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PRONAC 2515430Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Afro Kinda

JOCILANE MARQUES PEREIRA
Solicitado
R$ 496,8 mil
Aprovado
R$ 496,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Festival Afro Kinda é um projeto cultural, protagonizado por africanos residentes no Brasil, que celebra as contribuições dos países africanos para a cultura e identidade brasileira, promovendo intercâmbio artístico, educativo e econômico entre a cultura da África e do Brasil. O evento, que expressa a cooperação cultural África-Brasil, integra cinco eixos: educativo (oficinas de percussão, dança e beatmaker); reflexivo (rodas de diálogo diaspórico com intelectuais, artistas e convidados representantes do MinC e da Fundação Palmares); econômico (feira afro e espaço da beleza afro); gastronômico (cozinha africana coordenada pelo chef Mimbi); e celebrativo (apresentações de dança, música e DJs africanos e afro-brasileiros). O festival propõe celebração, aprendizado e fortalecimento das conexões afro-diaspóricas. O evento ocorrerá em Brasília, celebrando, de preferência, o Dia Internacional da África e promoverá o intercâmbio entre artistas e pensadores africanos e afro-brasileiros.

Sinopse

Produto: Festival Afro Kinda Evento multicultural gratuito que celebra as conexões entre África e Brasil, reunindo arte, gastronomia, educação, economia criativa e diálogo. O Festival será realizado em Brasília, com protagonismo de artistas, produtores e mestres africanos e afro-brasileiros. O objetivo é fortalecer o intercâmbio cultural e econômico entre países africanos e o Brasil, promovendo ações educativas, apresentações artísticas, feira afroempreendedora, espaço da beleza afro e gastronomia africana. Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Espaço de Diálogo – Vozes Afro DiaspóricasVozes Afro Diaspóricas propõe a realização de duas Rodas de Conversa (uma de manhã e uma de tarde) entre pessoas negras brasileiras e africanas, durante o Festival Afrokinda, promovendo um espaço de difusão de saberes, memórias e práticas afro-brasileiras e africanas. A atividade promoverá o intercâmbio e o fortalecimento dos laços culturais e históricos e das identidades afrodescendentes. A iniciativa busca exaltar a riqueza da herança africana presente no Brasil e refletir sobre uma diáspora contemporânea — viva, criadora e transformadora. A atividade contará com quatro palestrantes negros, sendo homens e mulheres, africanos e brasileiros, dentre estes pesquisadores, mestres de conhecimentos tradicionais e fazedores de cultura. As Rodas de Conversa serão gravadas e transcritas, e virarão conteúdos para o e-book a ser lançado após o evento.Público-Alvo:Pessoas negras, juventudes, coletivos culturais, pesquisadores e o público em geral interessado na valorização da cultura afro-brasileira e africana.Subproduto: Oficinas Educativas Afro KindaTrês oficinas formativas gratuitas ministradas por mestres africanos e afro-brasileiros nas áreas de percussão africana, dança afro e beatmaker. As oficinas aproximam o público das tradições e expressões culturais africanas, integrando ancestralidade e contemporaneidade. Cada oficina terá duração de duas horas, com até 30 participantes e acessibilidade em Libras e audiodescrição. Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Feira AfroempreendedoraEspaço dedicado à economia criativa afro-brasileira e africana, reunindo cerca de 20 expositores de moda, arte, literatura, design e produtos culturais afro. O objetivo é valorizar o empreendedorismo negro e incentivar redes de cooperação econômica e criativa entre a África e o Brasil.Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Espaço da Beleza AfroAmbiente de valorização estética e ancestral conduzido por profissionais africanos e afro-brasileiros. O espaço oferece tranças, turbantes, maquiagem e cuidados capilares, promovendo orgulho identitário e resgate de saberes estéticos afrocentrados. Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Espaço Gastronômico AfricanoCoordenado pelo chef africano Mimbi, o espaço apresentará pratos típicos da culinária africana e afro-brasileira. O público poderá degustar receitas tradicionais e contemporâneas que expressam a ancestralidade e a criatividade da cozinha afro.Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Afro Kinda Kids – Programação InfantilAtividade voltada ao público infantil com contação de histórias africanas, jogos e brincadeiras tradicionais. A proposta visa despertar o interesse das crianças pela cultura africana, promovendo valores de ancestralidade, respeito e diversidade.Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Apresentações Artísticas e Musicais Afro Kinda Shows e performances com artistas e DJs africanos e afro-brasileiros, com destaque para mulheres negras fazedoras de cultura. A programação inclui música, dança e manifestações de matriz africana e afro-brasileira, reafirmando a força da diáspora contemporânea.Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Vídeo-Documentário Afro Kinda – Conexões África-BrasilRegistro audiovisual do festival com depoimentos, bastidores e apresentações, abordando as relações culturais entre África e Brasil. O documentário terá duração de 20 a 25 minutos e será disponibilizado gratuitamente nas redes do projeto, com tradução em Libras, legendas e audiodescrição.Classificação indicativa: Livre.Subproduto: E-book Vozes Afro-DiaspóricasPublicação digital gratuita que reunirá reflexões, falas e transcrições das rodas de conversa realizadas durante o festival. O material será distribuído online em formato acessível (PDF com leitura de tela), com textos de convidados africanos e brasileiros. Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Campanha de Comunicação e AcessibilidadePlano de comunicação e divulgação com foco em mídias digitais, rádios comunitárias e redes das embaixadas africanas. Os conteúdos serão produzidos em formatos acessíveis, com versões em Libras, audiodescrição e linguagem simples. Classificação indicativa: Livre.Subproduto: Ações Sociais e SustentáveisAtividade de arrecadação de alimentos para doação a instituições periféricas do Distrito Federal, além da gestão sustentável de resíduos e uso de materiais recicláveis. As ações reforçam o compromisso social e ambiental do projeto.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralReconhecer, valorizar e difundir as contribuições dos países africanos para a formação da cultura brasileira, estimulando o diálogo, a diversidade e a cooperação cultural entre África e Brasil, por meio da realização do Festival Afro Kinda, produzido e protagonizado por fazedores de cultura africanos, em Brasília, preferencialmente, durante as comemorações do Dia Internacional da África. O projeto tem como diferencial ser protagonizado por produtores e artistas africanos, garantindo que a África seja apresentada sob sua própria perspectiva contemporânea e plural, promovendo o intercâmbio direto entre fazedores de cultura africanos, afro-brasileiros e o público brasileiro.Objetivo especifico Realizar o Festival Afro Kinda, em Brasília, em um dia de programação gratuita, reunindo cerca de 1.000/1.500 pessoas em torno de uma experiência multicultural que une arte, economia, formação, gastronomia e celebração;Assegurar o protagonismo africano na produção e curadoria do evento, com a direção geral e artística do produtor e designer africano Massalla Pacome e equipe composta por profissionais africanos e afro-brasileiros, garantindo uma visão autêntica e contemporânea das expressões culturais do continente;Celebrar o Dia Internacional da África, difundindo a cooperação cultural África-Brasil, fortalecendo o vínculo histórico e afetivo entre povos africanos e afrodescendentes, em um espaço de reconhecimento e celebração pública;Oferecer 3 oficinas educativas (percussão, dança afro e beatmaker), voltadas a crianças, jovens e adultos, conduzidas por mestres africanos e afro-brasileiros, difundindo saberes tradicionais e promovendo a integração cultural;Realizar rodas de diálogo diaspórico, reunindo artistas, intelectuais e convidados de instituições públicas, a exemplo do Ministério da Cultura e da Fundação Cultural Palmares, discutindo políticas públicas, ancestralidade e identidade afro-diaspórica;Estimular a realização de uma roda de conversa entre Conselheiros Culturais das Embaixadas Africanas, com convidados de instituições públicas, a exemplo do Ministério da Cultura e da Fundação Cultural Palmares, ampliando o intercâmbio institucional e criando um canal direto entre as representações diplomáticas africanas e a sociedade civil brasileira;Apresentar música africana e afro-brasileira, com artistas e DJs dos dois continentes, destacando a pluralidade das linguagens culturais da diáspora, incluindo mulheres pretas fazedoras de cultura, criando um ambiente de pertencimento e troca de experiências dentro da diáspora africana no Brasil.Promover programação cultural infantil - Afro Kinda Kids, com contação de histórias e atividades culturais africanas.Montar uma feira afroempreendedora com cerca de 20 expositores de produtos africanos e afro-brasileiros (moda, arte e literatura), fortalecendo a economia criativa e os laços comerciais da diáspora; Implantar o Espaço da Beleza Afro, com profissionais africanos e afro-brasileiros realizando tranças, turbantes e maquiagem afro, valorizando a estética negra e seus saberes tradicionais;Oferecer um espaço gastronômico, coordenado pelo chef Mimbi, com pratos típicos que expressem a diversidade e o diálogo entre as cozinhas da África e do Brasil;Registrar o festival em vídeo e fotografia, produzindo 1 vídeo-documentário e conteúdos digitais acessíveis (com Libras e legendas);Lançar 1 e-book "Vozes Afro-Diaspóricas" com reflexões e registros das rodas de conversa;Garantir a acessibilidade física e comunicacional de todo o evento, com rampas, banheiros adaptados, intérpretes de Libras e linguagem simples;Promover ampla campanha de comunicação, destacando o protagonismo africano e a visibilidade dos países e embaixadas participantes;Promover a integração da rede de africanos residentes no Brasil, o intercâmbio entre artistas da diáspora e a conscientização da sociedade sobre a herança cultural africana no Brasil por meio da valorização das culturas e tradições africanas, ancestrais e contemporâneas.Estimular redes de cooperação cultural entre África e Brasil, estimulando o diálogo direto entre artistas, produtores, instituições e o público, fortalecendo a presença africana no cenário cultural brasileiro.Estimular a criação de redes de cooperação cultural afro-brasileiras e africanas, fortalecendo a economia criativa e o diálogo intercultural.Arrecadar 1kg de alimento por participante para doar a instituições periféricas do DF.

