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O Projeto Rua Cultural, propõe transformar o espaço público em um ambiente de expressão artística, cultural e comunitária. Por meio de eventos mensais gratuitos, promove oficinas de dança, rima, grafite e DJ, além de apresentações de rap e batalhas de rimas. A ação busca fortalecer o protagonismo juvenil e a identidade periférica, conectando escolas e comunidade. Mais que um evento, é uma ocupação positiva da rua, valorizando a cultura Hip Hop como ferramenta de inclusão e cidadania.
Sinopse – Projeto Rua CulturalO Rua Cultural é um projeto de valorização da cultura Hip Hop e da arte de rua como instrumentos de inclusão social, educação não formal e fortalecimento da identidade periférica. Realizado mensalmente na Rua República do Panamá, bairro da Ronda (Ponta Grossa – PR), o projeto transforma o espaço público em um ambiente de convivência, formação e expressão artística acessível a toda a comunidade.A programação inclui oficinas formativas gratuitas, shows de rap, batalhas de rimas, painel de grafite ao vivo, apresentação de breaking e espaço infantil. Cada edição reúne artistas locais e regionais, educadores culturais e público de todas as idades, promovendo o diálogo entre gerações e o fortalecimento dos quatro elementos do Hip Hop — DJ, MC, Breaking e Grafite.As oficinas abordam temas como escrita criativa, improviso, dança e artes visuais, estimulando a criatividade e o protagonismo juvenil. Os shows de rap apresentam talentos independentes da cena regional, ampliando o acesso à produção musical periférica. As batalhas de rimas valorizam a oralidade, a crítica social e a expressão livre. O painel de grafite estimula a arte urbana e a ocupação positiva dos espaços públicos. O espaço kids oferece atividades recreativas e artísticas, com pipoca e algodão-doce gratuitos, integrando crianças e famílias ao evento.O projeto adota medidas de acessibilidade, com intérprete de Libras, espaço adequado para cadeirantes e comunicação inclusiva. Toda a programação é gratuita, aberta e voltada à formação de público e difusão da cultura popular.Classificação Indicativa Geral: Livre
Objetivos Objetivo Geral: Promover a valorização da cultura Hip Hop como ferramenta de inclusão social, educação não formal e fortalecimento de identidade, através de eventos mensais de formação e fruição cultural na Rua República do Panamá, bairro da Ronda, com foco em estudantes das escolas públicas da periferia. Objetivos Específicos: · Fomentar os quatro elementos do Hip Hop (DJ, MC, Break, Grafite) como formas de expressão da juventude periférica. · Oferecer oficinas formativas gratuitas em cada edição, conectando saberes populares de vida com práticas artísticas. · Promover shows de rap e batalhas de rimas com participação de artistas locais e regionais, revelando novos talentos. · Oferecer espaço de lazer infantil com distribuição gratuita de pipoca e algodão doce, promovendo a inclusão. · Conectar escolas e comunidade, fortalecendo o papel das instituições de ensino como polos culturais e de cidadania. · Utilizar as redes sociais e ações em escolas para divulgação contínua e engajamento com o público jovem. · Contribuir com a linguagem de sinais (Libras), para que as pessoas tenham um boa acessibilidade aos eventos. · Contribuir para a reconstrução simbólica da rua como espaço de convivência e cultura, combatendo estigmas de violência e exclusão. Com essas ações, o projeto pretende transformar o território em um espaço de esperança, visibilidade e celebração das potências culturais da periferia.
