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O projeto Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina propõe uma exposição imersiva e interativa dedicada à difusão da cultura amazônica no Sul do Brasil. Instalado dentro da ExpoLondrina 2026, o estande apresentará ao público as lendas, os saberes e as expressões artísticas dos povos ribeirinhos, promovendo o encontro entre arte, tradição e educação. O espaço contará com ambientação temática inspirada na floresta, exibição de vídeos culturais, artesanato, obras de arte e sons regionais, além de apresentações diárias de contação de histórias com personagens típicos da Amazônia, como Curupira, Iara e Boto. Ao final das vivências, os visitantes receberão gratuitamente exemplares de livros sobre lendas amazônicas, fortalecendo o acesso à leitura e à diversidade cultural brasileira.
Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina é uma exposição interativa e imersiva dedicada à valorização da cultura amazônica no Sul do Brasil. O projeto transforma um espaço de 48 m² em uma experiência sensorial que une arte, tradição e educação. O público é convidado a vivenciar o universo amazônico por meio de ambientação cenográfica inspirada na floresta, com sons, aromas e elementos visuais regionais.Durante os dez dias da ExpoLondrina 2026, o estande apresentará 20 sessões de contação de lendas amazônicas, como Curupira, Iara, Matinta Perera e Boto, interpretadas por artistas caracterizados. O espaço contará ainda com exposição de artesanato, obras de arte, fotografias e projeções audiovisuais que retratam o cotidiano e as festas populares dos povos ribeirinhos e comunidades tradicionais.Além das apresentações presenciais, haverá distribuição gratuita de 1.000 livros sobre lendas amazônicas aos visitantes que participarem das atividades, reforçando o caráter educativo e de democratização do acesso à cultura. O estande também terá recursos de acessibilidade física e de conteúdo, incluindo intérprete de Libras, audiodescrição e materiais em braille.O projeto é voltado ao público geral e escolar, com classificação indicativa livre, e busca despertar o reconhecimento da Amazônia como parte fundamental da identidade cultural brasileira, promovendo integração entre Norte e Sul por meio da arte, da literatura e da oralidade.
Objetivo GeralDifundir a cultura amazônica no Sul do Brasil por meio de uma exposição interativa na ExpoLondrina, promovendo o encontro entre arte, tradição e educação, e valorizando as expressões culturais dos povos ribeirinhos e das comunidades tradicionais do Norte. O projeto busca despertar no público o sentimento de pertencimento à diversidade cultural brasileira e promover o reconhecimento da Amazônia como patrimônio simbólico e identitário do país. Por meio de ações artísticas, educativas e sensoriais, o projeto visa democratizar o acesso à arte e à cultura amazônica, fortalecendo a formação de público e contribuindo para a descentralização da produção cultural nacional.Objetivos EspecíficosMontagem do estande cultural: Criar um espaço de 48 m² com ambientação inspirada na floresta amazônica, utilizando elementos de cenografia sustentável, como madeiras de reflorestamento, folhagens naturais e materiais recicláveis, além de iluminação em tons verdes e dourados. O estande contará com painéis fotográficos, esculturas, biojoias, cerâmicas marajoaras, sementes e tecidos regionais, compondo um ambiente sensorial que envolva visão, tato, olfato e audição.Exposição artística e cultural: Apresentar ao público obras de arte, artesanato, fotografias e registros de manifestações típicas do Norte do Brasil, com curadoria voltada à valorização da cultura ribeirinha e dos povos tradicionais amazônicos. A mostra destacará técnicas ancestrais de produção artesanal e expressões da arte popular, ampliando o conhecimento do público sobre o fazer artístico amazônico.Programação cultural diária: Realizar 20 apresentações de contação de lendas amazônicas, com artistas e contadores de histórias caracterizados como personagens icônicos da floresta, como Curupira, Iara, Boto, Matinta Perera e Vitória-Régia. As performances serão realizadas em horários fixos, com interação direta com o público e linguagem acessível a crianças e adultos, estimulando o encantamento e o aprendizado por meio da oralidade.Exibição audiovisual contínua: Disponibilizar um telão com vídeos sobre danças, festas e rituais amazônicos, incluindo o carimbó, o Círio de Nazaré e celebrações ribeirinhas. A exibição funcionará durante todo