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Projeto "Arandu Ouvir o Tempo" protege o sambaqui do Museu do Forte ao integrar conservação, acessibilidade e educação patrimonial. Inclui um deck de proteção e passarelas acessíveis para visitação segura e de baixo impacto; implanta a Casa das Histórias e uma exposição permanente de arte Guarani, com mediação bilíngue e vídeo-relatos que registram memórias e oralidades com metodologia de educomunicação, cantos, narrativas e cartografias afetivas.; realiza oficinas bilíngues de contação de histórias com as comunidades indígenas Guarani da região; e disponibiliza o site do projeto, com programação, acervo digital e acompanhamento de indicadores. A execução é participativa, com comitê gestor e equipe multidisciplinar, arqueólogo na salvaguarda do sítio e biólogo no monitoramento ambiental Público: escolas locais, educadores, guias, comunidade em geral; Site bilíngue (Guarani_Português) com programação, acervo digital, mapas interativos e repositório de vídeo‑relatos
O Projeto Arandu visa proteger e conservar o sambaqui do Museu do Forte, em Paraty, ao mesmo tempo em que promove a acessibilidade, a valorização da cultura indígena guarani e a sustentabilidade com a construção de uma casa das histórias.Proteção e Conservação do Sambaqui do Museu do ForteA proteção e conservação do sambaqui do Museu do Forte dependem de uma gestão integrada, que una infraestrutura adequada (como o deck), educação patrimonial, controle de visitação e monitoramento técnico contínuo. Essas ações asseguram que o sítio seja valorizado, estudado e apreciado sem comprometer sua integridade para as futuras gerações.Acessibilidade e circulação: passarelas de acessoAs passarelas de acesso são elementos fundamentais para conjugar acessibilidade, segurança e conservação. Elas asseguram que o público possa se aproximar e compreender o patrimônio arqueológico sem causar impactos negativos à sua estrutura, promovendo uma experiência cultural responsável, inclusiva e sustentável.Casa de Histórias: Espaço Cultural para os Indígenas contarem Histórias BilínguesA Casa de Histórias é um espaço cultural dedicado à valorização, transmissão e preservação da memória oral dos povos indígenas. Sua principal finalidade é oferecer um ambiente onde os próprios indígenas possam compartilhar suas narrativas, mitos, tradições e experiências — em suas línguas nativas e em português — fortalecendo o diálogo intercultural e o reconhecimento da diversidade linguística e cultural do Brasil. Espaço de valorização da oralidade e da cultura indígenaA tradição oral é um dos pilares das culturas indígenas. Por meio das histórias, os povos transmitem: Saberes ancestrais sobre a natureza, a origem e a convivência comunitária;Lições éticas e espirituais;Referências históricas e territoriais de suas comunidades.A Casa de Histórias oferece um ambiente simbólico e acolhedor para que essas narrativas possam ser ouvidas e registradas, respeitando o modo próprio de contar e ensinar dos povos originários. Abordagem bilíngueO caráter bilíngue do espaço promove:A preservação e revitalização das línguas indígenas, muitas delas ameaçadas;A tradução cultural para o público não indígena, ampliando a compreensão intercultural;O fortalecimento da identidade linguística das comunidades, que passam a ver suas línguas reconhecidas em espaços institucionais ou públicos.Essa convivência entre o idioma nativo e o português valoriza a diversidade linguística como parte essencial do patrimônio imaterial brasileiro.Espaço educativo e participativoA Casa de Histórias também tem função educativa e social:Pode promover oficinas, contações de histórias, rodas de conversa, exibições audiovisuais e performances tradicionais;Incentiva o contato direto entre visitantes e narradores indígenas, promovendo o respeito e o entendimento sobre suas cosmologias e modos de vida;Atua como um centro de diálogo entre culturas, aproximando o saber tradicional do saber acadêmico ou museológico.Arquitetura simbólica e acolhedoraO próprio projeto arquitetônico pode refletir elementos da cultura indígena, como:Uso de materiais naturais intefrada ao espaço que é no meio da mataImplantação que dialoga com o ambiente e privilegia o convívio circular;Assim, o espaço se torna não apenas funcional, mas também