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O projeto "HIP HOP LAB _ Frequência da Rua" visa promover ações formativas e educativas em música e cultura urbana voltadas à juventude das periferias de Goiânia e Aparecida de Goiânia. Enquadrado no Art. 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultura, estrutura-se como um empreendimento de ações educacionais e culturais, oferecendo oficinas gratuitas de rap, DJing, produção musical e gestão de carreira artística, além de vivências pedagógicas sobre os elementos do hip hop. Realizado em escolas públicas e espaços culturais de territórios de baixo IDH, prioriza a inclusão de mulheres, população negra, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Como desdobramentos formativos, prevê a produção de um curta educativo, a manutenção de acervo documental e a realização de mostra e premiação no Festival HIP HOP LAB de Arte Urbana, fortalecendo a cidadania e a valorização da cultura urbana.
O HIP HOP LAB – Frequência da Rua é uma ação formativa gratuita voltada à juventude periférica de Goiânia e Aparecida de Goiânia, utilizando a cultura hip hop como ferramenta de cidadania, inclusão e protagonismo juvenil. Enquadrado no Art. 18 da Lei Rouanet, o projeto promove a democratização do acesso à educação artística e à produção cultural, priorizando jovens de 13 a 29 anos, com atenção especial a mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, PCDs, indígenas e quilombolas.Principais Produtos e EntregasOficinas Formativas Gratuitaso Linguagens: Rap, DJing, Beatmaking, Produção Musical, Grafite, Dança Urbana, Audiovisual e Empreendedorismo Cultural.o Metodologia: Aulas teóricas e práticas, rodas de conversa, vivências pedagógicas e mentorias individuais.o Objetivo: Capacitar jovens para criação, produção e gestão de projetos artísticos, fortalecendo protagonismo cultural.o Classificação etária: 13 a 29 anos (Oficinas de Dança incluem 8 a 12 anos no Espaço Kids).o Local: previsto para Espaço Cultural Jardinarte e o CEU DAS ARTES – ambos em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Festival HIP HOP LAB – Frequência da Ruao Formato: Evento presencial de culminância, com entrada franca.o Atividades: Apresentações musicais, batalhas de rima, rodas de poesia, shows de DJ, mostras de grafite e performances de dança urbana.o Objetivo: Integrar os resultados das oficinas, promover fruição cultural, fortalecer a cena local e estimular a troca entre artistas e comunidade.o Classificação etária: Livre, com atenção à acessibilidade e segurança de todos os públicos.Curta-Metragem Educativoo Conteúdo: Registro audiovisual das oficinas, performances artísticas e depoimentos de participantes e mestres culturais.o Objetivo: Documentar o projeto, gerar material pedagógico e difundir a cultura hip hop de forma educativa.o Distribuição: Portal digital, redes sociais e apresentações em escolas e espaços culturais.o Local: previsto para o CEU DAS ARTES em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Acervo Digital e Educativoo Conteúdo: Materiais pedagógicos, gravações de oficinas, produções musicais, registros de performances, entrevistas e documentários curtos.o Objetivo: Garantir acesso contínuo e gratuito às metodologias, fortalecer a memória cultural e permitir uso educativo por escolas, ONGs e coletivos culturais.o Formato: Plataforma multimídia aberta, com Libras, legendas e audiodescrição.o Local: previsto Goiânia - local periférico com grande circulação;Rodas de Conversa e Ensaios Abertoso Conteúdo: Diálogos sobre cultura urbana, trajetórias artísticas, diversidade cultural e cidadania, promovendo troca de saberes entre mestres e jovens.o Objetivo: Estimular pensamento crítico, integração comunitária e valorização das identidades periféricas.o Classificação etária: Livre, com linguagem acessível.o Local: previsto para Espaço Cultural Jardinarte em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação; Espaço Kids e Palco Jovens Talentoso Conteúdo: Oficinas e apresentações para crianças de 8 a 12 anos, incentivando criatividade, expressão corporal, música e performance.o Objetivo: Promover protagonismo infantil e iniciar a formação artística desde a infância.o Local: previsto para Espaço Cultural Jardinarte e o CEU DAS ARTES – ambos em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Feira de Economia Criativa e Gastronomiao Conteúdo: Oficinas, exposições e comercialização de produtos culturais e gastronômicos de empreendedores locais.o Objetivo: Valorizar saberes e práticas tradicionais, fortalecer a economia criativa local e integrar cultura e comunidade.o Local: previsto para o CEU DAS ARTES em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Transmissões Onlineo Conteúdo: Cobertura ao vivo das oficinas, apresentações, rodas de conversa e festival.o Objetivo: Ampliar o alcance do projeto, garantindo participação remota e acessibilidade digital.o Recursos de acessibilidade: Libras, legendas descritivas e audiodescrição.O HIP HOP LAB consolida-se como instrumento de formação, difusão e valorização da cultura urbana, fortalecendo o protagonismo juvenil, a diversidade cultural e a inclusão social, em total consonância com os objetivos da Lei Rouanet (Art. 1º, 3º e 18 da Lei nº 8.313/1991).
