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O Distrito Criativo de Madureira consiste no desenvolvimento de atividades de capacitação em empreendedorismo, gestão cultural e formação artística, para empreendedores, na sua maioria afro-brasileiros, atuantes nos setores da economia criativa deste importante território cultural, com incubação de iniciativas e atores locais, oficinas nos mais variados temas, seminários, rodas de negócios e reuniões mensais, a fim de prepará-los para atuar de forma mais eficiente, competitiva e inovadora no mercado; além de elaboração de diagnósticos, mapeamentos, criação de mapa criativo, de um site e realização de um festival cultural, para monitoramento, ampla divulgação das ações do território e sustentabilidade do projeto.
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OBJETIVO GERAL:Fomentar o desenvolvimento de atividades de capacitação em formação artística, gestão cultural e produção de eventos para artistas e empreendedores atuantes nos setores da economia criativa da região da Grande Madureira, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, ao longo de um ano, os capacitando para atuar de forma mais eficiente, competitiva e inovadora no mercado, da economia criativa.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Realizar capacitação e qualificação dos grupos, produtores e coletivos da região da Grande Madureira, através das 130 oficinas artístico culturais, de gestão e produção e de Economia Criativa, para a boa gestão e sustentabilidade de seus empreendimentos culturais, atendendo diretamente mil e quinhentas pessoas.Proporcionar sustentabilidade e saúde financeira para os 20 empreendimentos afro incubados deste Território Criativo, contribuindo para o desenvolvimento das cadeias produtivas da sua região e beneficiando indiretamente suas famílias e a cidade como um todo.Realizar 10 reuniões de articulação e mobilização entre os agentes da Rede Madureira Criativa e empreendimentos afro incubados.Aproximar empresas patrocinadoras, investidores e parcerias reconhecidas nacionalmente dos empreendimentos afros incubados e outros atores culturais locais, através das 03 Rodadas de Negócios, fomentando a sustentabilidade dos agentes participantes.Contratar consultores renomados no campo do empreendedorismo criativo, que irão coordenar a Elaboração de 20 Planos de Negócios dos empreendimentos incubados e grupos que participarão das atividades do projeto, selecionados via edital.Democratizar o conhecimento e estimular o empoderamento de grupos populares de cultura do território e da cidade em geral, através da plataforma digital de e-learning.Promover o 5º Festival Madureira e o 1º Seminário Internacional de Economia Criativa de Madureira, como ferramenta de combate ao racismo e de promoção da cultura negra, para um público estimado de 5 mil pessoas.Realizar o mapeamento dos agentes criativos do território da Grande Madureira e o diagnóstico dos empreendimentos criativos selecionados.Elaborar o Mapa Digital na plataforma, dando visibilidade para as iniciativas participantes e atores culturais e criativos presentes do território.Criação do site responsivo Madureira Criativa, com a divulgação dos grupos, seus contatos e calendário regular de eventos. Estimular o trabalho, o desenvolvimento econômico e a educação, com apoio do Conselho de Governança criado em 2018 pela Rede Madureira , dando visibilidade às suas ações e atraindo parceiras.Avaliar e monitorar todas as atividades do projeto, de forma processual, realizada quadrimestralmente durante todo o projeto e realizar uma avaliação de impacto após o término do projeto.Atrair grande quantidade de turistas para a região, através da divulgação do Site oficial do projeto, ajudando a desenvolver a economia e o bem-estar social local dos moradores da Zona Norte do Rio e implementando o Circuito de Turismo Étnico de Madureira.Criar estratégias e ferramentas que viabilizem a sustentabilidade de empreendimentos populares das indústrias criativas.Fortalecer os grupos de patrimônio imaterial afro da Grande Madureira e do Rio, gerando trabalho e renda para fazedores de cultura, grupos de matrizes afro-brasileiras e artistas e fazedores de tradições culturais centenárias e de cultura contemporânea.Divulgar nas novas mídias e gerar mídia espontânea, para grupos históricos importantes para a cultura do estado do Rio e do Brasil, consolidando o potencial do forte posicionamento desses grupos e seus patrimônios imateriais.Contribuir para a retomada dos setores criativos e culturais na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.Fomentar o turismo cultural, criativo, étnico e de experiência nas regiões.Abrir mercado para centenas de artistas que colaboraram para forjar a identidade do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil.Reconhecer a diversidade e o valor artístico e cultural de manifestações populares e da memória social locais.Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, o 2º art da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras;IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental;XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais;XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
Madureira é um dos bairros mais tradicionais do Rio de Janeiro, reconhecido mundialmente como território referencial dos saberes e fazeres da cultura afro carioca, tradicionais e contemporâneas. As Escolas de Samba Portela e Império Serrano, o grupo Agbara Dudu, o Baile Charme do Viaduto, o Jongo da Serrinha são exemplos das centenas de artistas locais. Ainda sobre o movimento Black, não podemos deixar de citar o Baile Charme do Viaduto Negrão de Lima que há 50 anos faz do espaço, um famoso ponto de resistência cultural. Foi em Madureira também que em 1952 foi inaugurado o Teatro Madureira, idealizado pela vedete Zaquia Jorge, iniciativa pioneira, visto que desde aquela época, os teatros se concentravam no eixo centro - zona sul. Durante muito tempo o Teatro teve vários espetáculos com casa cheia tornando-se referência da região. Data desde aquela época a vocação de Madureira como polo cultural da cidade. São centenas de artistas nascidos e produzidos por esse celeiro de bambas que colaboraram para forjar a identidade carioca. O projeto vem fortalecer esse grande movimento contemporâneo que une tradição e inovação. Como em outros bairros do subúrbio do Rio, Madureira sofre com altos índices de violência. São diversas comunidades dominadas pelo narcotráfico que contribuem diretamente para colocar o bairro dentre os mais violentos do estado do Rio. Nesse sentido, o Distrito Criativo de Madureira fortalecerá a valorização da cultura e da economia em Madureira através do reconhecimento da diversidade e do valor artístico e cultural de manifestações populares e da memória social locais. Trata-se, portanto, de sugerir caminhos que proporcionem a visibilidade de patrimônios imateriais e humanos, fornecendo oportunidades sócio-culturais, trazendo melhoria da qualidade de vida e possibilitando alternativas que diminuam a cooptação dos jovens pelo narcotráfico, através da geração de emprego e renda, pela Economia Criativa.O Brasil, em especial o Rio de Janeiro, detém uma rica diversidade cultural, herdada de antigas tradições das nações africanas trazidas durante aescravidão, principalmente da região Congo-Angola, Nigéria, Moçambique e Daomé. Essa mistura inédita deu origem no Rio a diversas manifestações artísticas que se tornaram reconhecidas mundialmente, abrindo com isso um potencial poderoso de mercado para as comunidades detentoras dessas tradições. Infelizmente esse potencial de mercado não é aproveitado e revertido em sustentabilidade e melhora da qualidade de vida dessas populações devido a falta de políticas públicas e privadas contínuas, voltadas para esses grupos culturais locais e, principalmente pela carência de capacitação em gestão empreendedora desses artistas que permita a sustentabilidade de suas produções.Toda essa riqueza cultural proporciona uma vocação excelente do Estado do Rio para a realização de programas de estímulo às economias criativas locais e desenvolvimento socioeconômico de suas comunidades. De acordo com o Instituto Brasileiro de Estatística já em 2003 o setor criativo respondia por 5,7% dos empregos formais no Brasil.Estudo recente da Federação de Indústrias do Rio apontou que em 10 anos o PIB da Economia Criativa no Brasil cresceu 70% com um crescimento de 90% de postos de trabalho, na contramão do processo de recessão do país.Essa pesquisa demonstrou também que o estado do Rio é o principal polo de criatividade do Brasil. Em 2014 a Economia Criativa movimentou 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) desse Estado (R$20,6 bilhões). Somente na capital do Rio são movimentados 11 bilhões por ano, representando 5,7%do PIB municipal, alcançando 107 mil