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PRONAC 2515542Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Passado e Futuro - Legado Museu de História Júlio de Castilhos

INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO DO RIO GRANDE DO SUL
Solicitado
R$ 7,88 mi
Aprovado
R$ 7,88 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens móveis e integrados tombados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O Projeto Passado e Futuro _ Legado MHJC prevê a equipagem de uma Reserva Técnica em padrão internacional,com mobiliário e tecnologias adequadas para a guarda de cerca de 11 mil peças de coleções tombadas pelo IPHAN e a realização de 12 novas exposições históricas, ampliando o acesso público e fortalecendo a função social do museu.

Sinopse

O projeto do Novo Museu Histórico do Rio Grande do Sul propõe uma experiência cultural inovadora e abrangente, voltada para a valorização da diversidade e da memória social do Estado. Disposto em múltiplos ambientes expositivos, o museu abrigará programas que englobam a trajetória do RS, com destaque para o protagonismo negro, indígena e feminino, representando diferentes vivências, realidades e vozes da história gaúcha.Com auditório, pinacoteca, ambientes temáticos, instalações interativas, oficinas educativas e espaços de diálogo, a iniciativa oferece ao público uma imersão sensorial, pedagógica e colaborativa. O percurso museológico integra exposições fixas e temporárias sobre farroupilha, memória e resistência, africanidades, história do gaúcho, guerra e linha do tempo do RS, além de eventos culturais, atividades colaborativas e oficinas.Por meio da congregação de arte, história, tecnologia e educação crítica, o museu se estabelece como espaço de encontro, reflexão e construção coletiva da identidade sul-rio-grandense, promovendo conhecimento, inclusão e diálogo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Mobiliar o novo prédio da reserva técnica alcançando um padrão internacional e implantar as exposições de reinauguração do Museu de História Julio de Castilhos, instituição fundada em 1903 e cujas edificações passam por restauro.OBJETIVOS ESPECÍFICOSa)Adquirir mobiliário especializado: adquirir estantes, armários deslizantes, mapotecas, trainél e prateleiras que garantam a organização segura do acervo, otimizando o espaço e facilitando o acesso para pesquisa e conservação. Isso inclui mobiliário com materiais inertes, que não agridam os itens armazenados. b)Providenciar embalagens e acondicionamento adequados: Adquirir caixas, envelopes e invólucros de materiais específicos, como papel de pH neutro e caixas de polipropileno, para proteger as peças contra poeira, luz e manuseio indevido. c)Desenvolver um novo projeto curatorial que conte a história do Rio Grande do Sul e do Brasil, de forma mais dinâmica, inclusiva e acessível. d)Integrar tecnologias interativas: Incorporar recursos multimídia, como telas sensíveis ao toque, projeções e realidade aumentada, para tornar a visitação mais imersiva, especialmente para o público jovem. e)Implantar projeto luminotécnico e a sinalização das salas que destaque as peças de forma segura, sem danificá-las, e criar uma sinalização clara e didática que oriente os visitantes e enriqueça a experiência de aprendizado. f)Tornar o museu acessível por meio da adequação da expografia para pessoas com deficiência, garantindo que o museu seja inclusivo e possa ser desfrutado por todos. g) Produzir mobiliário expográfico apropriado para cada exposição.

