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PRONAC 2515342Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

A ARTE DE TRABALHAR PAISAGENS & BAMBUS

ALTAMIRA EDITORIAL LTDA
Solicitado
R$ 640,7 mil
Aprovado
R$ 640,7 mil
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

7.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-05
Término
2027-01-05
Locais de realização (2)
Birigui São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Edição de um livro, com conteúdo narrativo e visual, que abordará a importância do bambu como elemento vegetal destacando o seu potencial na composição da paisagem, tanto na estruturação de espaços públicos como privados. O bambu, planta de importância milenar e de interesse crescente para a humanidade, é conhecido como o amigo das pessoas na China, o irmão no Vietnã. Apresentaremos o registro das inúmeras alternativas para composição de locais de moradia e de lazer que o bambu, chamado a madeira do futuro, permite. Queremos mostrar como o homem combina recursos da natureza com engenho e arte para criar espaços e dar novas configurações às cidades.

Sinopse

A arte de trabalhar bambus nas paisagens. O jardim entala no espaço rude uma mini geografia bem arrumada, ligeiramente desligada da natureza. O homem o criou não para a sua subsistência, mas para seu deleite. (Burle Marx) A arte de trabalhar o jardim atravessa a história da humanidade em múltiplos e diferentes focos culturais. O significado da palavra surge em citações bíblicas cristãs, caso do Gênesis. Éden representa o local de deleite onde o homem estabelece relação intimista com a natureza e volta-se para a espiritualidade. Na construção de seu habitat o homem geral um processo contínuo de transformação da paisagem. Cada intervenção deveria alicerçar-se em critérios específicos, assegurando a coexistência equilibrada entre o meio físico e o biológico, assim como a integração adequada entre o homem, seu habitat e a natureza. A planta é forma, cor, textura, aroma. Um ser com necessidades e preferências, com personalidade própria. (Burle Marx) O Bambu é uma planta curiosíssima. A rapidez do seu crescimento, por exemplo, foi um dos motivos que levou a autora a realizar um estudo sobre seu papel na composição da paisagem e no contexto histórico, cultural e sociológico. Mas existem muitos outros fatores que merecem ser apresentados: é a planta mais presente nas culturas tradicionais e desperta interesse crescente nas sociedades modernas. O filamento da lâmpada de Thomas Edson! A estrutura dos primeiros aviões da histórica, inclusive o de Santos Dumont! A montagem da cúpula do Taj Mahal! Utilizaram o Bambu. Existem aspectos principais para se analisar o bambu: ambiental, estético, econômico e simbólico, optamos por integrá-los em 5 capítulos que abrangem estes tópicos: Capítulo 1: Bambu e a Cultura Capítulo 2: Bambu e o Símbolo Capítulo 3: Bambu e o Tempo & Espaço Capítulo 3: Bambu e o Meio Ambiente Introdução (trecho) Alguém já pesquisou que essa grama - o bambu pé da família das gramíneas tem (cerca de) 1.546 utilidades. Seu uso contribui para o progresso e o desenvolvimento cultural de diferentes civilizações, especialmente as orientais. Os asiáticos empregaram (e empregam) como alimento, arte, eventos folclóricos, vivenda, objetos domésticos, instrumentos musicais, transporte, ferramentas, oras de engenharia, armamentos... A origem da palavra bambu não é clara. Entre outras versões, a mais aceita é de derivar de uma onomatopeia Malásia que imita o ruído explosivo do Bambu quando é queimado em fogueiras de cerimônias religiosas: Bam...Buu... Para alguns povos, constitui elemento de subsistência, Para outros, de religiosidade. Algumas tribos asiáticas adoravam a planta. Outras, tinham a crença que o Primeiro Homem e a Primeira Mulher saíram dos entrenós diferentes do Bambu. Por outro lado, é resistente às ameaças humanas. Após a bomba atômica de Hiroshima, foi a primeira a brotar hastes verdes. ele tem também uma característica bastante curiosa, pois os novos brotos emergem do solo com o diâmetro que permanecerá ao lomgo da vida, ou seja, o diâmetro definitivo. Com relação à utilização dessa planta fantástica, que é o bambu, constata-se que mesmo não sendo no mesmo grau que os povos asiáticos, o povo brasileiro tem empregado essa gramínea em inúmeros artesanatos. Encontramos artefatos para várias finalidades, como treliças, trocheiros, luminárias, cachepots, esteiras, fontes para jardim, cadeiras etc. Nas áreas rurais, ele tem sido empregado em sistemas de irrigação. Além de ser conhecido como quebra-vento, principalmente nas fazendas na área rural, ele tem sido utilizado em diversos projetos residenciais da área urbana. Enfim, o elemento bambu, poderá dar nova sensibilidade plástica e inovadora a composição arquitetônica da paisagem, sem relegar a importância da qualidade ambiental e a presença do ser humano. Ele pode propiciar condições de recriar o visual da paisagem, ante uma ilusão ou realidade, enriquecendo os processos dialéticos do espaço, um elemento inovador na composição do espaço da paisagem. Formas, sensações e escalas diferentes, contrastes de luz, claro e escuro; detalhes, cores, texturas e a terceira dimensão, o volume. O resultado dessa composição espacial é a construção do belo, com graça e com arte.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS · Revelar como a extraordinária versatilidade do bambu permite a criação de espaços de lazer e de moradia e a composição de cenários humanos em harmonia com a natureza; · Mostrar como esse elemento da natureza foi apropriado pelos homens ao longo dos séculos e, por vezes com técnicas bastante complexas de utilização, transformadas em um produto cultural, demonstrando que independente da região que se vive o bambu pode fazer parte de nossas vidas, através de inúmeros produtos utilizados como móveis, utensílios domésticos, etc; · Proporcionar impacto positivo no segmento literário, uma vez que este livro passará a ser um verdadeiro compêndio para aqueles que querem adquirir conhecimento acerca do uso e das espécies de Bambu existentes no Brasil. Como projeto incentivado o livro, com projeto visual sofisticado e fotos exclusivas, poderá ser levado para o público com preço acessível, através de bibliotecas e redes de livrarias em todo o Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Pesquisa, produção, elaboração de texto e obtenção de imagens / ilustrações, para edição de livro de valor literário; · Revisão de texto, diagramação, finalização; · Impressão das unidades.

