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O Projeto Escola de Música da OSP oferece formação musical gratuita a 100 crianças e jovens de Piracicaba, priorizando alunos da rede pública. Por meio de aulas de instrumentos, canto coral e prática orquestral, o projeto promove inclusão social, desenvolvimento humano e acesso à cultura. Com duração de 24 meses e apresentações abertas à comunidade, a iniciativa fortalece o legado da Orquestra Sinfônica de Piracicaba e consolida a cidade como polo de excelência artística e educacional.Mais do que formar músicos, a Escola busca transformar vidas por meio da arte, estimulando disciplina, sensibilidade e cooperação. O projeto cria oportunidades reais de futuro, aproximando os jovens do universo profissional da música e valorizando a cultura local. Assim, a OSP reafirma seu compromisso com a democratização do ensino musical e o desenvolvimento social de Piracicaba.
não se aplica
Objetivo Geral: Promover a formação musical de crianças e adolescentes por meio de um ensino sistemático de instrumentos de cordas, canto coral e prática orquestral, consolidando Piracicaba como um polo de referência artística e educacional.Objetivos Específicos:Oferecer 100 vagas anuais para o programa de formação musical, garantindo gratuidade total do ensino e fornecimento de instrumentos e material didático.Constituir e manter uma Orquestra Jovem e uma Orquestra Infantil, promovendo pelo menos 4 apresentações públicas anuais em espaços culturais da cidade.Aplicar uma metodologia pedagógica que estimule disciplina, criatividade, cooperação e autoestima nos participantes.Realizar no mínimo 2 eventos semestrais de integração social, envolvendo ativamente famílias e escolas.Preparar musicalmente os jovens talentos para o ingresso em universidades de música e/ou para o mercado de trabalho cultural.Garantir a inclusão social e a democratização do acesso à cultura, destinando um percentual de vagas a estudantes e professores da rede pública de ensino.Formação de Orquestras.
Piracicaba vive um momento histórico de crescimento econômico e social, destacando-se como a 12ª maior economia do Estado de São Paulo (dados de 2021). Esse contexto proporciona um solo fértil para o desenvolvimento cultural da cidade, especialmente na música, uma tradição já reconhecida por todos.A história musical de Piracicaba é rica, com a Orquestra Sinfônica de Piracicaba, fundada em 1900, e a Escola de Música de Piracicaba Ernst Mahle, que, sob a direção do casal Mahle, foi considerada uma das melhores do país. A criação da Escola de Música da OSP é uma continuidade natural desse legado, que visa formar novas gerações de músicos e fortalecer o patrimônio cultural da cidade.O ensino musical não é apenas uma arte; é uma ferramenta poderosa para inclusão social, desenvolvimento cognitivo e formação de cidadãos. Exemplos internacionais, como o Sistema Nacional de Orquestras e Coros Juvenis e Infantis da Venezuela _ El Sistema, demonstram como a educação musical pode transformar vidas, reduzindo desigualdades e promovendo coesão social.Iniciativas brasileiras, como o Instituto Baccarelli em Heliópolis e projetos em Barra Mansa, reforçam esse impacto positivo, evidenciando que o acesso à educação musical gera benefícios tangíveis, como aumento da motivação escolar e redução da criminalidade juvenil.Este projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, contribuindo para a saúde e bem-estar, educação de qualidade, igualdade de gênero, trabalho decente, redução das desigualdades, cidades sustentáveis, paz e justiça, e parcerias.Portanto, a Escola de Música da OSP não se limita à formação de músicos; ela visa transformar cidadãos, consolidando a cultura como motor de desenvolvimento humano e social.