representativo da identidade cultural que abriga.A Casa de Histórias é, portanto, mais do que um espaço físico — é um território simbólico de memória, troca e resistência cultural. Ela valoriza a voz dos povos indígenas, promove a diversidade linguística, estimula a educação intercultural e reforça o compromisso com a preservação do patrimônio imaterial.Exibição permanente de arte guaraniA exposição permanente de arte guarani é uma ação de preservação e reconhecimento cultural, que busca aproximar o público do universo simbólico guarani, destacando sua arte como forma de expressão, resistência e diálogo intercultural. Ela transforma o museu em um espaço vivo — um lugar de encontro entre culturas, onde se reconhecem e se celebram os múltiplos modos de ser e criar no território brasileiro.Oficina de contação de histórias bilingue A oficina de contação de histórias bilíngue é uma ação de preservação, valorização e intercâmbio cultural, que reconhece a importância da língua, da oralidade e da memória na formação da identidade coletiva.Ela fortalece os laços entre comunidades indígenas e sociedade, estimula o respeito pela diversidade linguística e amplia as formas de aprender e se comunicar através das histórias.O sítio de internet do projeto Arandu,ouvir o Tempo é mais do que uma página informativa: é um espaço de troca, registro e difusão de saberes.Ele traduz, para o ambiente digital, o compromisso do projeto com a educação intercultural, a valorização dos povos indígenas e a democratização do conhecimento — tornando o Arandu um território digital de memória e sabedoria coletiva. O vídeo “Arandu, Ouvir o Tempo” é uma obra de registro e escuta , uma forma de dar visibilidade à diversidade cultural e espiritual que compõe o projeto Arandu.Mais do que mostrar o que aconteceu, ele ensina a perceber o tempo e a cultura através da escuta, valorizando o modo indígena de entender o mundo e deixando um legado audiovisual de memória, respeito e sabedoria compartilhada.
Objetivos do Projeto Arandu1) Proteção e conservação do sambaqui do Museu do ForteObjetivo principal: assegurar a integridade estrutural e ambiental do sambaqui, minimizando impactos de visitação e violência ambiental.Metas específicas:Implementar um deck de proteção que permita o acesso controlado sem contato direto com o sambaqui.Estabelecer normas de visitação, monitoramento ambiental e controle de erosão na rampa de acesso.Integrar medidas de proteção arqueológica, como controle de circulação, sinalização educativa e registros de uso do solo.Garantir a conformidade com leis de proteção de patrimônio cultural e ambiental, incluindo licenciamentos e consulta a comunidades tradicionais.Indicadores de sucesso:Redução de desgaste na área do sambaqui.Percentual de visitantes utilizando caminhos designados (meta: ≥ 90%)Relatórios trimestrais de monitoramento ambiental sem incidentes significativos.2) Acessibilidade e circulação: passarelas de acessoObjetivo principal: criar infraestrutura de circulação segura, acessível e sustentável para visitantes, escolas e pesquisadores.Metas específicas:Projetar passarelas com acessibilidade para cadeirantes e mobilidade reduzida.Utilizar materiais duráveis, de baixo impacto ambiental e estética compatível com o sítio arqueológico.Incluir proteção contra intempéries, iluminação suave, sinalização educativa e pontos de observação.Estabelecer plano de manutenção preventiva, segurança, controles de peso, escadas, corrimões e drenagem.Indicadores de sucesso:Conformidade com normas de acessibilidade (ex.: ABNT NBR 9050) e códigos locais.Tempo de deslocamento entre pontos críticos adequado a todos os visitantes.Baixa incidência de interrupções por desgaste/danos.3) Casa de histórias: espaço cultural para os indígenas contarem históriasObjetivo principal: construir um espaço multifuncional que valorize a tradição guarani, com contação de histórias em português e musealização de arte guarani.Metas específicas:Construir uma casa de uso cultural com sala de contação de histórias bilingue, espaços para oficinas e área de exibição permanente de arte guarani.Programação contínua de contação de histórias, apresentações, oficinas de artesanato e exposições em cooperação com a comunidade guarani.Participação ativa de representantes guarani na curadoria, gestão e confecção