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O projeto propõe a manutenção e ampliação da programação do CENTRO DE DESENVOLVIMENTO CRIATIVO SE ESSA RUA FOSSE MINHA (SER), por meio de oficinas gratuitas regulares de circo social, com turmas organizadas por faixa etária (8 a 11 anos e 12 a 29 anos), um curso intensivo de férias a jovens de 11 a 20 anos e uma capacitação para a equipe pedagógica, realizados no espaço "SE, Na Rua Alice", aberto à comunidade. A proposta utiliza a metodologia do circo social como ferramenta de desenvolvimento de habilidades socioemocionais, cidadania e acesso à cultura. Estão previstas bolsas de ajuda de custo para jovens em situação de vulnerabilidade social.
O projeto propõe a realização de um ciclo formativo em circo social voltado para crianças e jovens de 8 a 29 anos, com atividades contínuas ao longo do ano, divididas em três principais eixos: oficinas regulares, curso de férias e apresentações públicas. As oficinas acontecem no espaço “SE – Na Rua Alice” e envolvem práticas de malabares, monociclo, perna de pau e palhaçaria, com abordagem pedagógica centrada na educação popular e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais.O curso intensivo de férias, ofertado em julho, amplia o repertório dos participantes com atividades integradas como teatro, dança, jogos cooperativos e rodas de conversa sobre juventude, raça, gênero e direitos.As apresentações semestrais e a participação no Festival Terça das Artes são oportunidades de socialização e visibilidade das criações dos participantes, realizadas em espaço acessível, com tradução em Libras e entrada gratuita.As ações são voltadas à promoção da inclusão sociocultural, com classificação indicativa livre e estrutura preparada para acolher pessoas com deficiência (PCD), incluindo capacitação da equipe para atendimento inclusivo.
Objetivo Geral Assegurar a manutenção e continuidade das atividades socioculturais do Centro Se Essa Rua Fosse Minha (SER), no espaço SE _ Na Rua Alice, promovendo acesso gratuito, territorializado e qualificado à formação em circo social. A proposta visa ampliar o engajamento de crianças e jovens de territórios vulnerabilizados, por meio da oferta de oficinas regulares com bolsas de ajuda de custo, além da capacitação da equipe técnica e pedagógica com foco em práticas inclusivas, especialmente no atendimento a pessoas com deficiência (PCD).Objetivos Específicos • Oferecer oficinas regulares de circo social com turmas organizadas por faixa etária (8 a 11 anos e 12 a 29 anos), nas modalidades de malabares, monociclo, perna de pau e palhaçaria, com frequência semanal, metodologia de educação popular e acompanhamento pedagógico permanente. • Conceder 50 bolsas mensais de ajuda de custo a jovens em situação de vulnerabilidade social, como forma de garantir a permanência nas atividades. • Realizar duas apresentações públicas de encerramento das oficinas por ano, com entrada franca, tradução em Libras e materiais de mediação acessível, abertas à comunidade local. • Implementar dois cursos intensivos de férias (julho e janeiro), com no mínimo 40 horas cada, integrando atividades culturais, esportivas e educativas voltadas a jovens de 11 a 20 anos. • Promover ao menos duas formações internas de 20 horas para capacitação técnica da equipe sobre inclusão, acessibilidade, comunicação inclusiva, acolhimento e relações interpessoais. • Desenvolver e aplicar indicadores de acompanhamento das habilidades socioemocionais dos participantes (autoconhecimento, empatia, cooperação, resolução de conflitos). • Participar de eventos externos, como o Festival Terça das Artes, promovendo a circulação dos grupos e o intercâmbio com novos públicos. • Realizar oficinas e visitas abertas para escolas da rede pública e instituições parceiras, mediante agendamento, como estratégia de ampliação de acesso. • Registrar e divulgar as atividades por meio de audiovisual, redes sociais e transmissões pontuais ao vivo, ampliando o alcance e a transparência do projeto. • Garantir que todos os produtos e processos sejam orientados pela valorização da diversidade, da convivência e da inclusão sociocultural por meio da arte.
A utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/1991 é fundamental para garantir a continuidade e expansão das ações socioculturais do Centro Se Essa Rua Fosse Minha (SER), organização fundada em 1991 e com trajetória consolidada na promoção de direitos de crianças, adolescentes e jovens, utilizando a linguagem do circo social como estratégia de formação cidadã, desenvolvimento humano e inclusão cultural.A proposta se enquadra nos incisos I (incentivo à formação artística e cultural), III (promoção da difusão da cultura regional e acesso aos bens culturais) e VI (estímulo ao acesso da população aos bens e serviços culturais) do Art. 1º da Lei Rouanet. Também atende aos objetivos do Art. 3º, em especial os incisos I (formação, difusão e acesso), IV (apoio a atividades culturais que favoreçam a inclusão social), e VIII (desenvolvimento da cultura como fator de desenvolvimento humano e social).Em mais de três décadas de atuação, o SER já beneficiou diretamente mais de 4.000 crianças e jovens, especialmente oriundos de favelas e periferias da capital e estado do Rio de Janeiro. Dentre os resultados comprovados:85% dos participantes permanecem mais de dois anos no projeto, demonstrando vínculos duradouros e confiança comunitária;70% dos egressos relatam que a experiência contribuiu diretamente para sua inserção em formações técnicas, ensino superior ou no mercado de trabalho;Mais de 300 apresentações públicas e intervenções urbanas foram realizadas, alcançando um público estimado de 50 mil pessoas;O projeto foi reconhecido nacionalmente com o Prêmio Itaú-Unicef (2007 e 2011), e internacionalmente como caso de referência em circo social pela Red Latinoamericana de Arte para la Transformación Social (Argentina);É membro ativo da Plataforma Brasileira de Circo Social e da Rede Circo do Mundo Brasil, além de ter participado de formações com Cirque du Soleil e Unesco.A implementação das atividades no espaço físico "SE - Na Rua Alice" amplia o acesso, a permanência e a visibilidade territorial das ações, facilitando o acolhimento de novos participantes e o envolvimento das famílias e vizinhança. A oferta de 50 bolsas de ajuda de custo mensais viabiliza a permanência de jovens em situação de vulnerabilidade econômica, garantindo condições mínimas de continuidade no percurso formativo. A capacitação da equipe com foco em práticas inclusivas para pessoas com deficiência (PCD) fortalece a acessibilidade e a equidade no ambiente formativo.Diante disso, a utilização do mecanismo de Incentivo à Cultura é não apenas justificável, mas essencial para garantir a sustentabilidade e a expansão de um projeto com histórico comprovado de impacto cultural, social e educativo, alinhado às finalidades públicas da política cultural brasileira.
O projeto proposto é fruto de uma trajetória histórica iniciada em 1991, no contexto de crescente violência contra crianças e adolescentes em situação de rua no Rio de Janeiro. Sua criação antecede a conhecida Chacina da Candelária, ocorrida em 23 de julho de 1993, quando oito jovens foram assassinados por policiais em frente à Igreja da Candelária, episódio que marcou o país e evidenciou a urgência de ações socioculturais protetivas.Foi nesse cenário que nasceu o Centro de Desenvolvimento Cultural Se Essa Rua Fosse Minha (SER), inspirado por campanhas lideradas por Herbert de Souza (Betinho) e pela mobilização social em defesa da vida de crianças e adolescentes. Desde então, a organização desenvolve práticas pioneiras em arte-educação, com foco no acolhimento, na formação cidadã e no fortalecimento de vínculos por meio do Circo Social.A metodologia própria do SER tem como base o lema: “Estender o arame, amparar na travessia e orientar o salto”, uma síntese do compromisso com o desenvolvimento integral de cada participante. Essa abordagem compreende o circo não apenas como expressão artística, mas como ferramenta de transformação social, empoderamento e convivência.Ao longo de mais de três décadas de atuação, o SER consolidou-se como referência em práticas de inclusão e arte-educação no Rio de Janeiro, com reconhecimento público, parcerias institucionais e impacto direto na vida de milhares de jovens de territórios vulnerabilizados. Em 2025, o centro concluiu seu planejamento estratégico para os próximos anos, reafirmando três eixos estruturantes:Formação humana e artística, com foco em habilidades socioemocionais e protagonismo juvenil;Inclusão e acessibilidade, com práticas voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência;Fortalecimento comunitário, por meio da cultura, da convivência e da valorização dos territórios populares.A presente proposta insere-se nesse caminho, ampliando o alcance das ações do SER e garantindo sua sustentabilidade com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura. A continuidade desse trabalho é fundamental para a proteção e promoção dos direitos de crianças e jovens no cenário atual.