A Orquestra Sinfônica de Piracicaba (OSP) é um dos principais símbolos culturais da cidade de Piracicaba, interior do estado de São Paulo, que se destaca por sua rica história, diversidade cultural e eventos tradicionais, como a Festa das Nações e o Salão Internacional de Humor. Com 423.323 habitantes, segundo o IBGE de 2022, Piracicaba possui um cenário cultural consolidado, no qual a OSP desempenha papel central, sendo um patrimônio artístico imaterial do município, reconhecido pelo Codepac e por leis estaduais e municipais como utilidade pública. Fundada no final do século XIX, a OSP celebrou em 2025 seus 125 anos de trajetória ininterrupta, construindo um legado musical de excelência que se estende por mais de um século. Ao longo de sua história, a Orquestra contribuiu para democratizar o acesso à música erudita, sendo um verdadeiro cartão de visitas da cidade, promovendo turismo cultural, atraindo visitantes e fomentando o desenvolvimento artístico da região. Suas apresentações regulares, incluindo concertos na Sala São Paulo, na Catedral de Santo Antônio e no gramadão da ESALQ/USP, consolidaram a OSP como referência nacional na música clássica, ao mesmo tempo em que desempenha um papel essencial na formação de novos públicos, atendendo a crianças, jovens e adultos por meio de projetos educativos inovadores e acessíveis. A OSP atua como guardiã da tradição musical clássica, preservando e difundindo o patrimônio imaterial brasileiro, com atenção especial à educação musical e à formação de talentos locais. Projetos como o “ABC do Dó, Ré, Mi” e “Música nas Escolas” aproximam os estudantes da rede municipal de ensino do universo da música erudita, por meio de concertos demonstrativos, aulas-laboratórios e experiências práticas com instrumentos musicais. Esses projetos reforçam a missão da Orquestra de proteger as expressões culturais e estimular o pluralismo da cultura nacional, conforme previsto na Lei 8.313/91. Nesse contexto, a Escola de Música vinculada à OSP surge como instrumento essencial para garantir a continuidade desse legado. Ela não apenas oferece formação técnica de alto nível, mas também atua como uma base sólida para que jovens músicos possam se capacitar e se profissionalizar, tornando-se aptos a integrar a Orquestra Sinfônica de Piracicaba. A Escola cumpre um papel estratégico na construção de uma trajetória musical consistente, formando profissionais que compreendem a complexidade da música clássica e que estão preparados para contribuir com a excelência artística da OSP. Além da formação de músicos, a Escola de Música também promove a democratização do conhecimento musical, proporcionando a estudantes de diferentes realidades o acesso à música erudita, a vivência prática com instrumentos e o aprendizado de valores como disciplina, dedicação e sensibilidade artística. Ao servir como ponte entre o ensino musical e a prática profissional, a Escola garante que a Orquestra continue a atrair novos talentos e manter seu alto padrão de qualidade, fortalecendo a cena cultural de Piracicaba e do interior paulista. Com excelência artística, programação vigorosa e projetos educativos consistentes, a Escola de Música e a Orquestra Sinfônica de Piracicaba caminham juntas na construção de uma trajetória que valoriza o talento local, promove a inclusão cultural e reforça o papel da música como instrumento de transformação social e de desenvolvimento humano. A Escola é, portanto, não apenas uma instituição de ensino, mas um verdadeiro polo de formação, inspiração e integração, garantindo que a tradição e a excelência da OSP sejam perpetuadas para as futuras gerações.
Projeto Pedagógico1. Oferecer 100 vagas anuais para o programa de formação musical, garantindo gratuidade total do ensino e fornecimento de instrumentos e material didático.2. Constituir e manter uma Orquestra Jovem e uma Orquestra Infantil, promovendo pelo menos 4 apresentações públicas anuais em espaços culturais da cidade.3. Aplicar uma metodologia pedagógica que estimule disciplina, criatividade, cooperação e autoestima nos participantes.4. Realizar no mínimo 2 eventos semestrais de integração social, envolvendo ativamente famílias e escolas.5. Preparar musicalmente os jovens talentos para o ingresso em universidades de música e/ou para o mercado de trabalho cultural.6. Garantir a inclusão social e a democratização do acesso à cultura, destinando um percentual de vagas a estudantes e professores da rede pública de ensino.7. Formação das Orquestras Sinfônica Infanto-juvenil e Orquestra JovemUma orquestra sinfônica é mais do que um conjunto de músicos; ela é um sistema educacional e cultural em formato piramidal. Cada nível de formação alimenta o próximo, promovendo excelência artística e social.● Base da Pirâmide: Escolas de música e projetos de iniciação, onde crianças e adolescentes têm o primeiro contato com instrumentos, canto coral e leitura musical.● Segundo Nível: Orquestra Infantojuvenil, que oferece prática coletiva e ensina disciplina, escuta ativa e responsabilidade.● Terceiro Nível: Orquestra Jovem Acadêmica, que prepara os estudantes para os desafios técnicos e artísticos da orquestra sinfônica.● Topo da Pirâmide: Orquestra Sinfônica Profissional, que não só proporciona excelência artística, mas também atua como mentora para os músicos em formação.Sendo esta a instituição proponente, uma orquestra profissional.Assim, note-se que ambos os produtos deste projeto, tanto a “escola de musica”como a formaçao da “orquestra infantojuvenil” e “orquestra jovem” fazem parte da estrutura piramideal retro, referida.