Objetivo Geral (PARA QUÊ): Promover a formação, valorização e difusão da cultura hip hop nas periferias de Goiânia e Aparecida de Goiânia, utilizando a música e as linguagens urbanas como ferramentas de educação cidadã, inclusão social e fortalecimento da identidade cultural de jovens em situação de vulnerabilidade, com foco em capacitação artística e empreendedora. Objetivos Específicos (QUAIS / QUANTOS): 1. Realizar 05 cursos e oficinas formativas gratuitas nas áreas de rap, DJing, produção musical, dança urbana e grafite, capacitando cerca de 150 jovens entre 13 e 29 anos residentes em comunidades de baixo IDH.2. Promover 08 rodas de conversa e palestras temáticas sobre cultura hip hop, juventude periférica, protagonismo artístico e empreendedorismo cultural, com a participação de educadores, artistas e mestres da cultura urbana.3. Produzir e apresentar 01 Festival HIP HOP LAB _ Frequência da Rua, como culminância do processo formativo, reunindo pelo menos 10 atrações artísticas formadas por participantes das oficinas e artistas convidados da cena hip hop regional.4. Garantir acessibilidade plena em todas as ações, com intérpretes de Libras, audiodescrição e infraestrutura adaptada, assegurando a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.5. Fomentar intercâmbio cultural entre artistas locais e convidados de outros estados, fortalecendo redes criativas e colaborativas do hip hop e ampliando a visibilidade das produções regionais.6. Desenvolver e disponibilizar 01 portal multimídia educativo, com acesso gratuito a vídeos, conteúdos formativos, entrevistas e registros documentais das oficinas e atividades do projeto.7. Distribuir gratuitamente (100) material didático e audiovisual educativo com conteúdos sobre as metodologias e práticas formativas aplicadas nas oficinas.8. Registrar, monitorar e avaliar indicadores de impacto, diversidade e participação, garantindo transparência na gestão e comprovação dos resultados na prestação de contas.7. Monitorar, registrar e avaliar indicadores de impacto, diversidade e participação social, garantindo transparência nos resultados e eficiência na gestão dos recursos incentivados.
O projeto "HIP HOP LAB _ Frequência da Rua" justifica-se pela necessidade de democratizar o acesso à formação artística, à produção cultural e à difusão de expressões urbanas nas periferias de Goiânia e Aparecida de Goiânia — territórios marcados por vulnerabilidade social, ausência de políticas públicas continuadas e desigualdade de oportunidades.A iniciativa propõe ações formativas gratuitas nas linguagens que compõem a cultura hip hop — rap, DJing, produção musical, breakdance e graffiti — como instrumentos de educação cidadã, valorização identitária e inclusão sociocultural. Por meio da arte, o projeto promove a emancipação de jovens e o fortalecimento das redes culturais periféricas, criando pontes entre cultura, juventude e cidadania.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) é fundamental para garantir a gratuidade das atividades, a acessibilidade plena e a remuneração justa de artistas, produtores e educadores, assegurando qualidade técnica, sustentabilidade pedagógica e impacto social. Sem o apoio do incentivo fiscal, as ações propostas dificilmente alcançariam o mesmo nível de estrutura, continuidade e abrangência. Enquadramento Legal O projeto enquadra-se no Artigo 1º, incisos I, II e III da Lei nº 8.313/1991, por:· I _ estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais;· II _ valorizar a diversidade cultural e as formas de expressão;· III _ promover o desenvolvimento cultural e o exercício da cidadania.Alcança, ainda, os objetivos previstos no Artigo 3º da mesma Lei, ao: · I _ contribuir para a formação e o aprimoramento cultural e artístico das pessoas;· II _ possibilitar o acesso da população aos bens e serviços culturais;· III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras;· V _ estimular o conhecimento, a valorização e a difusão de bens e valores culturais;· VII _ promover a integração e a coesão social por meio da cultura. O HIP HOP LAB _ Frequência da Rua também se enquadra no Artigo 18 da Lei Rouanet, por possuir finalidade educativa e cultural, com ênfase em formação artística na área da música e valorização