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A Casa 1940 _ Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos propõe a revitalização do acervo do Encarnado e a criação de um polo permanente de formação, produção e difusão cultural na Ilha do Ferro, povoado de Pão de Açúcar/AL. Mais que um espaço físico, a Casa 1940 será uma escola de arte viva, um ambiente de provocação, experimentação e incentivo a novos talentos, voltado ao repasse de saberes tradicionais e contemporâneos. O projeto tem como objetivo estimular, multiplicar e ampliar a economia criativa local e a formação de novos talentos, valorizando o potencial cultural e turístico da região, reconhecido em todo o mundo, o projeto inclui exposição permanente em homenagem aos mestres artesãos da Ilha e cursos e oficinas de média e longa duração em cerâmica, papel, design, moda, culinária, música e demais linguagens artísticas e culturais. Com foco em sustentabilidade e reaproveitamento de materiais.
O projeto Casa 1940 – Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos propõe a criação de um espaço cultural permanente na Ilha do Ferro, município de Pão de Açúcar/AL, voltado à formação, produção e difusão artística. O conjunto de produtos do projeto abrange ações educativas, expositivas, formativas e de inovação sustentável, que dialogam diretamente com a tradição artesanal e com o modo de vida da comunidade local.Mais do que um espaço físico, a Casa 1940 será um ambiente vivo de trocas intergeracionais, um laboratório de arte, sustentabilidade e provocação criativa, onde mestres e aprendizes se encontram para reinventar a cultura do sertão alagoano.A seguir, são apresentados os principais produtos culturais que compõem a obra e suas respectivas características:1. Exposição Permanente “Memória e Alma da Ilha do Ferro”A exposição permanente da Casa 1940 é o núcleo simbólico e inspirador do projeto. Intitulada “Memória e Alma da Ilha do Ferro”, ela homenageia os mestres e mestras artesãos da região, reunindo peças originais, réplicas e documentos que contam a história da produção artesanal e cultural da Ilha.Com curadoria especializada, a exposição integrará elementos de museografia contemporânea e sensorial, utilizando vitrines acessíveis, painéis, fotografias, áudios e vídeos com depoimentos de artistas locais.O percurso expositivo será concebido como uma experiência afetiva e educativa, convidando o visitante a compreender a arte popular como forma de vida, linguagem estética e memória coletiva.A mostra será permanente, mas dinâmica, incorporando novas peças, narrativas e artistas ao longo do tempo, acompanhando o crescimento do projeto.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.2. Cursos e Oficinas de Formação Artística e SustentávelAs oficinas e cursos constituem o eixo formativo da Casa 1940. Serão ofertadas ações de média e longa duração com metodologias práticas e vivenciais, que unem tradição e contemporaneidade.Áreas contempladas:Cerâmica artística e utilitária – resgate de técnicas tradicionais da Ilha do Ferro, aliadas a experimentações contemporâneas;Design e Moda Artesanal – criação de produtos com identidade visual própria e uso de materiais reaproveitados;Culinária Regional Criativa – valorização de receitas locais e ingredientes do sertão, reinterpretados com foco em turismo e sustentabilidade;Música e Confecção de Instrumentos – oficinas de percussão, canto e construção de instrumentos populares com materiais recicláveis;História da Arte e Estética Popular – formação teórica e crítica, explorando manifestações artísticas regionais e nacionais;Empreendedorismo Cultural e Economia Criativa – capacitação em gestão, precificação, marketing e comercialização de produtos criativos;Reaproveitamento de Materiais e Design Sustentável – oficinas voltadas à criação de novos objetos a partir de resíduos e descartes da própria comunidade.Cada curso terá carga horária entre 60 e 80 horas, com turmas de até 15 participantes, priorizando artesãos, jovens e moradores locais.As oficinas serão ministradas por mestres artesãos da Ilha do Ferro e artistas convidados, estimulando o repasse intergeracional de saberes.Classificação indicativa: Livre.3. Residências Criativas e Intercâmbios ArtísticosAs residências criativas da Casa 1940 serão um dos produtos mais inovadores do projeto. O programa reunirá mestres locais e artistas contemporâneos, promovendo processos colaborativos de criação, pesquisa e experimentação.As residências resultarão em produtos artísticos híbridos, como instalações, performances, esculturas, objetos e registros audiovisuais, que serão apresentados ao público em ensaios abertos e exposições temporárias.O programa fomentará o intercâmbio entre tradições e linguagens, transformando a Casa 1940 em ponto de convergência entre arte popular, design e contemporaneidade.Classificação indicativa: Livre.4. Loja Conceitual “Casa 1940 – Arte e Sustentabilidade”A Loja Conceitual da Casa 1940 é um produto cultural e econômico que visa fortalecer a geração de renda e a autonomia dos artistas e artesãos locais.O espaço funcionará dentro da casa, oferecendo produtos criados nas oficinas e residências, com curadoria estética e identidade visual própria.Os produtos – cerâmicas, tecidos, bordados, instrumentos musicais, peças em madeira, papel reciclado e objetos decorativos – serão produzidos com materiais reaproveitados, alinhando arte, sustentabilidade e economia circular.Parte da renda das vendas será destinada aos próprios criadores e parte à manutenção e continuidade das atividades formativas da Casa 1940, consolidando o modelo de autogestão solidária.Classificação indicativa: Livre.5. Ações Culturais