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PRONAC 2515704Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PLATAFORMA DA DIVERSIDADE 2026 / TERRITÓRIO FOLIA

ASSOCIACAO ARTISTICA MAPA TI
Solicitado
R$ 2,09 mi
Aprovado
R$ 2,09 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Datas comemorativas nacionais c/ calendários específicos: Natal, Ano Novo, Páscoa e Festas Populares
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-12-01
Término
2026-08-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto PLATAFORMA DA DIVERSIDADE 2026 propõe a realização de uma ação cultural gratuita, inclusiva e acessível durante o período carnavalesco, composta por apresentações artísticas, oficinas formativas e atividades interativas para todas as faixas etárias. As ações visam ampliar o acesso à arte, cultura e conhecimento por meio de espetáculos, shows, vivências criativas e mediações. A proposta contempla ainda recursos de acessibilidade, ações educativas e estratégias de comunicação para garantir ampla participação dos territórios envolvidos, promovendo um Carnaval diverso, seguro e representativo.

Sinopse

Programação Artística e Curadoria — Plataforma da Diversidade / Território FoliaFormato: 5 dias (Carnaval + Pós-Carnaval) • Palco Principal + Palco Territórios + CortejosPerfil das contratações: atrações carnavalescas e blocos da cidade, bandas locais e 1 atração nacional.1) Princípios curatoriaisDiversidade e território: centralidade para blocos e artistas do DF/Entorno; culturas populares (afoxé, samba, marchinhas, ijexá, maracatu, frevo), funk/rap/MPB e fusões.Equidade: participação ativa de mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, PCDs e periferias; ≥50% com protagonismo feminino e/ou LGBTQIAPN+.Acessibilidade de conteúdo: janela de Libras por bloco, audiodescrição programada, Leitura Fácil nos serviços e legenda descritiva em telões.Segurança e cuidado: integração ao Conta Comigo e protocolos “Não é Não!”.Programação Artística e Curadoria — Plataforma da Diversidade / Território Folia Formato: 5 dias (Carnaval + Pós-Carnaval) • Palco Principal + Palco Territórios + Cortejos Perfil das contratações: atrações carnavalescas e blocos da cidade, bandas locais e 1 atração nacional. 1) Princípios curatoriais Diversidade e território: centralidade para blocos e artistas do DF/Entorno; culturas populares (afoxé, samba, marchinhas, ijexá, maracatu, frevo), funk/rap/MPB e fusões. Equidade: participação ativa de mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, PCDs e periferias; ≥50% com protagonismo feminino e/ou LGBTQIAPN+. Acessibilidade de conteúdo: janela de Libras por bloco, audiodescrição programada, Leitura Fácil nos serviços e legenda descritiva em telões. Segurança e cuidado: integração ao Conta Comigo e protocolos “Não é Não!”.2) Estrutura dos 5 diasD1 — Abertura (Carnaval – tarde/noite)• Cortejo de abertura (afoxé/bloco tradicional) • Palco Territórios: 3 atrações locais (30–40 min) • Palco Principal: 2 bandas locais (50–60 min) + encontro de blocos (30 min)D2 — Ritmos do DF (Carnaval – tarde/noite)• Cortejo percussivo (maracatu/ijexá) • Palco Territórios: 3 atrações (30–45 min) • Palco Principal: 2 bandas locais (50–60 min) + feat com bloco convidado (20 min)D3 — Encontros e Mestres (Carnaval – noite)• Roda de sambas autorais (40 min) • Palco Principal: 1 banda local de médio porte (60 min) + Atração Nacional (75–90 min) • Fecho: DJ set dançante (40 min)D4 — Infância e Rua (Pós-Carnaval – tarde)• Manhã/tarde: Infância em Folia (contação, brincadeiras, bandinha