das expressões culturais urbanas periféricas.O projeto atua na interseção entre arte, educação e cidadania, fomentando o protagonismo da juventude periférica, a profissionalização de novos agentes culturais e a consolidação de redes criativas locais. Trata-se de uma ação estratégica de formação e difusão da cultura hip hop, com impacto direto na inclusão sociocultural, na equidade de oportunidades e na consolidação da economia criativa como vetor de desenvolvimento humano e social. Relevância Sociocultural Em Goiânia e Aparecida de Goiânia, regiões periféricas concentram altos índices de vulnerabilidade social e baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), conforme o Atlas do Desenvolvimento Humano do PNUD (2013). Jovens negros, mulheres, pessoas LGBTQIA+ e com deficiência enfrentam barreiras estruturais no acesso à cultura e à educação — um cenário que reforça a urgência de iniciativas como esta.Pesquisas recentes do IBGE (PNAD Contínua, 2022) e do Ministério da Cultura indicam que o Hip Hop é a linguagem artística de maior identificação entre a juventude periférica brasileira, sendo vetor de pertencimento, identidade e transformação social. No entanto, o acesso à formação técnica e artística permanece desigual, e é neste ponto que o projeto atua como política pública complementar, oferecendo oportunidades concretas de aprendizado, criação e difusão cultural.Por meio de oficinas, laboratórios, mentorias e apresentações públicas, o HIP HOP LAB constrói um ciclo completo de formação, produção e fruição cultural, gerando impacto direto na profissionalização de jovens artistas, no fortalecimento da economia criativa local e na promoção da diversidade cultural brasileira. Síntese da Justificativa Assim, apoiar o HIP HOP LAB _ Frequência da Rua é investir em um Brasil mais justo, plural e criativo, onde a cultura urbana ocupa o espaço de direito como ferramenta legítima de transformação social e fortalecimento da cidadania. O projeto reafirma o Hip Hop como um movimento de resistência, educação e coletividade — uma frequência viva das ruas, que pulsa inclusão, arte e futuro.
Informações Complementares O HIP HOP LAB – Frequência da Rua será totalmente gratuito e acessível, cumprindo requisito essencial para captação via Artigo 18 da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), garantindo ampla inclusão social e democratização cultural.O projeto oferece oficinas formativas gratuitas, intervenções educativas e o Festival HIP HOP LAB como plataforma de formação musical e artística, assegurando acesso democrático e inclusivo à cultura hip hop para jovens periféricos. A culminância do projeto, o festival, é aberto ao público, gratuito e acessível, proporcionando visibilidade para talentos formados e reforçando a apropriação cultural e o protagonismo juvenil. 1. Contrapartidas Sociais· Oficinas formativas gratuitas para 500 jovens, em linguagens artísticas e produção cultural, promovendo qualificação profissional e pessoal;· Ações educativas em 6 escolas públicas, ampliando o acesso à cultura e o debate sobre direitos humanos, diversidade e empreendedorismo cultural;· Festival gratuito e acessível, com intérpretes de Libras, espaço para PCDs e materiais adaptados;· Produção de materiais audiovisuais e digitais de livre acesso, disponibilizados online, contribuindo para memória cultural e difusão da cultura hip hop;· Geração de oportunidades econômicas locais por meio da Feira Criativa, valorizando empreendedores periféricos;· Engajamento comunitário com agentes culturais, produtores locais e organizações parceiras, fortalecendo redes de colaboração e protagonismo social.· Essas contrapartidas estão alinhadas aos objetivos da Lei Rouanet, assegurando impacto social, econômico e artístico significativo. 