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O Encontro Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira é uma mostra cultural e educativa itinerante que conecta o café com história, economia e sustentabilidade por meio de um ciclo formativo e de exibições públicas.O projeto percorre oito cidades da região cafeeira da Mogiana — Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis (SP), São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé (MG) — promovendo mostras com rodas de conversa, artesato local, palestrantes locais e a exibição do documentário "Rota do Café" (70 minutos).A iniciativa inclui ainda uma cartilha pedagógica distribuída a escolas e universidades, abordando o café como patrimônio cultural brasileiro e símbolo de identidade, com ações de acessibilidade plena e difusão gratuita em plataformas digitais e canais regionais.O projeto impactará 12 mil pessoas, sendo 3.200 alunos diretamente com o material educativo, 4000 pessoas nas mostras presenciais e cerca de 4.800 acessos online.
A Mostra Cultural Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira é um evento itinerante que percorrerá oito cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais — Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis (SP), São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé (MG) — para celebrar a história, a cultura e a identidade da região cafeeira mais tradicional do país.O evento reúne exibição de documentário inédito, palestras com especialistas locais e ações educativas, propondo um diálogo entre passado e futuro da cafeicultura. Cada edição da Mostra contará com três palestrantes locais, representando produtores, pesquisadores e lideranças comunitárias, que discutirão temas como sucessão familiar, sustentabilidade, inovação, e a importância do café como patrimônio histórico e cultural da Mogiana.Durante o evento, será exibido o documentário “Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira”, dirigido por Renan Freitas e com autoria de Fernanda Silveira Mumic. O filme, de 70 minutos, percorre o território entre o nordeste paulista e o sudoeste mineiro para narrar o passado, o presente e o futuro da cafeicultura na região. A narrativa se estrutura em três eixos — Passado e Raízes da Mogiana, Presente e Futuro — que se entrelaçam por meio de entrevistas, registros históricos e imagens contemporâneas. O documentário resgata a formação da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, a chegada do café ao interior do país e o papel das famílias que, geração após geração, mantêm viva a cultura cafeeira, aliando tradição e tecnologia. Com estética sensorial e fotografia que valoriza o território, a obra transforma o café em símbolo de identidade, memória e sustentabilidade.A Mostra também apresentará e distribuirá gratuitamente a cartilha pedagógica “Do Chão à Xícara”, material educativo de 40 páginas que aborda a história, o ciclo produtivo e o valor cultural do café, com linguagem acessível e recursos de inclusão (Libras, legendas e audiodescrição). A cartilha será levada a 16 instituições de ensino — duas por cidade — onde serão realizadas exibições do documentário e rodas de conversa com estudantes, professores e produtores locais, conectando o conteúdo audiovisual ao aprendizado sobre economia, história e meio ambiente.Com caráter itinerante, educativo e acessível, a Mostra Cultural Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira busca fortalecer o sentimento de pertencimento, valorizar o trabalho humano e reconhecer o café como um patrimônio vivo da cultura brasileira — um elo entre gerações que construiu o interior de São Paulo e Minas Gerais e continua a inspirar o futuro.Classificação indicativa: Livre Gênero: Documentário histórico e educativo Duração: 70 minutos Formato de exibição: Mostras públicas presenciais e exibições educativas em escolas
