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PRONAC 2515698Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Música e Melodia: Terapia Harmônica

52.154.893 CARLOS EDUARDO CONRAD
Solicitado
R$ 131,3 mil
Aprovado
R$ 131,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Lajeado
Início
2026-03-09
Término
2026-12-04
Locais de realização (4)
Cruzeiro do Sul Rio Grande do SulEncantado Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulVenâncio Aires Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto "Música e Melodia" promoverá, de maio a dezembro, oficinas semanais de musicoterapia e musicalização em cinco instituições parceiras — APAE de Lajeado, APAE de Cruzeiro do Sul, APAE de Encantado, ONG Azul Como o Céu (Lajeado) e ONG Esperança Azul (Venâncio Aires). Cada instituição receberá um turno semanal com quatro oficinas de 60 minutos (45 minutos de atividade e 15 de intervalo). As ações, conduzidas por músicos experientes e caracterizados artisticamente, utilizarão instrumentos de cordas, sopros, teclas e percussão para estimular comunicação, socialização, autoestima e bem-estar emocional de crianças com necessidades específicas, ampliando o acesso gratuito à arte e à cultura.

Sinopse

1. Oficinas Semanais de Musicoterapia e MusicalizaçãoDescrição: Realização de oficinas inclusivas nas cinco instituições parceiras — APAE de Lajeado, APAE de Cruzeiro do Sul, APAE de Encantado, ONG Azul Como o Céu (Lajeado) e ONG Esperança Azul (Venâncio Aires). Conteúdo: Atividades práticas de musicalização e musicoterapia, com instrumentos de cordas, sopros, teclas e percussão, aplicando metodologias lúdicas e sensoriais adaptadas ao perfil de cada participante. Objetivo: Desenvolver habilidades cognitivas, motoras e socioemocionais por meio da música, promovendo inclusão e bem-estar. Periodicidade: 1 turno semanal por instituição, de maio a dezembro (28 semanas). Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 2. Encontros Interativos e Apresentações de EncerramentoDescrição: Realização de encontros musicais nas instituições, com demonstrações e vivências abertas a familiares, educadores e comunidade local. Conteúdo: Apresentação dos resultados das oficinas, integração dos alunos com o público e experiências musicais colaborativas. Objetivo: Promover o diálogo entre participantes, famílias e sociedade, estimulando o reconhecimento das potencialidades artísticas das crianças e jovens atendidos. Formato: Apresentações internas, com acessibilidade (Libras, abafadores auditivos, espaço adaptado). Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 3. Registro Fotográfico e AudiovisualDescrição: Acompanhamento contínuo das atividades por fotógrafa profissional, responsável pela documentação fotográfica, gravação de vídeos, edição e divulgação digital. Conteúdo: Captação de imagens das oficinas, entrevistas com familiares e profissionais, e bastidores das ações realizadas nas cinco instituições. Objetivo: Valorizar o impacto social e cultural do projeto, assegurando registro permanente e transparência das ações. Produtos:1 postagem semanal nas redes sociais (com legenda descritiva e acessibilidade em Libras);1 reel quinzenal com melhores momentos;1 vídeo institucional final, com entrevistas e síntese dos resultados. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 4. Material Digital e Divulgação InstitucionalDescrição: Produção e distribuição de conteúdo digital sobre o projeto, com informações sobre metodologia, resultados e impacto. Conteúdo: Relatos, fotos e vídeos publicados nas redes sociais do grupo e parceiros, acompanhados de textos explicativos em linguagem simples e acessível. Objetivo: Ampliar a difusão das ações do projeto e democratizar o acesso à informação, inspirando outras instituições a replicar a iniciativa. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 5. Relatório e Documentação FinalDescrição: Elaboração de relatório técnico e pedagógico contendo avaliação das metas alcançadas, registros fotográficos, depoimentos e dados de acompanhamento das oficinas. Objetivo: Sistematizar os resultados e consolidar o legado metodológico do projeto, contribuindo para a continuidade de futuras edições e inspirando políticas culturais inclusivas. Classificação indicativa: Não se aplica (documento técnico interno).

