Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.
Realizar, no Rio de Janeiro, em 2027, a exposição MARE OCEANUM. Propomos reunir cerca de 50 artistas brasileiros e estrangeiros em um evento realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro com acesso gratuito.O evento reunirá as mais amplas formas de expressão artísticas inspiradas ou motivadas pelo oceano, apresentando obras de artistas contemporâneos brasileiros como Grada Kilomba, Rosana Paulino, Priscila Rezende, Arjan Martins, André Vargas, PDenilson Baniwa, Sandra Cinto, Luiz Zerbini; artistas consagrados como Pancetti e Genevieve Naylor; e estrangeiros como Ai Wei Wei (China), Yinka Shonibare (GBR), Otobong Nkanga (Nigéria), El Anatsui (Gana).A exposição acontecerá por ocasião da 3ª Conferência da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável em 2027, quando o Rio de Janeiro receberá autoridades governamentais, comunidade científica, sociedade civil, povos tradicionais, comunidades costeiras, ONGs e demais atores ligados à cultura oceânica.
Uma exposição com acesso gratuito com obras, artesanatos e fotografias que exibam e retratem vários aspectos relacionadosaos manguezais do Brasil e trazendo novos conhecimentos sobre a biodiversidade, as regiões existentes e contribuir paraa compreensão da capacidade de renovação e valorização cultural desse ecossistema. O relatório detalhado das obras a serem expostas encontra-se em fase de elaboração, devido ao processo de seleção e curadoria em andamento. Assim que concluído, será submetido às instâncias competentes para análise e aprovação, garantindo a transparência e o cumprimento das exigências da Lei Rouanet.
No latim clássico e medieval, Mare Oceanum designava o vasto oceano que circundava todo o mundo conhecido. Para os romanos e europeus medievais, significava o Oceano Atlântico, visto como a borda do mundo, o grande círculo desconhecido que circunscrevia todos os continentes.A exposição tem por objetivo geral reunir obras artísticas de diversos tipos que explorem aspectos ligados à cultura do oceano, destacando sua relação com a sociedade, sua presença vital nas tradições de norte a sul do país e sua importância para o mundo em que vivemos. Queremos promover um verdadeiro mergulho em nossa relação com o oceano, investigando a diversidade da cultura nele inspirada e por ele gerada, as formas como o percebemos e o vivenciamos. Propomos reunir artistas contemporâneos relacionados ao mar que busquem resgatar saberes ancestrais e culturas apagadas pela historiografia, estimulando o conhecimento e o pensamento crítico sobre o momento presente. No Brasil, o oceano funcionou como esteira para uma intensa troca cultural: por ele chegaram os europeus, por ele se foram os valiosos produtos da terra _ madeira, ouro, café e muitos outros _, por ele vieram os escravizados que plantaram aqui a sua cultura, por ele começou a ocupação que mudaria para sempre o destino dos povos indígenas que habitavam o território há milênios.As negociações culturais que se concretizaram nas trocas pelo Atlântico geraram assimetrias que marcaram a sociedade brasileira e que vêm sendo desconstruídas com as novas narrativas históricas a respeito das diásporas indígenas e africanas. Nos abismos oceânicos repousam os numerosos tumbeiros que arrancaram da África os deportados trazidos para um novo mundo de violência e apagamento. Sob as cidades modernas jazem territórios antes ocupados por tabas de múltiplas tribos indígenas. O poder transformador da arte ultrapassa barreiras culturais, sociais e econômicas, fazendo com que ela possa ser um motor para mudanças profundas na sociedade. Os artistas selecionados pela curadoria para participação em "Mare Oceanum" questionam aspectos históricos, econômicos, socioculturais e ambientais por meio de suas obras, seja pelo conceito que desenvolveram, pela técnica ou pelos materiais que utilizam. A força simbólica e identitária de suas criações traz em seu bojo uma intensa vivência emocional que dialoga com o binômio "ser humano x oceano". Essa força é capaz de estimular a conscientização sobre a importância da conservação dos mares e da vida marinha, estabelecendo uma ponte entre arte, ciência e meio ambiente e evidenciando o papel dos artistas na sensibilização ecológica.O objetivo é explorar o manancial criativo gerado pela relação com o oceano, considerando que cerca de 60% da população brasileira vive em locais diretamente conectados a ele. A identidade cultural brasileira tem profundas raízes nas águas salgadas que banham os 10 mil quilômetros de litoral do país. As expressões culturais se multiplicam por essa dimensão continental