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PRONAC 2515432ArquivadoMecenato

O Sonho de Tomie - Exposição Multissensorial para Toda a Família

PELLICER PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 2,14 mi
Aprovado
R$ 2,14 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"O Sonho de Tomie" é uma exposição imersiva e multissensorial dedicada à vida, à trajetória e à obra da artista Tomie Ohtake (1913_2015), um dos nomes mais expressivos da arte moderna e contemporânea brasileira. O projeto propõe uma experiência interativa e educativa para públicos de todas as idades, especialmente famílias e crianças, apresentando o universo poético e simbólico da artista através de sete ambientes imersivos que unem arte, tecnologia, memória e emoção.

Sinopse

Título do Projeto: Viva Volpi: Uma Exposição para Crianças Público-Alvo: Crianças, famílias, educadores, e o público em geral O projeto "Viva Volpi: Uma Exposição para Crianças" é uma iniciativa cultural que visa proporcionar uma experiência imersiva e interativa para crianças e suas famílias através das obras do renomado pintor ítalo-brasileiro Alfredo Volpi (1896-1988). A exposição é projetada para ser acessível e educativa, destacando a importância de Volpi na história da arte brasileira e mundial. A exposição apresentará 30 obras originais de Alfredo Volpi, cobrindo diferentes fases de sua carreira. As obras serão exibidas em um circuito expositivo que explora os temas e técnicas distintivas do artista, como fachadas, bandeirinhas e formas geométricas. A vida e obra de Alfredo Volpi, sua contribuição para o modernismo brasileiro e a influência de sua arte na cultura popular brasileira serão os principais focos da exposição. A exposição será composta por 8 salas temáticas, cada uma projetada para oferecer uma experiência sensorial e interativa única. A primeira sala, intitulada "O Portal," apresentará uma entrada inspirada nos recortes da obra "Alfabeto Volpi," com uma introdução sensorial à vida e obra do artista. Em seguida, "No Labirinto de Fachadas" levará os visitantes por um labirinto feito de fachadas coloridas, representando cidades importantes na vida de Volpi. Na sala "Instapoint Barco - O Mestre Zen," os visitantes entrarão em um barco tridimensional inspirado na obra "Barco com Bandeirinhas e Pássaros," onde poderão participar de atividades de origami. "Mergulho no Mar das Sereias" transformará o chão da sala em um cenário subaquático, com projeções subaquáticas na parede e sons do oceano, enriquecendo a experiência dos visitantes. "Na Bienal de Veneza" será dedicada à participação de Volpi na Bienal de Veneza, destacando telas expostas pelo pintor no evento e oferecendo um quiz interativo sobre as obras. "Formas em Festa" proporcionará um ambiente interativo onde as crianças poderão jogar uma versão de Tetris com as formas coloridas inspiradas nas composições de Volpi. "Explosão de Cores" permitirá que as crianças experimentem a atmosfera e vibratilidade das cores nas obras de Volpi, com projeções e sons especiais. A última sala, "Celebração A Grande," será uma sala imersiva projetada para uma luminosa procissão de cores e abstracionismo geométrico do pintor, criando uma experiência sensorial única. Além das salas temáticas, o projeto incluirá oficinas educativas para crianças, abordando técnicas artísticas como pintura a óleo, têmpera, litografia e serigrafia, inspiradas nos métodos utilizados por Volpi. Serão realizadas 10 oficinas, onde as crianças terão a oportunidade de criar suas próprias obras de arte, desenvolvendo habilidades práticas e uma compreensão mais profunda dos processos artísticos. Os catálogos informativos e outros materiais educativos serão produzidos em formatos acessíveis, incluindo versões em Braile e versões digitais compatíveis com leitores de tela, garantindo acesso a pessoas com deficiência. Para garantir a acessibilidade de conteúdo, serão disponibilizados audioguias, textos em Braile, vídeos educativos com tradução em Libras e legendas descritivas. Serão organizadas visitas virtuais guiadas, transmitidas ao vivo pelo site e pelas redes sociais da exposição, permitindo que pessoas de outras regiões do país e do exterior participem da exposição de forma remota. A campanha de divulgação será ampla, utilizando redes sociais, mídia tradicional e parcerias com influenciadores culturais e educacionais, com o objetivo de alcançar um público estimado de 50.000 visitantes durante a exposição. O projeto inclui ainda visitas guiadas por especialistas em arte, que compartilharão insights sobre as técnicas e temas explorados por Volpi, e palestras com historiadores da arte, críticos e artistas contemporâneos para discutir a importância de Volpi e seu legado. Ao final da exposição, será publicado um relatório detalhado com os resultados alcançados, incluindo o número de visitantes, a participação nas oficinas, o alcance das transmissões online e o impacto cultural e educativo. Através dessas ações, "Viva Volpi: Uma Exposição para Crianças" busca não apenas apresentar a obra de Alfredo Volpi, mas também proporcionar uma experiência cultural inclusiva e educativa, fortalecendo a apreciação da arte e da cultura popular brasileira entre as novas gerações e contribuindo para a preservação do patrimônio artístico nacional.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o projeto cultural "O Sonho de Tomie _ Exposição Multissensorial para Toda a Família". Promover o acesso democrático à arte, à memória e ao legado da artista Tomie Ohtake, por meio da realização de uma exposição multissensorial, interativa e educativa, que dialogue com diferentes públicos e faixas etárias. A mostra tem como finalidade valorizar a produção artística feminina e nipo-brasileira, contribuindo para a difusão da história da arte moderna no Brasil e para o fortalecimento do vínculo entre arte, educação e cidadania cultural. PRODUTO CULTURAL: Exposição de Artes Visuais Realizar uma exposição imersiva e interativa em São Paulo, composta por sete ambientes temáticos, que retratam as principais fases da vida e obra de Tomie Ohtake — desde sua infância no Japão até sua consagração no Brasil — unindo arte, tecnologia e narrativa poética.Recriar e ambientar cenograficamente os espaços "Templos, Feijões e Arte", "Amarelo: Cheguei ao Brasil", "O Mundo que Eu Sinto", "Pintando o Invisível", "Não Existe Forma Perfeita", "Sala Vermelha" e "Território Tomie", proporcionando experiências multissensoriais para o público.Desenvolver recursos de acessibilidade física, visual e comunicacional, incluindo rampas de acesso, audiodescrição, legendagem, interpretação em Libras, textos em braile e mediação inclusiva.Elaborar e distribuir materiais educativos impressos e digitais (catálogo, cartilhas, folders e conteúdo online) com linguagem adaptada para diferentes públicos, fomentando a educação estética e a aproximação entre arte e escola.Promover ações educativas e formativas, como oficinas de arte, visitas mediadas e atividades com escolas públicas, com estimativa de 5.000 estudantes beneficiados diretamente ao longo do período expositivo.Valorizar a memória e o pensamento artístico de Tomie Ohtake por meio de curadoria fundamentada em pesquisa histórico-artística, integrando aspectos biográficos, filosóficos e visuais à sua trajetória.Estimular a participação de famílias e públicos infantojuvenis, com atividades lúdicas e pedagógicas que favoreçam o aprendizado por meio da experimentação e do contato direto com a arte.Garantir o acesso gratuito ou a preços populares, assegurando ampla participação social e democratização cultural, com cotas de gratuidade destinadas a escolas públicas, ONGs e grupos vulneráveis.Fomentar o diálogo intercultural entre Brasil e Japão, destacando as contribuições das comunidades nipo-brasileiras à cultura nacional e reforçando o papel da arte como ponte entre tradições.Documentar e divulgar o projeto em plataformas digitais e redes sociais do museu e dos parceiros institucionais, garantindo a permanência da memória da exposição e o alcance nacional do conteúdo.PRODUTO CULTURAL: Contrapartida SocialPublicação de caráter humanístico. 1000 exemplares para escolas públicas/público escolar.

