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O projeto Museu OSGEMEOS _ Fase 1, visa à implantação de um novo equipamento cultural na cidade de São Paulo/SP. A instituição museológica a ser instalada no bairro do Cambuci será dedicada à preservação e comunicação da obra de Gustavo e Otavio Pandolfo (OSGEMEOS), cuja linguagem artística se tornou um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo. O projeto prevê a elaboração dos projetos executivos de arquitetura, a serem desenvolvidos pelo escritório SIAA+ Escritório Paulistano de Arquitetura. Prevê também a coordenação museológica e dos projetos museográficos e executivos pela Expomus. Os projetos executivos serão desenvolvidos a partir de estudos preliminares já realizados por ambas as empresas. A realização das obras será o objeto de uma segunda proposta, a ser inscrita futuramente na Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O projeto Museu OSGEMEOS visa criar um novo espaço cultural no bairro de Cambuci, em São Paulo, dedicado à preservação e divulgação da obra dos artistas Gustavo e Otávio Pandolfo, conehcidos como "OSGEMEOS". Sua arte, reconhecida globalmente, é um ícone das paisagens urbanas e será celebrada no museu, promovendo o diálogo entre arte e cidade.
OBJETIVOS GERAIS O objetivo deste projeto é o desenvolvimento de estudos e projetos executivos de arquitetura, museografia e museologia necessários para embasar o processo de implantação do Museu OSGEMEOS na cidade de São Paulo, cuja sede ocupará o conjunto de edificações das antigas instalações de uma fábrica de tintas e vernizes, localizado na Rua Cesário Ramalho, no Cambuci.A proposta de OSGEMEOS de criar um museu vem com a responsabilidade e o empenho de proteger e tornar acessível o acervo e o legado artístico da dupla, assim como de oferecer uma experiência imersiva em "Tritrez", o universo visual que compartilham através de sua criação artística. O contato com o universo Tritrez por meio da exposição principal e de outros espaços e atividades do Museu será um convite ao público para acessar outras dimensões da existência, exercer a criatividade e expandir os horizontes por meio da imaginação e do sonho. Por outro lado, o projeto também atende ao anseio de conceber um equipamento cultural inovador, acessível e multifacetado, que contribua para a transformação social e para o desenvolvimento local por meio da arte e da educação, servindo como ponto de partida para jovens artistas da cena cultural brasileira. Uma instituição ativa e em diálogo com a cidade, que oferecerá espaços de lazer e convivência, além de atividades voltadas a públicos de diferentes perfis, como exposições temporárias, residências artísticas, oficinas, workshops, apresentações e eventos.O projeto de requalificação arquitetônica, a ser desenvolvido pelo Escritório Paulistano de Arquitetura e em colaboração com o coletivo de arquitetos SIAA, buscará preservar as características originais do conjunto fabril e as camadas de suas ocupações ao longo tempo, conjugando a estes elementos intervenções contemporâneas que visam a ampliação, adaptação e acessibilização dos espaços segundo parâmetros museológicos. O desenvolvimento do Plano Museológico e dos projetos complementares ligados à museologia e museografia/expografia será realizado sob a coordenação da empresa Expomus. A apresentação deste projeto à Lei Federal de Incentivo à Cultura foi precedida de estudos e pesquisas preparatórias, que resultaram na elaboração de um Plano Museológico Preliminar, composto por um diagnóstico e um planejamento institucional em fase já bastante avançada, inclusive na proposição de caminhos para os programas institucionais. O documento está anexado a esta proposta. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:01.Requalificação arquitetônica, contemplando uma área edificada existente de aproximadamente 1.512,90 m², acrescida de uma nova edificação de 993,45 m², totalizando cerca de 2.506,35 m², inserida em um terreno com área total de aproximadamente 1.836,80 m². Contempla: A. Recuperação ambiental do terreno do imóvel.B. Detalhamento do programa de usos e necessidades para adaptação do conjunto em equipamento de perfil museológico.C. Elaboração de projetos básico e executivo de arquitetura para adaptação do imóvel.D. Elaboração de projetos básicos e executivos complementares ao projeto arquitetônico: elétrico; hidrossanitário; rede lógica; acústica e sonorização; climatização; iluminação predial; prevenção e combate a incêndio; segurança; paisagismo; sinalização; acessibilidade.02. Elaboração de projeto expositivo para futura montagem de exposição de longa duração, a ser instalada em seis salas do Museu OSGEMEOS (térreo e 1º pavimento), somando aproximadamente 690 m². Contempla: A. Elaboração de projeto básico e executivo de expografia para a exposição de longa duração.B. Elaboração de projetos básicos e executivos complementares à expografia: projeto de comunicação visual da exposição de longa duração; projeto luminotécnico para os espaços expositivos; projeto de tecnologia (multimídias); projeto de acessibilidade; projeto educativo; projeto de segurança patrimonial.C. Pesquisa, levantamento, catalogação e seleção de acervos.D. Desenvolvimento dos conteúdos para a exposição de longa duração.E. Elaboração do Programa Educativo-Cultural. 03.Compartilhamento de metodologias, desafios e resultados relacionados à etapa de elaboração de projetos executivos: realização de um ciclo de webseminários para promoção do diálogo e troca de experiências com (i) estudantes de graduação e pós-graduação em Museologia, História, Arquitetura, Urbanismo, Antropologia e áreas correlatas; (ii) Profissionais de museus, centros culturais e patrimônio; (iii) Gestores públicos da área cultural; (iv) Pesquisadores em história urbana e estudos territoriais.
A implantação e manutenção de equipamentos museais de alta qualidade demandam investimentos substanciais que, frequentemente, ultrapassam a capacidade do setor privado isoladamente ou do orçamento público direto. Os custos envolvem desde a aquisição e adequação do imóvel, passando pela implementação de projetos expográficos complexos, climatização, segurança, até a formação de equipes técnicas especializadas e o desenvolvimento de ações de dinamização contínuas. Em cenários internacionais consolidados, o fomento estatal é um mecanismo crucial e estratégico para impulsionar a atividade museológica. Países como Estados Unidos, França e Reino Unido possuem modelos robustos que aliam investimento público, patrocínio corporativo e doações individuais para garantir a sustentabilidade de suas instituições culturais. A Lei nº 8.313/91 insere o Brasil nesse contexto, permitindo que a iniciativa privada direcione parte de seus impostos para projetos de relevância pública, atuando como um catalisador que viabiliza iniciativas transformadoras como esta.O impacto deste projeto transcende o âmbito cultural, gerando valor mensurável para a cidade e o país:Contribuição para a economia: Estudos de impacto econômico de instituições culturais, como os realizados para o Inhotim (MG) ou o Museu do Amanhã (RJ), demonstram um efeito multiplicador significativo na economia local. Este museu tem o potencial de requalificar urbanisticamente o bairro do Cambuci, atrair novos negócios e aumentar o fluxo de visitantes, gerando receita e desenvolvimento sustentável.Valor simbólico e cultural: A instalação de um equipamento cultural de ponta em uma área central, mas com carência de espaços do gênero, como o Cambuci, confere um novo valor simbólico ao território. O museu se tornará um marco de identidade e orgulho para a comunidade, promovendo a coesão social e a valorização do patrimônio local.Atração de turismo e investimento: São Paulo é um polo de turismo cultural e de negócios. Museus são âncoras para o desenvolvimento de arranjos produtivos locais, atraindo investimentos e fomentando uma cadeia de serviços que inclui turismo, gastronomia, hotelaria, transporte e comércio. A implementação deste projeto irá gerar empregos diretos e indiretos, desde a fase de construção até sua operação contínua, movimentando a economia do bairro do Cambuci e da cidade de São Paulo. A criação de um novo museu de arte contemporânea com arquitetura e programação de relevância internacional ampliará o circuito cultural da cidade, atraindo turistas de outras partes do Brasil e do mundo, consolidando a imagem de São Paulo como uma capital cultural global.Trata-se portanto de um projeto de interesse público e em consonância com os princípios e normas do Programa Nacional de Apoio à Cultura, com destaque para o artigo primeiro da Lei 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: (...) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.IX - priorizar o produto cultural originário do país.Assim como, evidencia-se a aderência do projeto ao disposto no Art. 3º da Lei 8.313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:(...)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Os profissionais indicados no campo ficha técnica e os artistas que irão participar do projeto poderão sofrer alteração face à disponibilidade de sua contratação no momento de realização do projeto, ou em decorrência dos valores a serem aprovados para seu pagamento. Nos comprometemos, no caso de substituições, em manter o perfil e qualificação do profissional que for substituído, respeitando a qualidade técnica e histórico profissional, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto.
Produto: Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição Recuperação ambiental do terreno do imóvel.Detalhamento do programa de usos e necessidades para adaptação do conjunto em equipamento de perfil museológico.Elaboração de projetos básico e executivo de arquitetura para adaptação do imóvel.Elaboração de projetos básicos e executivos complementares ao projeto arquitetônico: elétrico; hidrossanitário; rede lógica; acústica e sonorização; climatização; iluminação predial; prevenção e combate a incêndio; segurança; paisagismo; sinalização; acessibilidade. Produto: Exposição de arteElaboração de projeto básico e executivo de expografia para a exposição de longa duração.Elaboração de projetos básicos e executivos complementares à expografia: projeto de comunicação visual da exposição de longa duração; projeto luminotécnico para os espaços expositivos; projeto de tecnologia (multimídias); projeto de acessibilidade; projeto educativo; projeto de segurança patrimonial.Pesquisa, levantamento, catalogação e seleção de acervos.Desenvolvimento dos conteúdos para a exposição de longa duração.Elaboração do Programa Educativo-Cultural.Elaboração de branding para nova instituição. Outros. A apresentação deste projeto à Lei Federal de Incentivo à Cultura foi precedida de estudos e pesquisas preparatórias, que resultaram na elaboração de um Plano Museológico Preliminar, composto por um diagnóstico e um planejamento institucional em fase já bastante avançada, inclusive na proposição de caminhos para os programas institucionais. O documento está anexado a esta proposta. As informações disponibilizadas neste campo são estimadas e foram lançadas no sistema apenas para cumprir as formalidades exigidas pela Instrução Normativa vigente. Cabe ressaltar que será contratado profissional específico para o desenvolvimento dos produtos, ou seja, as informações poderão sofrer alteração para atendimento às necessidades curatoriais ou técnicas necessárias para sua produção e fruição.
A elaboração dos projetos executivos levará em consideração o compromisso do Museu de garantir que todos os espaços, conteúdos e programações sejam plenamente acessíveis a todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas. 1. ACESSIBILIDADE FÍSICAA edificação do museu e seus arredores serão projetados e executados em total conformidade com a norma ABNT NBR 9050 e a legislação vigente, garantindo a autonomia e o conforto de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, a partir da observância dos seguintes itens:Rampas de acesso; Circulação Vertical: Instalação de elevadoresPisos Táteis: Instalação de piso tátil de alerta e direcional nas principais rotas de circulaçãoBanheiros Adaptados: Disponibilização de banheiros acessíveis, equipados com barras de apoio, alarmes de emergência e espaço para manobra.Sinalização: Toda a sinalização de ambientação e segurança será visualmente contrastante, com informações em Braille e em altura acessível para leitura.Mobiliário e Atendimento: Balcões de recepção e bilheteria com seções em altura rebaixada; assentos para descanso distribuídos estrategicamente ao longo dos percursos expositivos.