Justificativa:O projeto Rua Cultural se enquadra plenamente no uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) por promover o acesso democrático à cultura, a formação artística e a valorização das expressões culturais populares. A proposta visa descentralizar a produção cultural, levando ações de arte e educação para territórios periféricos e populações historicamente excluídas do circuito formal da cultura. O projeto atende aos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao contribuir para: I _ Estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais, especialmente de caráter popular e comunitário; II _ Proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, neste caso, a cultura Hip Hop e suas manifestações artísticas. Em relação ao Art. 3º da Lei, o projeto alcança objetivos fundamentais, como: Incentivar a democratização do acesso aos bens de cultura (inciso I); Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira (inciso II); Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais nacionais (inciso III); Promover o conhecimento dos bens e valores culturais (inciso V); Contribuir para a formação de público e o desenvolvimento da educação artística (inciso VI). Dessa forma, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar financeiramente o Rua Cultural, garantindo estrutura, capacitação e continuidade às ações que promovem inclusão social, fortalecimento da identidade periférica e ocupação positiva dos espaços públicos. O mecanismo se mostra indispensável para transformar o projeto em uma plataforma de formação cidadã e de difusão cultural, alinhada aos princípios da política nacional de cultura.Enquadramento Legal _ Art. 1º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet)O projeto Rua Cultural enquadra-se nos incisos I, II, III e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que instituem o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), atendendo às seguintes finalidades:Inciso I _ Estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais: O projeto promove acesso gratuito e democrático à cultura por meio de eventos mensais realizados em espaço público, reunindo oficinas formativas, apresentações musicais, batalhas de rimas e intervenções artísticas. As ações estimulam a produção cultural independente e o fortalecimento da economia criativa local.Inciso II _ Proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira: O Rua Cultural valoriza e protege as manifestações culturais das periferias urbanas, especialmente as ligadas ao movimento Hip Hop, reconhecendo-as como expressões legítimas de identidade, resistência e cidadania.Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais nacionais e regionais: O projeto contribui para a regionalização da produção artística, promovendo o intercâmbio entre artistas locais e regionais e ampliando a visibilidade das expressões culturais do interior do Paraná.Inciso V _ Estimular a formação artística e cultural: As oficinas de MC, DJ, Breaking e Grafite têm caráter educativo e inclusivo, promovendo a formação técnica e artística de jovens e adolescentes, ampliando oportunidades de aprendizado e inserção cultural.Dessa forma, o Rua Cultural contribui diretamente para os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura, fortalecendo o acesso, a diversidade e a formação cidadã por meio da arte e da cultura urbana.
Ações importantes para uma melhor qualidade e participação no projeto:1 – Oficinas e Capacitações As oficinas e capacitações são um dos pilares do Rua Cultural, oferecendo formação artística e técnica aos participantes. Durante o evento, são realizadas oficinas de break dance, grafite, batalhas de rimas e discotecagem (DJ), abordando temas atuais e promovendo o desenvolvimento de habilidades criativas e profissionais.As batalhas de rimas também ganham destaque, valorizando a improvisação, o conhecimento e a liberdade cultural. Voltado especialmente aos jovens das periferias, o projeto estimula a autoconfiança, amplia a compreensão sobre o mercado cultural e cria oportunidades reais de inserção profissional, fortalecendo a cultura local e o sentimento de pertencimento.Essa proposta educativa e gratuita contribui para a inclusão social, tornando o conhecimento acessível de forma democrática e proporcionando aos participantes uma visão profissional do universo artístico. 2 – Inclusão e Diversidade Outro destaque do evento são as ações de inclusão voltadas a mulheres e pessoas LGBTQIA+, reafirmando o compromisso do Rua Cultural com a diversidade e o respeito. Em um cenário historicamente dominado por homens, o projeto incentiva a participação feminina no rap, no grafite e nas batalhas de dança, além de garantir espaço para diferentes expressões de identidade e gênero.Essa abordagem amplia a representatividade e contribui para a desconstrução de estereótipos dentro do movimento hip-hop, criando um ambiente seguro, acolhedor e plural — onde todos podem se expressar livremente e colaborar para o fortalecimento de uma cultura urbana mais diversa e igualitária.3 - No primeiro evento de lançamento do projeto serão realizados quatro shows, incluindo a apresentação especial de um rapper paranaense de destaque nacional. Esse show, que terá forte conexão com a proposta do evento, contribuirá para atrair um público ainda maior e fortalecer a visibilidade do projeto. O cachê do artista será de R$ 7.000,00, com todas as despesas inclusas nesse valor.