de materiais artísticos.Ambientes com acessibilidade, conforto térmico e conservação de objetos/artefatos.Indicadores de sucesso:Número de apresentações/oficinas mensais.Participação efetiva da comunidade guarani na curadoria.Avaliação periódica de conservação das peças exibidas.4) Exibição permanente de arte guaraniObjetivo principal: estabelecer uma coleção e exibição permanente que conectem memória, identidade e história guarani.Metas específicas:Curadoria de peças representativas com fichas técnicas e contextualização histórica.Vitrines, iluminação adequada, controle de temperatura/umidade quando necessário, proteção contra danos.Participação de artesãos/ artistas guarani na criação de peças exibidas; promoção da produção contemporânea associada à tradição.Legendagem bilíngue (guarani e português) e recursos educativos (áudio/guia visual).Indicadores de sucesso:Rotação anual mínima de obras para exposição permanente.Satisfação do público com acessibilidade e qualidade da exibição.Número de parcerias com comunidades guarani e instituições acadêmicas.5) Sustentabilidade, participação e gestãoObjetivo principal: governança participativa, sustentabilidade econômica e respeito aos saberes tradicionais.Metas específicas:Criar um comitê gestor com representantes do museu, comunidades guarani, autoridades locais e especialistas.Adotar práticas de construção sustentável (materiais locais, baixo impacto, manejo de resíduos, eficiência energética).Desenvolver planos de manutenção, preservação e operação com orçamento anual.Capacitar equipes locais para operação das atividades culturais e de conservação.Indicadores de sucesso:Acordo formal de cooperação com comunidades guarani.Orçamento anual aprovado para manutenção e programação cultural.Participação comunitária no planejamento, implementação e avaliação.
Justificativa e Objetivos do Projeto Arandu O Projeto Arandu, Ouvir o Tempo surge como uma iniciativa integrada de valorização do patrimônio arqueológico, cultural e ambiental que compõe o acervo do Museu do Forte e seu entorno. Seu propósito fundamental é promover a preservação do sambaqui existente, a acessibilidade universal, a valorização das tradições guarani e a implementação de práticas sustentáveis de gestão e conservação. Diante do crescente interesse público e acadêmico pelo patrimônio regional, o projeto busca conciliar visitação responsável, educação patrimonial e respeito às comunidades tradicionais, estabelecendo-se como um modelo de gestão participativa e de diálogo intercultural. Proteção e Conservação do Sambaqui do Museu do Forte A preservação do sambaqui constitui o eixo central do Projeto Arandu, Ouvir o Tempo uma vez que este patrimônio arqueológico representa um registro insubstituível da ocupação humana pré-colonial na região. O principal objetivo é assegurar sua integridade estrutural e ambiental, minimizando impactos decorrentes da visitação e de eventuais ações de degradação. Para tanto, prevê-se a instalação de um deck de proteção que possibilite o acesso controlado dos visitantes, sem contato direto com o sítio. Ademais, serão instituídas normas de visitação, monitoramento ambiental e controle de erosão, garantindo a conformidade com a legislação de proteção do patrimônio cultural e ambiental. Essa abordagem técnica e educativa visa não apenas reduzir o desgaste físico da área, mas também fomentar uma consciência coletiva sobre a importância da conservação. Acessibilidade e Circulação: Passarelas de Acesso O segundo eixo do projeto aborda a questão da acessibilidade e da circulação dos visitantes. A criação de passarelas seguras e sustentáveis é essencial para assegurar a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, em conformidade com a norma ABNT NBR 9050. Além de promover o acesso universal, as passarelas serão concebidas a partir de materiais duráveis e de baixo impacto ambiental, preservando a harmonia estética com o sítio arqueológico. A presença de iluminação adequada, sinalização educativa e pontos de observação ampliará o potencial didático do espaço, enquanto o plano de manutenção preventiva garantirá a longevidade das estruturas e a segurança dos usuários. Casa de Histórias: Espaço Cultural Guarani O Projeto Arandu, Ouvir o Tempo também reconhece a importância de fortalecer as expressões culturais e