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Esse projeto propõe a edição, publicação e circulação do livro de poesias Raios de sol resplandece o brilho do meu sangue, projeto autoral de Erica Silva Martins. A obra, marcada por uma escrita que desenha a linha tênue entre o que perece e o que renasce, reúne versos que brotam das subjetividades inauguradas por suas próprias feridas ao longo de um caminho de cura. A arte, na perspectiva da autora, caminhou lado a lado com a medicina e a ciência — não como oposição, mas como saber complementar, espiritual e sensível, alinhado aos processos de cura.O projeto, assim, propõe um movimento de volta que não é retrocesso, mas vínculo: da palavra que resistiu com a comunidade que acolheu. Com tiragem prevista de 400 exemplares, o livro será publicado e lançado, sendo seus primeiros 100 exemplares distribuídos gratuitamente em organizações e projetos que fomentam a saúde mental na cidade, com apoio de profissionais da área e fomentando espaços vivos de escuta e troca.
Tipo de Texto: PoesiaNúmero de Páginas: 64Classificação Indicativa: A obra aborda temas de saúde mental, identidade, dor e superação, com uma linguagem poética densa e reflexiva. Recomendado para leitores a partir de 16 anos devido à profundidade emocional e temas sensíveis, como suicídio, sofrimento psíquico e relações interpessoais complicadas.Sinopse:"Raios de Sol Resplandecem o Brilho do Meu Sangue" é um livro de poesias que mergulha na jornada emocional de um eu lírico em busca de sua identidade e do enfrentamento de conflitos internos e externos. A obra trata de temas como solidão, dor existencial, autodescoberta e superação. Cada poema é uma reflexão sobre a luta interna contra os próprios demônios, sentimentos de perda e a busca pela paz e compreensão. A autora utiliza metáforas poderosas, explorando tanto a fragilidade quanto a força do ser humano diante da adversidade. A obra convida o leitor a se confrontar com a complexidade dos próprios sentimentos e a entender a busca contínua por pertencimento e cura emocional.2. Oficinas de Escrita TerapêuticaDescrição: Oficinas de escrita e leitura terapêutica são realizadas com o objetivo de usar a poesia e a escrita como ferramentas para o autoconhecimento e para a cura emocional. As oficinas abordam temas como memória, ancestralidade, identidade e saúde mental. Os participantes são incentivados a escrever e compartilhar suas experiências, criando um espaço de escuta e empoderamento.Classificação Indicativa: A partir de 16 anos, com foco em jovens e adultos que buscam explorar sua vivência emocional através da escrita.3. Evento de Lançamento (Sarau Literário)Descrição: O evento de lançamento do livro será um sarau literário, onde a autora e outros participantes terão a oportunidade de compartilhar suas poesias e experiências. O evento incluirá uma roda de conversa sobre saúde mental e identidade, ampliando o debate sobre o poder da literatura como ferramenta de cura e resistência.Classificação Indicativa: Público geral, com foco em jovens e adultos, especialmente aqueles que se conectam com as questões de saúde mental e identidade periférica.4. Registro Audiovisual CompletoDescrição: O projeto contará com registros audiovisuais das oficinas, do evento de lançamento e das atividades de mediação de leitura. O material será produzido para documentar o impacto do projeto e divulgar as ações realizadas nas redes sociais e outras plataformas digitais.Classificação Indicativa: A classificação será a mesma da obra literária, com foco em jovens e adultos a partir de 16 anos.Este projeto tem como produto cultural central a publicação da obra literária autoral da escritora e proponente, que explora temas de renascimento e cura a partir de suas próprias vivências enquanto jovem preta e lésbica. O livro não se limita a ser um reflexo de suas experiências pessoais, mas se configura também como um tratado social, demonstrando que a literatura é um caminho possível para a permanência e a visibilidade das produções culturais pretas na cidade. Além da criação literária, o projeto se dedica à construção de um legado significativo em