Objetivos

Objetivo GeralPromover o desenvolvimento humano, sensorial e social por meio da música, utilizando a musicoterapia e a musicalização como instrumentos de inclusão, expressão e bem-estar, especialmente voltadas a crianças, adolescentes e adultos com deficiência, transtornos do espectro autista e outras condições de neurodivergência, atendidos por APAE’s e ONGs parceiras nos Vales do Taquari e Rio Pardo (RS).O projeto Música e Melodia: Terapia Harmônica tem por finalidade ampliar o acesso à cultura e à arte como direito fundamental, oferecendo oficinas e vivências musicais gratuitas, de caráter educativo, terapêutico e lúdico, que favorecem o fortalecimento da autoestima, a socialização e a valorização da diversidade humana.De forma ampla, o projeto busca democratizar o acesso à música, estimular o protagonismo das pessoas com deficiência e neurodivergência, e fortalecer o vínculo entre arte, saúde e educação, dentro de uma perspectiva de cultura inclusiva, acessível e transformadora. Objetivos EspecíficosRealizar 512 oficinas de musicoterapia e musicalização ao longo de 8 meses, em cinco instituições parceiras:APAE LajeadoAPAE Cruzeiro do SulAPAE EncantadoONG Azul Como o Céu (Lajeado)ONG Esperança Azul (Venâncio Aires) As atividades serão organizadas em grupos formados conforme o espaço físico, o tempo disponível e as condições individuais de cada participante, respeitando os ritmos e necessidades específicas de cada instituição.Estimular a percepção sonora, a coordenação motora, a concentração e a comunicação interpessoal através de práticas musicais acessíveis e adaptadas, utilizando instrumentos de cordas, sopros, teclas e percussão.Proporcionar experiências sensoriais diversificadas (auditivas, táteis, visuais e corporais), integrando a música a elementos lúdicos e terapêuticos — como cores, vibrações e texturas — que estimulem o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional.Promover a inclusão e o protagonismo das pessoas com deficiência e neurodivergência, valorizando sua expressão artística e autonomia em ambientes acolhedores e seguros.Fortalecer o vínculo entre as instituições e suas comunidades, por meio de contrapartidas sociais, apresentações musicais acessíveis e ações educativas que ampliem o diálogo entre arte, saúde e educação.Valorizar o trabalho de educadores, terapeutas e artistas locais, integrando profissionais da música e da educação especial em atividades conjuntas de ensino, mediação cultural e troca de experiências.Garantir plena acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo, assegurando intérprete de Libras, audiodescrição, legendas descritivas, linguagem simples, materiais digitais acessíveis e abafadores de som para pessoas com TEA e hipersensibilidade auditiva.Produzir um vídeo institucional acessível e registros audiovisuais das oficinas e apresentações, documentando o processo e difundindo os resultados de forma inclusiva e transparente.Realizar capacitação e sensibilização da equipe executora em acessibilidade cultural, atendimento inclusivo e práticas de musicoterapia, em consonância com a Súmula CNIC nº 33/2024, que exige a implementação de ações efetivas de acessibilidade.Estimular o interesse pela música como linguagem universal e terapêutica, fortalecendo vínculos sociais, empatia e convivência harmoniosa entre participantes, familiares e comunidade.Contribuir para a democratização da cultura e o fortalecimento das políticas de inclusão social, alinhando-se aos princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) e do Decreto nº 11.453/2023, que garantem o acesso equitativo à produção e fruição cultural.Consolidar o projeto como referência regional em ações de musicoterapia e educação musical inclusiva, estimulando futuras políticas públicas e parcerias permanentes entre poder público, sociedade civil e instituições especializadas. Indicadores de Resultados e Impacto Esperado512 oficinas realizadas em 8 meses, com registros fotográficos e relatórios pedagógicos;5 instituições atendidas, com acompanhamento técnico e social contínuo;1 vídeo institucional acessível produzido e divulgado;Equipe capacitada em acessibilidade cultural e atendimento inclusivo;Relatório final consolidando metodologias, resultados e depoimentos das instituições.Os resultados serão comprovados por registros audiovisuais, materiais de comunicação, relatórios técnicos e documentos institucionais, compondo a prestação de contas ao Ministério da Cultura e assegurando transparência, eficiência e relevância social à execução do projeto.

