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PRONAC 2515446Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Academia de Artes Ambientais

ASSOCIACAO PLAY
Solicitado
R$ 3,19 mi
Aprovado
R$ 3,19 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campos do Jordão
Início
2026-01-12
Término
2027-12-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Academia de Artes Ambientais é uma iniciativa de Arte-Educação Ambiental que visa promover a criação de obras artísticas de alto impacto utilizando materiais reaproveitados. O projeto propõe uma mentoria colaborativa entre artistas plásticos consagrados e jovens talentos oriundos do programa Play Recycling, com foco na transformação do lixo em arte e da criatividade em consciência ambiental.Com duração de 50 semanas, a proposta culmina na implantação de um Espaço Cativo de Trabalho Colaborativo, além da produção de um Catálogo de Arte e um Documentário que registrarão o processo e os resultados. A iniciativa busca apoio e parceiros institucionais para garantir sua realização e ampla divulgação, contribuindo para o fortalecimento da cultura, da sustentabilidade e da educação ambiental no país.

Sinopse

A Academia de Artes Ambientais é uma iniciativa de arte-educação que une sustentabilidade, formação artística e impacto social. Ao longo de 50 semanas, jovens talentos oriundos do Programa Play Recycling participam de residências artísticas em cinco cidades brasileiras, orientados por artistas plásticos renomados. Juntos, criam obras de arte de alto impacto a partir de materiais reciclados, transformando lixo em expressão estética e consciência ambiental.O projeto culmina na criação de um espaço cativo de trabalho colaborativo, na produção de um catálogo digital acessível e de um documentário que registra todo o processo. Com exposições gratuitas, oficinas paralelas e transmissão online, a Academia promove a democratização do acesso à cultura e reforça a arte como ferramenta de transformação ecológica e social.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a educação ambiental e a formação artística contínua de jovens talentos por meio da criação de obras de arte com materiais reciclados, em um processo de mentoria colaborativa com artistas renomados. O projeto visa estimular a consciência ecológica, valorizar a expressão artística e fomentar o protagonismo juvenil, culminando na implantação de um espaço cativo de trabalho colaborativo e na realização de uma exposição de impacto que amplifique a mensagem ambiental e cultural da iniciativa.Objetivo Específico- Realizar o projeto de residência artística em 03 estados brasileiros- Selecionar 20 jovens por cidade totalizando 60 jovens artistas diretamente envolvidos na criação das obras. Selecionados entre os destaques da Rede Pública de Ensino e participantes do Programa Play Recycling, com critérios de engajamento, talento e representatividade regional.- Convidar 2 artistas renomados por cidade, totalizando 06 mentores. Cada dupla conduz a residência local, orientando os jovens na criação das obras e promovendo intercâmbio artístico.- Estimular a criatividade e aprimorar a técnica dos jovens artistas na manipulação de materiais reciclados e reaproveitados, promovendo a inovação estética com consciência ambiental.- Sensibilizar o público sobre a importância da reciclagem e da preservação ambiental, por meio da exposição das obras produzidas, ampliando o alcance da mensagem ecológica.- Fomentar o intercâmbio de saberes e experiências entre artistas renomados e jovens talentos, fortalecendo vínculos intergeracionais e promovendo a formação artística colaborativa.- Valorizar e dar visibilidade aos jovens participantes do Programa Play Recycling, inserindo-os no circuito artístico-cultural e reconhecendo seu protagonismo criativo.- Constituir um acervo de obras de arte ambiental com alto valor estético e discursivo, destinado a exposições e ações de difusão cultural.- Implantar um Espaço Cativo de Trabalho Colaborativo, que assegure a continuidade da produção artística e das mentorias após o encerramento do ciclo - inicial do projeto.- Lançar um catálogo digital das Obras desenvolvidas para ampla divulgação dos novos artistas- Registrar e documentar em vídeo todo o processo das mentorias, criação e exposição

