Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Est a proposta prevê a realização da exposição temporária de arte e história "China Antiga: Saberes e Sabores da hstória da alimentação", que ocorrerá no Museu Histórico Nacional / IBRAM / MINC, no Rio de Janeiro, a partir de maio de 2026, com peças do acervo do Museu Nacional da China. A mostra abordará a trajetória histórica da alimentação chinesa desde a Antiguidade até a contemporaneidade, com destaque para cerca de 100 obras, principalmente cerâmicas e porcelanas, além de artefatos tombados como Tesouros da China. O público terá acesso a recursos como mapas, documentos, vídeos e tecnologias interativas, que ampliarão o conhecimento sobre a cultura chinesa. O programa educativo será coordenado pelo Museu Histórico Nacional, com atividades formativas para mediadores. Também está prevista a publicação de um catálogo em Português e em Inglês, nos formatos impresso e digital. Como parte do complemento curatorial, acontecerão palestras formativas para mediadores e uma palestra da curadora durante o evento inaugural.
A cultura alimentar chinesa ancestral é profunda em sua história e rica em seu conteúdo, contribuindo significativamente para o patrimônio culinário global. Como um importante projeto do "Ano Cultural China-Brasil 2026", esta exposição apresenta cerca de 100 artefatos representativos do Museu Nacional da China, organizados em cinco módulos que revelam, com riqueza de detalhes, os valores, técnicas, utensílios e símbolos da alimentação na China desde a Antiguidade até a contemporaneidade. Classificação indicativa etária: livre O catálogo da exposição conterá fotografias das obras apresentadas e textos de especialistas em Art Déco.
Objetivo Geral: Fortalecer os laços entre Brasil e China através da cultura, incentivando o intercâmbio e a troca de experiências.Objetivos espscíficos: Realização de uma exposição chinesa no Brasil, franqueando o acesso ao público brasileiro a tesouros do patrimônio chines, com vistas a ações de fruição, educação e valorização patrimonial, aliada a outros eventos culturais bilaterais que irão apresentar e dar a conhecer o melhor de cada país.Publicação de um catálogo impresso.Programa educativo voltado a estudantes e ao público em geral.Palestra da curadora.
O Governo brasileiro e o Governo da China estabeleceram que o Ano da Cultura e do Turismo Brasil-China será celebrado em 2026. A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Cultura, Ministério do Turismo do Brasil e a Embaixada da China no Brasil, para promover o intercâmbio cultural e turístico entre os dois países. As ações planejadas incluem a promoção e celebração da diversidade cultural, e o estímulo à divulgação de rotas turísticas que possam despertar o interesse para um maior conhecimento mútuo.Considerando-se o contexto geopolítico global em que vivemos, a relação bilateral Brasil-China nunca foi tão importante e especialmente estratégica como agora. A cultura sempre foi um elemento capaz de comunicarpositivamente a imagem de um país diante de outros cenários internacionais, por meio de seu soft power.O Ano da Cultura e do Turismo Brasil-China 2026 pode e certamente será um elo de estreitamento das relações entre ambos os países, capaz de trazer reflexos positivos nos negócios, na economia, nas trocas tecnológicas, no desenvolvimento de novas parcerias e cooperações inovadoras, mútuas e estratégicas. Enfim, as culturas brasileira e chinesa, guardadas suas dimensões múltiplas e diversas, serão um instrumento de aproximação, de reflexão e de trocas de conhecimento sobre ambos os países e suas expressivas populações.Há que se observar ainda que, historicamente, houve um tímido intercambio de exposições entre China e Brasil, o que amplifica ainda mais a importância deste projeto bilateral, porque certamente as exposições previstas despertarãogrande interesse dos públicos de ambos os países, criando terreno fértil para projetos culturais prospectivos.Como âncora da programação cultural bilateral