Justificativa

O Festival Afro Kinda utiliza o Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) como meio de viabilizar financeiramente uma ação de relevância simbólica, social e artística, voltada ao fortalecimento do diálogo e da cooperação cultural entre África e Brasil.Idealizado, produzido e dirigido por africanos residentes no Brasil, o festival apresenta ao público brasileiro a África contemporânea sob sua própria ótica, diversa, criativa, urbana e ancestral. Essa abordagem rompe com o olhar externo e frequentemente estereotipado sobre o continente, oferecendo uma experiência autêntica, contemporânea e decolonial, em que os próprios africanos narram, representam e compartilham suas culturas, saberes e modos de viver.O principal diferencial do projeto é o protagonismo africano em todas as etapas, da direção artística à curadoria e produção, garantindo que a África seja apresentada por quem a vive e a cria, e não por mediações externas. Essa perspectiva desloca o lugar de fala, coloca os africanos no centro da narrativa cultural e amplia as possibilidades de cooperação internacional, formação de público e intercâmbio entre países da diáspora.A proposta contribui para a democratização do acesso à cultura, a valorização da diversidade étnico-racial e o fortalecimento da presença africana e afrodescendente nas artes, nas economias criativas e nas políticas culturais brasileiras. O projeto também tem caráter educativo e formativo, criando espaços de aprendizagem, trocas e vivências por meio de oficinas, rodas de diálogo e feiras culturais, além de promover ações de acessibilidade e inclusão social.A Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento mais adequado para viabilizar um evento dessa magnitude, pois possibilita a captação de recursos privados com contrapartidas públicas, garantindo que artistas, produtores e empreendedores africanos e afro-brasileiros sejam remunerados de forma justa e tenham suas produções amplamente difundidas.Por meio dela, o Festival Afro Kinda cumpre sua função social de promover o diálogo entre povos, valorizar a identidade negra e fortalecer as redes culturais afro-diaspóricas, reconhecendo o papel histórico e atual das culturas africanas na formação do Brasil. O evento celebra não apenas a herança, mas também o presente e o futuro das expressões africanas, contribuindo para uma visão mais justa, autêntica e respeitosa sobre o continente e seus povos.Enquadramento _ Art. 1º da Lei nº 8.313/91Inciso I _ Contribui para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais, ao realizar um evento gratuito e acessível em espaço público de Brasília;Inciso III _ Apoia, valoriza e difunde as manifestações culturais africanas e afro-brasileiras e seus criadores, com protagonismo de artistas e produtores africanos;Inciso IV _ Protege e visibiliza expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, reforçando o pluralismo e o reconhecimento da contribuição africana para a cultura nacional;Inciso VII _ Desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais africanos, promovendo intercâmbio cultural e diplomático entre África e Brasil, com a presença de representantes de embaixadas africanas;Inciso VIII _ Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, como a música, a dança e a gastronomia africanas, que contribuem para o conhecimento e a memória cultural da humanidade;Inciso IX _ Prioriza o produto cultural originário do país, ao promover e fortalecer as expressões culturais negras que compõem a identidade brasileira.Enquadramento _ Art. 3º da Lei nº 8.313/91Inciso I, alínea d _ Estimula a participação de artistas locais e regionais em projetos culturais, favorecendo o desenvolvimento artístico e o intercâmbio com criadores africanos;Inciso II _ Apoia eventos e manifestações que promovem a circulação e o diálogo entre artistas africanos e afro-brasileiros, ampliando a troca cultural entre continentes;Inciso IV _ Incentiva a difusão de bens culturais e o fortalecimento de redes de produção afro-diaspóricas, ampliando o acesso da população à arte e ao pensamento africano contemporâneo;Inciso VI _ Valoriza expressões culturais que preservam modos de criar e viver da sociedade brasileira, destacando a influência e continuidade das heranças africanas em diferentes linguagens artísticas e sociais.