Justificativa

O Museu de História Júlio de Castilhos (MHJC), uma das mais importantes instituições culturais do Rio Grande do Sul, encontra-se em um momento de profunda transformação. Atualmente, o museu está fechado para um amplo restauro, um investimento de R$ 15 milhões do orçamento do Estado que visa não apenas à recuperação de sua estrutura histórica, mas também à construção de um novo prédio de quatro andares, totalmente dedicado à Reserva Técnica. Esse cenário representa uma oportunidade única e indispensável para a modernização da instituição. Por décadas, as 11 mil peças tombadas pelo IPHAN estiveram acondicionadas em condições precárias no porão da casa histórica, com uma umidade relativa do ar de 75% — um ambiente totalmente impróprio para qualquer materialidade. O mobiliário existente, além de obsoleto e oxidado, é insuficiente para abrigar o acervo de forma segura e organizada, impossibilitando até mesmo a disposição adequada das coleções por tipologia. A coleção de têxteis, por exemplo, é mantida em cabides, uma prática comprovadamente prejudicial à conservação. O projeto "Passado e Futuro - Legado MHJC" surge como a peça-chave para garantir que o imenso investimento no restauro e na nova construção da reserva técnica atinja seu objetivo. Ele irá equipar esse novo espaço, transformando-o em uma Reserva Técnica Padrão Internacional e proporcionará uma expografia que faça jus a qualidade e robustez do acervo e sua capacidade narrativa. O projeto possibilitará: 1. A aquisição de mobiliário especializado (estantes, armários deslizantes, mapotecas), permitindo o correto acondicionamento do acervo de acordo com sua materialidade. 2.O uso de gavetas apropriadas para as peças têxteis, substituindo os cabides e garantindo sua conservação a longo prazo.3.A unificação de coleções, como a de peças militares, que atualmente têm suas partes metálicas separadas, o que irá otimizar o espaço e facilitar o acesso para pesquisa e conservação, evitando-se a dissociação do acervo.4. A implementação de dispositivos extras de segurança, como arquivos deslizantes com reforço especial, garantindo a proteção de itens de alto valor comercial, como os das coleções de armaria e numismática.Simultaneamente, o projeto aborda a necessidade de modernização na forma como o acervo é apresentado ao público. Com a renovação das salas de exposição, será possível: 5. Criar um novo projeto curatorial que conte a história do Rio Grande do Sul de forma mais dinâmica, inclusiva e acessível. 6.Integrar tecnologias interativas (telas, projeções) para engajar o público jovem. Garantir a acessibilidade no museu a pessoas com deficiência, por meio de rampas, elevadores e recursos táteis, entre outros.7. Implementar um projeto luminotécnico e de sinalização que valorize as peças de forma segura, sem danificá-las, e enriqueça a experiência do visitante.Em suma, o projeto "Passado e Futuro - Legado MHJC" não é apenas uma iniciativa complementar ao restauro; ele é essencial para que a nova infraestrutura do museu cumpra sua função. Ao mobiliar a nova reserva técnica e modernizar as exposições, o projeto assegura a longevidade do patrimônio cultural gaúcho e a relevância social do MHJC, permitindo que o legado do passado seja devidamente protegido e acessível às futuras gerações, motivos pelos quais justifica-se o investimento requerido por meio da Lei Rouanet. A proposta atende ao Art. 1° da Lei 8313/91 no seguinte inciso:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. No que se refere ao Artigo 3º da Lei 8313/91 a proposta abrange os seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Importante ressaltar a relevância das duas instituições envolvidas neste projeto:Museu Julio de CastilhosReconhecido como o mais antigo museu do Rio Grande do Sul, fundado em 1903 e localizado no Centro Histórico de Porto Alegre, o Museu Julio de Castilhos é referência na preservação da memória, história e do patrimônio cultural gaúcho. Seu acervo tombado reúne objetos históricos, documentos, arte sacra, armas, mobiliário imperial, obras de arte e esculturas missioneiras, além de exposições que contemplam a identidade e a diversidade local. O edifício que o abriga é também patrimônio histórico do estado, e suas exposições abrangem temas como resistência indígena, protagonismo feminino e movimentos históricos regionais. Sua atuação educativa, cultural e de diálogo, consagrada pela relevância museológica e social, o torna referência para as futuras gerações.Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRGS)Fundado em 1920, o IHGRGS é uma das mais importantes instituições na produção e difusão do conhecimento histórico e cultural do estado. Dedica-se à pesquisa e à preservação em diversas áreas do saber, como História, Geografia, Antropologia, Arqueologia, Paleontologia e Folclore, com um acervo de cerca de 150 mil volumes que serve de referência para pesquisadores. Destaca-se por sua atuação na valorização da historiografia regional, participação em comemorações de datas marcantes, produção científica, organização de eventos e orientação de projetos de grande porte. Seu arquivo, biblioteca e mapoteca são patrimônio fundamental para a pesquisa histórica, e sua expertise em gestão de projetos culturais – inclusive pela Lei Rouanet – é reconhecida pela qualidade e relevância das iniciativas já realizadas em preservação, difusão, exposições, publicações e democratização do acesso ao patrimônio público.Sinergia InstitucionalA sólida parceria entre o IHGRGS e o Museu Julio de Castilhos demonstra uma trajetória colaborativa consistente, baseada em décadas de trabalho conjunto pela preservação e difusão da história e cultura do Rio Grande do Sul. Essa integração inclui organização de exposições, eventos científicos, seminários, publicações e outras ações que conferem maior impacto, legitimidade e alcance aos projetos desenvolvidos. Juntas, as instituições reúnem expertise histórica, competência museológica, legitimidade patrimonial e abrangente capacidade de mobilização social.A união dessas duas referências institucionais fortalece ainda mais esta proposta, assegurando excelência na execução e ampla repercussão social e cultural, com equipes técnicas especializadas, acervo qualificado e reconhecimento público indispensáveis para o sucesso do novo museu como espaço de preservação, diálogo e valorização da memória coletiva gaúcha e brasileira.