Justificativa

Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Conforme estabelece o Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)A crise climática e a gestão de resíduos sólidos representam desafios urgentes e globais, exigindo soluções criativas e o engajamento ativo da sociedade. Nesse contexto, a arte — especialmente a Arte Sustentável — tem se consolidado como um instrumento poderoso de conscientização, capaz de transformar materiais descartados em obras de alto valor estético e discursivo.JustificativaA Academia de Artes Ambientais surge como resposta a essa demanda, propondo uma abordagem inovadora que une educação ambiental, formação artística e impacto social. O projeto se justifica pela necessidade de:Ampliar o alcance do Programa Play Recycling, oferecendo aos seus jovens destaques uma plataforma concreta de desenvolvimento artístico e profissional.Promover a transferência de conhecimento técnico e conceitual entre artistas consagrados e a nova geração, fortalecendo a formação continuada e o intercâmbio cultural.Produzir um acervo de obras de arte ambiental, que comunique de forma sensível e eloquente os valores da preservação ambiental e da economia circular.A colaboração entre gerações e a associação com nomes de referência no cenário artístico nacional garantem credibilidade, visibilidade e potencial de mobilização. A proposta busca não apenas formar artistas conscientes, mas também sensibilizar o público em geral, contribuindo para uma cultura de sustentabilidade e valorização da arte como agente de transformação.Nesse contexto, o incentivo fiscal proporcionado pela Lei Rouanet é fundamental para viabilizar a execução plena do projeto. O mecanismo fortalece o investimento privado na cultura, democratiza o acesso à arte e amplia o impacto social e ambiental da proposta, garantindo que ela alcance diferentes regiões do país e públicos diversos.

Estratégia de execução

O projeto Academia de Artes Ambientais propõe uma abordagem inovadora que integra arte, educação ambiental e inclusão social, com potencial de impacto cultural duradouro. Além das ações descritas anteriormente, vale destacar que:A proposta promove a economia circular, ao transformar resíduos em obras de arte, estimulando práticas sustentáveis e a valorização de materiais reaproveitados como insumo criativo.A metodologia de mentoria colaborativa entre artistas renomados e jovens talentos contribui para a formação técnica e conceitual dos participantes, fortalecendo vínculos intergeracionais e promovendo a profissionalização de novos artistas.O projeto tem caráter replicável e escalável, podendo ser adaptado para outras cidades, instituições e públicos, com potencial de expansão nacional.A criação do Espaço Cativo de Trabalho Colaborativo garante a continuidade das ações após o encerramento do ciclo inicial, promovendo sustentabilidade e autonomia dos jovens artistas.A proposta contempla indicadores de impacto social, ambiental e cultural, com foco na formação de público, na inclusão de comunidades periféricas e na difusão da arte como ferramenta de transformação.A equipe envolvida reúne profissionais com experiência comprovada nas áreas de arte, educação, produção cultural e gestão ambiental, assegurando a qualidade técnica e a execução eficiente do projeto.A articulação com o Programa Play Recycling fortalece a rede de educação ambiental já existente, ampliando seu alcance e consolidando sua atuação no campo das artes visuais.

Especificação técnica

Plano PedagógicoO projeto será desenvolvido ao longo de 50 semanas, dividido em quatro fases principais, conforme a metodologia O Ciclo da Criação Consciente. Cada fase articula formação artística, educação ambiental e produção colaborativa, com foco na mentoria entre artistas renomados e jovens talentos do Programa Play Recycling.Fase 1 – Imersão e Conceituação (4 semanas) Nesta etapa inicial, serão selecionados os artistas mentores e os jovens participantes. Serão realizados encontros de imersão com workshops e palestras sobre arte ambiental, sustentabilidade e técnicas de manipulação de materiais reciclados. Os participantes também serão orientados na coleta e curadoria dos materiais que servirão como matéria-prima. Ao final, cada dupla (mentor + jovem) definirá o conceito da obra a ser desenvolvida. Quantidade de aulas: 8 encontros (2 por semana) Carga horária estimada: 24 horasFase 2 – Mentoria e Produção (30 semanas) Durante esta fase, os jovens artistas receberão mentoria individualizada semanal, com acompanhamento técnico e conceitual dos artistas mentores. As obras serão produzidas de forma colaborativa, garantindo a fusão de estilos e a transferência de conhecimento entre gerações. Todo o processo será documentado em foto e vídeo. Quantidade de aulas: 30 sessões de mentoria (1 por semana) + 30 encontros de produção colaborativa Carga horária estimada: 180 horas (3 horas por semana)Fase 3 – Exposição e Legado (4 semanas) Concluída a produção das obras, será realizada a finalização e montagem da exposição “Reciclando o Futuro”. A mostra será lançada em um espaço de prestígio e circulará por outras cidades. Também ocorrerá o lançamento do catálogo digital e do documentário. Será realizada uma avaliação de impacto com relatório de execução. Quantidade de aulas/eventos: 4 encontros de montagem e lançamento + 1 oficina pública por cidade Carga horária estimada: 20 horasFase 4 – Consolidação e Espaço Cativo (12 semanas) Na etapa final, será criado o Espaço Cativo de Trabalho Colaborativo, estruturado como um ateliê permanente para os jovens artistas. Terá início um novo ciclo de mentorias com artistas convidados, focando no desenvolvimento contínuo dos participantes. Será elaborado um plano de sustentabilidade e produzido o relatório final. Quantidade de aulas: 12 sessões de mentoria contínua (1 por semana) Carga horária estimada: 36 horas Carga horária total estimada do projeto: 260 horas Total de encontros/aulas previstos: 115 sessões (entre mentorias, oficinas, encontros de produção e eventos públicos)