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPara garantir que as narrativas, os conceitos e as obras do museu sejam acessíveis a diversos públicos, o projeto prevê um programa de acessibilidade comunicacional, incluindo:Língua Brasileira de Sinais (Libras): Disponibilização de videoguia com intérprete de Libras para as exposições de longa duração, acessível por meio de QR Codes via smartphone dos visitantes.Realização de visitas mediadas com intérprete de Libras, mediante agendamento prévio.Inclusão de janela de Libras em todos os vídeos institucionais e de divulgação do projeto.Audiodescrição: Criação de roteiros de audiodescrição para obras selecionadas do acervo e das principais exposições temporárias, destinados ao público com deficiência visual. O conteúdo será disponibilizado via aplicativo ou audioguia.Conteúdo Tátil e em Braille:Produção de materiais de apoio em Braille, como textos introdutórios das exposições e mapas táteis do espaço, disponíveis na recepção.Desenvolvimento de réplicas táteis de obras selecionadas para permitir a exploração sensorial.Legenda Descritiva:Todos os conteúdos audiovisuais produzidos e exibidos pelo museu conterão legendas descritivas (LSE - Legenda para Surdos e Ensurdecidos), que incluem a identificação de sons e elementos não-verbais.Acessibilidade Digital:O website e as plataformas digitais do museu serão desenvolvidos seguindo as diretrizes do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines), garantindo a compatibilidade com leitores de tela e outras tecnologias assistivas.Formação de Equipe:Realização de treinamentos contínuos para todos os funcionários (recepção, segurança, educadores) sobre atendimento inclusivo e as melhores práticas para receber e orientar pessoas com deficiência.
Considerando que o objeto deste projeto é a elaboração de projetos executivos – um produto de natureza técnica e intelectual –, as ações de democratização do acesso são focadas na transparência radical do processo e no compartilhamento irrestrito do conhecimento gerado. O compromisso é compartilhar o processo de concepção de um equipamento cultural, tornando públicos os métodos, os desafios e os resultados que fundamentam a criação do futuro museu.Para tanto, será promovido um ciclo de seminários digitais, gratuitos e abertos a qualquer interessado, transmitidos ao vivo pela internet. Os tópicos abordados incluirão:Estudos Preliminares: Apresentação dos desafios e conclusões iniciais que fundamentaram a proposta do museu.Pesquisas e Levantamentos: Explanação sobre as metodologias e descobertas que subsidiaram a elaboração dos projetos executivos.Diretrizes do Plano Museológico: Discussão sobre a estruturação e os princípios norteadores da gestão e funcionamento do museu.Pesquisa Etnográfica: Detalhamento da pesquisa realizada sobre a história e as manifestações culturais do bairro do Cambuci.Relação com o Território: Abordagem sobre a proposta de integração e interação do Museu com a comunidade e o espaço urbano do bairro do Cambuci.Todo o conteúdo dos webinários será gravado e disponibilizado permanentemente em plataformas digitais de acesso livre (como YouTube e o futuro site do museu), criando um acervo de conhecimento que poderá ser consultado a qualquer tempo, multiplicando o alcance e o impacto da ação.
MUSEU Os Gemeos - O proponente será responsável por toda gestão e processo decisório do projeto Pesquisa, Curadoria e Direção Geral OS IRMÃOS OTAVIO E GUSTAVO PANDOLFO (São Paulo, 1974), conhecidos como OSGEMEOS, possuem uma trajetória ímpar no mundo das artes sem nunca ter perdido seu caráter acessível ao grande público. Participaram de projetos com as principais instituições internacionais, como a atual exposição retrospectiva OSGEMEOS: Endless Story no Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, da rede Smithsonian, em Washington D.C. (2024/2025); o Hamburger Bahnhof, em Berlim (2019); a Vancouver Biennale, Canadá (2014); o MOCA, em Los Angeles (2011); o MOT, em Tóquio; a Tate Modern em Londres (2008); e a Trienale de Milão (2006).Também realizaram exposições em importantes instituições nacionais, como a retrospectiva OSGEMEOS: Segredos na Pinacoteca de SP (2020/2021), no Museu Oscar Niemeyer-MON em Curitiba, no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro - CCBB/RJ (2022), em Belo Horizonte - CCBB/BH (2023) e no Instituto Ricardo Brennand em Recife (2023). Ao longo de sua carreira, criaram murais para os principais espaços públicos de mais de 60 países, o que consolidou sua presença como um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo. Núcleo de Gestão do Museu -ADRIANA P. ALVESAdministradora de empresas e empreendedora com mais de três décadas de experiência dirigindo empresas, especialmente nas áreas de artes visuais e design gráfico. Ocupa funções de liderança em finanças, recursos humanos e administração, demonstrando habilidades estratégicas de tomada de decisões. Ampla proficiência em gerenciamento de carreiras de artistas visuais e designers, e aptidão para conduzir eficientemente a importação e exportação de obras de arte e negociar vendas e consignações de obras com galerias e museus. Carreira destacada por gestão eplanejamento bem-sucedido de grandes exposições artísticas nacionais e internacionais, e controle operacional de estúdios de arte. -TÂNIA AOKI CARNEIROAdvogada com mais de 20 (vinte) anos de experiência em propriedade intelectual, habilitada a advogar no Brasil e na Califórnia/USA. Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001), onde também concluiu Especialização (2005) e obteve o título de Mestre em Direito Processual Civil (2010). Master of Laws em Direito Americano pela Washington University in St. Louis (2016). Cursou o JPO/IPR Training Course for IP Protection Lawyers promovido pelo Japan Patent Office (2018). Atua na assessoria jurídica de projetos da área cultural e entretenimento, tais como exposições de arte, produções audiovisuais e instalações artísticas, bem como na proteção dos ativos imateriais por direitos autorais ou direitos de propriedade industrial. Tem larga atuação em associações, ocupando, atualmente, o cargo de Presidente da Comissão Especial de Propriedade Intelectual da Ordem dos Advogados de São Paulo - Seção São Paulo – OAB SP (2025/2027) e Diretora de Relações Institucionais da Associação Paulista da Propriedade Intelectual – ASPI (2025/2027), onde também figurou como Diretora Cultural (2021/2023 e 2023/2025) e Diretora Secretária (2017/2019 e 2019/2021). Nomeada Vice-Presidente da Comissão de Concorrência Desleal da International Trademark Association – INTA (2026/2027). Autora de diversos livros e artigos na área do Direito.-ALESSANDRA GODANO Formada em Arquitetura e Urbanismo (1999) e pós-graduada em Fundamentos Psicopedagógicos da Arte e da Comunicação (2004), ambos pela Universidade Mackenzie. Experiência profissional em assistência de curadoria, e produção e montagem de exposições (75 no total) no Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo (de 2007 a 2020). Desde 2020, atua como assistente e produtora no estúdio dos artistas OSGEMEOS, trabalhando em projetos nacionais e internacionais como exposições de arte, apresentações musicais, e instalações em espaços públicos. -MARIANA ALVESAdvogada e empreendedora formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Mestrado em Direito do Entretenimento pela Universidade da Califórnia em Los Angeles. Experiência em negociação de contratos envolvendo a propriedade intelectual e o desenvolvimento da carreira de artistas de diversas áreas, incluindo músicos, atores, diretores, roteiristas, escritores, artistas visuais e criadores de conteúdo. Passou por empresas e escritórios nacionais multinacionais como SOMOS Educação, Warner Music Group, Meta, White & Case, LaPolt Law e pelo Sindicado dos Atores nos Estados Unidos (SAG-AFTRA), nos quais também participou de negociações de direitos trabalhistas, reformulação de termos de uso e políticas de privacidade de plataformas de ensino e redes sociais, definição de estratégia em processos judiciais relevantes envolvendo direitos autorais, privacidade e proteção de dados, e fusões e aquisições de grandes catálogos musicais. Coordenação Projeto Executivo (Arquitetura e Urbanismo) -EDUARDO COLONELLI, São Paulo (1951).Arquiteto (1978) e Mestre (2004) pela FAU-USP. Professor da disciplina de projeto arquitetônico no Centro Universitário FAAP (desde 1998), na Escola da Cidade (desde 2005); e no Uni-Centro Belas Artes (entre 2000 e 2005). Autor de vários projetos habitacionais e de serviços, entre os quais o Centro Administrativo Novartis – ex Ciba-Geigy (1986) e o Conjunto Habitacional Real Parque (2010-2012), premiado na Bienal de Quito. Dentre os projetos de intervenção no patrimônio cultural: o Restauro e Adaptação da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Prêmio “Mies van der Rohe” de Arquitetura Latino-Americana (2000), e a Capela N.S. da Conceição junto à Oficina Brennand, em Recife/PE (2006), ambos com o arquiteto Paulo Mendes da Rocha; os projetos de Ampliação do Museu de Zoologia da USP (2007) e o Restauro e Adequação do Ginásio de Esportes do Club Athletico Paulistano, em São Paulo/SP (2020). Sócio e fundador do escritório Ricoy Torres