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PRONAC 2515377Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica - Forró na Escola: 3ª Edição - Salvaguardando o Futuro do Forró

ASSOCIACAO DOS FORROZEIROS DE ALAGOAS - ASFORRAL
Solicitado
R$ 109,3 mil
Aprovado
R$ 109,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
AL
Município
Maceió
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica _ Forró na Escola: 3ª Edição _ Salvaguardando o Futuro do Forró é uma ação gratuita que une arte, formação e salvaguarda cultural. O festival parte da ideia de que o forró conta a história do povo nordestino, revelando sua vida, política, costumes e relação com a natureza. A programação inclui 10 palestras interativas em escolas públicas, 10 palestras para professores, nas quais eles aprendem a utilizar o forró como ferramenta lúdica de ensino interdisciplinar, o Curso de Introdução ao Pífano (3 meses, 15 alunos, com o Mestre Gama) e um evento de encerramento acessível à comunidade. O projeto promove educação patrimonial, inclusão cultural e valorização dos mestres e saberes tradicionais, fortalecendo o forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e de Alagoas.

Sinopse

O Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica – Forró na Escola: 3ª Edição – Salvaguardando o Futuro do Forró é um projeto gratuito de formação e difusão cultural que integra arte, educação e patrimônio imaterial, promovendo a transmissão dos saberes tradicionais e a formação de novos públicos para o forró — reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN, Processo nº 2103.019279/2022) e do Estado de Alagoas (Lei nº 8.506/2022).A proposta articula cultura e educação por meio de atividades acessíveis voltadas a estudantes, professores e à comunidade, fortalecendo o papel do forró como expressão identitária e ferramenta pedagógica.O festival compreende quatro produtos complementares:Palestras Interativas em Escolas Públicas – apresentações com trio de forró e casal de dançarinos, conduzidas por Rosiane Pedrosa (Mestre Girô), que abordam os ritmos, mestres e a história do forró, incentivando o reconhecimento do gênero como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina.Formações para Professores da Rede Pública – encontros formativos que apresentam metodologias baseadas no Caderno Forró na Escola, mostrando como o forró pode ser usado como recurso didático interdisciplinar. Serão distribuídas 1.000 cartilhas educativas gratuitas, em formato impresso e digital.Curso de Introdução ao Pífano – formação musical com 15 alunos, ministrada pelo Mestre Gama na Escola de Artes do CEPA, com duração de três meses. O curso promove a iniciação musical e a preservação de um instrumento tradicional das matrizes do forró, em processo de registro no IPHAN (Processo nº 01450.007197/2016-48).Evento de Encerramento Aberto à Comunidade – culminância das ações com apresentação dos alunos formados no curso de pífano, show de forró acessível com tradução em Libras, audiodescrição e palco adaptado, além da participação do Bumba Meu Boi, integrando música, dança e tradição oral em uma celebração aberta ao público.Complementando as atividades, serão produzidos e distribuídos panfletos informativos, ecobags, bottons e adesivos, além de registros fotográficos e audiovisuais disponibilizados em formato acessível no site oficial e nas redes sociais do projeto, ampliando o alcance e o legado educativo.