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PRONAC 2515583Autorizada a captação total dos recursosMecenato

AFROBALL 2026

FERNANDA MONTEIRO OLIVEIRA 01849448302
Solicitado
R$ 282,1 mil
Aprovado
R$ 282,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2026-04-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

O projeto AFROBALL 2026 propõe a realização de três produtos culturais integrados: 1) Um ciclo de 5 oficinas técnicas de formação ("Vivência AFROBALL") voltadas para artistas LGBT+; 2) Um ciclo de exibições de curtas-metragens sobre a cultura ballroom, seguidos de debate, em 5 escolas públicas; e 3) Um Festival AFROBALL de 2 dias, que inclui a exibição do longa-metragem "Salão de Baile", uma roda de conversa e uma "Ball" competitiva com 8 categorias e premiação.

Sinopse

O projeto "AFROBALL 2026" é uma plataforma de formação, difusão e celebração da cultura ballroom no Maranhão, estruturada em três eixos:VIVÊNCIA AFROBALL (Formação): Um ciclo de 5 oficinas (Elaboração de Projetos, Vogue, Figurino, Gestão de Carreira, Mixagem) ministradas por profissionais renomados, voltadas para a capacitação de artistas LGBT+.CICLO DE EXIBIÇÕES (Difusão): Leva a cultura ballroom para 5 escolas públicas através da exibição de curtas-metragens (como "Trava na pose" e "Sol de Mandacaru"), promovendo debates sobre diversidade e arte.FESTIVAL AFROBALL (Celebração): Evento de 2 dias. O Dia 1 conta com a exibição do longa-metragem "Salão de Baile" e uma roda de conversa no CCVM. O Dia 2 é a "Ball", uma competição de performance com 8 categorias (incluindo Baby Vogue, Runway, Bizarre, Face, etc.), com DJs, júri especializado, premiação em dinheiro e show da dupla Irmãs de Pau.

Objetivos

Objetivo Geral (PARA QUÊ?): Fomentar, difundir e profissionalizar a cultura ballroom no Maranhão, utilizando-a como ferramenta de formação artística, geração de renda e celebração da diversidade. O projeto visa criar espaços seguros de expressão e capacitação para a comunidade LGBTQIA+, conectando artistas locais com profissionais de renome nacional e promovendo o acesso gratuito à cultura em escolas públicas e espaços culturais.Objetivos Específicos (QUAIS? QUANTOS?): Conforme sua orientação, os objetivos específicos são os produtos artísticos:Realizar 1 (um) ciclo de formação ("Vivência AFROBALL") composto por 5 (cinco) oficinas técnicas (Elaboração de Projetos, Vogue, Figurino, Gestão de Carreira e Mixagem para DJs) para artistas da comunidade LGBT+.Realizar 1 (um) ciclo de exibições de curtas-metragens sobre a cultura ballroom (incluindo obras como "Trava na pose" e "Sol de Mandacaru") em 5 (cinco) escolas públicas, promovendo rodas de conversa após as sessões.Realizar 1 (um) Festival AFROBALL com 2 (dois) dias de duração.Produzir, no Dia 1 do Festival, a exibição do longa-metragem "Salão de Baile" seguida de 1 (uma) roda de conversa mediada sobre a ascensão da cultura ballroom.Produzir, no Dia 2 do Festival, 1 (uma) "Ball" com 8 (oito) categorias competitivas, júri especializado, DJs, show de encerramento e premiação total de R$ 8.000,00.

Justificativa

O AFROBALL 2026 é uma ação fundamental de fomento, formação e difusão da cultura ballroom, um movimento artístico e de resistência de extrema relevância para a comunidade LGBTQIA+, preta e periférica. O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura é indispensável para viabilizar a gratuidade de todas as ações, incluindo as oficinas de formação profissional e o acesso irrestrito ao festival.Isso garante o que preza o Art. 1º da Lei 8313/91, que visa "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura". O projeto alcança diretamente os objetivos do Art. 3º ao promover o "incentivo à formação artística e cultural" (Inciso I, alínea 'c') por meio do ciclo de 5 oficinas técnicas, e ao fomentar a "produção cultural e artística" (Inciso II) e as "artes cênicas" (segmento previsto na lei) através da realização do festival e da "Ball". O incentivo fiscal é a ferramenta que permite a contratação de profissionais de alto nível e a oferta de uma estrutura de qualidade ao público-alvo, que historicamente possui menos acesso a esses bens culturais.

Especificação técnica

Oficinas: 5 oficinas distintas. Carga horária estimada: 8 horas/cada. Público: Média de 30 alunos por oficina.Ciclo de Curtas: 5 sessões em escolas públicas. Duração: Aprox. 90 minutos por sessão (exibição + debate). Equipamentos: Estrutura de projeção (datashow, tela) e sonorização.Festival (Dia 1): Exibição de 1 longa-metragem (aprox. 90 min) em espaço cultural (CCVM) com estrutura de cinema. Roda de conversa (aprox. 60 min) com 4 debatedores/mediador, incluindo microfonia.Festival (Dia 2 - Ball): Evento com duração estimada de 6 horas. Estrutura de palco/passarela (runway), iluminação cênica, sonorização profissional (P.A. e monitor), equipamento de DJ, 2 DJs, 1 Chant (MC), 5 jurados, 1 show de encerramento.Premiação: R$ 8.000,00 distribuídos nas 8 categorias + 8 troféus.