mirim) • Cortejo de famílias (25 min) • Palco Territórios: 2 atrações (30–40 min, Livre) • Palco Principal: 1 banda local (50 min) com set carnavalescoD5 — Territórios em Festa (Pós-Carnaval – noite)• Cortejo de encerramento (afoxé/bloco convidado) • Palco Territórios: 2 atrações (30–40 min) • Palco Principal: 2 bandas locais (50–60 min) + encontro final entre blocos (30 min)Total estimado: 5 cortejos; 12–14 atrações locais (Palco Principal/Territórios); 1 atração nacional; 1 roda de mestres; 1 DJ set; programação de infância.3) Critérios de contratação:Técnico-artístico com adequação ao território e ao público; coerência com os eixos curatoriais; repertório carnavalesco/celebração popular; capacidade de mediação.Operacional com riders compatíveis com PA/luz/LED; changeover ≤20 min; pontualidade e boas práticas de palco.Acessibilidade por meio de letras para legenda descritiva; confirmação de Libras; briefing para audiodescrição quando aplicável.Compliance por meio de regularidade fiscal; contrato com cláusulas de não discriminação, direitos de imagem e respeito aos protocolos de cuidado.4) Janelas e temposPalco Principal: 3–4 slots/noite (50–60 min; atração nacional 75–90 min).Palco Territórios: 3 slots por tarde/noite (30–40 min).Cortejos: 30–45 min, com mediação e segurança de rota.Trocas de palco: 15–20 min com DJ/MC de serviço + informações públicas (água, rotas acessíveis, achados e perdidos).5) Linha-guia de contrataçõesAtração Nacional: artista/banda de circulação nacional alinhada à diversidade e linguagens de rua/carnaval (samba, ijexá, manguebeat, afro-pop, MPB popular, rap com banda). Exigências típicas: PA line array com headroom; monitoração dedicada; luz com cenas pré-programadas; recepção técnica D-2; passagem de som D-1 (ou D-0 –3h); cláusulas de transmissão quando houver.Bandas locais (8–10): mix com mulheres na linha de frente, grupos de periferia, repertório autoral/misturas populares; ao menos 2 propostas com metais; 1 com percussão ampliada; 1 com fusão eletrônica.Blocos/atrações carnavalescas (6–8): diversidade de estéticas (afoxé, maracatu, samba, marchinhas, blocos LGBTQIAPN+, blocos infantis).Cortejos: alternância de formações (bateria, baianas/afoxé, bonecões, estandartes); rotas sinalizadas e pausas acessíveis.6) Acessibilidade e classificaçãoTransversal: intérpretes de Libras em blocos de palco; audiodescrição para dramaturgia/gestual; Leitura Fácil nos serviços; pontos de baixa estimulação; área PCD com visão de palco.Classificação indicativa: Livre (atividades de rua), com comunicação prévia para conteúdos sensíveis (10+/14+).7) Entregas e memóriaRegistro: captação foto/vídeo de todas as atrações; minidocs de processos; clipping; planilhas de público e de atendimento de acessibilidade.Publicações: Catálogo pós-evento (digital acessível) com fichas técnicas, ensaios e galeria; Relatório de Impacto (público, acessibilidade, sustentabilidade, economia local, segurança).8) Indicadores de performanceParticipação local: ≥85% atrações do DF/Entorno.Equidade: ≥50% com protagonismo feminino e/ou LGBTQIAPN+.Acessibilidade: ≥95% das solicitações atendidas; Libras em 100% dos blocos de palco; mensagens de serviço em Leitura Fácil.Público e segurança: tempo de resposta Em 5 dias, a curadoria entrega um território vivo e inclusivo, valorizando blocos e bandas locais e apresentando 1 atração nacional como dobradiça simbólica e de alcance. A programação combina festa, cuidado e política pública de acesso, com memória e indicadores que sustentam a continuidade do projeto.