Produtos Evento Rua Cultural (Edições Mensais)Quantidade: 5 edições Duração: 4 horas por edição Descrição técnica: Evento gratuito de rua realizado mensalmente na Rua República do Panamá, bairro da Ronda, Ponta Grossa/PR. Cada edição contará com quatro pocket shows de rap e uma batalha de Rimas com oito inscritos, um dee jay, um apresentador e masi três jurados pra compro o palco. Estrutura composta por palco, sistema de som P.A. completo, iluminação, LED, tendas, banheiros químicos, intérprete de Libras e equipe de apoio e seguranças. Público estimado: 300 a 500 pessoas por edição Forma de distribuição: Gratuita e aberta ao público Abrangência territorial: Local e regional Resultados esperados: Promover o acesso democrático à cultura Hip Hop, fortalecer artistas locais e estimular a convivência comunitária nos espaços públicos.Produto Secundário – Oficinas Formativas de Hip HopQuantidade: 20 Oficinas (4 por edição, total de 5 edições) Duração: 1 hora cada oficina Público das Oficinas : aproximadamente 40 alunos por edição (10 a 20 alunos por oficina) Descrição técnica: Conjunto de oficinas de formação artística e cidadã, ministradas por educadores e artistas do movimento Hip Hop. Serão oferecidas oficinas de MC ou Rimas, Oficina de Grafite, Oficina de Dee Jay e de Breaking (dança de rua). Projeto pedagógico: Metodologia participativa e comunitária, com integração entre prática e teoria. As oficinas abordarão a história do Hip Hop, técnicas artísticas, cidadania e protagonismo juvenil. Haverá uso de materiais didáticos (Folders,painéis, sprays, equipamentos de som e dança) e inclusão de intérprete de Libras. Público estimado: aproximadamente de 10 a 20 participantes por oficina Forma de distribuição: Gratuita e presencialCertificado de Participação: cada aluno receberá um certificado de participação da oficina.Camisetas : Alunos participantes das oficinas receberão camisetas e os instrutores das oficinas estarão devidamente uniformizados com camisetas do projeto Rua Cultural. Abrangência territorial: Local e regional (com participação de jovens de escolas públicas e coletivos culturais) Resultados esperados: Formação de agentes culturais, incentivo à produção artística e fortalecimento das expressões periféricas.Produto Shows e Apresentações MusicaisQuantidade: 20 apresentações locais (4 artistas por edição x 5 edições) Duração: 20 a 30 minutos por artistaShow Nacional : Pocket show do Rapper Pateta Código 43 Descrição técnica: Apresentações musicais de rappers e grupos locais e regionais, com repertório autoral e colaborativo. Estrutura de palco profissional, microfones, retornos, backline básico, iluminação e operador de som. Artistas participantes: Gui Augustto, Lil Souza, JJ Rapper, Mano Polako, Guizin do Rap, Cássio RE, DJ Pulse. Saint, Stash, Léo Lima, Mc Celina, Ralph 7, Favela MC, Jardel Rodrigeus, Mano Polako, Sheren B.Girl, Mavi, Jackson Paes.DJ Afrohigh, Mc Alan, DJ Nany, Zero Meia e show nacional com (Pateta Códio 43 e dj Samu) Forma de distribuição: Gratuita, ao vivo Abrangência territorial: Local e regional Resultados esperados: Valorização da música independente, estímulo à circulação artística e fortalecimento da cena Hip Hop.Produto Batalhas de Rimas Quantidade: 5 batalhas (1 por edição) Duração: 60 minutos cada Descrição técnica: Competição de improviso entre MCs locais e regionais, com avaliação por jurados convidados. Estrutura de som, microfones, palco e cronograma próprio. Mediação pelos jurados e apresentador . Critérios de avaliação: rima, improviso, criatividade, coerência e performance. Forma de distribuição: Gratuita e aberta ao público Abrangência territorial: Local e regional Resultados esperados: Incentivar a oralidade, a criatividade e o protagonismo juvenil, além de promover a cultura do respeito e da expressão consciente.Produto - Intervenções Visuais (Grafite ao Vivo)Quantidade: 2 painéis produzidos Duração: 1 hora por edição Descrição técnica: Criação de murais artísticos em painéis de madeira durante as edições do evento, executados por artistas locais contratados Utilização de tintas spray, óculos de porteção e luvas de proteção. Forma de distribuição: Exposição pública e gratuita, fotografias para as redes sociais, reutilização dos mesmos painéis para os próximos eventos. Abrangência territorial: Local Resultados esperados: Aprendizado básico do grafite, promoção da arte urbana e estímulo à valorização cultural. Produto – Espaço Infantil e Atividades LúdicasQuantidade: 5 edições Duração: 4 horas por edição Descrição técnica: Espaço dedicado a crianças, com brinquedos inflãveis, Coordenação de monitores culturais. Materiais: Pipoca, algodão doce e tendas. Forma de distribuição: Gratuita e aberta ao público infantil Abrangência territorial: Local Resultados esperados: Garantir inclusão cultural desde a infância, estimulando o contato com as linguagens artísticas e fortalecendo o vínculo comunitário.Produto – Comunicação e DivulgaçãoQuantidade: 1 plano completo de comunicação + 5 campanhas mensais Descrição técnica: Criação de identidade visual e materiais gráficos (cartazes, banners, folders, camisetas) e gerenciamento de redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok). Divulgação contínua nas escolas, rádios e veículos locais. Forma de distribuição: Digital e impressa Abrangência territorial: Regional Resultados esperados: Ampliar o alcance do projeto, fortalecer a imagem dos artistas e aumentar o engajamento do público jovem.Produto – Registro Audiovisual e Relatório FinalQuantidade: 1 registro final + 5 registros mensais Duração: 20 minutos (vídeo final) Descrição técnica: Registro em foto e vídeo de todas as edições, com edição profissional, legendas em Libras e narração acessível. O material resultará em um registro documental mini documentário sobre o impacto social do projeto, além de relatórios técnicos e clippings de mídia. Forma de distribuição: Gratuita (plataformas digitais, escolas e coletivos culturais) Abrangência territorial: Nacional (via internet) Resultados esperados: Preservar a memória das ações, promover transparência e difundir os resultados para novas parcerias culturais.
