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PRONAC 2515550Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Caminhos Sustentáveis Virtual

INSTITUTO SAMAUMA
Solicitado
R$ 5,82 mi
Aprovado
R$ 5,82 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-12-01
Término
2028-02-29
Locais de realização (5)
Manaus AmazonasBrasília Distrito FederalCuritiba ParanáRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na realização de vivências culturais e educativas imersivas com o uso de óculos de realidade virtual, direcionadas a alunos de baixa renda de escolas públicas situadas em 5 cidades, em diferentes regiões brasileiras. Os beneficiários serão convidados a mergulharem nas temáticas ligadas culturas tradicionais, a biodiversidade, mudanças climáticas e racismo ambiental vinculadas a sua região, por meio de atividades interativas, oficinas e rodas de conversas.

Sinopse

PRODUTO PRINCIPAL"Caminhos Sustentáveis Virtual" é um projeto voltado para vivências culturais e educacionais, que busca viabilizar uma imersão profunda na biodiversidade e cultura tradicional brasileira para que crianças e jovens de baixa, possam vivenciar a biodiversidade brasileira, a cultura tradicional, entender suas raízes e vislumbrar oportunidades para o para si mesmas e para o país. Com 50 vivências em biomas de 5 regiões diferentes e com a previsão de atendimento no total de 4000 alunos em cada cidade, queremos realizar um projeto nacional, amplo, diverso e inclusivo. A classificação indicativa é livre, contudo, o público-alvo do projeto são crianças e jovens de baixa renda que estão na faixa etária dos 8 aos 18 anos. Cada vivência tem a duração de 1 dia, e o projeto irá disponibilizar os óculos de realidade virtual e demais materiais de apoio, além de equipe capacitada e especializada para utilização dos equipamentos, condução das rodas de conversas e monitoramento da participação dos alunos. Serão realizadas 10 vivências por cidade, voltadas para escolas estaduais e municipais da rede pública de ensino. Será captado conteúdo audiovisual ao longo das vivências para divulgação e ampliação do alcance da mensagem do projeto. Ao término das vivências será produzido um relatório final de impacto referente as localidades visitadas, incluindo as percepções dos jovens participantes assim como conteúdo de monitoramento da participação. Esses materiais irão compor a prestação de contas do projeto, e poderá ser utilizado como material institucional.PRODUTO SECUNDÁRIOSerão oferecidas para os participantes oficinas educativas sobre mudanças climáticas, racismo ambiental e culturas tradicionais, que serão ministradas pelas populações tradicionais, professores e facilitadores de cada uma das 5 cidades.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar gratuitamente vivências culturais e educativas imersivas, com o uso de óculos de realidade virtual, direcionadas a alunos de baixa renda de escolas públicas estaduais e municipais situadas em 5 cidades, em diferentes regiões brasileiras. Temáticas ligadas a culturas tradicionais, biodiversidade, mudanças climáticas e racismo ambiental vinculadas a sua região, serão pautadas em atividades interativas, oficinas e rodas de conversa utilizando a tecnologia como aliada nesse aprendizado.Objetivos específicos- Realizar 10 dias de vivências em escolas públicas municipais e estaduais de cada uma das seguintes cidades: Curitiba (Região Sul), São Paulo (Região Sudeste), Brasília (Região Centro-Oeste), Recife (Região Nordeste) e Manaus (Região Norte). Totalizando 50 vivências, sendo 10 por cidade;- Beneficiar em cada vivência 400 crianças e jovens, de baixa renda, de 8 a 18 anos. Totalizando nas 5 cidades 20.000 beneficiários;- Viabilizar a utilização dos óculos de realidade virtual como ferramenta de apoio educacional para tratar temas relevantes da cultura e história de cada região;- Promover o conhecimento e aprendizado utilizando a tecnologia para transportar usuários a outros ambientes, permitindo que explorem, interajam e aprendam de forma vivencial e envolvente;- Possibilitar que alunos de baixa renda tenham contato com recursos tecnológicos de ponta, ainda restritos às camadas da população com limitação de recursos financeiros;- Oferecer aos alunos participantes, oficinas educativas sobre mudanças climáticas, racismo ambiental e culturas tradicionais em cada uma das 5 cidades;- Motivar o interesse dos alunos na biodiversidade da sua região, buscando entender as questões ligadas ao meio ambiente e a consciência da preservação;- Utilizar a educação patrimonial como instrumento de "alfabetização cultural" para que os alunos possam ter o aprendizado e reconhecimento de suas origens, a partir das comunidades tradicionais presentes em sua região geográfica;- Produzir relatório final de impacto com detalhes das regiões visitadas, beneficiários e suas percepções, entre outros indicadores;- Realizar um programa nacional, amplo, diverso e inclusivo.

