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PANFONIA (do grego "Todas as Vozes") é uma vivência inovadora de prática musical coletiva de canto coral, onde o público é a principal atração. Proporcionando momentos de congregação cultural e fortalecendo a cultura de participação artística na cidade de São Paulo, reunirá centenas de pessoas para cantar algumas das canções mais admiradas do Brasil.
Não se aplica
Promover a cultura coral na cidade, democratizando o acesso à prática do canto coletivo e fortalecendo os vínculos comunitários por meio de grandes encontros musicais participativos, que celebrem a diversidade, a representatividade e a produção musical brasileira. Criar experiências artísticas inclusivas e memoráveis, nas quais todas as vozes possam ser ouvidas, fomentando a integração social e a valorização da música como instrumento de identidade e pertencimento cultural.Fomentar a cultura coral local — Incentivar a interação e a cooperação entre diferentes grupos vocais, profissionais e amadores, fortalecendo a cena coral da cidade e ampliando sua visibilidade. Democratizar o acesso à prática musical — Oferecer uma experiência artística acessível a pessoas com diferentes níveis de experiência vocal, reduzindo barreiras de participação e estimulando novos públicos a se envolverem com a música. Valorizar a música e os compositores brasileiros — Reunir repertórios emblemáticos da cidade e do país, com arranjos originais e de fácil execução, promovendo a difusão da produção musical nacional. Estimular a convivência e o bem-estar coletivo — Criar ambientes descontraídos de celebração e encontro, reforçando laços sociais, a diversidade e o sentimento de pertencimento comunitário. Ampliar o alcance das ações culturais — Disponibilizar as performances em plataformas digitais e outros meios de difusão, garantindo o acesso a um público expandido e a perenidade do projeto. Contribuir para a formação de público — Sensibilizar e engajar a comunidade em torno da música coral, despertando o interesse de novos participantes e fortalecendo a rede cultural local.
A voz humana é o instrumento musical mais antigo e acessível da humanidade. Presente em todas as culturas, o canto coletivo cumpre um papel essencial na formação de identidades, na preservação da memória oral, na socialização e na celebração comunitária. No Brasil, essa prática está amplamente disseminada em diferentes contextos — escolas, universidades, associações comunitárias, grupos religiosos, empresas e coletivos independentes —, configurando um vasto patrimônio imaterial. Contudo, a rede coral da cidade permanece dispersa, com poucas oportunidades de integração, fomento e participação aberta ao público em geral, sobretudo para pessoas sem formação musical prévia ou disponibilidade para ensaios regulares.O projeto PANFONIA surge para preencher essa lacuna, criando experiências culturais coletivas, inclusivas e democráticas, que valorizam a diversidade e fortalecem a cena coral local. Por meio de encontros abertos, com arranjos vocais acessíveis e repertório representativo da música brasileira, pretende-se ampliar significativamente as possibilidades de participação, promover o encontro entre grupos e indivíduos e difundir a prática do canto coral como instrumento de integração social e valorização cultural.A proposta está em consonância com os princípios do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente:● Inciso I _ "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; ● Inciso II _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; ● Inciso IV _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira". Além disso, o projeto atende aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma Lei, destacando-se:● Inciso I _ "facilitar o livre acesso da população às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; ● Inciso II _ "promover e estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais de valor universal, regional e local"; ● Inciso IV _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira"; ● Inciso V _ "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro"; ● Inciso VI _ "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais". Ao valorizar o canto coral — manifestação cultural que atravessa séculos e conecta pessoas por meio da voz —, o PANFONIA contribui para a preservação e a difusão de um patrimônio imaterial de relevância social e simbólica, ao mesmo tempo em que amplia o acesso à produção cultural e estimula o pertencimento comunitário. A disponibilização das performances em plataformas digitais também amplia o alcance da ação, garantindo que seu impacto ultrapasse os limites presenciais e alcance novos públicos.Trata-se de uma ação inédita em língua portuguesa, voltada exclusivamente a canções brasileiras, que une arte, inclusão e comunidade, fortalecendo a prática coral e promovendo os valores culturais previstos na legislação de fomento à cultura. Assim, o projeto justifica-se tanto por seu caráter artístico e formativo quanto por seu alinhamento com os objetivos estruturantes da Política Nacional de Cultura.
SOBRE A PLANILHA ORÇAMENTÁRIAOs custos apresentados na planilha orçamentária são compatíveis com as dimensões do projeto e com os valores praticados no mercado. Usamos como referência de precificação tabelas de sindicatos e a Tabela de Indicadores Nacionais de Preços da Cultura publicada pela Fundação Getúlio Vargas. SOBRE DESLOCAMENTO:Não se aplica
FICHA TÉCNICA:Luiz Coradazzi, Direção do ProjetoNatália Larangeira, Direção Musical e Regência PRODUTO PRINCIPAL - Festival ou Festa Popular (Somente Estrutura) ÁREA - MúsicaSEGMENTO - Canto Coral
PANFONIA será realizado no Centro Cultural São Paulo (CCSP), que é acessível através de recursos como piso tátil, rampas, elevadores, banheiros adaptados e espaços reservados em salas de espetáculo. Os vídeos de divulgação nas redes sociais terão legendas e intérprete de Libras. Na performance do dia 09/05/2026 haverá serviço de audiodescrição. Teremos monitores voluntários para ajudar as pessoas com mobilidade reduzida, idosos e neurodiversas a se acomodarem confortavelmente.