Públicas e Eventos ComunitáriosDurante a execução do projeto, serão realizadas diversas ações de democratização e difusão cultural, com entrada gratuita e ampla participação da comunidade.Entre elas:Abertura pública da Casa 1940, com visita guiada e mostra de artistas locais;Sarau e Encontros Musicais – apresentações com mestres e jovens músicos da Ilha;Feira Criativa – exposição e comercialização de produtos artísticos e gastronômicos;Oficinas paralelas e vivências livres – atividades abertas em praças e espaços públicos;Ensaios abertos das residências criativas, permitindo ao público acompanhar o processo artístico;Mostra de resultados das oficinas, com exposição das peças e depoimentos dos participantes.Esses eventos serão documentados e transformados em material audiovisual, reforçando o caráter formativo e o alcance do projeto.Classificação indicativa: Livre.6. Produção Audiovisual e Plataforma Digital “Casa 1940”Como produto complementar e de difusão, será criada a Plataforma Digital Casa 1940, um espaço virtual gratuito e acessível, que hospedará:Registros audiovisuais das oficinas, exposições e residências;Entrevistas com mestres, artistas e participantes;Tutoriais sobre técnicas de cerâmica, reaproveitamento e design artesanal;Catálogo digital da exposição e da loja;Conteúdos em Libras, audiodescrição e legendas descritivas.Além da plataforma, será produzido um documentário de curta duração, retratando a trajetória do projeto, o processo de revitalização da casa e o impacto da arte na comunidade da Ilha do Ferro.Esses materiais serão distribuídos gratuitamente em mídias digitais e enviados a instituições culturais, escolas e secretarias de educação, servindo como material didático e de referência para políticas culturais e educativas.Classificação indicativa: Livre.7. Catálogo Impresso e Digital “Casa 1940 – Saberes e Fazeres”Será produzido um catálogo bilíngue (português e inglês), em formato impresso e digital, documentando o processo de criação do projeto, os mestres da Ilha, as oficinas, a exposição permanente e os produtos desenvolvidos.O catálogo contará com textos de Lúcio Moura e convidados, fotografias das obras e depoimentos dos participantes, funcionando como registro histórico e instrumento de difusão da cultura popular alagoana.A versão digital será disponibilizada gratuitamente na Plataforma Casa 1940, e exemplares impressos serão distribuídos a escolas, bibliotecas, instituições culturais e patrocinadores.Classificação indicativa: Livre.A Casa 1940 é, em si, uma obra viva: um conjunto de ações interligadas que fundem arquitetura, arte, memória e sustentabilidade. Cada produto – da exposição à loja, das oficinas à plataforma digital – é parte de uma mesma narrativa: a de uma comunidade que transforma o cotidiano em arte e o território em inspiração.O projeto tem classificação indicativa livre e é destinado a todos os públicos, reafirmando que o acesso à cultura é um direito e uma forma de construir futuro.
Objetivo GeralConsolidar a Casa 1940 como escola de arte, polo de cultura e economia criativa da Ilha do Ferro, promovendo formação continuada, sustentabilidade, difusão cultural e estímulo a novos talentos, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural, o desenvolvimento humano e a valorização da arte popular alagoana.Objetivos EspecíficosReestruturar e adaptar o espaço físico da Casa 1940, tornando-o adequado às atividades formativas, expositivas e comerciais, com ambientes para oficinas, loja e exposição.Implantar uma escola de arte de programação permanente, com ações educativas, oficinas e cursos de média e longa duração, abordando temas como cerâmica, design, moda artesanal, culinária, sustentabilidade criativa e música.Oferecer, no mínimo, 8 oficinas e cursos anuais, atendendo cerca de 100 participantes da comunidade local e regiões vizinhas.Realizar uma exposição permanente em homenagem aos mestres da Ilha do Ferro, integrando peças históricas, fotografias e depoimentos.Criar uma loja conceitual sustentável, com curadoria e identidade visual própria, voltada à comercialização de produtos elaborados nas oficinas e feitos com materiais reaproveitados.Desenvolver ações de formação e sustentabilidade criativa, incentivando o uso consciente de recursos e o reaproveitamento artístico de materiais que seriam descartados.Promover residências criativas e intercâmbios artísticos, unindo mestres locais e jovens talentos, estimulando a troca de saberes entre gerações e regiões.Gerar renda e autonomia econômica por meio da comercialização de produtos e do fortalecimento do empreendedorismo cultural da comunidade.Registrar e difundir o conhecimento produzido, por meio de materiais audiovisuais e publicações digitais disponibilizadas gratuitamente em plataformas online.Fortalecer o turismo cultural da Ilha do Ferro, consolidando o território como referência em arte popular, inovação e sustentabilidade.Fomentar o protagonismo comunitário e a formação de público, com atividades acessíveis e gratuitas, priorizando o envolvimento de jovens, mulheres e mestres artesãos.Estabelecer parcerias institucionais com universidades, museus, fundações e coletivos artísticos, visando a sustentabilidade e continuidade das ações após o período do projeto. Resultados EsperadosCriação de um modelo de escola de arte e economia criativa de referência;Formação e profissionalização de artistas e artesãos, fortalecendo a geração de renda e a sustentabilidade cultural;Ampliação do turismo cultural e do reconhecimento da Ilha do Ferro como destino criativo;Fortalecimento da identidade local e valorização dos saberes tradicionais;Difusão nacional e internacional da arte popular alagoana.