narrativas do povo guarani. A "Casa de Histórias" será um espaço cultural dedicado à contação de histórias, apresentações, oficinas de artesanato e exposições de arte guarani. Trata-se de um ambiente de intercâmbio e valorização das tradições orais, concebido de forma participativa, com envolvimento direto de representantes guarani na curadoria e na gestão. A infraestrutura buscará garantir conforto térmico, acessibilidade e conservação adequada dos objetos exibidos. Dessa forma, o espaço contribuirá para a vitalidade cultural e para a promoção da diversidade de saberes, fortalecendo o vínculo entre o museu, a comunidade indígena e o público visitante. Exibição Permanente de Arte Guarani Paralelamente, será estruturada uma exposição permanente de arte guarani, integrando memória, identidade e produção contemporânea. O conjunto de peças será acompanhado de fichas técnicas, contextualização histórica e legendas bilíngues (guarani e português), reforçando o aspecto educativo da mostra. A curadoria envolverá artesãos e artistas guarani, possibilitando a difusão de suas produções e o reconhecimento de suas narrativas visuais. A infraestrutura museológica _ com iluminação adequada, controle climático e vitrines de proteção _ garantirá a integridade das peças, promovendo a interação entre a arte tradicional e os desafios da contemporaneidade. Sustentabilidade, Participação e Gestão Por fim, o eixo de sustentabilidade e governança assegura a perenidade e a coerência institucional do Projeto Arandu. O estabelecimento de um comitê gestor, composto por representantes do museu, das comunidades guarani, de autoridades locais e de especialistas, permitirá uma gestão participativa e transparente. Entre as diretrizes prioritárias estão a adoção de práticas construtivas sustentáveis, a elaboração de planos de manutenção e o manejo eficiente dos recursos financeiros e ambientais. Paralelamente, propõe-se a capacitação de equipes locais, fortalecendo vínculos comunitários e estimulando o desenvolvimento socioeconômico associado à conservação do patrimônio
Por que essa solução construtivaProtege o sítio arqueológico: passarelas/deck elevadas evitam pisoteio e compactação direta no sambaqui, mantendo ventilação e drenagem do solo.Menor impacto em terreno íngreme: apoios pontuais e modulares reduzem cortes/aterros, erosão e movimentação de solo.Durabilidade com manutenção simples: ipê no piso e eucalipto tratado na estrutura oferecem longa vida útil em ambiente externo e costeiro, com inspeções e reóleos periódicos.Conforto e bioclimatismo: telha de barro garante massa térmica, sombreamento e ventilação sob-cobertura, favorecendo a Casa das Histórias sem climatização artificial.Aderência cultural e estética: linguagem de madeira e telha cerâmica dialoga com o lugar e com a proposta “Ouvir o Tempo”, sem competir com o sítio.Reversibilidade e conformidade: sistemas parafusados/modulares facilitam desmontagem, adequando-se às diretrizes do IPHAN e à lógica de “intervenção mínima”.Razões por componenteEucalipto tratado (estrutura)Vantagens: disponibilidade regional, custo-efetivo, bom desempenho estrutural quando autoclave Classe 3/4 e detalhado contra umidade.Justificativa no sítio: permite pórticos e apoios pontuais reguláveis, úteis em declives e para afastar a madeira do solo.Ipê (piso de deck/passarelas)Vantagens: altíssima dureza e resistência a tráfego, água e fungos; estabilidade dimensional.Justificativa no sítio: reduz substituições em áreas de uso intenso; frestas de 5–7 mm mantêm a casa das histórias ventilada.Telha de barro (cobertura)Vantagens: conforto térmico e acústico, ventilação de cumeeira, manutenção previsível e resistência ao fogo.Justificativa na Casa: cria ambiente propício à contação de histórias e preserva objetos sensíveis ao calor direto.Adequação ao terreno íngremeTraçados em zigue-zague (rampas ≤ 8,33%) com patamares para acessibilidade.Apoios pontuais (bases superficiais reguláveis ou estacas helicoidais fora do polígono sensível), com contraventamentos em X e drenagem robusta para evitar erosão.Desempenho, segurança e normasAcessibilidade: corrimãos e guarda-corpo ≥ 1,10 m e sinalização tátil (NBR 9050).Estrutural: dimensionamento para cargas de passarela pública.Ambiente salino: ferragens inox AISI 316 e isolação de pares galvânicos.
