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O 2FIMU/POA é um festival que reunirá grupos musicais formados em projetos sociais de orquestras da grande Porto Alegre. Essas orquestras, compostas principalmente por crianças e adolescentes, terão oficinas de instrumentos e aulas coletivas, utilizam a música como ferramenta de transformação social, promovendo a inclusão, o desenvolvimento cultural e a cidadania, no final estarão juntas promovendo um grande concerto de integração.
Classificação etária é livreFormato das oficinasAs oficinas acontecidas nas sedes dos projetos atuantes serão pela manhã, e o mais importante é que sejam inclusivas, ou seja, dependendo da demanda o professor pode optar por uma ou mais maneiras de conduzir. Ex: Se a demanda daquele projeto for apenas para conhecer o(s) instrumento(s) daquela categoria, então o professor fará uma espécie de conversa didática onde apresentará o instrumento aos interessados, isto trará interesse em conhecer aquele instrumento ou família. Se o projeto tiver alunos daquele instrumento, o professor fará práticas coletivas, que podem ser com exercícios, tocar músicas juntos ou ações deste tipo. E por último, se o projeto tiver alunos avançados que queiram ser ouvidos individualmente ou em duplas, o professor reservará uma parte da oficina para isto. A premissa é adaptar para o que demanda cada projeto.Já as oficinas (master classes) oferecidas pelos mesmos professores na Casa da Música (à tarde ou no sábado de manhã, dependendo do instrumento) deverão ser feitas ações coletivas com técnica caso não tenham alunos individuais para trabalhar mas primordialmente reservar tempo para ouvir em uma pequena masterclass para aqueles alunos (no máximo 6) indicados apenas pelos dois organismos promotores, no caso a Casa da Música e Escola da Ospa, os outros projetos que não são nem atuantes nem promotores serão convidados apenas como ouvintes.Alguns casos, em especial como os professores de trompete e percussão, além das práticas acima, poderão ser orientados pelo diretor artístico Arthur Barbosa ou o assessor pedagógico Jézer Silva a ensaiarem ou prepararem alunos para o concerto final.Disponibilizar ensino de música erudita, canto coral para crianças, jovens de baixa renda, com a oferta de oficinas para iniciantes dos seguintes instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, canto e musicalização. Propiciar a crianças e jovens a inclusão sociocultural por meio do ensino coletivo da música. Promover o desenvolvimento humano e social através da música e tem como eixo a participação da família, o vínculo afetivo do jovem com a participação no grupo (orquestra) e seu instrumento, e do desenvolvimento sentimento de equipe com os grupos coletivos de orquestra. Potencializar e desenvolver o talento de crianças e jovens que terão acesso ao ensino musical, e poderão realizar o sonho de tocar um instrumento. Preparar repertórios para promover recitais e concertos comunitários para aproximar a família dos jovens ampliando o acesso a cultura musical. Metodologia A metodologia é o ensino coletivo e prático desde o primeiro dia de aula. Cada aluno sabe que é uma peça indispensável no todo (a orquestra) e, ao mesmo tempo, tem a consciência de que precisa do grupo para executar as peças musicais. Além disso, para aprender a tocar é preciso paciência, disciplina, concentração, carinho com o instrumento e respeito aos professores e colegas. A partir disso, é feito um trabalho de ensino com experiências que servem para todas as situações da vida, de forma interessante e descontraída. O projeto busca adaptar o ensino com a proximidade do gosto e a cultura da criança e do jovem. Atividades ArtísticasConcerto oficial- Formação de grupos que dinamizam objetivos educativos voltados para o viver em grupo e coletividades. Problematiza conceitos, regras, punições, valores como cooperação, ética e solidariedade;Dos fins- Desenvolver o potencial de cada aluno na área musical, através dos conhecimentos teórico-práticos propostos.- Valorizar a participação do estudante de música na sociedade como agente social.- Integrar grupos de instrumentos e ballet em uma linguagem contemporânea e multicultural.O ambiente musical saudável propricia auto estima elevada, agrega valores e responsabilidades, cria disciplina e forma cidadãos conscientes, além de transformar a comunidade em geral.