2. Ações de Comunicação e Divulgação· A comunicação do HIP HOP LAB será estratégica, engajadora e pautada na autenticidade e identidade periférica: · Produção de conteúdos digitais: vídeos, mini documentários, depoimentos, making of, matérias e transmissões ao vivo, distribuídos em canais próprios (YouTube, Instagram, site institucional) e parceiros;· Assessoria de imprensa local e regional, com divulgação em rádios comunitárias, jornais, portais culturais e redes sociais, ampliando o alcance do projeto;· Campanhas de mobilização comunitária, com divulgação presencial, cartazes, flyers e intervenções urbanas (grafite, performances);· Parcerias com coletivos culturais, espaços independentes, ONGs e movimentos juvenis, ampliando diálogo e engajamento do público-alvo;· Estratégias de acessibilidade comunicacional, garantindo materiais em Libras, linguagem simples e conteúdos adaptados;· Relatórios e prestação de contas transparentes, divulgados em plataformas públicas, garantindo visibilidade e responsabilidade perante financiadores e sociedade. 3. Estratégias de Acessibilidade · Acessibilidade física: rampas, banheiros adaptados e espaços de descompressão sensorial para público neurodivergente (TEA, TDAH);· Acessibilidade comunicacional: tradução em Libras, audiodescrição, legendas descritivas, materiais didáticos adaptados;· Capacitação da equipe: formação em atendimento humanizado e inclusivo;· Monitoramento contínuo: avaliação da experiência do público e ajustes para aprimoramento da inclusão. 4. Objetivo das Estratégias · Garantir acesso universal e inclusivo à cultura;· Consolidar a formação artística e pedagógica;· Fortalecer redes culturais locais;· Promover protagonismo juvenil e comunitário.· Objetivos em consonância com o Art. 18 da Lei nº 8.313/1991. 5. Resultados Esperados· Formação qualificada e certificada de 500 jovens em linguagens artísticas do hip hop, fortalecendo seu protagonismo cultural e empreendedorismo;· Inclusão cultural e educacional direta para 600 estudantes da rede pública, estimulando respeito à diversidade e combate ao preconceito;· Realização do Festival HIP HOP LAB gratuito e acessível, com público estimado de 1.500 pessoas, promovendo visibilidade de artistas e empreendedores periféricos;· Produção e difusão de 6 materiais audiovisuais e digitais, com ampla visualização e contribuição à memória cultural do hip hop local;· Fortalecimento de redes colaborativas entre artistas, educadores, produtores e comunidades, ampliando a sustentabilidade e continuidade das ações;· Geração de impacto social e econômico nas periferias atendidas, com ampliação de oportunidades, reconhecimento cultural e desenvolvimento da economia criativa local.
1. Oficinas Formativas GratuitasObjetivo: Capacitar jovens entre 13 e 29 anos nas linguagens do hip hop, promovendo cidadania, empreendedorismo cultural e inclusão social.Local: previsto para Espaço Cultural Jardinarte e o CEU DAS ARTES – ambos em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Quantidade: 4 ciclos formativos mensaisCarga horária por ciclo: 20h/aula por linguagemLinguagens abordadas:MC (letramento e rima)DJ (mixagem e produção musical)Dança Urbana (breaking e estilos livres)Graffiti (pintura mural e stencil)Produção Cultural (empreendedorismo, técnica e gestão de projetos)Total estimado: 400h de formação (5 linguagens × 4 ciclos × 20h)Público por ciclo: 25 participantes por linguagem (mínimo)Estimativa geral: 500 participações formativas ao longo do projetoFaixa etária: 13 a 29 anosClassificação indicativa: LivreFormato: Presencial com suporte digital (aulas auxiliares em vídeo e apostilas em PDF)Material didático:Apostilas impressas (20 páginas por linguagem)Kit individual (tintas, cadernos, fones, pen drives, camisetas)Plataforma online com conteúdo extra (Google Drive ou site institucional)Equipe envolvida:5 oficineiros(as)1 coordenador pedagógico1 produtor local por cidadeEquipe de apoio comunitário, comunicação e acessibilidade2. Ações Educativas em Escolas PúblicasObjetivo: Estimular o pensamento crítico e a valorização da identidade cultural entre estudantes da rede pública, por meio da linguagem hip hop.Local: previsto em Goiânia e Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Quantidade: 6 encontros em escolas públicas de Goiânia e Aparecida de GoiâniaDuração de cada ação: 2h30Formato: Intervenções artísticas seguidas de roda de conversaConteúdo das ações:Apresentações ao vivo (rap, breaking, graffiti)Diálogo sobre cultura urbana, juventude, direitos e economia criativa Materiais distribuídos:Mini-cartilha “Hip Hop é Escola” (10 páginas)Certificados de participaçãoMateriais didáticos e lúdicosClassificação indicativa: LivrePúblico estimado: 600 estudantes