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O projeto Caminhos da Loucura: Memória e Patrimônio da Praia Vermelha desenvolverá um circuito interativo de visitação sobre a memória da loucura na Praia Vermelha, com totens sinalizadores e plataforma digital contendo mapa, textos, áudios e vídeos acessíveis. A iniciativa busca valorizar o patrimônio histórico e cultural ligado à psiquiatria no Brasil e promover o debate sobre saúde mental. Inclui ainda oficinas de audiovisual e um seminário aberto ao público.
Em parceria com diversas instituições que atuam no âmbito da rede de saúde mental, a presente proposta visa como produto principal a realização de um roteiro de visitação permanente sobre a memória da loucura no território da Praia Vermelha. O projeto procura estabelecer conexões entre os aspectos históricos, arquitetônicos, artísticos e culturais presentes no território da Praia Vermelha, relacionando-os com a memória da loucura. Assim, tendo como eixo central o itinerário Caminhos da Loucura na Praia Vermelha, o percurso será composto por diversas estações ao longo do Campus da Praia Vermelha, com destaque o atual Palácio Universitário, antigo Palácio da Loucura, sede do Hospício Pedro II/ Hospital de Alienados, a Casa da Ciência e seus espaços anexos e o Instituto de Psiquiatria da UFRJ, instalações remanescentes do antigo hospício. A proposta do percurso visa reforçar a experiência imersiva da visitação, através da apresentação de trabalhos que dialoguem com o passado do antigo hospício, por um viés histórico e artístico, através de intervenções artísticas site-specific feitas por artistas comissionados, em articulação com as coleções/acervos das principais instituições de memória da loucura da cidade do Rio de Janeiro: Núcleo de Memória da Biblioteca João Ferreira IPUB/UFRJ, Centro de Documentação e Memória do IMAS Nise da Silveira, Arquivos documentais do IMAS Juliano Moreira e do Museu Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro.A proposta do trajeto visa, através de uma através de uma linguagem multimídia, articular os aspectos da história da psiquiatria, seu surgimento enquanto especialidade médica intercalado com os relatos e descrições dos personagens ilustres como Qorpo Santo, Lima Barreto, Bispo do Rosario, assim como o diverso contingente de pessoas anônimas que tiveram suas vidas marcadas pela passagem pelo antigo hospício. O percurso contará com visita mediada, coordenada pela equipe do setor educativo da Casa da Ciência da UFRJ, sendo previsto também a contratação de educadores museais com e sem deficiência. O projeto prevê a contratação de ônibus para disponibilizar o acesso aos estudantes da rede municipal de ensino da cidade.Como produtos secundários, o projeto prevê a elaboração e instalação de totens no percurso de visitação. Estes terão legenda em braille e disponibilizarão audiodescrição e tradução em libras através de dispositivo QRcode. Além deste, a instalação de uma Maquete tátil do antigo Hospício Nacional de Alienados, em escala 1:75 (1,50 m x 1,20 m), representando a volumetria e o conjunto arquitetônico original do atual Palácio Universitário da UFRJ. Confeccionada com recursos táteis, placas em braile, QR Codes e iluminação embutida, será um recurso museográfico permanente, voltado à acessibilidade e à mediação do roteiro “Caminhos da Loucura”.O projeto também prevê um tour virtual do percurso, disponibilizado na plataforma digital do projeto e o aprimoramento da mesma plataforma , para que essa se torne plenamente acessível. Outros produtos associados são o Seminário sobre a loucura, a cidade e o cuidado em liberdade que reunirá, durante uma semana, especialistas, estudantes, profissionais de saúde e o público em geral. E por fim, a realização de oficinas de audiovisual e capacitação multimídia, voltadas especialmente a usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), promovendo a inclusão cultural e a produção colaborativa de conteúdos.