Justificativa

O projeto Música e Melodia: Terapia Harmônica propõe o desenvolvimento de uma série de oficinas de musicalização e musicoterapia inclusivas, voltadas a crianças, adolescentes e adultos com deficiência, transtornos do espectro autista e outras condições de neurodivergência, em parceria com as instituições APAE Lajeado, APAE Cruzeiro do Sul, APAE Encantado, ONG Azul Como o Céu (Lajeado) e ONG Esperança Azul (Venâncio Aires), abrangendo as regiões dos Vales do Taquari e Rio Pardo (RS).As ações serão realizadas ao longo de 8 meses, totalizando 512 oficinas, com atividades gratuitas, acessíveis e voltadas à promoção da inclusão social, do bem-estar e da democratização do acesso à cultura. O projeto se estrutura sobre bases técnicas e pedagógicas da musicoterapia, reconhecendo o poder da música como linguagem universal e ferramenta de desenvolvimento humano. 1. Enquadramento Legal _ Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet)O projeto se enquadra diretamente nos princípios e finalidades previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, especialmente nos seguintes dispositivos:Artigo 1º, incisos I, II e IV:"Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura _ PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor cultural, visando: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores."O Música e Melodia: Terapia Harmônica materializa esses princípios ao levar a cultura e a música a públicos que historicamente encontram barreiras de acesso à fruição e à produção cultural, fortalecendo a inclusão, a diversidade e a regionalização da arte no interior do Rio Grande do Sul.Artigo 3º, incisos I, II, IV, V e VI:"Constituem objetivos do PRONAC: I _ contribuir para o apoio, valorização e difusão das atividades artísticas e culturais; II _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira; IV _ apoiar a formação de recursos humanos para a cultura; V _ possibilitar o livre acesso da população às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória."Dessa forma, o projeto contribui diretamente para os objetivos centrais do PRONAC, pois promove formação cultural, inclusão social, produção artística acessível e difusão da cultura regional e inclusiva, dentro dos marcos legais que fundamentam o sistema nacional de fomento à cultura. 2. Justificativa Social, Cultural e EducacionalA música possui uma potência singular como meio de expressão, interação e transformação social. Para pessoas com deficiência e neurodivergência, ela atua como ferramenta de comunicação não verbal, ampliando a percepção sensorial, a coordenação motora, a autoestima e o convívio coletivo.Contudo, a maioria das APAEs e ONGs da região carece de recursos técnicos e financeiros para manter atividades culturais estruturadas e permanentes. O projeto vem justamente suprir essa lacuna, oferecendo oficinas acessíveis e qualificadas, conduzidas por profissionais da música e educadores com experiência em inclusão, utilizando instrumentos variados (violão, guitarra, flauta, teclado, percussão, acordeon, entre outros) em uma abordagem lúdica, sensorial e terapêutica.A Lei de Incentivo à Cultura se torna essencial para viabilizar o projeto, pois garante sustentabilidade financeira, continuidade pedagógica e alcance social, permitindo que as ações sejam realizadas sem custo aos participantes e com padrão técnico-profissional adequado.Sem o apoio do mecanismo de incentivo fiscal, o projeto não teria condições de ser executado com a mesma qualidade, abrangência e impacto, considerando que as instituições atendidas dependem majoritariamente de doações e voluntariado. 3. Contribuição para as Políticas Culturais e InclusivasO projeto se alinha às diretrizes do Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010), especialmente quanto à:Meta 3.2: assegurar a acessibilidade e a fruição cultural para pessoas com deficiência;Meta 6.1: ampliar o número de ações culturais em municípios de pequeno e médio porte;Meta 8.1: fortalecer o papel da cultura como vetor de desenvolvimento humano e social.Também responde à Súmula Administrativa nº 33/2024 da CNIC, que exige a implementação de ações efetivas de acessibilidade em projetos incentivados. O "Música e Melodia: Terapia Harmônica" não apenas cumpre essa exigência, mas a coloca no centro de sua proposta metodológica, garantindo interpretação em Libras, audiodescrição, legendas descritivas, linguagem simples, materiais acessíveis e abordagens sensoriais para TEA e PcD.Assim, o projeto se constitui como uma ação de acessibilidade cultural efetiva, promovendo o direito à fruição, à criação e à participação artística em igualdade de condições. 4. Importância Regional e Impacto CulturalA proposta valoriza o interior do Rio Grande do Sul, abrangendo municípios com escassez de políticas culturais permanentes e onde a presença de ações musicais inclusivas é quase inexistente. Ao atuar em Lajeado, Cruzeiro do Sul, Encantado e Venâncio Aires, o projeto fortalece redes de colaboração regional, estimula a formação de novos públicos e contribui para o desenvolvimento cultural descentralizado, em consonância com o princípio da regionalização da produção artística brasileira previsto no Art. 1º, II, da Lei Rouanet.O impacto esperado transcende a realização das oficinas: busca-se gerar pertencimento, fortalecer vínculos comunitários e promover uma visão mais humana da arte, em que a música se torna instrumento de empatia, inclusão e cidadania. 5. Fundamentação da Necessidade do IncentivoO uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei Rouanet é imprescindível porque:Viabiliza a gratuidade das oficinas e das contrapartidas sociais, garantindo acesso a públicos em situação de vulnerabilidade econômica;Assegura a qualidade técnica e pedagógica do projeto, com remuneração justa aos profissionais envolvidos e aquisição dos materiais necessários;Permite a expansão regional e a sustentabilidade de um programa cultural que dificilmente seria financiado por meios convencionais;Favorece a democratização do acesso à cultura em municípios de pequeno e médio porte, descentralizando recursos do eixo metropolitano;Fortalece a rede de instituições sociais parceiras, ampliando o alcance das políticas públicas de inclusão e cultura cidadã.O projeto se propõe, portanto, a materializar o espírito da Lei Rouanet, atuando na confluência entre arte, educação, saúde e cidadania, e oferecendo uma ação concreta que amplia o exercício dos direitos culturais, conforme o que preveem os Artigos 1º e 3º da Lei nº 8.313/1991. 6. ConclusãoO Música e Melodia: Terapia Harmônica representa uma ação cultural de impacto social profundo, que promove o direito à cultura como direito humano, assegura acessibilidade plena, valoriza profissionais e conteúdos locais e fortalece a identidade cultural e social das comunidades atendidas.A Lei de Incentivo à Cultura é o único instrumento capaz de garantir a viabilidade técnica, pedagógica e financeira do projeto, permitindo que a arte chegue a quem mais precisa — transformando a música em ponte, afeto e inclusão.Assim, o projeto se consolida como uma iniciativa plenamente aderente aos princípios do PRONAC, cumprindo função pública e social da cultura, e reafirmando o papel da Lei Rouanet como ferramenta de democratização, cidadania e transformação social através da arte.