e perpassam as artes visuais, o artesanato, a música, a literatura, a dança, gastronomia, espiritualidade e muito mais.Explorando o oceano segundo os preceitos da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030) instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), será destacada a função do oceano como grande elo de conexão mundial. Por essa razão, um dos pontos focais da Década é o uso do termo no singular - oceano - tendo em vista que suas águas circundam e unem todos os continentes. Unindo arte e natureza, esperamos despertar o interesse e a curiosidade do público para esse ecossistema crucial para a vida na Terra.O projeto cultural atenderá aos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021: I-Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e forma de expressão; II-Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõe a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V-Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e a produção de bens culturais; XI-Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOSProduto Exposição: Realizar uma exposição no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro - CCBB do Rio de Janeiro, temporada de 3 meses em 2027.Propomos reunir cerca de 50 artistas brasileiros como Grada Kilomba, Rosana Paulino, Priscila Rezende, Arjan Martins, André Vargas, Paulo Nazareth, Aline Motta, Mulambö, Bárbara Wagner, Denilson Baniwa, Sandra Cinto, Mayara Ferrão, José Rufino e Luiz Zerbini, além de artistas consagrados como Pancetti, Voltaire Fraga e Genevieve Naylor; e estrangeiros como Ai Wei Wei (China), Kcho (Cuba), Otobong Nkanga (Nigéria), Guido van der Werve (Baíses Baixos), Yinka Shonibare (Grã Bretanha), Caspar David Friedrich (Alemanha), El Anatsui (Gana), entre outros.Instalações, "site specifics" (5), pinturas, gravuras, esculturas, músicas, cerâmicas, vídeos, fotografias e imersões (2) oferecerão ao público uma experiência transformadora em sua relação com a cultura oceânica. A programação educativa prevê oito encontros de estudantes do ensino básico e médio com representantes de comunidades tradicionais associadas ao oceano como quilombolas, pescadores, caranguejeiros, construtores de barcos e currais de peixes, ganhadeiras, contribuindo para divulgar e valorizar seus saberes tradicionais.Em termos de acessibilidade, todas as legendas e textos serão bilingues e terão um QRCode com a audiodescrição. Duas obras serão disponibilizadas para uma experiência tátil. Dois vídeos do curador terão tradução em libras. Uma vez por mês serão diminuídas as luzes e os sons para visitas marcadas com autistas. O piso será nivelado para facilitar o deslocamento de cadeirantes e amputados.As madeiras usadas na cenografia serão de origem comprovadamente sustentável e recicladas ao final do evento.A divulgação será feita por assessoria de imprensa especializada nos grandes veículos de mídia impressa, radiofônica e televisiva, além de cartazes nas avenidas e em ônibus. A mídia social será atividade com postagens semanais divulgando entrevistas com artistas, curador e participantes das oficinas educativas.
Justificativa A exposição "Mare Oceanum" se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Realizar essa exposição é relevante porque o oceano permanece desconhecido para a ciência e para a sociedade. Com esse evento, visamos destacar o patrimônio cultural material e imaterial gerado pelo e com o oceano, considerando aspectos históricos e contemporâneos, que englobam desde seu papel como corredor multicultural até as questões ambientais dos dias de hoje, como poluição e conservação da vida marinha, entre outras.Em torno do OCEANO, vidas inteiras são constituídas. Comunidades extrativistas de marisqueiras, ganhadeiras, pescadores de caranguejos tornaram-se personagens das artes visuais e da música. Toda a comunidade afrodescendente do Brasil está intimamente ligada à diáspora que se desenrolou por sobre as águas marinhas que ligavam Europa, África e Américas. Movimentos culturais configuram importantes relações que repercutem para além das localidades, compondo parte da identidade brasileira, cuja riqueza deve ser resgatada, preservada e divulgada.Com a encomenda de "site specifics" (obras comissionadas), a exposição estimulará a criação original de artistas brasileiros, ampliando a visão da sociedade e seu conhecimento sobre sua relação com o oceano.A iniciativa contempla recursos de interatividade com o público, utilização de novas tecnologias de realidade ampliada e sensorial, além de plataformas de estímulo à participação de crianças e portadores de necessidades especiais com o conteúdo expositivo.