Objetivo Geral Valorizar o patrimônio histórico e cultural da Praia Vermelha, território de origem da psiquiatria brasileira, por meio da criação de um circuito permanente de visitação denominado Caminhos da Loucura: Memória e Patrimônio da Praia Vermelha, que articula memória, arte, ciência e cultura. O projeto busca reconhecer e preservar o legado material e imaterial relacionado à história da loucura, ampliando o olhar para outros espaços de rememoração da psiquiatria no Rio de Janeiro e estimulando o debate sobre saúde mental, cuidado em liberdade e diversidade.Objetivos Específicos - Implantar um roteiro de visitação permanente no território da Praia Vermelha, com visitas mediadas e recursos de acessibilidade, voltado à memória da loucura e à história da psiquiatria no Rio de Janeiro.- Instalar totens de sinalização equipados com QR codes e dispositivos de acessibilidade, conectados a conteúdos digitais que permitam ao visitante explorar a arquitetura, os personagens e as transformações culturais do antigo Hospício Nacional de Alienados.- Aprimorar e integrar a plataforma digital Caminhos da Loucura, ampliando o acesso a textos, áudios, vídeos e mapas interativos sobre o percurso histórico, com recursos de acessibilidade digital.- Desenvolver um tour virtual do percurso, como forma de democratizar o acesso ao patrimônio histórico e ampliar o alcance educativo do projeto.- Elaborar uma maquete permanente do antigo Hospício Nacional de Alienados, apresentando sua evolução arquitetônica e histórica. - Promover um seminário sobre a loucura, a cidade e o cuidado em liberdade, reunindo especialistas, estudantes, profissionais de saúde e o público em geral.- Realizar oficinas de audiovisual e capacitação multimídia, voltadas especialmente a usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), promovendo a inclusão cultural e a produção colaborativa de conteúdos.
O projeto Caminhos da Loucura: Memória e Patrimônio da Praia Vermelha toma como ponto de partida o bicentenário de falecimento de Philippe Pinel, figura central na consolidação da psiquiatria moderna, para propor um debate contemporâneo sobre a história da loucura e as transformações do cuidado em saúde mental. A partir desse marco simbólico, o projeto propõe uma travessia histórica de mais de duzentos anos, abordando o percurso da psiquiatria desde o alienismo europeu até as experiências brasileiras de reforma psiquiátrica e de cuidado em liberdade, com ênfase nas dimensões sociais, culturais e políticas que moldaram essas práticas.O gesto mítico de Pinel (ao retirar as correntes dos internos do Asilo de Bicêtre, na França) marca o início da psiquiatria como ciência e a transição da loucura de uma condição moralmente marginalizada para um objeto de saber médico. No Brasil, essa trajetória ganha contornos próprios com a criação, em 1841, do Hospício de Pedro II, posteriormente Hospício Nacional de Alienados, atual Palácio Universitário da UFRJ, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Localizado na Praia Vermelha, o sítio histórico abriga o primeiro hospital psiquiátrico da América Latina e constitui um patrimônio de excepcional relevância para a história da medicina, da cidade do Rio de Janeiro e da formação do pensamento científico no país.Projetado conforme os preceitos clínicos do alienismo, o hospício tornou-se um espaço de contradições: ao mesmo tempo em que representava um avanço institucional, refletia as desigualdades sociais e raciais de sua época. Entre seus internos estavam indigentes, pessoas escravizadas alforriadas, imigrantes e figuras notórias como Lima Barreto, Qorpo Santo e Arthur Bispo do Rosário. A expansão do sistema manicomial, com a criação das colônias do Engenho de Dentro, de Jacarepaguá e do Manicômio Judiciário, consolidou o modelo de segregação, cujos efeitos ecoam até hoje.A transformação do antigo