Estratégia de execução

Programação PreliminarManhã:Oficinas de DançaAfro House e Kuduro (Dilopaulo Angola)/ Público: a partir de 14 anos (50 vagas).Amapiano (Paulo Lima)/ Público: De 07-14 anos (30 vagas).Oficina de Contação de História e música tradicional africana:“Contos cantados da Guiné” e “Sourir Sourir” com Abou Sidibe Artista Imigrante da Guiné Conakry – público infanto-juvenil. Contação de histórias, jogos e brincadeiras da África Ocidental com o objetivo de transmitir a cultura e preservar a memória e a história da Guiné Conacri.1 Roda de Conversa (mediação: Renata Parreira a casa Akotirene)1 Feira Afroempreendedora1 Espaço Beleza Afro (pintura de rosto, tranças e turbante)1 Espaço Gastronomia com chef Mimbi e mulheres africanas TardeOficina de DançaAfro House e Kuduro (Dilopaulo Angola)/ Público: a partir de 14 anos (50 vagas).Amapiano (Paulo Lima)/ Público: De 07-14 anos (30 vagas).Oficina de Dança Tradicional da Guiné Conakry com Abou Sidibe Artista: a partir de 14 anos (25 vagas)Oficina de Percussão: Percussão dos ritmos tradicionais africanos com Ganstar do Gana - djambe1 Roda de Conversa (mediação: Renata Parreira a Casa Akotirene)1 Feira Afroempreendedora1 Espaço Beleza Afro (pintura de rosto, tranças e turbante)1 Espaço Gastronomia com chef Mimbi e mulheres africanas NoiteApresentações artísticas17h - DJ - Kashuu (DF)18h - Show Gang Star (Gana)⁠19h - Show Nanan Matos (DF)⁠20:00 - Dj Leandro Vitrola (BA)21:00 - DJ Henderson (Angola)22:00 - Show Abou Sidibe (Guiné Conakry)23:00 - Show Dagrace (Camarões)00:00 - Dj Odara (DF)01:00 - DJ Upite Warmi (Angola)02:00 - Fall Clássico (BA)03:00 - DJ Umiranda (DF)04:00 - Show Rich CFA (Congo) 05: 00 - Selectta kbc (DF)Estratégia Geral de ComunicaçãoA comunicação será conduzida pela equipe de produção, com apoio de parceiros locais e da assessoria de imprensa. As ações de divulgação ocorrerão antes, durante e após o festival, priorizando a circulação de informações em meios digitais, comunitários e institucionais.Os objetivos principais são:Divulgar a programação completa do Festival Afro Kinda;Estimular a participação do público nas atividades presenciais;Fortalecer a visibilidade de artistas e empreendedores africanos e afrobrasileiros;Documentar e compartilhar os resultados das ações.Identidade Visual e Materiais de ComunicaçãoSerá desenvolvida uma identidade visual própria para o festival, inspirada em elementos da cultura afro-brasileira.Materiais previstos:Cartaz oficial e variações digitais;Folders e banners informativos;Peças digitais para redes sociais (feed, stories e reels);Faixas e placas sinalizadoras no espaço do evento;Vídeos curtos de divulgação com artistas participantes.Comunicação DigitalAtualização das páginas oficiais do festival (@Afrokinda) nas redes sociais (Instagram) e criação de conta no YouTube;Publicações periódicas com foco em: agenda, artistas, oficinas, bastidores e depoimentos;Impulsionamento de posts para alcançar o público-alvo local e regional;Transmissões ao vivo de momentos-chave do festival;Cobertura audiovisual das apresentações e atividades, resultando em vídeos de registro e clipes para redes.Comunicação Comunitária e RegionalParcerias com rádios comunitárias, coletivos culturais e pontos de cultura para veiculação de spots e entrevistas;Distribuição de materiais gráficos em locais estratégicos (centros culturais, escolas, associações, feiras e praças);Divulgação em grupos de WhatsApp e redes de artistas e empreendedores locais;Assessoria de Imprensa e Divulgação InstitucionalEnvio de releases e fotos para veículos de imprensa locais e regionais;Divulgação em portais culturais, agendas de eventos e blogs especializados;Produção de boletins e comunicados oficiais sobre o andamento do festival;Agradecimento público aos patrocinadores, apoiadores e parceiros em todas as peças de comunicação.Acessibilidade e Comunicação InclusivaUtilização de linguagem simples e direta nos materiais;Legendas descritivas em vídeos e publicações;Divulgação de informações em Libras por meio de vídeos curtos com intérprete;Produção de conteúdo acessível em contraste adequado e fonte legível.Resultados EsperadosAmplo alcance de público e engajamento digital;Fortalecimento da imagem do Festival Afro Kinda como evento de relevância cultural e social;Valorização da produção artística afro-brasileira;Ampliação do reconhecimento das iniciativas empreendedoras negras;Registro audiovisual que servirá como memória e portfólio para futuras edições.