O 2FIMU -POA tem o intuito de fortalecer os projetos sociais de jovens orquestras, servindo como incentivo para os projetos sociais de música, reconhecendo o trabalho realizado e oferecendo oportunidades de desenvolvimento. Promovendo a integração dos participantes, que têm a chance de conhecer outras realidades e trocar experiências com professores de outros estados e paises, criando laços de amizade e fortalecendo a comunidade. Os festivais democratizam o acesso à música de concerto, levando-a para além dos espaços tradicionais de concerto.Atendendo ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, conforme incisos IV e VI.IV - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI- fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;Objetivos específicos:Festival: Estrutura para o evento de 6 dias com as seguintes ações culturais:Envolve cerca de 50 profissionaisOficinas e whorkshps:Oferecer 8 oficinas pela manhã de: Ensino coletivo, Violino/viola, Violoncelo, Contrabaixo, Madeiras (palhetas), Metais, Percussão nas sedes dos projetos, em Porto Alegre e região metropolitana, pois os espaços que tem local apropriado para aulas de instrumentos, e os professores se deslocarão até os espaços.Carga horária de cada oficina é de 3h/a por 6 dias. Público alvo: todos participantes do projeto, total 300 criançasOferecer 3 oficinas especiais: ensino coletivo de cordas e de sopros e Oficina de produção cultural, abertas ao publico em geral, com inscrição previa. Publico alvo: 100 pessoas estudantes, professores e demais interessados nos temas.Oferecer Masterclasses de 6 instrumentos: violino, violoncelo, oboé Fagote, Trompa, Trombone e Regencia Coral (2 na semana cada com 3h/a) Público alvo _ alunos da Escola da Ospa, Orquestra Jovem do RS, Jovem do Theatro São Pedro e para a comunidade interessada (alunos mais avançados UFRGS) - 10 vagas cada instrumento. Publico total 60 alunosApresentação Musical:Formar 3 orquestras: orquestra iniciante, orquestra intermediária e orquestra de integração através da prática de orquestra, que ocorrerá a tarde, num espaço esepcifico para atender o numero de alunos em Porto Alegre, haverá transporte para trazer os alunos até a sede. Será indicados pelos projetos 12 alunos para integrar as orquestras. Carga horária do ensaio é de 3h/a por 6 dias. Público alvo: 120 alunosExecutar o concerto final reunindo todos alunos na casa da OSPA. Integrando todos as orquestras: inicial, intermediária e de integração: Publico alvo: 1000 expectadores
O projeto acredita na força da música como ferramenta de transformação social. Na medida em que participa das aulas coletivas, a criança/jovem/adulto socializa-se, adquire senso de cidadania e responsabilidade, tem contato com novos valores e amplia de maneira definitiva seu horizonte cultural, enriquecido pelos infinitos dialetos contidos na linguagem universal da música. Além disso, a música também se relaciona com outras áreas essenciais para a formação humana, como a matemática, a ciência, a linguagem e a atividade física. Através das oficinas promove-se o convívio social, estimula-se o aprendizado e a elevação da auto estima, além de possibilitar a formação para acesso a emprego no futuro. Os concertos/espetáculos agregam a comunidade/escola/alunos, criando ambiente de harmonia e respeito entre os envolvidos. O ambiente musical saudável propricia autoestima elevada, agrega valores e responsabilidades, cria disciplina e forma cidadãos conscientes, além de transformar a comunidade em geral. De acordo com uma pesquisa da Universidade Northwestern, publicada pela Proceedings, a revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a música estimula diretamente áreas do cérebro envolvidas no desenvolvimento da fala e das habilidades lingüísticas. Outros estudos demonstram que o simples ato de ouvir uma música ativa áreas normalmente pouco estimuladas no cérebro. Quando vivenciada dentro de um processo de ensino/aprendizagem, então, ela é capaz de melhorar o raciocínio, o desenvolvimento psicomotor e a interpretação de mensagens _ beneficiando, inclusive, o rendimento escolar das crianças e adolescentes. Os benefícios indiretos, mas não menos importantes, também, são o convívio social, a participação da família, entre outros.Este projeto é uma iniciativa inédita de integração entre projetos sociais de orquestra para que tenham visibilidade e novas chances aos músicos no mercado de trabalho.Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Todas as atividades são abertas gratuitas, e o publico alvo são projetos sociais em territórios de vulnerabilidade.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Este projeto visa dar visibilidade a jovens musicos de orquestra, integrando grupos de regiões diferentes com professores qualificados III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Com a integração das orquestras sociais este projeto dá apoio as iniciativas que promovam o crescimento artistico dos jovens, mostrando que crianças de periferia também podem estudar instrumentos de musica de concerto, minimizando os pré-conceitos sobre este tipo de fazer musical. Estas, atendendo as seguintes finalidades do Art. 3° da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Este projeto une projetos sociais num festival de integração onde todos participam de alguma forma, tanto alunos iniciantes quanto avançados, numa apresentação final do festival com uma grande orquestra.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Todas as atividades são gratuitas e incerem além dos alunos os familiares, em dois grandes concertos, de abertura e de encerramento.Em conformidade ainda com os incisos I, II, IV do Art. 3º da referida Lei, o projeto irá incentivar a formação artística e cultural; fomentar a produção cultural e artística; além de estimular o conhecimento dos bens e valores culturais.
O Fimu em 2025, foi uma iniciativa inedita, com grande repercussão positiva entre o meio cultural da cidade de Porto Alegre.