Justificativa

Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; PRODUTO CULTURAL: Exposição de Artes Visuais O projeto "O Sonho de Tomie _ Exposição Multissensorial para Toda a Família" nasce do desejo de valorizar, difundir e democratizar o acesso à trajetória e à obra de Tomie Ohtake (1913_2015), uma das mais importantes artistas da história da arte brasileira, cuja vida e produção simbolizam a síntese entre tradição e modernidade, oriente e ocidente, sensibilidade e rigor técnico.Nascida em Kyoto, no Japão, e radicada no Brasil desde 1936, Tomie Ohtake construiu uma carreira marcada pela experimentação, pela liberdade plástica e pela espiritualidade da forma, tornando-se referência não apenas na pintura e na escultura, mas também na gravura e nas intervenções urbanas de grande escala. Sua produção ultrapassou o espaço da tela para transformar o espaço público em extensão de sua poética, com obras que hoje compõem a paisagem simbólica de cidades como São Paulo, Santos e Brasília.1. Relevância histórico-cultural e artísticaA exposição propõe-se a apresentar a trajetória da artista sob uma abordagem inovadora, multissensorial, educativa e inclusiva, articulando a biografia pessoal com o desenvolvimento de sua linguagem estética e com o contexto da imigração japonesa no Brasil. Assim, o projeto atua simultaneamente como ação de memória, de educação e de difusão cultural, permitindo que novas gerações conheçam a importância de Tomie Ohtake para a consolidação de uma arte moderna e abstrata de identidade brasileira.Ao revisitar o percurso da artista — desde sua infância no Japão, sua chegada ao Brasil, suas primeiras experiências figurativas e o posterior mergulho na abstração — a exposição busca restabelecer o elo entre a história da arte brasileira e a experiência cotidiana do público, oferecendo um acesso sensível e emocional às fases criativas de Tomie.O projeto também destaca a força feminina na arte e a inserção das mulheres no campo das artes visuais. Tomie Ohtake foi pioneira num ambiente historicamente dominado por homens e, mesmo iniciando sua carreira aos 39 anos, conquistou reconhecimento nacional e internacional, representando o Brasil em bienais e exposições em Veneza, Tóquio e Nova York. Sua trajetória inspira não apenas pela excelência artística, mas pela mensagem de resiliência, sensibilidade e superação de fronteiras culturais.2. Democratização do acesso e inovação expositivaA exposição foi concebida pela YDreams Global, empresa com mais de duas décadas de atuação em experiências imersivas e interativas, e que vem transformando a forma de vivenciar e aprender arte através da tecnologia, da narrativa e da emoçãoA proposta se destaca por utilizar recursos cenográficos, audiovisuais e interativos de última geração para recriar o universo poético de Tomie. Cada sala apresenta um momento da vida e da obra da artista, permitindo que o visitante se torne parte do processo criativo — pintando o invisível, tocando as formas, atravessando cores e mergulhando em ambientes luminosos.Essa abordagem inovadora contribui para a democratização da arte contemporânea, tornando-a acessível, lúdica e educativa para públicos diversos — especialmente o infantojuvenil e o familiar, segmentos muitas vezes distantes das instituições tradicionais de arte. O caráter multissensorial da mostra possibilita uma leitura inclusiva e não elitista da arte moderna, estimulando a sensibilidade, o pensamento crítico e a criatividade.3. Formação de público e impacto educativoA dimensão educativa é um dos eixos centrais do projeto. O percurso expositivo foi concebido não apenas como fruição estética, mas como experiência formativa, capaz de despertar a curiosidade e o interesse pela arte.Serão realizadas ações educativas e visitas mediadas com escolas públicas, associações comunitárias e instituições de ensino, com ênfase na integração entre arte, cultura, imigração e diversidade. O conteúdo foi desenvolvido com base em metodologias de educação patrimonial e mediação cultural contemporânea, estimulando a percepção, o diálogo e a experimentação.4. Acessibilidade, inclusão e cidadania culturalO projeto está alinhado às diretrizes da Política Nacional de Acessibilidade Cultural e da Agenda 2030 da ONU, assegurando que o acesso à arte seja direito de todos. A exposição contemplará acessibilidade arquitetônica e comunicacional: rampas, legendas em braile, audiodescrição, intérpretes de Libras, textos ampliados e recursos táteis, tornando a experiência plena também para pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou intelectual.Dessa forma, "O Sonho de Tomie" reforça o compromisso com uma cultura democrática, participativa e diversa, cumprindo o princípio constitucional de valorização da pluralidade e do direito à fruição artística.5. Relevância social e simbólicaEm um contexto contemporâneo marcado pela saturação visual e pelo distanciamento do público das instituições culturais, o projeto propõe reaproximar as pessoas da arte por meio da experiência sensorial e afetiva. Ao apresentar o percurso de Tomie Ohtake — uma mulher, imigrante, mãe e artista —, o projeto comunica mensagens universais de identidade, pertencimento, espiritualidade e transformação, capazes de dialogar com públicos amplos e diversos.Além disso, a exposição presta homenagem à contribuição da imigração japonesa para a cultura brasileira, reconhecendo a importância desse intercâmbio para o desenvolvimento das artes plásticas, da arquitetura e do design no país. Essa abordagem reforça a imagem do Brasil como território de convergência cultural, onde múltiplas tradições dialogam e se reinventam.6. Contribuição para o setor cultural e legadoA realização deste projeto também representa um investimento estratégico no fortalecimento do circuito de exposições de arte no Brasil, gerando oportunidades de trabalho para artistas, produtores, educadores, técnicos e profissionais da cultura. A metodologia inovadora e o modelo de imersão tecnológica propostos pela YDreams poderão servir como referência para futuras ações museológicas e educativas no país.O legado de "O Sonho de Tomie" ultrapassa o tempo de exibição: ele se converte em memória cultural compartilhada, em conteúdo educativo permanente e em estímulo para novas gerações de artistas e educadores. O impacto esperado é tanto simbólico quanto mensurável — ampliando o acesso à arte, fortalecendo a formação cidadã e fomentando a valorização da produção artística brasileira.