Especificação técnica

O projeto apresentado é um espaço expositivo que busca retratar a história, cultura e memória do Rio Grande do Sul e seus diversos povos, com enfoque na diversidade étnica, social e cultural que compõem a identidade gaúcha.Dividido em dois andares, o museu oferece uma experiência imersiva e educativa, com exposições temáticas que abordam diferentes aspectos históricos e culturais. No 1º andar, destacam-se exposições como "História do Gaúcho", que explora a formação do povo gaúcho sob uma perspectiva antropológica, valorizando suas origens e costumes, e "Todos os Povos", que utiliza tecnologia interativa e elementos audiovisuais para apresentar a diversidade étnica e cultural da região. A exposição "Memória e Resistência" foca na história e cultura dos povos indígenas, com instalações artísticas, artefatos arqueológicos e elementos cenográficos que promovem uma abordagem crítica e colaborativa. Além disso, há espaços dedicados à fotografia, exposições de curta duração e uma pinacoteca com obras que retratam momentos históricos e figuras importantes. No térreo, o visitante encontra exposições como "Linha do Tempo do RS", que narra eventos históricos desde a pré-história até os dias atuais, e "De Júlio a Getúlio", que aborda momentos políticos marcantes. A exposição "Landau/História de POA" apresenta a história da capital gaúcha, incluindo elementos da Belle Époque, como a carruagem Landau. Há também a exposição "História do MHJC", que destaca a trajetória do museu e seu acervo, e a "Exposição Guerra", que conecta os conflitos históricos do estado com peças e artefatos, como canhões.O projeto utiliza uma abordagem moderna e interativa, com recursos como totens digitais, vídeos, som direcional, iluminação em LED e elementos cenográficos. Além disso, busca valorizar a memória de grupos historicamente marginalizados, como indígenas, negros e mulheres, promovendo uma reflexão sobre o papel desses grupos na construção da história e cultura do Rio Grande do Sul. Com uma proposta inclusiva e educativa, o museu se posiciona como um espaço de preservação e valorização da memória coletiva, oferecendo ao público uma experiência rica e diversificada sobre o passado e presente do estado.*Maiores detalhes podem ser apreendidos no material dos anexos Planta Novo Museu e PROJETO ESPECIFICAÇÕES E ORÇAMENTO MOBILIAS