A Casa 1940 _ Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos surge como resposta à necessidade de profissionalização, valorização e sustentabilidade da produção artística e artesanal da Ilha do Ferro, povoado do município de Pão de Açúcar, Alagoas, reconhecido mundialmente pela originalidade de seus mestres artesãos.Apesar da relevância cultural e simbólica do território, grande parte de seus criadores ainda enfrenta falta de infraestrutura, escassez de formação continuada e limitações para comercializar suas produções. O projeto propõe a revitalização do espaço e sua consolidação como escola de arte viva e polo de cultura e economia criativa, promovendo formação técnica, intercâmbio e sustentabilidade econômica.A Casa 1940 é pensada como ambiente de provocação e incentivo a novos talentos, onde a tradição dialoga com a inovação. Será um espaço de repasse de saberes intergeracionais, unindo mestres e jovens artistas em um processo contínuo de criação, experimentação e aprendizado.Além de sua dimensão artística, o projeto tem forte caráter socioambiental, incorporando o reaproveitamento de materiais que seriam descartados como eixo central de suas atividades, promovendo consciência ecológica, design sustentável e economia circular. A sustentabilidade não é apenas temática, mas prática diária — presente na criação de produtos, nas oficinas e na estrutura do espaço.A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é o instrumento adequado para viabilizar esta iniciativa, que se enquadra:Art. 1º, incisos: I , II, III e VIIIArt. 3º, incisos: I (c, d), II (c, e), III (a,d), IV (b) e V (b, c).A Casa 1940 representa um novo capítulo da história da Ilha do Ferro — um espaço que reverencia seus mestres, provoca o surgimento de novos talentos e reafirma a arte como expressão de identidade, afeto e futuro.Entre os impactos esperados, destacam-se:Preservação da memória cultural e valorização do patrimônio imaterial da Ilha do Ferro;Criação de um ambiente permanente de formação e experimentação artística, acessível e gratuito;Fortalecimento da economia local através da geração de renda com produtos culturais sustentáveis;Ampliação do turismo cultural e da visibilidade nacional e internacional da arte alagoana;Integração entre tradição, contemporaneidade e sustentabilidade ambiental.A Casa 1940 é, portanto, mais do que um espaço de produção: é um manifesto de continuidade e transformação, um símbolo de como o investimento público e privado em cultura pode gerar impacto duradouro.Através do incentivo fiscal da Lei Rouanet, será possível transformar a Casa em referência para políticas culturais descentralizadas, um laboratório vivo de criação, educação e sustentabilidade, capaz de inspirar outras comunidades artesanais do Brasil.
Todas as informações pertinentes ao projeto foram devidamente apresentadas.