Estratégia de execução

RELEVÂNCIA ARTÍSTICO-CULTURAL-SOCIAL-ACADÊMICA1. Relevância ArtísticaO projeto O Sonho de Tomie representa um marco de valorização da arte moderna e contemporânea brasileira ao homenagear a trajetória e o legado de Tomie Ohtake (1913–2015), uma das mais expressivas artistas do século XX. Sua obra, caracterizada por uma poética visual marcada pela abstração lírica, pela síntese formal e pela espiritualidade cromática, rompeu paradigmas estéticos e consolidou novas linguagens no campo da arte abstrata no Brasil.A exposição, concebida pela YDreams Global, apresenta um formato inédito de abordagem museográfica e artística, ao combinar instalação, cenografia, tecnologia interativa e narrativa sensorial. Cada sala transforma o visitante em coautor da experiência estética — uma tradução contemporânea do gesto criador de Tomie, que afirmava “a pintura deve falar por ela mesma”.O projeto reafirma a importância da arte como experiência viva e como linguagem universal de expressão, integrando os princípios da estética moderna à sensorialidade contemporânea. Nesse sentido, “O Sonho de Tomie” se configura como um ato de recriação artística e tecnológica, que preserva o espírito da obra original e, ao mesmo tempo, propõe novas formas de leitura, fruição e interpretação. 2. Relevância CulturalCulturalmente, o projeto se insere no contexto da valorização da memória artística e patrimonial brasileira, ao revisitar a contribuição de Tomie Ohtake para a história da arte nacional e internacional. Sua trajetória, iniciada no Japão e consolidada no Brasil, sintetiza a união entre dois mundos: o Oriente, com sua filosofia estética do vazio, da síntese e da contemplação; e o Ocidente, com sua valorização da forma, da cor e da liberdade de expressão.A mostra contribui para ampliar o repertório simbólico e cultural da sociedade brasileira ao oferecer um espaço de contemplação, aprendizado e convivência intercultural. A biografia da artista é apresentada como narrativa de identidade, imigração e pertencimento, permitindo que o público reflita sobre o papel das migrações e da diversidade na formação do Brasil moderno.Além disso, a exposição amplia o conceito de museu e de experiência cultural ao propor um novo modelo de exposição democrática, acessível a públicos diversos, e que une arte, educação e tecnologia — uma tendência que reflete o movimento contemporâneo das instituições culturais de todo o mundo.“O Sonho de Tomie” é, portanto, um projeto de difusão cultural e formação simbólica, que preserva e dissemina o legado de uma artista essencial para a história cultural do país e para a consolidação da arte abstrata no Brasil e na América Latina. 3. Relevância SocialNo campo social, o projeto tem como premissa o princípio constitucional de que “o acesso à cultura é um direito de todos”. Sua concepção prioriza a democratização do acesso e a inclusão social, com múltiplos recursos de acessibilidade física e comunicacional, além de políticas de ingresso gratuito para escolas públicas, ONGs e comunidades em situação de vulnerabilidade.O caráter multissensorial e interativo da mostra transforma a arte em linguagem acessível, convidando todos os públicos — incluindo pessoas com deficiência, crianças, idosos e famílias — a vivenciarem a criação artística como experiência coletiva e cidadã.O programa educativo amplia esse impacto ao realizar oficinas, visitas mediadas, formações de professores e ações pedagógicas, conectando o espaço expositivo à rede escolar e promovendo o aprendizado pela experiência estética. Desse modo, o projeto atua como instrumento de transformação social e educativa, estimulando a criatividade, o respeito à diversidade e o senso de pertencimento.A exposição também contribui para o fortalecimento da economia criativa, gerando oportunidades de trabalho para artistas, educadores, técnicos, comunicadores e produtores culturais, consolidando a cultura como setor produtivo e sustentável. 4. Relevância AcadêmicaA dimensão acadêmica do projeto é sustentada por uma sólida base de pesquisa histórico-artística, museológica e filosófica. A narrativa curatorial foi construída a partir de fontes primárias e secundárias sobre a vida e obra de Tomie Ohtake, incluindo publicações de referência, como Paulo Herkenhoff, Miguel de Almeida e Ana Miranda, além de acervos do Instituto Tomie Ohtake e de arquivos institucionaisO projeto estabelece um diálogo direto com o campo da História da Arte, da Museologia e da Educação Estética, podendo ser integrado a programas de formação em artes visuais, pedagogia, filosofia, arquitetura e design. O programa educativo oferece ainda conteúdo didático para escolas e universidades, incentivando o estudo da arte moderna e da estética japonesa como referência de transversalidade entre disciplinas.Além disso, “O Sonho de Tomie” contribui para a produção de conhecimento e reflexão crítica sobre temas contemporâneos — como a presença feminina nas artes, a estética da abstração e o papel da arte na formação cultural do indivíduo. As ações de formação e os materiais pedagógicos desenvolvidos durante o projeto poderão ser utilizados como base para futuras pesquisas e práticas educativas, fortalecendo o diálogo entre arte, ciência, tecnologia e educação.5. Síntese da Relevância Global do Projeto“O Sonho de Tomie” conjuga arte, memória, sensibilidade e cidadania, reafirmando a importância da cultura como elemento estruturante da sociedade. Sua realização promove:A preservação da memória artística brasileira e a valorização do legado de uma mulher, imigrante e artista fundamental para o modernismo no país;A democratização do acesso à arte e ao conhecimento, por meio de estratégias inclusivas e pedagógicas;A integração entre cultura, tecnologia e educação, como paradigma para o futuro das práticas museológicas e expositivas;A formação de públicos e educadores, estimulando o aprendizado por meio da arte;A valorização da diversidade e da interculturalidade, como fundamentos da identidade brasileira;E o fortalecimento da economia criativa, ao mobilizar profissionais de múltiplas áreas e fomentar o circuito cultural contemporâneo. 6. ConclusãoA relevância artístico-cultural-social-acadêmica do projeto O Sonho de Tomie reside em seu caráter transformador: ele celebra uma das maiores artistas do Brasil, promove a aproximação entre público e arte, amplia o acesso democrático à cultura e contribui para a produção de conhecimento e formação de novos públicos.Trata-se de uma iniciativa que une arte, memória, educação e tecnologia em um mesmo gesto criador, reafirmando o compromisso da Lei Federal de Incentivo à Cultura com a promoção da diversidade, da inovação e da cidadania cultural.TOMIE OHTAKE (1913–2015)1. Infância e formação no Japão (1913–1936)Tomie Ohtake nasceu em 21 de novembro de 1913, na cidade de Kyoto, Japão, em uma família tradicional que cultivava os valores estéticos, espirituais e disciplinares típicos da cultura japonesa. Desde cedo, foi introduzida às práticas da caligrafia e da contemplação estética zen-budista, elementos que marcariam profundamente sua relação com o gesto, o espaço e a forma ao longo de toda sua carreira artística.Kyoto, antiga capital imperial japonesa, era um ambiente onde tradição e refinamento coexistiam com a modernização do início do século XX. Nesse contexto, Tomie cresceu entre templos, jardins, tecidos e cerâmicas, absorvendo o princípio filosófico da beleza na imperfeição (wabi-sabi) e da simplicidade essencial (shibui) — fundamentos que, mais tarde, se tornariam estruturais em sua poética visual.Durante sua juventude, estudou desenho e pintura em cursos