Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Projeto Festival Negritude propõe a valorização da cultura afro-brasileira em São Luís por meio de ações artísticas, formativas e educativas que celebram a identidade negra e promovem o combate ao racismo. A programação reúne o Festival Negritude, com apresentações de artistas locais e nacionais e feira criativa; a Exposição Fotográfica "Nunca Foi Só Sobre Cabelo"; o Concurso de Redação "São Luís, Minha Cidade Negra"; o Cine-Debate Negritude em comunidades; o Ciclo de Oficinas de Formação Técnica em Afroempreendedorismo e Mercado Criativo; e as Contações de Histórias Afrocentradas em escolas municipais. O projeto é idealizado pela Vice-Prefeitura de São Luís e, em 2026, será realizado em parceria com a Pretah Consultoria e Projetos.
Resumo dos Produtos Culturais1. Festival Negritude – 5ª EdiçãoTipo: Festival multicultural / espetáculo público Local: Praça das Mercês – São Luís/MA Classificação indicativa: LivreO Festival Negritude é um evento de celebração da cultura afro-brasileira, realizado em espaço público e aberto a toda a comunidade. A programação reúne apresentações de Roda de Capoeira, Tambor de Crioula, Blocos Afro, Samba, Reggae, Batalha de Slam e um show nacional, valorizando as expressões artísticas tradicionais e contemporâneas da negritude ludovicense.Mais do que um evento artístico, o Festival se propõe a ser um espaço de convivência, reconhecimento e protagonismo, fortalecendo a identidade negra e promovendo o diálogo entre gerações, artistas e comunidades. A cenografia, as cores e a música evocam os símbolos da ancestralidade afro-brasileira, transformando a Praça das Mercês em um grande palco de celebração, diversidade e resistência cultural.O evento contará com acessibilidade plena (Libras e banheiros adaptados) e transmissão online parcial da programação, garantindo inclusão e democratização do acesso. 2. Exposição Fotográfica “Nunca Foi Só Sobre Cabelo”Tipo: Exposição fotográfica / artes visuais e educação Local: Galeria Trapiche – São Luís/MA Classificação indicativa: LivreA exposição “Nunca Foi Só Sobre Cabelo” apresenta retratos de crianças negras da rede municipal de ensino, capturados por fotógrafa maranhense, evidenciando a beleza, a diversidade e o poder simbólico dos cabelos crespos e trançados.A mostra propõe uma reflexão sensível sobre autoestima, identidade e ancestralidade, desmistificando estereótipos e valorizando a estética afro-brasileira como elemento de afirmação cultural. Além das fotografias, o espaço contará com visitas mediadas e oficinas educativas para escolas públicas, possibilitando que crianças e adolescentes compreendam o cabelo como símbolo político, histórico e afetivo.A exposição terá entrada gratuita e permanecerá aberta durante o período que antecede e coincide com a Semana do Festival Negritude, atuando como ponte entre educação e arte. 3. Concurso de Redação “São Luís, Minha Cidade Negra”Tipo: Atividade educativa e literária / estímulo à escrita e reflexão social Local: Escolas públicas municipais Classificação indicativa: 10 anosO Concurso de Redação “São Luís, Minha Cidade Negra” tem como objetivo fomentar a produção artística e literária de estudantes da rede pública municipal, promovendo o pensamento antirracista e o reconhecimento das trajetórias negras que constroem a cidade.Os textos abordarão temas como pertencimento, ancestralidade, racismo estrutural e valorização da cultura afro-brasileira. Professores de língua portuguesa e literatura participarão como mediadores do processo pedagógico.A atividade será acompanhada de oficinas de escrita criativa e culminará com premiação pública durante a Semana do Festival Negritude, valorizando o protagonismo estudantil e estimulando jovens escritores negros. 4. Cine-Debate NegritudeTipo: Exibição audiovisual e roda de conversa Local: Escolas públicas e centros comunitários Classificação indicativa: 12 anosO Cine-Debate Negritude apresenta uma série de quatro sessões audiovisuais, com filmes e curtas que abordam o protagonismo negro, o racismo estrutural, a cultura afro-brasileira e personalidades históricas de resistência.Após cada exibição, o público participa de debates mediadas por professores, cineastas e ativistas, estimulando o diálogo sobre representatividade, pertencimento e políticas de igualdade racial.As sessões contarão com legendas e interpretação em Libras, ampliando o acesso e a compreensão de pessoas com deficiência visual e auditiva. O formato busca unir arte, reflexão e formação de público, levando o cinema às comunidades que historicamente têm menos acesso a espaços culturais. 