trabalhadores.O Rio é campeão nacional de participação dos setores das indústrias criativas no Produto Interno Bruto. Trata-se de uma área com PIB maior do que o das indústrias têxtil,farmacêutica e de eletroeletrônicos, para mencionar três setores tradicionais da economia brasileira. A política de desenvolvimento econômico do estado do Rio nos últimos 30 anos se baseou prioritariamente na extração do petróleo dessa região. Essa estratégia se demonstrou nociva pois não investiu em uma produção econômica diversificada, concentrou investimentos em um setor econômico poluente e que sofre constantemente oscilações expressivas de acordo com a economia mundial e preço mundial do barril de petróleo.A criação do site com informações dos grupos, seus contatos e calendários de eventos também será um legado permanente, uma plataforma de atração de recursos e parcerias para os grupos e para a visibilidade da rede. Os vídeos gerados e disponibilizados gratuitamente no site do projeto também servirão como um forte chamariz nesse sentido rodando o mundo através da internet.Por se tratar de um projeto que investe na capacitação dos agentes do campo da Economia Criativa em gestão, elaboração de projeto e captação de recursos as palavras "legado" e "sustentabilidade" estão no cerne do projeto, que justamente visa promover a capacitação desses atores para a geração de sustentabilidade dos seus projetos e da própria "Rede Madureira Criativa" em si.Por esses motivos é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do Rio a implementação de programas de fortalecimento das indústrias criativas, sua maior vocação, diversificando suas matrizes econômicas. Uma economia limpa, que promove o desenvolvimento humano, intelectual e social, a colaboração e solidariedade e a valorização da diversidade cultural local, apontando um novo modelo de desenvolvimento econômico do estado do Estado do Rio de Janeiro e que pode servir de modelo a ser multiplicado em outras regiões do país. Esta é a proposta do presente projeto.Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
PLANO DE DIVULGAÇÃO:A divulgação do projeto se dará por meio de posts em redes sociais e folders distribuídos em pontos estratégicos da Região da Grande Madureira. Essa divulgação específica pretende atingir ao moradores da região da grande Madureira, agentes culturais de todas as idades, mestres da cultura local e adolescentes e jovens de 12 a 26 anos, que sofrem com a violência e o desemprego na região de Madureira, Rio de Janeiro.Serão distribuídas camisetas para os empreendedores que participarão como alunos das oficinas e para a equipe técnica do projeto. Terão como função e objetivo, identificar a equipe gestora do projeto, como professores, oficineiros e demais profissionais envolvidos. Além disso, parte dos alunos também receberá camisetas com as marcas dos patrocinadores do projeto a fim de divulgar a realização do projeto e realizar a Contrapartida de Imagem e visibilidade de marca para o patrocinado e também de divulgar as atividades na região e na cidade do Rio de Janeiro visando a aproximação direta do projeto público alvo de interesse e de possíveis parceiros e para divulgação das ações do mesmo.Além disso serão divulgados os eventos de forma ampla em espaços de grande circulação de pessoas da região da grande Madureira e seus bairros adjacentes (Bairros da região Grande Madureira: Madureira, Campinho, Cascadura, Cavalcanti, Engenheiro Leal, Honório Gurgel, Oswaldo Cruz, Quintino Bocaiúva, Rocha Miranda, Turiaçu e Vaz Lobo). As atividades serão divulgadas em Escolas, centros culturais e espaços públicos a fim de divulgar amplamente e dar visibilidade ao projeto e suas ações junto aos diversos públicos que atuam na região. Com o intuito de atrair o público alvo, dentre eles Empreendedores culturais, grupos, artistas e também junto aos mais diversos órgãos que podem se tornar futuros parceiros das ações do projeto.ASSESSORIA DE IMPRENSA:O projeto irá contratar assessoria de imprensa especializada renomada no setor para realização e execução de plano de mídia espontânea tradicional (impressa, internet, televisiva e radiofônica), digital e de plano de mídia paga. Será produzido release geral com menção do patrocínio e nota à imprensa para espaços e pautas específicas sobre o patrocínio em todo o material de comunicação do projeto.ABRANGÊNCIA:A abrangência da divulgação será local, estadual e nacional. Essa divulgação regional