livres, mas sem pretensões profissionais. Sua formação inicial foi mais sensorial do que acadêmica, marcada pela observação, pela repetição e pela meditação sobre o espaço. Esses valores, silenciosamente internalizados, dariam origem a uma das mais autênticas traduções da estética oriental no Ocidente moderno.2. Chegada ao Brasil e primeiros anos (1936–1950)Em 1936, aos 23 anos, Tomie embarcou em um navio com destino ao Brasil para visitar um de seus irmãos. O que seria uma viagem temporária se tornaria definitiva: a eclosão da Segunda Guerra Mundial a impediria de regressar ao Japão. Instalou-se em Santos (SP) e, posteriormente, em São Paulo, cidade que a acolheria por quase oito décadas.Casou-se com o engenheiro agrônomo Keiji Ohtake, também japonês, com quem teve dois filhos — Ruy Ohtake (futuro arquiteto de renome internacional) e Ricardo Ohtake (que se tornaria gestor cultural e diretor do Instituto Tomie Ohtake).Durante as décadas de 1930 e 1940, Tomie se dedicou à família e ao lar, afastada do meio artístico. No entanto, o contato com a natureza tropical, as cores intensas do Brasil e o contraste entre culturas despertaram nela uma sensibilidade nova — um diálogo interno entre o Oriente ancestral e o Brasil moderno, que se tornaria a matriz simbólica de sua obra.Aos 39 anos, já com os filhos crescidos, Tomie ingressou no ateliê do artista japonês Keisuke Sugano, em São Paulo. Essa redescoberta da pintura foi o ponto de partida de uma trajetória tardia, mas intensa e transformadora, que desafiaria o tempo e o gênero, revelando uma artista madura, disciplinada e profundamente original. 3. O início da carreira artística (1950–1960)A década de 1950 marca o surgimento da artista Tomie Ohtake no cenário brasileiro. Inicialmente, sua pintura apresentava traços figurativos, retratos e naturezas-mortas, mas rapidamente evoluiu para uma linguagem pessoal, marcada pela busca da autonomia da forma e da cor.A partir de 1952, influenciada pela convivência com artistas do meio paulista — como Flávio-Shiró, Manabu Mabe e Tikashi Fukushima, também descendentes de japoneses —, Tomie passou a adotar uma estética abstrata, alinhada às tendências modernas internacionais, mas filtrada por uma sensibilidade oriental singular.Sua entrada no circuito artístico se deu com vigor: em 1957, realizou sua primeira exposição individual, e, nos anos seguintes, participou da Bienal de São Paulo, conquistando reconhecimento da crítica e do público.Tomie consolidou-se rapidamente como uma artista independente, de obra silenciosa e rigorosa, livre de modismos e marcada pela profundidade formal. Enquanto os concretistas paulistas discutiam matemática e racionalismo, Tomie respondia com pinturas gestuais, orgânicas, meditativas, em que o gesto era meditação e o vazio era presença.4. Maturidade artística e reconhecimento internacional (1960–1980)Nas décadas seguintes, Tomie mergulhou em uma pesquisa plástica contínua, desenvolvendo séries de formas circulares, elípticas e curvas, que evocam o movimento, o fluxo e o tempo. A geometria, em sua obra, nunca é rígida: é orgânica, respirante, espiritual. Sua pintura se distingue pela tensão entre controle e acaso, gesto e silêncio, densidade e transparência.Durante esse período, participou de diversas bienais internacionais — Veneza, Tóquio e Cuenca — e consolidou sua presença em museus e coleções de referência. Em 1972, iniciou uma nova fase como gravadora, explorando litografia, serigrafia e monotipia, sempre com a mesma precisão e economia de meios.A partir da década de 1970, ampliou sua atuação para o espaço urbano, realizando esculturas públicas monumentais em aço pintado, caracterizadas por curvas dinâmicas e cores intensas, que transformaram a paisagem de cidades brasileiras. Entre as mais icônicas estão:O Monumento à Amizade Nipo-Brasileira (São Paulo, 1995);A escultura em vermelho monumental na Avenida 23 de Maio (São Paulo);E a escultura azul no Aeroporto de Congonhas, símbolo da fusão entre leveza e monumentalidade.Essas obras expressam a mesma espiritualidade de suas pinturas, agora transposta ao espaço tridimensional, confirmando o domínio técnico e a coerência poética da artista.Seu trabalho é frequentemente associado a princípios zen-budistas, mas Tomie sempre recusou rótulos: dizia que “o gesto é um instante da alma, e o artista deve estar vazio para que o gesto exista.”5. Consolidação e consagração (1980–2000)Entre os anos 1980 e 2000, Tomie Ohtake tornou-se uma das artistas mais reconhecidas e respeitadas do país, tanto pelo público quanto pela crítica especializada. Recebeu prêmios, homenagens e exposições retrospectivas em instituições de prestígio, como o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e o Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC-USP).Em 1995, foi criada a Fundação Instituto Tomie Ohtake, dirigida por seu filho Ricardo Ohtake, dedicada à promoção da arte contemporânea, à formação de público e à valorização da pesquisa estética. Esse gesto institucional consolidou o legado da artista em vida, transformando sua trajetória em referência educacional e cultural permanente.Na década de 1990, sua obra foi exibida em importantes mostras internacionais, sendo incluída em acervos de museus em Tóquio, Nova York, Buenos Aires, Lisboa e Paris. O reconhecimento ultrapassou fronteiras, e Tomie passou a ser vista como ponte entre o Japão e o Brasil, entre tradição e contemporaneidade, entre a disciplina oriental e a liberdade criativa ocidental. 6. Últimas décadas e legado (2000–2015)Mesmo após os 90 anos, Tomie manteve uma rotina de trabalho disciplinada e diária, frequentando seu ateliê em São Paulo até o fim da vida. Sua energia criadora parecia inextinguível: experimentava novas combinações de cor, textura e movimento, e suas exposições continuavam a despertar fascínio.Em 2013, por ocasião de seu centenário, foi homenageada em todo o Brasil com exposições, livros e documentários. Recebeu a Ordem do Mérito Cultural, o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de São Paulo (USP) e reconhecimentos de governos e instituições artísticas no Japão e no Brasil.Faleceu em 12 de fevereiro de 2015, em São Paulo, aos 101 anos, deixando um legado monumental — não apenas em número de obras, mas em densidade espiritual e estética.7. Poética, pensamento e contribuiçãoA obra de Tomie Ohtake é reconhecida pela crítica como uma das mais coerentes e meditativas da arte moderna brasileira. Seu trabalho rompe fronteiras entre o gestual e o geométrico, entre o plano e o volume, entre o visível e o invisível. Como poucos artistas, soube transformar a pintura em espaço de introspecção, onde o ato criativo é um exercício de presença e silêncio.Seus círculos e curvas evocam o conceito japonês de ensō (円相) — o círculo zen que simboliza o todo, o infinito e o vazio. Mas, em Tomie, esse símbolo ganha cor e pulsação, revelando o diálogo entre o Oriente filosófico e o Brasil luminoso. Sua obra reflete uma síntese de opostos: rigor e emoção, disciplina e liberdade, racionalidade e espiritualidade.Mais do que uma artista plástica, Tomie foi uma filósofa da forma: sua arte é meditação visual, sua paleta é emoção contida, sua geometria é alma.8. Legado e influênciaTomie Ohtake deixou um legado que transcende o campo da arte. Sua trajetória inspira mulheres, imigrantes, educadores e artistas de todas as gerações. Sua vida é símbolo da persistência, da delicadeza e da potência criadora feminina, revelando que a arte é um processo contínuo de aprendizado e reinvenção.Instituições culturais e acadêmicas continuam a estudar sua produção, reconhecendo nela um elo essencial entre a arte moderna e as práticas contemporâneas da abstração sensorial. Sua influência se manifesta em campos diversos — do design à arquitetura, da curadoria à pedagogia artística —, reafirmando seu papel como um dos pilares da estética brasileira do século XX.Hoje, Tomie Ohtake é lembrada não apenas por suas obras, mas por sua postura ética e existencial: uma artista que acreditava no poder transformador da simplicidade e da contemplação.