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PRONAC 2515595Autorizada a captação total dos recursosMecenato

21º Festival Se Rasgum

SE RASGUM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 3,04 mi
Aprovado
R$ 3,04 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Realização da 21ª edição do Festival Se Rasgum com programação de shows de artistas regionais amazônicos em sua maioria, sendo programação gratuita e paga a preços populares, além de atividades formativas com painéis, workshops, rodadas de negócios e showcases de novos artistas amazônicos. Inclui também uma Feira Criativa e de Gastronomia Regional dentro da sua programação.

Sinopse

O Festival Se Rasgum 2026 chega à sua 21ª edição em Belém consolidado como uma das principais plataformas culturais da Amazônia e do Brasil. O projeto reúne uma programação diversificada que contempla apresentações musicais de artistas amazônicos, nacionais e internacionais, oficinas formativas, feira criativa, showcases de novos talentos e rodadas de negócios, além de ações de sustentabilidade e acessibilidade. Os shows trazem a pluralidade da música independente contemporânea, em diálogo com tradições e inovações, e possuem classificação indicativa Livre. As oficinas de formação serão destinadas a jovens, artistas e produtores. A feira criativa dará visibilidade a empreendedores locais de moda, design, artes visuais e gastronomia, promovendo a economia criativa da região. Os showcases apresentam artistas emergentes, enquanto as rodadas de negócios conectam músicos amazônicos a profissionais do mercado nacional e internacional. O festival inclui ainda práticas sustentáveis, como compensação de carbono, reciclagem e uso de copos reutilizáveis, além de recursos de acessibilidade física e de conteúdo, com rampas, banheiros adaptados, Libras, audiodescrição, legendagem e materiais em Braille. Parte da programação será transmitida ao vivo pela internet, ampliando o alcance e garantindo democratização do acesso. Com classificação Livre em todas as atividades, o Festival Se Rasgum 2026 reafirma sua missão de difundir a música e a cultura amazônica, democratizar o acesso à arte e fortalecer a cena criativa regional em diálogo com o Brasil e o mundo.

Objetivos

Realizar a 21ª edição do Festival Se Rasgum, em Belém (PA), consolidando-o como a principal plataforma de difusão da música amazônica no Brasil e uma das mais relevantes da América Latina, com a finalidade de valorizar a diversidade cultural da região, democratizar o acesso à produção artística, promover a circulação de artistas locais em diálogo com nomes nacionais e internacionais, fomentar a economia criativa amazônica e gerar impactos socioculturais, econômicos e ambientais positivos para a cidade e seus habitantes.Objetivos Específicos1. Programação Musical- Realizar 03 dias de programação musical em Belém, entre 5 e 7 de novembro de 2026, sendo 2 dias gratuitos e com 1 dia de programação a preços populares, com apresentações na maioria de artistas regionais da região da Amazônia Legal, além de convidados de outras partes do Brasil e internacionais.- Oferecer uma programação artística plural com 20 shows, em sua maioria com artistas com foco na música regional da Amazônia Legal, contemplando diferentes gêneros musicais, e priorizando diversidade de gênero, raça, territórios e estilos.- Reunir um público estimado de 20 mil pessoas, somando atividades presenciais e digitais.2. Atividades Formativas e de Profissionalização- Realizar atividades de formação e de mercado durante os 3 dias de programação do festival, reunindo profissionais, artistas e empreendedores criativos.- Promover 9 painéis e debates sobre música, cultura, economia criativa, sustentabilidade e inovação.- Oferecer 04 oficinas de capacitação voltadas a jovens, artistas e produtores da região. Com duração de 2h à 3h por oficina.- Realizar 1 rodada de negócios com cerca de 15 profissionais do mercado local, nacional e internacional, fomentando conexões e oportunidades para artistas da Amazônia.- Promover showcases de 6 artistas selecionados através da Seletivas Se Rasgum Amazônia Legal, ampliando a visibilidade e inserção profissional desses músicos e artistas.3. Sustentabilidade e Impacto Ambiental- Implementar práticas de evento neutro, com compensação das emissões de carbono.- Adotar o uso de copos reutilizáveis e implantar a coleta seletiva de resíduos em parceria com cooperativas locais.- Realizar 2 atividades de conscientização ambiental, envolvendo o público e comunidades parceiras.4. Acessibilidade e Inclusão- Garantir tradução simultânea em Libras e audiodescrição em parte significativa da programação.- Adaptar os espaços do festival para acessibilidade física, garantindo mobilidade de pessoas com deficiência e pessoas idosas.- Disponibilizar materiais de comunicação acessíveis e equipe especializada em acessibilidade.- Promover ações de equidade de gênero, raça e inclusão de pessoas trans, travestis e com deficiência, tanto na programação artística quanto na equipe de produção.5. Democratização do Acesso e Contrapartidas Sociais- Garantir atividades 100% gratuitas na programação das atividades de formação e de mercado, feira criativa, oficinas e showcases.- Desenvolver um programa educativo que leve oficinas e experiências culturais a jovens de bairros periféricos e comunidades ribeirinhas, impactando diretamente ao menos 500 participantes.6. Economia Criativa e Desenvolvimento Local- Realizar uma feira criativa e de gastronomia com participação de 15 empreendedores locais, gerando oportunidades de negócio e visibilidade para artistas visuais, designers, produtores de moda e gastronomia da região.- Fomentar a cadeia produtiva da música na Amazônia, com a contratação de mais de 150 profissionais locais entre técnicos, produtores, comunicadores, artistas e prestadores de serviço.- Conectar artistas amazônicos a circuitos e festivais nacionais e internacionais, ampliando sua circulação e intercâmbio cultural.7. Comunicação e Difusão- Realizar uma ampla campanha de comunicação acessível e antirracista, conforme diretrizes da SECOM e do Plano de Comunicação pela Igualdade Racial.- Produzir conteúdos digitais (vídeos, stories e peças gráficas) que ampliem o alcance do festival em âmbito nacional e internacional.- Criar um relatório de impacto cultural, social e ambiental, que será disponibilizado publicamente após a realização.