hospício em campus universitário representou uma tentativa de ressignificação do espaço: de lugar de exclusão para território de produção de conhecimento. No entanto, o apagamento das marcas do passado asilar permanece latente. A convivência, na Praia Vermelha, de unidades acadêmicas e serviços de saúde mental evidencia tensões simbólicas e desafios de convivência, revelando o quanto a memória manicomial ainda resiste sob novas formas. O projeto, portanto, reafirma a importância de preservar, valorizar e elaborar essa memória, reconhecendo o patrimônio histórico-cultural da Praia Vermelha como elemento fundamental da identidade carioca e da história social da saúde mental no Brasil.O projeto propõe um percurso que estabelece conexões entre os aspectos históricos, arquitetônicos, artísticos e culturais do antigo hospício e suas relações com a cidade, em diálogo com produções artísticas contemporâneas que pensam o cuidado em liberdade. Será criado um programa de visitas mediadas presenciais, com percurso pelas instalações arquitetônicas acrescido de tecnologias digitais, possibilitando ao visitante uma experiência imersiva dos diferentes usos que o local atravessou ao longo dos anos. O projeto pretende deixar um legado permanente no território, a partir da implementação de totens de sinalização, maquete e recursos digitais acessíveis, permitindo ao visitante uma experiência imersiva e educativa. Parte essencial do legado do projeto é a preservação ativa do patrimônio, que conjuga a memória material (edifícios, objetos, documentos) com a memória imaterial — práticas, narrativas e experiências humanas.A iniciativa também prevê a ampliação da plataforma digital Caminhos da Loucura, que reunirá conteúdos históricos, audiovisuais e interativos, incluindo o acervo do Núcleo de Memória da Psiquiatria da UFRJ, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade (Memória do Mundo). Essa plataforma atuará como repositório dinâmico de conhecimento e como instrumento de difusão, educação patrimonial e pesquisa, fortalecendo a preservação digital de acervos e ampliando o acesso público à informação.Complementam o projeto um conjunto de oficinas de audiovisual e ações formativas, voltadas especialmente para usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que promoverão o engajamento comunitário na construção das narrativas sobre a loucura. Outros produtos secundários serão a realização de um seminário temático que contará com a participação de outras instituições como o Museu de Imagens do Inconsciente, o Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea e o Museu Penitenciário, que reforçam o compromisso do projeto com a valorização dos espaços de memória da psiquiatria no Rio de Janeiro e com a formação de uma rede colaborativa de preservação e difusão desse patrimônio.A relevância do projeto reside em seu duplo papel: preservar e reinterpretar o patrimônio histórico da Praia Vermelha e, ao mesmo tempo, estimular novas formas de pensar a loucura na cidade contemporânea. Ao promover a convergência entre história, ciência, arte e cultura, o Caminhos da Loucura contribui para a consolidação de políticas culturais voltadas à memória social, aos direitos humanos e ao cuidado em liberdade, transformando o território em um espaço vivo de reflexão, pertencimento e reconstrução de sentidos coletivos.Por fim, destacamos que o projeto se enquadra nas finalidades previstas no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao promover a preservação e valorização do patrimônio cultural material e imaterial (inciso II), a difusão e o fomento das manifestações culturais e artísticas (inciso I), o apoio à pesquisa, documentação e memória das expressões culturais brasileiras (inciso IV), a formação e capacitação em cultura e arte (inciso V) e a democratização do acesso aos bens e serviços culturais (inciso VII).