5. Ciclo de Oficinas de Formação Técnica em Afroempreendedorismo e Mercado CriativoTipo: Formação / capacitação técnica e criativa Local: Espaço cultural parceiro e online (híbrido) Classificação indicativa: 18 anosO Ciclo de Oficinas tem como objetivo fortalecer o afroempreendedorismo e a inserção de profissionais negros no mercado criativo, oferecendo ferramentas de gestão, comunicação e comercialização de produtos culturais e artísticos.Serão realizadas oficinas teórico-práticas com especialistas e empreendedores negros, abordando temas como planejamento de carreira, precificação, identidade de marca, marketing digital, sustentabilidade e economia criativa.A atividade incentiva a autonomia financeira e o fortalecimento das redes produtivas afro-brasileiras, contribuindo para a consolidação de um ecossistema criativo inclusivo em São Luís.6. Feira Criativa AfroempreendedoraTipo: Feira cultural / exposição e comercialização de produtos afrocentrados Local: Praça das Mercês – São Luís/MA Classificação indicativa: LivreA Feira Criativa Afroempreendedora integra a programação da Semana do Festival Negritude, reunindo artesãos, designers, produtores culturais e empreendedores negros que atuam com estética afrocentrada, moda, literatura, gastronomia e cosméticos naturais.O espaço promoverá a visibilidade e circulação de produtos afro-brasileiros, incentivando o consumo consciente e a valorização de identidades culturais. A feira também funcionará como laboratório de negócios, permitindo aos participantes aplicar os conhecimentos adquiridos nas oficinas de afroempreendedorismo.Além da comercialização, haverá pequenas rodas de conversa com convidados e demonstrações artísticas que integrarão o ambiente à programação principal do festival. 7. Contações de Histórias Afrocentradas – Contrapartida SocialTipo: Ação educativa e literária / narração oral Local: Escolas municipais de educação infantil Classificação indicativa: LivreComo contrapartida social, serão realizadas 10 sessões de contação de histórias afrocentradas em escolas da rede municipal de ensino. As atividades serão conduzidas por autora e pedagoga negra, com base em narrativas da tradição oral africana e afro-brasileira.As histórias abordam temas como ancestralidade, pertencimento, resistência e valores comunitários, promovendo o reconhecimento positivo da identidade negra desde a infância.Cada sessão incluirá interações lúdicas, músicas e brincadeiras, estimulando a imaginação e a afetividade das crianças. As escolas participantes receberão material didático complementar para continuidade das discussões em sala de aula. SínteseO conjunto de produtos do Festival Negritude – 5ª Edição articula arte, educação, empreendedorismo e inclusão social. Cada ação foi pensada para valorizar as expressões culturais afro-brasileiras, fortalecer o protagonismo negro e democratizar o acesso à cultura em São Luís, reafirmando o compromisso do projeto com as políticas de igualdade racial, diversidade e combate ao racismo estrutural.
Objetivo Geral:- Promover a valorização, difusão e fortalecimento das expressões artísticas e culturais afro-brasileiras em São Luís, por meio da realização do Festival Negritude — espaço de celebração da identidade negra, de estímulo ao afroempreendedorismo e de fortalecimento do protagonismo de artistas, grupos e comunidades negras, reafirmando o compromisso do município com as políticas públicas de promoção da igualdade racial e o combate ao racismo. Objetivos específicos:- Valorizar e difundir as expressões artísticas e culturais afro-brasileiras presentes em São Luís, fortalecendo o protagonismo de artistas e grupos negros locais. Produto gerado: 01 Festival Negritude _ evento de celebração pública na Praça das Mercês, com apresentações de Roda de Capoeira, Tambor de Crioula, Blocos Afro, Reggae, Samba, Batalha de Slam e show nacional. - Promover a visibilidade da estética e da identidade negra entre crianças da rede municipal de ensino, estimulando a autoestima e o reconhecimento da ancestralidade. Produto gerado: 01 Exposição fotográfica "Nunca Foi Só Sobre Cabelo", com retratos de crianças negras exibidos na Galeria Trapiche. - Estimular a produção artística e literária de estudantes negros da rede pública municipal, fomentando o pensamento antirracista e o desenvolvimento da expressão escrita. Produto gerado: 01 Concurso de Redação "São Luís, Minha Cidade Negra", com premiação e reconhecimento para alunos, professores e escolas.- Fomentar a reflexão crítica sobre o racismo estrutural e as trajetórias negras por meio do audiovisual, ampliando o acesso à arte e à informação em comunidades vulnerabilizadas. Produto gerado: 04 Cine-Debate Negritude, com exibição de filmes e debates comunitários sobre personalidades e temas da cultura afro-brasileira. - Fortalecer o afroempreendedorismo e a inserção de profissionais negros no mercado criativo por meio de oficinas de formação técnica voltadas à qualificação, gestão e comercialização de produtos e serviços culturais.- Produto gerado: 01 Ciclo de Oficinas de Formação Técnica em Afroempreendedorismo e Mercado Criativo.- Estimular a cadeia produtiva de afroempreendedores e proporcionar um ambiente de entretenimento e comercialização de produtos afrocentrados durante a programação artística do Festival.Produto gerado: 01 feira criativa com afroempreendedores- CONTRAPARTIDA SOCIAL: Fortalecer o repertório cultural das crianças da educação infantil, estimulando o pertencimento e a valorização das narrativas afrocentradas. Produto gerado: 10 Contações de histórias afrocentradas em escolas municipais, conduzidas por autora e pedagoga negra.