1. Exposição Permanente de Arte GuaraniCriação e manutenção de um espaço expositivo dedicado à arte e cultura guarani, apresentando tanto produções tradicionais quanto expressões contemporâneas.Objetivos: valorizar a estética indígena, reconhecer suas linguagens simbólicas e promover o diálogo cultural.Atividades associadas: curadoria compartilhada com artistas e mestres guarani, montagem expositiva, mediação cultural e visitas guiadas. 2. Casa de HistóriasImplantação de um espaço cultural de narração oral, onde indígenas podem contar histórias bilíngues em suas línguas de origem e em português.Objetivos: preservar a tradição oral, fortalecer as línguas indígenas e estimular o diálogo intercultural.Atividades associadas: sessões de contação, rodas de conversa, gravações audiovisuais e oficinas de oralidade. 3. Oficina de Contação de Histórias BilíngueAtividade educativa voltada a crianças, jovens e educadores, que promove a vivência da oralidade indígena e da diversidade linguística.Objetivos: valorizar a palavra falada, aproximar o público das narrativas guarani e estimular o respeito à diferença.Metodologia: escuta de histórias, participação ativa dos visitantes, aprendizado de expressões indígenas e criação coletiva de narrativas. 4. Proteção e Conservação do Sambaqui do Museu do ForteAdoção de medidas de preservação arqueológica, incluindo a implantação de deck de proteção, normas de visitação e monitoramento ambiental.Objetivos: assegurar a integridade física e ambiental do sambaqui, garantindo sua preservação como patrimônio cultural e natural.Atividades associadas: manutenção do entorno, controle de erosão, sinalização educativa e acompanhamento técnico especializado. 5. Acessibilidade e CirculaçãoConstrução de passarelas e rampas de acesso que permitem visitação segura e inclusiva, sem comprometer o sítio arqueológico.Objetivos: promover acessibilidade universal e ordenar o fluxo de visitantes.Características: estrutura elevada, materiais sustentáveis e integração paisagística. 6. Vídeo de Registro — “Ouvir o Tempo”Produção de um documentário audiovisual que registra as ações, depoimentos, saberes e experiências vividas no Projeto Arandu.Conceito: “ouvir o tempo” representa a escuta das vozes, memórias e ritmos culturais dos povos indígenas.Objetivos: documentar o processo, ampliar a difusão cultural e sensibilizar o público através de uma narrativa poética e educativa. 7. Sítio de Internet do Projeto AranduCriação de uma plataforma digital destinada à comunicação, preservação e difusão dos conteúdos culturais do projeto.Objetivos: disponibilizar informações bilíngues, divulgar atividades e registrar permanentemente os produtos culturais do Arandu.Conteúdos: notícias, agenda, vídeos, fotografias, catálogos e biblioteca digital.
