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PRONAC 2515371Autorizada a captação total dos recursosMecenato

BANCO DA FLORESTA – CENTRO CULTURAL COMUNITÁRIO DA FLORESTA VIVA

IBRANOVA INSTITUTO BRASILEIRO DE INOVACAO CULTURAL
Solicitado
R$ 1,13 mi
Aprovado
R$ 1,13 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-05
Término

Resumo

O projeto Banco da Floresta _ Ações de Educação Patrimonial na Floresta Viva propõe a criação da Casa da Floresta, centro cultural comunitário em Rodrigues Alves (AC), dedicado à preservação, valorização e transmissão dos saberes tradicionais do Mestre Grio indígena Antônio Francisco dos Santos Puyanawa. Por meio de oficinas, contação de histórias, vivências e feiras culturais, serão promovidos processos educativos participativos que fortalecem a identidade local e o pertencimento sociocultural. As ações integram oralidade, escrita e práticas tradicionais, estimulando a formação de jovens guardiões da floresta e a produção dos Cadernos de Saberes Tradicionais. Todas as atividades serão gratuitas, abertas à comunidade e articuladas a escolas e instituições culturais, consolidando o Banco da Floresta como espaço de referência em educação patrimonial e salvaguarda do patrimônio imaterial amazônico.

Sinopse

O projeto Banco da Floresta – Ações de Educação Patrimonial na Floresta Viva propõe a criação da Casa da Floresta, um centro cultural comunitário localizado em Rodrigues Alves, no Vale do Juruá (Acre), dedicado à preservação, valorização e transmissão dos saberes tradicionais da floresta. Sob a condução do Mestre Grio indígena Antônio Francisco dos Santos Puyanawa, o projeto realiza oficinas, encontros e feiras culturais abertas à comunidade, fortalecendo a identidade local e o pertencimento sociocultural.As atividades têm foco em educação patrimonial, contação de histórias, escrita dos saberes, oralidade e práticas ancestrais de convivência com a natureza. Jovens, mestres e educadores participam de um processo formativo intergeracional que resultará na produção dos Cadernos de Saberes Tradicionais, publicação educativa e acessível distribuída gratuitamente.Mais que um projeto cultural, o Banco da Floresta é um ato de salvaguarda e celebração da cultura viva amazônica, unindo tradição e futuro em torno do bem-viver. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral Dar início à implantação do Banco da Floresta como um centro cultural comunitário dedicado à educação patrimonial, com o propósito de zelar pela cultura da floresta e fortalecer o reconhecimento dos saberes ancestrais e simbólicos que habitam o território de Rodrigues Alves (AC). O projeto busca criar as bases para a preservação, valorização e transmissão viva do patrimônio imaterial amazônico, respeitando as tradições e a espiritualidade dos povos da floresta. Objetivos EspecíficosImplantar a Casa da Floresta como espaço físico e simbólico de salvaguarda cultural, equipada para receber atividades formativas e comunitárias (meta: 1 unidade implantada e ativa).Realizar 10 oficinas de educação patrimonial, abordando temas como oralidade, escrita tradicional, plantas medicinais, culinária ancestral, cantos e rituais, com a participação de mestres e educadores locais (meta: 300 participantes diretos).Desenvolver o programa "Jovens Guardiões da Floresta", formando 30 jovens como aprendizes dos saberes tradicionais, com acompanhamento pedagógico e produção escrita de seus aprendizados.Promover 5 encontros públicos de contação de histórias e vivências culturais conduzidos pelo Mestre Grio indígena Antônio Francisco dos Santos Puyanawa, integrando mestres convidados e a comunidade local (meta: público estimado de 500 pessoas).Realizar 2 feiras culturais comunitárias e 1 grande encontro final, abertos à população, valorizando o artesanato, os alimentos tradicionais e as práticas culturais da floresta (meta: público total de 1.500 pessoas).Produzir e distribuir gratuitamente 200 exemplares dos "Cadernos de Saberes Tradicionais", reunindo histórias, cantos, receitas e registros escritos elaborados nas oficinas e encontros.Articular o projeto com escolas públicas, universidades e instituições culturais (IPHAN, MinC, IFAC e FEM), integrando o tema da educação patrimonial às políticas de ensino e formação cultural no Vale do Juruá.Garantir acessibilidade e democratização do acesso, com todas as atividades gratuitas, intérprete de Libras nos eventos principais e materiais em formato digital acessível.