Justificativa

O projeto surgiu com o intuito de apresentar um novo olhar para o potencial de um elemento da natureza que pode ser trabalhado pelo homem. O bambu é um vegetal de destaque pois concentra entre suas potencialidades inúmeros atributos importantes nesse processo. Seu crescimento é excessivamente rápido , e leve para transportar, grande absorvedor de CO 2 e contenedor de áreas em erosão, dentre outros. A arte de reproduzir ou interpretar a paisagem é muito antiga na pintura, mas o ato de interagir com a paisagem, o que denominamos paisagismo, passou a ter repercussão depois da revolução industrial, na tentativa de recuperar a qualidade de vida. A proposta é estabelecer uma associação direta da utilização de um recurso natural tão tradicional e comum, como o bambu, com a arte de compor nao apenas jardins, mas outros espaços de lazer e moradia. Fica evidente, que no contexto atual, e necessário uma revisão da relação homem / natureza, pois sob a ótica de desenvolvimento e crescimento não existe limite para conforto e bem estar do ser humano, todavia existe limites para a utilização e exploração dos bens naturais. Procuraremos mostrar como, a partir de um único elemento, é possível compreender a capacidade dos homens de transformar natureza em cultura, traçar limites e sugerir caminhos de convivência mais harmoniosos, que estão sendo já testados em muitos lugares do planeta. A arte de usar o bambu para construir espaços de convivência acompanha a história humana, a apropriação do espaço natural é palco passível de transformação, face aos movimentos artísticos, políticos e socioeconômicos ocorridos em cada lugar. Reflexões sobre a intervenção do homem na paisagem fazem-se cada vez mais necessárias e urgentes. Se pensarmos no Brasil, o maior país da América do Sul, constatamos que ele tem a maior biodiversidade no mundo, conforme diversas pesquisas, inclusive, uma das mais recentes, realizada pela organização não governamental Conservation International. São mais de 55.000 espécies de plantas cerca de 22% das 250.000 do planeta. Um só hectare de Mata Atlântica apresenta 47 espécies vegetais distintas, um recorde mundial. Este projeto atende a Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei 8313 / 23.12.91, de acordo com seus artigos abaixo mencionados: "Artigo 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Artigo 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;" O aval do Ministério da Cultura através da chancela de aprovação deste projeto, não somente contribuirá como garantia da obra quanto ao escopo cultural mas, principalmente qualificará o produto como referência no segmento da Literatura.