Estratégia de execução

O projeto Música e Melodia: Terapia Harmônica é fruto de uma trajetória consistente de atuação cultural e social, desenvolvida pelo músico e produtor Carlos Eduardo Conrad, que ao longo de mais de duas décadas vem promovendo atividades de musicalização, apresentações artísticas e projetos de formação voltados à inclusão e ao desenvolvimento humano.A proposta nasce da experiência prática do Grupo Melodia, coletivo artístico fundado em Lajeado-RS, que há anos atua em escolas, APAEs, ONGs e espaços comunitários, utilizando a música como ferramenta de integração e transformação social. A iniciativa vem se fortalecendo a partir de parcerias duradouras com instituições reconhecidas pelo seu trabalho inclusivo, como as APAE’s de Lajeado, Cruzeiro do Sul e Encantado, a ONG Azul Como o Céu (Lajeado) e a ONG Esperança Azul (Venâncio Aires), que juntas atendem centenas de pessoas com deficiência intelectual, física, sensorial e/ou múltipla, além de indivíduos com transtornos do espectro autista. Concepção e Relevância do ProjetoA música é uma linguagem universal que atravessa barreiras cognitivas, emocionais e sociais. No contexto das oficinas propostas, ela atua como meio terapêutico, educativo e expressivo, ampliando as possibilidades de comunicação, concentração e desenvolvimento afetivo dos participantes.O projeto adota uma metodologia de musicalização inclusiva, baseada em princípios da musicoterapia, da educação sensorial e da mediação cultural, respeitando o tempo, a escuta e a individualidade de cada participante. As atividades são conduzidas em pequenos grupos, com instrumentos variados (violão, guitarra, baixo, flauta, teclado, acordeon, bumbo, caixa, pandeiro, ukulele, entre outros), estimulando diferentes percepções sonoras e motoras.Ao contrário de ações pontuais, o “Música e Melodia: Terapia Harmônica” foi concebido como processo continuado, permitindo o acompanhamento e a evolução dos participantes ao longo dos 8 meses de execução. Essa continuidade garante resultados efetivos e observáveis, como melhora na coordenação motora, na expressão emocional e no convívio social. Importância Cultural, Educacional e SocialO projeto parte do princípio de que a cultura deve ser um direito e não um privilégio. O acesso à música e às artes, em especial para pessoas com deficiência, representa não apenas um benefício terapêutico, mas também o reconhecimento de sua condição de sujeitos culturais ativos, capazes de criar, expressar e emocionar.Nas regiões dos Vales do Taquari e Rio Pardo, a oferta de atividades culturais adaptadas e acessíveis ainda é escassa. A maior parte das instituições parceiras sobrevive com recursos próprios, doações e trabalho voluntário, o que torna a presença de projetos financiados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura fundamental para a continuidade e qualificação das ações culturais nesses territórios.O Música e Melodia: Terapia Harmônica surge, portanto, como um modelo de política cultural descentralizada, promovendo a interiorização dos recursos da Lei Rouanet e garantindo a presença da cultura onde ela é mais necessária: nas bases sociais, nas comunidades e nas instituições que acolhem o público da inclusão. Acessibilidade e InclusãoA acessibilidade é um eixo transversal do projeto e não um item isolado. Todas as etapas — desde o planejamento até a execução — são pensadas para garantir acesso pleno e participação efetiva.Linguagem simples, materiais digitais acessíveis e adaptações sensoriais para pessoas com hipersensibilidade auditiva (abafadores de som). Além disso, os espaços de realização já contam com rampas, banheiros adaptados e pisos acessíveis, pois as instituições parceiras são referência em atendimento inclusivo.A equipe executora participará de oficina interna de sensibilização sobre acessibilidade cultural, conforme determina a Súmula CNIC nº 33/2024, reforçando o compromisso ético e institucional do projeto com a inclusão. Metodologia e Resultados EsperadosAs oficinas serão conduzidas por profissionais com formação musical, experiência