irá priorizar canais de TV regionais, rádios locais e comunitárias e demais meios de comunicação dos municípios envolvidos, além da rede nacional de imprensa. REDES SOCIAIS:Toda a campanha de marketing do projeto será digital através das redes sociais Instagram e Facebook. Serão desenvolvidos produtos audiovisuais ousados e de alta qualidade para serem postados com impulsionamento programado, direcionado e financiado para públicos estratégicos.Será realizado o plano de mídias sociais com uma postagem semanal orgânica, durante a produção do projeto, lançamento e pós evento. Todo o material produzido (artes e textos) terá aplicação de marcas e menção da empresa patrocinadora, com chancela de destaque “Apresenta”.Serão criados Folders digitais com Impulsionamentos patrocinados nas redes sociais Facebook e Instagram para atingir o alcance estimado com a indicação do patrocínio no descritivo dos perfis, citação em @s e #s, presença da marca da empresa patrocinadora em imagens, vinhetas, stories fixos de destaque no Instagram.SITE:Será construído o site do projeto com conteúdo relacionado ao histórico, programação, empresa proponente, empresa patrocinadora, apoiadores e parceiros. O site irá disponibilizar o acesso para as redes sociais, fotos e vídeos do evento, bem como de produtos gerados pelo projeto com os arquivos de áudio dos shows e materiais gráficos digitais de divulgação.AÇÃO PROMOCIONAL/ATIVIDADES DE ATIVAÇÃO:Será realizada ação promocional no 5º Festival Madureira para divulgação do evento, com produção de camisetas com a marca do Patrocinador, para distribuição ao público, como parte da estratégia de ativação da marca.Para o Festival Madureira, o Seminário, as Rodas de Conversa, as Oficinas e as Reuniões, serão produzidas peças de sinalização personalizadas, com a identidade visual do projeto nos espaços de realização: banners, backdrop com logomarcas e ficha técnica, camisas para a equipe de produção com aplicação de marca do patrocinador. Poderá ser montado um espaço de convivência do patrocinador, montado no local do evento de ativação, se for de interesse da empresa.MAILING:O lançamento do projeto será divulgado diretamente para 5 mil pessoas do Estado do Rio, em especial das regiões do projeto através das redes sociais do projeto .A chancela patrocinadora principal ("Apresenta", “Exclusivo” ou similar) estará em todos os materiais de comunicação do projeto realizado.Será realizada uma estratégia arrojada de marketing digital similar a do evento de 2024 que atingiu 800 mil pessoas via redes sociais, incluindo ação de impulsionamentos de postagens.PEÇAS DE DIVULGAÇÃO:Releases;Impulsionamentos nas mídias sociais Facebook e Instagram;Flyers digitais;Banners de diversos tamanhos, no portal de entrada e ao longo do evento;Press kits com camisetas;
PÚBLICO-ALVO:Jovens, adultos e terceira idade, homens, mulheres e LGBTQI+ , moradores da região de grande Madureira, favelas, artistas populares detentores de ricos patrimônios imateriais, turistas de diversas cidades e países oriundos de todas as classessociais, artistas e produtores negros e LGBTQI+, mulheres empreendedoras negras. 80% dos artistas e produtores que protagonizarão todas as etapas de produção serão afrodescendentes.AVALIAÇÃO:Serão realizadas ao final do projeto pesquisas quantitativas com o público-alvo e suas famílias através da aplicação de questionários junto a indivíduos participantes do projeto. Os resultados dessas entrevistas serão sistematizados quadrimestralmente e servirão de instrumento para a avaliação processual ao longo do projeto. Essa avaliação se dará nas reuniões mensais da equipe, com o intuito de monitoramento e avaliação permanente. Essas reuniões de avaliação poderão dar novos rumos e sugerir correções de percurso com o intuito de garantir o bom resultado final das ações. As metas físicas apontadas no cronograma e no plano de metas e atividades também serão precisamente seguidas e farão parte do planejamento mensal garantindo o seu cumprimento e servindo como ferramenta de gestão para o alcance dos objetivos do projeto. Ao final do projeto, no 12º mês será realizada uma pesquisa qualitativa através da aplicação de roteiro de perguntas semiestruturado com o intuito de verificar o cumprimento dos objetivos do projeto. Esses resultados serão amplamente divulgados no site Madureira Criativa e farão parte das ferramentas de captação de novos recursos para a continuidade do projeto.
