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A Mostra Violas Brasileiras: da Raiz ao Contemporâneo tem como missão divulgar as diversas violas produzidas no Brasil e seus construtores, evidenciando as comunidades onde esses instrumentos são construídos. Sua realização em Brasília, local que amplificará o alcance da iniciativa e dará maior visibilidade aos participantes. Por meio de apresentações musicais de grupos, duplas e solos, seminários e oficinas , pretende-se ressaltar a importância da cultura violeira na formação da identidade do povo brasileiro.
A 2a. Mostra Violas Brasileiras tem como objetivo principal abrir espaço para o protagonismo das comunidades seus festejos com suas danças e cantorias. Através dessa resistência é que se fortalece o projeto em suas raízes, ao mesmo tempo, que vislumbra voos mirantâneos para a viola, devido ao número imenso de instrumentistas, com suas ricas e singulares linguagens. O público alvo são todos os interessados pela cultura brasileira, as tradições das comunidades e público em geral. O Centro Cultural BB em BRasilia, conta com um auditório para 500 pessoas, e toda infraestrutura para receber nossos convidados e público, o ingresso será gratuito e faremos parcerias com Escolas de Música, Universidades e Faculdades de Música, Associações Culturais, Movimento Negro, LGBTQIA+, Cooperativas de Catadores e Sindicatos para se beneficiarem tanto das Oficinas e Palestras, quanto das apresentações. Queremos atingir as Escolas Públicas dando oportunidades para inclusão de alunos nesse universo. Levar a cultura aos trabalhadores e trabalhadoras do comercio, da indústria, e divulgar e dar acesso a cultura brasileira e as tradições culturais do Brasil Rural ao maior número possível de pessoas. Todo o evento será gravado para posteriormente ser inserido nas redes sociais do Projeto e dos envolvidos. Serão 3 dias e 6 apresentações com Violeiros e Violeiras do País, onde a viola caipira e outras violas brasileiras estarão presentes. Ainda ocorrerão 2 seminários sobre as Violas Brasileiras. A 2a. MOSTRA VIOLAS BRASILEIRAS é a oportunidade de apresentar ao público o seu comprometimento com a Cultura do Povo Brasileiro que resiste há séculos com suas tradições, seu cantos, sua música, sua forma de viver, de realizar seus trabalhos e assim enriquecer e permanecer com a identidade das culturas locais. E ainda contribui para a organização de toda uma cadeia produtiva que liga as ações culturais à geração de renda, sustentabilidade, educação, cultura de paz, entre tantos outros aspectos.
Objetivo Geral. Realizar a MOSTRA VIOLAS BRASILEIRAS: DA RAIZ AO CONTEMPORÂNEO, durante 3 dias de apresentações de música e dois seminários, sendo um sobre "O papel das violas e dos violeiros nas comunidades rurais" e outro referente "A Cadeia produtiva das Violas Brasileiras"; oportunizando momentos de troca de saberes, registros, divulgação e valorização da família das violas brasileiras, e de seus violeiros e violeiras. Objetivos Específicos. - Apresentar a mostra durante 3 dias;- Realizar 6 apresentações de artistas violeiros/as e suas linguagens refgionais;- Registrar o evento em aúdio e vídeo para publicação em canal do youtube; - Oferecer 2 seminários antes da apresentação dos artistas em dias diferentes; - Executar 2 oficinas sobre a Família das Violas Brasileiras em escolas públicas.