impactados diretamente3. Festival HIP HOP LAB – Frequência da RuaObjetivo: Realizar a culminância do projeto em um evento gratuito de celebração e visibilidade da produção artística dos(as) jovens formados(as).Local: previsto para o CEU DAS ARTES – em Aparecida de Goiânia - local periférico com grande circulação;Duração: 2 dias de programação (total de 16 horas)Formato: Apresentações musicais, Palestras, intervenções urbanas, feira criativa, espaço de microfone aberto, oficinas e bate-papos formativos.Inscrições: Gratuitas e abertas para jovens de todo o estado de Goiás, realizadas exclusivamente pelo site oficial do projeto, garantindo ampla participação e democratização do acesso. Curadoria coletiva, com espaço para apresentação dos alunos formados nas oficinas e convidados locais e regionais.Palco: Equipamento completo de sonorização, iluminação cênica e estrutura coberta.Acessibilidade: Intérprete de Libras, palco acessível, área preferencial PCD e materiais com leitura ampliada.Local previsto: Praça pública ou centro cultural periférico com grande circulação.Classificação indicativa: LivrePúblico estimado no evento: 1.500 pessoas4. Materiais Audiovisuais e DigitaisObjetivo: Registrar e difundir os resultados do projeto com acessibilidade e alcance contínuo, promovendo memória cultural.Produtos previstos:1 vídeo-documentário (10 a 15 minutos)5 mini documentários (5 minutos cada, por linguagem)Registro fotográfico profissional de todas as etapasE-books e apostilas digitais (PDF, 20 a 30 páginas por linguagem)Distribuição:Canal no YouTube, Instagram, site institucionalParcerias com bibliotecas públicas, escolas e coletivos culturais5. Projeto Pedagógico IntegradoObjetivo: Garantir um processo formativo com base em princípios de educação crítica, participativa e transformadora.Metodologia:o Educação popular (Paulo Freire)o Ensino por projetos e práticas artísticaso Aprendizagem coletiva, dialógica e horizontalEixos transversais:o Direitos humanoso Equidade de gênero e raçao Sustentabilidadeo Comunicação não violentaAvaliação:o Formulários de acompanhamentoo Rodas de escuta e autoavaliaçãoo Produção final coletiva (portfólios e apresentações)Indicadores de impacto:o Portfólios individuaiso Mapeamento de talentos locaiso Certificados de conclusãoo Relatórios pedagógicos e culturais
O projeto HIP HOP LAB – Frequência da Rua adota como princípio estruturante o acesso universal à cultura, conforme os Artigos 1º, incisos I e II, e Artigo 3º, incisos II e V, da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), que estabelecem como objetivos estimular a produção, difusão e acesso aos bens culturais, valorizar a diversidade e garantir o exercício da cidadania por meio da arte.As ações propostas observam também os parâmetros da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e do Decreto nº 5.296/2004, assegurando acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo em todas as etapas do projeto.Acessibilidade FísicaSerão garantidas condições de acesso e permanência adequadas às pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e/ou neurodivergentes, conforme a legislação vigente. As ações incluem:· Rampas, corrimãos, pisos nivelados e banheiros adaptados, assegurando circulação acessível e confortável;· Sinalização tátil e visual em espaços de realização das atividades;· Assentos preferenciais e áreas reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;· Equipe treinada para atendimento inclusivo e apoio individualizado quando necessário;· Ambientes com estímulos reduzidos e espaços de descompressão sensorial, voltados especialmente ao público neurodivergente (TEA, TDAH, entre outros), promovendo conforto, segurança e regulação emocional;· Rotas de acesso iluminadas e sinalizadas, garantindo segurança e autonomia nos deslocamentos.Essas ações atendem aos princípios da Lei nº 10.098/2000, que estabelece normas gerais de acessibilidade, e reforçam o compromisso do projeto com a inclusão plena em todas as suas atividades formativas e artísticas.Acessibilidade de ConteúdoCom base no Art. 3º, incisos II e V, da Lei nº 8.313/1991, e no Art. 42 da Lei nº 13.146/2015, o projeto assegura acessibilidade comunicacional, garantindo o direito à compreensão e fruição cultural