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PRONAC 2515429Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VIVÊNCIAS FEMINISTAS: cultura e emancipação de mulheres em sua vivência cotidiana

HELENA DE ASSIS MOTA
Solicitado
R$ 68,6 mil
Aprovado
R$ 68,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-02-02
Término
2026-11-28
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo

Resumo

O projeto "Vivências Feministas" é um curso que amplia para um público maior de mulheres uma dinâmica que vem sendo realizada desde 2020, na pandemia, com um coletivo de 30 mulheres: leituras mediadas de autoras do feminismo negro brasileiro, trabalhando com o público a leitura mediada de obras originais das autoras cuja teoria representa o pensamento conhecido como feminismo negro no Brasil, quais sejam: Lélia Gonzales, Sueli Carneiro, Djamila Ribeiro, Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo e Ana Maria Gonçalves. As mediadoras são estudiosas das obras das feministas negras e responsáveis pela mediação do estudo de suas obras no coletivo "Vivências Feministas", o qual reúne-se semanalmente desde o ano de 2020 para dialogar sobre as experiências das participantes, em formato híbrido.

Sinopse

PRODUTO: CURSO DE FORMAÇÃO VIVÊNCIAS FEMINISTASSINOPSE: Curso mensal de leitura mediada sobre as obras de feministas negras, que serão distribuídas entre as participantes a fim de debater suas vivências cotidianas a partir das categorias teórics e das discussões propostas por tais autoras;PÚBLICO ALVO: Mulheres maiores de 18 anos;CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Maiores de 18 anos

Objetivos

OBJETIVO GERAL:O projeto tem por objetivo apresentar as obras ao público em geral e especialmente para educadoras e mulheres negras que tenham interesse em conhecer esta nova fase do feminismo brasileiro e mundial: o feminismo sob a perspectiva da realidade da mulher negra. Em âmbito internacional, importantes autoras tem realizado esta reflexão, como Ângela Davis e bel hooks, porém objetiva-se nesta primeira fase do projeto apresentar as brasileiras, das quais duas já faleceram - Lélia Gonzales e Carolina Maria de Jesus - tendo sua obra póstuma amplamente reconhecida , enquanto as outras quatro encontram-se em plena produção de suas teorias: Sueli Carneiro, Djamila Ribeiro, Conceição Evaristo e Ana Maria Gonçalves continuam a escrever e lapidar suas teorias na atualidade.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- O projeto propõe 01 reunião mensal, de 02 horas, com o total de 02 reuniões para cada autora, as quais, somadas com uma reunião de abertura e uma de encerramento, totalizarão dez meses de mediação. A primeira e a última reuniões terão duração prolongada de 04 horas, sendo que na primeira reunião será apresentado o programa e na última reunião será apresentado pelas mediadoras um diálogo entre as seis autoras, com a participação do público. Através da apresentação dos livros e da leitura de trechos das obras com o público, a mediação pretende contribuir para a divulgação das obras das mesmas e para a valorização dos saberes construídos por seu pensamento.

Justificativa

Este financiamneto é necessário pois trata-se de um tema e um formato pouco utilizado em prol das mulheres, para as quais faltam espaços de troca e diálogo com outras mulheres, dadas as múltiplas jornadas de trabalho profissional e de cuidados - do lar e da família - que acumulam. Neste sentido, o projeto se enquadra nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disto, o projeto atinge os seguintes objetivos do Art. 3° da lei, em seus incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: Ic) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

O Brasil é um expoente na produção teórica das femininstas negras, pois são brasileiras grandes filósofas negras feministas, reconhecidas internacionalmente, como Lélia Gonzáles (in memoriam), Sueli Carneiro e Djamila Ribeiro, entre outras, sendo que as duas últimas ainda produzem teoricamente em plena atividade. Desta forma, trabalhar estas autoras contemporâneas é de suma importância, pois elas oferecem perspectivas atualizadas e de profundo interesse para as mulheres brasileiras.

Especificação técnica

O projeto Pedagógico é fundado nas Filosofias Decoloniais Afrobrasileiras e na Pedagogia do Oprimido de Paulo Freire, de forma a estimular o pensamento crítico, o diálogo e a articulação política transformadora entre as participantes.

Acessibilidade

O projeto prevê a presença de tradutores de libras, de forma a incluir parte da população com deficiência auditiva dentre os participantes. Além disto, a disposição dos participantes sentados em cadeiras dispostas no formato de roda de conversa permite a total inclusão de cadeirantes na dinâmica. Além disto, a fala das mediadoras por meio do equipamento de som e a indicação de artigos em braile sobre a temática, quando existirem, também permitirão a inclusão das pessoas com deficiência visual.O projeto é plenamente acessível para os mais diversos públicos, pois o tempo disponível entre uma reunião e outra, a mediação realizada pelas mediadoras e o diálogo estimulado entre os participantes, permitem a inclusão e participação de todos os públicos, cada um com seu grau de compreensão específico.

Democratização do acesso

Parte das vagas será direcionada para educadoras negras da rede pública de educação, de forma a haver uma reserva de vagas para este público; além disto, o próprio teor da temática estimula a diversidade no público, atraindo mulheres, pessoas negras e públicos geralmente excluídos destes espaços.

Ficha técnica

A proponente fará a coordenação do curso e também ministrará aulas, com o auxílio de duas oficineiras integrantes do coletivo: Helena de Assis Mota: COORDENADORA - Doutora em Educação pela UNICAMP, possui mestrado em Sociologia pela UNICAMP e graduação em Direito pela UNESP. É coordenadora do Coletivo Vivências Feministas e estudiosa da temática do feminismo negro nacional e internacional, além de outros temas como Educação em Direitos Humanos e Movimentos Sociais.Francisca Aguiciêda Barros da Silva: OFICINEIRA - Pedagoga especializada em Educação Inclusiva, é coordenadora do coletivo Vivências Feministas e estudiosa dos feminismos no Brasil e no Mundo, bem como de outras temáticas como Violência contra a Mulher.Rosângela Paulino Shwafaty Genaro: OFICINEIRA - Graduada em Geografia e Direito, é professora da rede estadual da cidade de Guarulhos e coordenadora do coletivo Vivências Feministas, atuando também no tema do Trabalho Invisível da Mulher.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.