Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Projeto Festival Queima do Alho, trata-se de um Festival da culinária caipira da Queima do Alho. É uma celebração da cultura caipira e boiadeira em um grande circuito. De junho de 2026 a dezembro de 2028, o festival percorrerá 10 cidades, com abertura e encerramento em Barretos/SP. Participarão até 40 comitivas tradicionais, apresentando a culinária caipira e manifestações como catira, moda de viola, folia de reis, congada, fandango, teatro caipira e contação de causos. Com público estimado de 20 mil pessoas, o evento será popular, acessível e inclusivo, com ingresso a R$ 50,00, gratuidade para crianças até 10 anos e 200 convites sociais por cidade destinados à melhor idade, pessoas com deficiência e famílias de baixa renda. O projeto a memória, a fé e o modo de vida do homem do campo. O projeto reafirma que a Queima do Alho é parte viva da identidade do Brasil, preservando e difundindo uma tradição que une passado, presente e futuro em torno do fogo, do sabor e da cultura de um povo.
A Queima do Alho, enquanto manifestação e evento cultural, faz referência ao momento de parada das comitivas boiadeiras nas longas viagens pelos estradões para descanso dos peões de boiadeiros e também das boiadas. Na época era comum a presença de violeiros e contadores de causos nas comitivas e nas paradas eram frequentes as rodas de violas, a contação de causos, o jogo de baralho, a catira e outras atividades intrínsecas da cultura caipira. O PROJETO atende as políticas culturais para o Incentivo Fiscal Federal, preservando as finalidades dispostas nos Artigos 1º e 3º da Lei 8.313/91, ao fomentar a realização de festa popular destacando a cultura caipira do interior paulista e seu enquadramento também se dá no artigo 18 da Lei Rouanet.
Objetivo GeralPromover a valorização, preservação e difusão da cultura caipira e boiadeira brasileira, por meio da realização da Queima do Alho _ Cultura de Sabor Imaterial, evento de caráter cultural, gastronômico, educativo e patrimonial, que reúne manifestações da culinária tradicional, música, teatro e danças populares ligadas à cultura do homem do campo.Objetivos EspecíficosRealizar o festival em 10 cidades brasileiras, promovendo um circuito nacional de cultura popular e gastronomia caipira.Selecionar e apoiar até 40 comitivas tradicionais de todo o país, com ajuda de custo de participação e incentivo à continuidade das práticas culturais.Valorizar a culinária da Queima do Alho como expressão do patrimônio brasileiro, reconhecida como símbolo da memória do peão de boiadeiro.Promover apresentações de catira, folia de reis, congada, fandango, teatro caipira, moda de viola e contação de causos, reforçando as linguagens previstas no Art. 18 da Lei Rouanet.Garantir acessibilidade e inclusão em todas as etapas, com intérprete de Libras, estrutura física adaptada e sinalização acessível.Democratizar o acesso ao evento com ingressos populares e distribuição de convites gratuitos para públicos prioritários.Estimular o turismo cultural e o intercâmbio regional, fortalecendo a economia criativa nas cidades participantes.Fortalecer o sentimento de identidade cultural e pertencimento, preservando a memória e os valores simbólicos da cultura caipira e boiadeira.Disponibilizar durante 36 meses no sitio da proponente www.sethassessoria.com registo fotográfico e audiovisual com depoimentos ligados a Queima do Alho, bem como das edições realizada em cada município.Criar a Exposição Itinerante da Queima do Alho a partir dos relatos, fotos, histórias capuaradas na execução do Projeto.
O Projeto é uma ação de valorização e difusão da cultura popular caipira e boiadeira brasileira. O projeto nasce do compromisso de guardar a memória e a identidade de um povo, resgatando práticas, saberes e expressões artísticas que fazem parte da formação cultural do Brasil.A Queima do Alho é uma manifestação cultural reconhecida em diversos estados brasileiros como bem imaterial da cultura popular, expressão viva da tradição caipira pastoril ligada ao peão de boiadeiro. Representa a culinária, a fé e o modo de vida do homem do campo, constituindo um símbolo da memória coletiva do interior do país.A proponente, defende que a Queima do Alho ultrapassa o reconhecimento imaterial: trata-se de um patrimônio cultural de relevância nacional, que deve ser preservado e transmitido como parte fundamental da identidade brasileira. O projeto propõe a realização de 10 festivais em cidades de diferentes regiões (Monte Alto, Barretos, Ubatuba, Ilhabela, Santa Lúcia, Queluz, Jaboticabal, Olímpia e Gavião Peixoto), com abertura e encerramento em Barretos/SP, durante a Festa do Peão. Cada etapa reunirá comitivas tradicionais, artistas populares e público local, promovendo apresentações de catira, folia de reis, congada, fandango, teatro caipira, moda de viola e contação de causos.Serão até 40 comitivas participantes, selecionadas por cadastramento público e contempladas com apoio de participação. O circuito abrangerá público estimado em 20 mil pessoas, sendo 2 mil por cidade, observando que Barretos terá duas edições (abertura e encerramento), consolidando-se como um dos maiores festivais de cultura popular e gastronômica do país.O público-alvo é composto por pessoas que se reconhecem na cultura