Justificativa

O Festival Se Rasgum, ao longo de suas duas décadas de existência, consolidou-se como uma das mais relevantes plataformas culturais da Amazônia e do Brasil, promovendo a difusão da música e da diversidade artística regional em diálogo com expressões nacionais e internacionais. Sua continuidade e expansão exigem um modelo de financiamento capaz de assegurar a sustentabilidade financeira e garantir que os princípios de democratização de acesso, inclusão e impacto social sejam efetivamente implementados.Neste sentido, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) é essencial para viabilizar a 21ª edição do festival. A captação de recursos por meio de renúncia fiscal permite atrair a iniciativa privada para o fomento à cultura, assegurando que o evento mantenha ingresso acessível, programação gratuita e políticas de acessibilidade e sustentabilidade.Fundamentação LegalArtigo 1º da Lei nº 8.313/91O projeto enquadra-se nos seguintes incisos:Inciso I _ "incentivar a produção, a distribuição e o acesso aos produtos culturais";Inciso II _ "proteger e valorizar o pluralismo cultural e regional brasileiro";Inciso III _ "apoiar e difundir a produção cultural regional e a circulação de bens culturais";Inciso V _ "garantir os meios para que o público em geral possa usufruir dos bens culturais";Inciso VII _ "estimular a produção e difusão cultural de caráter nacional, regional e local".O Festival Se Rasgum responde a todos esses dispositivos, uma vez que promove a circulação de artistas da Amazônia Legal, valoriza a diversidade da produção local e nacional e garante acesso gratuito e democratizado à população.Artigo 3º da Lei nº 8.313/91O projeto alcança diretamente os seguintes objetivos:Inciso I _ "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais";Inciso II _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional";Inciso IV _ "preservar a memória cultural brasileira e apoiar a produção cultural contemporânea";Inciso V _ "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações";Inciso VII _ "estabelecer meios para a formação, o aperfeiçoamento e a valorização de artistas e técnicos da área da cultura";Inciso IX _ "propiciar os meios para a circulação de bens culturais".Com sua programação de shows, oficinas, painéis, rodadas de negócios, feira criativa e ações socioambientais, o festival atende diretamente a esses objetivos, favorecendo tanto o público consumidor quanto a cadeia produtiva da cultura.Necessidade do IncentivoApesar da relevância cultural, social e econômica do Festival Se Rasgum, os custos de realização de um evento desta magnitude (infraestrutura técnica, acessibilidade, sustentabilidade, cachês artísticos, comunicação e democratização do acesso) são elevados e não podem ser integralmente cobertos apenas pela bilheteria ou por patrocínios diretos.A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, instrumento fundamental para:- viabilizar a programação gratuita em espaços públicos de Belém e a distribuição de ingressos a comunidades periféricas e ribeirinhas;- assegurar condições adequadas de acessibilidade, com tradução em Libras, audiodescrição e estrutura adaptada;- garantir a implementação de práticas sustentáveis, como compensação de carbono e reciclagem;- possibilitar a realização de ações formativas e rodadas de negócios, impactando diretamente jovens, artistas e produtores da região;- fortalecer a cadeia produtiva da cultura na Amazônia, por meio da contratação de técnicos, artistas e prestadores de serviços locais.Relevância SocioculturalA aprovação do projeto via Lei Rouanet permitirá não apenas a manutenção da excelência artística do festival, mas também a ampliação de sua função como instrumento de desenvolvimento cultural, social e econômico. Trata-se de um evento que:- contribui para a formação de público e para a circulação da música amazônica;- gera empregos diretos e indiretos;- reforça a imagem de Belém como polo criativo internacional, em alinhamento à realização da COP30 e ao fortalecimento da economia criativa da Amazônia;- dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sobretudo os ligados à educação de qualidade, igualdade de gênero, trabalho decente, redução das desigualdades, cidades sustentáveis e ação contra as mudanças climáticas.