O projeto Festival Negritude _ 5ª edição, proposto pela Pretah Consultoria e Projetos em parceria com a Prefeitura de São Luís, por meio da Vice-Prefeitura e da Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial, propõe-se como uma ação estratégica de promoção da igualdade racial, enfrentamento ao racismo e valorização das manifestações culturais afro-brasileiras na capital maranhense.O projeto se ancora em dados demográficos que apontam que cerca de 74% da população de São Luís é autodeclarada negra (IBGE, 2022), realidade que demanda políticas públicas culturais com recorte étnico-racial, que reconheçam e fortaleçam as expressões culturais afrodescendentes e enfrentem desigualdades históricas e estruturais. Apesar de sua grande representatividade na população, a produção cultural negra em São Luís ainda é marcada por invisibilidade, escassez de investimentos, sub-representação nos espaços institucionais de cultura e acesso restrito a circuitos de difusão. Diante desse cenário, o Festival Negritude surge como um instrumento de democratização do acesso à arte e à cultura, combate ao racismo estrutural e valorização de territórios e agentes culturais periféricos.A proposta para a quinta edição amplia significativamente o escopo, a capilaridade e o impacto social do festival. A programação será realizada ao longo de cinco dias, com atividades distribuídas em diferentes territórios da cidade, especialmente nas periferias e nas escolas públicas da rede municipal. As ações propostas incluem: rodas de contação de histórias com foco na oralidade africana, ancestralidade e personagens históricos negros; sessões de cinema com produções de realizadores negros locais, seguidas de debates; exposição fotográfica itinerante com foco na autoestima e na representação positiva de crianças negras; concurso de redação com temáticas afrocentradas, promovendo o protagonismo estudantil e o letramento racial; feiras de negócios com afroempreendedores, gerando visibilidade, circulação econômica e redes de apoio à economia criativa negra; ações de formação e conexão para artistas negros da música, incluindo painéis e encontros com curadores e investidores culturais; e uma programação de shows gratuitos com artistas negros locais e nacionais, abrangendo ritmos que vão do tambor de crioula ao hip hop, passando por reggae, MPB e sonoridades afrodiaspóricas.Essas ações serão oferecidas de forma gratuita e distribuídas em espaços públicos acessíveis, como praças, escolas e centros comunitários, promovendo cidadania cultural, formação de público e descentralização dos recursos culturais, com atenção especial à inclusão de juventudes negras, mulheres, crianças e moradores de bairros historicamente marginalizados.O Festival Negritude, ao fortalecer a cultura negra e promover ações afirmativas no campo cultural, dialoga diretamente com os objetivos do Decreto Municipal nº 59.320/2023, que institui a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial em São Luís, e reafirma a cultura como direito fundamental e bem comum inalienável. O projeto já demonstrou êxito em suas quatro edições anteriores, sendo reconhecido por sua relevância cultural e impacto social.Assim, solicita-se o apoio via Lei Federal de Incentivo à Cultura para viabilizar plenamente a realização desta quinta edição, garantindo sua sustentabilidade e ampliando seus efeitos transformadores na sociedade ludovicense. A proposta busca consolidar o Festival Negritude como um dos principais marcos da promoção da cultura negra no Maranhão e como uma plataforma de valorização da diversidade, da inclusão e do respeito à dignidade da população negra, com ênfase no fortalecimento de narrativas, memórias, expressões artísticas e trajetórias que compõem o tecido cultural afro-brasileiro da cidade.A proposta está alinhada aos princípios e finalidades da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet), atendendo a diversos dispositivos do Artigo 1º, que orienta a Política Nacional de Cultura, entre eles: inciso I, ao estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais de valor formativo e informativo da memória brasileira; inciso II, ao proteger expressões culturais dos grupos que formam a diversidade nacional; inciso III, ao apoiar manifestações culturais dos diferentes segmentos étnico-raciais; inciso V, ao garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura; inciso VI, ao promover a presença da arte e da cultura no ambiente educacional; inciso VIII, ao estimular a ampliação do mercado de trabalho nos setores culturais e o desenvolvimento da economia criativa; e inciso X, ao promover a regionalização da produção cultural e valorização dos conteúdos e agentes locais.Além disso, o projeto contempla diversos objetivos previstos no Artigo 3º da mesma lei, ao abranger áreas culturais como: artes cênicas e música (por meio de espetáculos e shows com artistas negros locais e nacionais); artes visuais (com a realização de uma exposição fotográfica itinerante); literatura (através de concurso de redação nas escolas públicas); audiovisual (com sessões de cinema e debates em comunidades periféricas); patrimônio cultural (com a valorização de expressões tradicionais afro-maranhenses como o tambor de crioula); pensamento e tradição (nas rodas de conversa e oficinas sobre ancestralidade e identidade negra); e outras áreas culturais reconhecidas pelo Ministério da Cultura, como o afroempreendedorismo, que se manifesta em feiras de negócios e ações voltadas à economia da cultura negra.