Acessibilidade

Acessibilidade ArquitetônicaAplica-se à mentoria, residência artística e exposições:Todos os espaços físicos utilizados (ateliês, salas de aula, locais de exposição) serão acessíveis, com rampas, corrimãos, sinalização tátil e banheiros adaptados.As áreas de circulação e trabalho serão planejadas para permitir autonomia e segurança de pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes.As exposições contarão com altura adequada para visualização de obras por pessoas em cadeira de rodas.Acessibilidade AtitudinalAplica-se a todas as etapas e produtos do projeto:A equipe será sensibilizada e capacitada para o atendimento inclusivo, respeitoso e empático a pessoas com deficiência.Os artistas mentores e coordenadores receberão orientação sobre práticas inclusivas na condução das atividades.O projeto promoverá a valorização da diversidade e o combate a estigmas, incentivando a participação ativa de pessoas com deficiência como artistas, visitantes e colaboradores.Acessibilidade ComunicacionalAplica-se ao catálogo digital, registro em vídeo, mentoria e exposição:O catálogo digital será disponibilizado em formato acessível, com:Texto alternativo para imagensCompatibilidade com leitores de telaNavegação simples e intuitivaOs vídeos documentais e registros contarão com:Legendas em portuguêsTradução em LibrasAudiodescrição para pessoas com deficiência visualAs exposições incluirão:QR codes com acesso a conteúdo em áudio e LibrasPainéis com fonte ampliada e contraste adequadoRecursos táteis em algumas obras, quando possível e seguroA mentoria será adaptada conforme as necessidades dos participantes, com apoio de intérpretes de Libras, materiais acessíveis e acompanhamento especializado, se necessário.

Democratização do acesso

A proposta assegura ampla democratização de acesso aos seus produtos e atividades, por meio de estratégias de distribuição e ações complementares que visam alcançar públicos diversos, com especial atenção à inclusão social, territorial e digital.Distribuição dos ProdutosCatálogo Digital: Será disponibilizado gratuitamente em plataformas online, com versão acessível para leitores de tela, audiodescrição e tradução em Libras. Também será enviado a escolas, bibliotecas públicas, ONGs ambientais e instituições culturais parceiras.Exposição de Obras: A mostra será realizada em espaços públicos e culturais com entrada gratuita. Parte do acervo será destinada a uma exposição itinerante em outras cidades, ampliando o alcance territorial.Registro em Vídeo (Documentário): O documentário será disponibilizado gratuitamente em plataformas de streaming e redes sociais, com recursos de acessibilidade (legendas, audiodescrição e Libras). Também será exibido em sessões públicas em escolas e centros culturais.Medidas de Ampliação de AcessoEnsaio Aberto: Durante as residências artísticas, serão realizados ensaios abertos ao público, permitindo o acompanhamento do processo criativo e o diálogo direto com os artistas e jovens participantes.Oficinas Paralelas: Serão oferecidas oficinas gratuitas de arte sustentável e educação ambiental para o público local em cada cidade-sede, com foco em estudantes da rede pública e comunidades periféricas.Transmissão pela Internet: As etapas principais do projeto — como abertura das residências, mentorias coletivas, lançamento do catálogo e vernissages — serão transmitidas ao vivo pelas redes sociais e plataformas digitais, garantindo acesso remoto e engajamento nacional.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão, a formação de público e a difusão da arte como ferramenta de transformação social e ambiental.