O projeto Casa 1940 – Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos” contempla um conjunto integrado de produtos culturais voltados à formação, difusão e sustentabilidade da arte popular da Ilha do Ferro, em Pão de Açúcar/AL. Cada produto foi pensado com base em princípios de funcionalidade, acessibilidade, sustentabilidade e durabilidade, garantindo qualidade técnica e coerência com a proposta pedagógica e curatorial do projeto. 1. Exposição Permanente “Memória e Alma da Ilha do Ferro”Formato: Mostra permanente e interativa. Materiais e recursos técnicos:Estrutura expositiva composta por painéis de MDF ecológico e madeira certificada;Iluminação expositiva com refletores LED direcionáveis (temperatura neutra de 4000K);Vitrines e bases em vidro temperado e acrílico de alta resistência;Revestimentos com tinta lavável e acabamento fosco antirreflexo;Suportes metálicos e cabos de aço para fixação de obras;Painéis fotográficos e textuais em impressão UV resistente à umidade;Equipamentos audiovisuais: projetor, caixas de som, tablets interativos e QR Codes com acesso a vídeos e depoimentos;2. Cursos e Oficinas de Formação Artística e SustentávelFormato: Aulas presenciais de média duração com abordagem prática e teórica.Materiais e equipamentos:Mesas de trabalho em madeira reaproveitada;Forno de cerâmica e ferramentas de modelagem;Máquinas de costura, tecidos e linhas de algodão;Utensílios de cozinha e fogões industriais para culinária criativa;Computador e projetor multimídia para aulas teóricas;Materiais recicláveis (papel, vidro, plástico e madeira) para reaproveitamento;Câmeras fotográficas e filmadoras para registros audiovisuais;Equipamentos de segurança (EPIs) para uso nas oficinas.Metodologia pedagógica: Baseada em aprendizado vivencial, interdisciplinar e participativo, com forte ênfase na transmissão oral e prática dos saberes populares. As oficinas seguem o modelo de aprendiz-mestre, estimulando a autonomia criativa e o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo. 3. Residências Criativas e Intercâmbios ArtísticosFormato: Programa de imersão e criação coletiva.Infraestrutura:Espaço de trabalho compartilhado com mobiliário modular;Iluminação natural e artificial ajustável;Acesso a ferramentas, forno, equipamentos de som e vídeo;Espaço de convivência e alimentação.Materiais: Materiais reciclados e de baixo impacto ambiental: madeira, argila, ferro, tecidos, pigmentos naturais, papéis e fibras vegetais.Metodologia:Processo colaborativo entre artistas e mestres, com registro audiovisual e diário de criação;Encontros abertos ao público (“ensaios abertos” e conversas de ateliê);Produção de obras ou objetos coletivos, apresentados na exposição final.Resultado técnico: Criação de um acervo contemporâneo de obras e objetos inspirados na cultura da Ilha, valorizando o intercâmbio entre arte popular e design autoral.4. Loja Conceitual “Casa 1940 – Arte e Sustentabilidade”Formato: Espaço expositivo e comercial permanente. Materiais e mobiliário:Estrutura modular em madeira de demolição;Prateleiras e expositores de ferro galvanizado e vidro;Iluminação LED difusa com controle de intensidade;Sistema de ventilação natural cruzada;Identidade visual e comunicação visual padronizada.Objetivo técnico: Consolidar um modelo sustentável de comercialização que une design, curadoria e inclusão produtiva. 5. Catálogo Impresso e Digital “Casa 1940 – Saberes e Fazeres”Formato: Publicação bilíngue (português e inglês). Conteúdo:Textos curatoriais e pedagógicos;Entrevistas e depoimentos de mestres;Fotografias das obras e oficinas;QR Codes para acesso aos vídeos e à plataforma digital.Projeto gráfico: Identidade visual contemporânea, inspirada nas cores e texturas da Ilha do Ferro.Objetivo técnico: Registrar o processo criativo e o impacto cultural do projeto, servindo como instrumento de difusão e material educativo para escolas e instituições culturais.7. Projeto Pedagógico e Transversalidade TécnicaA Casa 1940 adota um projeto pedagógico baseado na pedagogia da experiência, inspirada em metodologias participativas, intergeracionais e sensoriais. As práticas de ensino se estruturam em três eixos:Fazer e aprender: aprendizado pela prática e pela oralidade;Experimentar e criar: estímulo à pesquisa, inovação e estética sustentável;Compartilhar e multiplicar: socialização de saberes e formação de multiplicadores locais.O projeto pedagógico será documentado e publicado em formato digital, servindo como base metodológica para futuras edições e replicações do modelo em outras comunidades.
A Casa 1940 – Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos compreende a acessibilidade como um princípio estruturante de sua concepção e execução. Mais do que atender às normas legais, o projeto entende o acesso como um direito fundamental e um valor ético e estético. Assim, todas as etapas, desde a reestruturação física do espaço até as atividades de formação e difusão cultural, serão planejadas de modo a garantir acesso pleno, autonomia, segurança e conforto a todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou sociais.A acessibilidade será trabalhada de forma ampla, transversal e contínua, permeando os eixos físico, comunicacional e de conteúdo, e a dimensão simbólica, entendida como o acesso à expressão, à criação e à fruição da arte.1. Acessibilidade FísicaA Casa 1940 será adaptada para garantir mobilidade autônoma de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. As obras de reestruturação do espaço seguirão as orientações recomendas, que estabelece critérios e parâmetros técnicos de acessibilidade a edificações, mobiliário e espaços urbanos. ressaltamos que as estruturações físicas em alguns espaços da casa possuem limitação em virtude da data de construção do imóvel que é de 1940, número que dá nome a casa.As intervenções e adequações previstas contemplam:Rampas de acesso com inclinação adequada e piso antiderrapante, ligando a entrada principal aos espaços de circulação, oficinas, loja e exposição;Pisos táteis (de alerta e direcional) para orientação de pessoas com deficiência visual, instalados nos principais percursos internos;Corrimãos duplos nas rampas e escadas, com sinalização de contraste visual e tátil nas