ApresentaçãoO FIMU é um projeto de ação social de inclusão social e cultural e foi concebido com o propósito de aproximar projetos sociais e orquestras sociais onde este espaço para juntá-las e fazer que convivam por uma semana pode resultar num imenso guarda-chuva musical que pode resultar na elevação da qualidade de vida dos segmentos populacionais que se encontram em vulnerabilidade social, já que a inclusão gerará debater e a profusão de conhecimento indiscriminadamente a todos os projetos participantes Serão disponibilizadas por uma semana aulas, oficinas e master-classes a todos os projetos sociais participantes do FIMU com oficinas de instrumentos de cordas, madeiras, metais e percussão, além de oficinas de ensino coletivo, canto, prática coral e também oficinas sobre a cadeia produtiva da cultura. O projeto tem como princípio a promoção do desenvolvimento humano e social através da música e tem como eixo a participação da família, o vínculo afetivo do jovem com a participação no grupo e seu instrumento além de valorizá-los com apresentações em grandes espaços para concertos. Contextualização O FIMU acredita na força da música como ferramenta de transformação social. Na medida em que participa das aulas coletivas, a criança ou o jovem socializa-se, adquire senso de cidadania e responsabilidade, tem contato com novos valores e amplia de maneira definitiva seu horizonte cultural, enriquecido pelos infinitos dialetos contidos na linguagem universal da música. Além disso, a música também se relaciona com outras áreas essenciais para a formação humana, como a matemática, a ciência, a linguagem e a atividade física. De acordo com uma pesquisa da Universidade Northwestern, publicada pela Proceedings, a revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a música estimula diretamente áreas do cérebro envolvidas no desenvolvimento da fala e das habilidades lingüísticas. Outros estudos demonstram que o simples ato de ouvir uma música ativa áreas normalmente pouco estimuladas no cérebro. Quando vivenciada dentro de um processo de ensino/aprendizagem, então, ela é capaz de melhorar o raciocínio, o desenvolvimento psicomotor e a interpretação de mensagens – beneficiando, inclusive, o rendimento escolar das crianças e adolescentes. Benefícios indiretos, mas não menos importantes, também são o convívio social, a participação da família, entre outros.O FIMU pretende contribuir para o desenvolvimento sócio educativo e cultural de crianças e jovens de baixa renda inseridos em serviços de apoio sócio educativo (projetos sociais) promovendo o convívio social entre eles. Através da música será preenchida uma lacuna no cotidiano destes jovens, que é a ocupação no cotidiano, possibilitando assim, novas aprendizagens ou novas experiências no contra-turno escolar. MetodologiaO foco principal das atividades oferecidas pelo FIMU é a inclusão sociocultural por meio do ensino coletivo da música. As crianças e adolescentes terão acesso ao ensino musical, e poderão realizar o sonho de tocar um instrumento numa grande sala de concertos. O modelo de aulas coletivas promove o despertar de habilidades de comunicação e interação, estimulando o desenvolvimento cognitivo, afetivo, sensorial e motor. Outro benefício é fomentar o sentimento de fazer parte de um grupo maior que o da sua comunidade, com cada um cumprindo seu papel por um objetivo comum. O próprio aprendizado musical passa a ser melhor valorizado, bem como a visão que o aluno passa a ter sobre a importância do conhecimento e do estudo. Ao lado das atividades musicais, a participação da família é fundamental através dos recitais e concertos educativos. Haverá acompanhamento psicológico e do desempenho de aprendizado e, caso necessário, serão realizados encaminhamentos de casos específicos aos serviços sócioassistenciais e de saúde. Os professores do FIMU são profissionais graduados em música e especializados em seus respectivos instrumentos e metodologias, com alguns doutores em suas áreas. Dos finsa) Desenvolver o potencial de cada aluno e cada Projeto Social participante na área musical, através dos conhecimentos propostos pelas oficinas. b) Valorizar a participação do estudante de música na sociedade como agente social. Concertos sociais durante a semana: Além dos concertos de abertura e encerramento (este com a maioria dos alunos participantes) haverão também concertos em vários lugares da grande Porto Alegre, feitos pelas orquestras dos próprios grupos participantes, fazendo assim com que transitem por outras comunidades (não só nas suas de origem) numa espécie de intercâmbio musico-social. MetodologiaOficinas de Ensino Coletivo: Para as oficinas nas sedes dos projetos atuantes, cada participante precisa trazer: - 1 lápis com formato hexagonal na madeira (não cilíndrico); - 1 rolinho de papelão (miolo de papel higiênico)Para a capacitação na Casa da Música em 3 módulos será provido:- Projetor com cabo de entrada para HDMI;- Lousa branca e canetas de lousa branca (pode ser um flip chart);- papel A4. Nesta oficina os itens serão providos pela Casa da MúsicaConteúdo dos módulos 3h/a cada: 1. Introdução às metodologias de Ensino Coletivo de Cordas Friccionadas2. Diretrizes para o Ensino Coletivo de Cordas Friccionadas.3. Metodologia Paul Rolland e o Ensino Coletivo de Cordas.4. Psicomotricidade aplicada ao Ensino Coletivo de CordasOficinas de instrumento 2h/a cada: Aulas Práticas (Cordas) - Serão trabalhados postura, corda solta, afinação, escalas, arpejos e melodia - Violino; - Viola; - Violoncelo;- Contrabaixo; - Percussão; - Ensaios de repertório com todo o grupo (orquestras de nível iniciante e médio/avançado) Aulas Práticas (Flauta, Trompete e Percussão)2 h/a cada- Serão trabalhados coletivamente a postura, respiração, afinação, escalas, arpejos e melodias. O modelo de aulas coletivas promove o despertar de habilidades de comunicação e interação, estimulando o desenvolvimento cognitivo, afetivo, sensorial e motor. Outro benefício é fomentar o sentimento de fazer parte de um grupo, com cada um cumprindo seu papel por um objetivo comum. O próprio aprendizado musical passa a ser melhor valorizado, bem como a visão que o aluno passa a ter sobre a importância do conhecimento e do estudo.Master Classes 3h/a:6 instrumentos (2 na semana cada) - Público alvo – alunos da Escola da Ospa, Orquestra Jovem do RS e podemos abrir para a comunidade se inscrever (10 vagas cada instrumento):Violoncelo - Rafael Cesario - SPViolino - Emmanuele Baldini - SP/italiaOboé: Érico Bezerra - POAClarinete: Diego Grendene aula coletiva POATrombone e Tuba: Rodrigo da Rocha - POARegência e Técnica coral : Masterclasses Eduardo Diaz - Chile- Estes trabalhos serão feitos para atender aos alunos mais adiantados dos projetos e que necessitem de acompanhamento mais detalhado, podendo assim cumprir com a cadeia natural do ensino da música. As master também serão abertas a toda a comunidade Porto Alegrense, aos estudantes de música de todas as instituições que poderão acompanhar como ouvintes. Metodologia - Nas master o que é visto é o âmbito mais adiantado da interpretação instrumental. O professor escuta o aluno tocando e depois avalia tudo o que diz respeito a esta interpretação, apontando possíveis travas para que ela flua melhor, acertos e problemas técnicos enfrentados pelo aluno. O mais importante numa masterclass é que todos os alunos ouvintes estão aprendendo também já que muitos problemas técnicos na formação instrumental acabam sendo parecidos.Carga horária do FIMU 2026: Entre ensaios e aulas, a maioria dos participantes terá atividades de segunda a sextas em dois turnos: pela manhã aulas 2h/a e pela tarde ensaios de orquestra 3h/a.
Conforme a Lei 13.146/15, artigo 42, e Art. 42 da IN 23/2025 o projeto prevê ações de acessibilidade: Serão medidas de acessibilidade, adotadas pelo festival, as seguintes:Produto Principal: Oficina /Workshop/SeminárioAcessibilidade FÍSICA: Oferecer equipe capacitada para o atendimento de pessoas com mobilidade reduzida e em cadeira de rodas; o espaço de realização das aulas possuem rampas, corrimão, elevador e outros recursos. Itens na planilha orçamentária: Assistente de produção.Acessibilidade VISUAL : adaptar materiais e instrumentos com materiais sensoriais; Item na planilha orçamentária: Material de apoio pedagógico e item impressão em braileAcessibilidade AUDITIVA: caso haja necessidade ter um interprete em Língua Brasileira de Sinais - Libras; Item na planilha orçamentária: Intérprete de LibrasACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: . Haverá uma professor com especialização em psicomotricidade relacional para trabalhar com pessoas de diferentes idades, dificuldades e deficiências, limitações neurológicas e cognitivas. Itens na planilha orçamentária: Professor Produto secundário: apresentação musicalAcessibilidade FÍSICA: Oferecer equipe capacitada para o atendimento de pessoas com mobilidade reduzida e em cadeira de rodas; o espaço de realização do projeto cultural possui rampas, corrimão, elevador e outros recursos. Serão disponibilizados lugares especiais na primeira fila para pessoas com mobilidade física, obesos, idosos ou outras necessidades. Itens na planilha orçamentária: Assistente de produção.Acessibilidade de VISUAL: produzir um impressão em braile do programa do concerto e audiodescrição das informações. Item na planilha orçamentária: Impressão em braileAcessibilidade AUDITIVA: Haverá interprete de Libras para atendimento do publico especifico. Item na planilha orçamentária - Interprete de LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá uma professor com especialização em psicomotricidade relacional para trabalhar com pessoas de diferentes idades, dificuldades e deficiências, limitações neurológicas e cognitivas. Itens na planilha orçamentária: monitoria especializada inclusiva
Concertos com entrada franca:Concertos Oficiais de abertura e encerramento: aberto para toda comunidade, escolas do território e familiares dos alunosHaverá transporte para trazer alunos e familiares aos concertos Outras atividades com entrada franca9 Oficinas de instrumentosAtenderemos os seguintes incisos das disposições do Art. 46, inciso I, da IN 23 de 2025I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; Em conformidade com os incisos III, IV e V do Art. 47, da IN 23 de 2025 será adotada no projeto:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Demais medidas sugeridas pelo proponente: Disponibilizar transporte para os projetos se deslocarem e participarem das atividades integradasGravação dos concertos disponibilizadas no You Tube com acessibilidadePromover um processo de socialização e organização entre as crianças e os jovens, potencializando suas capacidades de interagir na vida comunitária.Ampla divulgação em redes sociais e jornais da região, podendo ser mensurada atraves das publicações impulsinadas do face book e também junto as escolas envolvidas para que façam divulgação com flyers e cartazes no bairro do seu entorno, o fotografo contratado fará esses videos.