Inserimos no campo "Anexar documentos/infomações adicionais" e "Anexar documentos/Proposta museográfica da exposição" as respostas solicitadas no diligência recebida na Análise da adequação à realidade do projeto. atenciosamente, Renata Arouca
Exposição:Alcance: Previsão de 150 mil pessoas Duração: 5 mesesLocal: A exposição será realizada no CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Rua Primeiro de Março, 166- Centro,no período de 05 meses em 2027, com acesso gratuito aos visitantes.Horário: 10:00 às 16:00hFuncionamento: De 3ª feira à domingo.O relatório detalhado das obras a serem expostas encontra-se em fase de elaboração, devido ao processo de seleção e curadoria em andamento. Assim que concluído, será submetido às instâncias competentes para análise e aprovação, garantindo a transparência e o cumprimento das exigências da Lei Rouanet.
Acessibilidade O espaço do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro - CCBB do Rio de Janeiro é um local adaptado à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e baixa estatura, bem como pessoas com deficiência visual e/ou neuromotora. Deficiente visual: A exposição contará com um QRCode nas obras que permitirá acesso à audiodescrição do material. Haverá também, na exposição, material sensorial com o qual os deficientes visuais poderão interagir. Deficiência auditiva: A exposição pode ser vista. Não se aplicaMedidas de acessibilidade com todos os requisitos da IN 23/2025, Art 42:“I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação;O espaço do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro - CCBB do Rio de Janeiro é um local adaptado à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. Em 2005, o centro cultural recebeu o Certificado de Acessibilidade Nota 10 (prêmio da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). Já em 2014, o CCBB Rio recebeu a Certificação de Acessibilidade em uma ação da Secretaria da Pessoa com Deficiência da Prefeitura do Rio de Janeiro.O local possui acesso com rampa e área de estacionamento para embarque e desembarque. O acesso para pessoas com mobilidade reduzida tem uma entrada exclusiva pela Porta Presidente Vargas.Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e baixa estatura, bem como pessoas com deficiência visual e/ou neuromotora, além de monitores capacitados a atender e orientar qualquer pessoal que possua alguma necessidade especial.II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla); eEstamos prevendo estratégias e ferramentas específicas para garantir que essas pessoas possam entender, participar e aproveitar as atividades de forma plena e inclusiva, com o uso de uma linguagem simples e clara, recursos visuais, ambientes sensorialmente amigáveis e capacitação da equipe.Pessoas autistas e pessoas com deficiência: A exposição contará com um QRCode e audioguia nas obras permitindo acesso à audiodescrição do material. Haverá também, na exposição, material sensorial que abrange não só os deficientes visuais como todas as pessoas com deficiência.Deficiência auditiva: Como a exposição pode ser vista, estamos entendendo que a sua adaptação não se aplica.O projeto ainda contará com um consultor de acessibilidade onde faremos ajustes na apresentação das obras e no acolhimento dos visitantes caso seja necessário.III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.”Os materiais informativos serão produzidos em formatos que possam ser utilizados por diferentes pessoas e formatos compatíveis com leitores de tela. Faremos um QRCode que levará a audiodescrição da divulgação do texto e pela internet teremos legendas e textos alternativos. Todo o material contará com informação clara sobre as medidas de acessibilidade que serão adotadas nas ações do projeto, para que todos saibam como poderão participar e se beneficiar das atividades de forma inclusiva.Como parte do nosso compromisso em oferecer uma experiência acessível e inclusiva, solicitamos