Justificativa

O projeto Banco da Floresta _ Ações de Educação Patrimonial na Floresta Viva nasce em um momento histórico em que o Brasil reassume protagonismo mundial nas agendas de sustentabilidade, diversidade cultural e enfrentamento da crise climática, preparando-se para sediar a COP 30 em Belém do Pará. Este contexto reafirma o papel estratégico da Amazônia como território-síntese dos desafios e das soluções para o planeta: lugar onde a floresta, o conhecimento ancestral e a cultura viva convergem como caminhos concretos para o desenvolvimento sustentável.A proposta se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, em especial:· ODS 4 (Educação de Qualidade), ao promover processos educativos interculturais e comunitários;· ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ao fortalecer o patrimônio imaterial e o pertencimento territorial;· ODS 13 (Ação contra a Mudança Global do Clima), ao valorizar práticas culturais que ensinam modos sustentáveis de viver na floresta;· ODS 15 (Vida Terrestre), ao reconhecer o papel das comunidades tradicionais na conservação da biodiversidade;· e ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação), ao articular redes institucionais e comunitárias em torno da cultura, da educação e do meio ambiente.O Banco da Floresta representa, assim, uma resposta cultural e pedagógica à urgência contemporânea de regenerar a relação entre humanidade e natureza. Em vez de compreender a floresta apenas como recurso natural, o projeto a reconhece como patrimônio vivo, portadora de linguagem, espiritualidade e sabedoria. Nesse sentido, as ações de educação patrimonial propostas transcendem o ensino formal e tornam-se experiências de reencantamento com o território, de escuta e transmissão de conhecimentos que integram o visível e o simbólico.A liderança do Mestre Grio indígena Antônio Francisco dos Santos Puyanawa dá a este projeto uma dimensão ímpar. Reconhecido como guardião de saberes sobre plantas medicinais, cura, espiritualidade e oralidade, Seu Francisquinho é uma referência viva do patrimônio imaterial amazônico. Sua disposição em conduzir este processo formativo, com base no diálogo entre tradição e futuro, oferece ao Brasil uma oportunidade rara de converter sabedoria ancestral em política pública de educação e cultura.Rodrigues Alves, município situado no Vale do Juruá, é um território emblemático da floresta, onde os desafios de infraestrutura, acesso à educação e oportunidades culturais coexistem com uma riqueza imaterial imensurável. Ali, a criação da Casa da Floresta e o desenvolvimento das ações de educação patrimonial têm o potencial de transformar o cotidiano local em espaço de aprendizagem, autoestima e sustentabilidade. Trata-se de fortalecer a comunidade como sujeito de sua própria história, com protagonismo, pertencimento e autonomia.O Ministério da Cultura, ao incentivar iniciativas como esta, reafirma o papel da cultura como dimensão estratégica da transição ecológica e do desenvolvimento sustentável. O Banco da Floresta propõe-se a ser não apenas um projeto pontual, mas um modelo replicável de política cultural comunitária, capaz de inspirar outras experiências na Amazônia e no Brasil, unindo saberes ancestrais e políticas contemporâneas de sustentabilidade.Assim, esta proposta não é apenas a criação de um espaço cultural, mas a fundação simbólica e prática de um centro de educação patrimonial amazônico, guiado por um mestre da floresta e comprometido com o futuro do planeta.