Justificativa

O Instituto Sumaúma, idealizado em 2020, e constituído oficialmente em 2023, é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na produção e fomento de atividades de impacto sócio-cultural e educacional para populações negras, indígenas e/ou periféricas. O Instituto Sumaúma atua de forma interdisciplinar e intersetorial em consonância com os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: ODS 4: Educação de Qualidade; ODS 5: Igualdade de Gênero; ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico; ODS 10: Redução das Desigualdades; ODS 16: Paz, Justiça e Instituições Eficazes e ODS 17: Parcerias e Meios de Implementação.O Instituto Samaúma foi criado a partir da iniciativa da Vivalá, que é referência em Turismo Sustentável do Brasil e atua em 30 unidades de conservação nos biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal, apoiando na conservação de 4,4 milhões de hectares em UCs de 16 estados brasileiros. Já o Instituto, que tem como missão "produzir e compartilhar conhecimento relevante para e com o ecossistema; colaborar com o desenvolvimento de carreiras e a superação de desafios no campo acadêmico para povos afro, indígenas e/ou periféricos; e ampliar possibilidades epistêmicas a partir de visões de mundo não hegemônicas", e considera como Valores: "Educação, Compartilhamento, Respeito aos territórios e Articulação em Rede", cria-se o campo ideal para desenvolver um projeto com temas baseados em cultura e educação com impacto socioambiental positivo, inclusão produtiva e programas de imersão na biodiversidade brasileira para abordar sustentabilidade, racismo ambiental, cultura de comunidades tradicionais e mudanças climáticas. Nesse contexto geral e de atuação junto à minorias, público-alvo do Instituto Samaúma, o projeto em questão levará o conhecimento e o aprendizado por meio da tecnologia à crianças e jovens de baixa renda que poderão acessar diversas informações através do contato com a tecnologia de ponta por meio dos óculos de realidade virtual. É uma forma de criar experiências de aprendizado num formato imersivo, e esse público atendido possivelmente não teria condições financeiras para adquirir esse acessório, ou mesmo as escolas públicas contempladas nesse projeto, não poderiam arcar com os custos desse material e integrá-lo às práticas didáticas. Os temas abordados nessas vivências fazem parte do cotidiano desses alunos ou estão presentes na sua região. As riquezas naturais, patrimoniais e culturais que cada região oferece, muitas vezes estão alheias ao interesse desse público-alvo do projeto, e a abordagem nessas vivências, por meio de oficinas e rodas de conversa é uma forma de integrá-lo à sua realidade. Este projeto pretende não só abordar questões da biodiversidade de cada região formada por 6 tipos de biomas: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, mas também mergulhar nesse universo de culturas tradicionais com grupos diversos, como: indígenas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas e sertanejos.Acreditamos que a tecnologia poderá ser nossa aliada nesse projeto, buscamos oferecer meios para que essas crianças e jovens se desenvolvam, sintam-se pertenecentes ao seu ambiente, aprendam sobre o bioma de sua região e que possam se reconhecer culturalmente, e ter orgulho de suas raízes buscando perpetuar os conhecimentos e saberes ancestrais obtidos com a experiência que o projeto oferecerá. A execução do projeto contribuirá no desenvolvimento acadêmico e pessoal de cada um, no preparo de uma nova geração mais inclusiva, com menos preconceitos e que possa valorizar o que faz parte da tradição cultural de uma região, de um povo, e a partir daí ampliar seus horizontes e perspectivas de futuro. O projeto em questão se enquadra no inciso VI do Art. 1° da Lei 8.313/91 nos seguintes itens:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Quanto ao Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto atende aos seguintes objetivos:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL Serão realizadas 10 vivências em escolas públicas estaduais e municipais de cada uma das 5 cidades, ao longo de 12 meses, de janeiro a dezembro, totalizando 50 vivências, envolvendo 400 participantes em cada. Cada vivência tem a duração de 1 dia. As escolas contempladas serão escolhidas durante a etapa de pré-produção.As vivências serão completas, levando em consideração a ida de equipe capacitada para a aplicação dos óculos de realidade virtual de última geração, os conteúdos apropriados, deslocamentos para as imersões, materiais de apoio que envolvem cartilhas e recursos digitais com temas envolvendo mudanças climáticas, racismo ambiental, cultura tradicional e sustentabilidade, além de rodas de conversa para falar de cultura e biodiversidade de maneira complementar ao conteúdo exibido na atividade interativa.Será realizada a monitoria das atividades e as rodas de conversa serão conduzidas por lideranças de comunidades tradicionais. Durante as vivências será coletado material audiovisual, incluindo vídeos com depoimentos dos participantes. No Relatório Final produzido teremos os indicadores de participação, alcance e impacto qualitativo.Será utilizado os óculos do tipo “Meta Quest 3” que é de realidade virtual e mista da Meta e se destaca por ser um dispositivo autônomo, sem necessidade de fios ou de conexão com um computador. Ele combina o mundo virtual com o real, permitindo interagir através das mãos ou de controles, tem processador potente, resolução nítida e áudio espacial integrado. É versátil, usado para jogos, entretenimento como assistir vídeos e para produtividade, como simulações 3D e uso como monitor virtual. O Meta Quest 3 tem um processador Snapdragon XR2 Gen 2, tela com resolução de 2.064 x 2.208 pixels por olho, 8 GB de RAM e opções de armazenamento de 128 GB ou 512 GB. Ele também possui campo de visão de 110° horizontal e 96° vertical, áudio 3D embutido, controladores Touch Plus e é compatível com Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.2. Seu peso é de 515 gramas.PRODUTO SECUNDÁRIONas oficinas, também serão utilizados materiais de apoio que envolvem cartilhas e recursos digitais com temas envolvendo mudanças climáticas, racismo ambiental, cultura tradicional e sustentabilidade. As oficinas serão ministradas por lideranças e representantes da área visitada, promovendo aos participantes o aprendizado de forma ativa e prática, tornando-o mais dinâmico e significativo a partir da fala de uma pessoa que está ali testemunhando sua vivência junto com a sua comunidade/grupo. Essa atividade irá ampliar as habilidades socioemocionais, como autoestima, autoconfiança e cooperação, além de estimular a autonomia, a criatividade e o pensamento crítico dos participantes.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICAAs atividades serão desenvolvidas em locais previamente avaliados para garantir condições de acessibilidade adequadas. As atividades serão desenvolvidas em ambiente familiar aos alunos, seja em sala de aula ou nas dependências da escola.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOTodo o conteúdo educativo será adaptado com linguagem acessível, materiais audiovisuais e facilitadores especializados. Caso tenhamos outras necessidades como libras em alguma das turmas, adaptações também serão realizadas, e materiais impressos terão fonte ampliada.Os óculos que serão utilizados oferecem a possibilidade de ajuste físico da distância interpupilar (IPD) para um foco mais nítido e a opção de ajuste de altura dentro do ambiente virtual, que pode ser ativada nas configurações do headset. É possível ajustar também a altura do usuário no ambiente virtual para que a experiência seja mais confortável e personalizada.