1. Audiodescrição: Forneceremos audiodescrição para exposições e materiais visuais, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam o conteúdo através de descrições detalhadas dos elementos visuais. E incluiremoss mapa tátil2. Libras (Língua Brasileira de Sinais): Incluiremos Libras nos vídeos, além de incluir legendas para garantir que pessoas com deficiência auditiva possam acessar o conteúdo.3. Cartazes de sinalização em Formato Acessível: Criaremos materiais impressos e digitais em formatos acessíveis, como documentos digitais compatíveis com leitores de tela, para pessoas com deficiência visual.4. Design Universal: Adotaremos princípios de design universal em todas as comunicações e exposições, garantindo que a linguagem seja clara e simples, facilitando a compreensão por pessoas com deficiência intelectual.5. Tecnologia Assistiva: Utilizaremos tecnologias assistivas, como aplicativos de leitura de texto e códigos QR para acessar os vídeos e narrativas das peças para ajudar visitantes com diferentes tipos de deficiência a interagir com o conteúdo.6. Treinamento de Equipe: Capacitação a equipe do museu para atender visitantes com deficiência, garantindo que estejam preparados para oferecer suporte e informações de maneira inclusiva e respeitosa.7. Espaços Sensorialmente Acessíveis: Criar espaços que considerem a sensibilidade sensorial, oferecendo áreas tranquilas e controladas para visitantes que possam se sentir sobrecarregados por estímulos sensoriais.8. Peças da exposição para experiência tátil
Acesso como direito culturalO Projeto Arandu entende o acesso à cultura e à memória como um direito, não como privilégio. Por isso, suas ações são planejadas para alcançar:Públicos diversos, incluindo comunidades locais, estudantes, professores e visitantes de diferentes origens;Pessoas com distintas formações e idades, respeitando múltiplas formas de aprender e interpretar o mundo;Comunidades indígenas e não indígenas, em igualdade de protagonismo e voz.A democratização de acesso, assim, vai além da visitação — é um processo de inclusão afetiva, cognitiva e simbólica.2. Oficinas bilíngues como ferramenta de acesso As oficinas bilíngues de contação de histórias representam uma das estratégias mais efetivas de democratização cultural no âmbito do Arandu. Por meio da oralidade e das línguas (indígenas e português), essas oficinas: Traduzem o patrimônio imaterial em experiência viva, aproximando o público das cosmologias indígenas; Eliminam barreiras linguísticas e culturais, tornando o conhecimento acessível a todos por meio da tradução e da escuta; Promovem o respeito às diferenças, ao mesmo tempo em que estimulam o aprendizado sobre o outro; Valorizam as línguas indígenas como veículos de saber, fortalecendo identidades e combatendo o apagamento linguístico. Em um mesmo espaço, duas culturas convivem em igualdade, e a escuta torna-se o modo principal de aprendizado e partilha.3. Acesso físico, sensorial e simbólicoO Arandu também trabalha a democratização de acesso em dimensões complementares:Física: espaços acessíveis, como o deck de visitação e trilhas seguras, permitindo a circulação de todos;Sensorial: mediações culturais sensíveis, que valorizam a escuta, o cheiro, o som e as texturas da floresta e dos objetos;Simbólica: o reconhecimento de que as histórias indígenas pertencem à humanidade, e não apenas a um grupo específico.Assim, o público não apenas visita o projeto, mas vivencia uma experiência educativa e intercultural, transformadora e inclusiva.Mediação educativa e envolvimento comunitárioAs oficinas bilíngues envolvem contadores de histórias indígenas, tradutores, mediadores e educadores, garantindo que a interpretação do conteúdo seja autêntica e dialogada. Os participantes — indígenas e não indígenas — compartilham um mesmo espaço narrativo, reformulando a noção tradicional de ensino: todos aprendem, todos ensinam.Essas ações geram pertencimento, empatia e consciência cultural, ampliando o público e fortalecendo o papel social do museu e da cultura indígena na contemporaneidade.A democratização de acesso, no contexto do Projeto Arandu, é um compromisso com o direito de ouvir, contar e compreender, independentemente de origem, idioma ou condição social. As oficinas bilíngues de contação de histórias representam o coração desse processo, pois transformam a palavra em ponte entre mundos — o mundo indígena e o não indígena —, promovendo um encontro verdadeiro entre saberes, línguas e sensibilidades.