Especificação técnica

Oficina de Afro House e Kuduro EMENTA: Oficina prática que integra os estilos de dança africana Afro House e Kuduro, explorando suas raízes culturais africanas, especialmente angolanas, e suas manifestações contemporâneas na diáspora. A oficina propõe uma imersão corporal e rítmica, conectando movimento, identidade, ancestralidade e resistência. Serão abordadas técnicas corporais, musicalidade, improvisação e composição coletiva, com foco na expressão individual e na conexão com o coletivo. OBJETIVOS: Geral: ● Promover o acesso à dança afro-diaspórica como prática artística, cultural e política, valorizando as estéticas negras e os saberes corporais afro-atlânticos. Específicos: ● Desenvolver a consciência rítmica e corporal dos participantes por meio das linguagens do Afro House e do Kuduro; ● Estimular a criatividade e a improvisação a partir de referências culturais angolanas e afro-brasileiras; ● Fortalecer a autoexpressão e o pertencimento étnico-racial por meio da dança. PÚBLICO ALVO: Pessoas interessadas em dança afro-diaspórica, independentemente de formação prévia. Prioritariamente jovens e adultos da comunidade local, com ênfase em pessoas negras, periféricas e/ou engajadas em práticas culturais de resistência. A oficina também é aberta a educadores, artistas e ativistas culturais. FAIXA ETÁRIA: A partir de 14 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: Não há pré-requisitos técnicos. É desejável disposição para experimentação corporal, respeito às diversidades e interesse pelas culturas afro-atlânticas. Nº DE TURMAS: 2 turmas (manhã e tarde) Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: Máximo de 50 participantes por turma METODOLOGIA: A oficina será conduzida de forma prática e vivencial, com base em: ● Aquecimento corporal e preparação rítmica;● Demonstração e repetição de passos e sequências técnicas; ● Jogos de improvisação e composição coletiva; ● Diálogo entre prática e contexto histórico-cultural dos estilos abordados; ● Encerramento com roda de conversa e partilha de experiências. RECURSOS DIDÁTICOS:● Som (caixa de som portátil ou sistema de áudio do local); ● Playlist com referências musicais de Afro House, Kuduro e batuques afro-brasileiros;● Espaço amplo e ventilado com piso adequado para dança;● Materiais audiovisuais opcionais (projeção de vídeos curtos sobre os estilos, se houver infraestrutura). PERIODICIDADE: Evento único (um dia de oficina) CARGA HORÁRIA: 1 hora por turma (total de 2 horas de oficina no dia) CONTEÚDO: ● Introdução ao Kuduro: origens em Angola, características rítmicas e estéticas; ● Técnicas corporais do Kuduro: isolamentos, batidas, deslocamentos e energia; ● Introdução ao Afro House: fusão entre house music e danças afro-brasileiras/angolanas; ● Musicalidade e improvisação nos dois estilos; ● Composição coletiva a partir dos elementos trabalhados. AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: Os instrutores observarão a participação, engajamento e desenvolvimento corporal dos participantes durante a oficina, sem caráter classificatório. A avaliação será qualitativa e formativa, com foco no processo de aprendizagem e na troca coletiva. 2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: Ao final da oficina, será aplicado um formulário breve (presencial ou digital) com perguntas sobre: ● Clareza e domínio dos instrutores; ● Qualidade do conteúdo e metodologia; ● Condições do espaço e recursos utilizados; ● Impacto da oficina na percepção sobre dança afro-diaspórica. CERTIFICAÇÃO: Será emitido certificado de participação para os inscritos que comparecerem às oficinas oferecidas pelo AFROKINDA. REFERÊNCIAS: ● Vivências artísticas e pedagógicas dos instrutores Dilo Paulo e Lenna Siqueira; ● Práticas corporais do Kuduro e do Afro House; ● Projetos artísticos da Companhia Corpus Entre Mundos (ex.: Muxima, Memórias da Água, Semutsoc); ● Plataforma Ngangu Dance (www.ngangudance.com ); ● Saberes orais e corporais transmitidos nas comunidades afro-brasileiras e angolanas.OFICINA DE AFROBEATS Facilitador: Jaxonethebeat Metodologia 1. Apresentação (15 min) Breve introdução sobre a origem do Afrobeat (Nigéria, Fela Kuti, Tony Allen). Conexão com a cultura afro-brasileira e africana contemporânea. 2. Escuta guiada (15 min) Audição de trechos de músicas clássicas e modernas de Afrobeat. Identificação de elementos rítmicos, harmônicos e melódicos. 3. Prática rítmica (30 min) Exercícios com palmas, corpo e percussão leve. Introdução aos grooves típicos (clave africana, polirritmia). 4. Construção coletiva (45 min) Montagem de uma base rítmica (bateria, baixo, percussão). Inserção de elementos harmônicos (teclado, guitarra). Criação de linhas vocais e improvisos. 5. Interação e performance (30 min) Ensaiar o groove criado em grupo. Foco na comunicação entre músicos e na energia coletiva. 6. Encerramento (15 min) Breve conversa sobre o processo criativo e experiências individuais. Gravação simples ou registro audiovisual do resultado final.Oficinas de percussãoFacilitador: Abou Sidibe - Dançarino, percursionista, coreógrafo, contador de história, ator e cantor. Possui mais de 20 anos de estudos em dança e percussão. Formado pelo ballet djoliba, bagatai e fareta com os mestres Youssouf Koumbassa, Nasadi Keila, Dolmondo Keila e Toure. Portfólio Abou Sidibe Artista Imigrante da Guiné Conakry residente no Brasil desde 2012. Fundador e Diretor do Centro de Estudos de Cultura da Guiné no bairro da Liberdade, em SP. Nos últimos 11 anos se dedica a ser um conector da cultura guineana e fomentador do intercâmbio artístico cultural da África ocidental. Foi membro suplente do Conselho Municipal de Imigrantes de São Paulo na gestão 2021-2023 É fundador do grupo de Ballet Fareta Sidibe desenvolvendo projetos dentro e fora do Brasil, ministrando cursos de dança, oficinas de percussão, shows e contação de história. Possui registro DRT-SP nº 0042635 .Oficina de percussão dos ritmos tradicionais da África Ocidental. As aulas abordam a linguagem dos tambores em conexão com o movimento da dança. O Djembe, o Kenkenni e o Dundum são os principais instrumentos ensinados nas aulas. As aulas são oferecidas para crianças, jovens e adultos, a partir de 07 anos.Oficina de contação de histórias: Facilitador: Abou Sidibe“Contos cantados da Guiné” e “Sourir Sourir” – projetos dedicados ao público infanto-juvenil. As oficinas consistem em atividades de contação de histórias, jogos e brincadeiras da África Ocidental com o objetivo de transmitir a cultura e preservar a memória e a história da Guiné Conacri.