Acessibilidade

Soluções de Acessibilidade ao Conteúdo Expositivo 1. Para Deficientes Visuais (Cegueira e Baixa Visão) Maquetes e Réplicas Táteis: Criação de miniaturas de peças importantes do acervo (como brasões, moedas, ferramentas, indumentárias) e maquete do Museu. Audio-descrição Detalhada: Oferta de audioguias que descrevam o percurso, o ambiente e os objetos expostos de forma minuciosa, com informações sobre cores, formas e a disposição das peças nas salas. Piso Tátil e Sinalização: Instalação de pisos táteis que guiem o visitante com segurança por todas as salas. A sinalização deve incluir placas em Braille com informações sobre a localização das exposições e banheiros. Recursos de Ampliação: Para pessoas com baixa visão, serão disponibilizadas lupas e telas de toque com a função de ampliar o texto e as imagens. 2. Para Deficientes Auditivos (Surdez e Perda Auditiva) Vídeos com Libras e Legendas: Os conteúdos audiovisuais do museu (documentários, depoimentos, animações) devem terão tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), com intérpretes em tela, além de legendas.Painéis Explicativos e Monitores Interativos: As informações das exposições serão claras e diretas. Serão utilizados tablets com legendas e ilustrações para complementar os textos. Capacitação em Libras: Os mediadores terão capacitação para que se comuniquem em Libras para oferecer visitas guiadas e traduzir o conteúdo expositivo para este público. 3. Para Deficiências Intelectuais, TDAH e Dificuldades de Aprendizagem Textos de Fácil Leitura: Serão produzidas versões simplificadas e objetivas dos textos de sala, com frases curtas e vocabulário acessível e ainda a adoção de pictogramas . Use um design limpo e fontes de fácil leitura.Recursos Multissensoriais: A interatividade será explorada com recursos que estimulem o tato, olfato ou audição. Por exemplo, réplicas de tecidos de época que possam ser tocadas, ou estações de cheiro que remetam a algum momento histórico (como o cheiro de erva-mate ou de madeira). Narrativas Visuais e Objetivas: Utilizar-se-á infográficos, ilustrações e vídeos curtos para transmitir informações complexas de forma mais acessível. 4. Soluções Complementares e de Acessibilidade Digital Recursos Online: Disponibilizar-se-á no site do museu versões digitais acessíveis dos conteúdos expositivos, com transcrições de vídeos e textos.Os textos expositivos terão QRCode para leitura em dispositivos móveis.

Democratização do acesso

Gratuidade:Todas as atividades do Museu de História Julio de Castilhos são gratuitas, com acesso universal.Afora esse fator o Museu investe em Ações de Extensão (envolvendo a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, para o planejamento e alocação de acervos na nova reserva técnica e proximidade com a comunidade do seu entorno. Museu Itinerante: exposições menores são uma prática que será ampliada através do Projeto, com réplicas de acervo ou objetos de fácil transporte, que possam circular por praças, escolas, centros comunitários e hospitais. A ideia é levar o museu até as pessoas que não podem se deslocar até ele.Programas de Parceria: O MHJC manterá programas educativos em parceria com escolas públicas, ONGs e centros sociais com uma programação cultural diversificada em horários alternativos. Acesso à Informação e Conteúdo Online Plataforma Tainacan e Brasiliana(IBRAM): o acervo do Museu está online com fotografias de alta qualidade de todo o acervo, com descrições detalhadas. Essas plataformas permitem que o acervo seja consultado por qualquer pessoa, em qualquer lugar. Visitas Virtuais: As novas exposições serão ofertadas virtualmente. Conteúdo para Redes Sociais: As redes sociais são utilizadas para divulgar curiosidades sobre o acervo, trechos de exposições e histórias sobre o Rio Grande do Sul. Isso cria um elo com o público mais jovem e com pessoas que usam a internet como principal fonte de informação. Programas de Inclusão e Formação de Público Mediação Cultural Inclusiva: A equipe do Museu será capacitada para mediar o conhecimento com diferentes públicos, usando abordagens que sejam sensíveis à diversidade cultural, social e intelectual. Isso inclui saber como interagir com pessoas com deficiência, idosos e grupos de diferentes etnias.Oficinas e Cursos Gratuitos: Serão oferecidos oficinas gratuitas de conservação, pesquisa histórica e artesanato para a comunidade. Isso não apenas ensina novas habilidades, mas também transforma o museu em um espaço de aprendizado e desenvolvimento contínuo.