relação aos espaços que fomentam as religiões de matriz africana em Uberlândia, posicionando esses locais como centros de acolhimento e propósito, especialmente no que diz respeito às subjetividades mentais. Através de ações construídas com e para a comunidade, o projeto promove a troca de experiências sobre arte e saúde mental, incentivando a expressão artística e a autonomia de indivíduos em territórios periféricos. Outro produto fundamental é a criação de pontes que possibilitam novas formas de disseminar e construir saberes sobre saúde mental. A proposta adota um formato vertical para essas trocas, trazendo a discussão sobre dignidade psicossocial para a periferia, promovendo a inclusão social. A visibilidade das religiões de matriz africana é também um produto cultural de grande importância, reforçando a presença e resistência desses espaços dentro da cidade de Uberlândia, frequentemente invisibilizados e marginalizados. Através deste projeto, busca-se legitimar esses terreiros como centros de resistência cultural, espiritual e também de cuidado emocional e psicológico. Além disso, o projeto visa promover dignidade e gerar renda de maneira honesta, por meio da valorização da expressão artística, da organização social religiosa e da cons cientização dentro da comunidade, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa e das práticas culturais locais. Por fim, a disponibilização de um acervo fotográfico e textual, que documentará o pro cesso e as etapas do projeto, garantirá a preservação desse legado, assegurando sua continuidade como uma ação política e cultural relevante para as futuras gerações do Asé e da arte, especialmente dentro da classe trabalhadora.
Objetivo Geral: Publicar, distribuir e mobilizar a obra Raios de sol resplandecem o brilho do meu sangue, de Erica Silva Martins, como instrumento cultural de visibilidade e reconstrução subjetiva, promovendo ações que entrelaçam literatura, saúde mental, espiritualidade afro brasileira e fortalecimento da escrita negra e periférica. O projeto propõe a valorização de narrativas dissidentes como eixo central de cuidado coletivo, gerando também autonomia econômica, circulação simbólica e renda para profissionais independentes vinculados a territórios e saberes historicamente marginalizados. A partir da publicação do livro e da realização de oficinas, pretende-se construir um circuito de afirmações que reposicione a cultura como ferramenta de saúde, identidade, pertencimento e transformação social. Objetivos Específicos:Editar e publicar 400 exemplares do livro com qualidade gráfica e editorial, promovendo sua difusão como obra literária e instrumento terapêutico. Comercializar 300 exemplares da obra a preço popular (entre R$15 e R$20), gerando renda para a autora e promovendo o acesso democrático à literatura periférica. Distribuir 100 exemplares gratuitamente a instituições que trabalham com saúde mental, especialmente CAPS e coletivos de acolhimento psíquico. Realizar oficinas de escrita e leitura em conjunto com os Centros de Atenção Psicossocial e a comunidade uberlandense de Asé, incentivando o uso da palavra como instrumento de cuidado e reconstrução subjetiva. Fortalecer espaços religiosos e culturais marginalizados como territórios legítimos de produção artística e cuidado emocional, promovendo geração de renda e reconhecimento simbólico. Contratar profissionais pretos, periféricos e independentes da cadeia criativa e do cuidado, como artistas gráficos, oficineiros, diagramadores, revisores e agentes de saúde. Promover ações com foco em acessibilidade e inclusão, garantindo que pessoas com baixa escolarização, em situação de sofrimento psíquico, pertencentes à comunidade de Asé de Uberlândia e usuárias do sistema público de saúde mental (CAPS) possam acessar e participar integralmente das atividades do projeto. Realizar o lançamento do livro com evento público e acessível, que una performance poética e roda de conversa, criando um espaço de pertencimento coletivo. Ampliar a visibilidade de artistas e produções negras e periféricas de Uberlândia, valorizando narrativas que são historicamente silenciadas.
