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PRONAC 2515603Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Favela Art - NOS QUEM CRIA

ASSOCIACAO DE ARTE, EDUCACAO E INOVACAO NOVO RUMO
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 1,06 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Açoes de incentivo à leitura
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Favelacidade tem como propósito fortalecer a produção artística e cultural do Complexo do Alemão, a partir da realização de oficinas, vivências e ações de difusão que integram artes visuais, literatura de cordel, audiovisual e memória comunitária. A iniciativa valoriza a identidade cultural das favelas, promove o acesso democrático à arte e estimula a criação coletiva, envolvendo crianças, jovens, mulheres, pessoas acima de 40 anos e demais públicos em situação de vulnerabilidade social.

Sinopse

A proposta está organizada em eixos de ação que resultam em produtos culturais tangíveis e intangíveis, garantindo circulação de ideias, formação de público e valorização das identidades locais. O resultado é uma obra coletiva em constante transformação, que apresenta produções artísticas e promove reflexões sobre pertencimento, diversidade e sustentabilidade social.O projeto contribuirá para a formação de público, a circulação de ideias e produções culturais e a valorização das identidades locais. Seu impacto se dá na transformação da relação dos participantes com a arte e com a comunidade, gerando pertencimento, novas perspectivas de vida e fortalecimento da favela como espaço de potência cultural. Além do impacto humano e artístico, o projeto promove a economia criativa local, estimulando o trabalho de artistas, oficineiros e prestadores de serviço.

Objetivos

Promover arte e cultura como instrumentos de transformação social, ampliando o acesso, a formação e a valorização da identidade das favelas.Específicos:Realizar oficinas de artes visuais, literatura de cordel e audiovisual.Estimular a criação coletiva de murais, painéis e publicações culturais.Registrar e difundir a memória da favela como patrimônio cultural vivo.Oferecer oportunidades formativas e criativas para jovens e adultos.Finalizar o ciclo com uma Mostra Favelacidade, aberta à comunidade.

Justificativa

O Complexo do Alemão é um território com intensa produção cultural, mas ainda marcado por desigualdades sociais e pela escassez de políticas públicas culturais permanentes. O Favelacidade surge como uma ação estratégica para democratizar o acesso à arte, estimular novos talentos e fortalecer o protagonismo da favela na cena cultural da cidade. Através da união entre arte e cidadania, o projeto valoriza saberes locais, amplia horizontes criativos e gera impacto social positivo, reafirmando que investir em favela é investir em cultura, inovação e identidade brasileira.

Especificação técnica

1. Exposição Interativa com paisagens do Rio de Janeiro e identidade visual do FAVELA ARTMostra formada por obras criadas coletivamente pelos participantes das oficinas, com curadoria de Mariluce Mariá. O público deixa de ser espectador para se tornar coautor das obras. A exposição circulará por escolas públicas, creches, centros culturais, além de espaços como o Píer Mauá e a Nave do Conhecimento da Nova Brasília. Estimativa de impacto direto: 15 a 30 mil pessoas.2. Oficinas de Criação ArtísticaAtividades práticas e acessíveis que incluem: pintura em tela, colagem e artesanato sustentável com materiais recicláveis, oficinas de penteados e tranças afro e oficinas de frases de impacto em formato escrito ou audiovisual. As oficinas estimulam expressão individual e coletiva, criatividade e protagonismo.3. Seminários e PalestrasEncontros motivacionais e temáticos, realizados em escolas, espaços culturais e plataformas digitais. Abordarão arte, inclusão social, identidade cultural, economia criativa e cidadania. Parte das atividades será transmitida online, ampliando o alcance nacional.4. Publicações e Livro ColetivoProdução de uma obra editorial reunindo registros do projeto – depoimentos, imagens e reflexões. O livro será distribuído em escolas, bibliotecas comunitárias e universidades, além de versão digital gratuita com recursos de acessibilidade (audiodescrição, Libras e linguagem simplificada).5. Registro Audiovisual e Difusão DigitalCriação de um acervo digital com fotos, vídeos, minidocumentários e transmissões ao vivo de oficinas e palestras. O material será disponibilizado em redes sociais e plataformas digitais, assegurando acessibilidade e maior alcance.Objetivos e Impactos EsperadosO projeto busca:Democratizar o acesso à arte e à cultura em regiões com poucos equipamentos culturais;Valorizar identidades e diversidades culturais, fortalecendo autoestima e pertencimento;Formar público e multiplicadores, especialmente entre crianças, adolescentes e educadores;Gerar produtos culturais permanentes, como livro, acervo audiovisual e exposição itinerante;Fortalecer redes comunitárias, conectando artistas, escolas, famílias e lideranças sociais.Característica InovadoraO FavelaCidade se diferencia por ser uma obra viva e coletiva, em constante construção. Cada oficina, palestra ou seminário gera novos conteúdos, permitindo que cada participante seja reconhecido como autor de uma narrativa cultural plural. Essa dinâmica reforça a arte como direito universal e instrumento de transformação social, diálogo e cidadania.Resumo dos Produtos Culturais GeradosExposição Interativa Itinerante;Oficinas Artísticas (pintura, colagem, tranças, frases e artesanato sustentável);Seminários e Palestras (presenciais e online);Livro Coletivo (distribuído fisicamente e online, com acessibilidades)Formação artística de pelo menos 100 participantes diretos.Produção de murais, cordéis e registros audiovisuais como acervo cultural comunitário.Realização de uma mostra cultural aberta ao público, com circulação local.Ampliação do acesso à cultura em territórios de favela.Valorização da autoestima, da memória e da identidade cultural das comunidades.

Acessibilidade

O Favelacidade tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura. Todas as suas ações serão gratuitas, abrangendo oficinas, vivências artísticas e a Mostra Favelacidade, aberta ao público. Dessa forma, assegura-se a participação direta de crianças, jovens, mulheres, pessoas acima de 40 anos e demais moradores do Complexo do Alemão e de territórios periféricos vizinhos.O processo de seleção dos participantes será realizado por meio de chamadas públicas locais, com inscrições presenciais e online simplificadas, de forma a contemplar públicos que normalmente não acessam editais ou processos burocráticos. Além disso, haverá reserva de vagas para pessoas com deficiência e prioridade para mães solo, mulheres negras e indígenas.A difusão dos resultados será garantida com:Exposição das obras coletivas em espaço comunitário de livre acesso;Publicação de catálogo digital acessível (com audiodescrição e transcrições);Registro audiovisual das atividades, disponibilizado gratuitamente em redes sociais e canais digitais;Rodas de conversa e debates abertos à comunidade sobre arte, cultura e cidadania.Com isso, o projeto contribui para a formação de público, amplia o alcance da produção cultural periférica e promove a circulação das obras de forma inclusiva e gratuita, reafirmando o direito à cultura como direito de todos.O projeto Favelacidade entende a acessibilidade como um direito cultural fundamental. Todas as etapas da iniciativa (oficinas, mostras, registros e difusão) serão planejadas para possibilitar a participação plena de pessoas com deficiência. Para isso, serão adotadas as seguintes medidas:1. Comunicação AcessívelAudiodescrição: produção de audiodescrição em vídeos e registros audiovisuais do projeto, garantindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam acessar o conteúdo.Transcrição: disponibilização de transcrições textuais dos áudios, falas e entrevistas realizadas durante o projeto.Legendagem: inserção de legendas descritivas em todos os vídeos e materiais audiovisuais, contemplando falas e sons relevantes, para acesso de pessoas surdas e ensurdecidas.Materiais Impressos e Digitais: uso de fonte ampliada, contraste adequado e versão digital acessível em PDF para leitura em softwares de leitura de tela.2. Espaços e AtividadesAcessibilidade física: escolha de locais de realização das oficinas e da Mostra Favelacidade que sejam de fácil acesso, preferencialmente em espaços sem barreiras arquitetônicas ou com adaptações básicas (rampas, sinalização clara).Sinalização inclusiva: utilização de cartazes com letras ampliadas e contraste visual, além de orientação da equipe para acolhimento de pessoas com deficiência.Apoio humano: equipe preparada para orientar, acompanhar e dar suporte a participantes com deficiência ou mobilidade reduzida.3. Oficinas InclusivasAdaptação de materiais artísticos (pincéis com cabos mais grossos, pranchetas adaptadas, recursos táteis).Incentivo à produção multissensorial: obras que integrem texturas, cores contrastantes, sons e narrativas acessíveis.Inclusão de atividades participativas onde pessoas com deficiência possam contribuir igualmente para a criação coletiva.4. Difusão e Mostra FinalExposição com recursos de acessibilidade:Audiodescrição das obras visuais em dispositivos de áudio ou QR Code.Textos explicativos em versão impressa e digital acessível.Vídeos apresentados com legendas e Libras.Catálogo digital acessível (e-book com descrição das obras e versão em PDF acessível).5. Compromisso ÉticoO projeto se compromete a garantir participação equitativa de pessoas com deficiência, atuando com respeito, inclusão e acessibilidade em todas as etapas.

Democratização do acesso

O Favelacidade é um projeto cultural de interesse público que promove acesso democrático à arte e à cultura no Complexo do Alemão, por meio de oficinas de artes visuais, literatura de cordel, audiovisual e atividades de memória comunitária. Sua metodologia alia formação artística, valorização das identidades locais e difusão cultural, garantindo inclusão social e acessibilidade em todas as etapas.Com duração de seis meses, o projeto beneficiará diretamente crianças, jovens, mulheres e pessoas acima de 40 anos em situação de vulnerabilidade, além de alcançar a comunidade em geral com a realização da Mostra Favelacidade, aberta e gratuita. Todas as produções artísticas serão disponibilizadas em formatos acessíveis (audiodescrição, legendagem e transcrições).O enquadramento no artigo 18 da Lei Rouanet se justifica pelo caráter formativo, educativo e de difusão cultural do projeto, que assegura 100% de dedução fiscal para apoiadores, fortalecendo a economia criativa, a democratização do acesso e o reconhecimento da favela como espaço legítimo de produção cultural.

Ficha técnica

Mariluce Mariá, mulher indígena, artista plástica, escritora e produtora cultural, é uma referência no artivismo e na promoção da arte como ferramenta de transformação social.Fundadora do Favela Art, atua ativamente no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, desenvolvendo projetos que resgatam identidades culturais e oferecem novas perspectivas às comunidades.Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a inclusão e a justiça social, Mariluce utiliza sua arte para narrar histórias da resistência indígena e das favelas.Como produtora cultural, organiza exposições, eventos e iniciativas voltadas para o fortalecimento das expressões culturais periféricas, sempre unindo criatividade e impacto social.Reconhecida por sua atuação no Brasil e no exterior, Mariluce Mariá é uma líder inspiradora no campo da cultura, dedicando-se a transformar vidas por meio da arte, do empoderamento e da valorização das raízes culturais. Informações complementares no portfólio e no link. https://wikifavelas.com.br/in dex.php/Mariluce_Mari%C3 %A1_de_Souza_- _artivismo_no_Complexo_do _Alem%C3%A3oJosé Franklin da Silveira é escritor, poeta, cordelista e comunicador comunitário com uma trajetória consolidada na valorização da cultura popular e na preservação das tradições literárias brasileiras.Autor de quase 200 obras, incluindo cordéis e livros, é membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC),onde contribui para a promoção e difusão dessa expressão literária.Com vasto conhecimento das histórias urbanas e nordestinas, José Franklin é um habilidoso contador de histórias, conectando passado e presente por meio de narrativas envolventes que celebram a riqueza cultural do Brasil.Sua atuação como comunicador comunitário fortalece os laços culturais em diferentes territórios, especialmente junto às comunidades periféricas.Reconhecido como um guardião das tradições nordestinas, José Franklin dedica sua vida a transmitir saberes, inspirar novas gerações e promover o cordel como um instrumento de educação, resistência e arte.Diogo Barroso, amplamente conhecido no campo social como Jhonny Barroso, nasceu e foi criado no Morro do Borel, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.Sua trajetória combina sólida formação acadêmica, experiência relevante na gestão pública e atuação comprometida com a promoção da equidade racial, juventude e cultura.Formação AcadêmicaMestrado em Cultura e Territorialidades (PPCulT) –Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ)Graduação em Psicanálise – Universidade Despertalista (UND)Especialização em Gestão Pública – CEPERJ (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisa e Formação de Servidores Públicos)Especialização em ESG Racial – Pacto da Promoção da Equidade RacialGraduação em Comunicação Social (Jornalismo) – Centro Universitário Carioca (Unicarioca)Experiência Profissional naGestão Pública – RJPresidente do ConselhoEstadual de Política Culturaldo Estado do RJ (CEPEC-RJ) –Biênio 2019/2020Superintendente de Cultura eSociedade – Secretaria deEstado de Cultura e EconomiaCriativa RJ (2019)Assessor Chefe de Cultura eSociedade – Secretaria deEstado de Cultura e EconomiaCriativa RJ (2021)Assessor Parlamentar – ALERJ(2021/2022)Coordenador de ProjetosEsportivos CRJ – Cidade deDeus – SEELJ (2017/2018)Coordenador Geral dos CRJs(Centros de Referência daJuventude) – SEACJ (2022)Consultor Técnico – RioSolidário (2021) e Prefeiturado RJ – SMC (2021/2022)Avaliador – Comissão deAvaliação de Projetos (CAP)da Lei Estadual de Incentivo(2018-2020)Membro Titular – ComitêEstadual deAcompanhamento eFiscalização do Programa IDJovemÁreas de Atuação e PesquisaJhonny Barroso integra ogrupo de pesquisa OICULT- UFRJ (Observatório Indisciplinar de Fazeres Culturais e Letramentos), contribuindo em temas ligados a juventude, educação, favela, samba, funk, escolas, música, hip hop, populações em situação de alta vulnerabilidade e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas.Reconhecido por sua vasta experiência em comunicação e por sua atuação na construção de políticas públicas, ele tem desempenhado um papel fundamental na promoção da cultura e do território no Rio de Janeiro.Fillipe de Souza CarvalhoProfissional comprometido com a transformação social e cultural, Fillipe de Souza Carvalho é um dos fundadores do projeto Favela Art, que busca promover inclusão, cidadania e oportunidades por meio da arte e da cultura nas comunidades.Com ampla experiência em comunicação, gestão administrativa e financeira, alia criatividade e estratégia para desenvolver iniciativas que impactam positivamente territórios vulneráveis.Especialista em fotografia, produção de vídeos, maquiagem, websites e redes sociais, utiliza suas habilidades para dar visibilidade às histórias e talentos das favelas, promovendo a valorização cultural e a geração de renda.Sua vivência administrativa e financeira fortalece a sustentabilidade de projetos, enquanto sua atuação comunicacional conecta o público às narrativas transformadoras que ele representa.Fillipe é um agente de mudança que traduz desafios em oportunidades, ampliando horizontes para jovens e artistas das comunidades por meio da arte e do engajamento social.Junot MaiaDoutor em Linguística aplicada , professor universitário e palestrante. Participante do projetodesde 2014, e atual conselheiro fiscal.Roberta Souza , artista, trancista, designer de sobrancelhas e membro do conselho fiscal, seuúnico filho é portador de deficiência física e participante do projeto há 10 anos.Joelma Alcântara, gestora de RH e idealizadorra do projeto Jojo serviços, que trabalha paraproporcionar acesso aos diretos básicos do cidadão. Ela é a secretária do projeto Favela Art.Noemi Souza atualmente auxila no monitoramento nas atividades de palestras que o projetodesenvolve, ela é portadora de deficiência física provocada por acidente de trabalho.Raquel Souza, artista e atua como mediadora entre mulheres moradoras da área conhecidacomo Inferno verde .Cleber de Araújo Santos Índio Pataxó, palestrante , consultor de negócios da áreas dedescarbonização e ESG.Michele Nascimento artista atuante dentro do projeto desde 2015.Andressa Charret artista e atua na comunicação de logística.Gabriel Batista artista no projeto desde 2014.Brendo Jose da Silva artista no projeto desde 2014.Anderson Lima artista atuante no projeto desde 2014.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.