o período da feira, ampliando o repertório visual e sonoro dos visitantes e criando um ambiente de imersão cultural.Distribuição gratuita de livros: Adquirir e distribuir 1.000 exemplares de livros sobre lendas amazônicas para visitantes que participarem das atividades interativas do estande. Essa ação visa promover o acesso à literatura regional e incentivar a leitura como instrumento de preservação do patrimônio imaterial.Valorização de artistas e artesãos nortistas: Divulgar e reconhecer o trabalho de criadores amazônicos, fortalecendo redes culturais e oportunizando novas parcerias entre produtores culturais do Norte e do Sul. A ação contribui para a descentralização do mercado cultural e amplia a circulação de bens simbólicos.Ações educativas e sensibilização ambiental: Estimular o público a refletir sobre a importância da preservação da floresta e dos saberes tradicionais, reconhecendo a cultura amazônica como um dos pilares da identidade brasileira. Serão desenvolvidas dinâmicas de mediação cultural, conversas breves com o público e distribuição de materiais informativos sobre diversidade, sustentabilidade e valorização dos povos da floresta.Acessibilidade e inclusão: Garantir que todas as atividades sejam acessíveis a pessoas com deficiência, com recursos como intérprete de Libras, sinalização visual adequada, espaços adaptados e linguagem inclusiva nas ações de mediação. O projeto reforça o princípio de democratização cultural previsto na Lei nº 8.313/91.Formação de público e impacto social: Atingir aproximadamente 15 mil visitantes diretos durante os 10 dias de evento, gerando vivências formativas e emocionais que ampliam o repertório artístico da população. O estande funcionará como um ponto de encontro entre gerações, estimulando a curiosidade e o respeito à diversidade cultural do país.Contribuição para políticas públicas de cultura: Atender aos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, especialmente nos incisos II, IV e V — ao promover a democratização do acesso aos bens culturais, valorizar as manifestações regionais e contribuir para a preservação do patrimônio imaterial brasileiro.Integração com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): O projeto dialoga com os ODS 4 (Educação de Qualidade), 10 (Redução das Desigualdades) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ao incentivar o aprendizado intercultural, o acesso equitativo à arte e a valorização das identidades regionais.
O projeto Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina nasce do propósito de difundir a cultura amazônica no Sul do Brasil, promovendo o encontro entre arte, tradição e educação. A proposta consiste na criação de um estande cultural imersivo dentro da ExpoLondrina 2026, evento de grande relevância regional e nacional, que reúne milhares de visitantes e se consolidou como espaço de expressão econômica e cultural do país. O projeto pretende apresentar, de forma sensorial e educativa, a diversidade estética e simbólica da Amazônia — suas lendas, sons, artesanatos, costumes e saberes tradicionais — por meio de uma exposição interativa, gratuita e acessível ao público. A escolha pela realização do projeto na ExpoLondrina se justifica pelo alcance e pluralidade de público do evento. A feira é um ponto de encontro entre o urbano e o rural, o tradicional e o moderno, e constitui um ambiente fértil para a promoção de manifestações culturais de todas as regiões brasileiras. Ao trazer a Amazônia para o Sul, o Sou Norte cria uma ponte entre dois territórios culturalmente ricos, mas geograficamente distantes, estimulando o diálogo, a empatia e o reconhecimento da diversidade nacional como patrimônio coletivo. O estande será um espaço vivo de experiências culturais. O visitante será convidado a adentrar um ambiente cenograficamente inspirado na floresta amazônica, com painéis fotográficos, esculturas, biojoias, objetos artesanais, sons e aromas característicos da região. A ambientação reproduzirá elementos da natureza, combinando folhagens, madeira, tecidos e iluminação em tons de verde e dourado, criando um clima imersivo que desperta os sentidos e promove conexão emocional com o tema. Durante todos os dias da feira, o estande abrigará apresentações de contadores de histórias e performances teatrais de personagens das lendas amazônicas, como Iara, Curupira, Boto, Matinta Perera e Vitória-Régia. Essas atividades resgatam a tradição oral como forma de transmissão de conhecimento e encantamento, valorizando um dos principais pilares da cultura