O projeto Raios de sol resplandece o brilho do meu sangue justifica-se pela sua urgente relevância social e cultural, especialmente no contexto de Uberlândia e suas comunidades periféricas. A proposta vai além da mera publicação de um livro; ela se posiciona como um reposicionamento para o diálogo sobre a saúde mental e a valorização de vivências subalternizadas.Uberlândia, como outras grandes cidades brasileiras, possui vastas áreas periféricas onde o acesso a bens culturais e a serviços de saúde mental é significativamente limitado. A população jovem e adulta, em particular a negra e periférica, enfrenta múltiplos desafios, incluindo a marginalização social, o racismo estrutural e a carência de espaços de acolhimento e expressão. A vivência da autora, Erica Silva Martins, que emerge desses mesmos contextos e transforma sua experiência de vulnerabilidade psíquica em arte, confere à obra uma poderosa capacidade de identificação e representatividade. Ao levar a poesia diretamente a essas comunidades, o projeto contribui para: Democratizar o Acesso à Cultura: Romper barreiras geográficas e socioeconômicas, levando um produto cultural de alta qualidade para quem normalmente não teria acesso facilitado. Fortalecer a Representatividade: Oferecer uma narrativa autêntica de superação pro tagonizada por uma mulher preta, lésbica e periférica, inspirando o público a reco nhecer seus próprios poderes e identidades. A falta de representatividade positiva na literatura e nos espaços de discussão sobre saúde mental é uma lacuna que este projeto busca preencher.Promoção da Saúde Mental e Bem-Estar: A poesia, neste contexto, atua como uma ferramenta de autonomia. Ao compartilhar uma jornada de cura através da escrita, o livro e as rodas de conversa podem funcionar como um ponto de partida para o público explorar suas próprias emoções, buscar apoio e se conscientizar a respeito da importância do autocuidado. Ainda, a poesia em particular, tem um papel fundamental na formação crítica e emocional dos indivíduos. Contudo, a produção e circulação de obras que abordem a saúde mental e as vivências periféricas sob uma perspectiva de resiliência ainda são escassas e, muitas vezes, inacessíveis. Este projeto é destacado por: Inovação na Abordagem de Temas Sensíveis: À forma poética permite explorar a complexidade da saúde mental com sensibilidade e profundidade, oferecendo uma perspectiva humana e acolhedora sobre o tema, diferentes das abordagens clínicas ou estigmatizantes.Valorização da Literatura Contemporânea Local: Apoiar a publicação de uma obra original de um autor local, enriquecer o cenário cultural de Uberlândia e incentivar novos talentos, consolidando a cidade como um polo de produção artística relevante. Diálogo entre Arte e Sociedade: O projeto promove uma interação orgânica entre a criação artística e as necessidades sociais, mostrando como a cultura pode ser um agente transformador e um espaço de cura coletiva. Por fim, Raios de sol resplandece o brilho do meu sangue é uma intervenção cultural necessária que propõe a arte como um caminho para a autodescoberta, o empoderamento e a construção de uma comunidade mais consciente e inclusiva.
Erica Silva Martins é uma mulher preta, lésbica, de 21 anos, nascida no Gama (DF) e residente de Uberlândia desde a infância. Tendo crescido no bairro Tocantins e estudado na Escola Municipal Mário Godoy Castanho, sua trajetória é profundamente marcada pela vivência periférica e pelo contato com o sistema público de saúde mental. Essas dimensões se entrelaçam com seu profundo vínculo com a religiosidade afro-brasileira. Apesar de não possuir formação acadêmica formal além do ensino médio, Erica construiu uma formação autodidata consistente. Desde os 17 anos, atua como professora de inglês, ministrando aulas particulares para diversas faixas etárias. Mais recentemente, tornou-se docente na escola de idiomas Beetools, ministrando aulas presenciais para cerca de 90 pessoas. Seu domínio da língua inglesa foi desenvolvido de forma autodidata, por meio de leituras e interesse pessoal. Esse percurso tem aprimorado sua capacidade de mediação didática e reflete as narrativas cotidianas de artistas pretos periféricos, que constroem trajetórias que desafiam sistemas limitantes. Sua formação também é moldada pela vivência em cuidado psicossocial. Algumas de suas poesias nasceram em contextos de internação psiquiátrica e foram, inclusive, registradas por profissionais de saúde, sendo expostas na biblioteca da ala psiquiátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) por determinado tempo. Esses registros evidenciam como sua trajetória subjetiva se conecta diretamente à proposta deste projeto, transformando a experiência da dor em uma poderosa ferramenta de cura coletiva.