docente e atuação comprovada em projetos sociais e educacionais, sob coordenação de Carlos Eduardo Conrad. Cada encontro terá duração de 1 hora, incluindo momentos de interação, escuta ativa, prática instrumental, canto coletivo e dinâmicas sensoriais.Serão utilizadas metodologias participativas que valorizam o diálogo, o aprendizado pelo som, a improvisação e a experimentação. As atividades promoverão integração entre os participantes, vivência artística significativa e estímulo à percepção sonora e corporal, com base em princípios pedagógicos de Paulo Freire, Libâneo e Ana Mae Barbosa.Ao final do projeto, espera-se alcançar resultados como:Ampliação do repertório cultural e artístico das comunidades atendidas;Melhoria da autoestima e do bem-estar dos participantes;Fortalecimento da rede de inclusão através da arte;Produção de material audiovisual acessível, documentando o impacto social das ações;Formação de multiplicadores locais, capazes de dar continuidade a práticas musicais inclusivas. Viabilidade Técnica e ParceriasO projeto conta com uma sólida rede de parceiros institucionais, todos comprometidos com o cumprimento das metas e a execução das contrapartidas. As cartas de anuência e apoio das instituições demonstram a legitimidade da proposta e o vínculo comunitário que a sustenta.O proponente possui plena capacidade técnica e operacional, atuando como músico, produtor cultural e educador com vasta experiência em projetos incentivados e ações comunitárias. Além de suas formações em Licenciatura em Música, Gestão de TI e Análise de Sistemas, Carlos Eduardo Conrad é responsável por diversos projetos culturais já realizados, como “Música para Todos”, “Vozes da Terra – Um Dia de Etnias”, “Musical Maria”, “CelebrArte”, “Sementes Culturais” e “Revivendo Teixeirinha”, todos com resultados positivos e reconhecidos por instituições e prefeituras regionais.Esse histórico reforça a credibilidade e a capacidade de execução do proponente, além de demonstrar o compromisso com o uso responsável dos recursos públicos e o cumprimento integral das exigências da Lei Rouanet. Sustentabilidade e ContrapartidasAs contrapartidas sociais previstas incluem apresentações musicais gratuitas e acessíveis, palestras de sensibilização nas escolas públicas e doação do material audiovisual produzido às instituições participantes e às secretarias municipais de cultura e educação.Além disso, o projeto prevê transparência total em sua execução, com ampla divulgação nas redes sociais, logotipia da Lei Rouanet e do Governo Federal em todos os materiais gráficos e audiovisuais, e relatório final público.Essas ações de retorno garantem não apenas a democratização da cultura, mas também a prestação de contas social, reforçando a presença da Lei Rouanet como instrumento de cidadania. Dimensão TransformadoraMais do que um projeto artístico, o Música e Melodia: Terapia Harmônica é um movimento de reconstrução simbólica e emocional em um contexto de grandes desafios regionais, especialmente após os eventos climáticos que afetaram fortemente as comunidades do Vale do Taquari.A arte, nesse contexto, atua como ferramenta de cura, esperança e reconstrução social, proporcionando experiências de pertencimento e fortalecendo laços humanos através do som e da sensibilidade. O projeto reafirma a música como ponte entre mundos, como linguagem de empatia e instrumento de transformação. Síntese FinalO Música e Melodia: Terapia Harmônica é uma iniciativa cultural de relevância pública, com caráter educativo, inclusivo e formativo, plenamente aderente aos objetivos da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet).O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal é essencial para sua viabilização, garantindo que a cultura chegue a quem mais precisa, com qualidade, acessibilidade e compromisso social.Com execução técnica qualificada, parcerias legítimas, planejamento estruturado e impacto comprovado, o projeto se consolida como um exemplo de cultura com propósito, que transforma a arte em instrumento de inclusão, cidadania e esperança.