No intuito de atender aos arts. 42, 43, 44 e 45 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 25, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025, aos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, no que tange às ações de acessibilidade compatíveis tecnicamente com as características do objeto da proposta, serão implementadas uma série de medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, tais como:ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços selecionados para a realização de todas as atividades públicas, como as oficinas, o Festival Madureira, as Rodadas de Negócios e o Seminário, atendem às exigências físicas para portadores de necessidades especiais e de mobilidade reduzida, possibilitando assim o pleno exercício de seus direitos culturais.MOBILIDADE REDUZIDA: Na realização do 5º Festival Madureira, nas Rodadas de Negócios e no Seminário, uma área próxima ao palco será restrita a idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo.DEFICIENTES INTELECTUAIS: A produção estará atenta a outras eventuais demandas durante os eventos e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejado e aprovado em orçamento do projeto.DEFICIENTES AUDITIVOS: Oficinas, Rodadas de Negócios, o Festival Madureira e o Seminário contarão com a presença de intérpretes de libras para atender aos deficientes auditivos em todos os vídeos, consultorias e apresentações.INFORMATIVA: Todo material de divulgação do projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Todas as ações públicas terão sinalização específica para o público PCD, com indicações dos locais de acessibilidade do projeto.
No intuito de atender plenamente às regras em torno das medidas de democratização e ampliação de acesso, junto aos arts. 46, 47 e 48 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 25, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025, ao inciso II do art 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024; os incisos I, II, IV, V, VI e VIII do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022; também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e; o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021:Todos os acessos a todas as ações do projeto serão oferecidos inteiramente gratuitos.Permitiremos a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.As seleções para distribuição das atividades de capacitação terão como critério o caráter social e educativo.
COORDENAÇÃO GERAL - MARCOS ANDRÉ DE CARVALHO - PROPONENTE DA PROPOSTANível superior completo em Comunicação Social pela PUC Rio e Mestrado em Economia Criativa pela ESPM. Especialista em economia criativa, inovação, gestão de empreendimentos e cidades criativas. Atua há 25 anos com fomento e desenvolvimento do empreendedorismo. No campo da Economia Criativa. Coordenador-geral do Arquivo Nacional (Ministério da Justiça) – Responsável pela difusão do acervo de 181 anos da maior instituição de memória do Brasil. (2018 e outubro de 2019). Pesquisador do CD" Velha Guarda da Mangueira" (1999). Coordenador de Economia Criativa (2010-2013) Coordenador de Diversidade Cultural (2008) da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Co-criador e Diretor da Incubadora Rio Criativo - 1º incubadora de empresas de economia criativa do país (2008-2017). Co-autor do dossiê de registro do Jongo, considerado o “pai do samba” como Patrimônio Histórico Nacional pelo IPHAN (2005). Co-autor do dossiê de reconhecimento de Paraty como Cidade Criativa pela UNESCO mundial (2017), Responsável pelo Programa de Desenvolvimento da Economia Criativa do Estado do Rio, pelo Programa de Fomento ao Empreendedorismo Cultural nas UPPs - "Favela Criativa" (2011-2013), por editais de fomento ao Funk (2012-2013) e pelo Prêmio de Mestres do Folclore do Estado do Rio (2008-2011), Coordenador da Rede de 230 Pontos de Cultura do Estado do Rio em 84 cidades fluminenses (2008-2011), Fundador e Coordenador Executivo do Grupo Cultural Jongo da Serrinha (2000), COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA - RODRIGO NUNESBacharelando em Produção Cultural – IFRJ. Artista/bailarino especializado em Danças Afro-brasileiras e Danças Populares com registro no Sindicato dos profissionais da dança do Estado do Rio sob o DRT: 50.147. Experiência em Mobilização de agentes culturais e parcerias dos municípios do Rio de Janeiro. Experiência em elaboração, formatação e execução de projetos. Produção, pesquisa, ensino