Produto 1 - Roteiro Caminhos da Loucura: Memória e Patrimônio da Praia VermelhaCriação de um roteiro de visitação permanente no território da Praia Vermelha, integrando o conjunto arquitetônico e paisagístico que abrigou o antigo Hospício Nacional de Alienados. O percurso abordará a história da psiquiatria no Rio de Janeiro sob a perspectiva da memória, da cultura e do patrimônio, articulando passado e presente das práticas de cuidado em saúde mental. As visitas mediadas serão realizadas por equipe especializada, com linguagem acessível e abordagem interdisciplinar, estimulando o diálogo entre história, patrimônio, ciência e arte.O roteiro contará com um mapa digital interativo (produto 3), acessível via dispositivos móveis, e com totens de sinalização (produto 2) distribuídos pelos principais sítios históricos do percurso, ampliando a experiência imersiva e educativa dos visitantes. O projeto busca consolidar um instrumento permanente de valorização do patrimônio material e imaterial da Praia Vermelha, fortalecendo a memória social e o reconhecimento desse território como lugar de produção de saberes, de resistência e de transformação cultural.Produto 2- Instalação da sinalização do roteiro de visitação permanente Caminhos da Loucura no território da Praia Vermelha O projeto prevê a implantação de um sistema de sinalização física ao longo do percurso de visitação “Caminhos da Loucura”, com totens informativos e interativos instalados nos principais pontos do antigo Hospício Nacional de Alienados, na Praia Vermelha. Cada totem contará com QR codes integrados à plataforma digital do projeto, permitindo o acesso a conteúdos complementares em áudio, vídeo e texto, além de recursos de acessibilidade em braile e leitura ampliada. A sinalização será projetada para resistir a intempéries e respeitar as diretrizes de preservação do patrimônio histórico, garantindo a acessibilidade física e informacional dos visitantes e fortalecendo a valorização da memória e da paisagem cultural do território.Produto 3 - Plataforma digital Caminhos da LoucuraO projeto prevê o aprimoramento do site Caminhos da Loucura que passará a funcionar como um repositório de informações, textos históricos, áudios e vídeos presentes nos totens de sinalização distribuídos pelo campus. A Plataforma contará com recursos de acessibilidade digital para facilitar o uso por pessoas com deficiência, incluindo a criação de um mapa interativo digital, que assinala os lugares de memória da história da psiquiatria brasileira na cidade do Rio de Janeiro. O endereço para o site atual é: https://oscaminhosdaloucura.wordpress.com/Produto 4 - Maquete do antigo Hospício Nacional de AlienadosA criação e instalação da Maquete tátil do antigo Hospício Nacional de Alienados, em escala 1:75 (1,50 m x 1,20 m), representando a volumetria e o conjunto arquitetônico original do atual Palácio Universitário da UFRJ. Confeccionada com recursos táteis, placas em braile, QR Codes e iluminação embutida, será um recurso museográfico permanente, voltado à acessibilidade e à mediação do roteiro “Caminhos da Loucura”.Produto 5 - Seminário sobre a loucura e a cidade, e o cuidado em liberdade;Realização de um seminário presencial no auditório da Casa da Ciência da UFRJ, com mesas-redondas, palestras e debates voltados à reflexão sobre a história e as práticas contemporâneas da saúde mental no Brasil. O evento reunirá pesquisadores, profissionais da área, artistas, usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e estudantes, promovendo o diálogo entre arte, ciência e sociedade. O seminário abordará durante 4 dias, temas como a memória dos espaços asilares, a reforma psiquiátrica e as políticas públicas de cuidado em liberdade, integrando-se às ações de valorização do patrimônio histórico-cultural da Praia Vermelha e à difusão dos resultados do projeto Caminhos da Loucura.Produto 6 - Oficinas de capacitação audiovisualRealização de oficinas multilinguagem voltadas à capacitação em técnicas de audiovisual e à produção de conteúdos para (mas não se limitando a ela) a plataforma digital Caminhos da Loucura. As oficinas serão conduzidas por profissionais especializados e abordarão noções de roteiro, gravação, captação de som, edição e publicação de vídeos, estimulando a expressão criativa e o registro de memórias individuais e coletivas. Voltadas ao público em geral, com ênfase na participação de usuários dos serviços de saúde mental e integrantes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), as atividades visam promover a inclusão sociocultural, o protagonismo dos participantes e o fortalecimento do vínculo entre arte, cuidado e território.