Objetivo GeralValorizar o patrimônio histórico, cultural e econômico da região da Mogiana Paulista e Mineira, reconhecida pela excelência de seus cafés e pela relevância no desenvolvimento do interior brasileiro, por meio de ações educativas, culturais e audiovisuais integradas, que unam tradição, inovação e sustentabilidade. O projeto busca difundir a história do café, promover educação patrimonial e ambiental e fortalecer o vínculo entre campo e cidade, transformando a rota do café em um símbolo de identidade, pertencimento e desenvolvimento sustentável. Objetivos EspecíficosRealizar oito mostras culturais públicas e gratuitas, com exibição do documentário Rota do Café (70 minutos) e rodas de conversa mediadas por especialistas e lideranças locais, estimulando o diálogo sobre economia criativa, sustentabilidade, herança cultural e inovação.Produzir um documentário sobre o café na região da Mogiana Paulista e Mineira para ampliar o protagonismo das comunidades locais, valorizando agricultores, mulheres, jovens e empreendedores ligados à cafeicultura e à memória ferroviária, compondo o acervo audiovisual educativo do projeto.Implementar dezesseis ações formativas em escolas e universidades, com mediação pedagógica e distribuição gratuita de uma cartilha ilustrada sobre o ciclo do café e a história da Mogiana.Assegurar acessibilidade universal em todas as etapas, com intérprete de Libras, legendas, audiodescrição e materiais em leitura fácil, garantindo acesso pleno às pessoas com deficiência.Disponibilizar gratuitamente os conteúdos (documentário, fotos e cartilha digital) no acervo digital Rota do Café: Mogiana e no YouTube, com campanha de divulgação, ampliando o alcance e democratizando o acesso.Fortalecer a educação cultural e socioambiental, conectando o passado ferroviário e cafeeiro à inovação tecnológica e à sustentabilidade contemporânea, por meio de materiais pedagógicos, debates e práticas interdisciplinares.Estimular o sentimento de pertencimento e valorização do território, consolidando o café como elemento de identidade cultural e desenvolvimento sustentável das comunidades da Mogiana Paulista e Mineira.Promover o intercâmbio entre comunidades rurais e urbanas, aproximando o público das dinâmicas do campo e da importância social, ambiental e econômica da cafeicultura.Contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente:ODS 4 _ Educação de QualidadeODS 8 _ Trabalho Decente e Crescimento EconômicoODS 12 _ Consumo e Produção ResponsáveisImpactar 12 mil pessoas, sendo 3.200 alunos diretamente com o material educativo, 4000 pessoas nas mostras presenciais e cerca de 4.800 acessos online.
A região da Mogiana, que abrange o nordeste paulista e o sudoeste mineiro, é um dos territórios mais emblemáticos da história do Brasil. Foi ao longo de suas antigas ferrovias, especialmente da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (fundada em 1872), que o café se tornou vetor de desenvolvimento econômico, urbano e cultural, impulsionando o nascimento de cidades, cooperativas e rotas comerciais.Hoje, mais de um século depois, o nome "Mogiana" é reconhecido internacionalmente como sinônimo de café de qualidade, tradição e origem certificada, com Indicação Geográfica (IG) registrada no INPI e rastreabilidade digital por lote — uma das expressões mais sofisticadas da cafeicultura brasileira.Entretanto, essa força histórica e produtiva ainda carece de um registro cultural e educativo contemporâneo, capaz de conectar o passado da ferrovia e das fazendas à nova realidade da sustentabilidade, da sucessão familiar e da economia criativa. O Brasil, embora seja o maior exportador mundial de café, ainda produz poucos conteúdos formativos que apresentem o café como patrimônio coletivo — unindo memória, território, economia e identidade.O projeto "Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira" surge como resposta direta a essa lacuna: uma mostra cultural e educativa itinerante, estruturada em torno de um documentário de 70 minutos, acompanhados de rodas de conversa, ciclo pedagógico em escolas e universidades, distribuição gratuita de cartilhas ilustradas e por fim a criação de um acervo digital - Rota do Café: Mogiana.Mais do que um registro histórico, o projeto propõe uma experiência sensorial e educativa sobre o café, abordando seu ciclo completo — da terra à xícara — por meio das vozes de quem o cultiva, transforma e o leva ao mundo. Cada cidade participante (Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis, São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé) será representada em sua singularidade, destacando cooperativas, histórias e personagens locais, compondo um mosaico afetivo e documental do interior brasileiro.A proposta reforça a visão do café como