Acessibilidade Produto Principal (Festival Rua Cultural)O Festival Rua Cultural será realizado em um espaço público aberto, com infraestrutura urbana já adaptada, incluindo calçadas acessíveis, rampas e áreas planas, garantindo mobilidade e autonomia a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida.Para assegurar acessibilidade comunicacional, o festival contará com intérprete de Libras durante as aberturas, apresentações artísticas e batalhas de rimas, permitindo a participação plena de pessoas surdas e ampliando o alcance das ações culturais.Serão instaladas sinalizações visuais em pontos estratégicos (tendas, palco, banheiros, oficinas e área de alimentação), bem como uma área reservada próxima ao palco para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.A equipe de produção e segurança passará por capacitação básica em atendimento inclusivo, com orientações sobre respeito, comunicação e suporte a pessoas com deficiência.Essas medidas garantem acessibilidade física e comunicacional, tornando o festival inclusivo, seguro e democrático, conforme os princípios da Lei nº 10.098/2000, do Decreto nº 5.296/2004 e das diretrizes da Política Nacional de Acessibilidade Cultural.Acessibilidade – Produto Secundário (Oficinas Rua Cultural )As oficinas formativas do projeto Rua Cultural também adotarão práticas de acessibilidade e inclusão para garantir a participação de pessoas com diferentes níveis de mobilidade e necessidades específicas.As ações incluem:Adaptação das atividades práticas para permitir a execução por pessoas com deficiência física, Apoio do intérprete de Libras durante oficinas e rodas de conversa com o público surdo;Materiais de apoio visuais e impressos com fonte ampliada, facilitando o acompanhamento por pessoas com baixa visão;Espaços acessíveis com mesas e bancos adequados, garantindo conforto e mobilidade;Sensibilização dos oficineiros quanto ao atendimento inclusivo e ao respeito à diversidade de corpos e modos de aprender.Essas ações reforçam o caráter educativo, participativo e acessível das oficinas, assegurando o direito de todos à formação cultural, à troca de saberes e à expressão artística.
Democratização de AcessoEsse projeto é 100% gratuito ao público, o projeto tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, garantindo que a população possa vivenciar gratuitamente manifestações artísticas e formativas da cultura Hip Hop em espaço público aberto, de forma livre, inclusiva e diversa.A escolha de realizar o evento em uma rua com estrutura urbana acessível (calçadas adaptadas, rampas e fácil (acesso por transporte público) visa justamente eliminar barreiras físicas e econômicas, permitindo que o público em geral, inclusive moradores de comunidades periféricas, jovens, famílias e pessoas com deficiência, possam participar plenamente das atividades.O evento será totalmente gratuito, sem cobrança de ingresso, inscrição ou taxa para participação nas oficinas, apresentações e rodas de conversa. Além disso, a programação será divulgada amplamente por meios acessíveis e populares, como redes sociais, centros comunitários, escolas públicas e coletivos culturais, ampliando o alcance e a participação da comunidade local.Para assegurar a inclusão social e cultural, serão implementadas as seguintes ações:Realização do evento em espaço público aberto, garantindo acesso livre e visibilidade para todos;Oficinas gratuitas voltadas à formação artística e profissional de jovens e artistas independentes;Participação de artistas locais e regionais, promovendo o fortalecimento da cena cultural do território;Acessibilidade física e comunicacional, com área adaptada para cadeirantes e intérprete de Libras nos momentos principais;Parcerias com escolas, coletivos e movimentos culturais para mobilização e integração da comunidade;Priorização da diversidade em todas as etapas — artistas, oficinas e equipe técnica — valorizando a representatividade de gênero, raça e território.Essas medidas garantem que o projeto atenda aos princípios de acesso democrático e descentralização cultural previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente nos incisos I, II e III, que tratam da ampliação do acesso aos bens culturais, da valorização da produção cultural brasileira e da promoção da diversidade de expressões artísticas.Dessa forma, o evento se consolida como um espaço de convivência, aprendizado e valorização da cultura urbana, contribuindo para o direito à cultura como um bem público essencial e para a formação cidadã e artística da comunidade.
