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A Temporada Artística 2026-2027 da Escola de Música da UFRJ objetiva ampliar a participação da EM/UFRJ na vida cultural da cidade do Rio de Janeiro, de forma mais comunicativa e preparando as ações para a comemoração de seus 180 anos. Mais antiga instituição de ensino musical do país, a Escola de Música é uma das maiores responsáveis pela oferta de concertos e espetáculos musicais oferecidos anualmente na cidade do Rio de Janeiro. Os eventos são realizados nos seus salões, com destaque ao Salão Leopoldo Miguez, na sede localizada na Rua do Passeio, na região que compreende a divisa com a Lapa, o Centro e a Cinelândia, e em espaços parceiros como a Sala Cecília Meireles, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Teatro Municipal de Niterói, além de teatros em cidades próximas, tais como Petrópolis e Teresópolis. O Salão Leopoldo Miguez, principal salão da Escola, é considerado uma das salas de concerto com melhor acústica no país. A Temporada oferece cerca de 70 concertos anuais.
O Empresário - ópera (Projeto Ópera na UFRJ) O Empresário (Der Schauspieldirektor), ópera cômica em um ato composta por Wolfgang Amadeus Mozart em 1786, apresenta uma divertida sátira sobre o mundo das artes e os bastidores do teatro musical. Escrita para uma competição na corte do imperador José II, a obra contrapõe a vaidade e o orgulho dos artistas ao pragmatismo de um empresário que tenta montar uma companhia teatral. Entre discussões, rivalidades e disputas de ego entre as cantoras Mme. Herz e Mme. Silberklang, surge uma crítica espirituosa às ambições e fraquezas humanas. Apesar de breve, a ópera reúne momentos de brilhantismo musical e teatral típicos de Mozart, unindo humor, elegância e leveza. O Empresário reflete, de forma irônica e refinada, as tensões entre arte e comércio, talento e vaidade — temas universais que permanecem atuais e encantam o público até hoje. A ópera irá comemorar os mais de 30 anos do Projeto Ópera na UFRJ, projeto de sucesso e interdisciplinar que reúne alunos e professores das Escolas de Música, Belas Artes e Direção Teatral, realizado todo ano na Escola de Música da UFRJ. O Leão da Ilha - ópera infantil (Projeto A escola vai à ópera) O O Leão da Ilha, de Marcelo Jardim e Leandra Vital, é uma obra de resgate do cordão-de-bicho tradicional da Praia do Marahu, na Ilha do Mosqueiro (Belém/PA), realizada no âmbito do Projeto Um Novo Olhar. A partir de gravações históricas em fita K7 com os guardiões do cordão, os autores transcreveram 17 canções de tradição oral, organizando-as em conto e caderno de partituras para voz e piano, com arranjos voltados ao canto coral infantil. O projeto produziu material audiovisual e partituras acessíveis (legendas, Libras e audiodescrição) para facilitar a circulação nas escolas e comunidades. Publicada pela Editora da Escola de Música da UFRJ, a obra foi apresentada internacionalmente — incluindo Portugal — e foi destacada no boletim da UNESCO, o que evidencia seu valor cultural e educativo. O Leão da Ilha alia pesquisa etnomusicológica, prática pedagógica e criatividade, contribuindo para a preservação e difusão de uma tradição popular amazônica. As apresentações musicais serão realizadas pelos grupos de funcionários e alunos da Escola de Música (Orquestra Sinfônica, Orquestra de Sopros, Quinteto de Sopros, Coral Brasil Ensemble) e por alguns grupos convidados.