e coordenação de projetos artísticos e/ou sociais, Articulação e mobilização Comunitária. Atuação com iniciativas culturais de perfil comunitário. Experiência no desenvolvimento de processos formativos e educacionais. Experiência em projetos comunitários/sociais. Coordenação geral do Projeto Rede Madureira Criativa em parceria com Min. Turismo/ Secretaria Especial de Cultura. Idealização e Produção da I Semana de Criadores Negros na Dança – Coletivo Negraação/Centro Coreográfico do Rio - 2018. Ganhador do Prêmio Cesgranrio de Dança pelo projeto Semana de Criadores Negros na Dança com Coletivo NegraAção. Ganhador do Prêmio Culturas Populares 2018 -Selma do Coco- MINC . Coordenação e Programação Cultural do Centro Cultural Casa do Jongo Oficineiro,Produtor e Articulador de parcerias e agentes locais do Território Madureira no Projeto Territórios Criativos MINC/UFF. 2015/2016. Ganhador do Prêmio Territórios Culturais Secretaria Estadual de Cultura 2015 com o Projeto Fuzuê D’Aruanda . Ganhador do Prêmio Ações Locais da Secretaria Municipal de Cultura com o Projeto Fuzuê D’Aruanda. COORDENAÇÃO DAS OFICINAS - ANA C. SANT’ANNA DA SILVA *Técnica Contábil- Colégio Estadual Central do Brasil *Artes Cênicas - Escola de teatro Martins Pena (Rio de Janeiro) – 2003(conclusão) *Pedagogia- Faculdade Sousa Marques – Formanda *Curso de Artes integradas – TEAR *Curso de Arte Educação – TEAR III. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL CASA DO JONGO: Gestora Pedagógica IBA OMI: Pesquisadora, Produtora, Atriz, Bailarina popular, Contadora de História. ARTE DE CÊ: Produção e confecção de bonecas pretas SESC RIO: Arte Educadora (Crianças, adultos e idosos) COMPANHIA DE ARUANDA: Sócia fundadora, Coordenadora, Pesquisadora, Arte Educadora, bailarina popular, atriz, brincante, produtora. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO – ANDRÉ VIRGÍLIO COUTOEstudante de Administração Pública na UFF e Jogos Digitais na Universidade Estácio de Sá. Experiência na área de Economia Criativa pela SECEC-RJ. Coordenador Geral da Associação Instituto Floresta. Gestor do Espaço Cultural " Movimento d'Aldeia em São Pedro da Aldeia -RJ.Produtor executivo da Associação dos Amigos do Rio Criativo. Dançarino e Assistência de Produção na Companhia Urbana de Dança. Integrante do Coletivo Cultural Vadeia Aldeia. Produtor do Evento "Street Time". Programador na AceFactory. Assessor da Secretaria de Estado de Cultura (2012) e trabalhou com projetos culturais de grandes empresas como Caixa, SESC e SESI. Produziu o Álbum Jongo do Vale do Café lançado em 2023. Pelo Instituto Floresta Trabalha com projetos culturais de uma rede de 40 grupos culturais tradicionais no estado do Rio de Janeiro.ASSISTENTE SOCIAL – ROBSON LUIZ DIAS SOARESEspecialização em Gestão de Políticas Sociais – Universidade Castelo Branco – 2017.Serviço Social – Universidade Castelo Branco – 2015.Mediação Comunitária de Conflitos – Escola Nacional de Mediação (ENAM) – 2014. Função: Assistente Social. Sócio Fundador da Companhia de Aruanda. Mediador Comunitário de ConflitoProdutor Cultural. Inserção profissional atual: Gestor de Projetos do Laboratório de Práticas Sociais do Curso de Serviço Social na Universidade Castelo Branco. Assistente Social na Casa do Jongo da Serrinha. Agente de Cuidados Especializados na Unidade de Acolhimento Adulto CacildisFormação complementar:Atualização profissional sobre o uso prejudicial de álcool e outras drogas. FIOCRUZ – 2017.População em situação de rua com ênfase em Consultório na Rua. FRIOCRUZ – 2016.Mídia, Violência e Direitos Humanos. UFRJ – 2019.Formação Docente para Comunicação, Cultura e Arte. IFRJ –2018.Diagnóstico Social e Desenvolvimento Local. SESC RIO –DESIGNER GRÁFICO – PAULA ELIANE ARAÚJO DE SOUZAFormação Acadêmica Superior – Universidade Estácio de Sá- Curso Tecnólogo em Fotografia – Concluído em 2016 Pós-Graduação – Pontifícia Universidade Católica – PUC- Curso Web Design – Incompleto 2018.Capacitação sobre economia criativa na Associação de Moradores da Vila Vintém. 2019.Capacitação sobre Diagnóstico Social e Desenvolvimento Local. Casa do Jongo da Serrinha 2019 e Universidade Castelo Branco 2019.Curso de Política Social. Universidade Castelo Branco/RJ,2019 Curso de Questão Social. Universidade Castelo Branco/RJ,20149. Capacitação sobre Cidadania para Jovens Líderes da Comunidade da Serrinha. 2019.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.