenções Artísticas (Murais Coletivos)● Formato: Pintura coletiva de murais em muros externos das escolas participantes.● Quantidade: 3 murais (1 por cidade).● Dimensão média: 15 m² a 25 m² por mural● Materiais utilizados: tintas spray, látex, seladores, verniz protetor UV, andaimes, lonas e EPIs.● Duração de execução: 2 semanas por cidade.● Concepção artística: resultado do processo formativo das oficinas, sob orientação dos artistas convidados.● Acessibilidade: escolha de espaços de fácil acesso e visibilidade, com legendas visuais explicativas e QR Codes direcionando ao catálogo digital.● Registro técnico: captação fotográfica e audiovisual profissional durante todas as etapas. 3. Produto: Abertura Cultural “Festival Cores que Transformam”● Formato: evento artístico-cultural de abertura de cada ciclo.● Programação:○ Monólogo teatral “Frida Kahlo: A Cor da Coragem”;○ Apresentação dos artistas convidados e oficineiros;○ Exposição de esboços e trabalhos dos alunos;○ Roda de conversa sobre arte urbana e educação.● Infraestrutura: palco, sistema de som e luz, baners, projeção multimídia e sinalização acessível.● Acessibilidade: intérprete de Libras e audiodescrição.● Acesso gratuito e aberto à comunidade.4. Produto: Vídeo-Documentário “Cores que Transformam”● Formato: vídeo-documentário digital (Full HD).● Duração: 8 a 10 minutos● Paginação (roteiro técnico):1. Introdução – Apresentação do conceito e das cidades participantes;2. Formação – trechos das oficinas e depoimentos de jovens;3. Criação – registro das intervenções artísticas e falas dos artistas;4. Celebração – exibição dos murais prontos e impacto comunitário;5. Encerramento – créditos e agradecimentos.● Edição e acessibilidade: legendas, audiodescrição e tradução em Libras.● Distribuição: veiculação gratuita nas redes sociais do projeto e nas escolas participantes. 5. Produto: Catálogo Digital “Graffiti e Educação”● Formato: publicação digital (PDF interativo). ● Paginação: aproximadamente 40 páginas. ● Conteúdo:○ Apresentação institucional e metodologia do projeto;○ Ensaio fotográfico dos murais finalizados;○ Textos sobre o processo formativo e relatos de participantes;○ QR Codes com acesso ao vídeo-documentário.● Design e diagramação: formato horizontal, 210x297 mm (A4), com identidade visual padronizada.● Distribuição: gratuita via download e acessível em plataformas online. 6. Produto: Mostra Audiovisual de Encerramento● Formato: exibição pública do vídeo-documentário nas quatro escolas participantes, seguida de roda de conversa.● Duração: 1 dia em cada cidade.● Objetivo: promover reflexão coletiva, avaliação participativa e difusão dos resultados do projeto.● Recursos técnicos: projetor, tela, sistema de som e acessibilidade (Libras e audiodescrição).7. Projeto Pedagógico e Metodologia IntegradaO projeto adota uma metodologia educativa interdisciplinar, que integra arte, cidadania e pertencimento cultural. Os eixos metodológicos são:Escuta e diálogo comunitário – aproximação com escolas e famílias; Formação e experimentação artística – oficinas práticas mediadas por artistas-educadores; Criação e celebração coletiva – pintura dos murais e eventos públicos. Todos os processos privilegiam aprendizagem colaborativa, educação antirracista e inclusiva, e valorização do território e da diversidade.

Acessibilidade

Produtos: Festival de Graffiti e oficinas de graffiti: 1. Acessibilidade FísicaAs atividades do projeto serão realizadas em escolas públicas previamente selecionadas, que dispõem de infraestrutura acessível, como:Rampas de acesso e pisos nivelados nos espaços de circulação;Banheiros adaptados para pessoas com deficiência;Apoio da equipe de produção para auxiliar na locomoção de pessoas com mobilidade reduzida.Além disso, durante as aberturas dos festivais e oficinas, será garantido o acesso prioritário e seguro para pessoas com deficiência, idosos e crianças, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).2. Acessibilidade de ConteúdoPara garantir a plena compreensão e participação do público com diferentes tipos de deficiência, o projeto implementará ações específicas de acessibilidade comunicacional e sensorial, entre elas:Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas cerimônias de abertura e encerramento do festival, bem como nas apresentações teatrais e oficinas;Será produzido um vídeo-documetário contendo os registros audiovisuais de todas fase do Festival: abertura, oficianas, processo de criação dos murais e conclusão, com feedback da comunidade escolar. Com o abjetivo de ampliar o acesso, disponibilizando-o pela internet, com:Legendas descritivas em vídeos, para público surdo e ensurdecido;Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Democratização do acesso