As inscrições para participar do projeto PANFONIA serão totalmente gratuitas e não será exigida experiência prévia em canto coral, basta que o interessado goste de cantar e se inscreva em formulário próprio disponibilizado de maneira virtual. A localização do Centro Cultural São Paulo é privilegiada, contando com a estação de metrô Vergueiro e diversas linhas de ônibus.
CURRÍCULO DO PROPONENTE: Luiz Coradazzi, Direção do ProjetoGestor Cultural há 27 anos, Luiz Coradazzi é formado em Marketing e Comunicação(ESPM-SP) e possui Mestrados em Gestão de Música (Universidade de Westminster, Londres) e Gestão Cultural e Políticas Públicas (Universidade de Girona, Espanha). Sua trajetória profissional inclui atuações de liderança em instituições como TV Cultura, Time4Fun, British Council e Theatro Municipal de São Paulo, além de consultorias independentes para entidades e projetos como Instituto Baccarelli, OSESP, Inhotim, PercPan, Goethe Institut, City of Leeds (Inglaterra) e Associação Europeia de Festivais, onde também atua como mentor para jovens produtores de festivais do Sul Global.Desempenhou diferentes funções em toda a cadeia produtiva da música, comoprogramação, produção, comunicação e captação de recursos, tendo sido articulador de inúmeras parcerias e colaborações internacionais entre organizações como Santa Marcelina Cultura, Neojiba, Coral 1 Só Voz, ACAFI, Filarmônica de Minas Gerais e SESC-SP. Atualmente é aluno de Doutorado em Economia com áreas de Concentração em Educação e Cultura (UFRGS), e pesquisa sobre o fortalecimento das cadeias criativas no Sul Global.Apaixonado por música e coletividade, Luiz integrou diversos grupos vocais nos últimos 30 anos. Natália Larangeira, Direção Musical e Regência:Natália Larangeira é uma promissora regente de ópera, coro e orquestra. Destaca-se o prêmio em 2º lugar no III Concurso para regentes da Ópera de Baugè (França/2019). Iniciou seus estudos musicais no Conservatório Arte Musical de Osasco. Formou-se em regência na UniFiamFaam na classe dos maestros Naomi Munakata e Abel Rocha. Dentre as orquestras que regeu destacam-se a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra Jovem do Theatro São Pedro, Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra da Ópera de Baugè (França), Atlantic Coast Orchestra (Portugal), Orquestra Bohuslav Martinu (República Tcheca), Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa, Szolnok Symphonic Orchestra (Hungria), Orquestra Sinfônica de Santa Fé (Argentina), Orquestra Filarmônica de Mendoza, Orquestra da Universidade de Uncuyo, dentre outras. Foi regente do Coral da Cidade de São Paulo (2010-2012), Coral do CEU Butantã, Coral do CEU Jaguaré (2012-2014), Coral Meninos Cantores de Campinas (2013-2015), Coro Sinfônico de Itu e Coro infanto-juvenil de Itu (2015-2017). Participou do projeto Canta São Paulo (Theatro Municipal de São Paulo) como regente Tutora (2015). Regeu como convidada: Orquestra de Cordas do Projeto Guri (2014), Banda Sinfônica Jovem do Guri Santa Marcelina (2017), Banda Infanto-Juvenil do Guri Santa Marcelina (2017-2018). Em 2018 fez sua estreia na Sala São Paulo à frente da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. E foi também regente convidada da Orquestra Sinfônica de Piracicaba (2019), Orquestra Sinfônica da USP (2021), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Bahia, ambas em 2023. Foi regente assistente da Orquestra Sinfônica de Santo André (2015-2022) e da Orquestra Filarmônica de Buenos Aires no Teatro Colón (2021-2022). Fundou em 2014 a Associação Camerata Filarmônica de Indaiatuba, que hoje mantém um projeto sócio-cultural com mais de 500 alunos. É também diretora artística do Festival Camerata (FeCam), que já está na quinta edição e traz até Indaiatuba professores renomados e programação artística com diversas orquestras e coros. Desde 2012, trabalha como assistente da Oficina Internacional de Música de Curitiba. Atualmente desenvolve pesquisa sobre repertório composto por mulheres. Paralelo às atividades como regente, participa do movimento Mulheres Regentes, trabalha como produtora, gestora de projetos sócio-culturais e é palestrante em treinamentos de equipes de alta performance. * O proponente não é voluntário e será o responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e garantirá a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros, para tanto ele receberá pela rubrica de custos administrativos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.