Ficha Técnica: Nome completo: Associação Amigos da Casa da Música - AACAMUS - Proponente Função no projeto: Proponente COORDENAÇÃO GERAL E GESTÃO ADMINISTRATIVAA AACAMUS - Associação Amigos da Casa da Música é uma associação sem fins lucrativos que tem por objetivo oferecer aulas de música gratuitas para alunos das escolas públicas de Porto Alegre (RS) e Região Metropolitana, com idade entre 6 e 17 anos, bem como trabalhar a formação de novas plateias na música clássica. Foi criada em 2017 para dar suporte às ações culturais da Casa da Música, que é o belo sobrado localizado no número 22 da não menos bela Gonçalo de Carvalho, primeira rua declarada Patrimônio Histórico, Cultural, Ecológico e Ambiental de Porto Alegre. Ali funciona de forma ininterrupta o projeto Orquestra Jovem & Escola CASA DA MÚSICA; projeto de ensino de música que conta com a direção artística da mezzo-soprano Angela Diel. Nos seus projetos, envolve não apenas as crianças, como também as suas famílias, como por exemplo com a recente criação do Coral de Mães - Matter Voce -, onde podem usufruir de forma gratuita das belezas e ensinamentos do canto coral, enquanto aguardam os seus filhos. O objetivo principal do processo educativo da Casa da Música - AACAMUS é oferecer às crianças e suas famílias a oportunidade de crescimento educativo e de responsabilidade, além do desenvolvimento de habilidades musicais, visando a prática individual e coletiva, as quais fortalecem a formação integral das crianças originando nelas outro olhar sobre as artes, e fomentando valores para que possam ser pessoas dedicadas ao bem, levando estes ensinamentos pelos caminhos de suas vidas. Arthur Barbosa – Diretor Artístico e PedagógicoViolinista de formação, compositor e regente, Arthur Barbosa é violinista da Ospa desde 1998, regente da Ospa Jovem desde 2014 e Regente de Orquestra Assistente da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre desde 2025. Também foi Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Eleazar de Carvalho (BRA-2012 a 2020) e do projeto Terra Symphony Orchestra em Nova York (EUA-2016 a 2020).Como violinista foi aluno de Alberto Jaffé, Rafael Garcia, Yerko Pinto e Celisa Ribeiro. Começou a reger profissionalmente ainda na Argentina, pais no qual viveu durante quase seis anos ( 1990 a 1996 ) , onde era responsável pela Orquesta Juvenil de San Luis, porém paralelamente à sua carreira de músico procurou ter aulas de regência com vários aclamados professores, inclusive como ouvinte de Eleazar de Carvalho no ano de 1989 , no Festival Internacional na Paraíba. Tem atuado com frequência como regente de orquestras jovens e profissionais, o que o fez ser responsável por várias idas de jovens brasileiros a festivais em outros países com os quais tem alguma ligação e também é colaborador de projetos importantes no Brasil como o Projeto Guri e o Projeto Baccarelli, ambos em São Paulo, Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), etc. e por isso em 2013 foi chamado para ser um dos nove regentes brasileiros que seguiram em missão cultural diplomática , a convite do antigo Minc, a Caracas (Venezuela) para conhecer um programa de formação orquestral de um projeto intitulado “El Sistema”, projeto este que existe há 40 anos e é referência mundial no tema.Possui uma vasta experiência em pesquisa sobre a música latino-americana e suas vertentes desde 1999, e sua experiência de viver na Argentina e no Chile por seis anos e também viagens por toda a América Latina o converteram num efetivo pesquisador da cultura do continente latino, desbravando sua cultura musical e todas as suas multiplicações decorrentes.Suas obras têm sido executadas em mais de vinte países incluindo oito estreias mundiais delas que foram feitas fora do Brasil (as duas últimas em agosto de 2022 na França e 2023 no Chile) e tem sido compositor residente em vários festivais internacionais desde 2003. Em janeiro de 2015 foi nomeado pelo Ministério da Cultura do Brasil para compor a bancada de música da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) pelo biênio 2015/2016. Tem regido como maestro convidado com frequência orquestras no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa como a OSBA (Bahia) , Filarmônica de Granada (Espanha) , Orquestra do “The National Music festival” (EUA), OSPB (Paraíba), OSPA, Terra Symphony Orchestra (Nova York), Camerata Antiqua (Curitiba), entre outras. No Ano de 2021, entre outras estreias, Arthur Barbosa lançou sua segunda ópera Operita Violoncelo, um trabalho com temática latina e também os seus 24 Caprichos Latinoamericanos, obra para violino solo gravada em álbum independente pelo violinista Emmanuele Baldini. Em 2022 Arthur Barbosa foi convidado a ser o regente da turnê francesa da orquestra Cordas do Iguaçu que abrangeu sete cidades daquele pais incluindo Paris. No mesmo mês foi um dos regentes convidados do Festival Eurorchestries (FR) onde regeu e estreou duas de suas obras. Também desde 2022 é o regente principal do Encontro