Plano de Comunicação – Festival Negritude – 5ª EdiçãoO Plano de Comunicação do Festival Negritude tem como objetivo garantir ampla visibilidade, engajamento social e democratização do acesso à informação, fortalecendo a identidade institucional do projeto como uma ação afirmativa de valorização da cultura afro-brasileira.A estratégia de comunicação será pautada por três princípios fundamentais:Representatividade e linguagem inclusiva;Acessibilidade da informação;Capilaridade territorial e digital, alcançando tanto o público das comunidades quanto o público digital nacional. 1. Objetivos da Comunicação● Divulgar as ações e atividades do Festival antes, durante e após sua realização;● Valorizar artistas, grupos e empreendedores negros envolvidos;● Estimular a participação de escolas, comunidades e público geral;● Fortalecer o Festival como marca de referência em cultura afro-brasileira e igualdade racial;● Gerar conteúdo educativo e documental que perpetue o impacto do projeto nas redes e mídias locais. 2. Públicos-Alvo● Público Geral: moradores de São Luís e turistas;● Comunidades negras e periféricas: participantes diretos das ações culturais e formativas;● Estudantes e educadores da rede pública municipal;● Artistas, produtores e coletivos culturais;● Empreendedores criativos e afroempreendedores;● Público digital, alcançado por meio das redes sociais e transmissões online;● Imprensa e veículos de comunicação (locais, regionais e nacionais). 3. Identidade Visual e PosicionamentoA comunicação visual seguirá um conceito estético afrocentrado, com cores vibrantes (tons terrosos, dourado, preto e vermelho), tipografia inspirada em grafismos africanos e elementos simbólicos como tranças, tecidos e tambores.Será criada uma identidade visual unificada para todos os produtos do projeto: logotipo do Festival,, cartazes, banners, mídias digitais, catálogo e vinhetas audiovisuais. Essa identidade reforçará o pertencimento e a representatividade negra na comunicação pública. 4. Estratégias de Comunicação por Etapa4.1. Etapa de Pré-Evento (2 meses antes da Semana do Festival)Objetivo: Gerar expectativa, informar o público e engajar comunidades e escolas.Ações:● Lançamento do teaser oficial nas redes sociais (vídeo de 1 minuto);● Criação do site e hotsite do Festival com programação, notícias, mapa dos locais e acessibilidade em Libras e áudio;● Campanha de mídia social com o tema #FestivalNegritude2025, estimulando o público a compartilhar histórias e fotos afrocentradas;● Parcerias com influenciadores e comunicadores negros locais e regionais para disseminação dos conteúdos;● Divulgação nas escolas da rede municipal com cartazes, banners e vídeos educativos sobre o Festival e o Concurso de Redação;● Envio de press release e press kit digital para jornais, rádios, portais e TVs.Materiais produzidos:● Cartazes (A3 e A2);● Banners (2x1 m) para praças e escolas;● 10 vídeos curtos (reels e stories) com depoimentos de artistas e organizadores;● Spots de rádio (30 segundos) e vinhetas de TV. 4.2. Etapa de Evento (Semana do Festival – 7 dias)Objetivo: Garantir cobertura jornalística, ampliar a presença do público e difundir os conteúdos em tempo real.Ações:● Cobertura audiovisual diária, com fotógrafo e equipe de mídia registrando cada atividade (shows, debates, oficinas, feira e contações de histórias);● Transmissão ao vivo (live streaming) de apresentações, debates e momentos simbólicos pelo YouTube e Facebook do Festival;● Boletins diários nas redes sociais, com vídeos de bastidores, entrevistas e agenda do dia;● Parceria com rádios comunitárias e web-rádios para divulgação da programação e entrevistas com artistas;● Totens informativos e painéis fotográficos na Praça das Mercês, com QR Codes para programação digital;● Imprensa presente: credenciamento de jornalistas e influenciadores para cobertura local e nacional;● Central de Comunicação no local do evento, equipada com Wi-Fi e suporte técnico para transmissões.Canais ativos durante o evento:● Instagram, Facebook, TikTok e YouTube do Festival;● Site oficial com agenda atualizada;● Mídias locais: TV Mirante, Rádio Timbira, Rádio Universidade FM, blogs culturais. 4.3. Etapa Pós-Evento (1 mês após o Festival)Objetivo: Manter o engajamento, divulgar resultados e gerar memória do projeto.Ações:● Lançamento do curta documentário institucional “Festival Negritude – Memórias e Resistências”, com tradução em Libras e legendas;● Publicação de catálogo digital e impresso com fotografias, textos críticos e depoimentos;● Relatório de impacto cultural compartilhado com parceiros, escolas e patrocinadores;● Exposição virtual no site e nas redes sociais, reunindo as melhores imagens e vídeos da 5ª edição;● Campanha “Até o Próximo Negritude”, mantendo a marca ativa nas redes e promovendo o legado das ações formativas.Equipe de Comunicação● Coordenador de Comunicação e Imprensa – responsável pelo plano estratégico, relacionamento com mídia e releases;● Designer Gráfico – criação de identidade visual e artes;● Social Media – gestão de redes e engajamento de público;● Produtor de Conteúdo Audiovisual – filmagem, edição e cobertura de campo;● Fotógrafo oficial – registros artísticos e documentais;● Intérprete de Libras – acompanhamento das transmissões e vídeos;● Assessoria de Imprensa – contato com veículos, pautas e clipping.Avaliação e Impacto ComunicacionalO impacto da comunicação será medido por indicadores quantitativos e qualitativos:● Alcance nas redes (seguidores, visualizações e interações);● Número de matérias e menções na mídia;● Participação presencial e online de público;● Engajamento das escolas e retorno de participantes via formulários e enquetes;● Análise de percepção da marca “Festival Negritude” como símbolo de identidade e inclusão cultural em São Luís. 9. SínteseO Plano de Comunicação do Festival Negritude – 5ª Edição combina estratégias digitais, comunitárias e presenciais para garantir que o evento seja amplamente conhecido, representativo e acessível. Mais do que divulgar um festival, a comunicação será uma ferramenta de educação, mobilização social e valorização da negritude, contribuindo para a consolidação de uma narrativa positiva e antirracista na cena cultural maranhense.
