| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 14998371000119 | J MACEDO S/A | 1900-01-01 | R$ 591,9 mil |
O projeto cultural batuque na caixa: formação, arte e cultura tem como objetivo a realização de oficinas (música, musicoterapia, artes visuais, dança, cidadania e artes cênicas) para crianças, adolescentes e jovens; de forma gratuita e com medidas de acessibilidade e democratização cultural facilitando o acesso de moradores em áreas periféricas e rurais para inclusão nas atividades.
Oficinas culturais (5) em 7 municipios brasileiros, de forma gratuita, com permanente registro e atividades/campanhas em defesa da democracia e da inclusão das minorias;diagramação, publicação, divulgação, lançamento e distribuição do livro com a história do batuque na caixa; em torno de 200 páginas, fotos em cor, depoimentos e links;14 apresentações culturais com música, dança, teatro; produção de texto e de desenhos
Objetivo GeralO projeto cultural batuque na caixa: formação, arte e cultura tem como objetivo a realização de oficinas (música, musicoterapia, artes visuais, dança, cidadania e artes cênicas) para crianças, adolescentes e jovens; de forma gratuita e com medidas de acessibilidade e democratização cultural facilitando o acesso de moradores em áreas periféricas e rurais para inclusão nas atividades nas seguintes cidades: Londrina/PR; Fortaleza e Horizonte/CE; Salvador e Simões Filho/BA; São Paulo e São José dos Campos/SPObjetivos específicospublicação do livro batuque na caixa 1999/2026 contando a trajetória do projeto com histórias, fotos e depoimentoscontribuir com a inclusão de crianças, adolescentes e jovens neuro-divergentes por meio de consultora especializadacontribuir para elevar a auto estima de alunas e alunos do projetorealizar 2 apresentações em cada cidade de forma acessivel, gratuita e voltada a comunidade totalizando 14 apresentações
O projeto cultural batuque na caixa: formação, arte e cultura tem como objetivo a realização de oficinas (música, musicoterapia, artes visuais, dança, cidadania e artes cênicas) para crianças, adolescentes e jovens; de forma gratuita e com medidas de acessibilidade e democratização cultural facilitando o acesso de moradores em áreas periféricas e rurais para inclusão nas atividades.O projeto batuque na caixa foi criado em 1999 como proposta pedagógico-cultural gratuita para crianças, adolescentes e jovens oriundos de famílias em situação de vulnerabilidade social, em que o projeto empresta os instrumentos e o material didático e vai até os bairros com seus oficineiros. Desde seu início, foram contemplados mais de 10 mil alunos com oficinas de música, teatro, desenho, dança e literatura. Muitos se tornaram profissionais e a grande maioria foi beneficiada com a inserção social, continuidade dos estudos e promoção social da cidadania. O grupo batuque na caixa está consolidado e em plena atividade desde 2.000Ao longo da sua trajetória, as parcerias com instituições públicas e privadas, empresas e espaços culturais e comunitários têm sido fundamentais. Por sua seriedade e credibilidade conquistou reconhecimento e prêmios como Leitura para todos (Ministério da Cultura); Itaú Unicef 2018; Prêmio Por um mundo melhor/Rock in Rio (2012) pela reciclagem de materiais e aproveitamento na construção de instrumentos; Membro do Conselho Municipal de Juventude de Londrina (2012/14); Premiado com nota máxima no Prêmio Culturas Populares 2017, do Ministério da Cultura; Membro do Conselho Escolar das Escolas Estaduais do Paraná (gestão de 2017 a 2023); Prêmio Jornada em Reconhecimento, do Governo do Paraná/Lei Aldir Blanc (2020); Prêmio Paraná Criativo, selecionado pela Fundação de Apoio à Pesquisa da Universidade Estadual de Londrina (2022); Prêmio Impulso de gestão em comunicação, concedido pelo Instituto GRPcom/Rede Globo Paraná (2022) e finalista do Prêmio Internacional Iberbibliotecas 2022.Membros do projeto, da instituição proponente e também ex-alunos tem ocupado cadeiras em Conselhos Municipais e Estaduais de políticas públicas para cultura, educação, juventude, mulher e igualdade racial. Durante a pandemia, o batuque na caixa realizou suas atividades de forma online e ampliou sua atuação social com a arrecadação e distribuição de alimentos, roupas e agasalhos, brinquedos e material escolar para as famílias de alunos. Atualmente todos os oficineiros são ex-alunos e a diretoria da instituição proponente contempla negros e mulheres.Neste projeto, serão atendidos 1.400 alunas e alunos em 7 municipios ( Londrina/PR; Fortaleza e Horizonte/CE; Salvador e Simões Filho/BA; São Paulo e São José dos Campos/SP), de forma gratuita, com oficinas de música (canto e percussão), artes cênicas, danças populares, artes visuais e roda de leitura e o critério de acesso será o interesse do aluno e da pessoa responsável. As unidades escolares parceiras e espaços alternativos serão definidos em diálogo com as Secretarias de Educação e demais espaços na fase de pré produção do projeto. As escolas, colégios e espaços serão parceiros cedendo local para oficinas e ensaios, refeições para os oficineiros e apoio no acompanhamento do desenvolvimento dos alunos. Ao final da etapa, que se dará em dezembro de 2026 serão realizadas 14 apresentações culturais públicas e gratuitas para o público externo e de forma descentralizada. Também está previsto neste projeto a edição e impressão do livro batuque na caixa: formação, arte, cultura e democracia! a serem distribuídos entre alunos/familiares, imprensa, ministério da cultura e patrocinadores.