O projeto aqui apresentado tem como uma de suas prerrogativas, o amplo acesso do público às suas ações. Desta forma, desde sua concepção, o eixo de acessibilidade é integrante da desde o planejamento das ações, o que inclui a contratação de uma pessoa consultora em acessibilidade para orientar a elaboração dos materiais e recursos. Tendo isso posto, informamos que todos os recursos de acessibilidade previstos no projeto estão integrados às etapas de execução (roteiro de visitação, totens de sinalização e demais ações secundárias), incluindo intérprete de Libras, audiodescrição, impressão em braile, contratação de educadores museais com e sem deficiências, elaboração de guias e manuais de linguagem simples, entre outros. A seguir, a descrição detalhada de recursos de acessibilidade de cada um dos produtos:Roteiro de visitação “Caminhos da Loucura: Memória e Patrimônio da Praia Vermelha” (produto principal)Acessibilidade física - O percurso será planejado priorizando trajetos nivelados e sinalizados, com rampas nas áreas de acesso público. Serão indicados pontos alternativos de visitação acessíveis em locais com desníveis históricos.Acessibilidade para deficientes visuais - Além da sinalização do percurso, será disponibilizado também um audioguia com a visitação descritiva dos espaços.Acessibilidade para deficientes auditivos - Os conteúdos informativos terão versões em Libras e legendas nas mídias associadas ao roteiro. Além disso, está prevista a contratação de profissionais de LIBRAS que acompanharão as visitas agendadas previamente. Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Os materiais de mediação serão elaborados em linguagem clara e objetiva, com estímulos sensoriais reduzidos e zonas de pausa ao longo do percurso. Além disso, a equipe de mediação será capacitada para atuar de forma a incluir o maior número possível de pessoas. Projeto de sinalização do percurso de visitação com Totens interativos e acessíveis (produto secundário 1) Acessibilidade física - Os totens serão planejados com altura e inclinação adequadas ao alcance de pessoas em cadeiras de rodas, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade para deficientes visuais - Equipados com braile, mapa tátil e audiodescrição do conteúdo.Acessibilidade para deficientes auditivos - Vídeos acessados por QR code com tradução em Libras e legendas sincronizadas.Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Os totens serão desenvolvidos a fim de terem interface digital intuitiva e instruções simplificadas.Elaborar uma maquete permanente do antigo Hospício Nacional de Alienados, apresentando sua evolução arquitetônica e histórica. (produto secundário 2)Acessibilidade física - Instalada em altura acessível a pessoas em cadeiras de rodas e com área de circulação ampliada.Acessibilidade para deficientes visuais - Maquete tátil com legendas em braile e audiodescrição sobre sua evolução arquitetônica.Acessibilidade para deficientes auditivos - Serão disponibilizados um vídeo explicativo com Libras e legendas sobre o contexto histórico da maquete.Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Será disponibilizado também um mapa com explicações em linguagem simples.Aprimorar a plataforma digital Caminhos da Loucura (produto secundário 3).Acessibilidade física - O produto será desenvolvido para navegação compatível com dispositivos assistivos, como teclados adaptados e leitores de telaAcessibilidade para deficientes visuais - Todos os conteúdos possuirão audiodescrição e metadados textuais adequados para softwares leitores.Acessibilidade para deficientes auditivos - Está prevista a contratação de uma empresa para tradução para Libras dos vídeos que estarão na plataforma. Além disso, estes serão legendados.Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - A previsão do projeto é de uma interface limpa, sem sobrecarga de informações visuais, com estrutura de navegação previsível e linguagem acessível.Desenvolvimento do tour virtual do percurso (produto secundário 4)Acessibilidade física - Experiência digital compatível com dispositivos móveis e assistivos, dispensando deslocamento físico.Acessibilidade para deficientes visuais - Recursos de audiodescrição dos ambientes e roteiros em áudio.Acessibilidade para deficientes auditivos - Legendas e tradução em Libras incorporadas aos vídeos do tour.Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Será disponibilizado material com explicações em linguagem simples.Seminário sobre a loucura, a cidade e o cuidado em liberdade (produto secundário 5)Acessibilidade física - Realização em espaço acessível, com rampas, banheiros adaptados e reserva de assentos preferenciais, com especial atenção às pessoas em cadeiras de rodas.Acessibilidade para deficientes visuais - Os materiais de divulgação possuirão recursos de audiodescrição.Acessibilidade para deficientes auditivos - Está prevista a contratação de intérpretes de Libras para a tradução simultânea das palestras e discussões. Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Disponibilização de espaço sensorial tranquilo.Oficinas de audiovisual e capacitação multimídia (Produto secundário 6)Acessibilidade física - Serão escolhidos espaços para a realização das oficinas visando a acessibilidade física do espaço (rampas e banheiros acessíveis, espaço adequado para cadeiras de rodas, etc)Acessibilidade para deficientes visuais - Previsão de elaboração de materiais didáticos em áudio e descrição detalhada das práticas audiovisuais.Acessibilidade para deficientes auditivos - Apoio de intérprete de Libras e legendas nas demonstrações em vídeo.Acessibilidade para pessoas neurodivergentes - Dinâmica pedagógica flexível, com atividades estruturadas por etapas e suporte individualizado.