popular brasileira: a narrativa. Paralelamente, o espaço contará com uma mostra permanente de artesanato regional, pinturas, fotografias e vídeos de manifestações culturais típicas da Amazônia, como o carimbó, as festas ribeirinhas e os rituais indígenas. A proposta contempla também uma ação de incentivo à leitura e à formação cultural: a distribuição gratuita de mil exemplares de livros sobre lendas amazônicas aos visitantes que participarem das atividades do estande. Essa ação reforça o caráter educativo do projeto e amplia o acesso do público à literatura regional, incentivando o contato com histórias que expressam o imaginário, a espiritualidade e os valores dos povos da floresta. O Sou Norte está em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) e se enquadra nos incisos I, II e IV do Artigo 1º, por se tratar de: Inciso I: incentivo à produção, difusão e circulação de bens culturais; Inciso II: estímulo à valorização e difusão de manifestações culturais regionais; Inciso IV: preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro, em suas formas de expressão e modos de criar, fazer e viver. Além disso, o projeto atende aos objetivos do Artigo 3º da mesma lei, especialmente nos incisos: II: estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IV: democratizar o acesso aos bens culturais e promover o conhecimento da diversidade étnica e regional do Brasil; V: valorizar as manifestações culturais e os modos de vida das comunidades tradicionais, reforçando o sentimento de identidade e pertencimento. O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal é essencial para viabilizar a execução deste projeto, pois a montagem de uma estrutura cenográfica, artística e educativa de qualidade demanda investimentos em materiais, mão de obra qualificada, equipe técnica e ações de acessibilidade. O financiamento público via renúncia fiscal garante que todas as atividades sejam gratuitas, permitindo o acesso de diferentes públicos — incluindo crianças, idosos e pessoas com deficiência — sem qualquer custo. A relevância cultural do projeto também reside em seu caráter simbólico. A Amazônia é o coração verde do Brasil e do mundo, guardiã de uma biodiversidade incomparável e de saberes ancestrais que ensinam sobre convivência, equilíbrio e respeito à natureza. Contudo, grande parte da população do Sul e Sudeste ainda conhece pouco da cultura amazônica para além dos estereótipos. O Sou Norte propõe-se a preencher essa lacuna, aproximando os visitantes de Londrina e região do universo amazônico por meio da arte, da literatura e da experiência sensorial. O projeto se alinha às políticas de valorização da cultura popular e da diversidade cultural, reconhecendo a importância dos povos ribeirinhos, indígenas e extrativistas como guardiões de tradições imateriais fundamentais para a identidade nacional. Ao promover a Amazônia fora de seu território de origem, o Sou Norte contribui para a descentralização da produção cultural e amplia a visibilidade de artistas e artesãos nortistas, possibilitando o intercâmbio de experiências e o fortalecimento de redes culturais entre regiões. A escolha da ExpoLondrina como palco para essa difusão não é apenas estratégica, mas simbólica. Trata-se de um espaço consolidado, com tradição em abrigar grandes ações culturais, capaz de receber centenas de milhares de visitantes e oferecer condições adequadas de infraestrutura e visibilidade. Ao ocupar um estande nesse evento, a proposta cria uma "ilha amazônica" em meio ao cenário sulista, despertando o interesse do público e promovendo um verdadeiro encontro entre biomas, linguagens e imaginários. Em termos de impacto, o projeto pretende alcançar cerca de 15 mil visitantes diretos durante os dez dias de evento, com ampla cobertura midiática e forte potencial de repercussão nas redes sociais e na imprensa local. Indiretamente, o impacto educativo se estende para escolas, famílias e agentes culturais que terão contato com a proposta e seus materiais didáticos. O Sou Norte também contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente o ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ao promover a educação cultural, o respeito à diversidade e o acesso equitativo à arte e ao conhecimento. Por tudo isso, o projeto demanda apoio da Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar sua execução integral, garantindo a difusão gratuita de bens culturais, a valorização da Amazônia como patrimônio nacional e o fortalecimento da identidade brasileira em toda a sua pluralidade.