uma consultoria especializada à Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência – SMPD (https://smpd.prefeitura.rio/quem-somos/), órgão que faz parte da Prefeitura do Rio de Janeiro, já que a exposição será realizada no CCBB Rio. Com base nessa orientação, listamos abaixo os recursos de acessibilidade que serão disponibilizados ao longo de toda a temporada da exposição, abrangendo tanto aspectos comunicacionais quanto de conteúdo do projeto.ExposiçãoPessoas autistas e pessoas com deficiência: Temos previstos bancos na sala da exposição e, para visitantes com problemas de mobilidade , poltronas e/ou cadeiras. Em parceria com o programa de acessibilidade do CCBB, agendaremos uma visita guiada por mês voltada para pessoas com deficiência, para que possamos dar atenção exclusiva e facilitar a experiência do visitante. A divulgação para esse evento será feita por meio de nossas redes sociais e com instituições locais voltadas para pessoas com deficiência, como a Secretaria Municipal para Pessoas com Deficiência da Prefeitura do Rio de Janeiro.Um desses dias será separado para receber pessoas autistas, quando haverá diminuição da iluminação e dos ruídos da sala de exposição.Deficientes visuais: Todas as obras terão um QRCode com a audiodescrição da obra em questão. Os vídeos que venham a ser incluídos na exposição terão fones de ouvido para que seu conteúdo possa ser ouvido pelos visitantes com deficiência visual. Teremos instruções claras e simples para o seu uso além de monitores para ajudar na sua utilização.Deficientes auditivos: Os vídeos que venham a ser incluídos na exposição serão legendados em língua portuguesa e traduzidos simultaneamente em Libras. Para a visitação das obras não se aplica.Importante ressaltar que teremos, no projeto, um consultor de acessibilidade para estabelecer orientações específicas para os recursos utilizados, garantindo o sucesso e alcance da estratégia assim como monitores, também com capacitação, para lidar com diferentes necessidades de visitantes com deficiência. Toda essa orientação será dada pela Secretaria Municipal de Pessoa com Deficiência. https://smpd.prefeitura.rio/quem-somos/Será produzida uma carta, em linguagem simples, baseada nas normativas oficiais, para entrada na sala e materiais de divulgação, incluindo versões acessíveis áudio e vídeo com descrição. Esse material será disponibilizado na entrada da sala onde ocorrerá a exposição.Palestra:Pessoas autistas e pessoas com deficiência:Será fornecido fones de redução de ruído para quem precisar de menor estímulo sensorial. O auditório do CCBB disponibiliza lugares exclusivos para cadeirantes ou com problemas de locomoção.Deficientes auditivos:As palestras serão apresentadas com um intérprete de libras para garantir o entendimento e a participação dos deficientes auditivos.Deficientes visuais:A palestra será ouvida. Não se aplica.
Democratização de acesso O acesso à exposição é gratuito, abertas ao público em geral .§ 3o Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos. Estimativa de público a ser atendido diretamente: 800 crianças que receberão transporte. Estamos prevendo 5 turmas de 40 alunos para cada uma das exposições. Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; A exposição será gratuita e sua divulgação será feita nas escolas públicas, Instituições sem fins lucrativos, nas redes sociais, como Facebook, Instagram e Sites (dos patrocinadores, proponente, área de marketing específica e voluntária) Estimamos alcançar por mês no mínimo 3.000 pessoas, em um período de 5 meses, totalizando assim 15.000 pessoas. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; As redes públicas de televisão e outras mídias serão convidadas a participar do evento, principalmente em sua abertura, podendo veicular imagens das atividades e de todo o evento. Art. 47. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições,mostras e oficinas; Nossa exposição é gratuita.