Acessibilidade física: No intuito de observar as disposições relativas à acessibilidade, cumpre informar que a Escola atendará todas as exigencias quanto a acessibilidade como rampa de acesso, banheiro adaptado e outros, que possibilitam acesso integral às dependências.Acessibilidade para deficientes visuais: havendo alunos com necessidades especiais será disponibilizados Monitor para auxiliar.Acessibilidade para deficientes auditivos: havendo alunos com necessidades especiais será disponibilizados Monitor para auxiliar.
O projeto priorizará a inclusão de alunos de escolas públicas e comunidades vulneráveis, garantindo a gratuidade das atividades e a realização de apresentações públicas gratuitas.
Professora e Regente da Orquestra Infantojuvenil – Fernanda Martinez Vieira A professora e regente Fernanda Martinez Vieira iniciou sua formação musical ainda na infância na Escola de Música de Piracicaba, onde estudou flauta doce, violino e viola, além de participar de corais infantis e infantojuvenis, orquestras de câmara e orquestras sinfônicas. Participou de renomados festivais e oficinas, como a Oficina de Música de Curitiba e o Festival de Inverno de Campos do Jordão, sob regência de maestros como Aylton Escobar e Roberto Tibiriçá. Em 2003, concluiu o Bacharelado em Viola pela Universidade de São Paulo (USP). Posteriormente, especializou-se na Alemanha, no Peter-Cornelius-Konservatorium (Mainz), e em Musicopedagogia Elementar pela Universidade de Música e Artes Cênicas de Viena (Áustria). Atuou como pedagoga e coordenadora em diversas instituições de ensino musical e montessoriano na Europa, especialmente na Áustria, onde cofundou a MIM – Montessori Initiative Mäander, sendo responsável pela coordenação pedagógica, treinamento de novos educadores, musicopedagogia, gestão de eventos e atividades administrativas. Entre 2011 e 2022, desenvolveu projetos voltados à educação musical infantil e familiar em Viena, além de integrar iniciativas artísticas com o Pandolfis Consort Wien, grupo especializado em música antiga com instrumentos de época. De volta ao Brasil, desde 2024 é violista da Orquestra Sinfônica de Piracicaba, professora de música e alemão na Escola Associativa Panapanã (Americana/SP), e docente na Academia Jovens Músicos, ministrando aulas de viola, teoria e iniciação musical. Atualmente cursa Pedagogia Montessoriana pela Biberkor Akademie (Alemanha) e Pedagogia como segunda graduação (EAD). Sua trajetória combina excelência artística, experiência internacional e profundo compromisso com a formação musical de crianças e jovens, integrando técnica instrumental, educação humanizada e arte como meio de desenvolvimento integral. Professora de Violoncelo – Ketlyn Costa A violoncelista Ketlyn Costa, 28 anos, é graduanda do último ano do curso de Bacharelado em Música com habilitação em Violoncelo pela Universidade de São Paulo (USP), campus Ribeirão Preto. Iniciou seus estudos musicais em 2010, no Projeto Guri – Polo Piracicaba, onde teve o primeiro contato com o violoncelo. Posteriormente, foi bolsista da Escola de Música de Piracicaba Maestro Ernst Mahle e estudou no Conservatório de Tatuí, um dos mais prestigiados centros de formação musical da América Latina. Atuou como violoncelista em diversas orquestras, entre elas: Orquestra Sinfônica de Piracicaba, Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Orquestra Sinfônica de Cordeirópolis, Orquestra Sinfônica de Botucatu, Orquestra Sinfônica Jovem de Lins, Orquestra Sinfônica de Sertãozinho, Orquestra Sinfônica Municipal de Bauru e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (OSRP), onde atua atualmente. Também integrou grupos de música de câmara, como o Fratres Cello Ensemble, o Trio das Quartas (premiado com o 3º lugar no “11º Prêmio Incentivo à Música de Câmara do Conservatório de Tatuí”) e o Quarteto O Fulô, proponente do PROAC 39/2021 – Projeto “Confecção de instrumentos de percussão recicláveis”, concluído em 2023. Ketlyn tem se destacado pela atuação docente, ministrando aulas na Escola de Música e Artes Contraponto, além de atuar como professora de cordas graves no Projeto Guri de São Carlos e Araraquara. Participou de diversos festivais, como o Encontro da Associação Brasileira de Violoncelistas (ABRACELLO), o Encontro de Violoncelistas de Sorocaba (EVISO), a Orquestra Jovem Alegro (Curitiba) e o Festival