Tipo de Produto: Livro PoéticoNúmero de Páginas: 64 páginasMaterial:Capa: Papel couchê fosco, com laminação fosca, para garantir durabilidade e acabamento elegante.Miolo: Papel couchê fosco de 115g/m² ou 120g/m², garantindo uma qualidade gráfica superior que valoriza o conteúdo da obra.Duração: O tempo de leitura depende do ritmo do leitor, mas a obra é de tamanho compacto, o que facilita a leitura em sessões rápidas.Projeto Pedagógico: A obra será utilizada nas oficinas de escrita terapêutica, como material de apoio para estimular a reflexão sobre identidade, saúde mental e resistência. Cada participante será incentivado a escrever textos e poesias próprias, utilizando as questões e temáticas abordadas nos poemas da autora como inspiração.
Comunicacional: O projeto Raios de sol resplandece o brilho do meu sangue é desenvolvido dentro da perspectiva de acessibilidade desde sua origem, ao se comprometer com um público formado, em grande parte, por pessoas em situação de sofrimento psíquico, baixa escolarização e exclusão social. Desde sua concepção, a proposta foi estruturada para acolher e integrar essas vivências, garantindo um ambiente de escuta, expressão e pertencimento. 4 Toda a mediação com o público — seja nas oficinas, no lançamento do livro ou nas redes sociais — será feita com cuidado e atenção ao modo como as mensagens chegam, respeitando os tempos e formas de cada pessoa. A comunicação será construída como um espaço de confiança, onde a palavra é ponte e não barreira. Essa escuta horizontal começa ainda no trabalho de base de divulgação do projeto, que será feito presencialmente, em uma mobilização afetiva e direta. Os convites serão feitos principalmente através de troca real, cara a cara, em unidades do CAPS, terreiros, slams e espaços que fomentam as discussões indenitárias na cidade, ambientes onde a proponente já transita e é reconhecida. A linguagem usada nesses encontros nasce do mesmo chão de onde vem o projeto. Não se trata de “traduzir” uma ideia acadêmica para torná-la acessível — trata-se de falar desde o começo em uma língua que já pertence ao território. Comunicação essa que se sustenta na escuta mútua, nos religiosos e na vivência coletiva.Arquitetônica: As atividades do projeto ocorrerão em locais que já integram a vivência cotidiana da proponente e de seu público-alvo, como o terreiro Casa de Asé Rosa dos Ventos e os Centros de Atenção Psicossocial de Uberlândia. São espaços conhecidos por seu acolhimento e acessibilidade prática, com estruturas simples, sem barreiras físicas significativas, que permitem a circulação de pessoas com diferentes níveis de mobilidade. Atitudinal: Mais do que adaptar estruturas, o projeto se compromete com posturas. A acessibilidade atitudinal será garantida pelo preparo ético e afetivo da equipe envolvida, formada por pessoas com vivência em territórios de cuidado, fé e resistência. O acolhimento será feito com base no respeito à diversidade de corpos, trajetórias e formas de existir. A escuta ativa, não capacitista e o cuidado como prática coletiva serão os pilares da convivência durante todo o projeto, colocando acessibilidade como ponto de partida.