extremidades;Iluminação adequada e difusa, que evite áreas de ofuscamento e permita boa visibilidade de painéis e sinalizações;Sinalização visual e tátil nas portas, ambientes e áreas comuns, com placas bilíngues (português e inglês) e com pictogramas universais;Áreas externas com caminhos nivelados e materiais firmes, garantindo deslocamento seguro mesmo em dias de chuva;Sistema de alarme sonoro e visual (luzes de alerta), que permite a percepção de situações de emergência tanto por pessoas surdas quanto por pessoas com deficiência visual.O projeto prevê, ainda, que todos os mobiliários, vitrines e expositores da exposição permanente e da loja conceitual sejam desenhados com altura acessível, permitindo o toque e a observação das peças sem barreiras. As oficinas terão mesas ajustáveis em altura e circulação livre para cadeirantes.Essas medidas garantem que a Casa 1940 funcione como um espaço inclusivo, acolhedor e democrático, em sintonia com sua missão de ser uma escola de arte viva aberta a todos os corpos, olhares e experiências.2. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo visa assegurar que todas as pessoas possam compreender, interagir e fruir das ações culturais e formativas da Casa 1940. Isso envolve recursos de comunicação inclusiva, tradução, mediação sensorial e adaptação de linguagem para diferentes públicos.As ações de acessibilidade de conteúdo contemplam:Tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas oficinas, palestras, rodas de conversa, aberturas de exposição e eventos públicos;Materiais gráficos e audiovisuais acessíveis, com legendas descritivas e linguagem clara, permitindo o acompanhamento integral das atividades por pessoas surdas, cegas ou com deficiência intelectual;Legendas descritivas e closed caption em vídeos institucionais, aulas e registros audiovisuais disponibilizados nas plataformas digitais;Materiais em fonte ampliada, especialmente para sinalizações, programas de oficina e catálogos da exposição permanente;Visitas mediadas sensoriais, nas quais os visitantes poderão tocar em determinadas peças (com curadoria específica), sentir texturas e compreender as obras por meio de estímulos táteis, olfativos e sonoros;Vídeos institucionais com interpretação em Libras, promovendo acessibilidade digital nas plataformas online (YouTube e redes sociais);Capacitação da equipe de monitores e mediadores para atendimento inclusivo e empático, com formação básica em Libras e treinamento para interação com pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual;Utilização de linguagem simples e inclusiva em toda a comunicação pública e pedagógica da Casa 1940, favorecendo a compreensão por pessoas com diferentes níveis de escolaridade e repertório cultural;Recursos multissensoriais nas atividades educativas, como som, textura, movimento e cor, tornando as oficinas e cursos acessíveis também a crianças, idosos e pessoas com deficiência cognitiva;Produção de um guia tátil da exposição, contendo relevos e descrições simplificadas das peças e artistas da Ilha do Ferro;Disponibilização digital dos conteúdos acessíveis, garantindo que pessoas de outras localidades também tenham acesso remoto às formações e exposições.Além das adaptações técnicas, a Casa 1940 adota uma postura de acessibilidade simbólica e social: o reconhecimento de que o direito à arte e à cultura é também o direito de pertencer, expressar-se e ser ouvido. Assim, as oficinas e atividades formativas serão planejadas considerando diversidade geracional, de gênero, regional e corporal, promovendo intercâmbio horizontal entre mestres e aprendizes.3. Formação Continuada e Gestão AcessívelA acessibilidade será incorporada ao plano de gestão e à formação da equipe. Durante a etapa de pré-produção, todos os profissionais envolvidos receberão capacitação em práticas de acessibilidade cultural, conduzida por consultores especializados.Essa formação incluirá:Sensibilização sobre diferentes tipos de deficiência e barreiras de acesso;Boas práticas de atendimento inclusivo;Comunicação acessível e linguagem inclusiva;Adequação de materiais e metodologias de ensino;Estratégias para acessibilidade digital e sensorial.Durante a execução, haverá acompanhamento técnico para garantir a aplicação das medidas planejadas e a adaptação contínua conforme a experiência dos participantes. A Casa 1940 também contará com um profissional de referência em acessibilidade cultural na equipe de produção, responsável por orientar ajustes e garantir a conformidade com as normas vigentes.4. Acessibilidade Digital e Comunicação InclusivaO projeto prevê a criação de uma plataforma digital acessível, que hospedará os registros audiovisuais das oficinas, exposições e ações formativas. Essa plataforma seguirá padrões de acessibilidade web, contemplando:Compatibilidade com leitores de tela;Teclas de atalho e navegação por teclado;Legendas, audiodescrição e Libras em vídeos;Contraste visual ajustável e opção de alto contraste;Fonte ampliável e textos em linguagem clara.O site e as redes sociais da Casa 1940 adotarão boas práticas de acessibilidade comunicacional, garantindo que o conteúdo digital seja compreensível e navegável por todos os públicos.5. Inclusão, Diversidade e AcolhimentoA acessibilidade da Casa 1940 não se restringe ao aspecto técnico: ela se expande para o acolhimento humano e a diversidade de corpos, histórias e identidades. O espaço será pensado para receber crianças, idosos, pessoas com deficiência, mulheres artesãs e jovens aprendizes, criando um ambiente que reflita a pluralidade da Ilha do Ferro.As práticas pedagógicas adotarão o princípio da educação inclusiva, reconhecendo a singularidade de cada participante e garantindo oportunidades de aprendizado equitativas.6. Avaliação e MonitoramentoDurante a execução do projeto, será implementado um sistema de monitoramento das ações de acessibilidade, com formulários de avaliação e registro de feedback dos participantes.A acessibilidade na Casa 1940 é parte essencial de seu propósito: tornar a arte um território compartilhado. A casa é, ao mesmo tempo, um espaço de provocação criativa e de inclusão sensível, onde cada pessoa, com suas diferenças e potências, encontra lugar para aprender, ensinar e criar.