Estratégia de execução

O Festival Se Rasgum 2026 consolida-se como uma das principais plataformas culturais da Amazônia e do Brasil, com histórico de 20 edições consecutivas que comprovam consistência, credibilidade e relevância. O projeto atua na valorização da música amazônica, na formação de público e na geração de empregos diretos e indiretos, ampliando a circulação de artistas da região em redes nacionais e internacionais.Em 2026, o festival continuará desenvolvendo suas atividades de formação e de mercado, espaço dedicado à debates com painéis, oficinas e workshops, rodadas de negócio, showcases e negócios criativos, conectando a produção amazônica a outros mercados culturais. Essa integração reforça o caráter inovador do projeto, que alia programação artística à construção de conhecimento e oportunidades.O evento adota práticas de sustentabilidade e inclusão, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU), como compensação de carbono, reciclagem, uso de copos reutilizáveis, acessibilidade física e de conteúdo (Libras, audiodescrição, legendagem, Braille), além de políticas de comunicação antirracista e valorização da diversidade de gênero, raça, povos indígenas, comunidades ribeirinhas e pessoas com deficiência.Também se destaca sua dimensão educativa e social, com oficinas gratuitas, distribuição de ingressos para comunidades em situação de vulnerabilidade, showcases de novos talentos e transmissão digital de parte da programação, garantindo a democratização do acesso.Com público estimado em 20 mil pessoas presencialmente e alcance ampliado pelo meio digital, o Festival Se Rasgum 2026 reafirma sua missão de difundir a cultura amazônica, fortalecer a economia criativa local e projetar Belém como referência internacional em música e inovação cultural.