Acessibilidade

Acessibilidade (FÍSICA e CONTEÚDO) O projeto garantirá Acessibilidade de Conteúdo em todas as suas ações públicas (ciclo de curtas nas escolas, exibição do longa, roda de conversa e a Ball final), com a contratação de intérpretes de LIBRAS. A Acessibilidade Física será assegurada pela escolha de locais (as escolas públicas, o Centro Cultural Vale Maranhão e o local da Ball) que possuam infraestrutura adequada, como rampas de acesso e banheiros adaptados para Pessoas com Deficiência (PcD), em conformidade com a legislação vigente.

Democratização do acesso

A democratização do acesso é o pilar central do projeto, com 100% das ações gratuitas. As medidas incluem:Acesso Gratuito: Entrada franca para o Festival AFROBALL (Dia 1 e Dia 2) e participação gratuita nas 5 oficinas, mediante inscrição prévia com foco na comunidade LGBT+.Ação Descentralizada: Realização do "Ciclo de Exibições de Curtas" ativamente em 5 escolas públicas, levando a cultura ballroom para dentro do ambiente escolar e atingindo o público jovem.Transmissão pela Internet: O festival (Dia 2 - A Ball) terá trechos transmitidos ao vivo pela internet (redes sociais do projeto), ampliando o acesso para além do espaço físico.

Ficha técnica

PRODUTORA EXECUTIVA - Gabriella Leão é uma artista multifacetada de São Luís (MA), se destaca como produtora cultural, DJ e curadora de experiências sonoras e visuais. Com uma trajetória que começou na produção de eventos voltados ao protagonismo negro, ela construiu uma carreira marcada pelo compromisso com a cultura preta periférica e LGBTQIAPN+. Produtora artística do movimento cultural Baddest há 10 anos. Ministra oficinas, monta lines, promove debates sobre o ramo cultural. PRODUTORA EXECUTIVA - Nanda Pretah Gestora, produtora cultural e artista maranhense. Presta consultorias de projetos tanto no meio cultural quanto no empreendedorismo social. Realiza projetos em diversas linguagens artísticas como música, dança, artes visuais e audiovisual. Atua há 8 anos no Terceiro Setor como parceira de planejamento e gestão de projetos de OSC’s que realizam projetos socioculturais e ambientais no Maranhão. PRODUTORA ARTÍSTICA - Jozy Negroni Nascida em São luís (MA). Estudou Design de Produto (Ceuma) e atua como Multi-Artista Performance no seguimento de Arte e Movimento. Sua prática artística passa pela construção de um corpo em movimento com elementos visuais da linha do soft and kunty pertencente à cultura de salão de bailes desde 2019, que tangenciam relações de desobediência de gêneros na moda, dança e beleza. Em 2020, Fundou o Maranhão Kunty projetando experiências laboratoriais em formato de workshops, bailes, produções artísticas e interações performáticas. PRODUTOR ARTÍSTICO - Davi Chaves Renomado bailarino, professor, coreógrafo, diretor artístico e produtor cultural. Com mais de 11 anos de pesquisa em dança, Davi se destaca em diversas modalidades, incluindo Jazz Dance, Ballet Clássico, Vogue Femme e Dança Contemporânea. Atualmente, é bailarino do Ateliê Contemporâneo Cia Dança, onde já trabalhou com grandes nomes da dança brasileira. Com uma trajetória de mais de 7 anos como professor de Stiletto, Davi se aperfeiçoou com pioneiros internacionais da modalidade, como Danielle Polanco e Yanis Marshall. Ele também é fundador da cena Ballroom no Maranhão e foi membro do capítulo Maranhense da House Of Blyndex PRODUTORA AUDIOVISUAL - Jessica Lauane é diretora, fotógrafa, diretora de fotografia, filmmaker, criativa, produtora cinematográfica com oito anos de carreira profissional dedicada a contar histórias que atravessam corpos, territórios e narrativas negras. Natural de São Luís do Maranhão, também conhecida como a Jamaica brasileira, tem como principal abordagem a valorização de pessoas pretas e periféricas, com sensibilidade para o gesto, o cotidiano e as potências invisíveis. ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO - Walber Sousa é cineasta, produtor cultural, publicitário, assessor de imprensa e criador de conteúdo maranhense. Em seus trabalhos, destaca o protagonismo negro e LGBTQIAP+, fazendo desses, eixos centrais de sua carreira. Atua como produtor, assistente de direção, diretor, assessor e distribuidor realizando videoclipes, filmes de curta e longa metragem, documentários, séries, comerciais e eventos. É também professor do curso de Produção de Videoclipe na Escola de Cinema do Maranhão.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.