O dirigente do projeto será responsável pela coordenação geral e curadoria artística de todas as ações do evento, garantindo a coerência entre os eixos do Hip Hop (Rap, DJ, Break e Graffiti) e os princípios de formação, inclusão e valorização cultural das periferias. Entre suas funções estão: o planejamento e supervisão geral do cronograma e da equipe técnica;Seleção e acompanhamento dos artistas convidados (MCs, DJs, dançarinos e grafiteiros);Articulação com comunidades locais, escolas e coletivos culturais;Gestão administrativa e de comunicação, supervisionando a divulgação, redes sociais e cobertura do evento;Apoio direto nas oficinas formativas, atuando como mediador e facilitador dos diálogos entre artistas e público.Currículo resumido dos principais participantes:Ismael Alves dos Santos - Proponente /Diretor GeralO Ismael Alves dos Santos, tem faculdade em Processos Gerenciais, conhecido pelo apelido de infância e nome artístico o “ Gueg”. É um dos pioneiros do hip-hop do Paraná conheceu o hip-hop ainda na sua adolescência em 1993 através das rádios jornais e revistas. Criou seu grupo de rap chamado Ponta Rap e fez show por diversas cidades do Paraná e São Paulo, em Ponta Grossa foi o primeiro grupo de rap a fazer show na Munchen Fest e no Projeto Sexta às 6, um dos maiores eventos da cidade. Criou projetos como o Abril Pro Rap, o Circuito Hip Hop nos Bairros, o Hip Hop Escola, o Hip Hop Mais Criatividade, o Grafite no Escadão e colabora com o Dia do Rap, o Circuito Arte Rua e as Batalhas de Rimas. Levou o hip- hop para os bairros e vilas da cidade de Ponta Grossa, produziu e apresentou o Programa de tv em rede aberta conhecido como Hip Hop PG durante oito anos na TV Educativa canal 58.1. Ganhou prêmios nacionais como o Preto Goez. Gravou e produziu diversos grupos de rap, possui sete álbuns musicais e 30 videoclipes, é empresário, Microempreendedor Individual dono da Fabrik Produções a mais de uma década, hoje é o Presidente da Associação Hip Hop Ponta Grossa. Esse ano comemora 30 anos dentro da cultura Hip Hop. Lançou ano passado o álbum 99 Problemas no youtube e em todas a plataformas. Esse ano está produzindo o seu novo album de 30 anos de carreira intitulado “Tipo Vinho “e o seu mais recente trabalho é o lançamento do primeiro video clipe de rap dos Campos Gerais em IA lançamento dia 14 novembro.Sheren Maciel – B.Girl e Oficineira de Break Educadores e oficineiros de dança (Breaking) Breaker e educadorea social, ministrou oficinas de dança de rua voltadas para o público infantil e juvenil, incentivando a prática corporal, disciplina e trabalho em grupo. Já produziram e participaram de batalhas e festivais de Breaking em todo o estado.DJPulse – Dee Jay Oficineiro Atua como DJ a alguns anos, com experiência em eventos casa noturnas, já participou de editais como Promific , festas culturais e batalhas de MCs. Responsável pela sonorização do evento e por ministrar oficina introdutória de DJ e mixagem digital.Atua como DJ a alguns anos, com experiência em eventos casa noturnas, Jackson Paes – Grafiteiro e educador urbano Artista visual e muralista com trabalhos espalhados por diversas cidades do do Paraná. Desenvolve oficinas de graffiti com foco em técnicas, história e preservação do espaço urbano como meio de expressão positiva.Alan Rocha – Mc e Mediador das batalhas de rimas Ambos com longa experiência em batalhas de MCs e apresentações públicas, conduzirão o palco principal do evento, estimulando a criatividade, o respeito e o improviso entre os participantes.Gui Augustto - MC e Preodutor Cultural Cantor e compositor com uma história na música envolvendo Editais , shows e produções, clipes e shows trajetória consolidada com produções autorais independente. Atuou em projetos como Abril Pro Rap, Edital Mobilidade Cultural, Pnab, já fez shows no Projeto Sexta às 6.Já produziu oficinas em escolas.Atividades complementares para crianças serão coordenadas por monitores culturais locais, com recreação artística, pintura, brincadeiras educativas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.