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DETALHADAS1. Estrutura Geral da ExposiçãoTítulo: O Sonho de Tomie – Exposição Multissensorial para Toda a Família Área total aproximada: 300 m² Número de ambientes expositivos: 7Local previsto: São Paulo – SP Público-alvo: geral, com foco em famílias, escolas e público infantojuvenil Duração estimada da exposição: 3 meses de exibição públicaA exposição é concebida como uma experiência imersiva, interativa e sensorial, estruturada em sete ambientes cenográficos e tecnológicos que reproduzem, de maneira poética e educativa, o universo criativo, as fases da vida e os processos artísticos de Tomie Ohtake, valorizando a arte brasileira, a imigração japonesa e a trajetória feminina nas artes visuais. 2. Componentes Técnicos e Museográficos2.1. Ambientes TemáticosA exposição é organizada em sete módulos expositivos, interligados por uma narrativa cronológica e sensorial:Templos, Feijões e ArteCenografia que recria o Japão do início do século XX, com elementos tradicionais reinterpretados em linguagem lúdica.Materiais: papel de arroz, bambus cenográficos, tecidos coloridos e iluminação difusa.Recursos interativos: projeção mapeada da jovem Tomie, objetos táteis e poemas suspensos.Amarelo: Cheguei ao BrasilSimulação do interior de um navio com rota Japão–Brasil em projeção animada.Iluminação amarela intensa e efeitos sonoros e olfativos que recriam o desembarque em Santos.Recursos: sistema de som direcional, ventilação controlada e telas de projeção curva.O Mundo que Eu SintoAmbiente doméstico cenografado que simula o ateliê de Tomie em São Paulo.Dispositivos interativos permitem ao público alternar entre versões figurativas e abstratas de suas obras.Recursos: monitores touch, painéis de LED, projeção mapeada e sistema de iluminação ajustável.Pintando o InvisívelEspaço inspirado em um jardim zen japonês.Instalações interativas permitem “pintura às cegas” com projeção em tela central.Recursos: mesas sensoriais, sensores de movimento, sistema de som ambiente e projeção em tempo real.Não Existe Forma PerfeitaLaboratório criativo onde os visitantes rasgam, recortam e projetam suas próprias formas inspiradas em Tomie.Recursos: mesas retroiluminadas, câmeras de captura e projeção em paredes e molduras digitais.Materiais: acrílico, papel colorido, espelhos e painéis de PVC reciclado.Sala VermelhaEspaço imersivo inspirado nas esculturas públicas de Tomie.Estruturas cenográficas em aço leve e tecido vermelho translúcido, com escorregadores interativos e luzes dinâmicas.Recursos: projeções mapeadas, áudio imersivo, ventiladores de fluxo controlado para simular movimento de tecidos.Território TomieSala final com atmosfera cósmica, representando os círculos e experimentações tardias da artista.Instalação com fumaça controlada, projeções circulares, bolas infláveis e trilha sonora poética com locução de textos de Haroldo de Campos.Equipamentos: projetores de 10.000 lúmens, difusores de fumaça, sensores de presença e caixas de som 3D. 3. Equipamentos, Recursos e Materiais3.1. Equipamentos AudiovisuaisProjetores de alta resolução (Full HD / 4K) com suporte de projeção mapeada.Telas LED modulares e painéis translúcidos para imersão 360°.Sistema de som ambiente multicanal (5.1 e 7.1 surround) para ambientação sonora e efeitos localizados.Sensores de movimento (Kinect e LIDAR) para interação corporal.Sistemas de controle de luz DMX e iluminação automatizada com variação de cor e intensidade.Servidores de mídia e controladoras de automação sincronizadas para vídeos, sons e luzes.Tablets e totens interativos com softwares desenvolvidos pela YDreams Global.3.2. Cenografia e MontagemEstruturas metálicas modulares, revestidas com painéis de MDF e PVC reciclável.Acabamentos com pintura automotiva, tecidos tensionados e materiais translúcidos.Piso vinílico antiderrapante e rampas de acesso conforme NBR 9050.Mobiliário museográfico adaptado (vitrines, suportes, painéis) e sistemas de fixação magnética de fácil desmontagem.Controle ambiental: climatização central, iluminação fria e sensores de temperatura e umidade.3.3. IluminaçãoIluminação cênica com refletores LED RGB de baixo consumo energético.Spots direcionáveis com temperatura controlada (2700K–5000K).Programação luminotécnica automatizada, ajustada a cada módulo expositivo.3.4. Comunicação Visual e SinalizaçãoTotens e painéis informativos bilíngues (português/inglês).Textos com contraste cromático e fontes ampliadas.Sinalização tátil e em braile.QR Codes para acesso digital a vídeos, catálogos e conteúdos de acessibilidade.3.5. AcessibilidadeConforme plano já descrito anteriormente:Guias táteis, rampas, piso antiderrapante, banheiros adaptados e mobiliário acessível.Audiodescrição, vídeos em Libras, textos em braile e visitas sensoriais guiadas.Testes de usabilidade e acessibilidade realizados antes da abertura. 4. Segurança, Conservação e SustentabilidadeSegurança: monitoramento por câmeras de circuito fechado (CFTV), controle de acesso, alarmes e equipe de vigilância 24h.Conservação: controle de temperatura (22 ± 2°C) e umidade relativa (50 ± 5%); materiais e acabamentos compatíveis com obras de arte.Sustentabilidade:Utilização de materiais recicláveis e de baixo impacto ambiental;Iluminação LED de alta eficiência;Reutilização de elementos cenográficos em outras mostras;Impressões em papel certificado (FSC) e tintas à base d’água;Planejamento de destinação responsável dos resíduos de montagem. 5. Equipe Técnica e ProfissionalizaçãoCuradoria e pesquisa: curador principal, historiador de arte e assistente de pesquisa.Direção artística e criação: diretor de criação, diretor técnico e cenógrafo.Design e tecnologia: designers gráficos, programadores, modeladores 3D e técnicos de som/luz.Educação e acessibilidade: coordenador educativo, arte-educadores, intérpretes de Libras, audiodescritores.Produção executiva: produtor-geral, assistente de produção, equipe de montagem e transporte.Comunicação e marketing: assessoria de imprensa, fotógrafo e gestor de redes.Todos os profissionais envolvidos possuem experiência comprovada em projetos museológicos e culturais de grande porte, garantindo a excelência técnica, estética e educativa da realização.6. Infraestrutura ComplementarRecepção e bilheteria com controle digital de público.Lojas e áreas de convivência com produtos inspirados na obra de Tomie Ohtake.Espaço educativo para oficinas e mediações escolares.Auditório multiuso para palestras, oficinas e encontros formativos.Sistema de energia estabilizada para equipamentos eletrônicos sensíveis. 7. Considerações Técnicas Finais“O Sonho de Tomie” representa uma síntese entre arte, tecnologia, sensorialidade e inclusão, consolidando-se como um projeto de referência em inovação museográfica e difusão cultural. Todas as soluções técnicas descritas são compatíveis com padrões internacionais de montagem de exposições e estão em conformidade com as normas brasileiras de segurança, acessibilidade, eficiência energética e sustentabilidade.O projeto reafirma o compromisso de unir rigor técnico, excelência estética e acessibilidade integral, traduzindo o universo de Tomie Ohtake em uma linguagem contemporânea, sensível e universal.