Detalhamento Técnico dos Produtos1. Exposição Fotográfica “Nunca Foi Só Sobre Cabelo”Formato: Exposição fotográfica – Artes Visuais Local: Galeria Trapiche – São Luís/MA Duração: 30 dias de exibição pública Montagem: 7 dias / Desmontagem: 3 dias Classificação: LivreA exposição reúne 20 retratos fotográficos de crianças negras da rede municipal de ensino, registrados em estúdio e ambientes naturais, explorando diferentes texturas, penteados e expressões faciais. As imagens serão impressas em papel fotográfico fine art fosco, no formato 60 x 90 cm e fixadas em painéis modulares.O espaço contará com iluminação difusa e direcionada, ambientação sonora de matriz africana e um painel textual introdutório (1,5 x 2 m) apresentando o conceito curatorial da mostra. Serão produzidos catálogos impressos (10 páginas) com textos curatoriais, entrevistas e legendas das imagens, além de versão digital acessível.Projeto pedagógico: visitas mediadas com educadores da rede pública e atividades de mediação artística voltadas a turmas do ensino fundamental, com exercícios sobre identidade, estética e ancestralidade. As visitas incluirão material didático complementar e ficha de atividades lúdicas para alunos.Acessibilidade: audioguia descritivo via QR Code2. Concurso de Redação “São Luís, Minha Cidade Negra”Formato: Concurso literário – Educação e Literatura Abrangência: Escolas da rede pública municipal Duração: 3 meses (lançamento, escrita, seleção e premiação) Classificação: 10 anosO concurso envolverá estudantes do 6º ao 9º ano, com o tema “São Luís, Minha Cidade Negra”, propondo reflexões sobre identidade, pertencimento e representatividade negra. A ação será dividida em três etapas:Oficinas de escrita criativa (2h cada, em 10 escolas selecionadas), abordando técnicas narrativas, uso da linguagem poética e construção de textos antirracistas;Produção e envio das redações (1 a 2 páginas, formato A4, fonte Arial 12, espaçamento 1,5);Avaliação e premiação com comissão formada por escritores, professores e ativistas culturais.Material de apoio: cadernos de escrita (10 páginas), cartilha digital com orientações de redação e antologia dos textos premiados (40 páginas, formato 21 x 28 cm, tiragem de 500 exemplares).Projeto pedagógico: fortalecimento da leitura e escrita crítica, incentivo ao pensamento afrocentrado e valorização das trajetórias negras locais. 3. Cine-Debate NegritudeFormato: Sessões audiovisuais seguidas de debate Local: Escolas e espaços comunitários Quantidade: 04 sessões Duração: 3h por sessão (1h30 de filme + 1h30 de debate) Classificação: livreO Cine-Debate Negritude exibirá filmes e curtas-metragens que abordam temáticas afro-brasileiras e africanas, como ancestralidade, resistência, racismo e protagonismo. Cada sessão contará com exibição em tela de 120’’, projeção em alta definição (Full HD), sistema de som portátil de 400W RMS e cadeiras para 80 participantes.Após o filme, haverá debate mediado por um educador ou cineasta convidado, com apoio de microfones sem fio e gravação audiovisual para divulgação.Projeto pedagógico: estimula o pensamento crítico e o uso do audiovisual como ferramenta de educação para as relações étnico-raciais. Os debates incentivarão o protagonismo da juventude negra e o diálogo intergeracional.Acessibilidade: legendas descritivas, closed caption e intérprete de Libras em todos os debates.4. Ciclo de Oficinas de Formação Técnica em Afroempreendedorismo e Mercado CriativoFormato: Oficinas de formação e capacitação profissional Local: Espaço cultural parceiro (formato híbrido presencial/online) Duração: 5 dias consecutivos (4h por dia – total 20h) Classificação: 18 anosO ciclo oferecerá formação prática voltada a empreendedores negros e agentes culturais, abordando temas como gestão de carreira, economia criativa, precificação, comunicação digital e branding afrocentrado.Cada oficina contará com apostila ilustrada (30 páginas), material digital, projetor multimídia e dinâmicas de grupo. Os participantes desenvolverão planos de negócio e estratégias de comercialização com mentoria de especialistas.Proposta de Conteúdo programático:Identidade e narrativa de marca afro-brasileira;Finanças e sustentabilidade de pequenos negócios;Produção cultural e captação de recursos;Marketing digital e redes sociais;Prática de pitch e comercialização.Projeto pedagógico: metodologia participativa e horizontal, com foco em autonomia financeira e fortalecimento de redes criativas negras.Acessibilidade: intérprete de Libras e certificação digital acessível. 