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PRONAC 2515425Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Casa Martelli - 3ª etapa

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DOS MOINHOS DO VALE DO TAQUARI
Solicitado
R$ 563,0 mil
Aprovado
R$ 563,0 mil
Captado
R$ 115,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Construção, conservação e implantanção de equipamento cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Ilópolis
Início
2026-01-06
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Anta Gorda Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto busca a terceira etapa do restauro da Casa Martelli que tem aproximadamente 334 m² de área. Uma construção típica italiana construída no Rio Grande do Sul. A edificação histórica foi construída aproximadamente em 1910. Seu tombamento municipal já sinaliza para a necessidade de sua preservação e reconhecimento como documento histórico arquitetônico testemunho da imigração italiana para o alto do Vale do Taquari, ocorrida no início do século passado.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral: Mobiliar e projetar, gerenciar e preservar o paisagismo e o porão/bodega da Casa Martelli, importante obra da cidade de Anta Gorda que marca a imigração italiana do município e consequentemente integra a rota cultural e turística Caminho dos Moinhos. Objetivos específicos:Mobiliário da bodega (porão da casa)Paisagismo da casa

Justificativa

A Casa Martelli, localizada na Linha Viena, na cidade de Anta Gorda, foi durante longos anos residência de Alexio Martelli e Elisabetta Da Ré, imigrantes italianos que saíram de Bento Gonçalves (Farias Lemos) e entraram mata adentro para encontrar sua nova morada. A casa foi erguida por Alexio Martelli e seus filhos mais velhos, utilizando madeira Canjerana, sendo as tábuas serradas inteiras, sem emendas no comprimento. As pedras do porão foram feitas a partir de blocos inteiros, talhadas à mão pelos mesmos. A cozinha de alvenaria, fica separada do resto da casa por uma varanda aberta. Ao lado direito da residência corre um pequeno riacho. A Casa Martelli é ícone e referência da imigração Italiana em Anta Gorda, que junto ao córrego, ergueram essa arquitetura típica italiana do Rio Grande do Sul. As pedras da propriedade foram talhadas e cuidadosamente sobrepostas através de um trabalho especializado de pedreiros oriundos de Putinga, cidade vizinha à Anta Gorda. Com seus arcos formaram as janelas e no jardim flores como jasmim, crista de galo e begonha foram plantadas. Assim como o imponente pé de noz pecã, que continua a produzir frutos, encantam a todos que passam pela propriedade. Ao chegar nas terras, o casal em meio à mata construiu uma pequena casa (atualmente inexistente), e posteriormente edificou o porão de pedras, os dois pavimentos superiores de madeiras de araucárias, coberto de duas águas feitas de tabuinhas (escândalos) pelo próprio Alexia. Mais tarde este telhado foi substituído por zinco, atualmente com quatro quas. A casa também foi adornada por lambrequins, elemento característico das construções italianas e que, com a 3 de 10 substituição do telhado, foi eliminado. A casa possui as seguintes características: no primeiro e segundo piso possui três quartos cada. Na casa eram feitos todos os trabalhos manuais (cestos, chapéus crochês, colchões de capim, lã de ovelha e algodão cru, etc.), utilizados no dia a dia da família. Na propriedade, uma fonte (vertedouro) que nunca secou, garantia água potável para a família. A cozinha feita de tijolos recebeu a primeira pintura pela técnica de escarola, depois plástica e o teto com pintura a óleo azul. A casa de madeira nunca teve pintura. Com exceção do porão e do anexo (cozinha), que possuem paredes de alvenaria de pedras e tijolos, respectivamente, o restante das paredes são em madeira, assim como esquadrias, pilares e estrutura de telhado. Estas madeiras, são compostas por tábuas inteiras e extremamente recebem acabamento com mata-junta e pintura. As internas não possuem pintura. Já as paredes do anexo, em alvenaria de tijolos, possuem reboco com pintura. No porão, a alvenaria de pedra, que também serve como arrimo é aparente e um dos pilares é composto por alvenaria de tijolos. A estrutura do telhado possui tesouras de madeira e telhas de zinco, com exceção da parte anexa, onde há telhas romanas cerâmicas. O forro de madeira encontra-se em bom estado de conservação, apresentando patologias somente em um dos cômodos da residência. As esquadrias em madeira estão em bom estado de conservação. Algumas esquadrias externas apresentam patologias, devidos à exposição às intempéries e cupins. Existem várias esquadrias com ausência de vidros. Quanto ao piso, o assoalho de madeira está em bom estado de conservação, com exceção em um dos cômodos já mencionados, onde a exposição à umidade e agentes biológicos modificou consideravelmente a estrutura. No porão, o chão era de terra batida, hoje já é de concreto (recuperado). Os equipamentos modernos de cozinha, atendendo às exigências sanitárias, assim como os novos banheiros ou apoios de uso da bodega/cantina no porão, são também elementos necessários ao uso contemporâneo do conjunto e sua preservação. Sendo assim, esta terceira etapa do projeto visa o mobiliário da casa e o paisagismo da casa. O restauro da Casa Martelli, se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Acessibilidade física: o prédio é possuidor de rampas de acesso à cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, bem como os banheiros são adaptados para pessoas com deficiência física; Acessibilidade deficientes visuais: a casa é possuidor de artigos de arte que podem ser tocados por deficientes visuais, sendo acompanhados pelo responsável do local; Acessibilidade para deficientes auditivos: a casa abrigará inúmeros objetos com as devidas informações sobre as obras posicionadas nos mesmos, sendo fatos que não cria dificuldades ao acesso de tais pessoas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idioma dos conteúdos: o museu abrigado no interior de tal prédio, que seguirá com seu funcionamento, inclusive durante as obras, há a oferta de quadros de inúmeros artistas com museólogos e funcionários que estão disponíveis para demonstrar tais bens artísticos, contando sobre eles. Sendo, a arte da pintura, uma linguagem universal de sentimentos. O espaço também contará com pessoas capacitadas para receber a todos, assim que o mesmo for concluído.