Estratégia de execução

Esta proposta está sendo reapresentada em função de o projeto anterior, mesma proposta - PRONAC 160770, aprovado em 2016 - não ter obtido o patrocínio cultural.

Especificação técnica

CAPA DURA: Formato: 200 x 320 mm Papel: papel cartão revestido Cores: colorido Acabamento: revestimento, fitilho, dobra, refile, e encadernação MIOLO Formato: 200 x 320 mm Papel: papel nobre 150 g/m2 Cores: Colorido Páginas: 224 (aproximadamente) Acabamento: dobra, costura aparente, cola e refile, shirink individual TIRAGEM: 1.000 exemplares

Acessibilidade

CONTRAPARTIDA SOCIAL PALESTRAS · Locais com infraestrutura de acessibilidade e mobilidade para PNE e Idosos. · Intérprete em LIBRAS DISTRIBUIÇÃO EM BIBLIOTECAS · Através do SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo), serão distribuídos 500 (quinhentos) exemplares. Referido Sistema fará a redistribuição pelas Bibliotecas do Estado.

Democratização do acesso

LIVRO DE VALOR LITERÁRIO · Será disponibilizado na Rede Social, no site do Proponente, com acesso gratuito a qualquer pessoa e em qualquer lugar.

Ficha técnica

Profa. Drª VERA OSSE - organizadora e idealizadora da obra, autora Profa. da Universidade Presbiteriana Mackenzie nas matérias de Projeto e Paisagismo. Mestre e Doutora pela Universidade de São Paulo - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. LEONEL PRATA: editor de texto Publicitário (Universidade Anhembi Morumbi), jornalista (Faculdade Cásper Líbero), editor e escritor. Foi gerente de Marketing da SP Leituras, Organização Social de Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, para gestão do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB), da Biblioteca de São Paulo (BSP) e da Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), além de responsável pelas publicações da OS. Escreve e edita livros corporativos. Edita e atua como ghost writer em livros para autores independentes. Como editor, já ganhou o Prêmio Aberje de Comunicação Empresarial com publicações para a Mercedes-Benz do Brasil, Suzano Papel e Celulose e Instituto Butantan. (Ver mais em Instagram: leonelprataedit) TIAGO QUEIROZ: fotógrafo. É jornalista formado pela PUC-SP com pós-graduação em fotografia pelo Senac. Trabalha há vinte e dois anos como fotojornalista do jornal O Estado de S.Paulo, onde desenvolve pautas para as mais diversas editorias do periódico. Já participou de grandes reportagens, com destaque para a coberturas do pós-terremoto do Haiti e das tragédias ambientais de Mariana e Brumadinho. Em 2021, realizou com o jornalista João Prata uma série de reportagens sobre as boas ações envolvendo o meio ambiente urbano. A série acabou dando luz ao livro sobre a dupla de ambientalistas José Bueno e Luiz de Campos, que compõem o Rios e Ruas, determinados a resgatar os rios escondidos da metrópole paulistana. Em 2022, com a jornalista Bruna Ribeiro de Souza, ganhou menção honrosa do prêmio Vladimir Herzog com o livro Meninos Malabares, que mostra situações de trabalho infantil no Brasil. Além da fotografia e do jornalismo, tem grande paixão por temas ambientais e pela botânica.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.