Ficha técnica

Karin Brüning - Direção Geral CEO e Sócia-fundadora da Play RecyclingCientista de formação e ambientalista por convicção. Licenciada em Química pela Universidade de Heidelberg (Alemanha), doutora em Síntese de Dendrímeros de Carbosiloxanos pela UFRJ, com pesquisas na TU Chemnitz e no MIT. Atuou em cargos de direção em empresas de tecnologia e farmacêuticas, liderando o desenvolvimento de medicamentos para Aids e Hepatite C. Em 2021, fundou a Play Recycling, plataforma de educação ambiental para preparar novas gerações diante dos desafios climáticos.Julie Andrade - Direção de ProduçãoProfissional com ampla experiência em varejo e atendimento ao cliente, liderou equipes em marcas de moda como Osklen e Animale, reconhecidas por seus princípios ESG. Ativista ambiental e da causa animal, cursa Gestão Ambiental na Universidade Estácio de Sá. Na Play Recycling, é responsável pela coordenação das operações comerciais e atendimento a clientes, parceiros e instituições.Roberta Caruso - Head PedagógicaDiplomada pelo curso de formação de professores do Colégio Oswaldo Cruz e apaixonada por educação infantil, Roberta foi fundadora e diretora da Faz de Conta Recreação Infantil, no Rio de Janeiro. Na Play Recycling, desde as etapas de pesquisa, curadoria dos temas, eixos e elaboração das dinâmicas e planos de aulas, coordenou a equipe de pedagogos para criar um programa educacional centrado na experimentação e na vivência, permitindo que as crianças entendam o meio ambiente como parte de suas vidas.Altivo Jr. - Head de TIMestre em Ciências e graduado em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com especialização em Tecnologia Industrial-Farmacêutica pela mesma universidade. É especialista em aplicações na DP Union Instrumentação Analítica e Científica e professor na pós-graduação da PUC de Goiás. Realiza consultorias, presta suporte técnico e ministra capacitações para a cadeia produtiva e acadêmica, através do selo Capacitar Ibero-América. No setor de TI e Marketing Digital, trabalhou para empreendimentos comerciais em Portugal. Desde a fundação da Play, atua como responsável pelo setor de TI, cuidando das certificações e registros do Programa Educacional Inédito no Brasil e do desenvolvimento da plataforma.Ana Beatriz Cordeiro - Pedagoga responsável pelo programa.Licenciada em Pedagogia pela Universidade Federal Fluminense, é pós-graduada em Psicopedagogia e atua como professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental nas redes públicas e privadas do Rio de Janeiro. Desenvolveu trabalhos com alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Descalculia, Dislexia, TDAH, Altas Habilidades, Superdotação e Crianças em Situação de Vulnerabilidade Social. Participou do PIBID – CAPES (Programa de Bolsas de Iniciação à Docência), desenvolvendo projetos voltados à inclusão, como o Projeto Escola de Inclusão, para alunos superdotados, e o Projeto PIPAS, focado em estudantes em situação de vulnerabilidade social. Possui formação complementar em Pedagogia Social e Inclusão Escolar. Na Play Recycling, é responsável pela criação e desenvolvimento de planos de aula, além de desenvolver e aplicar atividades inovadoras com o objetivo de conscientização ambiental na Associação Play.Marina Jannuzzi - Designer e Criadora de conteúdo.Designer especializada em marketing digital, graduada em Design de Moda pelo SENAI Cetiqt, com especialização em Produção de Moda pela PUC-Rio e mestrado em Marketing de Moda pelo IED Rio. Possui experiência internacional com formação em Mídias Sociais pela The New School e inglês para Moda pelo Fashion Institute of Technology.Com forte atuação em design e tecnologia, domina ferramentas como Photoshop, Illustrator, InDesign, Premiere, Lightroom, Canva, Figma, Shopify, Wordpress e Wix. Fundadora e CEO da Akau Digital Marketing, desenvolve estratégias digitais para diversas marcas. Desde 2022, integra a equipe da Play Recycling, onde atua como designer e criadora de conteúdos específicos.Sheila Grecco - Assessora de imprensa e Redes SociaisÉ jornalista, historiadora e doutora em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou nos