"Antonce se a gente veve lutando Antonce a gente deve se arreuni Antonce se a gente veve lutando Vale mais, vale mais, vale mais A gente se arreuni Antonce se a gente já veve lutando Antonce eu peço pra gente se arreuni..." A música de Chico Maranhão gravada por Doroty Marques fala da importância de se ‘arreuni’, lutar por uma causa, pela paz, pela felicidade e pelo amor. Lutar e resistir, ligar e religar, estar e ajuntar. A 2a Mostra Violas Brasileiras acontece nesse sentido, de unir todos aqueles, que de alguma forma contribuem na luta de resistência para manter viva a identidade da cultura violeira no Brasil. O Evento deve reunir nos 3 dias os mais diversos componentes da cultura violeira brasileira, tocadores/as, compositores/as, cantores/as, estudiosos/as, pesquisadores/as, caipiras, sertanejos/as, caboclos/as, caiçaras, amantes, curiosos/as, trabalhadores e trabalhadoras que de alguma forma fazem parte da resistência cultural das comunidades. conforme o Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; 18 d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; O Projeto coloca como protagonista o trabalhador e a trabalhadora, que entre a difícil lida na roça ou nos rios das lavadeiras e dos pescadores, na confecção de artesanato com o extrativismo do capim dourado, do coco ou da caixeta, ainda encontram um motivo para celebrar e comemorar cada data importante, com suas manifestações, rituais e liturgias, passadas de pais para filhos/as, um conhecimento ancestral talhado na labuta, mas também na arte, na cantoria e na alegria de viver com suas crenças e costumes. A luta pela sobrevivência da identidade de cada lugar se faz presente no dia a dia das comunidades. Aos mais velhos cabe à passagem das receitas culinárias tradicionais aos filhos/as, a transmissão das técnicas de fabricação das ferramentas para confecção das violas, o ensino dos métodos de tocar a viola e suas cantorias, e ainda, a formação ética e moral, geralmente baseados na força, na resiliência, na solidariedade e na honestidade. Ao violeiro, o papel de agregar à comunidade, alegria e devoção, onde cada festa é motivo para comemorar a vida. À viola, cabe a função de harmonizar e alegrar esses eventos tão importantes para cada uma das cinco regiões do Brasil, com seus sons e ritmos, faz dançar, cantar, bater palmas e alegrar toda a gente. A viola tem o som místico, espiritual, que vem da alma do trabalhador e trabalhadora nos rincões do Brasil. A união dos representantes de cada manifestação popular, de músicos, instrumentistas, fabricantes e pesquisadores em torno dessa família de violas se faz necessário e presente. Buscar e entender as raízes dessa cultura nos faz pensar e repensar nossa identidade enquanto povo, ao mesmo tempo em que busca um "Lugar de Fala" para essa família e essas comunidades. A parceria com o MINC através da Lei de Incentivo irá proporcionar um documento importante, a realização de trocas e saberes, valorização de mestres e mestras da cultura Brasileira. A MOSTRA VIOLAS BRASILEIRAS CONTEMPLA OS SEGUINTES INCISOS DOS Art. 1o.da Lei 8313/91. I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País.
No início de 2023, Júlio José, da produtora Violas Brasileiras começou a perceber a necessidade de unir os artistas, violeiros, violeiras e pesquisadores para defender e buscar junto ao IPHAN o reconhecimento da viola como patrimônio nacional. Criou-se à partir deste entendimento a necessidade de organizar um grande encontro de violeiros e seus vários tipos de violas, na tentativa de fortalecer a cultura caipira/sertaneja; como também através de seminários com pesquisadores defender a existência das Violas Brasileiras ( são 8: Buriti, Cabaça, Caipira, 12 cordas, Dinâmica, Machete, de Cocho e Caiçara). Além dos pesquisadores de universidades como: Bruno Baroneti - mestre e doutor História Social pela USP, André Moraes - Mestre educação musical pela USP, Rainer Miranda - docente e pesquisador UNIVASF, Helenice Camargo Letras USP Gestão Cultural USP, Saulo Alves - Mestrado Música UFGe doutorado em Educação UNICAMP, Sidnei Duarte - Mestre Música Contemporânea e doutor pela UFMT, Cassio Nobre - Doutor em Etnomusicologia UFB; temos outros "mestres" e divulgadores culturais de suas comunidades. Foram várias reuniões discutindo com acadêmicos violeiros, artistas e representantes de organizações e comunidades, que a ideia se materializou na 1ª Mostra de Violas Brasileiras que aconteceu em 2024 com patrocínio do Conselho Nacional do SESI e apoio do Centro Cultural do Banco do Brasil de São Paulo. Foram 3 dias de mostra com apresentações de artistas, trazendo como protagonista os diferentes tipos de violas. Formou-se, portanto, uma rede nacional de violeiros e violeiras que querem buscar reconhecimento e defender sua identidade artística e cultural das violas. Além de todos os pesquisadores, organizações importantes e reconhecidas fazem parte a Violas Brasileiras Produções como empresa que tem a missão de realizar projetos que envolvam a família das Violas Brasileiras e divulgar e incentivar a cultura da família das violas, protagonizando as comunidades onde estão inseridas e o contexto histórico de evolução desses instrumentos dentro dessas comunidades. O projeto é parceiro de movimentos artísticos e culturais, como associações, coletivos e pesquisadores em todo o Brasil. Auxiliamos na elaboração de projetos, organização de Festivais e Encontros, entre eles: FESMURP - Festival de Musica Raiz de Pardinho, UCRAN - União dos Cordelistas, Repentistas e Apologistas do Nordeste (projetos e produção musical) e a ABAS - Associação Brasileira dos Artistas Sertanejos (projetos e produção musical). Após o sucesso da primeira mostra, realizamos ainda no final de 2024, a 2ª Mostra de Violas Brasileiras: Linguagens SP, durante dois dias apresentando os artistas violeiros com suas diferentes linguagens (Wilson Dias, Moreno Overá, Fabrício Conde, Ivan Vilela, Hugo Lins, Mel e Bruno Sanches) A MOSTRA VIOLAS BRASILEIRAS é a oportunidade de apresentar ao público a Cultura do Povo Brasileiro que resiste ha séculos com suas tradições, seus cantos, sua música, sua forma de viver, de realizar seus trabalhos e assim enriquecer e permanecer com a identidade das culturas locais, ainda contribui para a organização de toda uma cadeia produtiva que liga as ações culturais à Geração de Renda, Sustentabilidade, Educação, Cultura de Paz, entre tantos outros aspectos.