símbolo de identidade nacional e herança cultural, e não apenas como commodity agrícola. Valoriza o protagonismo das mulheres do campo, jovens sucessores e pequenos produtores, evidenciando práticas de sustentabilidade, rastreabilidade, inovação tecnológica e vínculos comunitários. A integração entre São Paulo e Minas Gerais reafirma o caráter interestadual e cooperativo da produção cultural, mostrando que o café é um patrimônio compartilhado que une povos e histórias além das fronteiras geográficas.Sob a ótica sociocultural e pedagógica, a Mogiana é território de formação, pertencimento e diversidade. Suas fazendas históricas, ferrovias, vilas e cooperativas compõem uma narrativa viva do desenvolvimento regional, que merece ser registrada, difundida e utilizada como instrumento educativo. O projeto aposta em uma linguagem acessível, inclusiva e formativa, com versões em Libras, legendas, audiodescrição e leitura fácil, garantindo acessibilidade universal em todas as etapas.Essa abordagem dialoga diretamente com as políticas públicas de democratização da cultura e formação de público, previstas na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), ampliando o acesso a bens culturais de qualidade, especialmente em cidades com baixa oferta de produções educativas.Do ponto de vista pedagógico, "Rota do Café" estabelece pontes entre cultura, educação e sustentabilidade, propondo ações formativas em escolas, universidades e cooperativas, mediadas por uma cartilha ilustrada de 40 páginas, com QR Codes de acesso a vídeos, textos acessíveis e atividades práticas. Essas ações estimulam o senso de pertencimento, o pensamento crítico e a leitura de mundo sobre consumo, território e meio ambiente.O projeto também contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente:ODS 4 — Educação de Qualidade, ao promover atividades educativas e materiais acessíveis;ODS 8 — Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ao valorizar o trabalho rural, a sucessão familiar e as práticas sustentáveis da cafeicultura;ODS 12 — Consumo e Produção Responsáveis, ao incentivar o conhecimento sobre rastreabilidade, economia circular e responsabilidade ambiental.Outro aspecto relevante é a estratégia de difusão digital, com exibição gratuita dos vídeos e materiais pedagógicos em plataforma pública e no YouTube, acompanhada por uma campanha de divulgação e tráfego pago por três meses, ampliando o alcance do projeto e democratizando o acesso.Por fim, "Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira" reafirma o papel da cultura como ferramenta de educação, identidade e desenvolvimento humano e territorial, promovendo o encontro entre passado e futuro, campo e cidade, arte e economia. Mais do que registrar o café como produto, o projeto o apresenta como símbolo de resistência, tradição e reinvenção, transformando cada história colhida em semente de conhecimento, pertencimento e cidadania para as próximas gerações.
O projeto “Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira” percorre um território que nasceu junto com a história do café no Brasil. A chamada Região da Mogiana surgiu a partir da expansão da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, inaugurada em 1872, que ligava Campinas a Mogi-Mirim e, posteriormente, se estendeu rumo ao nordeste paulista e ao sul de Minas Gerais. Esses trilhos não transportavam apenas grãos — transportavam ideias, pessoas, riqueza e cultura.A ferrovia conectou fazendas, armazéns e portos, dando origem a uma rede econômica e social que transformou a paisagem do interior brasileiro. A “Rota do Café” proposta pela MUMIC refaz esse percurso simbólico, revisitando cidades que foram fundamentais na formação da identidade cafeeira nacional: Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis (SP); São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé (MG).Cada cidade representa uma etapa da expansão da cultura do café e um fragmento da memória da Mogiana, hoje reconhecida por sua Indicação Geográfica (IG Alta Mogiana), referência mundial em qualidade e rastreabilidade de cafés arábicas. O trajeto cobre aproximadamente 600 quilômetros, interligando regiões de altitude entre 900 e 1.100 metros, com solos férteis e clima ameno — condições ideais para o cultivo dos cafés de sabor adocicado e corpo equilibrado que