Acessibilidade

PRODUTO CULTURAL: Exposição de Artes Visuais ACESSIBILIDADE1. Acessibilidade FísicaA exposição O Sonho de Tomie foi concebida para garantir acesso universal e seguro a todos os visitantes, observando os parâmetros de mobilidade, conforto e inclusão estabelecidos pela ABNT NBR 9050:2020 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos) e pelas diretrizes do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).O espaço expositivo contará com:RAMPAS DE ACESSO E PISO REGULARIZADO: Todos os ambientes serão acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeira de rodas, com rampas adequadas, piso antiderrapante e circulação ampla entre os módulos cenográficos e as áreas de interação.BANHEIROS ADAPTADOS: Serão disponibilizados banheiros adaptados com barras de apoio, lavatórios e portas de dimensões adequadas, sinalização tátil e altura padronizada de acessórios.PERCURSO TÁTIL E ORIENTAÇÃO: Haverá guias táteis de piso (linhas de direcionamento e alerta), desde a entrada até os principais espaços da exposição, favorecendo a autonomia de pessoas com deficiência visual.SINALIZAÇÃO INCLUSIVA E ILUMINAÇÃO ADEQUADA: Toda a sinalização será bilíngue (português e inglês), com letras ampliadas, contraste cromático, pictogramas universais e localização em altura acessível. A iluminação será difusa, sem ofuscamento, garantindo conforto visual e segurança na locomoção.ÁREAS DE DESCANSO E PRIORIDADE: Serão instalados assentos em pontos estratégicos do percurso expositivo, com espaços reservados para cadeiras de rodas e áreas de espera acessíveis, assegurando o conforto de pessoas idosas, gestantes ou com deficiência.Essas medidas visam assegurar que o acesso físico, a mobilidade e a permanência no espaço expositivo sejam garantidos a todos, de forma equitativa e sem barreiras arquitetônicas, consolidando o direito de fruição plena do ambiente cultural.2. Acessibilidade de ConteúdoAlém da acessibilidade estrutural, o projeto prevê recursos de acessibilidade comunicacional e sensorial que asseguram a compreensão e a vivência integral dos conteúdos por todos os públicos, ampliando o alcance educativo e social da exposição.Entre as ações previstas, destacam-se:LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais): A exposição contará com intérpretes de Libras em momentos específicos, como visitas mediadas, oficinas e eventos de abertura. Além disso, serão disponibilizados vídeos explicativos em Libras com conteúdo sobre cada sala expositiva, acessíveis por QR Codes posicionados nas paredes e painéis informativos.LEGENDAS DESCRITIVAS E TEXTOS AMPLIADOS: Todos os conteúdos audiovisuais terão legendas descritivas e transcrições em linguagem simples, com fonte ampliada, alto contraste e posicionamento acessível, garantindo leitura confortável e inclusiva.MATERIAIS EM BRAILLE E ALTO-RELEVO: Serão produzidos folders e catálogos em braile contendo informações sobre o percurso expositivo, as obras e a biografia de Tomie Ohtake. Alguns painéis e mapas táteis reproduzirão, em alto-relevo, formas e símbolos inspirados na produção da artista, permitindo a apreensão tátil de elementos plásticos e geométricos.AUDIODESCRIÇÃO: Haverá audiodescrição detalhada das salas e das principais experiências sensoriais, acessível por fones de ouvido ou via aplicativo móvel. A audiodescrição contemplará tanto a ambientação quanto a narrativa, as cores, as texturas e os sons, oferecendo uma percepção completa da exposição.VISITAS SENSORIAIS E MULTISSENSORIAIS: Serão realizadas visitas especiais com mediação sensorial, destinadas a pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual, nas quais o público poderá explorar texturas, sons e cheiros inspirados no universo criativo de Tomie Ohtake. Essas ações serão acompanhadas por educadores capacitados e seguirão metodologia de mediação inclusiva.MEDIAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO DE EDUCADORES: A equipe de educadores e mediadores será formada com capacitação em acessibilidade comunicacional, diversidade e atendimento inclusivo, assegurando uma abordagem empática e adaptada às necessidades de cada visitante.

Democratização do acesso

Distribuição e Comercialização dos Produtos: Ingressos Acessíveis: Oferecer uma variedade de opções de ingressos com preços acessíveis, garantindo que a exposição seja acessível a pessoas de diferentes faixas de renda. Descontos para Grupos Vulneráveis: Implementar descontos especiais para grupos vulneráveis, como estudantes, idosos e pessoas com deficiência, para promover a inclusão. Ingressos Online: Disponibilizar a compra de ingressos online para facilitar o acesso e evitar filas, proporcionando conveniência aos visitantes. Parcerias com Escolas e Instituições Culturais: Estabelecer parcerias com escolas, universidades e instituições culturais para oferecer ingressos com desconto ou visitas educacionais, incentivando a participação de estudantes e promovendo a educação cultural. Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto: Realizar ensaios abertos ao público antes da abertura oficial da exposição, permitindo que as pessoas experimentem a exposição gratuitamente ou a um custo reduzido. Oficinas Paralelas: Organizar oficinas culturais paralelas relacionadas à temática da exposição, como oficinas de percussão, dança ou arte, que proporcionem uma experiência prática e educativa para o público. Transmissão pela Internet: Oferecer a transmissão ao vivo ou sob demanda da exposição e de eventos relacionados pela internet, permitindo que pessoas de todo o mundo tenham acesso virtual à exposição, mesmo que não possam estar presentes fisicamente. Inclusão Digital: Promover a inclusão digital, fornecendo recursos online, como vídeos, guias virtuais e materiais educativos, para que as pessoas possam explorar o conteúdo da exposição mesmo que não possam visitá-la pessoalmente. Iniciativas de Responsabilidade Social: Estabelecer parcerias com organizações sem fins lucrativos e comunidades locais para oferecer ingressos gratuitos ou com desconto a indivíduos em situação de vulnerabilidade social.