Nacional de Orquestras Juvenis, evento realizado anualmente na cidade de Concepción (Chile). Em 2023 torna-se, a convite, EMBAIXADOR do concurso “International Eduardas Balsys Young Composers Competition” com sede na Lituânia, onde tem a oportunidade de ser um elo entre compositores latino-americanos e do leste europeu sendo um incentivador de novos talentos da América Latina. EDUARDO DÍAZ RODRÍGUEZ - Director de Orquesta | Director de Coros | Gestor CulturalPERFIL PROFESIONALLicenciado en Música en el Instituto Superior de Artes deCuba, con formación en dirección coral y orquestal,postítulos en Patrimonio Musical Hispano y diplomados enGestión Cultural. Amplia trayectoria en dirección deorquestas y coros, producción artística y gestión culturalinternacional en países como Alemania, Rusia, Colombia,España, Ecuador y Nicaragua.FORMACIÓN ACADÉMICA• 1999-2003: Director de Coros - Escuela de Nivel MedioSuperior de Música, Matanzas - Cuba.• 2004-2009: Licenciatura en Música, Dirección Orquestal- Instituto Superior de Artes de Cuba.• 2010: Estudios de Italiano - Sociedad Dante Alighieri,Cuba.• 2012: Diplomado en Dirección Orquestal - ISA, Cuba.Diplomado predoctoral en Patrimonio Musical Hispano -Universidad de San Gerónimo y Universidad de Valladolid.• 2020: Diplomados en Gestión Cultural - UniversidadAustral de Chile y Universidad de Chile. Estudios deAlemán - Goethe Institut.• 2021: Curso de Inglés - AIEP.EXPERIENCIA PROFESIONAL DESTACADA• 2001–2002: Director del Coro de la Universidad deMatanzas.• 2003–2010: Director del Coro del Instituto SuperiorPedagógico Juan Marinello.• 2007–2014: Director Musical del Teatro Lírico Nacionalde Cuba. Invitado por la Ópera de Daejeon (Corea del Sur)y otras instituciones internacionales.• 2010–2012: Invitado por Alicia Alonso a dirigir estrenosen el Festival Internacional de Ballet de La Habana.• 2011–2014: Invitado por el Teatro Nacional Rubén Darío(Nicaragua) y Fundación Prolírica de Antioquia (Colombia)para dirigir conciertos y óperas.• 2014: Director Titular y General de la Orquesta Sinfónicade Matanzas.• 2015–2021: Director de Orquesta y Programación delTeatro Regional Lucho Gatica.• 2020–2021: Profesor de Dirección Orquestal en elMagíster de la Universidad de Chile.• 2021–actualidad: Creador y Director del Coro Fusión delTeatro Regional del Biobío. Director titular del CoroUniversidad de Concepción.• 2022: Nombrado Director Titular del Coro SinfónicoUniversidad de Concepción.• 2024 y 2025: Invitado por Prolírica de Antioquia a dirigirlas producciones de las óperas Carmen y Turandot en elmarco de la Temporada Internacional de Ópera.HABILIDADES CLAVE• Dirección de orquestas y coros• Gestión cultural y producción artística• Diseño de temporadas y programación musical• Colaboraciones y redes internacionales• Formación de elencos y mediación cultural Miguel Ángel Galdames Pavéz - TrompeteA realizado cursos con los maestros Jhon Wallace (Trompeta solista de la Orquesta Filarmónica de Londres), realizado en el Camping Musical de Bariloche – Argentina.Realiza pasantía de perfeccionamiento en Viena - Austria con el profesor Josef Pomberger en la Universität Für Musik und Darstellende Kunst Wien y Trompeta solista de la Orquesta Filarmónica de Viena.A participado como instructor de Bronces en el Encuentro Internacional de Orquestas Juveniles en San Miguel de Allende – Guanajuato – México.Es invitado a realizar Clases Magistrales y participar de la Banda de Conciertos del Departamento de Música y Artes Escénicas de la Universidad de Guanajuato - México.Es fundador e integrante del Sexteto Bronces Sinfónicos de la Orquesta Sinfónica de la Universidad de Concepción siendo parte de la Gira Internacional en Austria realizando presentaciones en Viena y Salzburgo.Actualmente es Trompeta Asistente en la Orquesta Sinfónica de la Universidad de Concepción, coordinador y asesor musical del programa de orquestas juveniles de la Región del Biobío y profesor de Trompeta del Conservatorio de Música de la Universidad del Biobío – Chile. - Emmanuele Baldini (violino)Emmanuele Baldini nasceu em Trieste (Itália) cercado pela música: seu pai, Lorenzo Baldini, foi um importante pianista e didata italiano; e sua mãe, Eletta Baldini, foi professora de teoria e solfejo no conservatório da sua cidade, além de ser uma formidável pianista também. Depois dos estudos em Trieste com Bruno Polli, Baldini se aperfeiçoou em Genebra com Corrado Romano, em Salisburgo e Berlim com Ruggiero Ricci, e mais recentemente na regência com Isaac Karabtchevsky e Frank Shipway. Desde sua adolescência ganhou inúmeros concursos internacionais, entre os quais se destacam o “Premier Prix de Virtuosité avec Distinction” em Genebra, o “Forum Junger Künstler” em Viena e mais dez concursos para solistas ou em grupos de câmara. Baldini tocou como solista ou em duo pelo mundo inteiro, com cinco turnês no Japão, quatro nos EUA, uma na Austrália, e já se apresentou em todas as principais salas de concerto das capitais europeias, além da América