e Colonelli Consultoria e Projetos entre 1985 e 2001. Desde 2003 atua como sócio-fundador do Escritório Paulistano de Arquitetura, em São Paulo. -MARINA COLONELLI São Paulo, 1981 Arquiteta formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em 2007. Seus múltiplos interesses abrangem todos os aspectos do exercício do projeto, desde a complexidade do ambiente urbano até os detalhes técnicos e construtivos de uma edificação. Como estagiária, colaborou com os Arquitetos Cooperantes e integrou a equipe de Urbanismo do Instituto Pólis. Profissionalmente, colaborou com o escritório de arquitetura Estúdio 6; com o arquiteto Eduardo de Almeida; e desde 2009 integra o Escritório Paulistano de Arquitetura. -EDUARDO PEREIRA GURIAN - São Paulo, 1980 Arquiteto e urbanista, formado pela Fundação Armando Alvares Penteado em 2002. Mestre pela Universitat Politécnica de Catalunya em 2007 e Mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAUUSP com a pesquisa ‘Marquise do Ibirapuera: suporte ao uso indeterminado”, em 2014. Realizou trabalhos com Eduardo Colonelli, Paulo Mendes da Rocha, Marcos Acayaba, Coll-Leclerc Arquitectos em Barcelona - Espanha, Metrópole Arquitetos, Marcio Kogan - Studiomk27, Helena Ayoub e Eduardo de Almeida. Em 2013, torna-se sócio do escritório SIAA Arquitetos LTDA, escritório que teve sua trajetória registrada em uma monografia, dentro da Coleção Arquitetos da Cidade - SIAA, publicada pela Edições Sesc e a Editora da Escola da Cidade, em 2022. Atuou como docente na AEAUSP | Escola da Cidade entre 2010 e 2022. Docente na faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Fundação Armando Álvares Penteado | FAAP, desde 2014 e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desde 2017. Foi premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, com destaque para os primeiros lugares nos concursos para Restauro e Requalificação da estação ferroviária de Mairinque, Reforma e ampliação da Unidade do Sesc em Ribeirão Preto, Instituto de Inovação em Biotecnologia Butantan e Museu Água em São Paulo. -CESAR SHUNDI IWAMIZU - São Bernardo do Campo, 1976 Arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em 1999, Mestre pela FAUUSP com a pesquisa “A Estação Rodoviária de Jaú e a dimensão urbana da arquitetura” em 2008, Doutor pela FAUUSP com a Tese “Eduardo de Almeida, reflexões sobre estratégias de projeto e ensino” em 2015. Entre 2000 e 2007, foi sócio fundador do escritório Estúdio 6. Desde 2007 dirige o escritório SIAA, premiado em primeiro lugar nos concursos das unidades SESC FRANCA e RIBEIRÃO PRETO, além do Projeto de Restauração e Requalificação da CASA CARAMURU, organizado pelo Condephaat. Mantém colaborações com Eduardo de Almeida, Helena Ayoub e Anderson Freitas. Foi docente no Centro Universitário Senac de 2015 a 2018, e atualmente, é docente na Escola da Cidade e na Universidade Presbiteriana Mackenzie. -CAMILA YUMI DE CAMPOS - São Paulo, 1996 Arquiteta formada pelo Centro Universitário Senac em 2019. Possui artigo publicado de iniciação científica “Narrativas urbanas: Memórias ordinárias de um cotidiano revisitado”, e também os desdobramentos do TCC, com título “Barreiras Urbanas e articulações intra bairro: desdobramentos”. Realizou intercâmbio estudantil na Universidad Mayor de Santiago, no Chile e em 2018, iniciou colaboração no SIAA. Identidade Visual -DANIELA ALVESDiretora de arte e criação, estudante do último ano do curso de Design pela Escola Superior de Propaganda e Marketing e técnica em Publicidade e Propaganda pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Com cursos realizados com foco em editoração, organização de backstage de shows e grandes eventos, e um intercâmbio em Los Angeles, Califórnia para certificar o nível avançado de inglês. Já trabalhou com diagramação, naming, identidade visual, comunicação visual, ensaio fotográfico, além de ser produtora executiva e manager. Livros de arte desenvolvidos para os artistas OSGEMEOS e Margarida Pandolfo, fotos e identidade visual da capa de um single da artista Luiza Aires, além da experiência como produtora no festival The Town, e em outros eventos menores. Planejamento -MARIA IGNEZ MANTOVANI FRANCO – Diretora ExpomusGraduada em Comunicação Social pela Fundação Armando Álvares Penteado, com especialização em Museologia pelo Convênio MASP - Museu de Arte de São Paulo "Assis Chateaubriand” e Escola de Sociologia e Política de São Paulo; é doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, de Lisboa, Portugal. Diretora da empresa EXPOMUS – Exposições, Museus, Projetos Culturais, por ela criada em 1981, atua em projetos de exposições nacionais e internacionais de arte e cultura brasileira. Desenvolve consultoria em projetos museológicos, socioeducacionais e ambientais, em colaboração com instituições e museus brasileiros e internacionais; lidera e coordena a criação e requalificação de museus no Brasil, e no exterior, além de realizar palestras e conferências de capacitação em museologia e gestão cultural. Representou o ICOM Brasil no Conselho Nacional de Política Cultural (2008-2009) e no Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus/MinC (2009-2010). Entre outras atribuições, foi vice-presidente e representante para a América Latina do CAMOC – Comitê Internacional de Museus de Cidade do ICOM (International Council of Museums), foi diretora do ICOM Brasil (2006- 2011) e Presidente do ICOM Brasil (2011-2018). Como Presidente do ICOM Brasil, em 2013, coordenou a realização da Conferência Geral do ICOM no Rio de Janeiro, reunindo profissionais de Museus de todo o mundo. Recebeu o Prêmio Destaque Cultural, do Governo do Estado de São Paulo, pela criação do Sistema de Museus do Estado de São Paulo, em 1995, e foi agraciada pelo Ministério da Cultura com a Ordem do Mérito Cultural, concedida pelo Governo Brasileiro, em 2017. É Membro do Conselho de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e do Grupo de Facilitadores do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais. -CLÁUDIA CIARROCCHI FERREIRA – Gestora ExpomusAdvogada, consultora na área de compliance, produtora cultural, atualmente gestora da Expomus. Foi coordenadora da Unidade de Monitoramento e Contratos de Gestão da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, atuou como Superintendente da Sociedade Amigos da Cinemateca e como gerente de consultoria tributária e empresarial na PwC. É professora do MBA em Gestão de Museus da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC), facilitadora do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais e membro do Conselho de Administração da Organização Social de Cultura Sustenidos. Foi membro da Comissão de Avaliação do Módulo I dos Projetos da Lei Aldir Blanc da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo em 2020 e controller de projetos contemplados por editais da Lei Aldir Blanc da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Plano Museológico e Coordenação museológica -JÚLIA SERRA Y. PICCHIONI – Coordenadora GeralCientista Social pela PUC - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pós-graduada em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo MAC – Museu de Arte Contemporânea da USP. Coordena o núcleo de museologia da Expomus, onde planeja, coordena e executa diferentes projetos, sendo responsável pela gestão de equipes, atividades, orçamentos e cronogramas. Há 20 anos trabalha com projetos relacionados à preservação da memória, com experiência em documentação e pesquisa, preservação e gestão de acervos, concepção/curadoria de exposições, programação cultural e serviço educativo. Entre as organizações que atuou, destacam-se o Museu da Língua Portuguesa, o Museu do Futebol, o Museu da Imigração e o Museu Afro Brasil, além de ter atuado nos projetos de concepção e implantação do Memorial do Samba e do Carnaval de São Paulo e do Museu da Cidade de São Paulo, tendo, ao longo de sua carreira, desenvolvido mais de 40 exposições pelas diversas organizações pelas quais passou. -CAMILA A. DJUROVIC - Coordenadora de projeto Historiadora formada pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado em História Econômica pela mesma universidade, especialização em Museologia, Cultura e Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e MBA em Gestão de Museus e Inovação pela Unimais/ABGC. Atua na área de museus e exposições, com foco em pesquisa, curadoria de exposições, gestão de projetos e planejamento estratégico. Foi pesquisadora do Memorial da Resistência de São Paulo (2016-2021) e atualmente integra o Núcleo de Museologia da Expomus, onde realiza a coordenação de projetos museológicos. Consultoria - Estudo PIU ADRIANA LEVISKYSócia titular do escritório Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana, arquiteta e urbanista graduada pela FAU-USP e mestre pela FFLCH-USP. Sua atuação nas esferas de debate sobre a cidade é marcada por participações institucionais como membro: Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura – regional São Paulo (AsBEA-SP); da Comissão de Edificações e Uso do Solo (CEUSO); conselheira do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP); e membro representante da FecomercioSP na Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU) e no Conselho de Preservação da Paisagem Urbana (CPPU). Consultoria - Planejamento de sustentabilidade financeira RICARDO LEVISKYMúsico pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em canto lírico, publicitário pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e com MBA em Relações Internacionais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV – RJ), Ricardo Blay Levisky se especializou em planejamento estratégico, fundraising e engajamento junto a conselhos empresariais, lideranças do terceiro setor e filantropos UHNWI (ultra-high-net-worth-individual) em cursos livres na League of American Orchestras (NY) e no International Executive Group (IEG – Chicago).Fundador e presidente da Levisky Legado e do Fórum Internacional de Endowments para Legados, atua desde 2002 na mobilização de recursos para causas humanitárias, cultura e terceiro setor, com um olhar que equilibra sustentabilidade financeira, marketing e negócios. Consultoria – Pesquisa Conceitual ANTONIO MOTTA É Professor Titular da Universidade Federal de Pernambuco, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia. Possui formação em história moderna e contemporânea na Universidade de Paris-Sorbonne e formação doutoral em antropologia social e etnologia na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris. Possui pós-doutorado na Universidade de Oxford, Reino Unido (2015-2016). Foi titular do Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico Nacional do Instituto Nacional de Museus (IBRAM), de 2014 a 2019. É membro titular do Conselho Consultivo do Patrimônio Histórico Nacional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Consultoria - Projeto Educativo PAULO PORTELLA FILHOArtista plástico, educador, museólogo. Formado em artes plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP. Entre 1975 e 1987, implantou e coordenou as atividades do Serviço Educativo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, e colaborou na organização do projeto O Artista e a Criança. Nas décadas de 1970 e 1980, atuou como professor na rede pública estadual e em escolas privadas, tendo também dirigido o Circo-Escola Grajaú, do Programa Enturmando da Secretaria de Estado do Menor. Recebeu, em 1982, o prêmio aquisição no 5° Salão Nacional de Artes Plásticas, promovido pela Fundação Nacional de Arte - Funarte. Coordenou, entre 1997 e 2014, o Serviço Educativo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp. Criou, em 2005, projetos educativos para mostras de Regina Silveira (1939) no Palácio de Cristal, em Madri, e no Museu de Belas Artes de Houston, Estados Unidos. Projeto Expográfico Ricardo Samelli Consultor e diretor de produção com mais de 30 anos de experiência na concepção, planejamento e realização de exposições de arte, cultura e memória institucional. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Publicidade e Propaganda pela FAAP, possui especialização em Conservação e Restauro pelo Instituto Domingo Tellechea e pelo Instituto Don Calabria, na Itália. Atua na integração entre arquitetura, curadoria e produção executiva, com foco na criação de experiências expográficas inovadoras e de alto padrão técnico. Responsável pela expografia e coordenação técnica de importantes mostras no Brasil e no exterior, realizou projetos como Os Guerreiros de Terracota de Xi’an, Os Tesouros da Cidade Proibida, Ayrton Senna Experience, OSGEMEOS: Nossos Segredos, Hip Hop 80 SP – São Paulo na Onda do Break, o Painel do Artista Eduardo Kobra na sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York, o Ateliê do Artista Eduardo Kobra no Museu FAMA, em Itu, e diversas exposições integradas às Missões Culturais e Comerciais da ApexBrasil e do Ministério das Relações Exteriores em eventos como o Milano Design Week (Milão), SXSW (Austin), SIAL (Paris), World Economic Forum (Davos) e Fiesta del Libro y la Cultura (Medellín).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.