Ficha técnica

Coordenação Geral | Angela Pellicer é graduada em Comunicação Social, com pós-graduação em Marketing e formação em Master Coaching. Com mais de 30 anos de experiência no mercado, Angela tem um histórico sólido em liderança e gestão em grandes empresas como BBV Banco e Bradesco. Sua trajetória inclui atuação destacada em planejamento de marketing e comunicação institucional, além de liderança em segmentos variados. Angela tem se dedicado à realização de grandes eventos e convenções de vendas, demonstrando sua habilidade em coordenar e executar projetos complexos com excelência. Recentemente, sua experiência foi ampliada para incluir a negociação de projetos multimídia, evidenciando sua versatilidade e capacidade de adaptação às novas tendências do mercado. Entusiasta por comunicação e marketing voltados ao desenvolvimento humano e cultural, Angela tem um interesse especial em cultura e entretenimento. Sua abordagem inovadora busca sempre desenvolver produtos e novos negócios que ressoem com as necessidades e desejos do público. Sua paixão por criar projetos e experiências significativas e envolventes faz dela uma líder ideal para projetos no setor de cultura e entretenimento, onde a conexão com o público é fundamental. Angela também gerencia e realiza projetos de exposições culturais, trazendo sua expertise para criar mostras que encantam e educam. Angela Pellicer acredita no poder transformador da cultura e do entretenimento para criar projetos que não apenas atendam ao mercado, mas que também proporcionem valor significativo aos consumidores. Sua liderança é marcada por uma visão estratégica e uma capacidade única de integrar diversas áreas do conhecimento para promover o sucesso dos projetos que coordena. A proponente será a responsável pelas tomadas de decisão e liderança do projeto e será remunerada pela rubrica de coordenação geral. Curadoria | Karina Israel, com mais de 20 anos de atuação profissional, Karina Israel é uma das pioneiras no desenvolvimento de negócios de interatividade no Brasil. Começou sua carreira nos anos 90, na MediaLab, e dirigiu a produção da Ogilvy Interactive em São Paulo, antes de sua ida à Europa para um mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade na Universidade de Salamanca. Em Portugal, a executiva criou a divisão de Brand Experience da YDreams, pioneira no movimento de Phygital no mundo, liderou as primeiras atividades interativas em tempo real em dispositivos móveis, outdoor e lojas conceito, exposições interativas e museus imersivos do Ocidente. Em 2006, cursou Pós-graduação em Gestão de Empresas, da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, retornou ao Brasil para assumir a direção executiva da YDreams Brasil. Em 2012, concluiu uma Pós-graduação na USP, em Cultura, Mídia e Informação. Já assinou a curadoria de mostras interativas de grande sucesso de público de mídia como Senna Emotion, Niemeyer Vida e Obra, Niemeyer Sensorial, Niemeyer em Curvas e recentemente Paisagens de Van Gogh e Tarsila para Crianças. Atualmente dirige a operação da YDreams Global no Brasil. Pesquisa | Ceci Amorim, possui 15 anos de experiência em diversos segmentos de comunicação, passando por jornais, revistas, editoras e estúdios de design. Trabalhou três anos no Projeto Guri, como produtora, e há nove anos se dedica a projetos de inovação, tecnologia e design na YDreams Global. Formada em Jornalismo (Universidade São Judas Tadeu - 2006) e Design Editorial (Faculdades Integradas Rio Branco - 2009), com pós-graduação em Direção de Arte em Comunicação (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo - 2014), com Especializações em: História da Arte: a Arte como Expressão Social da Renascença à Modernidade (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2013), Transformational Design Thinking (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2016), Trade Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing - 2018), Marketing Digital e Digital Account Manager (São Paulo Digital School - 2019). Produtora Executiva | Simone Freitas, formada em Gestão em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, com mais de 17 anos em Gestão de Eventos, com destaque em produção executiva, pré-produção e produção in loco. Minha experiência envolve desde projetos simples como ativações de marcas até grandes acontecimentos como o Réveillon na Paulista com público superior a 2 milhões de pessoas e uma equipe com mais de 400 profissionais. Ao longo de minha carreira, construí uma vasta rede de contatos com prestadores de serviços das mais diversas áreas e fornecedores categorizados por nível de excelência em entrega, tendo atuado nas Empresas: Playcorp Produção de Eventos, Diverti Eventos e atualmente na YDreams Global. Assistente de Produção | Danielle Picolo, formada em Produção Cultural pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), tem experiência com produção de exposições de temáticas variadas com suportes tecnológicos, imersivos e interativos. É a responsável pelo gerenciamento e produção do projeto Senna do Brasil - Arte Urbana e Turismo Cultural (Pronac 201020) pela YDreams. Atua também na área de treinamentos e de gestão de bilheterias online e suporte à venda presencial. Diretor de Criação | Daniel da Rocha Brum, Diretor de Criação, arquiteto e Urbanista, UFRGS, 1995. Cria, dirige e desenvolve projetos de design para os meios físicos (cenografia, exposições) e digitais (games, aplicativos, websites). Um dos pioneiros na indústria digital no Brasil, atendeu as agências de comunicação Africa, DM9DDB, McCann-Erickson, Leo Burnett, Salles D´Arcy, DPZ, entre outras. Conquistou o 1o. Cyberlion brasileiro em Cannes/1998 (em parceria com a DM9DDB), além de prêmios nos Festivais de Londres e NY. Atendeu Brahma, Natura, Nivea, Pão de Açúcar, Sadia, Samsung, TV Globo, Toyota, Vivo, Correios, Lucky Strike, Nike, Paralamas do Sucesso, BankBoston, HSBC e Itaú. Desde fevereiro de 2019 atua como Diretor de Criação da Ydreams Global. Diretor Financeiro | Bruno Dantas Maciel, formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal Fluminense com especialização em macro econometria aplicada. Especialista em Investimentos (CEA), Certificado Profissional Série 20 (CPA-20) Anbima e Profissional Qualificado Operacional (PQO) B3 (antiga BM&FBOVESPA), possui vasto conhecimento em análise de portfólios e gestão de investimentos. Atuou como assessor de investimentos e Mesa de Operações de Mercado a Vista e Futuros/Derivativos pela corretora Ativa Investimos, no Rio de Janeiro, tendo envolvimento direto em análise de risco e alocação patrimonial. Possui vasta experiência em controladoria e gestão de tesouraria, atuando por 8 anos em empresa multinacional de capital aberto em mercado exterior, na qual teve a oportunidade de participar de processos de fusão e private placements, além de assessorar e coordenar diversos processos de auditoria internacional, com atuação direta em implementação de governanças corporativas, gestão de risco e análise tributária. Fluente em língua inglesa, e mandariam básico, possui certificação de formação completa de graduação avançada dos cursos Cultura Inglesa e Centro Cultural China Brasil. UX Designer | Rodrigo Panassolo, formado em Engenharia Mecatrônica, empreendedor na área de tecnologia, musico e produtor musical, Rodrigo Panassolo trabalha com desenvolvimento de diversos projetos