Especificação técnica

1. Oficinas Semanais de Musicoterapia e MusicalizaçãoFormato: Oficinas presenciais realizadas em cinco instituições parceiras — APAE de Lajeado, APAE de Cruzeiro do Sul, APAE de Encantado, ONG Azul Como o Céu (Lajeado) e ONG Esperança Azul (Venâncio Aires). Duração: 8 meses (maio a dezembro), totalizando 28 semanas. Carga horária: 4 oficinas de 60 minutos por instituição a cada semana (45 minutos de atividade + 15 de intervalo). Equipe:Coordenação e docência: Carlos Eduardo Conrad (músico com 20 anos de experiência e estudante de Licenciatura em Música).Co-docência e apoio pedagógico: Tiago Kreutz (músico formado em Licenciatura em Música). Materiais utilizados: instrumentos de cordas (violão, guitarra, baixo, ukulele), sopros (flauta, saxofone), teclas (teclado, acordeon) e percussão (bumbo, caixa, pandeiro); apostilas de acompanhamento e materiais adaptados conforme a necessidade dos participantes. Projeto pedagógico: estruturado em módulos mensais, com progressão gradual:Módulo 1: sensibilização sonora e reconhecimento de timbres;Módulo 2: ritmo e percussão corporal;Módulo 3: coordenação motora e canto coletivo;Módulo 4: integração instrumental e criação sonora;Módulo 5: expressão corporal e percepção auditiva;Módulo 6: preparação para a mostra final. Paginação: apostila digital de 15 páginas com conteúdos adaptados (PDF e impressão simples). Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 2. Encontros Interativos e Apresentações de EncerramentoFormato: Apresentações internas e abertas nas instituições participantes, com envolvimento dos alunos, familiares e comunidade local. Duração: 2 semanas (último mês de execução). Equipe: Professores Carlos Eduardo Conrad e Tiago Kreutz, com apoio das equipes pedagógicas das entidades. Materiais utilizados: equipamentos de som (microfones, caixas, mesa de som portátil), instrumentos musicais utilizados nas oficinas e materiais de ambientação simples. Projeto pedagógico: estrutura participativa com foco na socialização, expressão artística e compartilhamento dos aprendizados. As apresentações valorizam o processo de desenvolvimento e não a performance técnica. Paginação: roteiro interno de 5 páginas (digital), contendo a sequência das músicas e dinâmicas propostas. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 3. Registro Fotográfico e AudiovisualFormato: Registro contínuo das atividades, com fotografia documental e vídeos de acompanhamento. Duração: 8 meses (maio a dezembro). Equipe: fotógrafa contratada, responsável por captação, edição e publicação; coordenação de conteúdo por Carlos Eduardo Conrad. Materiais e equipamentos: câmera digital profissional, lentes intercambiáveis, tripé, microfone de lapela e notebook para edição (software: Adobe Premiere e Lightroom). Produtos gerados:1 postagem semanal (imagem + legenda acessível);1 reel quinzenal (vídeo curto de até 60 segundos, com legendas e Libras);1 vídeo institucional final (duração aproximada de 5 minutos, com entrevistas e legendas descritivas). Paginação: roteiro audiovisual de 8 páginas com cronograma de captação e diretrizes de edição. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 4. Material Digital e Divulgação InstitucionalFormato: Produção de conteúdo digital educativo e informativo sobre o projeto, com linguagem simples e acessível. Duração: ao longo de toda a execução (8 meses). Equipe: fotógrafa. Conteúdo: publicações com fotos, vídeos e textos sobre os resultados parciais e boas práticas das oficinas, destacando inclusão e impacto social. Materiais utilizados: imagens registradas durante as oficinas, depoimentos de alunos e educadores, textos produzidos pela equipe. Paginação: conjunto de 20 publicações digitais (posts e reels), totalizando cerca de 40 páginas digitais de conteúdo (equivalente a 20 posts + 10 vídeos + 10 descrições curtas). Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 5. Relatório e Documentação FinalFormato: Documento técnico impresso e digital (PDF) contendo os resultados e avaliações do projeto. Duração: 30 dias (dezembro a janeiro). Equipe: coordenação geral (Carlos Eduardo Conrad), co-docente (Tiago Kreutz) e fotógrafa (apoio visual). Conteúdo:Síntese das ações realizadas e resultados alcançados;Relatos das instituições parceiras;Dados quantitativos (participantes, frequência, impacto);Análise qualitativa e sugestões de continuidade. Paginação: média de 25 páginas, com fotos, gráficos e quadros-resumo. Classificação indicativa: Não se aplica (documento técnico).