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Oficinas culturais (5) em 7 municipios brasileiros, de forma gratuita, com permanente registro e atividades/campanhas em defesa da democracia e da inclusão das minorias;diagramação, publicação, divulgação, lançamento e distribuição do livro com a história do batuque na caixa; em torno de 200 páginas, fotos em cor, depoimentos e links;14 apresentações culturais com música, dança, teatro; produção de texto e de desenhos
ArquitetônicoOs locais de oficinas terão facilidade para locomoção como rampas, guias táteis, banheiro para cadeirantes e reserva em estacionamentocomunicacionalO material das oficinas terão opção de braile (em caso de impresso); legenda e audiodescrição (em caso de videos)
O projeto batuque na caixa: formação arte e cultura terá suas oficinas culturais oferecidas de forma totalmente gratuitas para os alunos inscritos nas 7 cidadesAs 14 apresentações serão públicas e gratuitas para o público em geral com transmissão pela internetNa etapa de ensaios, a última semana terá ensaios abertos
Clodoaldo Salustiano de Morais, coordenador nacional, conhecido com o nome artístico de Aldo Moraes é músico, escritor e jornalista. Coordena o batuque na caixa desde 1999, foi coordenador do Carnaval Popular de Londrina entre 2007 e 2012, foi curador da Mostra Afro-Brasileira Palmares de artes plásticas, curador da I Antologia Nacional Literária da Ópera Editorial e secretário municipal de cultura de londrina em 2012. Tem 10 livros publicados e prêmios musicais recebidos no Brasil, Áustria e Suíça. Luiz Carlos dos Santos Junior, percussionista oficineiro de percussão e cantoPercussionista, ex-aluno do batuque na caixa e atualmente oficineiro do projeto. Dirigiu os músicos do grupo Maracatu Pé Vermelho, nos carnavais de 2017 a 2020, em Londrina; tocou no projeto carnavalesco Londrina pede samba edição 2022 e em 2023 foi reconhecido com o Prêmio de Arte Palmares, concedido pela Fundação Cultural Palmares. Valdir Rodrigues da Silva, oficineiro de artes cênicasAtor, diretor, dramaturgo e poeta, tem 2 livros lançados e mais de 20 peças encenadas em várias partes do Brasil. Realizou turnê pela Europa com sua peça ‘Quando eu morrer, quem vai chorar por mim?”. Contemplado em primeiro lugar com o prêmio Lei Aldir Blanc, em Cambé, PR, 2021. Atualmente é oficineiro de artes cênicas no batuque na caixa e dirige a web série Guardiões da amizade. Ronilson Moura da Silva, oficineiro de roda de leituraAtor, dramaturgo e escritor. Premiado em diversos concursos literários, escreve regularmente para a Revista D’arte e realiza recitais poéticos solo, com outros artistas e com alunos do batuque na caixa. Jéssica Rosa Ramos: dançarina, coreógrafa e oficineira; oficineira de danças popularesCriadora do projeto de dança alquimia; tem experiencia com escolas de samba, academias de dança e projetos culturais no Paraná, São Paulo e Sergipe. Marcela Aparecida Brisola: culinarista e artista plástica. Oficineira de artes visuaisNa área de artes visuais tem trabalhos como ilustrações para livros de poesia, romances e infantis. Criou a logomarca do projeto cultural história na mesa. Organizadora das fotos e trabalhos visuais do circuito internacional de exposição batuque na caixa. Pollyanna Sela: musicoterapeutaFormada em turismo pela Unopar, em 2005; com cursos livres, mestrado e doutorado (Bircham) em musicoterapia. Sua função no projeto é de atender crianças e familiares de crianças e adolescentes neuro divergentes (TDAH, autista e outros).Obs: os demais profissionais que vão atender o projeto em sua amplitude serão definidos na etapa de pré produção considerando os fatores e caracteristicas sociais e culturais de cada local.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.