Especificações Técnicas dos Produtos1. Oficinas Regulares de Circo SocialModalidades: malabares, monociclo, perna de pau e palhaçariaFaixa etária atendida: 8 a 11 anos e 12 a 29 anosPeriodicidade: duas vezes por semana (terças e quintas), de março a junho e de agosto a novembroDuração por encontro: 2 horasCarga horária total estimada: 96 horas por turma (12h/mês x 8 meses)Número de turmas: mínimo de 4 (duas por faixa etária)Número de participantes: até 25 por turmaMateriais utilizados: claves, bolas, pratos de equilíbrio, monociclos, pernas de pau, figurinos básicos, materiais gráficos e pedagógicos (cadernos de registro, pastas, painéis)Metodologia: educação popular com base nos princípios do circo social, incluindo atividades lúdicas, práticas colaborativas e acompanhamento socioemocionalEspaço de realização: SE – Na Rua Alice, com estrutura coberta, piso adequado e acessibilidade física2. Curso Intensivo de FériasMes de realização: julhoCarga horária por edição: 40 horas presenciaisPúblico-alvo: jovens de 11 a 20 anosFormato: encontros diários, com duração de 4h por dia, ao longo de duas semanasConteúdos: experimentações culturais (dança, teatro, circo), atividades esportivas e jogos cooperativos, debates temáticos sobre juventude, raça, gênero e direitosEquipe envolvida: oficineiros do SER, convidados externos e apoio pedagógico.Materiais: instrumentos circenses, figurinos básicos, materiais lúdicos, materiais de registro (caderno do participante), recursos audiovisuais e alimentação básicaCritérios de seleção: inscrição gratuita com foco em jovens da rede pública e territórios de vulnerabilidade social.3. Apresentações Públicas SemestraisNúmero previsto: 2 apresentações (meio e final de ano)Duração média de cada apresentação: 30 a 60 minutosEspaço de realização: SE – Na Rua AliceEstrutura técnica: sistema de som portátil, iluminação simples, microfones sem fio, área cênica adaptávelPúblico estimado: até 100 pessoas por apresentaçãoRecursos de acessibilidade: tradução em Libras, mediação com linguagem acessível, espaço com rampa de acessoParticipantes: alunos das oficinas regulares, com orientação da equipe artísticaMateriais de divulgação: convites digitais, cartazes impressos, postagens em redes sociais4. Participação no Festival Terça das ArtesAtividade prevista: apresentação dos grupos formados nas oficinas em circuito externoFormato: espetáculo de 30 minutos com elenco de até 20 participantesLocal e estrutura: espaço a definir pela organização do festival (em geral, teatros ou praças com palco montado)Logística e apoio: transporte dos participantes, acompanhamento da equipe pedagógica e técnica, documentação fotográfica e audiovisual5. Curso de Capacitação da EquipeTemática: inclusão, atendimento a pessoas com deficiência, relações interpessoais, acolhimento e comunicação inclusivaDuração: 20 horas presenciaisFormato: módulos presenciais com dinâmicas, estudos de caso, exercícios práticos e rodas de conversaMateriais: apostila de formação, textos de referência, recursos de acessibilidade (Libras, material ampliado)Participantes: oficineiros, coordenação, apoio pedagógico e administrativo (mínimo de 10 pessoas)6. Registro Audiovisual e ComunicaçãoProdutos:Cobertura fotográfica das oficinas e apresentaçõesVídeos de 1 a 2 minutos para redes sociais (mín. 6 ao longo do projeto)Vídeo final de 3 a 5 minutos com resumo das atividades e depoimentosFormato: vídeos em HD com legenda descritiva e trilha acessível, fotos em alta resolução com autorização de uso de imagemVeiculação: redes sociais da instituição, site oficial e envio para parceirosEquipe envolvida: fotógrafo/videomaker profissional, equipe de comunicação e apoio pedagógico
AcessibilidadeO projeto assegura acessibilidade plena por meio de ações estruturais e comunicacionais voltadas à inclusão de pessoas com deficiência (PCD), em consonância com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão.Acessibilidade Física Todas as atividades ocorrerão em espaço com infraestrutura acessível, incluindo banheiros adaptados, rampas de acesso, ausência de barreiras arquitetônicas e circulação ampla para cadeirantes. Serão instaladas sinalizações táteis e visuais, bem como orientações de apoio nos deslocamentos internos, garantindo autonomia e segurança.Acessibilidade de Conteúdo O projeto prevê recursos de acessibilidade comunicacional para garantir que os conteúdos das atividades, oficinas e apresentações sejam compreensíveis a todos os públicos. Estão incluídas: • Intérprete de Libras em eventos abertos e apresentações finais; • Legendas descritivas em vídeos institucionais ou materiais audiovisuais de divulgação; • Visitas sensoriais orientadas para pessoas com deficiência visual, mediante agendamento; • Materiais de apoio em formato digital acessível (leitores de tela) e linguagem simples; • Capacitação da equipe técnica e pedagógica com foco em práticas inclusivas e atendimento a PCDs .Além disso, as oficinas adotam metodologias que respeitam os diferentes ritmos e modos de aprendizagem dos participantes, promovendo inclusão desde o planejamento pedagógico até a execução final.