O projeto Casa 1940 – Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos foi concebido sob o princípio de que a cultura é um direito de todos. Por isso, sua execução será guiada pelo compromisso de democratizar o acesso à arte, à formação e ao conhecimento, garantindo a participação ampla e diversa da comunidade da Ilha do Ferro, de Pão de Açúcar e de todo o estado de Alagoas.Todas as atividades exposições, oficinas, residências criativas, cursos, apresentações, rodas de conversa e mostras audiovisuais serão gratuitas ou de baixo custo social, com priorização para moradores locais, artesãos, jovens, mulheres e pessoas idosas.1. Acesso gratuito e inclusão socialA Casa 1940 nasce com o propósito de ser uma escola de arte pública em sua essência, acessível a todos. Nenhum participante será excluído por motivos econômicos, geográficos ou educacionais.As oficinas e cursos terão inscrições gratuitas, com divulgação comunitária por meio de rádios locais, associações de artesãos, igrejas, escolas e redes sociais. O processo de inscrição será simples e inclusivo, priorizando a participação de moradores da Ilha do Ferro, comunidades ribeirinhas e artistas populares de municípios próximos.Será implementado um cadastro cultural comunitário, mapeando o perfil e as necessidades dos participantes, garantindo diversidade de gênero, faixa etária e experiência. Jovens e idosos serão estimulados a trabalhar juntos nas ações formativas, fortalecendo o intercâmbio de gerações e saberes.2. Distribuição gratuita e circulação dos produtos culturaisA exposição permanente da Casa 1940 será de acesso gratuito, funcionando como um espaço aberto de visitação pública, mediação cultural e experiências sensoriais.Os produtos resultantes das oficinas e cursos, como cerâmicas, bordados, peças em madeira, instrumentos musicais e materiais reciclados transformados em objetos artísticos, serão comercializados na loja conceitual do projeto, com curadoria e preços acessíveis.A loja funcionará sob modelo de economia solidária, em que a renda será dividida entre os produtores e a manutenção do espaço. A gestão será participativa, com transparência sobre os custos e receitas.Parte das peças também será doada para acervos públicos, escolas, museus e centros culturais, ampliando a circulação simbólica e educativa da arte produzida. Além disso, uma exposição itinerante com parte do acervo será organizada em cidades parceiras, fortalecendo a difusão do projeto no estado.3. Ampliação digital e acesso remotoO projeto prevê a criação da Plataforma Casa 1940, um espaço virtual gratuito e acessível, com conteúdo multimídia e interativo. Nela estarão disponíveis:Registros audiovisuais das oficinas e cursos;Entrevistas com mestres e participantes;Catálogo digital da exposição permanente;Tutoriais rápidos sobre técnicas artesanais e reaproveitamento de materiais;Conteúdos sobre sustentabilidade, arte e economia criativa.Essa plataforma permitirá que pessoas de qualquer região do Brasil acessem gratuitamente o conteúdo, democratizando a formação artística e fortalecendo a visibilidade da Ilha do Ferro no cenário cultural nacional.Os vídeos também serão disponibilizados em canal oficial no YouTube e em redes sociais, com estratégias de engajamento digital e transmissões ao vivo de eventos e rodas de conversa.A comunicação digital seguirá princípios de acessibilidade, com legendas, contrastes visuais, audiodescrição e linguagem simples, garantindo o acesso a públicos diversos, inclusive pessoas com deficiência.4. Mediação cultural e educação para a arteA Casa 1940 atuará como centro permanente de educação para a arte, promovendo ações de mediação cultural voltadas a públicos escolares, grupos de terceira idade, população local e visitantes do turismo criativo.As visitas à exposição permanente contarão com monitores capacitados, que realizarão mediações interativas e sensoriais, com abordagens adaptadas para