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PRONAC 2515341Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro Casa de Pedra

MOVIMENTO - CURADORIA E PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Igrejinha
Início
2026-03-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Igrejinha Rio Grande do Sul

Resumo

Realização de um projeto que visa elaborar um livro que conta a história da Casa de Pedra de Igrejinha. O produto será voltado à memória, identidade e patrimônio do Vale do Paranhana.

Sinopse

Registrar e rememorar as nossas origens, esse é o sentido deste livro. Em meados do século XIX, quando foi construída a primeira casa de alvenaria da região, não era possível prever o valor cultural e histórico que teria para as futuras gerações. Edificada em 1862 por ordem de Tristão José Monteiro, a Steinhaus (Casa de Pedra em alemão) foi o mais forte ponto comercial de Santa Maria do Mundo Novo. Disponibilizava os produtos necessários à subsistência dos colonos e serviu também de abrigo aos imigrantes que chegavam e adquiriam seus lotes de terra para, em seguida, buscarem suas famílias e fixarem-se no local. Indícios dão conta de que as paredes da Casa de Pedra testemunharam trocas de tiros entre chimangos e maragatos durante a Revolução Federalista. Também de que foi palco dos primeiros encontros maçônicos da região. O prédio guarda ainda outras inúmeras recordações como acontecimentos sociais, desde casamentos e batizados até torneios de bolão, se constituindo em um marco da colonização germânica. Para além dos testemunhos do que ocorreu naquele espaço, estão as características construtivas e arquitetônicas que remetem a um tempo e a cultura daquele povo.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é elaborar um livro referente a Casa de Pedra de Igrejinha por meio de conteúdos que contam a história da imigração alemã, da cidade e da região. Além, o produto abordará questões de memória e identidade, referências, legados e outros registros de processos e manifestações culturais associados ao objeto. Objetivos Específicos - Produzir e publicar 1.000 exemplares do livro; - Distribuir 20% como medida de ampliação de acesso; - Realizar 02 bate-papos como estudantes de escolas públicas, como Contapartida social.

Justificativa

Lei 8.313/91Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;A necessidade de preservação da Steinhaus já estaria justificada por ser a primeira construção em alvenaria da região, pelas suas características arquitetônicas no estilo colonial português e por toda memória que o imóvel carrega. Além disso, aponta-se que um produto cultural como o livro em questão, trabalha em prol de um registro dos processos e manifestações culturais de uma história que marca a festa reconhecida como Patrimônio cultural do Rio Grande do Sul. Assim, tem importância no processo de movimentar e reavivar a memória e a identidade de um povo, convidando, também, grupos plurais para ler, conhecer, prestigiar, se aproximar e interagir com tais manifestações culturais. É um livro que também traz fotografia, gastronomia, curiosidades, referências e legados. Desse modo, memórias são evocadas ao folhear as páginas de um produto que exala histórias, trajetórias e sabores. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;Pois a maneira como nossos antepassados se expressavam, como cultivavam e preparavam os alimentos, as suas crenças, os seus hábitos e os seus costumes passaram de geração em geração, até chegar aos nossos avós, aos nossos pais e a nós mesmos. São elementos e significados da nossa cultura que nos mostram quem somos e que nos identificam como pertencentes a uma determinada comunidade ou região, nos diferenciando de outros povos. Há quem diga que devemos nos preocupar exclusivamente com o presente e com o futuro. Mas é conhecendo o nosso passado e sabendo de onde viemos que conseguimos compreender onde estamos e para onde desejamos seguir.O reconhecimento da importância sobre as nossas raízes nos leva ao século XIX, quando os primeiros colonos alemães chegaram ao estado do Rio Grande do Sul. O fluxo de imigrantes foi o responsável por formar a população que construiu as cidades do Vale do Rio dos Sinos. Entre 1824 e 1830 chegaram ao estado mais de cinco mil pessoas. Por problemas políticos e também por conta da Revolução Farroupilha, a imigração ficou interrompida entre 1830 e 1844. Depois, entre 1844 e 1850 chegaram mais dez mil imigrantes, e entre 1860 e 1914 outros 27 mil alemães.Neste contexto, em 1846 chegou à região o colonizador e político Tristão José Monteiro. Seu intuito era o de fundar uma colônia conhecida como Santa Maria do Mundo Novo _ que englobava os municípios hoje denominados como Parobé, Taquara, Igrejinha, Três Coroas, Gramado e Canela _ e demarcar os lotes de terra que seriam vendidos aos imigrantes. Abriram-se novos caminhos e estradas que facilitaram a chegada de novos colonizadores e tropeiros vindos de Santa Catarina. Referência para os tropeiros vindos da Serra, uma pequena igreja de madeira construída em 1963 para atender aos protestantes _ a primeira da região a ter uma torre _ originou posteriormente o nome do município de Igrejinha.Em meados do século XIX, quando foi construída a primeira casa de alvenaria da região, não era possível prever o valor cultural e histórico que teria para as futuras gerações. Edificada em 1862 por ordem de Tristão José Monteiro, a Steinhaus (Casa de Pedra em alemão) foi o mais forte ponto comercial de Santa Maria do Mundo Novo. Disponibilizava os produtos necessários à subsistência dos colonos e serviu também de abrigo aos imigrantes que chegavam e adquiriam seus lotes de terra para, em seguida, buscarem suas famílias e fixarem-se no local. Indícios dão conta de que as paredes da Casa de Pedra testemunharam trocas de tiros entre chimangos e maragatos durante a Revolução Federalista. Também de que foi palco dos primeiros encontros maçônicos da região. O prédio guarda ainda outras inúmeras recordações como acontecimentos sociais, desde casamentos e batizados até torneios de bolão, se constituindo em um marco da colonização germânica. Para além dos testemunhos do que ocorreu naquele espaço, estão as características construtivas e arquitetônicas que remetem a um tempo e a cultura daquele povo.Em 1968, o imóvel foi comprado pela Sociedade de Canto 13 de Janeiro. No ano seguinte, em assembleia, a entidade decidiu demolir a Casa e construir uma nova sede para as suas atividades. Não fosse a intervenção da sociedade através de entidades como a Maçonaria da região, o Lions Clube, Rotary Club e o CTG Fogão Gaúcho de Taquara, haveria uma irreparável perda no patrimônio cultural do estado. Após o ocorrido, em 1974 o município destinou, através de decreto, o imóvel a preservação e conservação, tornando-o Patrimônio Histórico de Igrejinha. Em 2008, foi criada a Lei Municipal que estabeleceu normas de salvaguarda do patrimônio igrejiense e, em consequência disto, foi realizado o "Inventário do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Artístico de Igrejinha" no ano de 2009. Em 2010, o decreto 13.588 tornou a Casa de Pedra Patrimônio Cultural do Estado. Foram marcos importantes que levaram ao reconhecimento da importância cultural e histórica da Casa.

