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O projeto propõe uma série de atividades artístico-culturais a se realizar em Araçuaí, cidade polo do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. As atividades representam um aprofundamento e transbordamento de ações educativas e culturais já desenvolvidas na cidade pelo proponente há 25 anos, e um avanço no sentido da defesa dos direitos culturais dos moradores da cidade, em especial as crianças e adolescentes matriculados na rede pública de ensino. Essas ações integradas contemplam: 1) formação de 5 arte-educadores e 40 jovens em pesquisa de cultura popular e edição comunitária para pesquisar e criar sobre os mestres da arte popular, tendo como resultado a criação de 5 livros e 5 audiolivros sobre os mestres da sabedoria popular; 2) a criação de uma biblioteca itinerante e física, com ações de circulação de livros por toda a cidade, mediação de leitura e contação de histórias em eventos públicos como incentivo à leitura e ; 3) uma catalogação de material audiovisual sobre a sabedoria popular da cidade, tendo como resultado 20 vídeos sobre personagens, memórias e histórias de Araçuaí.
não se aplica
Objetivo geral: Promover a preservação da memória na cidade de Araçuaí, através de ações artístico-culturais integradas de incentivo à leitura e à produção comunitária de saberes. Objetivos específicos:CURSO/ OFICINA- Realizar a formação de 5 arte-educadores em edição de livros e pesquisa sobre memória;- Realizar uma formação sobre edição de livros com 40 jovens da cidade;- Produzir 5 livros sobre os mestres da cultura popular local, a partir da formação;- Produzir 5 audiolivros sobre os mestres da cultura popular local, a partir da formação;- Imprimir uma tiragem de 500 livros;- Realizar pelo menos 20 mediações de leitura em escolas públicas, para crianças do ensino fundamental, como incentivo à leitura;- Divulgar livros e vídeos a partir de lançamento locaL e virtuaL, além de outros meios.AQUISIÇÃO DE ACERVO- Criar uma biblioteca infanto-juvenil aberta ao público, com acervo de 1000 exemplares de qualidade para ampla circulação;- Promover ações de biblioteca itinerante, com a circulação de 30 algibeiras de livros (total de 450 livros) por bairros da cidade;VÍDEO- Realizar pesquisa de registros audiovisuais e uma formação metodológica sobre cultura e memória para orientar a catalogação e reedição de material audiovisual;- Organizar material audiovisual - ao menos 20 vídeos de 3 a 5 minutos - sobre os mestres da sabedoria local publicados no Youtube;
O trabalho do CPCD em Araçuaí há 25 anos está baseado na seguinte crença: só se gera transformação a partir do lado cheio do copo. Isso significa dizer que ainda que o IDH de uma comunidade seja pequeno, o IPDH - Indicadores de Potencial de Desenvolvimento Humano de uma comunidade é a fonte de seu desenvolvimento. Significa dizer que os saberes, os quereres e fazeres de uma comunidade são a chave para a sua transformação. E que a memória e a cultura popular são matéria prima para apontar caminhos de modos de vida sustentáveis para o futuro. Daí a proposição de série de ações artístico-culturais articuladas que possam criar produtos e estratégias mais sólidas para a preservação da memória da cultura local e para colocar crianças e jovens do município a refletir, a ter contato e a criar sobre essa memória, de diversas formas. A atuação com o Ponto de Cultura Cinema Meninos de Araçuaí, desde 2008, e o Coro Meninos de Araçuaí, desde 1998, em parceria com o Grupo Ponto de Partida de Barbacena/MG, consolidaram uma atuação artístico-cultural da instituição do município. O Coro acumula uma história sólida de espetáculos e de formação artística e cultural de mais de 200 meninos e meninas em um projeto longevo que partiu das artes cênicas, dança e formação artística para se tornar uma ferramenta de autoestima individual (para cada componente) e coletiva (para a região), já que o Coro leva como sobrenome o nome de Araçuaí e o levou para São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Araçuaí (claro) e Paris. A criação do Cinema, como espaço de exibição de obras audiovisuais, deu origem também a um núcleo de produção de registros audiovisuais (na forma de documentários, curtas-metragens e programas de TV) que se debruçaram sobre os personagens e a cultura da cidade, e acumularam um acervo bastante rico para a memória da cidade com cerca de 40 horas. Esse material, produzido ao longo de 15 anos, precisa ser preservado, reeditado e reorganizado para que sirva à preservação da memória da cidade e possa ser difundido novamente entre os locais e visitantes da cidade e da região, em parceria com outros centros culturais da cidade, como o Museu de Araçuaí. Em um momento em que a cidade vive uma expansão pela mineração de lítio que desequilibra as forças econômicas, sociais e políticas na região e transforma rapidamente os cenários do comércio e das ruas, um movimento de autoafirmação da comunidade e de sua memória se faz fundamental e é isso que esse projeto deseja organizar para (e com) os moradores locais, como parte de um projeto de desenvolvimento mais humano e sustentável, que respeita origens e cultura.