para todos os públicos. Estão previstas as seguintes medidas:· Tradução simultânea em Libras nas oficinas, apresentações e mediações culturais;· Audiodescrição e legendas descritivas em vídeos, registros audiovisuais e materiais de difusão;· Comunicação inclusiva e acessível em múltiplas plataformas digitais, com textos em linguagem simples, clara e objetiva;· Capacitação da equipe técnica e pedagógica para atendimento humanizado e acolhedor, com foco em pessoas com deficiência e neurodivergentes (TEA, TDAH);· Materiais didáticos acessíveis, compatíveis com leitores de tela, e com descrição alternativa de imagens;· Visitas sensoriais e mediações táteis durante as atividades com conteúdo visual, possibilitando uma experiência multissensorial.Essas medidas fortalecem o compromisso do projeto com a democratização cultural e a equidade comunicacional, ampliando o alcance formativo e a participação ativa de todos os públicos.Sustentabilidade Cultural, Social e AmbientalO HIP HOP LAB – Frequência da Rua adota práticas de sustentabilidade baseadas nos princípios da Agenda 2030 da ONU e do Plano Nacional de Cultura, com foco em três dimensões integradas:· Sustentabilidade cultural: fortalecimento da cultura hip hop e da economia criativa local, garantindo continuidade e difusão das ações formativas.· Sustentabilidade social: promoção da diversidade, equidade e protagonismo juvenil, ampliando oportunidades de formação e geração de renda.· Sustentabilidade ambiental: incentivo a práticas ecológicas, como coleta seletiva, reutilização de materiais, redução de resíduos e consumo consciente de energia.SínteseDessa forma, o HIP HOP LAB – Frequência da Rua consolida-se como um projeto inclusivo, acessível e sustentável, em total consonância com os Artigos 1º e 3º da Lei Rouanet, a Lei Brasileira de Inclusão e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 10 e 11), garantindo o acesso democrático à arte e à cultura, a valorização da diversidade e o fortalecimento das identidades periféricas.
O HIP HOP LAB – Frequência da Rua tem como princípio estruturante a democratização do acesso à cultura, assegurando a gratuidade total e a plena acessibilidade física e comunicacional em todas as suas ações. Em conformidade com o Art. 1º, incisos I e II, e Art. 3º, incisos II, III e V, da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), o projeto promove o direito à fruição, formação e participação cultural de jovens, educadores e comunidades periféricas, fortalecendo a cidadania e o reconhecimento da cultura hip hop como patrimônio vivo das periferias urbanas brasileiras. Gratuidade e inclusãoTodas as atividades — oficinas, encontros educativos, rodas de conversa, festival, transmissões audiovisuais e acervo digital — serão 100% gratuitas e acessíveis, sem cobrança de ingressos, taxas ou inscrições. O público prioritário abrange juventudes entre 13 e 29 anos, mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, indígenas, pessoas com deficiência (PCDs) e comunidades quilombolas da região metropolitana de Goiânia. Descentralização territorialAs ações ocorrerão em bairros de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em Goiânia e Aparecida de Goiânia, com parcerias junto a escolas públicas, CRAS, centros culturais comunitários e coletivos urbanos, ampliando o alcance territorial e fortalecendo o protagonismo local. Formas de distribuição e acesso· Oficinas Formativas Gratuitas: oficinas de rap, DJ, beatmaking, dança urbana e grafite abertas à comunidade, com certificação e material didático gratuito;· Festival HIP HOP LAB – Frequência da Rua: evento de culminância com entrada franca, reunindo shows, batalhas de rima, rodas de poesia, mostras de grafite, dança e feira de economia criativa previsto para o CEU DAS ARTES – Aparecida de Goiânia - Centro cultural periférico com grande circulação.;· Curta-Metragem Educativo: registro audiovisual dos processos e resultados do projeto, com acesso gratuito em plataformas digitais;· Acervo Digital e Educativo: conteúdos pedagógicos, musicais e audiovisuais disponibilizados em ambiente online aberto, para uso livre por escolas, educadores e coletivos culturais;· Rodas de Conversa e Ensaios Abertos: atividades públicas de diálogo e troca entre artistas