foi estabelecido entre ambos os países a assinatura de uma Carta de Intenções, já assinada no dia 23 de setembro de 2025, no Rio de Janeiro, entre o IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus / MINC e o Museu Nacional da China, vinculado ao Ministério da Cultura e do Turismo daquele país. Elegeu-se como projetos de maior significância duas exposições, sendo que o Brasil enviará ao Museu Nacional da China, em junho de 2026, a Exposição O Brasil de Portinari, organizada pelo Projeto Portinari, em estreita colaboração com o MINC / Governo Brasileiro. Em sentido inverso, o Museu Nacional da China enviará ao Brasil esta Exposição "China Antiga: Saberes e Sabores da história da alimentação" (título provisório), a ser exposta no Museu Histórico Nacional / IBRAM / MINC, no Rio de Janeiro, com inauguração prevista para maio de 2026, com aproximadamente três meses de duração, que conterá tesouros do patrimônio cultural chines jamais visto pelo público brasileiro.O projeto se enquadra no Art. 1° da Lei 8.313/1991, em seus incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Para isso, de acordo com o artigo 3º da mesma Lei, o projeto irá atingir a finalidade estabelecida no inciso:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
O custeio desta exposição será compartilhado entre ambos os países signatários, ou seja, governos brasileiro e chinês, de acordo com o que preconizam as realizações internacionais, a saber: a China custeará todos os serviços de preparação/conservação preventiva de obras, emissão de laudos de conservação de obras, serviços de embalagem e transporte qualificado para obras de arte, trâmites de exportação e reimportação, transporte aéreo e terrestre, além do seguro all risks wall to wall.A produção brasileira se encarregará de todos os serviços e projetos de expografia, comunicação visual, luminotécnica, acessibilidade, educativo e a produção, montagem/desmontagem da mostra, assim como a comunicação e gerenciamento da exposição e acolhimento de seus públicos, durante todo o período expositivo.Todas as aquisições do projeto (materiais e equpamentos de iluminação, câmeras, sensores e sistemas de segurança, equipamentos de climatização, mobiliário/vitrines do projeto expositivo, etc.) serão doadas ao Museu Histórico Nacional.
Os cerca de 100 artefatos do Museu Nacional da China, presentes na exposição "China Antiga: Saberes e Sabores da história da alimentação", serão apresentados ao público nos seguintes módulos: 1 - A Diversidade da Nutrição - A diversidade e a unidade da cultura alimentar chinesa serão apresentadas por meio de objetos que ilustram a relação ancestral dos chineses com os alimentos. A exposição destacará contribuições importantes como o cultivo do arroz e sua introdução na alimentação; a domesticação precoce de animais como cães, porcos e galinhas; e a incorporação de ovelhas, gado, cavalos e trigo oriundos da Ásia Ocidental. Segundo o clássico da medicina tradicional “Os Princípios de Medicina Interna do Imperador Amarelo” (Huang Di Nei Jing), atribuído ao lendário Huang Di, que teria governado a China entre 2.697 a.C. e 2.597 a.C., "cinco grãos para nutrição, cinco animais para enriquecimento, cinco frutas para equilíbrio e cinco vegetais para sustento" definem a base de uma dieta harmônica. Alguns objetos da mostra apresentam formas de alimentos, especialmente vegetais, refletindo sua importância na dieta antiga. Cabaças, por exemplo, eram altamente nutritivas e populares em diferentes períodos históricos.2 - Alimento Cozido e Bebidas Quentes - Na China antiga, cozinhar os alimentos era visto como um marco civilizacional. Através do domínio do fogo, os chineses antigos desenvolveram métodos que facilitavam a digestão, maximizavam os nutrientes e aprimoravam os sabores. A exposição mostrará utensílios ligados a técnicas como cozimento no vapor, fervura, refogado, assado e fritura — práticas que ainda caracterizam a culinária chinesa contemporânea. O preparo e o consumo de bebidas quentes, como o chá e o álcool fermentado, também ocupam lugar central nesta tradição. O chá, em especial, tornou-se um símbolo da elegância, hospitalidade e espiritualidade chinesas. Esses costumes não apenas nutriam o corpo, mas também promoviam bem-estar e conexão social. 