diferentes faixas etárias e perfis de público.As escolas públicas de Pão de Açúcar e comunidades vizinhas serão convidadas a participar de programas educativos, com transporte fluvial gratuito, visitas guiadas, oficinas de experimentação artística e rodas de conversa sobre cultura popular e sustentabilidade.O projeto também ofertará oficinas paralelas e abertas em espaços públicos, como praças e feiras locais, ampliando a visibilidade e o alcance do projeto. Essas ações terão caráter de vivência livre, em que qualquer pessoa poderá participar sem inscrição prévia, estimulando o contato espontâneo com a arte.5. Encontros, ensaios abertos e residências compartilhadasAs residências criativas da Casa 1940 serão abertas ao público em determinados momentos, por meio de ensaios abertos e visitas guiadas. O público poderá acompanhar o processo de criação de artistas residentes e mestres locais, estabelecendo uma relação de proximidade e aprendizado.Durante o período de execução do projeto, serão realizadas semanas abertas de formação, com oficinas livres, apresentações musicais, debates e pequenas feiras de economia criativa. Essas ações têm o objetivo de ampliar o engajamento comunitário e fortalecer o sentimento de pertencimento.Ao final de cada ciclo formativo, haverá mostras públicas de resultados, nas quais os participantes apresentarão suas produções artísticas, performances, culinárias ou audiovisuais, transformando o espaço em uma verdadeira celebração da cultura local.6. Inclusão territorial e diálogo comunitárioA democratização de acesso da Casa 1940 está profundamente vinculada à realidade geográfica e social da Ilha do Ferro, uma comunidade ribeirinha de difícil acesso. Para superar essas barreiras, o projeto adotará estratégias específicas:Calendário adaptado ao ritmo da comunidade, respeitando as marés, períodos de colheita e festas tradicionais;Parcerias com associações locais e lideranças comunitárias para facilitar a comunicação e o engajamento;Formação de multiplicadores culturais, capacitando participantes para replicar oficinas e atividades em suas comunidades.Essas ações garantem que o acesso à arte e à formação não se concentre em um único ponto, mas se expanda pela região, gerando efeitos multiplicadores e sustentáveis.7. Diversidade, gênero e protagonismo localO projeto reafirma seu compromisso com a diversidade e o protagonismo das mulheres, as oficinas e residências terão participação prioritária de mulheres artesãs, jovens criadoras e artistas locais, incentivando o fortalecimento do papel feminino nas cadeias produtivas da cultura.O projeto também buscará incluir pessoas LGBTQIA+, idosos, crianças e pessoas com deficiência, respeitando suas expressões e especificidades. A diversidade será tratada como potência criativa e pedagógica.8. Comunicação acessível e comunitáriaA divulgação do projeto utilizará estratégias de comunicação comunitária e inclusiva, com linguagem clara e visualidade acessível. Serão usados:Cartazes e folders;Rádios comunitárias e carros de som para anúncios locais;Parcerias com escolas e coletivos culturais para disseminação das atividades;Campanhas digitais acessíveis, com legendas, Libras e audiodescrição nos vídeos promocionais;Criação de um boletim eletrônico mensal com relatos e fotos das atividades, distribuído gratuitamente por e-mail e redes sociais.A democratização de acesso é o coração da Casa 1940. Cada oficina, cada exposição e cada vídeo produzido será pensado para chegar a quem mais precisa: o público que raramente tem acesso à arte, à formação e ao reconhecimento de seu próprio valor criativo. Mais do que abrir as portas, o projeto abre portas simbólicas de pertencimento e autoestima, transformando o acesso cultural em ato de cidadania. A Casa 1940 será, um espaço de encontro, partilha e provocação, onde arte e comunidade caminham juntas, reafirmando que a cultura é o caminho mais bonito para a liberdade.