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA : LIVRE Serão 3 dias e 6 apresentações com Violeiros e Violeiras do País, onde a viola caipira e outras violas brasileiras estarão presentes. Cada apresentação musical terá em torno de 45m de duração, somando um total de 2h 30 de música por dia. São apresentações consecutivas, contando com 2 shows por dia. Os seminários, contarão com a participação de professores/doutores de universidades do Brasil que são estudiosos no universo da música de viola: 1 . " O Trabalho de Resistência Cultural nas comunidades com tradições ligadas as Violas Brasileiras" - Duração 1h30 Temas abordados: Folias de Reis, Congadas Catopês e outras manifestações, a importância das Mestras e Mestres .... Palestra e Roda de Conversa 2. "A Cadeia produtiva das Violas Brasileiras" - Duração 1h30 Temas abordados: Produção, Comunicação e Organização de Eventos ligados as Violas Brasileiras. Palestra e Roda de Conversa As Oficinas serão oferecidas gratuitamente em escolas públicas, como contrapartida social: 1. "A família das violas brasileiras" - Duração 1h30
A 2a. Mostra Violas Brasileiras será realizado no auditório e dependências do Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília-DF. A escolha do local foi feita pensando na acessibilidade e na facilidade de transporte público e hospedagem da região. O local é todo adaptado para pessoas com deficiência como: sanitários pra deficientes, calçamento de boa qualidade, rampa de acesso e tudo muito bem sinalizado. Serão contratados interpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), para possibilitar a participação de pessoas com deficiência auditiva, que descreverá inclusive, as imagens que estão sendo exibidas em tela, de forma que a audição das informações seja suficiente para o entendimento da apresentação. Todos os vídeos produzidos pela organização do evento, contarão com legendas de fácil visualização, com exceção daqueles transmitidos ao vivo. Será orientado a todas as apresentações artísticas e componentes de mesas de debates a audiodescrição, para pessoas com deficiência visual. Além da apresentação básica como, nome e idade, recomenda-se a descrição dos atributos físicos e etnia (cor da pele, estatura, olhos, cabelos), vestimentas e alguma característica marcante.
Em atendimento a Instrução Normativa no 02, de 23 de abril de 2019, e garantir ampliação do acesso a atividades culturais, o projeto ora proposto, terá entrada gratuita para todos os públicos. Com isso deveremos garantir a participação de escolas públicas, projetos sociais que tenham atuação com idosos, adolescentes e pessoas com algum tipo de deficiências. Garantindo também, a possibilidade de pessoas vulneráveis e de baixa renda, ter acesso ao evento.