e comunidade, fortalecendo o vínculo entre formação e fruição artística;· Acessibilidade de Conteúdo: tradução em Libras, legendas descritivas e audiodescrição em vídeos e transmissões;· Difusão Digital: transmissões ao vivo e publicações em redes sociais, ampliando o alcance nacional e internacional;· Distribuição Gratuita: materiais impressos e digitais de apoio pedagógico e artístico, reforçando o caráter formativo do projeto.Medidas de ampliação de acesso· Transmissão online de apresentações, debates e oficinas em plataformas de livre acesso (YouTube, Instagram e portal do projeto);· Oficinas paralelas e práticas rápidas durante o festival, abertas à comunidade;· Ações itinerantes em escolas e espaços públicos das periferias, ampliando o número de beneficiários diretos e indiretos;· Programação inclusiva, com horários adaptados às rotinas escolares e familiares, estimulando ampla participação popular.Indicadores e compromissosO projeto dialoga com a Lei nº 13.018/2014 (Cultura Viva), o Plano Nacional de Cultura, e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 10 e 11) da Agenda 2030 da ONU. Serão monitorados os seguintes indicadores de impacto:· 500 participantes diretos nas oficinas formativas;· 20 mil pessoas de público presencial e digital;· 50 mil visualizações online de conteúdos culturais;· Avaliação de diversidade, inclusão e qualidade da experiência cultural por meio de questionários e depoimentos de participantes e parceiros.Síntese Dessa forma, o HIP HOP LAB – Frequência da Rua assegura acesso universal, gratuito e inclusivo, em total consonância com os objetivos da Lei Rouanet (Art. 3º, incisos II, III e V), ao garantir a difusão livre dos bens culturais produzidos, o fortalecimento da cidadania e o reconhecimento da cultura hip hop como patrimônio vivo das periferias urbanas brasileiras.
A equipe do projeto é composta por profissionais com vasta experiência nas áreas de produção cultural, arte-educação, gestão de projetos, acessibilidade e comunicação digital, o que assegura a execução qualificada das atividades e a geração de resultados expressivos e mensuráveis. > https://drive.google.com/file/d/1QxWUMLqv0KdQ3y5vfV43bFkJE319g-HL/view?usp=drive_link Direção:Proponente / Coord. Geral: Wellington NunesDir. Operacional: Thiago FernandesProd.Executiva: Nayara LisAssistente de Produção: Diogo CrozaraCoordenação Artística: Silas NorTCoord. de Oficinas: Guilherme BorgesOficineiros(as):Oficinas de Dança: Lara MarinelliOficinas de Empreendedorismo e ESG: Thiago FernandesOficinas de Produção Musical (Beatmaking): Wellington NunesOficinas de Audiovisual: Cássio GarciaArtistas /Palestrantes:Leoni TeodoroSenhorr GMano CássioFamoso NorTThiago GuelaMarlon Santos Principais nomes envolvidos no projetoLara Marinelli Coordenação Pedagógica Lara Marinelli, bailarina, produtora cultural, parecerista e jurada com atuação destacada em dança, cultura urbana e formação artística. Desde 2014 atua em projetos e desenvolvo ações que conectam arte e educação, com foco na valorização da diversidade cultural e na inclusão social. -Cursando Bacharelado em Psicologia – Universidade de UNIFAN – Goiânia/GO. Início em 2022. -Curso Técnico Livre em Dança Contemporânea – Escola de Dança do DF – Brasília/DF (2019–2021). -Formação complementar em Estudos do Movimento – cursos livres e oficinas com foco em Laban e improvisação - Brasília (2018) InstagramWellington Ferreira Nunes Proponente / Artista / Coordenador Geral Astronauta Beats é um renomado produtor musical e fonográfico com mais de 20 anos de experiência na indústria da música. Desde 2009, ele tem se concentrado na produção artística audiovisual e fonográfica voltada para a cultura hip-hop, consolidando seu nome como uma referência no cenário do rap nacional. Residente de Aparecida de Goiânia há mais de 30 anos, Astronauta Beats tem se destacado por sua contribuição significativa para a cena musical local, regional e nacional. YouTube, Instagram, Facebook, TikTokThiago Fernandes Direção Geral / Responsável Técnico - TRT - Produção de mais de 1000 turnês, shows e eventos culturais em diversos estados do Brasil. - Elaboração, execução e gestão de projetos culturais, audiovisuais e musicais. - Gerenciamento artístico, técnico, financeiro