3 - Reverência à Natureza e ao Ritual - Na cultura chinesa antiga, os rituais alimentares eram expressões da relação entre humanidade, natureza e cosmos. O ato de oferecer alimentos aos ancestrais e divindades antes das refeições intensificou-se durante os períodos Shang e Zhou, evidenciado nos objetos expostos. A disposição dos utensílios, a variedade e refinamento dos pratos, as regras de etiqueta à mesa e a hierarquia dos banquetes revelam a forte conexão entre comida, status social e ordem cósmica. Um exemplo importante é o tripé ding, que ultrapassou seu uso prático para se tornar um símbolo de autoridade imperial. Além disso, usar música durante as refeições era uma prática refinada e espiritualizada, característica da cultura alimentar da elite chinesa.4 - Deleite para os Olhos e para a Alma - A estética sempre esteve presente na alimentação chinesa. Os utensílios não apenas serviam funções práticas, mas também carregavam valores artísticos e simbólicos. A exposição reunirá exemplares que ilustram essa sofisticação: a rusticidade da cerâmica pintada, a imponência dos bronzes, a leveza das porcelanas, o brilho das peças em ouro e prata, e a pureza dos artefatos de jade. Essa combinação de utilidade e beleza mostra como a alimentação era concebida como uma experiência sensorial e espiritual completa — onde o prazer do sabor se unia à contemplação estética. 5 - Harmonia na Beleza Compartilhada - A mesa chinesa também é um lugar de encontro entre civilizações. A história da alimentação revela trocas e influências culturais profundas entre o Oriente e o Ocidente. Ingredientes como arroz, chá e tofu viajaram da China para o mundo, enquanto tomates, milho e batatas chegaram do Ocidente, sendo incorporados ao paladar local com maestria. A exposição destacará essa simbiose entre tradições culinárias. O uso simultâneo de hashis e garfos, a apreciação alternada de café e chá, e a integração de técnicas de preparo orientais e ocidentais são expressões dessa convivência harmônica entre culturas. Os hashis, invenção emblemática da China, são apresentados como símbolos da disseminação da cultura alimentar chinesa. Sua adoção por diversos povos — como os Khitans, Mongóis, Jurchens, vietnamitas, coreanos e japoneses — durante as dinastias Tang e Song demonstra a amplitude da influência cultural chinesa na Ásia. Essa interação de sabores, símbolos e utensílios torna a alimentação um meio privilegiado de aprendizado mútuo entre civilizações, celebrando o espírito de abertura, respeito e diálogo cultural que esta exposição propõe promover.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO Acessibilidade física:As instalações do Museu Histórico Nacional oferecem acessibilidade física, com rampas nos principais acessos, elevador e escadas que atendem às salas expositivas e banheiros. Há banheiros com cabines para cadeirantes.Acessibilidade para deficientes visuais:No início da execução do projeto serão definidos materiais de acessibilidade a serem utilizados pelo serviço educativo.Acessibilidade para deficientes auditivos:Será oferecida acessibilidade a pessoas com deficiência auditiva e visitas guiadas em libras. No material audiovisual haverá legendas em português e quadro com interpretação em libras.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou condições que causem dificuldades na compreensão dos conteúdos:Haverá monitores treinados para este atendimento.PRODUTO: SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / PALESTRA / VERNISSAGEAcessibilidade física:As instalações do Museu Histórico Nacional oferecem acessibilidade física, com rampas nos principais acessos, elevador e escadas que atendem às salas expositivas e banheiros. Há banheiros com cabines para cadeirantes.Acessibilidade para deficientes visuais:Haverá facilitação para encaminhamento de deficientes visuais até os assentos na sala onde se realizará o debate.Acessibilidade para deficientes auditivos:Haverá intérprete de librasAcessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou condições que causem dificuldades na compreensão dos conteúdos:Haverá monitores treinados para este atendimento. PRODUTO: LIVROCATÁLOGOAcessibilidade física:não aplicávelAcessibilidade para deficientes visuais:Será disponibilizada audiodescrição no catálogo em formato virtualAcessibilidade para deficientes auditivos:não aplicável