tornaram a região conhecida internacionalmente.Cidade-Sede e Valorização LocalA cidade-sede do projeto será São Sebastião do Paraíso (MG), onde estarão concentradas as ações de formação e coordenação pedagógica. Todos os cursos, treinamentos e articulações institucionais serão realizados de forma centralizada no município, fortalecendo sua posição como referência regional na cafeicultura.O projeto também privilegia a contratação e valorização de profissionais locais: assistentes de produção, palestrantes, mediadores culturais, técnicos e participantes do documentário serão selecionados prioritariamente nas cidades participantes, assegurando geração de renda local e fortalecimento das economias criativas da Mogiana.Além disso, expositores, artesãos e artistas locais terão espaço gratuito nas mostras, podendo apresentar seus produtos, obras e performances dentro da programação. Essas participações não implicarão em contrapartida financeira, mas representam oportunidade de visibilidade, valorização da produção regional e integração entre cultura, economia e identidade.Parcerias InstitucionaisA MUMIC buscará parcerias com prefeituras, cooperativas e instituições de ensino para viabilizar a estrutura das mostras, as ações formativas e o acesso gratuito da população. Serão priorizados espaços com acessibilidade física e estrutural, reforçando o caráter inclusivo do projeto.Essas parcerias terão papel fundamental no engajamento comunitário e na sustentabilidade da iniciativa, ampliando o alcance das atividades e estimulando novas redes de colaboração entre o setor público, a sociedade civil e o setor produtivo do café.Relevância Cultural e EducacionalDurante as filmagens e exibições, o projeto seguirá o itinerário da antiga ferrovia, promovendo uma viagem documental e simbólica pela história do café brasileiro. Cada cidade será retratada sob três perspectivas complementares:Passado e Raízes da Mogiana – a chegada do café, a formação das fazendas e o papel da ferrovia;Presente – o trabalho humano, as gerações que mantêm viva a produção e a diversidade social da cadeia produtiva;Futuro – os desafios da sustentabilidade, da inovação tecnológica e da continuidade da cultura cafeeira.O conjunto das ações — documentário, mostras, palestras, cartilha pedagógica e ciclo formativo — forma uma cartografia viva da cultura cafeeira, transformando o café em linguagem, o território em memória e as pessoas em protagonistas.A “Rota do Café” propõe um reencontro entre o Brasil e uma de suas origens mais simbólicas: o interior que plantou, colheu e construiu parte de sua identidade a partir do café. Ao conectar história, educação e economia criativa, o projeto reafirma o papel da cultura como ferramenta de desenvolvimento humano e territorial, promovendo pertencimento e orgulho regional.
Produto 1 – O Encontro Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira”Composição: 8 mostras públicas presenciais (1 por cidade) Cidades: Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis (SP); São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé (MG) Duração média de cada mostra: 3 horas Duração total das exibições: 70 minutos (documentário) + palestras + roda de conversaDescrição GeralA Mostra Cultural Itinerante “Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira” é o principal produto do projeto e constitui um circuito interestadual de difusão cultural, educativa e patrimonial. Cada edição da mostra apresentará a exibição gratuita do documentário inédito “Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira”, seguida de palestras e rodas de conversa conduzidas por Renan Freitas, diretor da obra, com participação de três palestrantes locais (produtores, cooperativas, artistas e pesquisadores). O evento incluirá ainda a presença de expositores, artesãos e performers locais, integrados à programação, sem contrapartida financeira, mas com acesso livre à estrutura e visibilidade garantida no evento.A mostra será realizada prioritariamente em espaços públicos acessíveis, como auditórios, teatros, centros culturais e universidades, garantindo acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados e sinalização tátil e visual).Equipamentos e Materiais UtilizadosProjetor digital profissional;Tela de projeção 4x3m;Sistema de som amplificado estéreo;Microfones sem