Acessibilidade

Acessibilidade para Produto e Subprodutos:Produto: Festival Afro Kinda Acessibilidade Física O Festival será realizado em espaço público com infraestrutura adequada, garantindo pleno acesso físico e conforto para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. As medidas incluirão:Rampas de acesso, piso nivelado e banheiros adaptados;Espaços reservados próximos ao palco e áreas de convivência para cadeirantes, idosos e pessoas com deficiência visual ou auditiva;Equipe de apoio treinada para atendimento prioritário e acolhimento especializado;Balcões de atendimento acessíveis e áreas de circulação ampliadas.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoIntérprete de Libras presente em todas as apresentações e rodas de diálogo;Legendamento dos registros audiovisuais a serem realizadosAcessibilidade Cultural e SimbólicaProdução conduzida por artistas e produtores africanos, garantindo representatividade e pluralidade cultural;Diversidade de línguas, tradições e expressões culturais africanas apresentadas de forma legítima;Respeito às narrativas, identidades e perspectivas africanas.Subproduto: Espaço de Diálogo – Vozes Afro DiaspóricasAcessibilidade FísicaEspaço reservado próximo ao palco e cadeiras adaptadas;Piso nivelado e acesso facilitado.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoIntérprete de Libras durante todas as rodas de conversa;Resumos em PDF acessível e versões em audiolivro;Linguagem simples para inclusão de pessoas com deficiência intelectual ou TEA;Acessibilidade Cultural e SimbólicaPalestrantes negros, africanos e brasileiros, mestres de saberes tradicionais;Representatividade de diferentes perspectivas afro-brasileiras e africanas.Subproduto: Oficinas Educativas Afro Kinda (Percussão, Dança Afro e Beatmaker)Acessibilidade FísicaEspaço físico totalmente acessível;Mesas, materiais e equipamentos adaptados para cadeirantes;Piso nivelado e áreas de circulação amplas.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoUso de linguagem simples;Materiais informativos em leitura fácil;Acessibilidade Cultural e SimbólicaConteúdos relacionados à cultura afro-brasileira e africana;Inclusão de narrativas e saberes tradicionais africanos;Mestres africanos e afro-brasileiros conduzem as oficinas.Subproduto: Feira AfroempreendedoraAcessibilidade FísicaEstandes e corredores com espaço suficiente para circulação de cadeirantes;Rampas de acesso e piso nivelado;Mesas e bancadas adaptadas para altura de cadeirantes.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoSinalização visual clara e legível;Materiais informativos em leitura fácil;Equipe de apoio inclusiva para orientação do público.Acessibilidade Cultural e SimbólicaRepresentação de produtos africanos e afro-brasileiros;Valorização da diversidade cultural e tradições artesanais.Subproduto: Espaço da Beleza AfroAcessibilidade FísicaEspaço amplo e adaptado para cadeirantes;Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoMateriais informativos em leitura fácil;Monitoria inclusiva para orientação de pessoas com deficiência.Acessibilidade Cultural e SimbólicaProcedimentos de tranças, turbantes e maquiagem afro conduzidos por profissionais africanos e afro-brasileiros;Valorização da estética negra e saberes tradicionais.Subproduto: Espaço Gastronômico AfricanoAcessibilidade FísicaMesas e bancadas acessíveis;Espaço amplo para circulação de cadeirantes;Piso nivelado e sinalização de segurança.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoMateriais informativos em leitura fácil;Intérprete de Libras para atendimento;Linguagem simples e orientação de equipe inclusiva.Acessibilidade Cultural e SimbólicaPreparação de pratos típicos africanos coordenada por chef africano;Valorização de saberes culinários tradicionais e diálogo cultural.Subproduto: Registro Audiovisual e E-book “Vozes Afro-Diaspóricas”Acessibilidade FísicaDisponibilização digital acessível, podendo ser acessado de qualquer local;Compatível com softwares de leitura de tela e dispositivos móveis.Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoIntérprete de Libras nos vídeos;Legendas, audiodescrição e uso de linguagem simples;E-book com audiolivroAcessibilidade Cultural e SimbólicaReflexões e registros sobre a diáspora afro-brasileira e africana;Inclusão de múltiplas vozes de artistas, pesquisadores e mestres africanos e afro-brasileiros.Acessibilidade Cultural e SimbólicaO Festival Afro Kinda compreende acessibilidade também como representatividade e inclusão simbólica. O evento será conduzido por produtores e artistas africanos, garantindo que a diversidade de línguas, tradições e expressões culturais africanas esteja representada de forma legítima e plural.Essa dimensão da acessibilidade cultural assegura que a África seja apresentada por africanos, respeitando suas próprias narrativas, identidades e perspectivas.