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral:Promover a salvaguarda, difusão e valorização do forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN, Processo nº 2103.019279/2022) e do Estado de Alagoas (Lei nº 8.506/2022), por meio do Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica _ Forró na Escola, uma ação gratuita que integra arte, ensino e cidadania. O projeto visa assegurar a transmissão dos saberes tradicionais pelos próprios fazedores de cultura, fortalecer a formação de público e a sustentabilidade da cadeia produtiva do forró, em consonância com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e com o direito constitucional à cultura.Objetivo Específico:1. Realizar 10 palestras interativas em escolas públicas, conduzidas por Rosiane Pedrosa (Mestre Girô), com trio de forró e casal de dançarinos, apresentando o forró como uma aula viva sobre a história, a política, os costumes e a natureza do povo nordestino. As atividades incluirão demonstrações práticas dos estilos (xote, baião, xaxado, coco, arrasta-pé e embolada) e a valorização dos mestres do forró alagoano, como Gerson Filho, Clemilda e Peter Pan.2. Ofertar 10 formações pedagógicas para professores, nas quais eles aprendem a utilizar o forró como ferramenta lúdica de ensino interdisciplinar, com base no Caderno Forró na Escola. As formações integrarão letras, contextos históricos e práticas musicais a disciplinas como História, Geografia, Artes, Ciências e Língua Portuguesa. Serão distribuídas 1.000 cartilhas educativas (impressas e digitais), e os participantes receberão certificados de participação.3. Executar o Curso de Introdução ao Pífano, com 15 vagas gratuitas e duração de três meses (duas aulas semanais), ministrado pelo Mestre Gama na Escola de Artes do CEPA. O curso promoverá a iniciação musical e artesanal, ensinando os alunos a confeccionar o próprio pífano em PVC e a tocar repertórios tradicionais, salvaguardando um instrumento ancestral presente nas matrizes do forró e reconhecido pelo IPHAN como patrimônio em processo de registro.4. Realizar um evento público de encerramento, aberto à comunidade, com show de forró acessível (audiodescrição, tradução em Libras e palco adaptado) e apresentação dos alunos do curso de pífano, integrando escolas, professores, mestres e público local em um momento de celebração da cultura nordestina.5. Promover ações de inclusão cultural em escolas e instituições parceiras, como a Escola Estadual de Cegos Cyro Accioly e o Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez Prof.ª Joelina Cerqueira (CAS), assegurando a participação efetiva de pessoas com deficiência visual e auditiva.6. Produzir e distribuir materiais educativos e de visibilidade cultural, como 2.500 panfletos informativos, 30 ecobags, 400 bottons e 1.000 adesivos, reforçando o sentimento de pertencimento, a comunicação visual e a difusão do conteúdo pedagógico.7. Contribuir para a formação de público e geração de demanda cultural, ampliando a presença do forró em diferentes territórios e períodos do ano, fortalecendo sua cadeia produtiva e simbólica para além do ciclo junino.8. Disponibilizar materiais pedagógicos e audiovisuais acessíveis no site oficial do projeto, assegurando transparência, continuidade e acesso público ao legado cultural.