latina, e principalmente no Brasil, que escolheu em 2005 como sua residência. Sua incansável curiosidade e paixão pela música fez o Baldini ampliar seus horizontes, e depois de uma carreira notável como violinista (com mais de 25 CD gravados, quase 40 concertos diferentes em seu repertório e todas as Sonatas mais importantes para violino), começou a se aperfeiçoar como regente, fundou o Quarteto Osesp (com os chefes de naipe da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, da qual é “spalla”), intensificou sua atividade didática e, com o violino, começou a explorar o precioso repertório brasileiro, em parte injustamente desconhecido. Dentre suas colaborações musicais constam artistas de fama mundial, como Maria-João Pires, Jean-Philippe Collard, Antonio Meneses, Fábio Zanon, Caio Pagano, Jean-Efflam Bavouzet, Ricardo Castro, Nicholas Angelich, entre outros. O saudoso Maestro Claudio Abbado, escreveu do Baldini: “Estou impressionado tanto pela sua profundidade musical quanto pelo nível técnico.” Na Itália, Baldini foi “spalla” da Orchestra del Teatro Comunale di Bologna, Orchestra del Teatro alla Scala di Milano, e a Orchestra del Teatro “Giuseppe Verdi” di Trieste, e desde 2005 é “spalla” titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Como convidado, foi "spalla" também da Orquestra Sinfônica da Galícia, na Espanha. Como regente, se destacam concertos no Teatro Colón de Buenos Aires, no Teatro del Sodre de Montevidéu, e apresentações com as principais orquestras da América latina. De 2017 a 2019 foi diretor musical da Orquestra de câmara de Valdivia, no Chile, começando assim um novo capítulo de sua atividade multifacetada. É o atual diretor artístico da orquestra de câmara Sphaera Mundi, de Porto Alegre - RS, Brasil. Henrique Amado – FlautaNatural de São Paulo, iniciou seus estudos de música aos 12 anos na EscolaMunicipal de Música de São Paulo. Em 2007, ingressou no curso de Bacharelado emFlauta transversal pela UNESP. Cursou pós-graduação em regência nos anos de 2015 e 2016.Como flautista, integrou diversas orquestras como: Orquestra Sinfônica Jovemdo Estado de São Paulo, Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, OrquestraExperimental de Repertório - SP, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto - SP, Orquestra do Theatro São Pedro - SP e, atualmente, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA).Também se dedica à música de câmara sendo flautista do Quinteto de soprosSOM 5 e do Quarteto Voe, tendo realizado diversas apresentações no estado do RioGrande do Sul. Cintia de Los Santos - SopranoCintia de los Santos é Soprano Lírico de Porto Alegre com carreira internacional na Europa, Ásia e países da América. É Licenciada em Música com habilitação em Piano e Bacharela em Regência Coral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integra o grupo VOCAL5 A Cappella desde 2017. É pós-graduanda em CantoTerapia pela Universidade UNYLEYA de Brasilia/DF e atua como preparadora vocal dos Corais da PROCERGS e VIVA LA VIDA. É regente do CORES, Coral do Estado do RS. É professora de Técnica Vocal na Escola Crivellaro desde 2019.Ana Cristina Froner - Gestora Cultural Iniciou a carreira em 1999 na área da música e produção executiva com a Orquestra de Câmara da ULBRA, executando concertos de música clássica, concertos didáticos e também a série Populares Concertos DANA*, além da coordenação e gerenciamento dos projetos via Lei Rouanet. Teve trabalhos premiados, dentre eles: CD da Orquestra da ULBRA, que foi premiado com o Troféu Açorianos, de melhor interprete de música instrumental e o espetáculo Beatles Magical Classical Tour, ganhou o Troféu Açorianos de melhor espetáculo da cidade de Porto Alegre. Foi Diretora do Departamento de Cultura da Universidade Luterana do Brasil de 2009 a 2011. Sob a sua responsabilidade estiveram também todos os grupos artísticos do Complexo ULBRA da região sul, centro-oeste e norte, onde a Universidade mantém seus campi. Em 2011 assumiu o cargo de Diretora Artística Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, departamento responsável pelos equipamentos culturais do Estado do Rio Grande do Sul, como: Casa de Cultura Mario Quintana, MARGS, Museu Júlio de Castilhos entre outros. Participou da comissão dos debates “Diálogos Culturais” para formação do Plano Estadual de Cultura, em várias cidades do estado do RS. Atuou na coordenação da produção executiva dos espetáculos musicais da Feira Internacional de Agropecuária Expointer 2011 e também das atrações musicais com artistas regionais da Semana Farroupilha de Porto Alegre, à frente da Fundação Instituto Gaucho de Tradição e Folclore.Trabalhou na Coordenação Cultural da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, gerenciando os projetos via Lei de Incentivo e as atividades da Orquestra Unisinos Anchieta. Faz assessoria a outros projetos incentivados para: Opus Promoções (Concertos Comunitários Zaffari), UCS(Universidade de Caxias do Sul), Atmosfera Produções (Orquestra de