Democratização do acesso

O Festival Afro Kinda foi concebido para ser um evento totalmente gratuito, inclusivo e acessível, aberto ao público de todas as idades e origens, com foco em promover o encontro direto entre África e Brasil a partir do protagonismo de produtores, artistas e intelectuais africanos. O projeto busca garantir o direito à fruição cultural, a cooperação cultural, a valorização da diversidade étnico-racial e o fortalecimento da presença africana na cena cultural brasileira.1. Acesso gratuito e participativoA entrada será livre e gratuita em todas as atividades do festival (oficinas, rodas de diálogo, feira, gastronomia e apresentações artísticas);O evento será realizado em espaço público de Brasília,preferencialmente, em data alusiva ao Dia Internacional da África, garantindo ampla visibilidade e participação popular;Haverá reserva de áreas preferenciais para pessoas com deficiência e idososO festival contará com voluntários e agentes culturais capacitados para orientar o público e garantir o acesso seguro e democrático às atividades.2. Medidas de ampliação de acesso (art. 47 da IN 23/2025)O projeto adota as seguintes medidas oficiais de democratização:Inciso III – Disponibilização na internet dos registros audiovisuais do festival (oficinas, rodas de diálogo e apresentações), com Libras, legendas e audiodescrição, hospedados gratuitamente no site e redes sociais do Afro Kinda;Inciso V – Realização de atividades formativas gratuitas, como oficinas de percussão, dança afro e beatmaker, abertas a crianças, jovens e adultos, promovendo a valorização das tradições africanas e afro-brasileiras;Inciso VI – Ações culturais voltadas para crianças, adolescentes e educadores, por meio de oficinas sobre ancestralidade, identidade e cultura africana;Inciso X – Doação de 20% dos produtos culturais (e-book Vozes Afro-Diaspóricas, cartilhas e vídeos acessíveis) a escolas públicas, bibliotecas comunitárias e coletivos afrodescendentes.3. Ações de comunicação e divulgação acessívelDesenvolvimento de campanha digital com versões em Libras e linguagem simples, ampliando o alcance para o público africano residente no Brasil e convidados internacionais;Divulgação comunitária por meio de rádios locais, coletivos de cultura negra e redes de embaixadas africanas;Publicação posterior dos vídeos e debates em acervo digital gratuito, garantindo acesso contínuo ao conteúdo após o evento.4. Acesso cultural e simbólicoO Festival Afro Kinda amplia a noção de acesso ao garantir o protagonismo africano na criação e execução do evento. A presença de embaixadas africanas, com estandes e espaços de intercâmbio cultural, assegura que o público tenha contato direto com diferentes países africanos, suas expressões culturais e políticas de cooperação. Essa dimensão transforma o festival em um espaço vivo de diplomacia cultural e representatividade.5. Público beneficiadoO festival deve beneficiar cerca de 1500 pessoas presencialmente e alcançar mais de 20 000 visualizações online por meio de seus conteúdos digitais acessíveis. O público prioritário inclui pessoas negras, jovens, mulheres, povos de terreiro, comunidades periféricas, migrantes africanos e estudantes de escolas públicas, reforçando o compromisso do projeto com a equidade racial e territorial.