sua concepção, na descentralização territorial e simbólica. Toda a proposta nasce e se desenvolve a partir de territórios periféricos e espaços de cuidado coletivo historicamente marginalizados, como os CAPS e os terreiros de Candomblé da cidade de Uberlândia. As oficinas serão realizadas no bairro Shopping Park, região periférica com alto índice de vulnerabilidade social, dentro do terreiro Casa de Asé Rosa dos Ventos — espaço de acolhimento comunitário, espiritual e emocional, que funciona como território de acolhimento como o proposto dentro dos espaços de religiões de matriz africana. Além disso, as ações também acontecerão em conexão direta com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) das regiões Oeste, Sul e outras unidades públicas da cidade, garantindo a presença do projeto nos territórios onde vivem e circulam as pessoas mais diretamente atravessadas pelos temas abordados — saúde mental, fragilidade social e arte como técnica de sobrevivência. 6 O projeto não se desloca geograficamente, ele nasce na periferia e é executado na periferia — territorizando o cuidado e descentralizando o protagonismo. Esse projeto propõe um gesto de reintegração do sagrado cotidiano das quebradas à centralidade da arte e da palavra.A participação nas oficinas será gratuita e voltada preferencialmente a jovens e adultos em situação de vulnerabilidade psíquica, moradores de periferias urbanas e usuários do sistema público de saúde mental, especialmente os atendidos pelos CAPS Oeste/Sul de Uberlândia. Também serão acolhidos membros da Casa de Asé Rosa dos Ventos – Ilê Asé Otifereré Orun Alá, terreiro onde as atividades ocorrerão e com o qual a proponente possui vínculo direto, e membros da comunidade de Asé uberlandenses, frequentadores de outras casas e terreiros. A seleção será feita em articulação com os profissionais dos CAPS, priorizando pessoas que se interessem pela escrita como forma de expressão, mesmo que não tenham familiaridade com a literatura. As vagas também serão divulgadas em redes sociais criadas especificamente para o projeto, com linguagem acessível e acolhedora. Cada participante receberá gratuitamente um exemplar do livro Raios de sol resplandece o brilho do meu sangue, permitindo que acompanhem a leitura e se reconheçam na narrativa da autora. Todos os materiais necessários às atividades serão fornecidos, assim como alimentação durante os encontros, garantindo pleno acesso, permanência e dignidade no processo formativo.
Proponente: Erica Silva MartinsA proponente, Erica Silva Martins, será responsável pela execução e coordenação de diversas atividades ao longo do projeto “Raios de Sol Resplandecem o Brilho do Meu Sangue”. Suas funções envolverão não apenas a produção literária, mas também a organização, curadoria e acompanhamento de todas as etapas do projeto. As atividades da proponente incluem:Coordenação e Gestão Administrativa:Erica será a responsável pela gestão administrativa do projeto, incluindo o acompanhamento das ações, controle financeiro e prestação de contas.Ela também será responsável pela elaboração de relatórios e pela documentação do impacto das oficinas e do lançamento do livro.Escritora e Curadora:Como escritora do livro de poesias, Erica conduzirá a revisão final do conteúdo da obra, garantindo que ela seja publicada de acordo com os objetivos do projeto, sempre com a atenção voltada à temática da saúde mental, identidade periférica e resistência.Ela também será curadora do evento de lançamento do livro, garantindo que a proposta artística seja fiel à sua visão e que o evento atenda às necessidades do público-alvo.Coordenação das Oficinas de Escrita Terapêutica:Erica será a principal responsável pela concepção e execução das oficinas de escrita terapêutica e de leitura mediada. Ela conduzirá as oficinas em parceria com os profissionais convidados e será responsável por engajar os participantes de forma sensível e acolhedora.A proponente garantirá que os temas abordados nas oficinas, como identidade, saúde mental e autoexpressão, sejam explorados de maneira profunda e transformadora, criando um ambiente de escuta ativa e reflexão para os participantes.Interlocução com as Instituições e Comunidades:Erica manterá comunicação constante com as instituições parceiras, como o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e o terreiro de Candomblé, onde as oficinas e a distribuição do livro ocorrerão.Ela também será responsável pela articulação de parcerias com outros espaços de fomento à saúde mental e de cultura periférica, garantindo que o projeto seja implementado com sensibilidade e alinhamento com as necessidades locais.Divulgação e Mobilização:Erica será responsável pela criação de conteúdos nas redes sociais e na plataforma digital do projeto, garantindo a visibilidade das ações e engajamento do público. Ela também promoverá o livro e as oficinas, criando uma rede de apoio para o projeto.Além disso, Erica atuará na organização de eventos culturais (como o sarau literário) que conectem o lançamento do livro com a comunidade, promovendo uma troca de saberes e experiências entre os participantes.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.