Carlos Barbosa) e Rimoli Associados (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre/OSPA) e Casa da Música (Orquestra Jovem AACM). De 2012 a 2015 trabalhou no Festival Internacional SESC de Música na cidade de Pelotas, na área de produção executiva para Orquestra Sinfônica Acadêmica, Orquestra Residente do Festival e Banda Sinfônica Acadêmica.Faz a gestão do projeto social de formação de orquestra jovem, mantido pelas irmãs da Congregação São José, chamado PROJARI na cidade de Guaíba/RS. Coordenou em 2019 e 2020 a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, fazendo a gestão do Plano Anual de atividades da mesma. Entre 2020 e 2022 assessorou projeto do Plano Anual do CHC Santa Casa, e através de parceria com a Cida Cultural, do Plano Anual da Casa de Cultura Mario Quintana, Digitalização do Acervo do Museu de São Leopoldo e Restauro do Museu Joaquim Felizardo. Foi Diretora do IEACEN – instituto de Artes Cênicas do RS e Teatro de Arena. Atualmente faz assessoria as atividades culturais da Orquestra de Câmara da ULBRA, Fundação ULBRA, Rádio Mix e Ulbra TV.LIU MAN YINGMini currículoLiu Man Ying é professora de violino e viola da Universidade Federal do Ceará (UFC), realizou sua graduação em Bacharelado em Instrumento Violino na Escola de Comunicações e Artes pela Universidade de São Paulo (1994), é Mestre em Musicologia pela ECA - USP (2007), Doutora em Música ECA - USP (2012). Também é Pós-graduada com Especialização em Psicomotricidade pela UNIFOR (CE).Foi professora de violino da Universidade Livre de Música (ULM), Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (SP), do Instituto Baccarelli (SP) e do Projeto Guri (SP). Atuou como Diretora Educacional do Projeto Guri, coordenadora pedagógica do Projeto ACorda Toda da UNESP, coordenadora do Projeto Música na Comunidade da Secretaria Municipal de Educação de Guarulhos (SP). Foi professora de música da Faculdade Paulista de Artes (FPA), professora de violino da Faculdade Santa Marcelina (FASM).Atuou como violinista da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo de 1996 a 2015. Foi vice coordenadora do curso de Música da UFC, e atualmente é Professora Adjunta de violino e viola do Instituto de Cultura e Artes da UFC, coordenadora de vários projetos de extensão: “Ensino Coletivo de Violino e Viola”, “Camerata de Cordas da UFC”, “Projeto Sinfonia UFC”, “Orquestra de Cordas da UFC". É membro fundador e parte da diretoria do Encontro de Cordas Flausino Valle (UFC/UFAC) desde seu início em 2017, festival e conferência científica de âmbito internacional na área de pedagogia de instrumentos de corda friccionadas, ensino coletivo e performance. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, trabalha com ensino coletivo de violino.Gabriel Moraes é percussionistaTrabalha na OSPA - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, tendo já se apresentado em salas de concerto como o Theatro Municipal de São Paulo, a Sala São Paulo, e o Teatro Colón, de Buenos Aires. Junto a diversos grupos, tocou com artistas feito Renato Borghetti, Os Fagundes, Toquinho, Mário Adnet, Zé Ibarra, Daniel Jobim, Grupo Corpo e o Quinteto Villa-Lobos; é também baterista e membro fundador da banda de música judaica Bisele Klezmer. Formado em Música/Percussão pela UNESP, fez parte da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e da Orquestra Experimental de Repertório, sendo atualmente professor na Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul. Andrea Verónica Yurcic - fagotistaEn 2002 ganó por concurso el cargo de Fagot Solista de la Orquesta Sinfónica de la UNCuyo y es Profesora Titular Efectiva de la Cátedra de Fagot de la Facultad de Artes y Diseño.Integró el Comité Académico Asesor de la Maestría en Interpretación de Música Latinoamericana del Siglo XX de la FAD-UNCuyo.Forma parte del plantel docente de la Orquesta Juvenil para el Bicentenario, perteneciente al programa de Coros y Orquestas Infantiles y Juveniles dependiente de la Secretaría de Políticas Socioeducativas del Ministerio de Becada por el DAAD (Servicio Alemán de Intercambio Académico), obtuvo una Maestría Artística en Fagot en la Escuela Superior de Música de Karlsruhe, Alemania, en la Cátedra de los profesores Günter Pfitzenmaier y Eberhard Steinbrecher. Se perfeccionó en Europa con prestigiosos fagotistas, tales como Sergio Azzolini, Albrecht Holder y Dag Jensen. Es Licenciada en Fagot egresada de la Escuela de Música de la FAD-UNCuyo, donde inició su formación con los maestros Roque Russo y Sergio Ruetsch.Ha desarrollado una intensa actividad como integrante de conjuntos de cámara y solista con orquesta, estrenando obras de compositores argentinos. Así mismo, actuó como fagotista en la Bachakademie Stuttgart dirigida por Helmut Rilling, Jugendkammerphilarmonie Badenwürtenberg, Orquesta Sinfónica de Nashville en un programa de intercambio, diversas orquestas en Europa y Argentina, realizando numerosas giras de conciertos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.