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O Projeto Inclusão Va'a será realizado em Niterói, com o objetivo de promover inclusão por meio de práticas gratuitas de canoa havaiana (Va'a). As atividades serão voltadas especialmente para pessoas com deficiência, e acontecerão regularmente às terças, quintas e sábados, na praia de Charitas, com remadas até Icaraí. Aos sábados, o projeto realizará remadas coletivas abertas ao público, acompanhadas de oficinas oceânicas, artísticas, apresentações musicais e mutirões de limpeza, integrando educação, arte, saúde e meio ambiente. A infraestrutura será totalmente adaptada e contará com tapetes esteira, cadeiras anfíbias e barcos de apoio. Em conjunto com a atuação de um fisioterapeuta e um tradutor de Libras, o projeto visa garantir acessibilidade integral às práticas canoeiras. O público-alvo são PCDs, crianças da rede municipal de ensino, idosos e também pessoas com ansiedade, depressão entre outros grupos minoritários (que vivem em Niterói, Rio de Janeiro e sua região metropolitana).
1. Aulas regulares de canoa havaiana (Va’a)Resumo: Aulas semanais, às terças e quintas-feiras em Charitas, com infraestrutura adaptada e equipe qualificada. As aulas incluem prática da canoa, aprendizado das tradições polinésias e caiçaras, segurança náutica, valores de coletividade e respeito ao meio ambiente. Classificação indicativa: Livre, voltado a pessoas com deficiência (crianças, adolescentes, adultos, idosos)2. Remadas culturais inclusivasResumo: Atividades aos sábados abertas à comunidade, promovendo integração cultural, aprendizado prático das tradições da canoa e experiências coletivas. Equipamentos e apoio acessível garantem participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Classificação indicativa: Livre.3. Oficinas culturais oceânicas e artísticasResumo: Oficinas aos sábados abordando pintura maori, artesanato caiçara, colares de flores, conchas locais, oralidades polinésias e práticas culturais diversas. Focadas na vivência prática, acessibilidade e integração cultural. Classificação indicativa: Livre, adequado para crianças, jovens e adultos.4. Apresentações musicais e dançaResumo: Performances musicais e de dança polinésia e caiçara aos sábados, integrando arte, cultura e educação inclusiva. Participação aberta à comunidade, com transmissão de valores culturais e coletivos. Classificação indicativa: Livre.5. Mutirões ambientais e educação ambientalResumo: Ações de limpeza em Charitas, com educação ambiental e engajamento comunitário realizadas aos sábados, estimulando consciência ambiental e responsabilidade social. Classificação indicativa: Livre.6. Produção audiovisual e canal do YouTubeResumo: Registro em vídeos e fotos de todas as atividades, com tradução em Libras e linguagem adaptada, disponibilizados em canal online para acesso público, garantindo democratização do conteúdo e aplicação em outras regiões do país.Classificação indicativa: Livre.7. Materiais pedagógicos e comunicacionais acessíveisResumo: Conteúdos educativos, guias de práticas da canoa, orientações culturais e materiais de apoio em formatos acessíveis (Libras, legendas descritivas, texto simples).Classificação indicativa: Livre.8. Relatórios de impacto e prestação de contasResumo: Documentação detalhada de todas as atividades do projeto, incluindo participação, avaliações qualitativas, fotos, vídeos e análises de impacto social, cultural e ambiental. Será registro interno para órgãos financiadores.