Todos os bens adquiridos: acervo de livros e equipamentos etc, serão de uso permanente durante o projeto e depois de seu término, do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento no espaço que ocupa no Colégio Nazareth e também no Cinema Meninos de Araçuaí.
O conteúdo geral da formação visa, em 12 módulos (236 horas ao total), conduzir um processo formativo de pesquisa, edição e produção de livros sobre os mestres das comunidades. Módulo 1: Sensibilização ao projeto Conhecer os jovens; sua trajetória de vida; preferências de leituras Apresentar o projeto e apresentar aos jovens em linhas gerais a história do livro e a produção editorial Módulo 2: Conhecendo os mestres e mestras de saberes populares de Araçuaí Assistir aos vídeos do Acervo do CPCD que registram mestres de saberes populares de Araçuaí; Escolha de possíveis mestres a serem entrevistados e avaliar que parte do material será utilizado no projeto Módulo 3:Elaboração do original Sensibilizar os estudantes sobre modos possíveis de transcrição e edição de textos de fonte oral Desenvolvimento dos textos do livro a ser editado pelos jovens do projeto Módulo 4: Preparação de originais Capacitar os jovens a prepararem textos considerando não apenas o português padrão, mas a pertinência de seu uso ou de outras formas de escrita, menos formais, de acordo com o contexto de comunicação Módulo 5: Desenvolvimento do projeto gráfico Sensibilização sobre os elementos que compõem o design editorial de um livro: fontes e grid Elaboração manual de layouts de página para o livro Módulo 6: Diagramação Capacitar os jovens para o uso básico do software de diagramação Adobe Indesign; Módulo 7: Prática de revisão de provas Capacitar os jovens para a realização de revisão de provas gráficas Módulo 8: Criação de capas cartoneras e encadernação artesanal Capacitação para a criação de capas artesanais no estilo cartonero; Capacitação para a encadernação artesanal simples de três pontos Módulo 9: Sensibilização ao áudio livro Apresentar diferentes experiências em áudio livro, diferentes objetivos para a sua produção e aprofundar a questão do audiolivro para a acessibilidade Módulo 10: Gravação dos audiolivros Capacitar os jovens na criação e direção de audiolivros Módulo 11: Preparação de peritextos para o lançamento dos livros Elaborar textos de divulgação dos livros e do projeto para serem utilizados nas redes sociais do CPCD e no site onde o livro poderá ser baixado em formato PDF e audiolivros Módulo 12: Lançamento dos livros/ audiolivros Evento de fechamento do projeto com apresentação dos jovens sobre o processo de edição e do livro com a presença da comunidade - 5 livros e 5 audiolivros correspondentes serão produtos culturais da formação e registro para a memória da cidade. 500 livretos de 72 páginas (com imagens sangradas) no tamanho mais próximo ao A4, 1x1 (preto), vincado e refilado referência: Miolo: 72 pgs, 21x29,7cm, 1 cor, Tinta Preta em Polen Natural 80g. CTP (Ecologico).Lombada:4mm, Dobrado, Prova Digital. - Material audiovisual sobre os mestres da sabedoria local 20 vídeos, com duração de 3 a 5 minutos, para publicação em redes sociais e plataformas como Youtube.
Para que as comunidades de Araçuaí e outros interessados tenham acesso a livros e aos vídeos, serão tomadas diversas medidas: - Divulgação e sinalização para facilitar o livre acesso de crianças e adolescentes ao espaço reservado à biblioteca;- Circulação de 30 algibeiras de livros, com 450 livros, para que eles cheguem e circulem em cada bairro e comunidade, nas casas das pessoas;- Parceria com 3 escolas públicas da cidade, que serão mobilizadas também para serem filiais da biblioteca itinerante. - O Cinema Meninos de Araçuaí será uma das sedes da biblioteca itinerante e este possui medidas de acessibilidade arquitetônica, como rampas e luzes de sinalização, assim como banheiros adaptados. - Realização de mediações de leitura, como forma de tornar as histórias mais acessíveis. Em metade das mediações e contações de história, haverá tradução em libras. - Os livros serão editados em papel mas também como audiolivros, para viabilizar o acesso a mais pessoas com dificuldade de leitura ou PCD. - Os vídeos editados serão legendados em português e terão legenda descritiva, intérprete de libras e audiodescrição.