caipira e encontram nessa manifestação uma ligação direta com sua própria identidade e memória afetiva: trabalhadores, famílias, idosos, pessoas com deficiência, artistas e turistas culturais.O projeto é acessível e inclusivo: ingressos a R$ 50,00 (valor popular equivalente a uma refeição em restaurante), gratuidade para crianças até 10 anos e 200 convites sociais por cidade (100 para melhor idade, 50 para pessoas com deficiência e 50 para beneficiários do Bolsa Família, via parceria com os Fundos Sociais Municipais). Toda a estrutura terá acessibilidade física, visual e comunicacional, com intérprete de Libras, rampas, banheiros adaptados e sinalização ilustrada.Por envolver ampla logística interestadual, contratação de artistas, montagem de estruturas, transporte e ações formativas, trata-se de um projeto de alta complexidade técnica e custo elevado. Portanto, sem o apoio da Lei Rouanet (artigo 18), a execução torna-se inexequível, pois os recursos necessários ultrapassam as capacidades orçamentárias da proponente e das prefeituras envolvidas.O apoio via artigo 18 permitirá viabilizar financeiramente a democratização do acesso à cultura popular brasileira, garantindo gratuidade social e sustentabilidade do projeto. Além disso, assegura a continuidade de uma manifestação que compõe o patrimônio simbólico nacional, conforme os princípios de salvaguarda previstos na Convenção da UNESCO para a Proteção do Patrimônio Cultural Imaterial (2003), ratificada pelo Brasil.Assim, o Projeto se consolida como um projeto de interesse público e relevância nacional, que promove a preservação, difusão e valorização da cultura popular, assegurando o direito de todos ao acesso às manifestações artísticas e à memória cultural brasileira. O projeto QUEIMA DO ALHO CULTURA DE SABOR IMATERIAL está em sintonia com a LEI Nº 8.313, DE 23DE DEZEMBRO DE 1991, em especial no artigos 1º e 3º da referida lei. O Projeto QUEIMA DO ALHO CULTURA DE SABOR IMATERIAL poderá ser enquadrado no artigo 18, pois"ataca" ações como patrimônio cultural material e imaterial, ação de segurança, preservação dedocumentação, memória, manutenção ou aquisição de acervos, ação de pesquisa e de educação,exposições e outras atividades, livros, impressos eletrônicos, eventos culturais de vertente imaterial. Outro fator importante é que a QUEIMA DO ALHO é, através da LEI Nº 13.364, DE 29 DE NOVEMBRODE 2016 elevada a Patrimonio Imaterial da Cultura Brasileira. A QUEIMA DO ALHO possui manifestações culturais dentro das artes cênicas, da literatura, da músicainstrumental relacionada a moda de viola, sanfona, da dança nos grupos de catira, nas artes visuais nastralhas da comitiva e nas vestimentas dos comissionários e peões que, são trajes não usuais e que nosrementem ao um passado não tão distante e por fim é uma manifestação diretamente relacionada apreservação da memória cultural de uma época. Por sua natureza educativa, inclusiva e patrimonial, o projeto se enquadra integralmente no Artigo 18 da Lei Rouanet, devendo ser reconhecido como iniciativa prioritária de incentivo cultural, pois atua na fronteira entre tradição, identidade e cidadania cultural. O Presente projeto se justifica ainda por: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Incentivar os artistas, em especial, ―amadores‖ dos interiores do brasil; Buscar formar público, resgatar ações como contação de his(es)tórias, dança típicas da cultura caipira, música instrumental sanfona e viola e culinária caipira.
Não se aplica
Garantir acessibilidade universal e democratização do acesso, com ingresso popular de R$ 50,00Gratuidade para crianças até 10 anos200 convites sociais por cidade (divididos entre melhor idade, PCDs e beneficiários do Bolsa Família). Ao todo terão acesso gratuito para mais de 2.000 pessoas em vulnerabilidade social.Ampliação da participação de públicos prioritários e efetivação da política cultural inclusiva.Estrutura adaptada para cadeirantes.2 intérprete de Libras a disposição em cada etapa do projetoSinalização visual com ícones ilustrativos, banheiros acessíveis e rotas seguras.
8 mil Ingressos populares: R$ 50,00 (valor acessível equivalente a uma refeição em restaurante médio).Gratuidade: Crianças até 10 anos.Distribuição gratuita:100 convites para grupos da melhor idade (via Fundo Social Municipal).50 convites para pessoas com deficiência.50 convites para beneficiários do Bolsa Família.
Equipe: A equipe que estará envolvida contará com:Edemilson José do Vale - Pesquisador - Escritor - Consultor em projetos:Coordenador Geral que iráacompanhar durante 13 meses todo o projeto, desde a possível aprovação, coordenação geral até aexecução final. O Coordenador geral tem ciência de que só será remunerado caso o projeto sejaaprovado. Cabe ao coordenador geral acompanhar passo a passo o processo da pesquisa, arquivamentode dados, elaboração dos compêndios e do livro a ser publicado.Luiz Mozzambani Neto e Amarildo Dudu Bolito ambos formados na área de humanas:Pesquisadorirão prover durante 12 meses todo trabalho de pesquisa, mapeamento das cidades visitadas. Vaientrevistar as pessoas ligadas à pesquisa, vai montar os relatório mensal e encaminhar ao coordenadore ao responsável pela revisão e arquivamento de todo material pesquisado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.