Objetivo GeralPromover inclusão social por meio da prática da canoa havaiana (Va’a) e suas tradições. O projeto tornará as culturas indígenas e oceânicas (polinésia e caiçara) acessíveis para pessoas com deficiência, crianças e adolescentes da rede municipal, idosos, pessoas com TEA, T21, TDAH e outros grupos historicamente excluídos. Durante a semana, serão realizadas aulas regulares de canoa havaiana, enquanto aos sábados o projeto ampliará a participação por meio de remadas culturais abertas, oficinas oceânicas de dança, pintura e oralidades, apresentações musicais e mutirões de limpeza. Serão asseguradas acessibilidade plena e fruição autônoma com infraestrutura adaptada, apoio de fisioterapeutas e tradutores de Libras, garantindo a participação de todos. O projeto tem como objetivo fortalecer os conceitos de coletividade, cidadania, saúde e bem-estar físico e mental, beneficiando aproximadamente dez mil pessoas ao longo de dez meses.Objetivos Específicos• Realizar aulas de canoa havaiana (Va’a) regulares e gratuitas, duas vezes por semana (terças e quintas-feiras), atendendo em média 20 pessoas por dia, incluindo pessoas com deficiência, crianças da rede municipal e idosos, por meio da rede municipal de ensino e parcerias com ONGs e projetos sociais locais, totalizando cerca de 1.720 participações semanais ao longo dos dez meses de projeto.• Promover remadas culturais abertas aos sábados, com infraestrutura acessível, atendendo aproximadamente 60 participantes por sábado, especificamente nas canoas, garantindo participação inclusiva de pessoas com deficiência, e totalizando cerca de 2.580 participantes (ao longo dos dez meses de projeto).• Aos sábados, realizar oficinas oceânicas de dança, conchas, pinturas maori e oralidades das culturas caiçara e polinésia, com participação de até 120 pessoas nas oficinas e eventos, garantindo acessibilidade e inclusão cultural, possibilitando aprendizado prático e vivência artística comunitária, e totalizando cerca de 5.160 participantes (ao longo dos dez meses de projeto).• Implementar ações de conscientização ambiental, incluindo mutirões de limpeza em Charitas e práticas de sustentabilidade todos os sábados antes e depois dos eventos, envolvendo a comunidade e os participantes do projeto.• Assegurar a autonomia e a inclusão dos participantes por meio de infraestrutura acessível e adaptada, atendimento assistivo e mediação cultural, garantindo plena participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 e o Decreto nº 9.404/2018, ao longo de todo o projeto.• Garantir acessibilidade comunicacional em todas as aulas e atividades, por meio de profissional intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais), assegurando plena compreensão e participação de pessoas surdas em todas as ações, beneficiando diretamente os participantes semanais.• Assegurar acesso contínuo à infraestrutura adaptada (canoas, remos, coletes, cadeiras anfíbias e barco de apoio) e a plena participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, consolidando a inclusão sociocultural do público-alvo.• Garantir formação educativa e vivências culturais e artísticas contínuas, promovendo experiências de coletividade, cidadania, saúde e bem-estar físico e mental, beneficiando aproximadamente dez mil pessoas ao ano.• Supervisionar todas as oficinas, incluindo as adaptações necessárias para pessoas com deficiência, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e com a Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cultura.• Realizar registro de participantes e divulgar todas as atividades e resultados, garantindo transparência, prestação de contas e ampliação do impacto social, cultural e ambiental do projeto, beneficiando direta ou indiretamente aproximadamente dez mil pessoas ao longo dos dez meses de execução.