PRODUTO: EXPOSIÇÃO O Museu Histórico Nacional é um edifício histórico localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, local de fácil acesso através de transporte público.A entrada para a exposição será gratuita. PRODUTO: PALESTRA A entrada será gratuita.PRODUTO: CATÁLOGOO catálogo será gratuito. Haverá distribuição a participantes do programa educativo.Em complemento, além do programa educativo, o proponente cumprirá as seguintes medidas de ampliação do acesso, de acordo com o Art.47 . da IN 23/2025: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; IV - garantir a possibilidade de captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Direção GeralMaria Ignez Zuccon Mantovani Franco - Formada em Comunicação Social pela FAAP, especialista em Museologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, de Lisboa, Portugal; Diretora da empresa EXPOMUS – Exposições, Museus, Projetos Culturais, por ela criada em 1981; presidente do ICOM Brasil de 2012 a 2018, e sua representante junto ao Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus.Projeto ExpográficoÁlvaro Razuk - Formado em Arquitetura, é especialista em projetos de exposições e trabalha com diversas instituições no Brasil e no exterior como MAM, Instituto Moreira Salles (IMS), Itaú Cultural, MIS, Fundação Bienal de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Paço das Artes, entre outros. Razuk foi o arquiteto-autor do projeto museográfico das 32ª e 33ª Bienais de São Paulo e consultor de museografia para o projeto vencedor do concurso para a sede do IMS, em São Paulo. Trabalhou em renomados escritórios de arquitetura e vem atuando em projetos com artistas como Rivane Neuenschwander, Erika Verzutti, Artur Lescher, Sebastião Salgado e com os curadores Aracy Amaral, Ana Maria Beluzzo, Jochen Voltz, Julia Rebouças e Gabriel Perez-Barreiro. Projeto de IluminaçãoSamuel Betts - Designer de iluminação e empresário, com formação em fotografia e direção teatral, Samuel assinou a luz do show “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, e trabalhou com artistas como Marisa Monte, Djavan, Lulu Santos, Maria Rita e João Gilberto. Desenvolve também projetos de iluminação para exposições de arte, com destaque para a 29ª, 30ª e 32ª Bienal de São Paulo, “O Triunfo da Cor” (CCBB) e “Irving Penn – Coleção do MET de Nova Iorque” (IMS). Colaborou com nomes como Sebastião Salgado, Marina Abramovic, OsGemeos, Vik Muniz e Luiz Zerbini. É responsável ainda por projetos luminotécnicos de museus como a Cidade da Música (Salvador), o CARDE (Campos do Jordão) e a Casa Darcy Ribeiro (Maricá).Projeto de Comunicação e GráficoAna Heloisa Santiago - Arquiteta formada pela Universidade de São Paulo e designer, com mestrado pela Yale University School of Art. Atuou por mais de uma década como gerente de exposições no Museu da Casa Brasileira, desenvolvendo expografias e identidades visuais para mostras e coordenando a gestão do espaço expositivo. Desde 2010, trabalha no setor cultural, criando projetos gráficos para exposições, publicações e identidades visuais para instituições como Sesc, Instituto Tomie Ohtake, Fundação Bienal, Farol Santander, Museu do Ipiranga, Museu A Casa do Objeto Brasileiro e University of Michigan Museum of Art, entre outras. No campo editorial, colabora com editoras como Todavia, Carambaia, Fósforo, Harper Collins e Record. Foi diretora de arte na Ikrek Edições, onde trabalhou na série