Justificativa

O Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica - Forró na Escola: 3ª Edição - Salvaguardando o Futuro do Forró fundamenta-se no princípio constitucional do direito à cultura (Artigos 215 e 216 da Constituição Federal), que assegura a todos os cidadãos o acesso às fontes da cultura nacional e a valorização das manifestações dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. O projeto reconhece o forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN, Processo nº 2103.019279/2022) e do Estado de Alagoas (Lei nº 8.506/2022), reafirmando seu papel como expressão legítima da identidade e da memória do povo nordestino.O festival depende do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) para sua execução, por se tratar de uma ação 100% gratuita, educativa e de interesse público, sem fins lucrativos e sem geração de receita própria. Seu objetivo é promover a educação patrimonial e a salvaguarda participativa do forró, fortalecendo a transmissão dos saberes tradicionais e a valorização dos mestres populares. Todas as atividades — palestras, capacitações, curso e evento de encerramento — serão gratuitas e acessíveis à população, com prioridade para escolas públicas, educadores e comunidades em situação de vulnerabilidade.O projeto se enquadra nos incisos II, III, IV, V, VI, VII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao:(II) estimular a produção cultural regional e local;(III) apoiar e difundir manifestações culturais populares e afro-brasileiras;(IV) estimular a produção cultural independente;(V) preservar e difundir o patrimônio cultural e histórico;(VI) promover o desenvolvimento cultural das regiões menos favorecidas;(VII) apoiar projetos especiais de caráter cultural; e(IX) propiciar meios para o conhecimento dos bens e valores culturais.Atende também aos objetivos I, II, III, IV, V, VII e VIII do Art. 3º, ao:(I) contribuir para a formação cultural e a circulação de bens culturais;(II) assegurar o pleno exercício dos direitos culturais;(III) valorizar e difundir as manifestações culturais regionais e locais;(IV) proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;(V) apoiar a produção e difusão cultural, fortalecendo a identidade nacional;(VII) preservar e difundir o patrimônio cultural material e imaterial; e(VIII) possibilitar o acesso gratuito e a fruição dos bens culturais por comunidades de menor poder aquisitivo.O festival adota uma metodologia que valoriza o saber-fazer dos mestres populares, em conformidade com a Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (2003), ratificada pelo Brasil. Assim, os instrutores e mediadores são os próprios fazedores de cultura - guardiões da tradição forrozeira e representantes vivos da memória popular, como o Mestre Gama, Sandoval Norberto e Rosiane Pedrosa. Essa escolha reafirma que a salvaguarda do patrimônio imaterial deve ocorrer com a participação ativa dos detentores do saber, garantindo legitimidade, pertencimento e continuidade cultural.As ações do festival incluem 10 palestras interativas em escolas públicas, 10 capacitações pedagógicas para professores, um Curso de Introdução ao Pífano (3 meses, 15 alunos, ministrado pelo Mestre Gama na Escola de Artes do CEPA) e um evento de encerramento aberto à comunidade, com audiodescrição, tradução em Libras e materiais acessíveis.O curso de pífano reforça a dimensão da salvaguarda musical, resgatando um instrumento ancestral das matrizes do forró _ presente no baião, no xaxado e no coco _ e cuja prática está em processo de registro no IPHAN (Processo nº 01450.007197/2016-48), visando à preservação das bandas de pífanos do Brasil, um saber tradicional em risco de desaparecimento.A equipe é composta majoritariamente por pessoas negras, mulheres, idosos (60+), pessoas com deficiência e artistas LGBTQIA+, refletindo a diversidade social e estética do forró. O projeto promove ainda formação de público e geração de demanda cultural, levando o forró a diferentes territórios e períodos do ano, fortalecendo a sustentabilidade da cadeia produtiva historicamente vinculada ao ciclo junino.Como ação de democratização e legado pedagógico, serão produzidos 2.500 panfletos informativos e 1.000 cartilhas educativas (impressas e digitais), distribuídas gratuitamente em escolas e comunidades. Dessa forma, o festival contribui para a difusão, preservação e salvaguarda do forró, o fortalecimento da identidade cultural nordestina e a formação cidadã, justificando plenamente sua execução e financiamento pelo Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).