Através dos concertos, recitais, simpósios, óperas, festivais e encontros, as temporadas artísticas de 2026 e 2027 tem o objetivo de ampliar a visibilidade da Escola de Música da UFRJ na cidade do Rio de Janeiro, na mídia regional e nacional, reafirmando o seu lugar de espaço cultural e musical de referência na cidade e no país.É objetivo específico realizar uma programação de referência a cada mês, com a seguinte calendário:Março- Abertura da Temporada com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, no Dia Nacional da Música Clássica (dia 05) - Aula magna com um nome de destaque no meio musical brasileiro, a ser definido - Concertos Internacionais Órgão Tamburini Abril- Concerto com a Orquestra Sinfônica da UFRJ - Concerto com a Orquestra de Sopros da UFRJ, com regiencia de Wesley Broadnex - Concerto do Grupo Contempormúsica (música contemporânea) - Concerto da Série Música Sacra de Todos os Tempos Maio- Concerto com a Orquestra Sinfônica da UFRJ - Concerto com a Orquestra de Sopros da UFRJ, regência Marcelo Jardim - Concerto da Série Estação Jazz UFRJ - Concerto Brasil-Ensemble Junho (dias 23, 24, 25 26)- Ópera na UFRJ - O Empresário, de W. A. Mozart Regência: André Cardoso e aluno do curso de regência orquestral Em parceria com as Escolas de Bela Artes e Direção Teatral/Comunicação da UFRJ, com apresentação de 6 récitas - Concerto do Grupo Contempormúsica (música contemporânea) - Concerto da Série Música Sacra de Todos os TemposJulho - Concerto com a Orquestra Sinfônica da UFRJ - Concerto da Série Estação Jazz UFRJ - Concerto com a Orquestra Sinfônica da Universidade de Pretória, da Africa do Sul (5 a 11/7) - Concerto com a Orquestra de Sopros da UFRJ, regência Marcelo Jardim, na 21ª Conferência da WASBE no Rio (21/7) - Música no Passeio - concertos ao ar livre no Passeio Público (21 a 25/7)Agosto- Semana de aniversário da Escola de Música (5 concertos, 10 a 14 de agosto) - Lançamento de número especial da Revista Brasileira de Música - VII Congreso de la Asociación Regional para América Latina y el Caribe de la Sociedad Internacional de Musicología, ARLAC/IMS (10 a 14 de agosto) - Concerto da Série Música Sacra de Todos os Tempos - III Congresso Internacional de Música para Coros Infantís Setembro- Festival Brasil-Alemanha (XI edição do Festival Brasil-Alemanha, em parceria com a Universidade de Kalrshure, entre os dias 1 e 15 de setembro, com a apresentação de concertos de câmara, orquestrais, banda sinfônica, contando com os professores Roberto Domingos, Will Sanders)- Concerto da Série Música Sacra de Todos os Tempos - Concerto do Grupo Contempormúsica (música contemporânea) - Concerto com a Orquestra Sinfônica da UFRJ Outubro- A Escola vai à ópera, projeto de ópera infantil (título a ser definido) - Concerto da Série Estação Jazz UFRJ - Concerto com a Orquestra Sinfônica da UFRJ - Concerto com a Orquestra de Sopros da UFRJ - Encontro de Coros Infantís Novembro- XXXII Panorama da Música Brasileira Atual (série de 5 concertos sinfônicos e de música de câmara com estreia de obras de compositores brasileiros) - Concerto com a Orquestra Sinfônica da UFRJ - Concerto com a Orquestra de Sopros da UFRJ - Concerto da Série Música Sacra de Todos os Tempos Dezembro- Concerto da Série Estação Jazz UFRJ - Concerto com a Orquestra de Sopros da UFRJ - Encerramento da temporada com Orquestra Sinfônica da UFRJ e Coro Sinfônico - As atividades acontecem nos salões da Escola de Música da UFRJ, na Lapa, Rio de Janeiro, todas com acesso gratuito.