maiores veículos de comunicação do Brasil (Folha de S.Paulo, Valor Econômico, TV Cultura, Veja, Exame, Bravo!, Pesquisa Fapesp) e como correspondente internacional (França e Alemanha). Recebeu o Prêmio Abril de Melhor Reportagem Política de 2002. Lecionou disciplinas de Comunicação e Redação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e no Centro Universitário Senac. Com passagens pelas maiores agências de comunicação do país, atendeu a clientes das áreas de consumo (Fendi, Hugo Boss, Vivara e SPFW) e negócios (CCR, Mercedes-Benz, Latam, Fashion Marketing). Em 2007, fundou a SG Comunicação & Imagem, que oferece serviços de assessoria de imprensa, RP e conteúdo digital. No portfólio, a agência tem marcas de sucesso em gastronomia, turismo, hotelaria, arquitetura, design, cultura e ESG, como o Organic Food Fest e a ASA Fair. Para a Play Recycling, desde 2024, coordena as ações de divulgação à imprensa e conteúdo para as redes sociais.Elaine Cristina Cunha Silva de Lima - Psicopedagoga – Play RecyclingGraduada em Magistério pela Escola Estadual Theodoro Correia Cintra e em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista, Elaine tem dedicado sua trajetória à educação inclusiva e ao desenvolvimento infantil. Com quase três décadas de experiência como professora da Prefeitura Municipal de Campos do Jordão, aprofundou seus estudos em neurociência, alfabetização e educação inclusiva, consolidando-se como referência na área. Nos últimos anos, Elaine ampliou sua atuação com especializações em Análise do Comportamento Aplicada, Educação Inclusiva e Arteterapia, além de participar de congressos e seminários sobre neurociência e metodologias inovadoras. Seu compromisso com a educação vai além da sala de aula, refletindo-se na busca constante por novas abordagens que promovam aprendizado significativo e acessível a todos. Desde janeiro de 2024, integra a equipe da Play Recycling como psicopedagoga, sendo responsável pela análise e avaliação dos impactos do programa educacional na cidade. A partir de métricas e relatórios detalhados, contribui para o aprimoramento das dinâmicas e metodologias aplicadas, garantindo que a experiência das crianças seja transformadora.Ana Vitória Muccini Palitot Couto Evelyn - Pedagoga integrante do time EditorialPedagoga formada pela Universidade de Pernambuco (UPE), com especialização em Neuropsicopedagogia pela Faculdade São Luís. Ao longo de sua trajetória, tem se dedicado à educação infantil e ao ensino fundamental, com foco no desenvolvimento integral dos alunos e na inclusão educacional. Com experiência tanto na docência quanto na coordenação pedagógica, atuou em diversas instituições de ensino, incluindo o Centro Educacional Saber, a Escola CAIC, a Escola Municipal Professora Maroquinha e a Maple Bear Petrolina. Durante esse período, contribuiu para a criação de ambientes de aprendizagem acolhedores e estimulantes, implementando metodologias que favorecem a autonomia e o engajamento dos estudantes. Desde 2023, integra a equipe da Play Recycling, onde responsável pelo desenvolvimento de planos educacionais voltados para a Educação Infantil. Sua atuação inclui o planejamento de estratégias didáticas alinhadas à sustentabilidade e à consciência ambiental, promovendo uma educação mais conectada com os desafios contemporâneos. Além da experiência prática, Ana Vitória tem um forte vínculo com a pesquisa acadêmica e a produção de conhecimento. Foi bolsista CAPES no Programa Residência Pedagógica da UPE e apresentou trabalhos em eventos científicos como a Semana Universitária e o CLISERTÃO, explorando temas como os arquétipos femininos nos contos de fadas e a formação inicial de professores. Seu compromisso com a educação também se reflete na busca contínua por aprimoramento profissional. Possui cursos em áreas como Transtorno Opositor Desafiador e Educação para a Paz, além de experiência no acompanhamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).Vale lembrar que os artistas serão convidados para o projeto. Quando da captação de Recursos, informaremos quem são os artistas participantes

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.