Acessibilidade

Acessibilidade Física e de ConteúdoO projeto Música e Melodia: Terapia Harmônica foi concebido com o compromisso de garantir acessibilidade plena — física, comunicacional, sensorial e atitudinal — assegurando que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam participar, compreender e usufruir integralmente das atividades culturais propostas. A acessibilidade é aqui entendida não como um item adicional, mas como princípio estruturante do projeto e componente essencial da democratização da cultura. Acessibilidade FísicaAs atividades serão realizadas em espaços já adaptados e preparados para o atendimento de pessoas com deficiência, como as APAEs e ONGs parceiras (Azul Como o Céu, Esperança Azul, entre outras), que dispõem de rampas de acesso, banheiros adaptados, pisos antiderrapantes, sinalização tátil e áreas de circulação acessível. Essas instituições possuem estrutura consolidada para o acolhimento de pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, pessoas com deficiência intelectual, múltipla ou do espectro autista, garantindo segurança, conforto e autonomia na locomoção.Além disso, todas as apresentações públicas e contrapartidas culturais seguirão os mesmos padrões de acessibilidade física, sendo priorizados locais com infraestrutura acessível e, quando necessário, adaptações temporárias (rampas móveis, cadeiras adequadas, corrimãos portáteis e sinalização visível) serão providenciadas pela produção. Acessibilidade de Conteúdo e ComunicaçãoO projeto adotará múltiplos recursos de acessibilidade de conteúdo, permitindo que o público com diferentes tipos de deficiência possa compreender, interagir e se expressar plenamente nas atividades. Dentre as ações planejadas, destacam-se:Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as apresentações e eventos de contrapartida, garantindo acesso ao público surdo e pessoas com deficiência auditiva;Legendas descritivas e identificação visual ampliada em vídeos e materiais de comunicação, ampliando a compreensão para pessoas com perda auditiva parcial ou dificuldades de leitura labial;Audiodescrição nos vídeos institucionais e registros audiovisuais, assegurando que pessoas com deficiência visual possam acompanhar e compreender o conteúdo;Linguagem simples e acessível nos materiais gráficos, releases e publicações, evitando termos técnicos e privilegiando uma comunicação inclusiva e de fácil entendimento;Materiais digitais acessíveis, compatíveis com leitores de tela e contrastes adequados de cores e tipografia;Visitas sensoriais e estímulos táteis-sonoros nas oficinas, utilizando instrumentos musicais de diferentes timbres, texturas e vibrações, promovendo experiências multissensoriais especialmente voltadas ao público com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e deficiência visual;Distribuição de abafadores de som (headphones com cancelamento de ruído) para participantes com hipersensibilidade auditiva, favorecendo a permanência e o bem-estar durante as atividades;Capacitação da equipe em acessibilidade cultural e atendimento inclusivo, por meio de uma oficina interna de sensibilização com ênfase em Libras, audiodescrição e design acessível, conforme recomenda a Súmula Administrativa nº 33/2024 da CNIC. Abordagem inclusiva e pedagógicaAs oficinas foram desenhadas para contemplar diferentes ritmos de aprendizagem e níveis de compreensão, permitindo que cada participante desenvolva sua expressão musical de forma personalizada. O uso de múltiplos instrumentos (violão, guitarra, teclado, flauta, percussão, acordeon, ukulele, bumbo, caixa, pandeiro, entre outros) favorece a diversidade sensorial, proporcionando experiências auditivas, visuais e táteis simultaneamente.A metodologia é lúdica e interativa, baseada em princípios da musicoterapia e da educação inclusiva, estimulando comunicação, coordenação motora, percepção sonora e interação social. Cada oficina busca fortalecer o vínculo entre o participante e o ambiente sonoro, respeitando suas singularidades cognitivas e emocionais. Acessibilidade Digital e Divulgação InclusivaA comunicação do projeto seguirá padrões de acessibilidade digital:Postagens e vídeos com legendas automáticas e interpretação em Libras nas redes sociais oficiais;Descrição alternativa em todas as imagens publicadas;Materiais de divulgação (convites, cartazes e folders) com contraste adequado, tipografia ampliada e leitura facilitada;QR Codes com link para versões acessíveis (em áudio, Libras ou texto simplificado).Essas ações garantem que as informações sobre o projeto cheguem a todas as pessoas, fortalecendo o princípio da inclusão e ampliando o alcance social e cultural da iniciativa. Compromisso com a inclusão culturalA proposta reafirma o compromisso com os objetivos da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e com as orientações do Ministério da Cultura para o cumprimento das ações efetivas de acessibilidade, previstas na Súmula CNIC nº 33/2024. Com isso, o projeto não apenas cumpre exigências legais, mas promove uma mudança de paradigma, fazendo da acessibilidade um eixo de valorização humana e de reconhecimento da diversidade.O Música e Melodia: Terapia Harmônica entende que a cultura deve ser um direito de todos, e por isso integra, em sua estrutura e execução, o acesso universal como valor central — garantindo que cada som, gesto, cor e palavra sejam compartilhados de forma equitativa, sensível e transformadora.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto “Música e Melodia: Terapia Harmônica” serão totalmente gratuitas e voltadas prioritariamente a crianças e adolescentes com deficiência ou em situação de neurodivergência, atendidos pelas instituições parceiras — APAE de Lajeado, APAE de Cruzeiro do Sul, APAE de Encantado, ONG Azul Como o Céu (Lajeado) e ONG Esperança Azul (Venâncio Aires). Não haverá cobrança de inscrição, ingresso ou qualquer forma de comercialização dos produtos culturais resultantes.As oficinas serão realizadas diretamente nas instituições, garantindo acesso descentralizado e eliminando barreiras de deslocamento para as famílias. O projeto também promoverá ações de difusão digital, com publicações semanais e vídeos quinzenais nas redes sociais, e um vídeo institucional final, todos com legendas descritivas e intérprete de Libras, ampliando o alcance para o público em geral.Como forma adicional de democratização, serão promovidos ensaios abertos e momentos interativos nas próprias instituições, permitindo que familiares, educadores e a comunidade conheçam o processo artístico-pedagógico e participem das atividades. A difusão on-line e o registro audiovisual garantem que os resultados do projeto alcancem escolas, ONGs e demais espaços culturais interessados em replicar a iniciativa, fortalecendo a democratização e a continuidade das ações culturais inclusivas na região.