A história da Escola de Música da UFRJ se confunde com a própria história da música no país. Criada em 1848 como Conservatório de Música pelo Governo Imperial do Brasil para formar novos artistas para as orquestras e coros da cidade, é o local por onde passaram e passam nomes representativos da música brasileira, como Francisco Manuel da Silva, autor do Hino Nacional e presidente da comissão que fundou a Escola, os maestros e compositores Carlos Gomes, Leopoldo Miguez, Alberto Nepomuceno, Francisco Braga, Heitor Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez, Francisco Mignone, Eleazar de Carvalho e Guerra-Peixe. No terreno da música popular, a Escola de Música se orgulha de ter em seus quadros alguns dos músicos que consolidaram gêneros típicos brasileiros como Henrique Alves de Mesquita, Joaquim Callado, Patápio Silva, Anacleto de Medeiros e Pixinguinha. Em 1924, criou a sua orquestra, sendo a primeira orquestra sinfônica oficialmente criada no Rio de Janeiro. A Escola de Música integra também a mais antiga instituição universitária do país, a Universidade do Brasil, tornada Universidade Federal do Rio de Janeiro na década de 60, uma das mais prestigiadas universidades brasileiras. É na mesma época, mais precisamente em 1965, que a Escola, antes Instituto Nacional de Música, ganha a atual designação. Sua temporada artística faz jus, portanto, a esta história, ao apresentar o melhor da produção musical de todos os tempos com parte dos melhores músicos do país, em diferentes formatos de concertos e espetáculos, faltando-lhe, apenas, melhores condições para dar mais visibilidade a esta produção. Atualmente, a Escola conta uma estrutura e verba reduzidas para a sua produção artística e comunicação, o que compromete o seu objetivo como instituição pública: oferecer amplamente à sociedade os resultados do que é produzido dentro dela. Assim, sua programação e produção, de alta qualidade artística, não alcança o público ideal, que deve ser o mais amplo possível. A localização da Escola de Música colabora no cumprimento do objetivo, pois é de fácil acesso para os moradores de toda a cidade e destino certo de turistas que visitam o Rio. Ela está situada no centro da cidade, no bairro da Lapa, importante pólo cultural que, junto com a Cinelândia, abriga diversas instituições musicais como a Academia Brasileira de Música, a Sala Cecília Meireles e o Theatro Municipal. Na mesma região estão presentes também outras instituições culturais de grande importância como o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, a Escola de Dança Maria Olenewa, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu de Arte Moderna, o Palácio Gustavo Capanema, a Associação Brasileira de Imprensa e a Academia Brasileira de Letras. A Lapa é conhecida também por sua intensa vida noturna, onde os gêneros musicais mais tipicamente cariocas são cultivados: o samba e choro. Tudo isso emoldurado pelos Arcos da Lapa e pelo Passeio Público, logradouros que remontam ao período colonial. É, sem sombra de dúvida, a região mais musical da cidade. Além de oferecer, anualmente, uma programação artística variada, a Escola de Música da UFRJ realiza ainda concursos para alunos atuarem como solistas em suas Orquestras Sinfônica e Orquestra de Sopros; o programa semanal de rádio Concertos UFRJ, na Rádio Roquete Pinto; concertos com música contemporânea (Grupo Contempormúsica), apresentações de jazz (UFRJazz Ensemble), a produção da Revista Brasileira de Música, primeiro periódico de musicologia do país; e lançamentos de fonogramas pelo selo UFRJ/Música. Além disso, em sua sede está localizada a Biblioteca Alberto Nepomuceno, que guarda a maior parte da memória da história musical do Brasil. Uma história e um presente que merecem amplo conhecimento por parte do carioca e do brasileiro.
Informações adicionais: * Os cachês previstos no orçamento dizem respeito apenas à músicos e colaboradores externos, convidados, e não aos grupos internos da Universidade, formados por funcionários concursados e alunos. Estes não recebem cachês. * Todos os profissionais envolvidos nas óperas e ações de formação de plateia não recebem cachês, mas podem ser contemplados com bolsas, quando atuarem em atividades específicas, fora da EM/UFRJ. * Todos os eventos sob a designação "Festival" (incluindo o Panorama da Música Brasileira Atual) são formados por apresentações musicais. Logo, os seus custos integram o produto "Apresentação Musical". * Para a atuação como monitores, os alunos que estiverem aptos em entrevistas e com boas notas de CR podem se candidatar às ofertas de bolsas.