O dirigente da Associação Nhandeva Roque Antonio Gonzalez Menoret, coordenará o projeto.Roque Antonio Gonzalez Menoret é um renomado especialista em cultura e tradições populares, com um foco particular nas práticas artesanais e sustentáveis das comunidades tradicionais. Com formação livre em antropologia e etnologia, Roque dedicou grande parte de seu trabalho ao estudo e à preservação das cultura guarani do Brasil.Fundador da Associação Artístico Cultural Nhandeva em Paraty em 1998.Prêmio Cassandra Silva Ribeiro Arqueologa FORMAÇÃO2018- 2019 - Curso Técnico em Enfermagem -– Curso Impacto – Duque de Caxias.- Estágio Supervisionado: Hospital Municipal Dr° Moacyr do Carmo.2015- 2017 - Pós Graduação em Arqueologia, Gestão e Educação Patrimonial – InstitutoPolitécnico Tomar – IPT – Portugal.Tema: Etapas de Um Salvamento Arqueológico – Laboratório e EducaçãoPatrimonial.Orientadora: Doutora Alexandra Águeda de Figueiredo2009 - 2011 - Pós Graduação, Especialização Lato Senso em História do Brasil –Universidade Federal Fluminense – UFF.Tema: Comerciantes e Caixeiros - Conflitos na Sociedade de Independência.Orientador: Doutor Carlos Gabriel Guimarães.2003-2006 Título – Licenciatura Plena em História –Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Duque de Caxias (FEUDUC).1994-1996 – Curso de Formação de Professores -1Instituto de Educação Governador Roberto Silveira – IEGRS.IDIOMASInglês – Nível intermediárioEXPERIÊNCIA PROFISSIONALJUN a NOV de 2024 - Instituto de Arqueologia Brasileira - IAB - Estrada da Cruz Vermelha,45 - Vila Santa Tereza, Belford Roxo - RJ. Cargo de Arqueóloga de Campo no “Programade Intervenção Arqueológica - Maternidade Alzira Reis”. Processo nº:01500.002725/2022-88. Patricia Angela Solari Pedagoga Patricia Angela Solari , data de nascimento 25 de março de 1953,nascida emBuenos Aires, radicada em Paraty desde 1980.cpf:054.315.247-20 RNEY046525--Pedagoga formada pela UBA.Universidade de Buenos Aires Argentina.-Artista em artes visuais possui seu atelier em Paraty.Experiência de mais de 30 anos como professora de artes visuais, desenho,pintura e cerâmica.2002-Projeto Lei de incentivo à Cultura de Paraty “Educando com Arte”Instituto ITAE(Instituto Trilha da arte e Educação).2005-Pontos de Cultura ITAE e projeto “Manoel Martins Quilombo doCampinho da Independência.Promotora do Evento com exposição de arte Guarani Mbya,YmaguareMitos e lendas,dos Guarani da região de Paraty desde 1997.O eventoYmaguare Mitos e Lendas,promove o concurso de Cestaria tradicional,indigenaguarani, desde 1998, e a seleção de arte em fibras vegetais caiçara e quilomboladesde 2007.2008-Autora do livro¨ Vivência de Saberes ¨parceria IPHANUNESCO.Trata da Educação diferênciada dos afro descendentes doQuilombo do Campinho em Paraty, Rio de Janeiro.2007-Autora do livro Ymaguare,Mitos e lendas indígenas Guarani I.Reedição 2010.Adotado pelas escolas públicas e particulares da Costa Verdee o Colégio Don Pedro II do Rio de Janeiro.2010 Autora do livro Ymaguare “Mokoi po ha mbohapy” Mitos e lendasGuarani.II2010 Investigação e recuperação da Cerâmica Guarani nas três aldeias de Paratyno Ponto de Cultura “Recuperação da cerâmica Guarani, e seu registro Áudiovisual” Parceria Associação Artístico Cultural Nhandeva, Ministério da Cultura eSecretaria de Culttura de Rio de Janeiro.2012 Pesquisadora das Culturas tradicionais, indígenas Guarani, Caiçaras, povode pescadores, e Quilombolas de Sào Paulo, Rio de janeiro e Espirito santo..2012 Autora do livro “Culturas