O projeto Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina consiste na criação, montagem e operação de um espaço expositivo interativo de 48 m², localizado dentro do Parque de Exposições Governador Ney Braga, durante a ExpoLondrina 2026 (10 a 19 de abril). O estande será concebido como uma instalação artística imersiva, com foco na difusão da cultura amazônica e valorização dos saberes tradicionais.1. Estrutura física e materiaisÁrea total: aproximadamente 48m²Estrutura: módulos metálicos com fechamento em painéis MDF reciclado e bambu tratado, garantindo sustentabilidade e resistência.Piso: nivelado e antiderrapante, com tapetes temáticos de fibra natural.Iluminação: sistema de LED com tons quentes (âmbar e verde), simulando a luz filtrada da floresta.Sonorização: caixas de som ambiente com trilhas sonoras amazônicas (sons da natureza, carimbó, tambores e vozes ribeirinhas).Ambientação: folhagens naturais e artificiais, redes de palha, sementes, cerâmicas marajoaras, tecidos regionais, pequenas esculturas e biojoias.Telão principal: LED de 3m x 2m, com exibição contínua de vídeos e registros audiovisuais da Amazônia.Mobiliário: bancos de madeira, pufes ecológicos, mesas de apoio, estantes expositivas e totens informativos.2. Conteúdo expositivoEixo 1 – Lendas e oralidade: apresentações teatrais e contações de histórias (20 sessões no total), com duração média de 30 minutos cada.Eixo 2 – Artesanato e arte visual: exposição permanente de obras representativas (cerâmica, fibras, madeira, pintura, fotografia).Eixo 3 – Imersão audiovisual: projeções de danças, festas e rituais amazônicos, transmitidos em looping durante todo o evento.Eixo 4 – Leitura e difusão: distribuição gratuita de 1.000 livros sobre lendas amazônicas, em formato impresso (aprox. 32 páginas cada, colorido, papel couchê fosco 120g, capa 250g).3. Duração e cronogramaMontagem: 7 dias (3 a 9 de abril de 2026).Exposição aberta ao público: 10 dias (10 a 19 de abril de 2026).Desmontagem e armazenamento: 3 dias (20 a 22 de abril de 2026).Relatórios e pós-produção: 30 dias após o término do evento.4. AcessibilidadeO estande seguirá integralmente as normas da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015):Acesso com rampas e piso nivelado;Circulação com corredores de 1,20m livres;Intérprete de Libras presente em apresentações selecionadas;Audiodescrição nos vídeos;Textos expositivos em fonte ampliada e contraste alto;Totens com informações em braille e QR Codes com áudios explicativos;Espaço sensorial tátil com objetos, sementes e tecidos da floresta.5. Materiais educativos e sustentáveisLivros distribuídos: 1.000 exemplares sobre lendas amazônicas (impressos em gráfica com certificação FSC).Materiais gráficos: folhetos, cartazes e banners informativos em papel reciclado.Brindes ecológicos: marcadores de página feitos de papel-semente.Resíduos: coleta seletiva e destinação correta após o evento.6. Projeto pedagógico e impacto culturalO projeto propõe experiências educativas que articulam arte, leitura, oralidade e consciência ambiental, favorecendo o aprendizado sensorial e a valorização da identidade amazônica. As atividades têm caráter lúdico e formativo, promovendo o contato com diferentes linguagens artísticas (teatro, artesanato, audiovisual, literatura) e fortalecendo a educação cultural e ambiental.7. Classificação indicativaFaixa etária: Livre para todos os públicos.Público estimado: 15.000 visitantes diretos ao longo dos 10 dias de evento.
AcessibilidadeO projeto Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina será desenvolvido com atenção integral à acessibilidade física, sensorial e comunicacional, garantindo o acesso e a participação de todos os públicos, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e com as diretrizes de acessibilidade cultural do Ministério da Cultura.Acessibilidade física: O estande contará com piso nivelado e sem barreiras arquitetônicas, permitindo a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Haverá rampas de acesso com inclinação adequada, corredores amplos, sinalização tátil em pontos estratégicos e área de descanso com assentos acessíveis. Serão disponibilizados atendentes capacitados para acolher o público e auxiliar na locomoção, caso necessário. Todos os espaços internos serão projetados para garantir conforto e segurança, incluindo iluminação adequada e ventilação natural.Acessibilidade de conteúdo: Para garantir a compreensão do conteúdo exposto, o estande contará com intérprete de Libras durante as apresentações de contação de histórias e mediações culturais, além de legendas e audiodescrição nos vídeos exibidos nos telões. Os textos explicativos dos painéis e materiais gráficos terão fonte ampliada e alto contraste, facilitando a leitura por pessoas com baixa visão.Serão produzidos materiais informativos acessíveis, como folhetos em braille com breve resumo das lendas amazônicas e QR Codes que direcionam para áudios explicativos sobre o conteúdo das obras e elementos do espaço expositivo. Também haverá um circuito sensorial, que permitirá a experiência tátil de objetos, sementes, tecidos e peças artesanais, ampliando a inclusão de pessoas com deficiência visual.Acessibilidade atitudinal e formativa: Toda a equipe envolvida na execução — incluindo monitores, contadores de histórias e mediadores — receberá orientação prévia sobre atendimento inclusivo e respeito à diversidade, garantindo um ambiente acolhedor, empático e seguro para todos os visitantes.Essas medidas visam assegurar que o Sou Norte seja um espaço de vivência cultural plena e democrática, em que cada visitante, independentemente de sua condição física ou sensorial, possa conhecer, sentir e celebrar a riqueza da cultura amazônica.