5. Feira Criativa AfroempreendedoraFormato: Feira cultural e de economia criativa Local: Praça das Mercês – São Luís/MA Duração: 2 dias (durante o Festival) Classificação: LivreA Feira reunirá 30 empreendedores negros de segmentos como moda afro, gastronomia, artesanato, literatura e cosméticos naturais. Cada expositor terá estrutura modular (3x3 m) com cobertura, mesa, ponto elétrico e identidade visual padronizada.O espaço será ambientado com painéis temáticos, música ambiente afro-brasileira e programação artística paralela, integrando cultura, entretenimento e empreendedorismo.Materiais: totens informativos e QR Codes para acesso a catálogo digital da feira.Projeto pedagógico: estimula o consumo consciente, o fortalecimento da economia negra e o reconhecimento do afroempreendedorismo como prática cultural.Acessibilidade: sinalização tátil em todos os estandes.6. Contações de Histórias Afrocentradas – Contrapartida SocialFormato: Narração oral / atividade educativa Local: 10 escolas municipais de educação infantil Duração: 10 sessões de 1h cada Classificação: LivreAs contações serão realizadas por autora e pedagoga negra, que narrará histórias inspiradas na mitologia africana, nas tradições de matriz bantu e iorubá e em contos afro-brasileiros. Cada sessão contará com ambientação cênica leve (tecido colorido, tambores, instrumentos de percussão, bonecos e adereços), estimulando a imaginação e a interação das crianças.Projeto pedagógico: incentivo à leitura, à oralidade e à valorização da ancestralidade desde a infância, fortalecendo o pertencimento e o respeito à diversidade étnico-racial.Acessibilidade: ambientação sonora inclusiva para crianças com deficiência visual.Síntese TécnicaO conjunto de produtos do Festival Negritude – 5ª Edição contempla múltiplos formatos artísticos e educativos — fotografia, literatura, audiovisual, empreendedorismo e oralidade, integrados por uma abordagem pedagógica afrocentrada.Cada produto prevê materiais impressos e digitais acessíveis, cronogramas realistas de execução, registro audiovisual e ações de formação de público, garantindo não apenas a realização
O Festival Negritude tem como princípio a inclusão e a democratização do acesso à cultura, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou socioeconômicas — possam participar, compreender e usufruir plenamente das atividades promovidas.O projeto incorpora um plano abrangente de acessibilidade física e de conteúdo, fundamentado nas melhores práticas nacionais e internacionais, na Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e nas diretrizes da Lei Rouanet, valorizando a diversidade e o direito à cultura como dimensão essencial da cidadania. 1. Acessibilidade FísicaA acessibilidade será garantida em todos os espaços utilizados durante o Festival, especialmente na Praça das Mercês (palco principal do evento), na Galeria Trapiche (exposição fotográfica) e nos espaços escolares e comunitários que abrigarão as demais atividades.A escolha dos locais prioriza áreas com mobilidade urbana facilitada, ampla circulação de transporte público e infraestrutura já consolidada, favorecendo o deslocamento seguro e autônomo de todos os participantes.1.1 Acessos e Locomoção● Rampas de acesso: Instalação de rampas conforme as normas da ABNT (NBR 9050), garantindo autonomia de pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, idosos e gestantes.● Estacionamento acessível: Vagas reservadas próximas aos acessos principais, com sinalização visual, de acordo com a legislação vigente.● Banheiros adaptados: Estrutura adequada para cadeirantes, com barras de apoio, área de manobra.● Sinalização universal: Placas informativas com contraste de cores, indicando banheiros, saídas, pontos de apoio e áreas de alimentação.● Áreas de descanso acessíveis: Instalação de bancos e sombreamento em pontos estratégicos para conforto de pessoas com mobilidade reduzida.● Equipe de apoio capacitada: Monitores treinados para atendimento e acompanhamento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todo o percurso do evento. 2. Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade cultural é tratada como eixo central do festival, assegurando compreensão, participação e fruição artística por pessoas com deficiência sensorial, auditiva, visual e intelectual.2.1 Interpretação em Libras● Presença de intérpretes de Libras em todos os eventos públicos (shows, oficinas, debates e apresentações).● Painéis visuais com transmissão simultânea em Libras para acompanhar falas, intervenções e apresentações artísticas.● Materiais informativos e educativos com versões em vídeo interpretadas em Libras, disponibilizadas nas redes e plataformas do festival.2.2 Braille e Fonte Ampliada● A exposição fotográfica “Nunca Foi Só Sobre Cabelo” contará com painéis em braille e fonte ampliada, com descrição das obras e contexto histórico.● O Concurso de Redação “São Luís, Minha Cidade Negra” disponibilizará materiais em formatos acessíveis, compatíveis com leitores de tela.● Programas, folhetos e manuais das oficinas terão versões impressas acessíveis e digitais inclusivas.2.4 Legenda Descritiva e Closed Caption● Todos os conteúdos audiovisuais (filmes, clipes, vídeos de divulgação) terão legendas descritivas e closed caption.● Legendas em português claro também beneficiarão pessoas com deficiência intelectual e o público em geral.