O Projeto Inclusão Va’a se justifica pelo seu caráter inclusivo, cultural e ambiental, contribuindo para o fortalecimento da cultura marítima e das tradições oceânicas brasileiras. A iniciativa busca garantir que todas as atividades sejam gratuitas, acessíveis e adaptadas, com infraestrutura adequada, equipe qualificada e acompanhamento pedagógico. O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura é imprescindível para garantir a gratuidade e acessibilidade integral das atividades, equipe técnica e acompanhamento pedagógico especializado.O financiamento permitirá a realização de aulas regulares de canoa havaiana (Va’a), oficinas culturais oceânicas e artísticas, apresentações musicais e mutirões ambientais, assegurando a participação de pessoas com deficiência, crianças da rede municipal, idosos e outros públicos historicamente excluídos. O projeto beneficiará aproximadamente dez mil pessoas ao ano, fortalecendo valores humanísticos como coletividade, respeito à natureza e bem-estar físico e mental dos participantes.O projeto também se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91.- No Inciso I _ Produção e Difusão Cultural: serão promovidas remadas culturais abertas à comunidade, oficinas artísticas, apresentações musicais e mutirões ambientais;- No Inciso II _ Capacitação e Formação Cultural: serão oferecidas aulas regulares com acompanhamento pedagógico e transmissão da filosofia da canoa havaiana, integrando práticas culturais polinésias e caiçaras;- No Inciso IV _ Valorização das manifestações culturais locais e tradicionais: o projeto integrará tradições polinésias e caiçaras, fortalecendo a identidade cultural de Charitas, uma praia histórica em Niterói e, assim, a memória afetiva e coletiva da cidade.De forma complementar, o projeto também contribui para os objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91: promoção da formação cultural e educação artística por meio das aulas e oficinas práticas; ampliação do acesso à cultura e à arte para diferentes públicos; valorização e preservação do patrimônio cultural imaterial; e fomento à participação comunitária e à responsabilidade social por meio de mutirões de limpeza, remadas inclusivas e eventos culturais abertos.Niterói se consolidou como a capital brasileira da canoa havaiana e foi sede do campeonato mundial em 2025, tornando-se referência nacional de um esporte que integra coletividade, respeito ambiental e cultura oceânica global. Tornar Niterói uma referência de práticas inclusivas em culturas oceânicas contribuirá para a difusão e valorização da inclusão da pessoa com deficiência às práticas marítimas em todo o território brasileiro.A equipe proponente possui experiência comprovada em ações inclusivas com o Projeto Ao Mar, o Niterói Inclusivo e a ANP Va’a - Associação Niteroiense de Parava’a, iniciativas que já evidenciam a demanda e a viabilidade desta proposta.O Projeto Inclusão Va’a ultrapassa a dimensão esportiva e se consolida como uma ação cultural inclusiva, educativa e ambientalmente responsável, enquadrada na categoria Humanidades - Ações Educativo-Culturais. Ao utilizar a canoa havaiana (Va’a) como eixo pedagógico que promove o acesso às culturas oceânicas, cada remada se torna uma prática que integra saúde, educação e inclusão social. Dessa forma, o Projeto Inclusão Va’a contribui diretamente para a democratização do acesso à cultura, formação de público e fortalecimento das expressões culturais de matriz oceânica no Brasil.
1. Aulas semanais de Canoa Havaiana (Va’a)Duração: 40 minutos por aula, duas aulas por semana (terças e quintas).Local: Base operacional de Charitas.Material: Canoas, remos, coletes, cadeiras anfíbias, barcos de apoio, tapetes esteira.Projeto pedagógico: Ensino da filosofia da canoa havaiana, técnicas de remo, integração cultural polinésia e caiçara, atividades físicas inclusivas ao ar livre.2. Oficinas culturais oceânicas e artísticas aos sábadosDuração: 3 horas por oficina.Local: Charitas.Material: Materiais de pintura maori e caiçara, artesanato, conchas locais, colares de flores.Projeto pedagógico: Ensino de práticas culturais polinésias e caiçaras, desenvolvimento artístico e sensorial, integração cultural e inclusão social.3. Apresentações musicais aos sábadosDuração: 3 horas por sessão.Local: Charitas.Material: Instrumentos musicais, equipamentos de som, palco e estrutura de apoio.Projeto pedagógico: Introdução à música polinésia e caiçara, integração cultural e participação coletiva do público.4. Atividades de dança e expressão corporal aos sábadosDuração: 2 horas por atividade.Local: Charitas.Material: Espaço aberto, música, acessórios para dança polinésia e caiçara.Projeto pedagógico: Ensinar movimentos tradicionais, estimular expressão corporal, integração cultural e social.5. Remadas inclusivas aos sábadosDuração: 2 horas por atividade.Local: Praia de Charitas.Material: Canoas adaptadas, coletes, barcos de apoio, cadeiras anfíbias, tapetes esteira.Projeto pedagógico: Aplicação prática da filosofia da canoa havaiana, integração de pessoas com deficiência, promoção de saúde física e inclusão social.6. Produção audiovisual e transmissões onlineDuração: Vídeos de 3 a 5 minutos.Material: Câmeras, microfones, edição digital, legendas e tradução em Libras.Projeto pedagógico: Registro das atividades, disponibilização de conteúdo educativo, cultural e inclusivo para acesso remoto e replicação em outras áreas do país.