IVAN VILELA - CURADOR Professor Associado (Livre Docente) na Faculdade de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, na área de Etnomusicologia, Viola Brasileira e História da Música Popular Brasileira. Professor no Programa de Pós-Graduação em História Social na FFLCH-USP. Pesquisador contratado pelo INET-md da Universidade de Aveiro, Portugal, para o projeto AtlaS - Atlântico Sensível (2018-2021). Doutor em psicologia social pela USP, orientado por Ecléa Bosi; mestre em composição musical pela Unicamp, orientado por José Roberto Zan. Possui graduação em composição musical pela UNICAMP em que foi aluno de Almeida Prado. Atua como compositor, arranjador e instrumentista com a viola brasileira. Suas pesquisas estão voltadas ao universo das culturas populares e da música popular brasileira. Mantém atividade artístico-musical e didática no Brasil e no exterior. Tem 20 discos gravados com os quais foi indicado a prêmios como APCA, IBAC, Medalha Carlos Gomes da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo, Prêmio Sharp, Prêmio Movimento e Prêmio da Música Brasileira. Recebeu, em 2022, uma comenda da ALESP (Assembleia Legislativa do estado de São Paulo) pelos serviços prestados à viola, à música caipira e à cultura caipira com seus estudos, cursos, criação de orquestras de violas, livro, artigos, orientações e a composição de uma ópera caipira. JÚLIO JOSÉ JUNIOR - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO e DIRETOR ARTÍSTICO-MUSICAL Desde 1995 atuando no 3o Setor com a Gestão de Organizações Não Governamentais, realização e Coordenação de Projetos, Eventos e Atividades nas áreas Cultural e Ambiental. Fez Ciências Sociais na PUC-SP, Curso Incompleto, Escola de Politicas Públicas da USP e participou do Programa FORMATOS 500 do SENAC sendo um dos premiados pela participação. Domina ferramentas como Marketing Social, Planejamento Estratégico, Elaboração de Projetos e Captação de Recursos. Educador e Arte Educador, Artista e Produtor Artístico e Cultural. Coordenador do Projeto Violas Brasileiras que divulga as Violas e suas comunidades através de eventos. É ativista cultural e ambiental, violeiro, compositor e pesquisador autodidata da cultura popular brasileira. É o principal mentor do Movimento Violas Brasileiras, presidente da Violas Brasileiras Produções, produzindo as duas versões anteriores desta mostra de violas. O diretor de produção é responsável por coordenar e supervisionar todas as atividades envolvidas na produção de um projeto, seja ele um filme, uma peça teatral, um evento ao vivo, um programa de televisão ou qualquer outro tipo de produção audiovisual. Essa função envolve uma série de responsabilidades-chave, incluindo o gerenciamento do orçamento, a contratação e coordenação de equipes, a obtenção de locações e equipamentos, o planejamento logístico, a garantia de conformidade com prazos e regulamentos, entre outros. Já o diretor artístico é o profissional responsável pela direção de todo o processo de criação artística e sua realização desde sua concepção original, desenvolvimento da ideia e seu desdobramento nos aspectos cênicos e plásticos do projeto. Também é de sua responsabilidade garantir a excelência artística do projeto, administrando todos os recursos artísticos da melhor forma pra atingir seu objetivo. Para tanto, o Diretor Artístico deve pensar em todas as etapas e passos a nível administrativo a serem dados no projeto antes, durante e depois; formar sua equipe de trabalho e fomentar o entusiasmo na mesma; demonstrar segurança e buscar respostas para os conflitos que surgirem; Deve ter capacidade artística de criação e direção reconhecidas; e ainda habilidade para lidar com pessoas, horários, cronogramas e prazos. VIVIANE DA SILVA LOPES - PRODUTORA EXECUTIVA Atriz, cantora e artista plástica autodidata. Psicóloga formada há 30 anos, intercalando sua atuação no terceiro setor e privado, trabalhou sempre com psicodrama e ações que pudessem inserir a arte como facilitadora da transformação e aprendizagem utilizando a linguagem da música, dança e teatro. Produziu e dirigiu espetáculos teatrais para e com pessoas idosas, coordenou eventos culturais para o terceiro setor para captação de recursos e atualmente com sua empresa Artes e Toques presta serviço na criação e gestão de projetos culturais. Realiza parceria com Violas Brasileiras Produções se especializando no atendimento aos artistas sertanejos, música raiz, cultura regional, cantadores e cantadeiras. Em 2024 trabalhou na produção executiva das duas mostras do Projeto Violas Brasileira no CCBB- SP e no Teatro Leopoldo Fróes. É responsável pela mediação entre Direção Artística e Produção, bem como pelo acompanhamento da realização de suas atividades. Dirige de forma geral todo o projeto a nível administrativo e financeiro. Ele deve conhecer ou ter noções das Leis de Incentivo à Cultura, deve ter capacidade de planejamento e gestão, estar atento às questões legais e jurídicas, tais como os direitos autorais; conhecer, ainda que de forma básica, as ferramentas de marketing; O Diretor Executivo também precisa ter um conhecimento geral sobre Direção Artística e sobre Produção; deve conhecer os fundamentos do planejamento e do orçamento; deve manter-se atualizado sobre as tendências atuais e possibilidades de mercado.
PROJETO ARQUIVADO.