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O projeto consiste na realização do primeiro festival cultural baseado na cultura pantaneira. Serão cinco dias de festival que conta com diversas expressões artísticas como exposições de artes visuais, exposição de fotografias e espetáculos musicais.
Não se aplica ao projeto
Objetivo GeralPromover e fomentar a cultura através da realização de festival cultural com diversas manifestações artísticas com o propósito de retratar as principais expressões culturais do Pantanal. Atender ao Artigo 2º do Decreto 10.755 de 2021 ao:"V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;" _ produzindo festival cultural gratuito.Objetivos Específicos - Atender 15.000 pessoas em 5 dias de festival cultural gratuito - Atender 2.000 pessoas na mostra de cinema gratuito com sessões gratuitas diárias e comentadas; - Atender 5.000 pessoas em apresentações musicais; - Atender 5.000 pessoas nos espetáculos de arte cênicas (dança); - Atender 5.000 pessoas em exposições de artes visuais; - Atender 600 pessoas nos seminários
. Esta proposta cultural se enquadra no inciso I do Art. 1o da Lei 8313/91 por:"I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; " O projeto também cumpre os objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91 por realizar:"II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: " c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;"Justificativa A SOS Pantanal apresenta a primeira edição do Festival Cultural "Semana do Pantanal em São Paulo". Concebido como um grande festival anual para celebrar a cultura pantaneira com apresentações musicais, exposições de fotografia e artes, vestimentas do homem pantaneiro e povos locais, apresentação de filmes e documentários, mesas de debates sobre a cultura pantaneira que retratam a vida em contato direto com a natureza, a mistura de tradições indígenas, europeias e africanas. Serão retratadas as principais expressões culturais do Pantanal que incluem a lida com o gado (comitivas, churrasco pantaneiro), a música (moda de viola, danças como o siriri e o cururu), festas tradicionais e uma culinária rica baseada em peixes e produtos locais. O festival ocupará o memorial da América Latina, em São Paulo, em cinco dias de abertura ao público (de quarta a domingo) e contará com: Apresentações musicais: A música é uma parte essencial do Pantanal, com o uso de viola, sanfona e berrante. A moda de viola é um estilo muito popular. Influências paraguaias como o chamamé, o rasqueado e guarânias também são importantes, especialmente no Pantanal Sul-Mato-Grossense. Convidados: - Adriana Sanchez _ sanfoneira - Guilherme Rondon - Almir Sater - Gabriel Sater Apresentações de Dança As danças tradicionais incluem o siriri e o cururu, que celebram a vida no campo e a natureza, geralmente apresentadas em festas populares. Outras manifestações folclóricas de Mato Grosso incluem o congo e a cavalhada, além de danças típicas dos povos indígenas vivendo na região, como os Terena, Guató, Kadiwéu e Guaranis. Apresentações de artistas e grupos coletivos locais representando a Festa religiosa de São Benedito que acontece em Cuiabá com origem afro-brasileira e apresentações de danças folclóricas. Workshops de Gastronomia com Pratos típicos A gastronomia pantaneira é rica e colorida, com uma forte base em peixes de rio, como o pintado e o pacu, e carne de caça, como o porco monteiro. Os pratos mais conhecidos incluem o caldo de piranha, mojica, moqueca de pintado, e file de pintado. Outros pratos comuns são a chipa, a sopa paraguaia, a farofa de banana e o macarrão de comitiva. O churrasco pantaneiro é uma tradição marcante, feita com carnes assadas. Exposição de fotografia, arte e artesanato com base nas influências culturais e sua formação multicultural: A cultura pantaneira é resultado da interação de diversos povos, incluindo: Indígenas: conhecimento da terra e interação com a natureza. Colonizadores paulistas: resiliência. Africanos: força e ligação espiritual, visível em festas como a de São Benedito. Paraguaios: influências na culinária, música e costumes. Mostra de Cinema com apresentação de documentários sobre o Pantanal com debates pós-filme e encontro com documentaristas _ 3 dias, 3 sessões por dia Espaço LEIA O PANTANAL _ Espaço Literário de lançamento de livros, tarde de autógrafos e contação de histórias _ 5 dias das 9h às 17h Rodas de conversa sobre a preservação da cultura pantaneira, tradições e cultura ancestral, biodiversidade e economia do Pantanal. 4 sessões diárias nos 5 dias mediadas por jornalistas com convidados especialistas nos temas _ convidados: povos indígenas locais, artistas, artesãos, representantes de governo, empresas e empresários, especialistas. Feira de arte, artesanato e cultura pantaneira - Stands com expositores _ ONGs, artistas, povos indígenas e artesãos do Pantanal _ 5 dias das 9h às 17h
Este projeto é totalmente gratuito e, segundo o Artigo 49 da IN23/25 as Contrapartidas Sociais não são obrigatórias.