Democratização do acesso

Quanto a democratização de acesso, o projeto oferecerá aos participantes, com total estimado de 20 mil jovens, o acesso gratuito às vivências, oficinas e rodas de conversas incluindo todo material de apoio e óculos de realidade virtual com acompanhamento de equipe especializada. Podemos considerar como ação de ampliação de acesso, as oficinas que serão realizadas em cada uma das 5 cidades, e também o fato de que grande parte dos componentes da equipe do projeto, será constituída por profissionais residentes em cada uma das cidades contempladas.

Ficha técnica

Daniel Cabrera – Coordenação Geral Graduado em Propaganda e Marketing pela ESPM, com pós-graduação em Gestão Empresarial pelo SENAC e especialização em Turismo Sustentável pelo Global Sustainable Tourism Council (GSTC), Daniel Cabrera é Diretor-Presidente do Instituto Samaúma. Possui 12 anos de experiência na concepção e gestão de projetos voltados ao desenvolvimento sustentável em comunidades tradicionais brasileiras. Atuou em organizações como GfK CR Brasil, Audi Brasil e Vivalá, liderando iniciativas em parceria com instituições como ONU, WWF, Governo Federal, Ambev e Ajinomoto.Pedro Gayotto – Analista de OperaçõesFormado em Propaganda e Marketing pela ESPM, com pós-graduação em Sustentabilidade pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Pedro Gayotto é Diretor Vice-Presidente do Instituto Samaúma. Com 12 anos de experiência em planejamento e execução de operações em territórios de comunidades tradicionais, foi responsável pela realização de mais de 170 vivências anuais com foco em impacto socioambiental, beneficiando mais de 5.000 participantes. Atuou em projetos realizados com parceiros como ONU, WWF, Governo Federal, Ambev e Ajinomoto, consolidando sólida expertise em logística e gestão de campo.Luiz Saes – Analista Financeiro Engenheiro de Produção pelo Centro Universitário da FEI, Luiz Saes é especialista em gestão financeira de projetos socioambientais pelo Instituto Samaúma. Possui 10 anos de experiência no setor financeiro, com atuação destacada no Grupo Santander, onde foi responsável pelo fechamento gerencial, contábil, fiscal e de capital da Return Capital, empresa do grupo na Espanha. Desenvolveu análises e modelagens financeiras para apoiar processos de tomada de decisão, além da elaboração de relatórios mensais e trimestrais de desempenho, com recomendações estratégicas de melhoria. Atualmente, coordena o controle orçamentário e a prestação de contas de projetos com financiamento público e privado.Gustavo Fernandez – Analista de Comunicações Formado em Comunicação Social pela FMU, com especialização em Mídias Digitais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Comunicação Empresarial pela Universidade Metodista, Gustavo Fernandez possui 18 anos de experiência em comunicação institucional, produção audiovisual e estratégias digitais. Atuou em organizações como CREA-SP, TRIP Voluntária, Vivalá e Instituto Samaúma, sendo responsável pela criação de narrativas e estratégias de divulgação de projetos de impacto socioambiental em nível nacional, com forte foco em visibilidade, transparência e engajamento público.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.