Ficha técnica

Massalla PacomeFunção: Direção Artística/CuradoriaArtista, produtor cultural e estilista nascido no Gabão e radicado no Brasil há 20 anos. É fundador e coordenador do projeto Afro Kinda, que promove o intercâmbio cultural entre África e Brasil, difundindo expressões artísticas afro-diaspóricas em diferentes linguagens. Criador da marca Bantu Style, referência em moda preta e valorização da estética e identidade afro, desenvolve coleções autorais que dialogam com a ancestralidade e contemporaneidade. Atuou também como músico, escultor e professor de francês, integrando arte, educação e cultura.Joice MarquesFunção: Direção Técnico-financeira/ Coordenação de Produção Espaços de DiálogoProdutora cultural, educadora popular e agente comunitária. Fundadora e presidente da Casa Akotirene – Quilombo Urbano em Ceilândia (DF), atua no movimento negro desde 2016. Premiada como Mulher Transformadora (2022) e Engenho Mulheres (2025), integra redes de fortalecimento de mulheres negras e afro-empreendedoras. Participou do programa internacional IVLP (EUA) em 2023.Deborah CastorFunção: Direção Geral/ Assessora Técnica em Projetos CulturaisProdutora Cultural, Especialista em Indigenismo, Mestre em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social, Programa EICOS/UFRJ, Cátedra UNESCO em Desenvolvimento Durável, possui 18 anos de experiência em políticas públicas culturais. Atuou como consultora técnica da UNESCO para a Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural - SCDC/MinC, contribuindo para o fortalecimento da Política Nacional de Cultura Viva e para a produção da TEIA Nacional da Diversidade.Tatyanna FalcãoFunção: Direção de ProduçãoEspecialista em design Thinking, pós graduanda em design estratégico, bióloga, comunicadora e pesquisadora em neurociência e comportamento. Com mais de 20 anos de experiência ,Já atuou no desenho e produção de projetos como o Lift Lab do Banco Central do Brasil, o Divino Festival em Brasília, o Festival Ilumina na Chapada dos Veadeiros (GO) e o Festival Vida & Arte, do Jornal O Povo, em Fortaleza (CE).Mayara VirgíniaFunção: Produção ExecutivaProdutora cultural com ampla experiência em produção executiva, logística e artística de eventos de médio e grande porte. Atua em projetos que valorizam a diversidade cultural, com foco em planejamento estratégico e excelência operacional. É produtora da Afro Kinda, Black Beats e Sintosoul, e integra a equipe da Breguenaite, responsável pela logística de bar e bilheteria. Já participou de grandes festivais como Makossa, Festival Voa e Câmbio Negro 35 anos.Lorectto Wonje MbahFunção: Coordenação de Produção das Oficinas, espaço Beleza Afro e Feira AfroempreendedoraNatural do Camarões, radicada há 11 anos no Brasil, celebra a força da ancestralidade em eventos afro-brasileiros e projetos que unem corpo, mente e estilo. Conecta cultura, moda e bem-estar. Nutricionista em formação e criadora de conteúdo, usa sua presença digital para inspirar o empoderamento por meio de hábitos saudáveis e autênticos.André Pierre Moumagni MimbiFunção: Coordenação de Produção do Espaço Gastronômico AfricanoNatural do Gabão, conhecido como Chef Mimbi, é formado em culinária e acumula mais de 15 anos de experiência na arte gastronômica. Já passou por embaixadas africanas e europeias, levando sempre seu toque criativo e autêntico aos pratos. Parceiro da Afro Kinda desde o início, Mimbi é presença marcante em cada edição, servindo sabores que contam histórias e celebram nossas raízes.Bárbara BarbosaFunção: Coordenação de AcessibilidadeProdutora, gestora e pesquisadora especialista em acessibilidade cultural pela UFRGS, com 18 anos de experiência. Presidente da ACESSICOOP e CEO da Abayomi Produções e Acessibilidade. Pioneira em acessibilidade em ambientes culturais no DF, foi gerente de Inclusão e Acessibilidade da Secretaria de Cultura do DF (2015–2019). Atua como palestrante, consultora e audiodescritora. Ianny de Abreu FigueiredoFunção: Assessoria Técnico administrativo Consultora administrativa e financeira, professora de educação financeira e empreendedora. Atua na organização e fortalecimento de negócios locais e comunitários, com foco em gestão acessível, finanças conscientes, prestação de contas e desenvolvimento humano. Desde 2017, trabalha na área administrativa, unindo técnica, empatia e propósito para transformar a relação das pessoas com o dinheiro e com o próprio trabalho.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.