de fibra”, parceria com Associão ArtísticoCultural Nhandeva, ONG sem fins lucrativos, e IPHAN, Intituto do PatrimônioHistórico Nacional.Marcelo Guedes MúsicoAndrea Salvador lara ArquitetaProfissional com excelentes habilidades de comunicação e amplo conhecimento em Projetos de Arquitetura e Urbanismo, além de amplo conhecimento dos processos de Legalização e Licenciamentos.Sempre em busca das melhores soluções aos problemas apresentados, de forma a colaborar com a rotina diária e prestar um serviço de alta qualidade.Formação em legislação • Comprometimento com processos urbanos e zoneamento • Elaboração de orçamentos Oração eganiz atenção aos detalhes em projetos • Análise crítica de demandas sociais e ambientais Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinaresProfessor do Ensino FundamentalPrefeitura Municipal de Paraty - Paraty, RJ◦ Professor de matemática do ensino fundamental II na rede municipal de ensino.Arquiteto e Urbanista - Profissional AutônomoEscritório Próprio - Paraty, RJ◦ Atuação na Área de Arquitetura e Urbanismo na execução de Projetos de Arquitetura e Urbanismo, Legalizações e Licenciamentos junto aos órgãos competentes. Processos de regularização de imóveis através de Processos de Retificação de Área. Averbação junto ao RGI e Usucapião Extrajudicial. Além da execução e acompanhamento de obras.Coordenador Técnico de ProjetosPrefeitura Municipal de Paraty - Paraty, RJ◦ Atuação na Área de Arquitetura e Urbanismo na execução de projetos de arquitetura e urbanismo, além da elaboração de planilhas orçamentárias, cronogramas de obra e acompanhamento da execução de obras.Prefeitura Municipal de Paraty - Paraty, RJ◦ Atuação na Área de Arquitetura e Urbanismo na execução de projetos, cronograma, orçamento e acompanhamento de obras públicas, além de gestão de pessoal e serviços de manutenção.Acadêmico Marcio Kuaray da Silva Arte educador e tradutor guarani/portugues Aldeia Itaxim Ilda yva Poty da Silva arte educadora Aldeia Araponga Voluntários Pedro Campos Franke, nascido no Rio de Janeiro em 15 de julho de 1981, graduado em história (2008) e mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010). Foi bolsista de iniciação científica da Fiocruz entre 2004 e 2005 nos projetos "Saúde na construção material e simbólica da Nação (1910 - 1960)" e "Estudo da trajetória e contribuição de Roquette-Pinto ao pensamento social brasileiro". É servidor do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) desde 2012, atuando como Técnico em Assuntos Culturais na área de História no Museu Forte Defensor Perpétuo em Paraty. Publicou duas edições do livreto paradidático "Uma breve história de Paraty" pela editora do Ibram. João Augusto de Andrade Neto. Educador Museal, Doutor em Ciências Sociais pela UFRRJ. Técnico em Assuntos Culturais do Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty, unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A partir dali atua na educação museal há 10 anos e coordena o Grupo de Estudos em Educação Museal do Ibram e o Grupo de Pesquisa Educação Museal: conceitos, história e políticas do Ibram/CNPq (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/501637). Dedica-se a estudos e ações educativas e culturais relacionadas aos seguintes temas: edicação museal, educação socioambiental, territórios e comunidades tradicionais, movimentos sociais, organização e cooperação em comunidades, cultura e religiosidade popular e saberes ancestrais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.