Democratização do acesso

Aberto gratuitamento ao público. Como medida de ampliação de acesso, adotaremos o seguinte inciso do art. 47/2025: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Associação dos Amigos Moinhos do vale do Taquari | Função Proponente e Coordenador Administrativo-Financeiro Associação dos Amigos dos Moinhos do Vale do Taquari – Fundada em 2004, é responsável pelo processo de tombamento, restauração e construção do Complexo Arquitetônico Museu do Pão (formado por Moinho, Museu e Escola de Panificação), entre outros convênios entre poderes públicos e parceria entre sociedade civil e conselhos municipais para a realização de processos de tombamentos e restauro de bens imóveis na Região do Alto do Vale do Taquari (RS), por meio de financiamento público e privado. Também desenvolve projetos de intercâmbios culturais e educacionais entre alunos do ensino médio dos municípios de Anta Gorda, Arvorezinha, Doutor Ricardo, Ilópolis e Putinga com a escola Liceo Linguístico Cadore Paritário de Auronzo di Cadore, na Itália (financiamento público e privado); assim como nas atividades fim dedicadas ao atendimento a turistas e visitantes do roteiro “Caminho dos Moinhos” e alunos dos cursos de gastronomia e panificação ministrados no Complexo do Museu do Pão (financiamento público e privado); entre outras atividades. Ismael Rosset, Arquiteto e Urbanista, CAU A118808-9, responsável técnico pelo projetoLuca Predabon/ Função: produtora executiva | Luca Predabon (*Nome artístico/profissional de Luciane Predabon); formada em Publicidade e Propaganda pela Unisinos/RS, atuou por 10 anos como redatora para agências de comunicação do RS. Como analista de comportamento de consumo e estratégias de inovação em desenvolvimento de produtos, serviços, comunicação e novos negócios, foi colaboradora fixa dos Bureaus de pesquisa Box1824 (PoA/SP) e WGSN Group/Mindset, em SP, de 2004 a 2012, atendendo clientes como Unilever, Fiat, Itaú e Editora Abril. Como consultora e diretora criativa e de conteúdo de inovação autônoma, direcionou o seu trabalho para as áreas da economia criativa e colaborativa conectadas aos saberes e fazeres em design, preservação e reconhecimento de identidades e potencialidades humanas, onde assina, entre outros trabalhos, a co-criação e conteúdo criativo do projeto “Trama Afetiva”, projeto de aprendizagem em design e moda em upcycling, para a Fundação Hering, em SP (2016). Projeto de conteúdo e relacionamento “Retrato Brasília”, para o Jornal Correio Braziliense e Centro Cultural Banco do Brasil, com patrocínio do Banco do Brasil, cujo desafio foi cartografar os movimentos jovens e transformadores nas áreas de Arte, Design, Empreendedorismo e Cultura Urbana (2014/2015). “Inteligência Compartilhada”, metodologia de aprendizagem em tendências de comportamento e prototipagem de coleções-cápsula em design e moda, dentro da plataforma Santa Catarina Moda e Cultura – SCMC, envolvendo empresas catarinenses e alunos e professores de escolas técnicas, faculdades e universidades locais (2010 a 2014). Conteúdo no reposicionamento de linguagem gráfica e expografia do Museu Hering, em Blumenau (SC), para a Fundação Hermann Hering, dentro de seu plano anual de atividades, viabilizado pelas leis de incentivo à Cultura, e que resultaram na criação da fonte tipográfica “Enxaimel Type (disponibilizada para download gratuito) e novos conteúdos audiovisuais da mostra permanente “Tempo ao Tempo” (2012). Samir Xavier - Assistente financeiro | Currículo: Samir Xavier formado em Direito pela UCS – Polo de Guaporé. Coordenadoradministrativo e financeiro de projetos culturais financiados pela Lei Rouanet e pela LIC – RS. Dentre eles destacam-se: Canto daLagoa 2020, 2023 e 2025 e o Canto da Lagoa Recordações; Suinofest 2015, 2016, 2017, 2019, 2023 e 2025; Estrela Multifeira2017,2019,2021 e 2023; Lajeado Brilha; Natal nas Águas; Semana Farroupilha de Estrela; Semana Farroupilha de Guaporé; MostraGuaporé; Saudades do Pago; Natal de Estrela 2021, 2022 e 2023; Vivacidade; Rumo ao Natal 2023 e 2024; Casa Martellie Expocande.Laura Giacomolli Tebaldi - Coordenadora de projeto | Currículo: Formação Acadêmica: Bacharelado em Comunicação Social comHabilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário Univates (2016); Pós-graduada em Gestão Cultural: cultura,desenvolvimento e mercado pelo Senac (2019); Licenciatura em Educação do Campo pela Universidade Federal de Santa Maria(2022); Tecnóloga em Produção Cultural pela Uniasselvi – 2025. Cursos: Lei Rouanet Descomplicada e Elaboração de Projetos Culturais 2023 e 2024. Curso do Edital da LIC – Lei de Incentivo à Cultura 2024. Curso deExtensão em Administração Pública da Cultura pela UFRGS (2016). Experiências profissionais: Trabalhando há mais de 10 anoscom projetos de lei de incentivo à cultura nas esferas estadual e federal. Já atuou na elaboração, orientação, execução e prestação de contas de mais de 150 projetos culturais, sendo a grande maioria nas cidades do Vale do Taquari.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$115.000,00 em 25/03/2026.