Ficha técnica

IHGRGS - Proponente, administração e gerenciamento do projeto. Instituição cultural, sem fins lucrativos, fundada em 1920. Tem por finalidade promover estudos e investigações sobre História, Geografia, Arqueologia, Antropologia e campos correlatos de conhecimento, principalmente centrados no Rio Grande do Sul. Preservar a memória rio-grandense através de fundos documentais e acervos bibliográficos que servem, também, para embasar as investigações e a construção de massa crítica sobre seu objeto de trabalho. Possui experiência na elaboração, execução e administração de projetos, a título de exemplo citamos aqui os projetos: “Preservação do Acervo Cartográfico do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul” (Lei Rouanet – patrocínio PETROBRAS); “Preservação da Memória do Rio Grande do Sul” (Edital BNDES); “A Natureza na Cartografia Histórica do Rio Grande do Sul” (Copesul/Braskem); “Cartografia Histórica-Urbana de Porto Alegre” (FUMPROARTE/SMC-POA); “Climatização do 2º pavimento do Palácio Piratini em Porto Alegre/RS” (Lei Federal). Além de termos de cooperação técnica e protocolo de interesse com inúmeras instituições. Miguel Frederico do Espírito Santo - Membro Efetivo e presidente da instituição desde 2010. Bacharel em Direito (UFRGS); Especialista em História do Rio Grande do Sul (UFRGS); Mestre em História Ibero-Americana (UNISINOS). Foi professor da Universidade Federal do Rio Grande e é membro do Ministério Público do Rio Grande do Sul (aposentado). Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico de Pelotas e é membro correspondente de outros institutos. Eduardo Hahn – Diretor de Memória e Patrimônio e Diretor interino MHJCArquiteto urbanista pela Universidade Luterana do Brasil - ULBRA (1998), técnico em restauração de cerâmica e produtos pétreos pela Scuola Professionale Edile di Firenze/Itália, entre os anos de 2009 e 2011, mestre em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2024).Papel no Projeto - Coordenação geral pelo MHJCDoris Couto- Analista de Projetos e Políticas Públicas em Gestão Governamental SEDAC/RSMuseóloga e curadora do Museu de História Julio de Castilhos, Doutoranda em História, Teoria e Crítica de Arte (UFRGS). Possui graduação em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2017) e mestrado em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2020).Papel no Projeto: Coordenação Museólogica/Coordenação local Projeto de Extensão Museologia UFRGS no MHJC- Curadora das novas ExposiçõesAngelita Santos da Silva – Analista em Políticas Públicas e Gestão Governamental - Letras (SEDAC-RS)Coordenadora do processo de digitalização do acervo do Museu de história Julio de Castilhos. Possui graduação em Letras-Português pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2007). É Mestre em Letras, Teoria da Literatura, pela mesma instituição. Papel no Projeto: Coordenação de coleções e transferência de acervos para a nova Reserva Técnica/Curadora das novas exposiçõesGuilherme Maffei Brandalise - Analista em Políticas Públicas e Gestão Governamental - História (SEDAC-RS)Mestre em História pelo PPGH/UFRGS (2023), graduado em licenciatura em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2019/2) e Analista em Políticas Públicas e Gestão Governamental - História (SEDAC-RS). Papel no Projeto: Pesquisa histórica e Curadoria das novas ExposiçõesJeniffer Alves Cuty - Professora do Curso de Museologia da UFRGSProfessora Associada III da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lotada no Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, atuando junto ao Curso de Museologia (desde 2009). Doutora e mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul [UFRGS]. Arquiteta e Urbanista pela UFRGS. Especialista em Direitos Humanos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).Papel no Projeto: Coordenação geral de projeto de extensão para mapeamento e ocupação da Nova reserva Técnica do MHJCLilia Katri Moritz Schwarcz - AntropólogaTem graduação em História (USP,1980), mestrado em Antropologia Social (Unicamp,1986), doutorado (USP, 1993), livre docência (USP,1998), Titularidade (USP,2005). Atualmente é Professora sênior do Departamento em Antropologia Social (USP), Global Scholar e Professora visitante em Princeton, (desde 2009), Affiliated Scholar Brazil Lab, e Doutora Honoris Causa pela UBA. Papel no Projeto - Curadora de imagens histórica para Pinacoteca do MHJC

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul