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PRONAC 2515621Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Escuta Petrópolis

FILM IN PRODUCOES LTDA.
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçRegistrPromoç d Acervo BibliogrArquivísti
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-05
Término
2026-12-07
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Escuta Petrópolis propõe uma ação cultural e educativa que integra arte, ciência e cidadania para fortalecer a percepção social e cultural dos riscos ambientais em Petrópolis-RJ. A iniciativa promove oficinas, laboratórios artísticos e atividades formativas em comunidades vulneráveis, articulando linguagens como fotografia e audiovisual na construção de narrativas sobre prevenção, memória e pertencimento territorial. As ações resultarão na produção de cartilhas, painéis comunitários, vídeos e um acervo digital acessível, traduzindo o conhecimento técnico em linguagem visual e popular. O projeto prevê ampla acessibilidade, com intérprete de Libras e legendas, além de contrapartidas sociais, como exibições públicas e elaboraçao de materiais de caráter gratuito e formativo, o Escuta Petrópolis visa transformar o risco em conhecimento compartilhado, aproximando técnicos, artistas e comunidades em torno de uma cultura de cuidado, prevenção e reconstrução simbólica do território.

Sinopse

O Escuta Petrópolis é uma ação cultural e científica que transforma o território em espaço de diálogo entre arte, ciência e comunidade. A obra nasce em uma cidade marcada por tragédias ambientais e pela força de sua memória coletiva, propondo um novo olhar sobre o risco: não como ameaça, mas como oportunidade de reconstrução simbólica e cidadã.A proposta convida moradores, professores e jovens de comunidades vulneráveis a participarem de oficinas, escutas e vivências que traduzem o conhecimento técnico sobre riscos geológicos e hidrológicos em linguagem acessível e poética. Cada etapa combina escuta, pesquisa e criação — transformando o medo em narrativa, o dado em imagem e o mapa em expressão cultural.O resultado é uma obra viva de comunicação e pertencimento: cartilhas ilustradas, vídeos, painéis comunitários e um acervo digital aberto, que documentam histórias, memórias e aprendizados sobre o território e a convivência com o risco. O projeto também registra a experiência em audiovisual, criando um mosaico sensível de vozes e gestos de resiliência.Mais do que um produto cultural, o Escuta Petrópolis é uma metodologia artística e social que faz da escuta um instrumento de transformação coletiva — um convite à empatia, à prevenção e à reconstrução do vínculo entre as pessoas, o lugar e a natureza.

Objetivos

Promover a escuta ativa, a comunicação social e a expressão cultural dos riscos geo-hidrológicos no município de Petrópolis-RJ, fortalecendo a percepção comunitária, a memória coletiva e a capacidade local de prevenção, resposta e reconstrução simbólica do território.Objetivos Específicos- Ampliar a percepção cultural e social do risco por meio de ações educativas, artísticas e participativas.- Integrar arte, ciência e comunicação na construção de narrativas sobre prevenção e cuidado.- Realizar oficinas de escuta ativa em comunidades vulneráveis, escolas e centros culturais.- Fortalecer os Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDECs) como espaços de diálogo e pertencimento.- Criar um acervo cultural e audiovisual sobre desastres, resiliência e histórias de superação.- Fomentar ações interinstitucionais entre Defesa Civil, universidades e Secretaria Municipal de Cultura.

Justificativa

Petrópolis é uma cidade histórica e símbolo da memória nacional. Contudo, convive há décadas com deslizamentos, enxurradas e inundações recorrentes. O relevo acidentado, os solos profundos e a ocupação intensa das encostas e margens de rios criam um ambiente de alta vulnerabilidade. O risco, portanto, não é apenas técnico, mas também social e cultural: manifesta-se na forma como as pessoas percebem o território e constroem sua relação com o espaço e a memória. Compreender o risco, neste contexto, exige escutar as narrativas, emoções e saberes locais.O projeto Escuta Petrópolis — Comunicação, Cultura e Escuta Ativa dos Riscos Geo-hidrológicos enquadra-se na tipicidade "Comunicação e Difusão Cultural / Educação Patrimonial e Ambiental", conforme o artigo 18 da Lei Federal nº 8.313/1991, por integrar ações de caráter educativo, artístico e comunitário voltadas à promoção da cidadania e à valorização cultural de territórios afetados por riscos ambientais.A proposta tem como objetivo fortalecer a percepção social e cultural do risco por meio da arte, da escuta ativa e da comunicação pública, traduzindo o conhecimento técnico em linguagem acessível e simbólica. Suas atividades incluem oficinas de escuta e criação, laboratórios de teatro, música, fotografia e audiovisual, além da produção de cartilhas, vídeos e materiais educativos, todos de acesso gratuito e voltados à difusão do conhecimento cultural e científico entre comunidades vulneráveis de Petrópolis-RJ.Trata-se, portanto, de uma ação cultural de difusão e formação, que alia arte, ciência e cidadania, estimulando a memória coletiva e o pertencimento territorial. O projeto prevê acessibilidade plena, contrapartidas sociais (como distribuição gratuita de materiais e exibições públicas) e a criação de um acervo digital aberto, atendendo às diretrizes de democratização do acesso à cultura e promoção da diversidade cultural estabelecidas pela legislação.Por sua natureza educativa e social, sem fins lucrativos e com impacto direto na formação cidadã e ambiental, o Escuta Petrópolis enquadra-se como Projeto Normal, com incentivo fiscal de 100% (Art. 18), em consonância com as categorias descritas na Instrução Normativa MinC nº 1/2023 e com os princípios da Política Nacional de Cultura Viva e da Política Nacional de Educação Ambiental.

Especificação técnica

O projeto Escuta Petrópolis — Comunicação, Cultura e Escuta Ativa dos Riscos Geo-hidrológicos será realizado no município de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro, com abrangência local e regional e acesso totalmente gratuito ao público. O período de execução é de 12 meses, envolvendo etapas de planejamento, oficinas, escutas comunitárias, produção de materiais educativos e difusão dos resultados em espaços públicos e plataformas digitais. O público-alvo inclui moradores de comunidades em áreas de risco, professores, estudantes, agentes culturais e técnicos da Defesa Civil, alcançando cerca de 800 beneficiários diretos e 10 mil indiretos.

Acessibilidade

O Escuta Petrópolis adota a acessibilidade como princípio estruturante e não como complemento. Todas as etapas — desde a escuta comunitária até a difusão final — foram concebidas para garantir inclusão comunicacional, física e simbólica, assegurando que pessoas com deficiência, idosos, estudantes e moradores de diferentes níveis de escolaridade possam participar plenamente das ações e compreender os conteúdos produzidos.As oficinas, laboratórios e exibições públicas contarão com intérprete de Libras, legendas em todos os vídeos e uso de linguagem simples, promovendo o acesso equitativo ao conhecimento. O projeto também prevê a produção de versões acessíveis das cartilhas e painéis ilustrados, com design tátil e leitura ampliada, fortalecendo a democratização da informação.A acessibilidade territorial será garantida por meio da escolha de espaços públicos com infraestrutura adequada (centros culturais, escolas, praças cobertas e auditórios municipais), sempre priorizando áreas com fácil deslocamento e transporte comunitário.