fio;Kit de banners e cartazes institucionais;Iluminação cênica básica e kit de sinalização visual.AcessibilidadeIntérprete de Libras presencial em todas as mostras;Audiodescrição introdutória e legendas descritivas projetadas;Comunicação visual em alto contraste e sinalização bilíngue (Português/Inglês).Documentário exibidoTítulo: Rota do Café: Mogiana Paulista e MineiraDuração: 70 minutosGênero: Documentário histórico e educativoClassificação indicativa: LivreFormato de exibição: Digital Full HD (1920x1080), som estéreoVersões acessíveis: Libras, legendas descritivas e audiodescrição integralSuporte de produção: Captação digital em câmeras 4K, drones para imagens aéreas e microfones de campo estéreoLocações: Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis (SP); São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé (MG)Linguagem e abordagem: Documental e sensorial, com depoimentos de produtores, cooperativas e especialistas, intercalados com imagens das ferrovias, fazendas e cotidiano rural.Roteiro e estrutura narrativa: Três eixos – Passado e Raízes da Mogiana, Presente e Futuro –, abordando identidade, sustentabilidade e herança cultural.Distribuição: Exibições gratuitas nas mostras itinerantes e disponibilização pública no YouTube e no acervo digital acessível.Objetivo pedagógicoPromover o diálogo entre campo e cidade, valorizar o trabalho humano, difundir o valor cultural e econômico do café e fortalecer a identidade coletiva da Mogiana como território de memória, sustentabilidade e inovação. Produto 2 – Cartilha Pedagógica e Ciclo Formativo “Do Chão à Xícara”Composição:Cartilha pedagógica: produção, diagramação, impressão e versão digital acessível;Ciclo Formativo: 16 ações educativas (2 por cidade) em escolas, universidades e cooperativas educacionais. Cartilha Pedagógica “Do Chão à Xícara”Paginação: aproximadamente 40 páginas Formato: A4 (21 x 29,7 cm) Material:Miolo em papel reciclado 120g;Capa colorida em papel couché 250g com acabamento fosco. Tiragem: 3.500 exemplares impressos + versão digital acessível (PDF)Conteúdo:Introdução sobre a história e importância do café na Mogiana;Atividades educativas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) — Língua Portuguesa, História, Geografia e Ciências Humanas;Glossário de termos do café e da ferrovia;Espaços para anotações e registros das visitas e aulas;QR Codes com links para vídeos, documentário e depoimentos complementares;Ilustrações originais, design de leitura fácil e alto contraste para acessibilidade visual.Objetivo pedagógico: Promover a reflexão sobre cultura, economia e meio ambiente, aproximando o público escolar da história viva da Mogiana e do café como patrimônio cultural brasileiro.Recursos de acessibilidade: Versão digital com leitura fácil, contraste ampliado, descrição das imagens e narração em áudio. Ciclo Formativo “Do Chão à Xícara”Composição: 16 sessões formativas (2 por cidade) Formato: exibição do documentário principal, debate guiado e entrega da cartilha pedagógica. Duração média: 1h30 por sessão Público estimado: 3.200 alunos e professores (cerca de 400 por cidade)Metodologia: As ações formativas serão conduzidas por mediadores locais, articulando o conteúdo do documentário e da cartilha a temas como educação patrimonial, sustentabilidade, consumo consciente e pertencimento territorial. Cada encontro incluirá a exibição do filme, debate orientado, atividades práticas de leitura e registros reflexivos.Materiais utilizados: Projetor digital, caixa de som, pen drive com o documentário, cartilhas impressas e versão digital para download.Acessibilidade: Presença de intérprete de Libras em todas as sessões, materiais de leitura fácil e versão digital com audiodescrição. Resumo Técnico GeralO projeto “Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira” é composto por dois produtos integrados:A Mostra Cultural Itinerante, com exibição do documentário, palestras e atividades de difusão cultural em oito cidades;A Cartilha Pedagógica e o Ciclo Formativo “Do Chão à Xícara”, com ações educativas em 16 instituições de ensino.Ambos os produtos possuem acessibilidade integral, caráter gratuito e distribuição pública, fortalecendo a democratização do acesso, a valorização da memória regional e a educação cultural nas cidades da Mogiana Paulista e Mineira.