Peças gráficas Flyers - tamanho 1/2 A5, couche 120g, 4/0 Programas - A4 1 dobra, couche 150 g, 4/4 Banner (formato 1) - lona, cor, 1,2 x 2,4 m Banner (formato 2) - lona, cor, 1,6 x 6 m Revista (catálogo) - tamanho A4, 35 páginas, 4/4, capa couché 210 g, interno couché 120g Não haverá produção de site, apenas manutenção dos sites existentes (www.musica.ufrj.br, www.orquestra.ufrj.br, www.artedetodagente.com.br). Serão preparados novos lançamentos de cursos de curta duração em EAD (2 meses), com programação de webnários. Seguem abaixo as especificações da Revista e dos Festivais: * A REVISTA BRASILEIRA DE MÚSICA, fundada em 1934, é o primeiro periódico acadêmico-científico sobre música no Brasil e tem como missão fomentar a produção e disseminação do conhecimento científico e artístico no âmbito da música, estimulando o diálogo com áreas afins, através da publicação de artigos, ensaios teóricos, pesquisas científicas, resenhas, partituras, comunicações, entrevistas e informes. A RBM apresenta pesquisas originais, refletindo o estado atual de conhecimento da área e atende a um perfil diversificado de leitores entre pesquisadores de música, músicos, educadores, historiadores, antropólogos, sociólogos e estudiosos da cultura. Publicação do Programa de Pós-graduação em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a RBM é periódico arbitrado e acolhe textos em português, inglês e espanhol. Em versão impressa e eletrônica de acesso gratuito, com periodicidade semestral, de circulação nacional e internacional, a RBM está indexada nas bases RILM Abstracts of Music Literature, The Music Index- EBSCO e Bibliografia Musical Brasileira da Academia Brasileira de Música. * O Festival Brasil‑Alemanha, organizado pela Escola de Música da UFRJ (EM/UFRJ) em parceria com a Instituto Villa‑Lobos (UNIRIO), a Hochschule für Musik Karlsruhe (Alemanha) e com apoio do Deutscher Akademischer Austausch Dienst (DAAD), é um projeto de extensão que há quase duas décadas promove o intercâmbio cultural e musical entre Brasil e Alemanha. Durante cerca de dez a quinze dias, o festival oferece uma rica programação composta por cursos de aperfeiçoamento (piano, canto lírico, violino, trompa, criação digital para música de filmes etc.), masterclasses, oficinas, palestras, audições, recitais e concertos, muitos deles gratuitos. O evento atende tanto alunos de graduação e pós-graduação quanto músicos profissionais de todo o Brasil e América Latina, e tem como objetivo ampliar a formação musical, fortalecer a prática de conjunto (como bandas sinfônicas e orquestras de sopros) e difundir repertórios clássicos e contemporâneos, além de promover o diálogo entre músicos brasileiros e alemães. Com mais de 100 concertos realizados, dezenas de recitais, centenas de “classes” (cursos e masterclasses) e cerca de 4 000 alunos atendidos até o momento, o festival consolidou-se como referência na formação musical no Brasil e no âmbito de intercâmbio internacional. * O Panorama da Música Brasileira Atual, organizado pela Escola de Música da UFRJ, é um dos mais significativos festivais de música contemporânea no Brasil. Criado em 1978, promove a cada edição (geralmente bienal) a estreia de obras inéditas de compositores brasileiros ou estrangeiros residentes no país. O evento reúne concertos públicos com formações diversas — câmaras, orquestra sinfônica, grupos de sopros, música eletroacústica — e abre espaço tanto para compositores consagrados quanto para jovens talentos. A seleção das obras ocorre por meio de chamada pública, com envio de partituras e arquivos de áudio, seguindo edital específico. Além de promover a divulgação da produção contemporânea, o Panorama contribui para a formação e reflexão acadêmica: ele insere a música de concerto atual no diálogo com as práticas interpretativas, convida grupos de música contemporânea e fomenta a experimentação estética. Realizado em espaços da Escola no Rio de Janeiro, o festival tem entrada normalmente gratuita e busca tornar a música atual mais acessível ao público, ampliando sua circulação e impacto cultural.