Especificação técnica

LIVRO 160 páginas1.000 exemplaresFormato: 24 cm largura x 29 cm alturacapa dura - acabamento luxo - encadernadocolado e costurado

Acessibilidade

PRODUTO LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica.Item orçamentário: não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será produzido um PDF acessível com uma empresa especializada em audiodescrição (AD)Item orçamentário: 19 custos vinculados ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Será produzido um PDF acessível com uma empresa especializada em legendas para surdos e ensurdecidos (LSE).Item orçamentário: 19 custos vinculados ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Será produzido um PDF acessível com uma empresa especializada em legendas e audiodescrição. Acreditamos que o PDF contemplará todos os públicos e aspectros de deficiência intelectual.Item orçamentário: 19 custos vinculados PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais em que serão realizadas as atividades já contam com acessibilidade física.Item orçamentário: não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As palestras serão realizadas por meio da oralidade, sendo naturalmente acessíveis.Item orçamentário: não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Será incorporado intérprete de libras.Item orçamentário: 17 - intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: As palestras serão realizadas por meio da oralidade, com assuntos acessíveis a todos os públicos. Porém, em caso de necessidade, o estagiário acompanhará esse público e auxiliará na transmissão dos conteúdos.Item orçamentário: 5

Democratização do acesso

AMPLIAÇÃO DE ACESSO Serão distribuídos 20% dos exemplares. De acordo com o Art. 28 da IN, inciso "I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)".

Ficha técnica

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO (responsável pela gestão e pelo processo decisório de todo o projeto)- Daniela Schmitt | Movimento: curadoria e projetos culturais (nome fantasia do CNPJ do proponente do projeto)Museóloga pela Universidade Federal de PelotasMestre em Processos e Manifestações Culturais pela FeevaleDoutora em Memória Social e Bens Culturais pela UnilasalleSão mais de 10 anos de experiência no mercado de trabalho, atuando em diversas frentes, tanto em museus quanto em projetos culturais. Nossa principal expertise é criar diversas possibilidades de conexão entre a cultura e a ação de empreender. PESQUISA Dalva N. Reinheimer – Currículo Resumido – Formação e atividades atuais Doutora em História (UNISINOS/CAPES)Mestre em História Graduada em História e GeografiaProfessora da Rede Estadual e Municipal até 1999Professora pesquisadora FACCAT (Faculdades Integradas de Taquara) de 1999 a atualMembro titular do IHSL (Instituto Histórico São Leopoldo) desde 2009 a atualPesquisadora titular Inventário do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Cultural dos municípios de: Taquara, Igrejinha, Três Coroas, Rolante e Parobé. Participação como autora e organizadora em 8 publicações sobre Educação, Migrações e Patrimônio histórico e cultural Autora de 1 publicação individualPublicação de diversos artigos científicos em Anais de Congresso e SemináriosParticipação em bancas de avaliação de trabalhos científicosOrientação em TCCs de graduação desde o ano de 1999. (Trabalho de Conclusão de Curso)Avaliadora de Tese de Doutorado - UNISINOSAvaliadora de Dissertação de Mestrado - UNISINOS Alice Jungblut Braun FORMAÇÃO2017 – 2022: Graduação em História pela UNISINOS OBJETIVOFormar e ampliar conhecimentos teóricos e práticos sobre história, arte e cultura. EXPERIÊNCIAS 03/2019 – 06/2022: Integrante do projeto de pesquisa Ad Christi similitudinem. Formas discursivas e construção da identidade naCompanhia de Jesus entre os séculos XVI e XIX, coordenado pelo Prof. Dr. Luiz Fernando Medeiros Rodrigues. 06/2021 – 06/2022: Estagiária no Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul (MARSUL). 03/2022 – 07/2022: Monitora da Disciplina de História Moderna I ministrada pela Profa Dra Maíra Ines Vendrame. 09/2022 – 10/2022: Voluntária da Oktoberfest de Igrejinha na exposição Eternas Soberanas. 02/2022 – Atualmente: Historiadora da Movimento Curadoria e Projetos Culturais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.