Ficha técnica

Atividade do DirigenteO proponente e dirigente Carlos Eduardo Conrad atuará de forma remunerada como coordenador geral, professor e responsável pedagógico do projeto “Música e Melodia: Terapia Harmônica”. Suas funções incluem a elaboração e acompanhamento do cronograma das oficinas, o planejamento metodológico e pedagógico, a articulação com as instituições parceiras, a avaliação dos resultados, bem como o gerenciamento técnico e administrativo das atividades. Atualmente, estagia na Escola Madre Bárbara (Lajeado), desenvolvendo atividades de musicalização com crianças, e conduz oficinas musicais comunitárias em parceria com o Município de Lajeado, o que reforça sua experiência em projetos educacionais e inclusivos. A coordenação pedagógica e artística será compartilhada com o músico Tiago Kreutz, responsável pela co-docência e apoio metodológico nas oficinas. Além disso, será contratada uma fotógrafa profissional, encarregada de toda a documentação fotográfica, gravações, edição de vídeos, postagens semanais e gestão das redes sociais, assegurando o registro e a difusão dos resultados do projeto. Currículo Resumido – Carlos Eduardo ConradMúsico e produtor cultural com mais de 20 anos de experiência em docência, gestão e produção artística. É estudante de Licenciatura em Música (Uniasselvi, 6º semestre) e possui formações em Gestão de TI, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Técnico em Informática. Atua como professor de violão, guitarra e musicalização, além de coordenador do Grupo Melodia (Lajeado/RS) e membro do Conselho Municipal de Cultura de Lajeado. Tem trajetória consolidada na criação e execução de projetos culturais com foco em inclusão, acessibilidade e formação musical para crianças e adolescentes, em parceria com escolas, ONGs e prefeituras. Destacam-se entre suas realizações os projetos: Revivendo Teixeirinha, Notas da Esperança, Música para Todos, Guitarra Popular e CelebrArte. Reconhecido por unir arte, educação e responsabilidade social, desenvolve ações de impacto comunitário nos Vales do Taquari e Rio Pardo. Currículo Resumido – Tiago KreutzMúsico, regente e educador com mais de 20 anos de experiência, formado em Licenciatura em Música, com atuação em educação musical, regência coral e projetos socioculturais. Trabalhou em diversos espaços comunitários e instituições assistenciais de Lajeado, como Projeto Vida, Lar da Menina e Projeto Conviver, vinculados ao CRAS, levando música e recreação a comunidades em vulnerabilidade social. Instrumentista versátil (gaita, violão, teclado, percussão, entre outros), alia educação, cultura e recreação, promovendo bem-estar físico, mental e emocional através da música. Atualmente, atua em parceria com Carlos Eduardo Conrad na condução das oficinas de musicalização e musicoterapia, dividindo a coordenação pedagógica e musical do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.