Especificação técnica

Produto 1 – Oficinas e Vivências de Educação Patrimonial (Casa da Floresta)· Área: Formação / Educação e Cultura Popular· Segmento: Cursos, Oficinas e Vivências· Objetivo: Oferecer atividades formativas gratuitas voltadas à valorização dos saberes tradicionais, à escrita dos saberes e à transmissão oral de práticas culturais e espirituais da floresta, fortalecendo a educação patrimonial e a identidade comunitária.· Descrição: Realização de 10 oficinas formativas conduzidas pelo Mestre Grio indígena Antônio Francisco dos Santos Puyanawa e por educadores convidados, abordando temas como oralidade, plantas medicinais, culinária tradicional, cantos, escrita e espiritualidade da floresta. As atividades ocorrerão na Casa da Floresta, espaço cultural comunitário, e integrarão mestres, jovens e educadores locais em processos de ensino-aprendizagem intergeracionais. A estrutura contará com ambiente coberto, mobiliário simples, som ambiente, materiais pedagógicos e recursos básicos de acessibilidade (intérprete de Libras nos encontros principais e materiais digitais acessíveis). O produto resultará na formação de 30 jovens guardiões da floresta e na elaboração dos conteúdos que comporão os Cadernos de Saberes Tradicionais.· Duração: 5 meses (meses 3 a 7 da execução).· Público estimado: 300 participantes diretos. Produto 2 – Encontros e Feiras Culturais da Floresta Viva· Área: Evento / Cultura Popular· Segmento: Encontros, Feiras e Mostras Culturais· Objetivo: Promover eventos abertos e gratuitos que celebrem os saberes tradicionais e o patrimônio imaterial da floresta, integrando mestres, famílias e visitantes em atividades culturais, educativas e de convivência.· Descrição: Realização de 5 encontros públicos de contação de histórias e partilhas culturais, conduzidos pelo Mestre Antônio Francisco dos Santos Puyanawa e convidados, e de 2 feiras culturais comunitárias, abertas à população, reunindo artesanato, alimentos tradicionais, música e rodas de conversa. As ações ocorrerão na Casa da Floresta e em praças públicas do município de Rodrigues Alves. As estruturas incluirão tendas, sonorização, mobiliário, banheiros químicos acessíveis e apoio logístico local. Todos os eventos terão acesso gratuito, intérprete de Libras e materiais informativos de apoio. O conjunto dessas atividades reforça o pertencimento cultural e o reconhecimento dos saberes da floresta como patrimônio vivo da Amazônia.· Duração: 3 meses (meses 8 a 10).· Público estimado: 1.500 pessoas.

Acessibilidade

O Banco da Floresta – Ações de Educação Patrimonial na Floresta Viva entende a acessibilidade como parte essencial de sua missão educativa e comunitária. Considerando o contexto territorial de Rodrigues Alves (AC) — região de floresta, com acesso limitado a tecnologias e infraestrutura —, o projeto propõe um plano de acessibilidade integrado, realista e formativo, que amplia o direito de todos à cultura, à educação e à participação social.As ações de acessibilidade serão desenvolvidas em três dimensões complementares:1. Acessibilidade Comunicacional e Informacionalo Disponibilização de intérprete de Libras durante as principais atividades públicas (feiras, encontros e cerimônias culturais);o Produção dos Cadernos de Saberes Tradicionais em versão digital acessível, com leitura compatível para softwares de voz e contraste visual ampliado;o Uso de linguagem simples e inclusiva nos materiais impressos e digitais, assegurando compreensão ampla dos conteúdos.2. Acessibilidade Pedagógica e Formativao Realização de oficina interna de sensibilização e formação em acessibilidade cultural, voltada para a equipe do projeto, mestres e jovens guardiões da floresta;o Desenvolvimento de práticas pedagógicas que considerem diferentes formas de aprendizagem, valorizando a oralidade, a escuta, o toque, o movimento e o vínculo comunitário — elementos intrínsecos às culturas tradicionais e acessíveis por natureza;o Incentivo à participação intergeracional, envolvendo crianças, jovens e idosos em todas as atividades, respeitando seus ritmos, modos de fala e expressão.3. Acessibilidade Territorial e Socialo Garantia de gratuidade integral em todas as atividades, oficinas e eventos;o Realização das ações na Casa da Floresta, localizada em área central e de fácil acesso à comunidade;o Apoio logístico para a participação de pessoas com mobilidade reduzida e de moradores de comunidades próximas (transporte solidário e mediação comunitária).Além das medidas físicas e comunicacionais, o projeto entende a acessibilidade como formação de consciência: um processo educativo que estimula o respeito à diferença, a convivência e o reconhecimento da diversidade como valor. Nesse sentido, o plano busca capacitar a equipe local e incorporar o tema da inclusão cultural como eixo permanente das futuras ações do Banco da Floresta.Assim, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e à educação, garantindo que a Casa da Floresta seja, desde sua origem, um espaço inclusivo, plural e formador de cidadania.