AcessibilidadeOrientando-se pelas legislações concernentes ao assunto, mais especificamente pelo artigo 215 da Constituição Federal; artigo 1º, inciso I da Lei nº 8.313/91; artigo 44, inciso II do Decreto 5.761/06; e no artigo 42 da Instrução Normativa nº 23/2025. ACESSIBILIDADE FÍSICA:Este projeto será realizado no Memorial da América Latina, local que garante o acesso de pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida (rampas de acesso, piso tátil, banheiros preparados). Medidas de Acesso ao Conteúdo:ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS:Para permitir o acesso do conteúdo para pessoas com deficiência visual incluiremos apresentações com a presença de um narrador, que fará a descrição do espetáculo para acessibilidade do deficiente visual. O narrador estará disponível em todas as apresentações, permitindo a acessibilidade em 100% das apresentações. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS:Para permitir o acesso do conteúdo para pessoas com deficiência auditiva o projeto contratará um Interprete de Libras para atender aos deficientes auditivos alfabetizados nesta linguagem. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS:Pessoas com deficiência necessitam de linguagem dinamizada e atuações que transmitam sentido, além dos recursos concretos que formalizem o conteúdo ao cérebro. Para aumentar a visibilidade de PCDI (pessoas com deficiência intelectual) o projeto abrirá vaga de emprego assistido através da contratação de PCDI, para atendimento aos expectadores que apresentem espectros, síndromes ou doenças que geram limitação de conteúdo.
Democratização de Acesso O projeto adota como ação de democratização de acesso os seguintes incisos do art. 47 da IN 23/2025: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Todas as atividades são gratuitas e localizadas em locais de baixa fruição cultural – não existe nenhuma cobrança de ingressos- Prevê-se um público direto de 15.000 pessoas. Não há cobrança de ingressos.
FICHA TÉCNICA Esclarecemos que o proponente é o responsável pela gestão do projeto e responsável por todo o processo decisório. O Diretor Geral, Alexandre Ferreira Bossi, é o responsável legal pela empresa proponente.Direção Geral – Alexandre Ferreira Bossi Curadoria e Direção Artistica – Gustavo FigueirôaDireção de Produção – Fernanda DearoCoordenação Administrativa – João Noronha______________________________________Alexandre Ferreira Bossi Função no Projeto: Direção GeralPresidente do Conselho da SOS Pantanal______________________________________Fernanda DearoFunção no Projeto: Direção de ProduçãoCompletando 30 anos como captadora de recursos, Fernanda Dearo está no mercado cultural há 25 anos. Com metodologia própria, a especialista que começou a carreira como captadora de recursos na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, e desenvolveu a captação de recursos do LARAMARA com Victor Siaulys (in memorian), além de prestar consultoria em sustentabilidade financeira para ONGs, capta recursos e visita empresas e investidores nacionais e internacionais semanalmente.Em seus cursos, Fernanda Dearo conta sua experiência de mais de 5 mil reuniões de captação de recursos feitas até hoje, como capta, onde estão os recursos, como funcionam os executivos que tem o poder de decisão nas mãos, quais as tendências de investimento de patrocínio atreladas às exigências de ESG, B3 e Parlamento Europeu, e tem uma série de dicas infinitas totalmente práticas, vividas, sofridas, e tiradas de letra em 30 anos de muitas histórias. Com mais de 9 mil ex-alunos e grandes cases de sucesso, Fernanda Dearo atua em nível nacional e internacional, já representou o projeto social do Príncipe Edward no estado de São Paulo, capacitou equipes em Angola/Luanda e ministrou mais de 320 cursos e palestras pelo Brasil. Fernanda defende a ética na profissão, a comissão adequada sobre resultados obtidos por profissionais e a divisão da profissão em 3 perfis bastante diferenciados.______________________________________Gustavo FiqueirôaFunção no Projeto: Curador e Diretor ArtísticoGraduado em Ciências Biológicas pela Univerdidade Presbiteriana Mackenzie, Especialista em Manejo e Conservação da Fauna Silvestre pela Universidade Santo Amaro (UNISA). Trabalhou no laboratório de herpetologia do Instituto Butantan com criação e manutenção de serpentes em cativeiro. Já atuou como voluntário na África do Sul, com conservação de grandes mamíferos em cativeiro, e no Pantanal brasileiro, como biólogo de campo na conservação de onças-pintadas. Já trabalhou como consultor ambiental nos biomas Mata Atlântica e Cerrado e Pantanal. Foi gestor de 6 diferentes parques urbanos na cidade de São Paulo, sendo um deles o Parque Anhanguera, onde foi co-autor da proposta de criação da Unidade de Conservação Refúgio de Vida Silvestre Anhanguera, decretada em 2020. Tem experiência na área de zoologia (herpetofauna e mastofauna), com ênfase em conservação e manejo de fauna em cativeiro e em vida livre. Atualmente é co-fundador da GreenBond, empresa que presta serviços em comunicação e captação de recursos para projetos de conservação da biodiversidade, e professor de pós-graduação do curso de Manejo de Fauna Silvestre e Exótica na FAEF Garça.______________________________________João NoronhaFunção no Projeto: Coordenação AdministrativaDRT 47.913/SP Produtor e Gestor Cultural especializado na elaboração de projetos culturais, direção de produção de projetos de vários formatos, aprovação nas leis de incentivo e captação de patrocínios. Há 12 anos realiza consultoria para a elaboração de projetos culturais, coordenação administrativa e prestação de contas para diversas instituições como o Museu Catavento, o Instituto Terravista, a OAK Educação e Cultura e a Associação Nosso Olhar e o Teatro L'Occitane. Desde 2017 realiza a curadoria de projetos incentivados para a empresa Reckitt Benckiser do Brasil. Realizou a coordenação das atividades culturais da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS de 2019 até 2024. Especialista em gestão de projetos pela USP com trabalho de final de curso relacionado à implantação de métodos de gerência de projetos em restauro arquitetônico. Especialista em Gestão Cultural pela ECA-USP com trabalho de conclusão de curso intitulado “Do Mecenato à Política Nacional das Artes – A Participação Popular nas Políticas Públicas de Fomento às Artes no Brasil”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.