A Escola de Música da UFRJ tem atuado para ser um escola inclusiva e acessiva. Nos últimos anos, desenvolveu o Projeto Um Novo Olhar, do programa Arte de toda Gente, parceria entre a Funarte e a UFRj, com organização das atividades em dois eixos centrais: acessibilidade cultural e canto coral infantil, com a ampla utilização das linguagens artísticas (artes visuais, música, artes cênicas, dança etc.). A partir das ações de ensino, pesquisa e extensão, atendeu com professores artistas/oficineiros, especialistas em artes visuais, artes musicais (canto coral, percussão), artes cênicas, com conhecimento comprovado e notoriedade na área, ampla ação de arte/educação, acessibilidade, inclusão, com materiais didáticos e ampla gama de publicações pedagógicas na área de acessibilidade cultural, e atualmente os cursos em EAD nessa área são referência no suporte ao professor do ensino fundamental.A Universidade conta ainda com uma pós-graduação em Acessibilidade Cultural e organiza um evento anual sobre acessibilidade e cultura, através do Fórum de Ciência e Cultura. A Escola de Música atuou para a realização do VIII, IX e X Encontro Nacional de Acessibilidade Cultural, e organizou quatro edições do Encontro Um Novo Olhar de Acessilidade Cultural, bem como mantém, em parceria com outras unidades da UFRJ, o curso de bacharelado em musicoterapia.Tem se esmerado também em manter suporte para tradução de libras em seus principais eventos.
Por fazer parte de uma universidade pública, todos os eventos da Escola de Música são gratuitos, abertos (sem senhas ou convites) e voltados ao público em geral. Estima-se um total de público direto no ano de 8.000 pessoas. Desse total, 1.600 são crianças de escolas públicas pela ação "Formação de Plateia", realizada pelo projeto "A Escola vai à Ópera" com a ópera infantil e pelo projeto Ópera na UFRJ. Além de assistirem as montagens com ônibus cedidos pela Escola de Música, as crianças são previamente orientadas pelos seus professores, que recebem material didático e informativo sobre as óperas, a história da ópera, como se monta uma ópera (formação da orquestra, cantores, escrita da música e do texto) e sobre a história e relevância cultural da Escola de Música da UFRJ. O material é elaborado pelos professores da Escola de Música. Por unir música e drama, a ópera é uma arte por excelência para ações educativas.Outra importante ação que vem se destacando no cenário nacional é o Simpósio de Bandas Funarte-UFRJ, com duração de quatro dias. O evento possibilita que os participantes tenham contato com músicos e professores de diversas regiões do Brasil, além de especialistas em temas essenciais para o aprimoramento dos processos artístico-pedagógicos que envolvem o desenvolvimento de bandas de música e bandas sinfônicas. O evento oferece oportunidades de formação e aperfeiçoamento para todos que atuam no universo das bandas, por meio de oficinas, workshops, palestras e debates, abrangendo uma ampla gama de saberes tanto para profissionais da área quanto para estudantes e membros de conjuntos musicais. A realização do Simpósio busca o compartilhamento de informações sobre repertório original e arranjos para banda de música, banda sinfônica e orquestra de sopros, contemplando diferentes níveis de dificuldade. Além disso, incentiva a expansão do conhecimento sobre ferramentas pedagógicas e didáticas, fomentando reflexões sobre a prática em conjunto e a performance interpretativa, com foco na excelência artística e musical em todas as etapas do processo.