O Encontro Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira garante acessibilidade plena e integrada em todas as suas etapas — pesquisa, pré-produção, execução, exibição e difusão — em conformidade com o Decreto nº 5.296/2004, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e o art. 27 do Decreto nº 5.761/2006. O compromisso da mostra é assegurar que todos os públicos possam usufruir das experiências culturais propostas, tanto no espaço físico quanto nos meios digitais, valorizando autonomia, acolhimento e diversidade sensorial.A estrutura de acessibilidade do projeto está organizada em dois eixos complementares: Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. 1. Acessibilidade FísicaAs atividades presenciais — exposições, mostras audiovisuais, rodas de conversa e ações educativas — serão realizadas em espaços públicos ou parceiros institucionais (centros culturais, escolas, universidades e teatros) com condições adequadas de mobilidade e segurança.Serão adotadas as seguintes medidas:Seleção de locais com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização acessível a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida;Espaços reservados para cadeirantes e assentos preferenciais identificados em todas as áreas de exibição;Guias táteis e faixas de segurança em pontos de circulação intensa;Sinalização visual de alto contraste, com pictogramas universais e orientações bilíngues (Português e Inglês);Atendimento prioritário e humanizado para pessoas idosas, gestantes, lactantes e pessoas com deficiência;Na circulação entre cidades, serão priorizados locais com certificação ou histórico comprovado de acessibilidade, reforçando o compromisso com a inclusão em toda a trajetória da mostra.Essas medidas garantem autonomia e conforto a todos os participantes — público, equipe técnica e convidados — durante a realização das atividades. 2. Acessibilidade de ConteúdoDesde a fase de criação, a Mostra prevê acessibilidade comunicacional e simbólica, permitindo que o público com diferentes tipos de deficiência possa compreender, sentir e interagir com as obras, os conteúdos e as vivências propostas.Medidas previstas:Libras: presença de intérprete em todas as exibições, rodas de conversa e oficinas;Audiodescrição: inserção completa no documentário principal e nos vídeos da mostra, com introdução descritiva nas sessões presenciais;Legendas descritivas: identificação de falas, ruídos e trilhas sonoras, ampliando o acesso de pessoas surdas e ensurdecidas;Leitura fácil: adaptação dos textos institucionais e pedagógicos, com linguagem direta e acessível;Versão digital acessível: acervo online com descrição textual de imagens, contraste adequado e compatibilidade com leitores de tela;Cartilha pedagógica inclusiva: distribuição em PDF acessível, fonte ampliada e versão em Braille sob demanda;Experiências sensoriais: mediação tátil e olfativa com elementos do café e da ferrovia, voltadas especialmente a pessoas com deficiência visual ou intelectual;Formação da equipe: capacitação em acessibilidade e atendimento inclusivo para profissionais envolvidos na comunicação, curadoria e mediação cultural.Essas ações asseguram acesso físico, cognitivo e simbólico a todos os públicos, fortalecendo a função social da arte e ampliando a fruição cultural, o pertencimento e o impacto educativo da Mostra Cultural Rota do Café.