Este projeto se adequa às políticas de valorização dos bens culturais brasileiros e de seus territórios, bem como às políticas de reconhecimento da diversidade cultural e da inclusão social. Assim, a proposta Caminhos da Loucura: Memória e Patrimônio da Praia Vermelha acende a discussão sobre a memória e a história da psiquiatria no Brasil, seus territórios e instituições originárias. Espaços estes que ainda são transpassados por estigmas sociais, vinculados ao universo da loucura, e/ou que sofrem com tentativas de apagamento de sua importância histórica. O projeto integra também um esforço coletivo, envolvendo várias ações e iniciativas institucionais, em criar um local convidativo para o convívio, de integração entre a comunidade universitária e de seu entorno e a sociedade em geral. Sua proposta de ação tem como público-alvo pessoas de todas as idades, que se beneficiarão das atividades culturais e artísticas promovidas pelo projeto. Considerando o artigo 29 da Instrução Normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024, do Ministério da Cultura (IN/MINC 11/2024), todas as atividades artísticas e culturais desenvolvidas pelo produto principal e os secundários, serão gratuitas. A plataforma digital/multimídia do projeto disponibilizará o tour virtual ao campus da Praia Vermelha (inciso III), além de fotos, vídeos, textos e publicações. A mesma plataforma irá incorporar as produções artísticas e culturais desenvolvidas, sempre acompanhadas dos recursos de interpretação em libras e audiodescrição (inciso III). O projeto também contará com ações culturais voltadas ao público infantojuvenil, em especial aos frequentadores dos serviços dos Centros de Atenção Psicossocial infantojuvenis (CAPSi) da região (inciso VI), bem como de escolas públicas e privadas A utilização dos espaços e a programação das atividades culturais contará com diversas parcerias institucionais, dentro e fora da Praia Vermelha, visando à capacitação cultural e promoção de iniciativas de economia criativa (inciso VIII). Neste sentido, participam deste projeto coordenações de diversos setores institucionais, como do Setor de Memória Arte e Cultura do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB), do Projeto Arautos do Mundo (Casa da Ciência), da Divisão de Memória Institucional da UFRJ/SIBI, do Centro de Documentação e Memória do Instituto Municipal Nise da Silveira, do Museu Imagens do Inconsciente (MII), da Escola de Turismo da UNIRIO
Nome: Monica Cristina de Moraes Função: Coordenação geral e HistoriadoraCurrículo: Possui doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (COC/Fiocruz, 2020); especialização em História do Brasil Pós-30 (UFF, 2003); mestrado em Educação (UFRJ, 1998) etc. É servidora pública ativa da UFRJ, na Casa da Ciência, onde exerce a função de historiadora, desde 2009. Produz pesquisa de conteúdo e documental para projetos de popularização da ciência, usando linguagens diversas no campo da cultura. Desenvolve estudos em memória e história institucional, bem como história das ciências e da saúde. Nome: Maria Raquel Pardo Lucas Fernandes Função: Coordenação geralCurrículo: Graduada em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinema pela Universidade Estácio de Sá. Psiquiatra, com especialização em psicanálise pela Universidade Santa Úrsula, MBA em gestão de museus pela Universidade Cândido Mendes. Mestrado pelo Programa de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense. Foi diretora geral do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea de 2013 a 2023. Atualmente é coordenadora do Setor de Memória, Arte e Cultura do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.Nome: Luciane C. SimõesFunção: Produtora Cultural - Equipe de produçãoCurrículo: É produtora cultural da Casa da Ciência da UFRJ com experiência na área de Divulgação Científica e ênfase em concepção, coordenação e gestão de projetos – exposições, teatro, música etc. Possui mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (UFRJ, 2014) e é Doutora em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE-UFRJ, 2020), com estágio no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Nome: Denise Mak Função: Pedagoga - Equipe de produçãoCurrículo: - Doutorado em Educação: História, Política, Sociedade (PUCSP). Mestrado em Educação: História, Política, Sociedade (PUCSP). Graduada em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2008) com habilitação em educação infantil, ensino fundamental I e deficiência intelectual. Licenciada em Sociologia pela Universidade de Taubaté (2021). Trabalhou como professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental I pela Prefeitura Municipal de São Paulo, além de ter sido designada na função de Coordenadora do Centro de Línguas Paulistano pela mesma Prefeitura. Atualmente trabalha como Pedagoga na UFRJ, lotada na Casa da Ciência, um museu de divulgação científica.Nome: Livia Mascarenhas de Paula Cunha Função: Produtora Cultural - Equipe de produçãoCurrículo: Possui graduação em Tecnologia em Produção Cultural pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (2010), mestrado em Ensino em Biociências e Saúde do IOC/FIOCRUZ (2013) e Doutorado em Ensino em Biociências e Saúde do IOC/FIOCRUZ (2017). Produtora Cultural da Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro e docente colaboradora da Especialização em Divulgação e Popularização da Ciência (FIOCRUZ/COC), atua principalmente nas áreas de Produção e Gestão de Eventos Científicos, divulgação e popularização da ciência, Museus e Centros de Ciência, Ciência e Arte e Estudos de público em Museus. Atualmente está como coordenadora do grupo de pesquisa e das ações de extensão na Casa da Ciência.Nome: Rosa Alba Sarno Oliveira Função: Psicóloga - Equipe de produçãoCurrículo: Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995) e Mestrado (2000) e Doutorado (2008) pelo mesmo instituto. Em 2015, concluiu o Pós-Doutorado pela Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizando pesquisa de campo em parceria com a Universidade de Yale (CT-EUA) , como bolsista de pesquisa pós-doutoral no exterior da CAPES. Há 21 anos, trabalha como psicóloga na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), há 9 anos atuando na coordenação do Projeto de Extensão " Arautos do Mundo". Participar de Comissões de Heteroidentificação da Superintendência Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade da UFRJ. Em 2024, iniciou atividades de cooperação técnica com atividades anti-capacitista e antirracistas da Casa da Ciência da UFRJ. Paralelamente, desenvolve atividades de ensino e pesquisa com a equipe do International Recovery Citizenship Collaborative (IRCC) coordenada por pesquisadores da Universidade de Yale ( CT- EUA).Nome: Telma F. Barrionuevo GilFunção: Assistente Social - Equipe de produçãoCurrículo: Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PUC-Rio, integrante do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas e Estudos Socioambientais e Comunitários (GRIPES/DSS/PUC-Rio) e do Laboratório de Estudos de Proteção Social e Trabalho (LEPSOT/ESS/UFRJ). Mestre em Sociologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP, Especialista em Saúde Pública pela Faculdade São Camilo/SP, e Graduada em Serviço Social pela PUCCAMP. Assistente Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (desde 2008), atua no campo da divulgação científica vinculada ao Centro Cultural de Ciência e Tecnologia - Casa da Ciência, já tendo desempenhado o cargo nas áreas de Assistência Estudantil e de Atenção à Mulheres em situação de violência. Nome: Daniele Ribeiro Função: HistoriadoraCurrículo: Historiadora, mestre e doutora em História das Ciências e da Saúde pelo Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz - Fiocruz. Atua como coordenadora do Centro de Documentação e Memória do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.