Ponto e Vírgula, hoje parte do acervo do MoMA. Em 2015, foi finalista do Prêmio Jabuti pelo projeto gráfico de Maneiras de Expor: A Arquitetura Expositiva de Lina Bo Bardi. Venceu o Latin American Design Awards em 2024 (categoria editorial) e é finalista da edição de 2025 na mesma categoria. Desde 2022, é sócia do estúdio Index, premiado em 2023 pela AIGA (Instituto Americano de Artes Gráficas ) e Art Directors Club (ADC). Projeto EducativoMarina Toledo - Mestre em Artes/Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), licenciada em Artes pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e MBA de Gestão em Museus pela Universidade Candido Mendes, em convênio com a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Atua na área de exposições e museus desde 2004, coordenando projetos educativos e formação de mediadores e professores em exposições temporárias e itinerantes. Fez parte da equipe do Educativo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo e desde 2007 coordena o Núcleo Educativo do Museu da Língua Portuguesa. Na área da Educação foi professora de Artes, Teatro e História da Arte em diversos colégios de São Paulo. Na área de Teatro atuou com pesquisa, criação e produção de figurinos.Projeto AudiovisualEstúdio Preto e Branco - Fundada em 1978, a empresa é uma referência no mercado de audiovisuais em formatos diferenciados. Desde a sua criação, a missão da empresa tem sido a de transformar conceitos em imagens impactantes e contar histórias, estabelecendo um compromisso constante com a excelência artística e tecnológica em museus e exposições culturais no Brasil e no mundo. O Estúdio Preto e Branco é associado ao ICOM (International Council of Museuns) e membro do AVICOM (Committee for Audiovisual and New Technologies of Image e Sound) desde 1999, o que o conecta com as melhores práticas e tendências globais no campo da imagem e do som.Coordenação AdministrativaClaudia Ciarrocchi Ferreira - Advogada de formação, hoje exerce a função de diretora administrativo-financeira da Expomus Museus Exposições Projetos Culturais. Atuou como gerente na empresa de auditoria PwC em consultoria tributária e empresarial, como superintendente na Sociedade Amigos da Cinemateca e Coordenadora da Unidade de Monitoramento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.Coordenação de produçãoPatricia Prado Betti Queiroz - Formada em Letras pela USP, trabalha desde 1993 na área cultural. Foi técnica em museologia do Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, de 1993 a 2001. Desde 2002, atua como coordenadora executiva na realização de exposições temporárias no Brasil e no exterior. Entre os projetos mais importantes e recentes, destacam-se: “Guerra e Paz, de Portinari” (2010-2014), com itinerância no Rio, São Paulo, Fortaleza, Belo Horizonte e Paris; “Europalia Brasil” (2011); “Impressionismo – Paris e a Modernidade” (2012-2013); “Herança do Sagrado” (2013); “Mayas” (2014); “Picasso e a Modernidade Espanhola” (2015); “O triunfo da cor” (2016); “Jamaica, Jamaica” e “Lasar Segall” (2018); “Paul Klee” (2019); “OSGEMEOS Nossos segredos” (2022-23); “Artefatos do Sul” (2024); e “Design e Cotidiano na Coleção Azevedo Moura” (2025). É fluente em inglês e espanhol.Consultoria em gestão e prestação de contas Silas Redondo - Formado em Economia, tem uma longa carreira como produtor cultural, além de experiências no mundo corporativo e terceiro setor. Trabalhou na Direção de Programação e Produção do TUCA, em São Paulo, dirigiu produções de shows com artistas como Chico Buarque, Elza Soares, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Paulinho da Viola, entre outros. Foi responsável pela gestão da carreira de Antônio Nobrega durante 15 anos, organizando espetáculos, turnês nacionais e internacionais e projetos para TV e cinema. Entre 2012 e 2016, ocupou cargos de direção em corporações. Desde 2017, dedica-se à exportação de música brasileira e à consultoria em gestão de projetos culturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.