FICHA TÉCNICA Direção Geral - Ronal SilveiraDireção artística e Orq. Sopros da UFRJ - Marcelo JardimDireção Orq. Sinfônica da UFRJ - André Cardoso e Tiago SantosDireção musical ópera O Empresário, de Mozart - Lenine Santos e Homero VelhoDireção ópera infantil - Maria José ChevitareseCoord. Panorama da Música Brasileira Atual - Liduino Pitombeira ARTISTAS Orquestra Sinfônica da UFRJOrquestra de Sopros da UFRJUFRJazz EnsembleCoral Brasil EnsembleCoral Infantil da UFRJSacra VoxGrupo ContempormúsicaQuinteto Experimental de Sopros da EM/UFRJ Will Sanders Ainda não estão definidos demais solistas e músicos convidados, pois a programação final precisa ser aprovados em Congregação (conselho dos diretores da Escola), bem como os programas musicais precisam ser definidos em função da disponibilidade de material musical (partituras). CURRÍCULOS Marcelo Jardim - Diretor artístico da Escola de Música da UFRJ. Professor de Regência de Banda e Prática de Orquestra. Diretor geral do Festival Internacional de Música do Pará. É Doutor na área de Práticas Interpretativas pela UNIRIO, com a tese "A Banda do Villa: a Obra para Banda de Heitor Villa-Lobos". Foi o responsável pela criação e organização do curso de regência de banda no Instituto Estadual Carlos Gomes, em Belém/PA. É consultor artístico e coordenador pedagógico dos Painéis FUNARTE de Bandas de Música, tendo sido responsável pelo Projeto de Edições de Partituras para Banda, da mesma instituição. É membro do conselho diretor da WASBE (World Association of Symphonic Bands and Ensembles). Maria José Chevitarese - Atual diretora da Escola de Música da UFRJ e Professora Titular de Canto Coral. Desenvolve trabalhos na área de inclusão sociocultural através do canto coral e da música coral brasileira. Recebeu por três vezes o prêmio PROEXT Cultura, do Ministério de Educação, pelo projeto "A escola vai à ópera", que tem por objetivo introduzir crianças da rede pública na linguagem da ópera. É a idealizadora e regente do Coral Infantil da UFRJ, criado em 1989, que tem em sua bagagem musical a atuação em mais de 30 montagens de óperas, cantatas, balés e obras sinfônicas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e do coral Brasil Ensemble-UFRJ, criado em 1999, grupo que se dedica especialmente aos compositores brasileiros. O grupo tem participado das Bienais de Música Brasileira Contemporânea, promovidas pela FUNARTE, tendo realizado diversas estreia mundiais. André Cardoso - Violista e regente graduado pela Escola de Música da UFRJ, com Mestrado e Doutorado em Musicologia pela UNIRIO. Estudou regência com os maestros Roberto Duarte e David Machado. Recebeu, durante três anos, bolsa da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento na Argentina com o maestro Guillermo Scarabino, na Universidade de Cuyo (Mendoza) e no Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1994 foi o vencedor do Concurso Nacional de Regência da Orquestra Sinfônica Nacional, passando a atuar à frente das principais orquestras do país. Foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2000 e 2007. Em 2008 lançou seu segundo livro, "A música na Corte de D. João VI" pela Editora Martins Fontes de SP. Foi diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no ano de 2016. É professor de regência e prática de orquestra da Escola de Música da UFRJ. Membro da Academia Brasileira de Música e seu atual presidente. Ernani Aguiar - Professor de regência na Escola de Musica da UFRJ e diretor artístico de sua Orquestra Sinfônica, atua junto às principais orquestras do país. Como compositor, alcançou expressivo sucesso no Brasil e no exterior. Estudou com Paulina d'Ambrosio e Santino Parpinelli (violino e viola), César