Democratização de AcessoTodas as atividades do projeto serão inteiramente gratuitas, sem cobrança de ingresso, mensalidade ou taxa de participação, assegurando acesso pleno da população, especialmente de jovens em situação de vulnerabilidade social. Não haverá comercialização de produtos culturais.As ações serão realizadas no espaço SE – Na Rua Alice, aberto à comunidade e situado em território popular com fácil acesso por transporte público. A divulgação será feita com linguagem acessível e por meio de redes comunitárias, escolas e equipamentos públicos de cultura e assistência social.Medidas específicas de ampliação de acesso incluem:Oficinas regulares com turmas organizadas por faixa etária (8 a 11 anos e 12 a 29 anos), em horários acessíveis, com inscrições abertas à comunidade e acompanhamento pedagógico permanente;Apresentações públicas semestrais, com entrada franca, realizadas no próprio território de execução, para familiares e comunidade, com tradução em Libras e material de mediação acessível;Participação em eventos externos, como o Festival Terça das Artes, ampliando a circulação dos grupos formados nas oficinas e o contato com outros públicos;Curso de Férias com vagas abertas e divulgação ampla, oferecendo programação intensiva e diversa durante os períodos de recesso escolar;Registro audiovisual e cobertura fotográfica das atividades, com veiculação nas redes sociais do projeto e possibilidade de transmissão ao vivo de eventos pontuais;Oficinas e visitas abertas para escolas da rede pública e instituições parceiras, mediante agendamento, como forma de ampliar o público e gerar troca de saberes.Essas estratégias garantem que os produtos e processos do projeto alcancem um público ampliado, diverso e com baixa presença em equipamentos formais de cultura.
Ficha Técnica do Projeto – Equipe SERCoordenação GeralWalter Mesquita Presidente do Conselho de Administração e responsável legal pela ONG SER. Morador da Baixada Fluminense, é fotógrafo, produtor e gestor cultural com vasta atuação em comunicação comunitária e arte-educação. Idealizador de projetos como Circo nas Escolas, Cine Varal e Rádio na Rua, possui formação técnica em fotojornalismo e audiovisual. Atua no projeto como responsável legal, articulador institucional, curador artístico e facilitador de oficinas culturais.Coordenação de Programas e ProjetosIdson Tavares Marinho da Silva Administrador com especialização em Gestão de Pessoas, possui trajetória sólida em gestão de OSCs e projetos sociais. Atua com planejamento estratégico, captação de recursos, gestão de equipe e avaliação de impacto. No projeto, é responsável pelo planejamento técnico e pedagógico, supervisão de indicadores e integração entre áreas administrativas, pedagógicas e financeiras.Coordenação Financeira e AdministrativaMeirelane Mota Administradora, pós-graduada em Gestão de Projetos, com experiência em instituições do terceiro setor, gestão de recursos e certificações como CEBAS. Atua no SER desde 2024, sendo responsável pelo planejamento estratégico, execução orçamentária, auditorias e conformidade institucional.Gestão AdministrativaRoselene Reis Garrido Martins Profissional com sólida experiência em rotinas administrativas e financeiras, possui formação técnica em Contabilidade e cursos em Secretariado, Assistente Administrativo e Empreendedorismo. Atua desde 2021 no SER, realizando controle orçamentário, prestação de contas, organização documental e apoio logístico às ações do projeto.Assistente Pedagógico / Técnico de ProjetosGustavo Lopes Bento Graduando em Letras pela UFRJ, com experiência em tradução, educação popular e coordenação de jovens em projetos interculturais. Atua como técnico pedagógico no SER desde 2022, sendo responsável pelo acompanhamento dos educandos, elaboração de relatórios, ferramentas de monitoramento e mediação das atividades educativas.Consultoria/Analista de Responsabilidade SocialFlávia MenezesHá mais de 25 anos atuando na área artístico-cultural, Flávia Menezes tem experiência em gestão administrativa de projetos patrocinados por editais e leis de incentivo, planejamento de eventos culturais, economia criativa, educação e games, além de programação de espaços culturais. Possui expertise em financiamento por meio de fomento direto e indireto, logística de eventos, festivais e mostras, além de atuar como agente regenerativa de projetos culturais, sociais e ambientais. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e concretizou projetos nacionais e internacionais, coordenou equipes técnicas em shows, temporadas de companhias teatrais e festivais anuais, foi Gestora de Coordenação da Escola Fábrica de Espetáculos - Spectaculu, ONG especializada em formação técnica para jovens na área de entretenimento e Atualmente, é produtora cultural da Cia Gente e sócia da articuladora digital Art.Kula.Assistente de Projetos e ComplianceSarah Alves da Silva Assistente social, formada pela UFF com especialização em Direitos Humanos e atuação em pesquisa sobre trabalho escravo contemporâneo. Trabalha no SER desde 2024 com foco em indicadores sociais, compliance, orientação educacional e apoio à gestão de projetos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.