Mais do que cumprir exigências legais, o projeto reconhece a acessibilidade como valor essencial da arte e da educação, buscando ampliar o alcance simbólico e social da cultura urbana. A inclusão será tratada como princípio transversal — presente desde o planejamento até a execução — garantindo que cada ação reflita o compromisso com uma arte verdadeiramente democrática, plural e transformadora.O projeto “Cores que Transformam: Graffiti e Educação” foi concebido para ser inteiramente gratuito e de amplo acesso público, assegurando que a arte urbana, a formação artística e a experiência cultural cheguem a comunidades que historicamente têm menos oportunidades de vivenciar ações culturais estruturadas.1. Acesso gratuito e territorialTodas as atividades — oficinas, apresentações culturais, oficinas e o Festival — serão gratuitas e realizadas em escolas públicas de periferia nas cidades de Arapongas, Apucarana e Cambé garantindo o acesso direto de estudantes e moradores de regiões com menor oferta cultural.2. Compromisso com o acesso contínuoAo garantir acesso gratuito, descentralizado, acessível e digital, o projeto consolida seu compromisso com a democratização da cultura e o direito de todos à arte, transformando o graffiti em ferramenta educativa e social permanente.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA – PROPOSTA: CORES QUE TRANSFORMAM: GRAFFITI E EDUCAÇÃO Proponente: ALEXANDRA PINGRET Natureza do Projeto: Artes Visuais / Arte Urbana / Educação Cultural Abrangência: Arapongas, Apucarana e Cambé – PR Duração total: 12 meses EQUIPE TÉCNICA E ARTÍSTICA 1. Coordenação GeralALEXANDRA PINGRET1- Coordenação GeralDescrição: é o responsável por planejar, supervisionar e garantir a execução completa do projeto conforme o que foi aprovado no SALIC.Gestão administrativa e financeira dos recursos incentivados; Acompanhamento da prestação de contas e relatórios;Comunicação com o proponente e o MinC, assegurando que tudo siga as normas legais.Alexandra é artista do graffiti, produtora cultural e arte-educadora, atuando há 08 anos nessa campo cultural. Pertence ao coletivo FGB CREW, que recentemente virou ponto de Cultura do Cultura Viva do MINC. Proponete e executora de projetos da Lei Aldir Blanc (2021 e 2022) e da Lei Paulo Gustavo (2023). Comprovação no portfólio anexado nos documentos.Carga horária: 20h semanais Duração total: 12 meses 2- Função: coordenação culturalNome: PRISCILA SAYURI KAWAMOTO Descrição: Responsável pela concepção geral do projeto, articulação com instituições parceiras, curadoria dos artistas e acompanhamento técnico-pedagógico das atividades. É Licenciada em Pedagogia e Artes Visuais, além de possuir Pós-Graduação em Metodologia do Ensino de Arte. Atua na área das Artes Visuais, com foco no graffiti, na educação, em projetos criativos e pintura de murais. Desde 2017, Sayuri dedica-se intensamente ao graffiti, estudando e aprimorando continuamente seus conhecimentos nas artes visuais. Sua técnica predominante é o realismo com spray. Sua atuação cultural é notória, participando ativamente de diversos eventos de graffiti desde 2017 em cidades como Londrina, Maringá e Curitiba. Sua relevância no cenário artístico também se reflete em participações em reportagens, entrevistas e em um documentário dedicado ao graffiti solidificando sua forte atuação na cultura urbana, como por exemplo no documentário do Youtube: “Graffiti: galeria a céu aberto” https://www.youtube.com/watch?v=eU4YHh2KdKc&t=26s Para mais informações acesse: https://sayurigraff.my.canva.site/sayuri-mina Carga horária: 20h semanais Período: 12 meses 3- Produção Executiva Nome: Deborah kawane Alves de Mendonça Função: Produtor Executivo Descrição: Responsável pelo planejamento logístico, cronograma, contratações, autorizações municipais, transporte e execução financeira. Atua como elo entre equipe técnica e instituições públicas. Deborah teve projetos aprovados e executados nos editais de chamamento público Aldir Blanc n°003/2020, Programa Bolsa-Qualificação Cultural - Artes Visuais - UEPG – 2021 e Lei Paulo Gustavo n° 195/2022 projeto realizado no ano 2024. Carga horária: 10h semanais Período: 8 meses 4. Arte-Educadores / Oficineiros Nome: ALEXANDRE LEON PINGRET E PRISCILA SAYURI KAWAMOTO (breve currículo acima) Função: Instrutores de Graffiti e Arte Urbana no contexto do Hip-Hop Descrição: Artistas com trajetória reconhecida em graffiti, tanto em na criação de painéis como na realização de oficinas teórico-praticas de graffiti, com ênfase na arte urbana. responsáveis por ministrar oficinas, acompanhar o desenvolvimento dos grupos de adolescentes e jovens no uso de equipamentos de segurança e na composição artística. Alexandre Leon desenvolveu algumas oficinas em escolas estaduais na cidade de Arapongas; com experiência em metodologias participativas. Responsável pelo desenvolvimento dos conteúdos teórico-práticos das oficinas de graffiti e mediação junto às escolas. Teve projetos aprovados na Lei Aldir Blanc de 2021, 2022 e na Lei Paulo Gustavo de 2023. Produtor do curta metragem documentário: “Transformando muros em Arte Viva! Coletivo de Graffiti Arapongas” https://www.youtube.com/watch?v=gZou3AsusEACarga horária: 5h semanais por artista Período: 2 meses 5. Intérprete de Libras (TILS) Nome: Jacqueline Silvia de Jesus Medeiros Sartori Função: Acessibilidade de Conteúdo Descrição: Atuação durante as oficinas, apresentações e atividades públicas, garantindo o acesso pleno de pessoas surdas ou com deficiência auditiva às ações formativas e culturais. Jacqueline atua há 30 anos. Formada em letras libras licenciatura Pós graduação em libras e surdo-cegueira;Certificada como intérprete de Libras pelo PROLIBRAS, ( GOVERNO FEDERAL) CAS (GOVERNO ESTADUAS)e FENEIS (RECONHECIMENTO NASCIONAL). Carga horária: Conforme demanda dos eventos (aproximadamente 20 horas) Período: Durante todas as ações públicas e oficinas

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Locais de realização (3)
Apucarana ParanáArapongas ParanáCambé Paraná