A Mostra Cultural Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira tem caráter educativo, gratuito e não comercial, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a valorização da memória cafeeira brasileira. Todas as etapas foram planejadas para garantir fruição pública, gratuita e acessível, tanto nos espaços físicos quanto nas plataformas digitais, respeitando as diretrizes de difusão cultural previstas na Lei nº 8.313/91.O projeto propõe a ocupação cultural de espaços públicos e parceiros institucionais — como escolas, universidades, centros culturais e museus — com programação gratuita e acessível a diferentes públicos, incluindo pessoas com deficiência, comunidades escolares, coletivos culturais e produtores locais. Formas de Distribuição e Difusão1. O Encontro Rota do CaféRealização de 8 mostras culturais públicas e gratuitas, uma em cada cidade da região da Mogiana Paulista e Mineira.Cada mostra contará com exposição fotográfica e audiovisual, projeções do documentário "Rota do Café: Mogiana Paulista e Mineira" e rodas de conversa com artistas, produtores e representantes do território cafeeiro.As atividades ocorrerão em parceria com instituições locais de ensino e cultura, ampliando o engajamento comunitário e o acesso direto ao público.Exibição gratuita nas mostras e disponibilização online no canal oficial do projeto.Disponibilização gratuita nas mostras e no acervo digital acessível, com audiodescrição, Libras e legendas descritivas.2. Cartilha Pedagógica “Do Chão à Xícara”Distribuição gratuita durante a visita com exibição do documentário "Rota do Café: Mogiana Mineira e Paulista", de 3.200 exemplares impressos em escolas e universidades das oito cidades contempladas: Franca, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Altinópolis (SP), São Sebastião do Paraíso, Ibiraci, Claraval e Guaxupé (MG).Versão digital acessível (PDF) disponível para download gratuito, com conteúdo educativo sobre cultura cafeeira, ferrovia, sustentabilidade e economia criativa.Acervo digital: Rota do Café: Plataforma online pública e permanente reunindo vídeos, registros fotográficos, entrevistas, making of, cartilha pedagógica e relatórios culturais.Acesso livre, gratuito e acessível, com ferramentas compatíveis a leitores de tela e conteúdo bilíngue (Português e Inglês).Compromisso de Acesso LivreNão haverá qualquer forma de comercialização das obras, produtos ou materiais gerados. Todo o conteúdo permanecerá de livre acesso, gratuito e permanente, reforçando o papel da mostra como instrumento de formação cultural, educação audiovisual e preservação da memória cafeeira do território Mogiano.A democratização do acesso, neste projeto, é também um gesto de reconhecimento e devolutiva simbólica às comunidades do interior paulista e mineiro, que deram origem à história do café e continuam sendo protagonistas de sua transformação contemporânea.
Proponente: MUMIC VENDAS MARKETING E EVENTOS LTDAFunção: Proponente e Responsável pela Comunicação e Coordenação ExecutivaResumo da Atividade: A MUMIC será responsável pela coordenação executiva, comunicação institucional, gestão administrativa e articulação com patrocinadores e parceiros culturais. Atuará diretamente na criação da identidade visual e curadoria comunicacional da Mostra, gestão da marca, produção dos materiais de divulgação, coordenação do acervo digital acessível e monitoramento das ações de democratização de acesso. Também será responsável pelo planejamento de mídia, relacionamento com imprensa e comunicação pública das etapas do projeto, garantindo transparência e coerência estética em todas as frentes. A empresa possui experiência consolidada em consultoria de marketing, produção cultural e gestão de projetos socioculturais, com atuação em diferentes regiões do país. Fernanda Silveira MumicCargo: Coordenadora Geral e Autora do ProjetoResumo da Atividade: Responsável pela supervisão integral da Mostra Cultural desde a pré-produção até a prestação de contas. Coordena o planejamento estratégico, cronograma, contratação de equipe e articulação institucional com prefeituras, parceiros culturais e educacionais. Durante a execução, supervisiona as ações educativas, curatoriais e expositivas, garantindo integração entre as áreas técnica, pedagógica e administrativa. Representa institucionalmente o projeto junto ao Ministério da Cultura, patrocinadores e órgãos públicos, além de validar relatórios técnicos e financeiros. Autora do conceito original da Mostra e do documentário, contribui com pesquisa autoral e olhar afetivo sobre o território, por ser natural de São Sebastião do Paraíso, uma das cidades contempladas.Currículo Resumido: Artista cênica, diretora, produtora cultural e empresária, com trajetória destacada nas áreas de cultura, marketing e eventos. Bacharel