Este projeto prevê o atendimento de aproximadamente 1.400 crianças e adolescentes diretamente, entre 6 e 14 anos, pelas ações da biblioteca física e itinerante, da apresentação dos livros produzidos, em uma parceria do projeto Ser Criança: Educação pelo Brinquedo e 3 escolas parceiras: EE Arthur Berganholi, EE Leopoldo Pereira e EM Manuel Fulgêncio. Indiretamente, estima-se que 1000 famílias serão impactadas. A formação sobre produção e edição de livros focará diretamente 40 adolescentes do projeto Ser Criança e das 3 escolas parceiras do projeto, que participarão da produção de livros e audiolivros. Os livros serão distribuídos para todas as bibliotecas escolares da cidade, da zona rural e urbana. O acesso a Biblioteca e a todas as atividades artístico culturais promovidas, dentro dela e nas ações itinerantes nas comunidades urbanas e rurais, serão realizadas de forma gratuita para estudantes das escolas da rede pública, participantes do projeto Ser Criança e também para a comunidade.Estão previstas ações de comunicação e divulgação de todas as ações projeto: flyer eletrônico (para redes sociais), cards (para whatsapp), áudios (para Whatsapp), carro de som e spot de rádio, como estratégia não somente de comunicação, mas para promover a democratização do acesso, para que todos possam além de conhecer, frequentar o espaço da biblioteca, identificar as algibeiras de leitura, conhecer os livros e usufruir de todos os bens culturais a serem promovidos no âmbito do projeto, os vídeos e livros produzidos. O trabalho com o acervo audiovisual será feito como forma de organizar e facilitar o acesso ao conteúdo registrado nos últimos 15 anos do projeto, em formatos mais atualizados e adequados às plataformas atuais e aos espaços de circulação e de preservação de memória da cidade. Os vídeos ficarão disponíveis pelo Youtube para que pessoas possam acessar de maneira facilitada.
Gestão e Concepção - equipe do CPCD O CPCD é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos fundada em 1984 para atuar nas áreas de Educação Popular e Desenvolvimento Comunitário, tendo a Cultura como matéria prima e instrumento de trabalho, pedagógico e institucional.Para o CPCD a Cultura é o conjunto dos saberes, fazeres e quereres de uma comunidade e das interações, relações e dinâmicas dos vários atores e segmentos sociais que compõem e interagem na vida societária. Ações Culturais que norteiam a ação do CPCD e o habilitam como proponente deste projeto A Cultura como principal foco de trabalho do CPCD, visa fortalecer os valores humanos e culturais dentro da área de abrangência de seus projetos, através de ações de troca de conhecimento e experiência entre os diversos atores envolvidos. 1- CORO MENINOS DE ARAÇUAÍMeninos de Araçuaí - é o nome de um coro de 30 crianças entre 7 e 16 anos que fazem parte do projeto “Ser Criança” (em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha). Foi criado em 1998 em parceria com o Grupo Teatral Ponto de Partida de Barbacena/MG. O Grupo, fundado em 1980, teve sua origem como movimento cultural, comprometido com projetos de mobilização e cidadania, ligando às diversas áreas do fazer cultural como: música, literatura, artes plásticas, jornalismo e educação.Partindo da premissa filosófica do CPCD de que criança aprende mais e melhor brincando, jogando, criando, cantando e dançando, o Ponto de Partida investiu na formação destes meninos, oferecendo oficinas de interpretação, dança e sapateado, instrumentos musicais e musicalização.A música entrou como um grande aliado no processo de formação de cidadania, socialização, sensibilização, estética e principalmente o desenvolvimento da autoestima.O Coro dos Meninos de Araçuaí já se apresentou em diversas cidades e capitais, em Paris no Ano do Brasil na França. Já apresentaram quatro espetáculos e gravaram 03 CDS e 04 DVDS. 2- CINEMA MENINOS DE ARAÇUAÍ – PONTO DE CULTURAO Cinema surgiu de um amplo movimento dos meninos e jovens que fazem parte do Coro Meninos de Araçuaí, que realizaram um Orçamento Participativo envolvendo quase 700 pessoas, e que resultou na proposta de construir e dotar a cidade de uma sala de cinema permanente.O Cinema Meninos de Araçuaí é uma permanente fonte de fruição cultural e possibilita o encontro dos mais diversos públicos, sendo um dos locais de difusão cultural mais importantes da cidade, com programação contínua de filmes, cineclubes e sessões comentadas. Um grupo de dez jovens locais é responsável pela produção audiovisual. Muitos artistas e pessoas da região podem ver sua história transformada em filmes, nessas produções que tem uma linguagem própria, jovem, local. Em 2009 o Cinema Meninos de Araçuaí conquistou os 1º e 2º lugares no Concurso Cultural “Histórias que mudam o Mundo”, promovido pelo Museu da Pessoa, respectivamente com os vídeos “Aquela Vontade” e “Ausência”. 