O Projeto Inclusão Va’a assegurará acessibilidade plena nas dimensões física e de conteúdo, conforme a Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), o Decreto nº 9.404/2018 e a Instrução Normativa nº 02/2019 (Arts. 18–22), garantindo participação autônoma, segura e inclusiva de todos os públicos.1. Acessibilidade Física• Estrutura acessível na base operacional em Itaipu, com rampas, banheiros adaptados, guias táteis e circulação livre de barreiras através de tapetes esteira.• Disponibilização de cadeiras anfíbias, tapetes esteira, embarcações de apoio adaptadas e assistência ergonômica da equipe para embarque e desembarque.• Apoio de fisioterapeuta para preparação corporal de participantes com deficiência ou mobilidade reduzida.• Van acessível e logística de transporte para deslocamento seguro durante aulas, oficinas e eventos.• Facilitadores de locomoção presentes para garantir autonomia e segurança.• Inspeções e manutenção periódicas em equipamentos e estruturas acessíveis.2. Acessibilidade de Conteúdo• Presença de intérprete de Libras em todas as aulas, oficinas e eventos.• Materiais digitais e comunicações online em formato acessível, compatíveis com leitores de tela e linguagem simples.• Legendas descritivas em todo material audiovisual.• Atividades táteis e sensoriais nas oficinas (como as de conchas), ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual.• Inscrições e comunicação articuladas com ONGs, escolas municipais e secretarias de acessibilidade, além de canais acessíveis (telefone, WhatsApp, Instagram e redes sociais).• Equipe capacitada em comunicação inclusiva, com foco em Libras e atendimento adequado a pessoas com deficiência, TEA, T21 e TDAH.3. Compromisso de Inclusão• O projeto buscará ser 100% acessível, priorizando crianças da rede municipal, idosos, pessoas com deficiência, autismo (TEA), síndrome de Down (T21), TDAH, pessoas com depressão e a comunidade em geral.• Com essas ações, o Inclusão Va’a garante acesso universal, participação equitativa e valorização da diversidade, promovendo inclusão social, educativa e cultural plena.
• O Projeto Inclusão Va’a garantirá acesso gratuito e universal a todas as atividades, com prioridade para pessoas com deficiência, crianças da rede pública, idosos, pessoas com TEA, T21, TDAH, ansiedade, depressão e a comunidade em geral.• As aulas regulares de canoa havaiana (Va’a) serão gratuitas mediante inscrição para turmas semanais, enquanto as atividades culturais aos sábados, como oficinas culturais e artísticas, mutirões ambientais e apresentações musicais, serão abertas ao público, e nas canoas por ordem de chegada, sem qualquer cobrança de participação.• O projeto contará com assistente intérprete de Libras em todas as aulas presenciais e vídeos institucionais. Além disso, será criado um canal no YouTube dedicado à difusão das práticas e metodologias do projeto, com todos os vídeos traduzidos em Libras e adaptados em linguagem acessível para aplicação em outras regiões e iniciativas nacionais, fortalecendo o caráter educativo e multiplicador da proposta.• Para ampliar o alcance das ações, serão utilizadas redes sociais, mídias locais e canais institucionais de parceiros, garantindo ampla divulgação, engajamento comunitário e acesso à informação sobre as atividades.• Dessa forma, o Inclusão Va’a assegura democratização efetiva do acesso à cultura, às artes e à prática esportiva inclusiva, promovendo participação equitativa, integração social e valorização da diversidade em âmbito local e nacional.