Democratização do acesso

O projeto Banco da Floresta – Ações de Educação Patrimonial na Floresta Viva foi concebido integralmente sob o princípio da gratuidade e do acesso público universal. Todas as atividades — oficinas, encontros, feiras e formações — serão abertas à comunidade, com atenção especial a jovens, mulheres, educadores e mestres da cultura local.O plano de democratização se estrutura em quatro dimensões integradas:Gratuidade e acesso territorial Todas as ações do projeto serão gratuitas, sem cobrança de inscrição ou ingresso. As atividades ocorrerão na Casa da Floresta, espaço de fácil acesso no centro comunitário de Rodrigues Alves (AC), e também em locais parceiros (escolas, praças, feiras públicas), garantindo a circulação dos saberes pelo território. O projeto também oferecerá transporte solidário e apoio logístico para a participação de famílias de comunidades rurais próximas, ampliando o alcance territorial das atividades.Participação comunitária e formação local O público beneficiado será composto majoritariamente por moradores da região do Vale do Juruá, com foco em 300 participantes diretos nas oficinas e cerca de 2.000 pessoas beneficiadas nos eventos abertos. A metodologia participativa garante que os próprios moradores — mestres, jovens e educadores — sejam autores e multiplicadores das ações. Além disso, 30 jovens selecionados participarão do Programa Jovens Guardiões da Floresta, recebendo bolsas de incentivo à formação cultural e comunitária.Ações educativas e difusão gratuita Serão produzidos e distribuídos 200 exemplares dos “Cadernos de Saberes Tradicionais”, publicação educativa resultante das oficinas e encontros culturais. A versão digital será disponibilizada gratuitamente em redes institucionais e canais comunitários, ampliando o acesso aos conteúdos formativos e fortalecendo o reconhecimento dos saberes locais como patrimônio imaterial da Amazônia.Acessibilidade e inclusão sociocultural O projeto adota um plano de acessibilidade formativa, que inclui intérprete de Libras nos principais eventos, produção de materiais digitais acessíveis e formação da equipe em práticas de inclusão cultural. A abordagem educativa é intergeracional e baseada na diversidade de linguagens — oralidade, corpo, som, escrita e convivência —, o que naturalmente amplia a inclusão de diferentes perfis e modos de aprender.

Ficha técnica

Proponente / Entidade Executora: Instituto IBRANOVA – Instituto Brasileiro de Inovação e Desenvolvimento Sustentável Sede: Brasília – DF Natureza Jurídica: Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) Coordenação GeralAnderson Formiga – Coordenador Geral Responsável por planejar e acompanhar a execução do projeto, garantindo o cumprimento do objeto, das metas e do cronograma. Supervisiona as equipes técnica, pedagógica e administrativa, assegurando a coerência institucional e o cumprimento das obrigações legais da Lei Rouanet. Produção ExecutivaDanielle Freitas – Produtora Executiva Responsável pela gestão estratégica, operacional e institucional do projeto. Atua na articulação com patrocinadores, órgãos públicos, instituições parceiras e comunidades locais. Coordena a execução administrativa, orçamentária e de comunicação, assegurando o alinhamento das ações à proposta cultural e pedagógica do Banco da Floresta. Coordenação de ProduçãoRafaela Coiro – Coordenadora de Produção Responsável pela coordenação técnica e logística de campo, montagem e execução das atividades presenciais. Gerencia fornecedores, equipes de apoio e cronogramas operacionais, garantindo o bom funcionamento das oficinas, encontros e feiras culturais. Coordenação Pedagógica[A Definir] – Coordenador(a) Pedagógico(a) Responsável pela concepção metodológica e acompanhamento do plano de formação em educação patrimonial. Supervisiona o trabalho dos oficineiros e educadores, assegura a coerência entre tradição e metodologia participativa, e acompanha a produção dos Cadernos de Saberes Tradicionais. Mestre da Cultura / Condutor PedagógicoAntônio Francisco dos Santos Puyanawa – Mestre Grio da Floresta Guardião de saberes e referência espiritual e pedagógica do projeto. Conduz as oficinas de contação de histórias, oralidade, espiritualidade e modos de viver da floresta. Responsável por orientar o conteúdo dos Cadernos de Saberes Tradicionais e pela formação dos Jovens Guardiões da Floresta. Oficineiros e Facilitadores LocaisEquipe de Mestres e Educadores da Comunidade Puyanawa Responsáveis pela condução das oficinas temáticas (plantas medicinais, culinária tradicional, cantos e escrita dos saberes). Atuam na formação prática dos participantes e no intercâmbio de saberes entre gerações. Equipe Local de Apoio ComunitárioLideranças e Jovens da Comunidade de Rodrigues Alves – AC Responsáveis por mobilizar o público, organizar o espaço físico da Casa da Floresta e auxiliar na logística das atividades. Compõem o núcleo de base do Banco da Floresta, garantindo a permanência das ações após o encerramento do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (2)
Rodrigues Alves AcreBrasília Distrito Federal