O projeto Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina foi concebido para garantir o acesso gratuito, amplo e inclusivo à arte e à cultura amazônica, possibilitando que pessoas de diferentes idades, origens e condições socioeconômicas possam vivenciar a riqueza simbólica e estética da região. Todas as atividades propostas — exposição, apresentações artísticas, contações de lendas e experiências sensoriais — serão totalmente gratuitas e abertas ao público visitante da ExpoLondrina 2026.A entrada no estande não exigirá inscrição prévia nem limitação por faixa etária, permitindo livre circulação e permanência. O projeto estima o atendimento direto de aproximadamente 15 mil visitantes ao longo dos 10 dias de evento. Para garantir maior alcance, serão implementadas estratégias de comunicação acessível e inclusiva, com sinalização clara, linguagem simples e distribuição gratuita de materiais informativos.Como medida de ampliação do acesso à leitura e à cultura regional, o projeto prevê a distribuição gratuita de 1.000 exemplares de livros sobre lendas amazônicas, incentivando o hábito da leitura e a valorização da literatura popular. Esses exemplares serão entregues aos visitantes que participarem das atividades do estande.Além da experiência presencial, o projeto ampliará seu alcance por meio da transmissão digital e cobertura audiovisual. Serão produzidos registros em vídeo das apresentações e da ambientação do estande, a fim de difundir o conteúdo em redes sociais e plataformas digitais, permitindo que o público de outras regiões também tenha acesso à proposta cultural. O conteúdo audiovisual incluirá trechos das contações de histórias, entrevistas com artistas e registros do processo de montagem, fortalecendo a memória cultural do evento.Em sua essência, o Sou Norte defende a cultura como um direito universal, garantindo acesso gratuito, acessível e descentralizado, ampliando as oportunidades de contato com a arte amazônica em uma das maiores feiras do Sul do país. O projeto atende diretamente aos princípios do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, que orienta a democratização do acesso e a valorização da diversidade cultural brasileira, reafirmando o papel da cultura como instrumento de pertencimento, educação e cidadania.
Proponente: Thassiana Moraes da Silva Nascida em Belém do Pará, produtora cultural e idealizadora do projeto Sou Norte — Estande Cultural Amazônico na ExpoLondrina. Responsável pela concepção, curadoria temática e coordenação geral do projeto. Atuará na gestão administrativa, acompanhamento das etapas de pré-produção, execução e pós-produção, e supervisão das ações de democratização de acesso e acessibilidade. EQUIPE TÉCNICA E ARTÍSTICA1. Coordenação Geral — Thassiana Moraes da Silva Gestão completa do projeto, coordenação da equipe, controle orçamentário e garantia da coerência conceitual e cultural da proposta.2. Produção Executiva Responsável pela organização administrativa e logística, contratação de serviços, controle de cronograma e acompanhamento da execução técnica.3. Direção de Arte e Cenografia Criação e execução do projeto cenográfico do estande, incluindo layout, ambientação amazônica, iluminação, sonorização e instalação dos elementos expositivos.4. Curadoria Cultural Pesquisa e seleção de obras, artesanatos, imagens e elementos representativos da cultura amazônica, assegurando fidelidade e autenticidade temática.5. Contadores de Histórias (4 artistas) Responsáveis pelas apresentações diárias de lendas amazônicas, com caracterização de personagens típicos (Curupira, Iara, Boto e outros), integrando teatro e tradição oral.6. Mediadores Culturais (2 profissionais) Atendimento ao público visitante, explicação das obras e elementos do estande, mediação de dinâmicas educativas e auxílio em ações sensoriais e pedagógicas.7. Equipe de Acessibilidade (2 profissionais) Profissionais especializados em acessibilidade comunicacional e sensorial, incluindo intérprete de Libras e audiodescritor.8. Técnico de Áudio e Vídeo Instalação e operação de equipamentos de som, projeção e vídeo durante todo o evento, garantindo qualidade e fluidez nas apresentações.9. Assessoria de Comunicação e Divulgação Criação da identidade visual do projeto, desenvolvimento de material gráfico, plano de mídia e divulgação nas redes sociais e imprensa.10. Documentarista / Registro Audiovisual Responsável pela captação e edição de vídeos e fotos do processo e das atividades do estande, compondo acervo cultural e material de divulgação posterior.11. Assistente Administrativo Apoio à coordenação na organização financeira, controle de notas fiscais, planilhas e relatórios de prestação de contas.12. Equipe de Montagem e Desmontagem (3 profissionais) Execução da montagem do estande, instalação dos elementos cenográficos e desmontagem final após o término do evento.
Periodo para captação de recursos encerrado.