Proponente | Coordenador do Projeto : Yule MansurA direção geral, coordenação financeira e propositura do projeto ficam sob responsabilidade de Yule Mansur, produtora cultural e artista multidisciplinar, formada em 2014 pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sua trajetória une mais de uma década de atuação nas áreas de produção executiva, curadoria, gestão cultural e criação artística, com sólida experiência em projetos e oficinas de música, arte, tecnologia e sustentabilidade. Duplamente contemplada pelo Edital SESC Pulsar – Música Mecânica (2023 e 2025), Yule também foi premiada pela Lei Aldir Blanc, em 2021, com o Prêmio Erika Ferreira de Criação e Desenvolvimento, pelo projeto “Sons of Umbanda”, que explorou a fusão entre música eletrônica e religiosidade afro-brasileira. Atuou como supervisora de equipe no Campeonato Mundial de Fórmula E (São Paulo) e como coordenadora de curadoria e propaganda na 2ID Music Branding, liderando equipes criativas e projetos para marcas como Natura, Starbucks, Chilli Beans, Raia Drogasil e Petz. Foi convidada, em 2017, para integrar o Painel Diversidade na Noite, pela Rio Music Conference, e assinou ainda a direção musical e produção executiva do Festival Mac.Bit de Arte e Tecnologia. Integrou também a equipe auxiliar freelance de produção do Museu do Amanhã, foi assistente de produção do Festival É Tudo Verdade, do Cine Pedal Brasil e de diversos eventos culturais de pequeno a grande porte. Sua atuação se caracteriza pela integração entre arte, inovação e impacto social, com foco em processos colaborativos, práticas sustentáveis e acessibilidade cultural.Coordenador Geral | Coordenador de Produção e Logística: Vinícius MeloVinícius Melo é formado em Direito e, desde 2018, dedica sua trajetória pessoal e profissional ao universo da canoa havaiana (Va’a). Apaixonado pelo esporte e pela conexão com o mar, integrou diversos clubes niteroienses e cariocas, como Mauna Loa, Clube da Canoa, Haka Va’a, Mahana Va’a e Resenha Va’a. Ao longo de sua jornada, participou de importantes eventos nacionais e internacionais, como o Aloha Spirit Saquarema, Angra dos Reis, Campeonato Brasileiro de Ilhabela e o Mundial de Va’a em Niterói, sempre levando consigo projetos inclusivos ligados à canoa, como Projeto Ao Mar e ANP Va’a – Associação Niteroiense de Parava’a. Desde o início de sua atuação no esporte, Vinícius utiliza a cultura da canoa polinésia como ferramenta de transformação social e ambiental, promovendo ações como mutirões de limpeza com a Casa Circular, bem como iniciativas através do Projeto Ao Mar, Niterói Inclusivo e Aloha para Todos, disseminando inclusão, sustentabilidade e bem-estar por meio desta cultura oceânica. Ele será o responsável por manter relacionamento institucional com escolas, ONGs, secretarias municipais e parceiros locais, além de supervisionar a logística, transporte dos participantes e a plena execução das aulas e oficinas.Coordenador de oficinas | Bianca AmadeuBianca Amadeu é comunicóloga e pesquisadora das culturas oceânicas, com atuação há mais de 20 anos na relação entre o mar, o território e as tradições energéticas e simbólicas das conchas. Autora do Curso Básico de Conchas para Criação de Grades de Cristal, Bianca desenvolve um trabalho que une pesquisa científica, prática terapêutica e preservação cultural, com foco especial nas praias de Itaipu (Niterói) e de Itaipuaçu, em Maricá (RJ). Seu estudo detalha os moluscos e conchas locais sob perspectivas biológicas, espirituais e históricas, reconhecendo o valor ambiental e cultural do litoral fluminense. Pelo vínculo com a região e seu conhecimento sobre as espécies marinhas, Bianca tem profundo envolvimento com a cultura caiçara e o ecossistema costeiro, sendo capaz de articular oficinas que unam saberes tradicionais, educação ambiental e práticas artísticas inspiradas na natureza do mar. Além disso, Bianca rema há mais de um ano ao lado de Vinícius de Melo Marques e Yule Mansur, compartilhando com eles pesquisas e vivências sobre a cultura marítima local entre Itaipu e Itaipuaçu. Essa experiência conjunta fortalece a integração entre o esporte, o mar e as expressões culturais, o que a torna especialmente qualificada para coordenar as oficinas do projeto, convidando outros moradores e artistas locais a atuarem como oficineiros em práticas de cultura caiçara e polinésia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.