Democratização do acesso

DO O Escuta Petrópolis foi concebido para garantir acesso gratuito, inclusivo e descentralizado à cultura e ao conhecimento, ampliando o direito à informação e à participação cidadã em territórios vulneráveis. O projeto atua diretamente em comunidades de risco e escolas públicas de Petrópolis, levando arte, ciência e comunicação social aos espaços onde o risco é vivido no cotidiano.A democratização do acesso é aqui compreendida como a possibilidade de todos compreenderem e participarem da produção cultural, independentemente de renda, escolaridade ou local de moradia. As atividades serão realizadas em locais públicos e comunitários, com entrada livre, e incluirão oficinas, rodas de conversa, apresentações artísticas e exibições audiovisuais.A metodologia do projeto transforma o conhecimento técnico sobre riscos ambientais em linguagem cultural e educativa, acessível a diferentes públicos. Cartilhas, painéis e vídeos explicativos serão elaborados com recursos visuais, ilustrações e narrativas locais, promovendo a compreensão de temas complexos de forma simples e participativa.Para ampliar o alcance, o acervo produzido — vídeos, cartilhas e painéis — será disponibilizado em plataforma digital gratuita e distribuído às escolas e centros culturais do município. Professores, jovens e lideranças comunitárias participarão de formações e laboratórios criativos, tornando-se multiplicadores locais da metodologia de escuta e prevenção.Dessa forma, o Escuta Petrópolis promove o acesso à cultura como instrumento de cidadania e pertencimento, criando espaços de diálogo e expressão para comunidades que historicamente tiveram voz limitada nas decisões sobre seus territórios. A democratização do acesso, neste projeto, significa ouvir, compreender e incluir — transformando o risco em aprendizado coletivo e a cultura em ferramenta de prevenção.

Ficha técnica

PO projeto tem como proponente a Film In, sob direção de Thassilo Weber, especialista em comunicação científico-cultural, com ampla experiência na criação de conteúdos que articulam ciência, arte e impacto social. Weber atua também como produtor de filmes publicitários para grandes marcas como L’Oréal, Armani, Ambev e Vichy, trazendo ao Escuta Petrópolis sua expertise na tradução audiovisual de narrativas complexas em linguagens acessíveis e inspiradoras.A produção executiva é de Jéssica Leite, gestora cultural e produtora de projetos audiovisuais e educacionais, responsável pela coordenação administrativa, logística e institucional do projeto. A coordenação técnica é de Isabella Robert Rodrigues, especialista em risco geológico e mestre em Geociências pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), responsável pela integração entre o conteúdo técnico, metodologias participativas e comunicação pública do risco.A equipe técnica conta ainda com Suzana Moura, geóloga da Defesa Civil de Angra dos Reis, que atuará como consultora técnica em geociências, contribuindo para a validação dos conteúdos técnicos e dos mapeamentos de risco utilizados nas oficinas e materiais educativos.A área financeira e de prestação de contas é conduzida por Edlene Barbosa, profissional com mais de 20 anos de experiência em gestão financeira e administrativa de projetos culturais, especializada em prestação de contas para a Lei Rouanet, ANCINE, ISS e ICMS, assegurando o cumprimento das normas legais e de transparência exigidas pelos órgãos de fomento.A equipe é composta também por designer gráfico e ilustrador (responsável pela identidade visual, cartilhas e painéis comunitários), cinegrafista e editor de vídeo (registro das ações e edição dos produtos audiovisuais), educadores e oficineiros locais (mediação comunitária e formação de multiplicadores), intérprete de Libras (acessibilidade comunicacional) e assessoria de comunicação e imprensa (divulgação, redes sociais e clipping).Todos os profissionais serão contratados de forma transparente, priorizando fornecedores e prestadores de serviço locais, fortalecendo a economia criativa da região. O projeto conta com apoio institucional da Defesa Civil Municipal de Petrópolis, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e de escolas públicas e centros culturais locais.Como contrapartidas sociais, o Escuta Petrópolis realizará oficinas e exibições públicas gratuitas, distribuirá materiais educativos em escolas, criará uma plataforma digital aberta com o acervo completo e promoverá a formação de jovens e professores como agentes multiplicadores. O projeto reafirma a cultura como ferramenta de cidadania, prevenção e pertencimento, unindo arte, ciência e comunicação para transformar o risco em conhecimento compartilhado e ação coletiva. Deseja que eu agora prepare a versão curta da ficha técnica (até 1.000 caracteres) — o “Resumo Técnico” que aparece no topo do formulário SALIC, citando Thassilo, Jéssica, Isabella, Suzana e Edlene de forma institucional e condensada?

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.