3 - CASA VERDECidade: Raposos/MG entre 2010 a 2019 A Casa Verde -espaço referência da cultura local e incentivo a leitura, onde funciona o Banco do Livro (espaço para troca com acervo de 10.060 livros), Banco de jogos e brinquedos educativos, exposições, cinema itinerante, oficinas comunitárias, terminais de pesquisa, acervo de pesquisas da história local, biblioteca infantil (acervo de 1.000 livros), encontros de poetas e escritores locais para lançamento de suas obras, aulas gratuitas (violão, informática, inglês, etc.) e onde funciona a Biblioteca Pública Municipal que funcionou sob a gestão do CPCD de 2010 a 2019, com acervo revitalizado e atualizado de 7.500 livros, assinaturas de jornais, revistas e gibis e mais de 1.400 leitores cadastrados. Todos os serviços foram gratuitos e disponíveis para a comunidade Raposense, diariamente de 8:00 às 20:00 por 9 anos. 4 -FOLIA DO LIVROCidade: Araçuaí-MG Com o objetivo de resgatar a tradição da Folia de Reis, foi proposto a criação de uma biblioteca itinerante na zona rural, utilizando as Algibeiras de Leitura. Nasceu assim a “Folia do Livro”, que tem muitas características da folia tradicional: bandeira, violeiros, tocadores, fogos, caminhada, cavalgada, mas com alguns diferenciais, que são os livros, peças de teatro, citações de poesias, etc.A proposta é fazer uma festa mesmo, assim como a folia, para que as pessoas da comunidade andem de casa em casa, levando os livros. “Foi emocionante e foi acima de tudo inesquecível, quando a folia com os livros chegou na comunidade. Aquela cavalgada, parecendo procissão, o povo todo eufórico e alegre”.Luzinete Santos - Núcleo Olinto Ramalho - Araçuai/MG 5 - ALGIBEIRAS DE LEITURACidades: Curvelo, Raposos e Araçuaí / MGSão Paulo – Vargem Grande / SPAçailândia, Alto Alegre do Pindaré, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu ,Santa Rita /MACirculação de revistas, livros de literatura infantil, juvenil e adulta, livros de formação técnica e profissional, destinados às comunidades e escolas . Todos organizados em um painel com bolsões plásticos para facilitar o acesso e a circulação. “Eu gosto. A gente chega para descansar,vê as Algibeiras, fica curioso e pega um livro para ler, aí, acaba levando para casa”. Zilmar Pires - Núcleo Gema- Araçuaí/MG Produção executiva - Luciana Aguiar Administradora, atua em processos de educação popular. Trabalha há mais de 10 anos no Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento, especialmente no desenvolvimento de projetos do Cinema Meninos de Araçuaí. Atuou como produtora executiva no doc Feira, Festa e Fartura” (2015), na série “Educação do Campo” (2018) e também no episódio piloto de “Barro Santo”(2021), entre outros projetos audiovisuais. Coordenação de Pesquisa e Editorial - Alice Bicalho Alice Bicalho é editora com atuação no mercado do livro desde 2006, tendo trabalhado em editoras de literatura infantil (RHJ e Fino Traço), de ciências humanas (Civilização Brasileira e Paz e Terra) e de literatura (José Olympio). Iniciou sua formação a partir de projetos de pesquisa com povos indígenas de Minas Gerais, produzindo livros de autoria indígena. Doutora em Teoria da Literatura com a tese Fábrica da floresta: A edição de livros indígenas como prática orgânica, foi professora substituta da habilitação em Edição da FALE-UFMG entre 2016 e 2017 e novamente entre 2022 até o presente semestre. Nessa instituição desenvolveu disciplinas de edição de livros indígenas e de criação de biografias antirracistas para crianças. É cofundadora da Curva Editorial (https://www.curvaeditorial.com.br/sobre-a-curva-editorial). Pesquisa e montagem de vídeos - Pê Coelho Mora em Araçuaí /MG, Vale do Jequitinhonha. Há mais de 14 anos trabalha com audiovisual e atualmente é sócia-fundadora da Carambola Filmes, uma produtora de audiovisual independente. Nesse universo tão mágico que é o Cinema, descobriu na montagem os prazeres e os desafios de contar suas próprias histórias e de sua comunidade. Fez parte da equipe do Cinema Meninos de Araçuaí por 13 anos e hoje é uma das integrantes do seu Coletivo. Montou o documentário “Feira, Festa e Fartura” (2015) e a série “Educação do Campo”, (2018), produções do Cinema Meninos de Araçuaí. Dirigiu e montou o Episódio 0 da Série “Barro Santo” (2021) também do Cinema. Montou o documentário Lucianas (2020), produzido pela Carambola Filmes. Coordenação geral de Projeto - Tião Rocha Antropólogo por formação acadêmica, educador popular por opção política, folclorista por necessidade, mineiro por sorte e atleticano por sina. Criou em 1984 o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento – CPCD, para aprender sem parar e colocar em prática processos educativos freirianos, iluminados pela cultura popular.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.