● As redes sociais e transmissões online do festival garantirão acesso remoto acessível.2.5 Visitas Sensoriais e Ações Inclusivas● Visitas guiadas sensoriais para pessoas com deficiência visual ou intelectual, com experiências táteis e sonoras nas exposições e oficinas.● Oficinas adaptadas metodologicamente para diferentes tipos de deficiência, garantindo participação ativa.● Espaços de acolhimento com profissionais capacitados em acessibilidade e inclusão. 3. Integração e SensibilizaçãoO Festival investirá em formação continuada da equipe técnica, artistas e voluntários sobre acessibilidade, comunicação inclusiva e atendimento humanizado. Entre as ações:● Orientações práticas sobre o uso de equipamentos e recursos de acessibilidade;● Campanhas de sensibilização interna voltadas à empatia e valorização da diversidade.O Plano de Acessibilidade do Festival Negritude reafirma o compromisso do projeto com a cultura afro-brasileira como direito universal e instrumento de inclusão social. Ao garantir acessibilidade física, comunicacional e sensorial, o festival amplia o alcance e o impacto de suas ações, promovendo mobilidade, equidade e pertencimento.Assim, o evento consolida seu papel como espaço de valorização da diversidade, combate ao racismo estrutural e promoção do protagonismo negro e inclusivo, assegurando uma experiência cultural democrática, sensorial e transformadora para toda a população de São Luís.
O Festival Negritude – 5ª Edição reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, promovendo a valorização, difusão e fortalecimento das expressões artísticas e culturais afro-brasileiras em São Luís. A proposta busca garantir que todas as pessoas — independentemente de classe social, raça, gênero, deficiência ou território, possam usufruir das ações do projeto de forma gratuita, acessível e inclusiva.A política de democratização do acesso adotada pelo Festival baseia-se em três eixos principais: (1) Gratuidade e distribuição pública dos produtos culturais; (2) Descentralização e ampliação territorial; e (3) Ações de inclusão digital, formativa e acessibilidade. 1. Gratuidade e Distribuição Pública dos ProdutosTodos os produtos culturais gerados pelo projeto terão acesso gratuito e irrestrito à população. A proposta não prevê cobrança de ingressos e taxas de participação. A programação será inteiramente aberta ao público, com ações distribuídas em espaços públicos estratégicos, de fácil acesso e com infraestrutura adequada à circulação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.A programação de shows do Festival Negritude, principal produto do projeto, ocorrerá na Praça das Mercês, espaço simbólico da cultura negra ludovicense, conhecido por sua centralidade e facilidade de acesso por transporte público. O evento contará com programação artística diversificada, incluindo Roda de Capoeira, Tambor de Crioula, Blocos Afro, Reggae, Samba, Batalha de Slam e show nacional, valorizando expressões que dialogam com o cotidiano das comunidades negras locais.A Exposição Fotográfica “Nunca Foi Só Sobre Cabelo”, instalada na Galeria Trapiche, terá entrada gratuita e permanecerá aberta ao público por período estendido, permitindo o acesso de escolas, grupos culturais, visitantes e turistas. Serão oferecidas visitas mediadas e ações educativas, voltadas especialmente para estudantes da rede pública municipal e participantes de programas sociais.O Concurso de Redação “São Luís, Minha Cidade Negra” será destinado exclusivamente a alunos da rede pública municipal, com inscrição gratuita e premiação simbólica e pedagógica, valorizando talentos literários e fortalecendo o vínculo entre educação e identidade negra.Os Cine-Debates Negritude serão realizados em bairros periféricos e escolas públicas, com exibição gratuita de filmes, seguidos de debates com mediadores convidados. O objetivo é ampliar o alcance das reflexões sobre o racismo estrutural, as trajetórias negras e as representações da negritude no audiovisual.O Ciclo de Oficinas de Formação Técnica em Afroempreendedorismo e Mercado Criativo será igualmente gratuito e aberto a jovens, mulheres e empreendedores negros, priorizando inscritos oriundos de comunidades tradicionais, terreiros, coletivos culturais e territórios vulnerabilizados. As oficinas abordarão temas como gestão cultural, marketing, produção criativa e finanças, contribuindo para a autonomia econômica de produtores e artistas negros.A contrapartida social do projeto consiste na realização de 10 Contações de Histórias Afrocentradas em escolas da rede municipal de educação infantil, conduzidas por autora e pedagoga negra, estimulando o pertencimento e a valorização das narrativas afro-brasileiras desde a infância.2. Descentralização e Ampliação TerritorialO Festival prioriza o uso e a requalificação dos espaços públicos como forma de democratizar o acesso e fortalecer a mobilidade cultural urbana. A Praça das Mercês, localizada no Centro Histórico, será o ponto de convergência das manifestações artísticas, mas outras atividades ocorrerão em escolas, praças e centros