Estratégia de execução

A ASFORRAL – Associação dos Forrozeiros de Alagoas é uma entidade cultural sem fins lucrativos, fundada em 2011 e reconhecida como Ponto de Cultura, com atuação contínua na preservação, difusão e salvaguarda do forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN, Processo nº 2103.019279/2022) e do Estado de Alagoas (Lei nº 8.506/2022).Ao longo de mais de uma década, a ASFORRAL consolidou sua credibilidade técnica e capacidade de gestão por meio da execução de projetos em parceria com o IPHAN, Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas, Prefeitura de Maceió, PNAB – Política Nacional Aldir Blanc, Cultura Viva, FMAC – Fundação Municipal de Ação Cultural, CBTU, e outras instituições públicas e comunitárias.Entre suas principais realizações destacam-se:- o Festival Itinerante Palco Móvel do Forró José Lessa, em sua 2ª edição (2025), com 6 apresentações em praças públicas, público estimado em 5 mil pessoas e ações de acessibilidade e difusão;- o Forró na Praia, realizado há quatro anos ininterruptos na rua fechada da Ponta Verde, em parceria com o Espaço de Dança Geruza Malta, promovendo shows semanais e aulas públicas de forró;- o Bloco Forrozeiros na Folia, que chega à sua 6ª edição em 2026, desfilando com um trio elétrco durante o carnaval de maceió, também conta com o tradicional concurso de enredo de frevo sanfonado, que recebe em média 15 músicas inscritas por ano;- o Festival Forró do Povo, projeto de valorização da música nordestina e fortalecimento da economia criativa local;- a curadoria musical do Trem do Forró, em parceria com a CBTU, a FEMAC e a SEMCE, promovendo circulação cultural e inclusão artística;- e o Polo de Forró de Raiz de Maceió, desenvolvido junto à FMAC, reunindo mestres, sanfoneiros e trios tradicionais em ações de formação e difusão cultural.A ASFORRAL também executou duas edições do projeto Forró na Escola, alcançando 11 escolas estaduais e 1.500 alunos na primeira edição e 6 escolas municipais e 800 alunos na segunda. Essas experiências consolidaram uma metodologia pedagógica testada e reconhecida, que alia cultura popular, educação patrimonial e interdisciplinaridade.Essas ações comprovam a exequibilidade técnica, gerencial e financeira da associação, que possui equipe própria, rede de artistas associados e infraestrutura de mobilização cultural. A entidade atua com acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, gestão transparente e capacidade de articulação com diferentes esferas públicas.O projeto Forró na Escola – 3ª Edição dá continuidade a esse percurso, reafirmando a vocação da ASFORRAL para formar públicos, fortalecer a identidade nordestina e promover a salvaguarda do forró como expressão viva da cultura brasileira.

Especificação técnica

1. Palestras Interativas – “O Forró como Patrimônio e Identidade Cultural”- Formato: Apresentações pedagógicas com trio de forró e casal de dançarinos.- Carga horária: 2 horas por escola.- Quantidade: 10 apresentações.- Público estimado: 200 a 300 alunos por escola.- Conteúdo: História e ritmos do forró (xote, baião, xaxado, coco, arrasta-pé), mestres e artistas alagoanos, e a importância do forró como expressão identitária.- Equipe: Rosiane Pedrosa (Mestre Girô – mediação pedagógica), trio de forró, casal de dançarinos, intérprete de Libras e assistente técnico.- Recursos técnicos: Sistema de som, microfones, instrumentos musicais e banners de apoio visual.- Acessibilidade: Libras, audiodescrição, linguagem simples e realização em espaços acessíveis.2. Formações de Professores da Rede Pública- Formato: Encontros formativos com demonstrações musicais e dinâmicas pedagógicas.- Carga horária: 3 horas por formação.- Quantidade: 10 encontros.- Público estimado: 30 professores por formação.- Conteúdo: Metodologias de ensino interdisciplinar baseadas no Caderno Forró na Escola, utilizando o forró como recurso didático em História, Geografia, Artes, Ciências e Língua Portuguesa.- Material didático: Distribuição gratuita de 1.000 cartilhas educativas (impresso e digital).- Recursos técnicos: Sistema de som, microfones, instrumentos musicais e banners de apoio.- Acessibilidade: Linguagem simples, intérprete de Libras, material digital acessível e realização em espaços acessíveis.3. Curso de Introdução ao Pífano – “Saberes Musicais do Nordeste”- Local: Escola de Artes do CEPA.- Duração: 3 meses (duas aulas semanais, 2h/aula).- Vagas: 15 alunos.- Instrutor: Mestre Gama.- Conteúdo: Introdução teórica e prática ao pífano; confecção artesanal do instrumento em PVC; noções de ritmo, respiração e execução de repertório tradicional do forró.- Materiais: Pífanos individuais confeccionados em oficina, apostila digital e audiovisual de apoio.- Acessibilidade: Espaço acessível, linguagem simples e acompanhamento pedagógico adaptado.4. Evento de Encerramento – “Celebração do Forró e dos Saberes Populares”- Formato: Ação pública gratuita de culminância do festival.- Local: Praça ou espaço público acessível.- Duração: 1 dia (aprox. 4 horas).- Conteúdo: Apresentação dos alunos do curso de pífano, show de forró com trio convidado e participação do Bumba Meu Boi, integrando música, dança e tradição oral.- Recursos técnicos: Palco adaptado, som, iluminação, intérprete de Libras, audiodescrição e sinalização acessível.- Acessibilidade: Física, de conteúdo e atitudinal, garantida em toda a estrutura do evento.5. Materiais de Apoio e de Visibilidade- Itens produzidos:-- 2.500 panfletos informativos-- 1.000 cartilhas educativas-- 400 bottons-- 1.000 adesivos-- 30 ecobagsDistribuição: Gratuita durante as palestras, formações e evento de encerramento.Finalidade: Fortalecer o engajamento do público e ampliar a visibilidade do projeto.6. Registro e Difusão- Registros audiovisuais e fotográficos de todas as etapas.- Publicação online no site oficial e redes sociais, com descrição alternativa, legendas e contraste adequado.- Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

O Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica – Forró na Escola: 3ª Edição – Salvaguardando o Futuro do Forró, foi concebido com base no princípio do acesso universal à cultura, garantindo acessibilidade física, de conteúdo e atitudinal em todas as suas etapas.1. Acessibilidade FísicaAs ações presenciais serão realizadas em escolas públicas e equipamentos acessíveis, que já contam com rampas, banheiros adaptados e sinalização adequada. A equipe técnica fará visitas prévias para assegurar as condições de circulação de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. O evento de encerramento será em espaço público plano e com palco adaptado. A localização será escolhida estrategicamente pela facilidade de acesso por transporte público, garantindo inclusão territorial e arquitetônica.2. Acessibilidade de ConteúdoTodo o conteúdo educativo e artístico será produzido de forma acessível. As palestras e apresentações realizadas na Escola Estadual de Cegos Cyro Accioly e no Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez Prof.ª Joelina Cerqueira (CAS) contarão com intérpretes de Libras e audiodescrição. Os materiais pedagógicos e cartilhas digitais seguirão diretrizes de linguagem simples e fonte ampliada, conforme o modelo do Caderno Forró na Escola, além de versão digital compatível com leitores de tela. O site oficial do projeto será desenvolvido com padrões de acessibilidade web (WCAG/eMAG), incluindo contraste de cores, navegação por teclado e textos alternativos em imagens.3. Acessibilidade AtitudinalA equipe do festival é composta por pessoas com deficiência, como a fotógrafa Karol Lessa e o sanfoneiro José Tintino, líder de um dos trios de forró, assegurando representatividade e protagonismo dentro do projeto. Todas as atividades serão conduzidas em ambiente inclusivo, de respeito à diversidade e à convivência entre diferentes públicos. A mediação pedagógica, conduzida por Rosiane Pedrosa (Mestre Girô), enfatiza a empatia, o diálogo e o reconhecimento da diversidade humana como valores centrais da experiência cultural.