em Direito (UEMG) e formada em Artes Cênicas pela Oficina Sebastião Furlan (2010–2013). Dirigiu e atuou em espetáculos com a Cia Bacarte (2015–2019). Fundadora da Escola de Teatro Ato e Improviso (2025) e diretora da MUMIC Vendas Marketing e Eventos, com experiência em comunicação de mais de 150 marcas e produção de mais de 30 eventos culturais em MG e SP. Desde 2024, coordena arteterapia e projetos socioculturais na Associação Alexandre Vian Vieira (AAVV), com foco em inclusão social e saúde mental. Giovanna Borges Santos de AlencarCargo: Coordenadora de ProjetosResumo da Atividade: Responsável pela coordenação operacional, controle de prazos e supervisão das entregas técnicas e administrativas. Atua na comunicação entre a equipe técnica, a proponente e o diretor, garantindo alinhamento entre cronograma, logística e execução financeira. Acompanha o fluxo orçamentário, administrativo e de prestação de contas, assegurando transparência e eficiência na gestão da Mostra Cultural.Currículo Resumido: Gestora com experiência no setor corporativo e em planejamento estratégico. Atuou em empresas multinacionais como LATAM Airlines, com foco em gestão de processos, análise de resultados e cumprimento de metas. Atualmente, é gestora de escritório de consultoria e projetos, com ampla experiência em coordenação de equipes e implementação de fluxos de trabalho orientados a resultados. Renan FreitasCargo: Diretor Geral e PalestranteResumo da Atividade: Responsável pela direção artística, narrativa audiovisual e conceituação estética do documentário e dos minidocumentários regionais da Mostra. Coordena o planejamento de captação, a linguagem visual, o roteiro e as entrevistas com produtores, artistas e cooperativas. Atua como palestrante e mediador das rodas de conversa durante as mostras públicas, articulando a temática da cafeicultura à comunicação contemporânea e às novas gerações do campo.Currículo Resumido: Profissional de marketing e comunicação, com experiência em campanhas integradas para o setor agroindustrial e corporativo. Na Plata Digital, liderou projetos de conteúdo estratégico e narrativas multiplataforma. Atualmente é Coordenador de Marketing da BSCA – Associação Brasileira de Cafés Especiais, promovendo o café especial brasileiro e fortalecendo sua cadeia produtiva. Sua atuação combina liderança criativa, gestão estratégica e impacto cultural, com foco em storytelling, território e sustentabilidade. Thiago Gonçalves de OliveiraCargo: Diretor de produção e filmmakerResumo da Atividade: Responsável pela captação de imagens, sonorização e direção de produção nas gravações realizadas nas oito cidades da Mostra. Atua também como orientador, apoiando a criação de materiais complementares e o making of da Mostra.Currículo Resumido: Videomaker com mais de 12 anos de experiência em audiovisual, especializado em manifestações populares, turismo e memória musical. Fundador da TH Filmes, produziu vídeos institucionais, clipes e registros culturais de Congadas, Folia de Reis e Queima do Alho. Palestrante da Oficina de Cinema de Paraíso e formador de jovens em audiovisual comunitário. Seu trabalho valoriza a identidade cultural regional e o uso de tecnologias acessíveis para registro e difusão de memórias locais. RMídia – Comunicação Visual e DesignCargo: Criação de Material Gráfico e Cartilha PedagógicaResumo da Atividade: Responsável pela identidade visual da Mostra Cultural, diagramação e criação dos materiais gráficos e digitais, incluindo a cartilha pedagógica “Do Chão à Xícara”, banners, cartazes, posts institucionais e elementos visuais do acervo digital. Atua na adequação visual às normas de acessibilidade, garantindo clareza, coerência estética e impacto comunicacional.Currículo Resumido: Agência especializada em design institucional, comunicação cultural e materiais acessíveis. Desenvolveu identidades visuais e campanhas para projetos de cultura, educação e turismo, com foco em clareza, impacto e inclusão. Demais Integrantes TécnicosO projeto contará com uma equipe complementar formada por cinco profissionais de apoio técnico, incluindo operadores de som, assistentes de câmera, editor de vídeo, designer de acessibilidade e coordenador de logística. A seleção priorizará profissionais das regiões contempladas pela Mostra, fortalecendo a geração de renda local e a valorização de talentos regionais.O projeto contará ainda com cinco profissionais contratados para apoio técnico, incluindo operadores de som, assistentes de câmera, editor de vídeo, designer de acessibilidade e coordenador de logística. Todos serão selecionados conforme a etapa de execução, priorizando profissionais das regiões contempladas, garantindo geração de renda local e valorização de talentos regionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.