Especificação técnica

1. Programação Musical (Shows e Apresentações Artísticas)Quantidade: 20 shows musicais no festival principal, realizado em 3 dias, sendo 2 dias de apresentações gratuitas em espaços públicos de Belém e 1 dia com programação musical paga.Formato: apresentações ao vivo de artistas regionais amazônicos com convidados nacionais e internacionais.Local: palcos montados em espaços culturais de Belém.Duração: média de 40 a 60 minutos por show.Recursos: sonorização profissional, iluminação cênica, backline completo, estrutura de palco e camarins.Classificação indicativa: Livre.2. Atividades de Formação e de Mercado do Festival:Quantidade: 9 painéis e debates, realizados ao longo de 3 dias.Formato: mesas-redondas, debates e apresentações de casos.Local: espaços culturais e turísticos de Belém (ex: Estação das Docas, Sesc Ver-o-Peso).Duração: 60 a 90 minutos por painel.Recursos: projetores multimídia, sonorização ambiente, tradução em Libras, registro audiovisual.Classificação indicativa: Livre.3. Oficinas de Formação e CapacitaçãoQuantidade: 4 oficinas.Formato: encontros práticos e teóricos em música, produção cultural e economia criativa.Local: centros culturais e espaços parceiros em Belém.Duração: de 3 a 6 horas cada.Recursos: salas equipadas, projetor, som, material didático impresso e digital.Classificação indicativa: Livre.4. Feira Criativa e GastronômicaQuantidade: 1 feira com cerca de 15 empreendedores locais.Formato: exposição e comercialização de produtos criativos (moda, design, artes visuais, gastronomia).Local: espaço de convivência do festival.Duração: 1 dia.Recursos: estandes, energia elétrica, mobiliário (mesas, cadeiras, expositores).Classificação indicativa: Livre.5. Showcases – Seletivas Se Rasgum Amazônia LegalQuantidade: 6 showcases de artistas emergentes da Amazônia Legal selecionados.Formato: apresentações reduzidas (20 minutos).Local: espaços parceiros do festival.Duração: 2 dias, com 3 apresentações diárias.Recursos: sonorização, iluminação, backline reduzido.Classificação indicativa: Livre.6. Rodadas de Negócios MusicaisQuantidade: 1 rodada de negócios.Formato: encontros entre artistas amazônicos e cerca de 15 profissionais nacionais e internacionais.Local: auditórios ou sala a definirDuração: 2 a 3 horas cada.Recursos: mesas, cadeiras, projetor, sonorização ambiente, intérprete de Libras.Classificação indicativa: Livre.7. Ações de SustentabilidadeQuantidade: 2 ações principais (oficina de reciclagem e compostagem).Formato: práticas ambientais, oficinas educativas e implantação de coleta seletiva no evento.Local: espaços do festival.Duração: durante os 4 dias de programação.Recursos: equipe de monitoramento ambiental, copos reutilizáveis, pontos de coleta seletiva.Classificação indicativa: Livre.8. Ações de AcessibilidadeQuantidade: aplicadas em todas as atividades do festival.Formato: medidas físicas e de conteúdo (rampas, banheiros adaptados, piso tátil, Libras, audiodescrição, legendagem, materiais em Braille e visitas sensoriais).Local: todos os espaços do evento.Duração: todo o período do festival.Recursos: intérpretes, audiodescritores, legendagem digital, materiais gráficos adaptados.Classificação indicativa: Livre.9. Difusão DigitalQuantidade: conteúdos digitais pré-evento, durante e pós-evento.Formato: vídeos legendados e disponibilização de conteúdos acessíveis.Local: plataformas digitais do festival (site oficial e redes sociais).Recursos: equipe de streaming, câmeras profissionais, internet de alta velocidade, edição de vídeo.Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

O Festival Se Rasgum tem como princípio fundamental garantir que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam usufruir plenamente de sua programação cultural. Assim, o projeto prevê ações abrangentes de Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo, de forma a assegurar a inclusão efetiva do público com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade FísicaA acessibilidade física será assegurada por meio de medidas que possibilitem a locomoção, permanência e segurança de todos os participantes nos espaços do festival. Entre as ações planejadas, destacam-se:- Acessos e rampas: Instalação de rampas de acesso em todas as áreas de circulação do público, palcos e áreas de serviços, garantindo trânsito seguro de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.- Banheiros acessíveis: Disponibilização de sanitários adaptados, devidamente sinalizados, próximos às áreas de maior concentração de público, respeitando normas da ABNT e da legislação vigente.- Sinalização adaptada: Placas e sinalizações em fonte ampliada, com alto contraste e em locais visíveis.- Espaços reservados: Criação de áreas específicas próximas aos palcos e painéis, com visibilidade adequada para cadeirantes e acompanhantes.- Equipes de apoio: Disponibilização de monitores treinados para auxiliar pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no deslocamento, entrada e saída do evento.- Transporte acessível: Articulação com serviços de transporte adaptado para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência até os locais do festival.Essas medidas visam eliminar barreiras arquitetônicas e garantir que a experiência do festival seja segura e confortável para todos.Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo é essencial para que o público com deficiência sensorial ou cognitiva possa compreender, participar e se beneficiar das atividades propostas. O Festival Se Rasgum prevê as seguintes ações:- Tradução e interpretação em Libras: Intérpretes estarão presentes em shows, painéis, oficinas e atividades formativas, permitindo o acompanhamento integral do conteúdo por pessoas surdas.- Audiodescrição: Oferta de audiodescrição em parte significativa da programação, especialmente nos shows, garantindo a compreensão das performances artísticas por pessoas com deficiência visual.- Materiais em Braille: Produção de materiais informativos (programação, mapa do evento, cardápio) em Braille, disponibilizados em pontos de apoio do festival.- Comunicação acessível: Desenvolvimento de campanhas gráficas e digitais adaptadas, com textos alternativos em imagens (para leitores de tela), vídeos legendados e linguagem clara.- Formação de equipe especializada: Capacitação de parte da equipe de produção em práticas de acessibilidade e inclusão, assegurando atendimento adequado ao público com deficiência.Relevância e ImpactoA implementação dessas ações vai além da adequação legal: ela traduz o compromisso do Festival Se Rasgum com os princípios de inclusão, diversidade e cidadania cultural. A acessibilidade amplia o público potencial do evento, assegura a participação efetiva de pessoas com deficiência e fortalece o caráter democrático da iniciativa.Com isso, o Festival se alinha ao Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), às diretrizes da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, bem como às recomendações do Manual de Acessibilidade em Eventos Presenciais do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Democratização do acesso