Democratização do acesso

Todos os produtos e atividades do Festival de Educação Patrimonial e Pedagógica – Forró na Escola: 3ª Edição – Salvaguardando o Futuro do Forró serão gratuitos e de acesso público, sem cobrança de ingressos ou contrapartidas financeiras. As ações serão realizadas em escolas públicas estaduais e municipais, priorizando unidades localizadas em bairros periféricos e regiões de menor acesso à cultura, garantindo a participação de estudantes, professores e comunidades que raramente têm contato com o forró em sua dimensão artística, educativa e patrimonial.O festival parte da ideia de que o forró conta a história do povo nordestino — sua vida, política, costumes e relação com a natureza — e propõe a democratização do acesso por meio de 10 palestras interativas em escolas públicas, 10 capacitações pedagógicas para professores, um Curso de Introdução ao Pífano (3 meses, 15 alunos, ministrado pelo Mestre Gama na Escola de Artes do CEPA) e um evento público de encerramento aberto à comunidade. Todas as ações serão realizadas de forma inclusiva, acessível e gratuita, articulando arte, formação e cidadania cultural.As palestras e formações ocorrerão em escolas públicas adaptadas, com recursos audiovisuais, mediação pedagógica e demonstrações artísticas, contando com intérprete de Libras e audiodescrição nas instituições especializadas — a Escola Estadual de Cegos Cyro Accioly e o Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez Prof.ª Joelina Cerqueira (CAS). O projeto assegura acessibilidade arquitetônica, comunicacional e pedagógica, garantindo participação plena de pessoas com deficiência visual e auditiva.O Curso de Introdução ao Pífano, gratuito e prioritário para alunos da rede pública e em vulnerabilidade social, proporcionará instrumentos individuais, apostilas digitais e certificados de conclusão. Ministrado pelo Mestre Gama, o curso estimula a transmissão de um saber tradicional em risco de desaparecimento, cuja salvaguarda está em processo de registro no IPHAN (Processo nº 01450.007197/2016-48) de um instrumento tão importante para as matrizes tradicionais do forró.O evento de encerramento será aberto à comunidade e marcará o ponto culminante da democratização cultural do projeto. A programação contará com a apresentação pública dos alunos do curso de pífano, presenças institucionais, participação da comunidade escolar e um show de forró acessível, com audiodescrição, tradução em Libras, palco adaptado e sinalização inclusiva. Como medidas complementares de democratização e visibilidade cultural, o festival prevê a produção e distribuição gratuita de:- 1.000 cartilhas educativas (impressas e digitais), entregues nas capacitações de professores;- 2.500 panfletos informativos sobre o projeto e suas ações;- ecobags, bottons e adesivos como materiais educativos e de visibilidade;- materiais audiovisuais e apostilas digitais acessíveis, disponibilizados no site oficial com descrição alternativa, contraste adequado e legendas.Os conteúdos digitais seguirão diretrizes de acessibilidade (WCAG/eMAG), permitindo navegação por leitores de tela, contraste de cores e linguagem simples. Os registros audiovisuais das atividades serão publicados nas redes sociais e no site, ampliando o acesso público, a memória cultural e a transparência da execução.Essas ações asseguram democratização integral do acesso, abrangendo:- Acesso territorial, ao descentralizar as atividades em diferentes bairros e escolas;- Acesso econômico, por oferecer todas as ações de forma gratuita;- Acesso simbólico e pedagógico, ao transformar o forró em ferramenta de aprendizado e pertencimento;- Acesso comunicacional e digital, com materiais acessíveis e gratuitos online;- Acesso cultural e social, ao incluir crianças, jovens, mulheres, pessoas negras, PCDs e comunidades periféricas.- Assim, o festival reafirma seu compromisso com a difusão e salvaguarda do forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN, Processo nº 2103.019279/2022) e do Estado de Alagoas (Lei nº 8.506/2022), consolidando-se como uma iniciativa de formação, inclusão e cidadania cultural que amplia o acesso à cultura popular e fortalece a identidade nordestina em sua pluralidade.