e de carreiras de músicos e bandas. - Responsável pela logística de eventos e shows, incluindo transporte, hospedagem e alimentação. - Produção e gravação de DVDs e programas audiovisuais. - Técnico em Eletrotécnica InstagramGuilherme Augusto Borges Lauriano Coordenador Artístico / Artista Guilherme Borges, conhecido como `Senhorr G`, é uma figura central na cena Hip-hop de Aparecida de Goiânia e da capital goianiense, onde atua desde 2012 como produtor executivo, musical, compositor, designer gráfico, DJ e cantor de Hip Hop. Seu trabalho é marcado pela dedicação à Integração e inovação em várias esferas, tanto na produção, registro e difusão cultural/musical, utilizando tanto meios físicos quanto digitais, quanto contribuindo significativamente para fomento coletivo dentro das comunidades em seus projetos, com reconhecida atuação cultural e social no cenário local. InstagramMarlon Santos - Família Balaclava Artista Convidado Músico e produtor desde 1995 no cenário goiano. COnsolidado como artista nacional desde 2015. Marlon Santos lidera e participa de diversos projetos no cenário do rap e hip hop. Idealizador e sócio proprietário, ele é o responsável por inúmeras gravações no Cine Rap Studio, onde colabora com vários outros artistas de HIP HOP e grupos de RAP do cenário brasileiro. Instagram, YouTubeNayara Lis Crozara Coordenação de Equipe Nayara Lis é artista, produtora cultural e cuidadora popular com atuação contínua há mais de 10 anos no cenário cultural goiano. Seu trabalho é marcado pela fusão entre a cultura popular tradicional e as expressões contemporâneas do Hip Hop, com ênfase na valorização das manifestações periféricas e comunitárias. Desde 2013 atua de forma comprovada na produção e coordenação de eventos culturais voltados à cultura popular e urbana. Iniciou suas atividades em 2009, em eventos comunitários e projetos socioculturais, fortalecendo territórios vulneráveis e coletivos culturais da periferia. InstagramCássio Garcia - X ON PRODUTORA AUDIOVISUAL Direção / Produção Audiovisual A X-On Produções é uma empresa especializada em produção audiovisual, oferecendo soluções criativas e de alta qualidade para clientes que buscam destacar suas histórias, eventos e marcas. Vídeos: Criamos vídeos corporativos, comerciais, institucionais, musicais e para redes sociais. Captação com Drone: Imagens aéreas de alta resolução capturadas com o DJI Mini 4 Pro. Fotografia Profissional: Ensaios Coerentes com a identidade do projeto. Instagram,Silas - Famoso NorT Artista Convidado MC, DJ, produtor, designer, diretor e CEO da Casa do Trap Produções e do Bailão Casa do Trap. Conhecido por sua irreverência e originalidade, o artista autodidata carrega a essência do corre independente na veia. Criador do Bailão Casa do Trap, evento que, ao longo de mais de 30 edições, já levou ao palco mais de 200 artistas locais e nacionais, reunindo um público fiel e vibrante da cena goiana. Idealizador e responsável pelo Festival Casa do Trap, que promoveu 60 atrações — somando mais de 150 artistas locais — em 24 horas ininterruptas de programação, com dois palcos simultâneos. Instagram Outros profissionais:Contabilidade: Rosana MarinelliProdução Audiovisual: X-ONApoio Logístico: Espaço Cultural JardinarteDistribuição, Comunicação e Redes Sociais: Guela! ProduçõesParcerias:O projeto conta com parcerias estratégicas para sua realização e impacto. Na produção, destacam-se o estúdio Astronauta Beats (GO), o coletivo Real Hits (GO) e Maloka Music (PR), na produção musical, formação e audiovisual. A distribuição será feita via OneRPM, garante presença nas principais plataformas. Para divulgação, contará com assessoria da Pulso Comunicação e equipe de redes sociais (conteúdo, tráfego pago e cobertura). Apoiam ainda os canais RapGoiano TV, Cine Rap, Revista Clandestina e rádios locais, meios de comunicação pagos e todos com mídia espontânea (entrevistas e podcasts).Outros Colaboradores e Apoiadores:SECULT – Aparecida de GoiâniaSECULT – GoiâniaSecretaria de Educação - Aparecida de GoiâniaSecretaria de Educação – GoiâniaCuradoria de Artes Visuais: Pedro FernandesCuradoria de Dança: Lara MarinelliApoio Jurídico: Leonardo VelascoNino – Som, Palco e Luz
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.