O Festival Se Rasgum 2026 adota um modelo de distribuição e comercialização que equilibra sustentabilidade financeira e democratização cultural, garantindo que diferentes segmentos da sociedade possam usufruir plenamente de seus produtos.Distribuição e Comercialização de Ingressos- Serão disponibilizados ingressos a preços acessíveis, abaixo da média praticada pelo mercado de grandes festivais nacionais, viabilizando a participação de diferentes faixas socioeconômicas.- A comercialização ocorrerá de forma híbrida: venda online (site oficial e plataformas parceiras) e pontos físicos acessíveis, contemplando públicos que têm menor acesso digital.Outras Medidas de Ampliação de Acesso- Programação gratuita: parte significativa da proposta será aberta ao público sem cobrança de ingresso, a feira criativa, os showcases de artistas emergentes e oficinas culturais.- Oficinas e ações formativas paralelas: serão realizadas atividades educativas, oficinas de música, comunicação e produção cultural voltadas especialmente a jovens, artistas iniciantes e comunidades periféricas.- Conteúdos acessíveis: vídeos legendados, materiais gráficos com leitura facilitada e registros audiovisuais disponibilizados gratuitamente no site e redes sociais do projeto.

Ficha técnica

PRODUÇÃO EXECUTIVA e CURADORIA: RENÉE CHALU Sócia diretora da Se Rasgum Produções, idealizadora do Festival Se Rasgum que acontece em Belém desde 2006, com edições especiais em SP e RJ (Programação Oficial Olímpiadas RJ), e do Festival Sonido - Mùsica Instrumental & Experimental. Curadora musical, participou de projetos como Natura Musical, Porto Musical, Circuito Off Terruá Pará, Conselho SIM SP. Realização das Seletivas Se Rasgum Amazônia Legal, diversos shows, eventos e projetos musicais especiais para TV, como Se Rasgum TV Show em 2020 (indicado a projeto do Ano no prêmio SIM SP) e Sonido Sessions (Music Box Brasil). Idealizadora do Circuito Mangueirosa.DIREÇÃO ARTÍSTICA e CURADORIA FORMATIVA: MARCELO DAMASO Diretor e sócio da Se Rasgum Produções. Criador dos festivais Se Rasgum e Sonido. Músico, jornalista e escritor. Desde 2006 organiza o Festival Se Rasgum. Entre projetos realizados pela Se Rasgum Produções estão a Semana de formação Music On The Table, com workshops, painéis e debates. Criou e realizou O Festival Sonido - Música Instrumental & Experimental, desde 2015 com mais de 50 artistas de todo o País. Em 2022, realizou a turnê Se Rasgum Eurotour. Participou de diversas comissões artísticas como curador a convite. Como programador, já foi convidado para conferências e festivais fora do Brasil. Toca guitarra na banda Buk, é DJ e colecionador de vinil. GESTÃO DE PROJETOS: PAULA MICHIE COORDENAÇÃO E CONSULTORIA DE ACESSIBILIDADE: KEKÉ BANDEIRA Produtora Cultural, poeta, curadora, fotógrafa e produtora de audiovisual, multiartista com deficiência física e ativista PCD. Mestre em sociologia pela UFPA, estuda questões relacionadas a capacitismo, acessibilidade e produção cultural para PCD. Atua no cenário cultural de Santarém desde os 9 anos no teatro, tendo feito parte da companhia de artes Onphalos por 15 anos, depois atuando no audiovisual, poesia, fotografia e produção cultural. Em 2022, publicou como autora principal o texto "Mulheres com deficiência na Amazônia: a autoenografia como recurso metodológico para narrar histórias invisibilizadas, na Revista Horizontes Antropológicos. Em 2022, foi convidada pela Natura a compor a equipe de curadores do Edital Natura Musical. COORDENAÇÃO DE ESTRUTURA E LOGÍSTICA: BIANCA AQUINO Produtora cultural e audiovisual. É formada em Publicidade e Propaganda pela UFPA e fez mobilidade acadêmica na Universidade do Porto (Portugal). Em 2022 lançou seu 1° curta-metragem como diretora "Monteiro Lopes" contemplado pela Lei Aldir Blanc Pará. Foi Coord. de arte do longa Franco-Suíço-Brasileiro Transamazônia (2023), prod. de set da série Condor - Voando alto (2021), prod. de elenco Amazônia Oculta (2019) e prod. executiva