Ficha técnica

ASFORRAL – Associação dos Forrezeiros de Alagoas Entidade sem fins lucrativos, com mais de 15 anos de atuação contínua na salvaguarda, difusão e valorização do forró como Patrimônio Cultural Imaterial. Reconhecida como utilidade pública municipal e estadual, a ASFORRAL possui equipe técnica consolidada, estrutura administrativa regular e ampla experiência na execução de projetos com recursos públicos e privados, assegurando plena exequibilidade técnica, administrativa e financeira.Direção Geral – Rosiane Pedrosa Economista (UFAL), produtora cultural e presidente da ASFORRAL. Atua há mais de 20 anos na salvaguarda do forró e foi uma das articuladoras do reconhecimento do gênero como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. É idealizadora e produtora executiva dos projetos Forró na Escola e Festival Itinerante Palco Móvel do Forró José Lessa (1ª e 2ª edições). Como mestre-girô, é responsável pelas palestras e pela formação de professores, integrando educação patrimonial e cultura popular.Produção Executiva – Celina Cerqueira Gestora cultural e designer com mais de 20 anos de experiência em produção e comunicação cultural. Produtora executiva das duas edições anteriores do Festival Palco Móvel do Forró José Lessa e do projeto Forró na Escola, ambos reconhecidos por suas ações de educação patrimonial e inclusão cultural. Atua também como produtora do Festival Universo Paralello, em sua 18ª edição, coordenando equipes, logística e execução de grandes eventos culturais.Curadoria Musical – Sandoval Norberto Cantor, compositor, percussionista e maestro, Sandoval Norberto Baltazar é uma das figuras mais respeitadas do forró alagoano, com mais de 60 anos de trajetória artística. É reconhecido como formador de músicos e curador de repertórios tradicionais, tendo dirigido espaços de referência como o Forró do Cortiço e orientado trios de forró em todo o estado. No festival, é responsável pela curadoria musical e orientação dos artistas convidados, garantindo autenticidade, coerência estética e fidelidade às matrizes do forró de raiz.Assistente Administrativo e Tesoureiro – Giseldo Romeiro Músico e colaborador da ASFORRAL. Atua como tesoureiro da entidade e responsável pelo acompanhamento administrativo e financeiro do projeto, controle de documentos, cronogramas e suporte aos processos de contratação.Coordenação de Comunicação – Luciano Txu (Mandu Lab) Designer e coordenador de comunicação da ASFORRAL. Responsável pela identidade visual e estratégia de comunicação integrada do projeto, atuando na supervisão de conteúdo, material impresso, redes sociais e divulgação audiovisual.Designer e Captação de Vídeo – Francisco Sormani Souza Designer e produtor cultural com experiência em identidade visual e audiovisual. Trabalhou nas edições anteriores do Forró na Escola e atua atualmente na equipe do projeto Portugal em Cena. É responsável pela criação de materiais gráficos e captação de vídeos das apresentações e atividades do festival.Mestre da Cultura Popular – Zé Tintino Mestre de coco e embolada, com mais de 40 anos de trajetória. Integrante de um dos trios de forró de raiz do festival, representa a tradição oral e a transmissão de saberes populares. Atua nas apresentações e nos intervalos musicais, promovendo diálogo entre o forró e o repente.Trio de Forró de Raiz (Artistas Convidados) Dois trios por edição, com repertório de aproximadamente 20 músicas (xote, baião, xaxado e arrasta-pé). Músicos e cantores com trajetória consolidada na música regional nordestina, preservando o estilo tradicional do forró pé de serra.Casal de Dançarinos e Interpretação da Boneca de Mamulengo – Beto Silva e Narla Alcântara Instrutores e dançarinos com ampla experiência na valorização do forró como expressão cultural e turística. Dirigem uma academia de dança voltada ao forró tradicional e se apresentam em casas de referência para o turismo, como a Budega do Zito. São responsáveis pelos aulões de dança abertos à comunidade e pelas apresentações da Boneca de Mamulengo, que integram teatro popular, dança e música.Técnico de Som e Iluminação – Gil Neves Músico e técnico com experiência em eventos culturais e festivais de forró. Responsável pela montagem e operação do Palco Móvel do Forró, sonorização e iluminação das apresentações.Mestre de Cerimônias – Mário do Forró Cantor, produtor e apresentador com mais de 30 anos de trajetória no forró alagoano. Conduz as apresentações, contextualiza as homenagens e realiza as falas de mediação com o público, fortalecendo o caráter educativo do festival.Fotografia e Registro Audiovisual – Karol Lessa Fotógrafa com experiência em registro de eventos culturais e documentação patrimonial. Responsável pela fotografia e registros audiovisuais das atividades, garantindo o acervo documental do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Maceió Alagoas