comunitários de bairros periféricos, levando o festival para além do circuito centralizado de eventos culturais.A escolha dos locais segue critérios de mobilidade, segurança e acessibilidade, buscando aproveitar estruturas urbanas já existentes e transformá-las em ambientes de convivência, aprendizado e expressão coletiva. Dessa forma, o Festival Negritude atua também como agente de revitalização dos espaços públicos e de estímulo à ocupação cidadã e cultural das ruas e praças da cidade.3. Inclusão Digital, Ensaio Aberto e Transmissão OnlineComo estratégia de ampliação do alcance e da permanência dos conteúdos, o projeto contará com transmissão online de trechos da programação principal, especialmente do show nacional, das rodas de conversa e dos debates do Cine Negritude, por meio de plataformas digitais e redes sociais do festival.Essas transmissões garantirão o acesso remoto a pessoas que não possam comparecer presencialmente, alcançando comunidades de outros bairros e municípios maranhenses. O conteúdo audiovisual será posteriormente disponibilizado em canal digital de acesso livre, com legendas descritivas e recursos de Libras, ampliando o impacto social e educativo da proposta. 4. Acessibilidade e Participação PlenaEm conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o Festival Negritude implementará um plano abrangente de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando o direito de participação plena a pessoas com deficiência.Serão oferecidos intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas descritivas, materiais em fonte ampliada, além de rampas, sinalização tátil e banheiros acessíveis nos espaços do evento. Também haverá visitas sensoriais guiadas e equipes de apoio capacitadas para o atendimento personalizado, garantindo que a experiência seja inclusiva, confortável e segura.5. Sustentabilidade Cultural e Impacto SocialA democratização do acesso no Festival Negritude não se limita à fruição artística, mas busca também a formação de público, o fortalecimento de redes culturais negras e o estímulo ao afroempreendedorismo.Ao investir na capacitação técnica, na valorização de saberes tradicionais e na visibilidade das expressões afro-brasileiras, o projeto contribui para a construção de uma cidade mais justa, plural e consciente de sua ancestralidade.Com atividades gratuitas, descentralizadas, acessíveis e transmitidas pela internet, o Festival consolida-se como um modelo de política cultural inclusiva e de democratização real do acesso à cultura, reafirmando o compromisso de São Luís com a igualdade racial, a diversidade e o combate ao racismo estrutural.
Proponente e Parceria Executora:Pretah Consultoria e Projetos – empresa especializada em produção cultural, planejamento e gestão de projetos de economia criativa, com atuação destacada em iniciativas de valorização da cultura afro-brasileira e amazônica. A Pretah Consultoria é responsável pela coordenação geral, gestão executiva e produção técnica do Festival Negritude – 5ª Edição, em parceria com a Vice-Prefeitura de São Luís e a Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial. Coordenação Geral:Nanda Pretah – Produtora cultural, cantora e percussionista, com mais de 15 anos de atuação em projetos artísticos e socioculturais. Dirige a Pretah Consultoria e Projetos, empresa responsável pela concepção e execução de ações nas áreas da música, formação e economia criativa. Atua na gestão da banda Afrôs e em projetos como Amo, Poeta e Cantador, Mães do Som, Guardiãs do Tempo e Corpo Encantado, Tecido Ancestral. É reconhecida por seu trabalho em produção executiva, curadoria e articulação cultural afro-amazônica. Coordenação Institucional:Vice-Prefeitura de São Luís / Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) – idealizadora do projeto, responsável pela articulação institucional e política pública de valorização da cultura negra no município. Curadoria Artística:Equipe multidisciplinar formada por profissionais da Pretah Consultoria, artistas e pesquisadores da cultura afro-brasileira. Responsável pela definição das atrações do festival, pela concepção da exposição fotográfica e pela seleção dos facilitadores das oficinas e cine-debates. Produção Executiva:Pretah Consultoria e Projetos – planejamento logístico, contratação de serviços e artistas, gestão de fornecedores, cronograma, orçamento e acessibilidade. Coordenação de Comunicação e Identidade Visual:Equipe da Pretah Consultoria – desenvolvimento da marca, conteúdo digital, cobertura audiovisual e plano de divulgação online e offline. Coordenação de Acessibilidade:Profissionais especializados em inclusão cultural – intérpretes de Libras, audiodescritores e consultores em acessibilidade comunicacional. Coordenação Pedagógica e Contrapartida Social:Luanda Martins – pedagoga, autora e contadora de histórias afrocentradas, responsável pelo desenvolvimento das atividades educativas em escolas e comunidades.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.