multidisciplinares. Com a olhar criativo e experiência de 15 anos no mundo das artes, é um profissional que busca sempre a inovação, criando soluções impactantes em vários segmentos da indústria. Designer | Levi Cintra, é ilustrador, artista plástico e designer gráfico. Formado em Design Gráfico (Universidade Estácio de Sá), possui mais de 10 anos de atuação na área, com experiências sólidas em publicidade, marketing, figurino, ilustração, edição de livros, artes plásticas (Carnavalesco) e coordenação de eventos (Pós-graduado em Produção Cultural de Eventos pela Faculdade Candido Mendes). Na área de Carnaval possui experiência como julgador de Desfile das Escolas de Samba nas Cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória-ES, além de ter sido convidado pela The New Carnival Company (Londres) para realizar projeto de acessibilidade no carnaval de 2018 em Isle of Wight. Atualmente é coordenador dos projetos gráficos e programação visual do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, Prêmio Plumas & Paetês Cultural e Designer da empresa Ydreams Brasil. Arquiteta | Fernanda Coutinho Troncoso - Arquiteta, design e Cenógrafa - Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), especializada em Acompanhamento de Obras e Montagens (EPA), e Mestrado na área de Cenografia, Espaços expositivos e Eventos pelo Instituto Europeu de Design (IED), Madrid. Experiência de mais de 12 anos, iniciada na construção civil, atuou por muito tempo na área de design de interiores, e sempre envolvida em projetos criativos e conceituais, trabalhou como design para espaços de evento/festas, e experiências imersivas, se dedicando cada vez mais a especialidade expográfica e cenográfica. Passou de cerca de 2 anos junto a equipe de produção cenográfica da DIAGONAL TV emissora/produtora Espanhola, antes de retornar ao Brasil em 2019. Atualmente compõe a equipe YDreams Global e atua como arquiteta criativa e técnica, desenvolvendo projetos expositivos, viabilidade espacial para implantação de montagens, e dando vida a novas experiências através da inovação dos espaços, mergulhando no segmento que torna a arquitetura ainda mais interativa. Arquiteta | Virginia C. Fantinel Dias, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou sua carreira com o desenvolvimento de projetos, acompanhamento de obras/montagens, compras e logística para o setor corporativo e hotéis da Rede Accor, Hilton Morumbi, Wyndham, entre outros. Trabalhou na nacionalização e coordenação de projetos para o Parque Kidzania no Shopping Eldorado/SP e no desenvolvimento de projetos e padronização das franquias da rede Escape 60. Se aperfeiçoou na área de cenografia, executando projetos tanto no setor de varejo (Havaianas, FINI, Ambev, Loungerie, Fast Shop), quanto de eventos (Bradesco, Jeep, Raizen, Avon). Na YDreams tem participado de projetos de exposições de arte que envolvem interatividade e imersão; além do planejamento e implantação arquitetônica de museus e centros culturais. Diretora de Arte | Patrícia Machado Fernandes, apaixonada pelo design e pelas suas possibilidades, tem graduação e mestrado em Design pela PUC-Rio. Dedica-se a direção de arte e coordenação de projetos em design nas áreas de cultura e entretenimento há mais de 30 anos, com trabalho publicado no livro Strong Marks – International Selection. Sua carreia na criação teve início no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro onde, por 4 anos, desenvolveu material para exposições como Krajberg, Lasar Segall, Luiz Aquila, Claudio Tozzi, Margareth Mee e Rio92, entre outras. Sua experiência profissional passa pelo mundo corporativo, por agências e pelo empreendedorismo com criações para Shell Brasil, Souza Cruz, Xerox, Giovanni+FCB, Generali e Paramount Pictures; atuando como diretora de arte da revista Veredas e produtora de arte da exposição permanente Galeria De Valores do CCBB Rio de Janeiro e coordenando os departamentos de arte das gravadoras EMI Music e Universal Music. Criou o design do espetáculo imersivo online Hell Center e do evento online Festival Estar Bem. Em Produção de Arte para TV, participou de diversos projetos na Rede Globo, Rede Record, Multishow e TV Shoptime. Desde maio de 2021 atua como Diretora de Arte da YDreams Global. Artista 3D e Arquiteto | Lucas Ruas Amado, formado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Católica de Santos, fala e compreende ingles e português. Dedica-se a produção de maquetes eletronicas e projetos de arquitetura e execução de obras há mais de 16 anos. Participou de projetos e acompanhamento de obras ainda como estagiário na PRODESAN, desenvolvendo projetos em conjunto com a prefeitura de Santos, também realizou diversas maquetes eletrônicas para empreendimentos realizados por incorporadoras e arquitetos na cidade de Santos e região. Integrante da Equipe de Criação da YDreams Global desde 2020, produz maquetes eletrônicas e desenvolve projetos diversos com destaque para O Jardim das Maravilhas de Miró, Paisagens Impressionistas de Monet, Eu, Ayrton Senna da Silva, Flores de Van Gogh, Play-Doh Universo da Imaginação, PJ Masks Heróis de Pijama e Uma Aventura no Espaço e tantos outros. Gerente de Projetos | Eduardo Santana Ortega, gerente de Projetos Sr. Formado em Engenheiro Eletrônica com MBA em Gerenciamento de Projetos e Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. Certificado como Gerente de Projeto Profissional pelo PMI (Project Management Institute). Atua na implantação e operação de Escritório de Gerenciamento de Projeto (PMO) para organização, padronização e administração de projetos e portfólio de projetos. Desde 2003 vem atuando em gerenciamento de projetos e administração de contratos. Foi sócio diretor de empresa de Telecomunicações, prestou serviços de PMO para a Petrobras ao longo de 7 anos vinculado a empresa Accenture do Brasil e gerenciou múltiplos contratos em diferentes áreas para o setor de Petróleo e Gás pela L.A. Falcão Bauer Centro de Controle Tecnológico e Qualidade. Gerente de Projetos | Claudionor Rafael Zuccheratto de Mesquita, cursando Analise e Desenvolvimento de Sistemas, trabalha no ramo de téclogia desde 2011, iniciando como Cordenador de TI na empresa Future Robot, produzindo Eventos Corporativos, Direção Técnica e Executiva, entregando eventos e festivais como: Rock In Rio, Tomorrowland, Lollapalooza, Rock Brasil, APAS, ABRAS, Salão do Automovel, F1, BGS (Brasil Game Show), CCXP, dentre outros. Amplo conhecimento em totens e soluções interativas para eventos e projetos, conhecimento em Mapping, Morou em Portugal de 2018 à 2019, onde desfrutou de experiencias na área de gastronomia, de 2020 a 2022 teve uma Produtora de conteúdos Audio Visual em Fortaleza-CE, hoje exerce função de Gerente de Projetos Na Ydreams Global até o momento. Analista de mídias sociais | Andrea Riveros, analista de mídias sociais: Cursa o primeiro semestre de Publicidade e Propaganda na Universidade São Judas Tadeu. Tem experiência com gestão de redes sociais e atua na área de comunicação, criando, planejando, organizando e analisando conteúdos, com o objetivo de atrair novos seguidores para as páginas da empresa e converter em vendas. Auxilia no relacionamento com o cliente e desenvolve estratégias de marketing para exposições e eventos imersivos de variados temas que acontecem em todas as regiões do Brasil.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.