Guerra-Peixe (composição) e Carlos Alberto Pinto Fonseca (regência). No Conservatório Cherubini de Firenze estudou com Roberto Michelucci (violino) e Annibale Gianuário (regência). Fez cursos de aperfeiçoamento em regência na Itália com Franco Ferrara, Adone Zecchi e Giuseppe Montanari e na Alemanha com Sergiu Celibidache. É mestre em música pela UFRJ. Liduino Pitombeira - Professor de composição da EM-UFRJ. É doutor em Composição e Teoria (Ph.D.) e Mestre em Composição (M.M.) pela pela Louisiana State University (EUA). Suas obras têm sido executadas e premiadas no Brasil e no exterior. É membro da Society of Composers Inc., da Associação de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) e da College Music Society. Tem publicado diversos artigos científicos sobre composição e teoria (https://ufrj.academia.edu/LiduinoPitombeira) e desenvolvido pesquisa como membro do grupo MusMat da UFRJ (http://musmat.org/). Suas peças são publicadas pela Peters, Bella Musica, Criadores do Brasil (OSESP), Conners, Alry, RioArte e Irmãos Vitale. Gravações de suas obras estão disponíveis nos selos Magni, Summit, Centaur, Antes, Filarmonika, Blue Griffin e Bis. RELEASES Orquestra Sinfônica da UFRJ - A mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do grupo por mais de 15 anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes, que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira. Orquestra de Sopros da UFRJ - Formada por alunos de graduação em música, objetiva o desenvolvimento técnico e musical dos alunos de bacharelado em instrumentos de sopro e de percussão da Escola de Música da UFRJ, através de ensaios e concertos regulares, em programas que incluem obras originais, transcrições e arranjos. Foi estabelecida oficialmente em 2007, mas desde 2001 se apresentou em concertos esporádicos na própria Escola de Música, onde contou com a regência do maestro norte-americano John Stanley, bem como alunos de regência da instituição. Em 2009 lançou seu primeiro CD, intitulado "A OBRA PARA ORQUESTRA DE SOPROS DE HEITOR VILLA-LOBOS". A direção é de Marcelo Jardim. Will Sanders - Trompista, formou-se em música na Academia de Música de Maastricht, em 1988. Em 1985, ainda estudante, tornou-se membro da European Youth Orchestra, dirigida por Claudio Abbado. Um ano depois, juntou-se à Orquestra Nacional de Teatro de Mannheim na Alemanha, e depois ingressou na Orquestra Sinfônica de Südwestfunk Baden Baden como solista. Em 1990, ingressou na Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera. Foi trompa solo na orquestra do Bayreuth Festival de 1992 a 1997. Sanders trabalhou com maestros ilustres do nosso tempo, bem como com as principais orquestras da Alemanha, e foi artista convidado na Filarmônica de Viena. É regularmente solista internacional e atua também como regente. Coral Brasil Ensemble - Criado em 1999,sob a direção de Maria José Chevitarese. Realizou inúmeros concertos em importantes salas de concertos dentro e fora do Brasil. Em 2000, recebeu Diploma de Prata na categoria de Coro de Câmara, Vozes Mistas, na “Olympics Choir 2000”, em Linz, Áustria. Participou dos projetos FINEP in Concert, Candelária, Música no Museu, Música nas Igrejas, tendo também atuado junto à Orquestra Sinfônica Brasileira, à Orquestra Sinfônica da UFRJ e a Orquestra Sinfônica Nacional. O CD do conjunto, “Imagens do Brasil”, dedicado à música brasileira, com diversas obras inéditas, demonstra a preocupação com o registro e a divulgação da música coral de nosso país. Em 2006, gravou com a Orquestra Sinfônica Nacional CD e DVD com o “Choro nº 10”, de Villa-Lobos, e “A Paz” e “O Cortejo”, de Francisco Braga.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.