A LF Moura Arquiteto Ltda é uma empresa com atuação consolidada em arquitetura, design, patrimônio cultural e projetos integrados de revitalização e valorização da cultura popular nordestina. A empresa tem como princípio o respeito ao território, à memória e à identidade cultural das comunidades onde atua, desenvolvendo projetos que unem função, estética e sentido histórico.O escritório possui experiência em projetos arquitetônicos e culturais voltados à requalificação de espaços históricos, restauração de edificações, concepção de equipamentos culturais e integração entre arte, arquitetura e sustentabilidade.A atuação da LF Moura é marcada pela sensibilidade no diálogo entre o antigo e o contemporâneo, pela valorização do saber artesanal e pela busca de soluções criativas que unem função social, beleza e pertencimento.Dirigente / Responsável TécnicoLÚCIO MOURAArquiteto e Urbanista (UFAL)Função no projeto: Idealizador, Dirigente e Diretor TécnicoO arquiteto Lúcio Moura é o idealizador e proponente do projeto “Casa 1940 – Ateliê de Saberes e Fazeres Criativos”. Residente e apaixonado pela Ilha do Ferro, é reconhecido por sua trajetória de valorização da cultura popular e preservação do patrimônio cultural alagoano e nordestino.Com mais de duas décadas de atuação, Lúcio Moura é referência em arquitetura autoral, design afetivo e projetos culturais integrados, tendo participado da concepção e execução de importantes obras públicas e privadas voltadas à requalificação de espaços históricos, museus, centros culturais e edificações patrimoniais.Apaixonado pela arte popular e colecionador de arte sacra e objetos vernaculares, o arquiteto desenvolve seu trabalho com profundo respeito à ancestralidade e ao fazer artesanal, transformando a arquitetura em instrumento de memória e identidade.Nos últimos anos, vem dedicando-se à preservação da estética e do modo de vida da Ilha do Ferro, lugar onde vive e cria, reconhecendo o território como laboratório vivo de arte e convivência. Seus projetos buscam promover o encontro entre tradição e contemporaneidade, fazendo da arquitetura uma ponte entre passado e futuro.Na Casa 1940, Lúcio Moura atua diretamente na direção técnica e artística do projeto, sendo responsável por:Concepção arquitetônica e museográfica do espaço;Curadoria estética e integração entre arte, design e ambiente;Supervisão da reestruturação física da casa e adequações de acessibilidade;Articulação institucional e representação do projeto junto a parceiros, patrocinadores e comunidade;Acompanhamento geral das etapas de execução e avaliação;Coordenação do conceito de sustentabilidade e reaproveitamento de materiais;Direção da exposição permanente e da loja conceitual.A equipe técnica para execução do projeto está sendo montada, fazem parte de estrutura técnica do projeto as seguintes funções:Coordenação Executiva e Produção - Natalia Teles Bezerra - Socióloga e Gestora CulturalProfissional responsável pela gestão de todas as etapas administrativas, contratuais e operacionais do projeto, acompanhamento de cronograma, orçamentos e logística de execução.Atividades: planejamento executivo, coordenação de equipe, monitoramento de cronograma, interlocução entre fornecedores e artistas, acompanhamento financeiro e elaboração de relatórios técnicos. Curadoria e Pesquisa - Marco Antonio de Campos - Pesquisador e produtor culturalEquipe responsável por desenvolver a concepção curatorial da exposição permanente e pela organização do acervo de mestres da Ilha do Ferro.Atividades: seleção de obras e peças, curadoria artística, redação de textos curatoriais e coordenação das ações de montagem e museografia. Coordenação Pedagógica e Ações Formativas - Maria de Fátima Farias - Atriz e Produtora CulturalProfissional com experiência em educação cultural e metodologias participativas. Responsável pela coordenação pedagógica dos cursos e oficinas de média duração, articulando mestres locais e artistas convidados.Atividades: elaboração dos conteúdos pedagógicos, acompanhamento das turmas, sistematização dos resultados formativos e integração entre educação e sustentabilidade. Oficineiros e Mestres ConvidadosGrupo formado por artesãos e artistas da Ilha do Ferro e convidados de outras regiões, que ministrarão as oficinas de cerâmica, design, culinária, música, moda e reaproveitamento de materiais.Atividades: condução das oficinas, mediação de saberes tradicionais, produção de obras e objetos, acompanhamento de alunos e criação de peças para a loja conceitual. Assessoria de Comunicação e ImprensaProfissional responsável por planejar e executar as estratégias de comunicação institucional e divulgação pública das ações do projeto.Atividades: relacionamento com a imprensa, gestão das redes sociais, criação de conteúdo visual e textual, clipping, cobertura audiovisual e assessoria de eventos.Equipe de Acessibilidade e Mediação CulturalProfissionais com experiência em inclusão e acessibilidade cultural. Responsáveis por implementar as ações de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo o atendimento de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Atividades: tradução em Libras, audiodescrição, legendas, guias táteis e mediações acessíveis na exposição e nas oficinas. Equipe Técnica de Arquitetura e InfraestruturaSob direção de Lúcio Moura, responsável pela execução das reformas estruturais e adaptações do espaço físico, respeitando as normas de segurança, sustentabilidade e preservação do patrimônio.Atividades: supervisão de obras, instalação elétrica e hidráulica, iluminação expositiva, mobiliário e acabamento final. Colaboradores e ConsultoresO projeto contará ainda com uma rede de colaboradores e consultores técnicos nas áreas de design sustentável, economia criativa e preservação cultural. Entre as funções previstas:Designer de produto e identidade visual: responsável pela linha de comunicação e design dos produtos da loja;Consultor de economia criativa: acompanhamento da comercialização e gestão de vendas solidárias;Gestor ambiental: orientação sobre reaproveitamento de materiais e práticas ecológicas;Consultor jurídico e contábil: suporte legal e financeiro durante a execução e prestação de contas.Voluntários e Apoio ComunitárioA Casa 1940 contará com colaboradores voluntários da comunidade da Ilha do Ferro, atuando como monitores, auxiliares nas oficinas e mediadores culturais. Essa participação reforça o caráter colaborativo e comunitário do projeto, fortalecendo o sentimento de pertencimento e continuidade.Os voluntários serão capacitados durante a pré-produção e receberão certificados de participação, reconhecendo seu papel como agentes culturais locais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.