Internacional de Música de Câmara (FIMUCA). Sua atuação une técnica refinada, sensibilidade artística e compromisso com a democratização do ensino musical. Regente da Orquestra Jovem – Anderson Vargas Santos Natural de São Paulo, o maestro Anderson Vargas Santos iniciou seus estudos musicais aos cinco anos com sua mãe, a professora Sonia Isabel. Formou-se no Conservatório Maestro Henrique Castellari (Salto/SP) em 2009, na classe do professor Roberto Sanches, e posteriormente aperfeiçoou seus estudos na Assatemec (Itu/SP). É bacharel em Violino pela Universidade de São Paulo (USP), onde estudou sob orientação da professora Eliane Tokeshi. Durante a graduação, aprofundou seus estudos de viola com Peter Pas e Elisa Fukuda e teve seu primeiro contato com a regência sob orientação do maestro Olivier Toni. Participou de masterclasses com o maestro Gil Jardim e teve experiência como regente assistente em grupos universitários. Desde 2010, é maestro e diretor artístico do Instituto Sonorum (Porto Feliz/SP), instituição dedicada à formação musical e ao acesso à música erudita. Pelo trabalho desenvolvido, recebeu diversos reconhecimentos, como a Medalha do Mérito Cultural Carlos Gomes (SBACE) e homenagem da Câmara Municipal de São Paulo pela APC – Associação Brasileira de Projetos Culturais. Atua como diretor artístico e pedagógico da Assatemec – Associação Amigos do Teatro Maestro Eleazar de Carvalho, além de coordenar a Escola de Música da mesma instituição. É também regente titular da Orquestra Filarmônica de Itu, Orquestra Jovem de Itu, Orquestra do Instituto Sonorum e Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, promovendo concertos gratuitos e projetos socioculturais na região. Em 2024, coordenou o Encontro entre a Orquestra Filarmônica de Itu e a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) no projeto Conexões Musicais 2024. Em 2025, regeu o concerto de abertura com o pianista Stefan Iatcekiw, apresentando o Concerto nº 1 de Chopin, e conduziu a Orquestra Acadêmica do VI EMIN – Encontro Musical de Indaiatuba, além das orquestras A e B do 10º Curso Master de Música Assatemec, com renomados solistas brasileiros. Sua atuação é marcada pela dedicação à formação orquestral, incentivo ao acesso cultural e pela excelência artística na regência e direção pedagógica. Professor de Regência (Workshop) – Maestro Knut Andreas O maestro Knut Andreas é regente titular da Orquestra Sinfônica Collegium Musicum Potsdam (OSCMP) desde 1998 e da Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim (OSJB) desde 2014. É também doutor em Musicologia pela Universidade de Munique, onde realizou pesquisa sobre o compositor alemão Paul Graener. Formou-se em Educação Musical, Musicologia, Regência e Fagote nas universidades de Potsdam, Leipzig e Munique, tendo como mentores os maestros Ronald Reuter, Dorian Wilson e Werner Andreas Albert. Na Universidade de Munique, regeu o coro e a orquestra do Instituto de Musicologia, colaborando com artistas como Steve Reich e Paul Hillier. Em sua trajetória, destaca-se a criação de programas de educação musical voltados a crianças e jovens, além de projetos para públicos idosos em casas de repouso, promovendo a inclusão e o acesso à música erudita. Há mais de uma década, desenvolve o projeto “Brandenburgo–Brasil”, um intercâmbio cultural entre músicos alemães e brasileiros, unindo formação, performance e cooperação internacional. Como regente convidado, atuou em importantes orquestras da Alemanha, Países Baixos, Eslovênia e Brasil, incluindo a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Sinfônica da UNICAMP, Orquestra Sinfônica de Americana, Orquestra de Câmara OPUS (Belo Horizonte) e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em 2012 e 2013, foi convidado pelos festivais Musikfestspiele Potsdam Sanssouci e Festival de Ópera de Potsdam para reger O Messias e Jephta, de Händel. Em 2015, regeu a Kammerakademie Potsdam no Festival de Viena (Wiener Festwochen). No Brasil, tem colaborado em projetos socioculturais como o “Criar & Tocar”, no bairro Campo Limpo (São Paulo), que utiliza a música como ferramenta de transformação social. Sua atuação se destaca pela união entre excelência técnica, sensibilidade social e compromisso com o intercâmbio artístico entre Europa e América Latina.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.