ANDREA JAKOBSSON ESTUDIO EDITORIAL LTDA (COORDENAÇÃO GERAL): ANDREA JAKOBSSON ESTÚDIO DEDICA-SE DESDE O ANO DE 2001 AO REGISTRO DA CULTURA BRASILEIRA POR MEIO DE LIVROS DE ARTE. SEU DIFERENCIAL RESIDE NA CONTRATAÇÃO DE AUTORES RENOMADOS, COM NOTÓRIO SABER EM SUAS ÁREAS ESPECIFICAS, SELEÇÃO DE IMAGENS NOS ACERVOS DAS INSTITUIÇÕES NACIONAIS MAIS SIGNIFICATIVAS E INSUMOS E FORNECEDORES DE PRIMEIRA LINHA, GARANTINDO UMA EDIÇÃO BEM CUIDADA E DURADOURA. MAISARTE (AGENCIAMENTO E COORDENAÇÃO DE PROJETO): EMPRESA DE MARKETING CULTURAL QUE TRABALHA PELA CONSCIENTIZAÇÃO DE IMPORTÂNCIA DE AÇÕES CULTURAIS ADOTADAS COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS, COM SEUS PÚBLICOS E SOCIEDADE, COMPROVANDO OS BENEFÍCIOS E OS RESULTADOS QUE O MARKETING CULTURAL GERA TANTO PARA A IMAGEM DA MARCA DOS PRODUTOS E CORPORAÇÕES, COMO PARA A CULTURA. Marcelo Campos (curador): Marcelo Campos nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É professor associado do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ. É curador do Museu de Arte do Rio. Foi diretor da Casa França-Brasil entre 2016 e 2017. É professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e membro dos conselhos do Museu do Paço Imperial (RJ) e do Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea (RJ). É doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes da UFRJ (2005). Desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea. Possui textos publicados sobre arte brasileira em periódicos, livros e catálogos nacionais e internacionais. No livro "Escultura Contemporânea no Brasil: reflexões em dez percursos" (Salvador: Editora Caramurê, 2016), Campos revê suas análises e inclui parte significativa da produção moderna e contemporânea brasileira em um levantamento de mais de 90 artistas. Desde 2004, realiza curadoria de exposições em diversas instituições no Brasil. Leila Scaf Rodrigues (projeto expográfico) Leila Scaf é arquiteta, formada pela Universidade de Arquitetura e Urbanismo Santa Úrsula. Sócia e fundadora da firma LSR Arquitetura Ltda., que desde 1998, vem atuando em projetos de arquitetura, interiores e expografia. A partir de 2000 passa a desenvolver projetos de expografia e participa do acompanhamento de montagem de exposições de arte e temáticas em vários museus e centros culturais no Brasil. Desde 2011, se tornou uma pessoa com deficiência, passando a atuar também em projetos de acessibilidade e em grupos voltados à Acessibilidade Cultural e à inclusão da pessoa com deficiência.RENATA AROUCA - PRODUÇÃODEDICA-SE À PRODUÇÃO CULTURAL HÁ 25 ANOS. TEM CONHECIMENTO EXTENSO NA ORGANIZAÇÃO DE GRANDES EQUIPESE NO ACOMPANHAMENTO DE TRABALHOS GRÁFICOS. HÁ QUINZE ANOS É RESPONSÁVEL PELA QUALIDADE NA PRODUÇÃO EDITORIAL E EXPOSITIVA NO ANDREA JAKOBSSON ESTÚDIO. ASSINA MAIS DE 100 PROJETOS REALIZADOS. Flavia Cesar (designer/projeto gráfico) Designer com mais 20 anos no mercado, tem experiência atendendo grandes, médias e pequenas empresas, colaborando para campanhas de clientes como L'Oréal, Kerastase, Nutrisse, Fructis, Lavazza, Odebrecht, Vieira Rezende Advogados, BFBM advogados, Vinci Partners e outros. Tem em seu portfolio criações para marcas e identidade visuais, campanhas de lançamentos de produtos, animações de vendas, relatórios anuais, sinalizações, catálogos, sites.Realizou a exposição Manguezal no CCBB Rio em 2025.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.