do curta norte americano Beyond the gate (além do portão) de 2017 e no longa documental VHQ - Uma Breve História do quadrinho Paraense (2015). Foi assistente de direção na série Olhares do Norte (2022), 2ª ass. de direção na série Diários da Floresta (2016). Atuou em produções publicitárias de marcas como: Vale do Rio Doce, Cartago, Natura e DiCasa e clipes para os artistas Dona Onete e Felipe Cordeiro. Na produção cultural participou como Coordenadora de produção do Festival Se Rasgum (2018-2023), Festival Sonido de Música Instrumental & Experimental (2018-2022), Virada Cultural Digital (2021), FEMEA - Feira de Empreendedorismo, Música e Artes da Amazônia (2021), Circuito Mangueirosa de Carnaval (2019, 2020 e 2022), Festival Garage Sounds (2019). COORDENAÇÃO FINANCEIRA E CONTÁBIL : SAMANTHA CHAAR GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS -FACI - FACULDADE IDEAL (2001 - 2005 Belém - Pará) CRC 015024/O-8 E PÓS GRADUAÇÃO Gestão Pública – ênfase em contabilidade pública pela CESUPA. Empreendedora social, contadora pública em assessoria de projetos, consultoria especializada, planejamento, controladoria administrativa e financeira, e CEO de inovações tecnológicas de impacto social positivo. Analista de Projetos: FADESP - Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FEV 2006 a JAN 2014) Analista de projetos Nacionais e Internacionais e Prestação de Serviço; Elaboração e gerenciamento de projetos e acompanhamento financeiro junto a Financiadoras e Agências de fomento: FINEP, EMBRAPA, PETROBRAS, F.FORD, VALE, FAPESPA; DIREÇÃO DE ARTE : RODRIGO CANTALÍCIO Ilustrador nascido em Belém. Iniciou seu contato com a ilustração com a curiosidade pelos desenhos animados. Ao longo dos anos desenvolveu trabalhos com fotografia e como diretor de arte. Já são 15 anos trabalhando para o mercado publicitário e obras autorais que já o levaram a participar de exposições em São Paulo. É figurinha carimbada dos festivais de música e cultura de Belém. De @serasgum a @circuitomangueirosa, é ele quem assina muitas das identidades visuais de projetos gráficos para músicos da cidade, como o @ofelipecordeiro. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: LUCIANA SOEIRO Gestora cultural, formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela UNAMA (2006) e pós-graduanda em Comunicação Empresarial pelo Centro de Pós-Graduação CPÓS (2012). Possui curso de capacitação profissional em Formatação e Gestão de Projetos Culturais pela Manufatura da Cultura (2012), em São Paulo/SP. Atuou como produtora em diversos projetos e eventos, entre eles o Festival Cultura de Verão da Rede Cultura de Comunicação (2005, 2006 e 2011), o show Terruá Pará (2006 e 2011) e o Conexão Vivo – etapas Marabá (2011), Castanhal e Belém (2011). Trabalhou na produção de artistas e bandas como Gaby Amarantos, Juliana Sinimbu, Juca Culatra, Cristal Reggae, Curimbó de Bolso, Gang do Eletro e Dona Onete, com quem também integrou a equipe de turnês internacionais, como a Turnê Europeia Dona Onete (2015), que passou por Sines e Lisboa (Portugal), Paris (França) e Swindon (Inglaterra).Participou ainda da produção de eventos como, Conexão Unimed (2014), das 10ª, 11ª e 12ª edições do Festival Se Rasgum (2015, 2016 e 2017), do show dos 400 anos de Belém no Portal da Amazônia (2016), da série Squat na Amazônia (Canal Brasil, 2016), do filme Strobo – Intervenções Urbanas (2017), da segunda edição do festival Sonido – Música Instrumental e Experimental (2017) e das Seletivas Se Rasgum (2017).Nos últimos anos, integrou a equipe de produção das edições 2023, 2024 e 2025 do Festival Se Rasgum, consolidando sua atuação em grandes eventos de música e cultura amazônica. Em 2023, também realizou a produção do show comemorativo 30 Anos de Charlie Brown Jr. em Belém e do 1º M.A.U.B. – Museu de Arte Urbana de Belém, projeto pioneiro dedicado à valorização e difusão da arte urbana na capital paraense.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.