Objetivos

Objetivo Geral:Promover uma ação cultural gratuita, acessível, diversa e inclusiva durante o período do Carnaval de 2026 (de 13 a 17 de fevereiro e no pós-carnaval em 21 de fevereiro), por meio da realização da Plataforma da Diversidade 2026. A proposta visa consolidar um território de vivência coletiva, protagonismo social e celebração da diversidade, garantindo acesso à cultura, valorização das identidades e fortalecimento das redes culturais e comunitárias do Distrito Federal.Este projeto garante parte das atividades previstas na plataforma da Diversidade. Os demais recursos estruturais virão de seleção do edital da secretaria de cultura local, emendas e recursos próprios, observando-se a não sobreposição de rubricas.Objetivos Específicos:* Realizar 6 dias de programação cultural gratuita (13 a 17 e 21 de fevereiro de 2026), com atrações diurnas e noturnas em espaço público estruturado e acessível, proporcionando lazer, arte e segurança para diferentes públicos.* Apresentar no mínimo 24 atrações artísticas, entre shows musicais, performances cênicas, blocos, DJ sets e intervenções de rua, priorizando a participação de artistas e coletivos LGBTQIAPN+, negros, indígenas, mulheres, pessoas com deficiência e de territórios periféricos.* Oferecer pelo menos 06 oficinas formativas, com turmas presenciais e abertas à comunidade, envolvendo linguagens como percussão, dança, moda, maquiagem artística, voguing, grafite e outras expressões ligadas à cultura urbana, afro-brasileira e LGBTQIAPN+, com atendimento mínimo de 300 participantes no total.* Implantar estrutura de acolhimento com acessibilidade, incluindo sinalização tátil e visual, banheiros químicos adaptados, intérpretes de Libras, áreas reservadas para PCDs e idosos, materiais em Leitura fácil, audiodescrição e equipes de apoio especializadas.* Operar o programa "Conta Comigo" com ponto fixo de acolhimento durante todos os dias do evento, realizando campanhas de conscientização, atendimento humanizado e encaminhamentos em situações de violência, assédio ou discriminação.* Garantir a participação de no mínimo 50 empreendedores da economia criativa e solidária, priorizando afroempreendedores, mulheres, LGBTQIAP+, indígenas e periféricos, com espaços de feira e alimentação sustentável.* Mobilizar uma equipe de pelo menos 80 profissionais, entre produção, técnicos, artistas, oficineiros, intérpretes de Libras, seguranças, limpeza, brigadistas e equipe de acolhimento, gerando trabalho e renda para os territórios.* Desenvolver e executar plano de comunicação 360º, com identidade visual própria, redes sociais, mídia alternativa e tradicional, estratégia de conteúdo, audiovisual e cobertura ao vivo para garantir ampla divulgação e engajamento.* Documentar todas as ações do projeto, por meio de relatórios fotográficos com metadados, registros em vídeo, clips de comunicação, listas de presença e indicadores mensuráveis para cada atividade realizada.* Produzir relatório final detalhado, com indicadores qualitativos e quantitativos, comprovando o cumprimento de metas, alcance de público, impactos socioculturais e territoriais, acessibilidade e sustentabilidade.

Justificativa

A Plataforma da Diversidade 2026 é uma ação estratégica de grande impacto social, artístico e territorial, que visa consolidar um espaço gratuito, acessível, seguro e inclusivo para a celebração do Carnaval no Distrito Federal. Voltada à promoção da diversidade e dos direitos culturais de grupos historicamente marginalizados — como pessoas LGBTQIAPN+, negras, indígenas, com deficiência, mulheres e juventudes periféricas — a Plataforma constitui um território simbólico e real de pertencimento, onde a arte, a cidadania e os direitos humanos se entrelaçam de maneira potente.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ PRONAC) justifica-se não apenas pela complexidade e relevância do projeto, mas principalmente pela necessidade de garantir gratuidade integral ao público, recursos de acessibilidade, valorização da produção cultural local, registro e difusão de conteúdos culturais e transparência nos processos de financiamento e prestação de contas.A natureza diversa, comunitária e multidisciplinar do projeto exige fontes de financiamento que garantam a execução plena de suas etapas, sem comprometer a gratuidade ou a acessibilidade dos produtos e serviços ofertados. A Lei de Incentivo à Cultura, com seus dispositivos legais, objetivos e mecanismos, apresenta-se como o instrumento mais adequado para a viabilização de uma proposta com esse perfil.A Plataforma da Diversidade 2026 é uma ação estratégica de grande impacto social, artístico e territorial, que visa consolidar um espaço gratuito, acessível, seguro e inclusivo para a celebração do Carnaval no Distrito Federal. Voltada à promoção da diversidade e dos direitos culturais de grupos historicamente marginalizados — como pessoas LGBTQIAPN+, negras, indígenas, com deficiência, mulheres e juventudes periféricas — a Plataforma constitui um território simbólico e real de pertencimento, onde a arte, a cidadania e os direitos humanos se entrelaçam de maneira potente. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ PRONAC) justifica-se não apenas pela complexidade e relevância do projeto, mas principalmente pela necessidade de garantir gratuidade integral ao público, recursos de acessibilidade, valorização da produção cultural local, registro e difusão de conteúdos culturais e transparência nos processos de financiamento e prestação de contas. A natureza diversa, comunitária e multidisciplinar do projeto exige fontes de financiamento que garantam a execução plena de suas etapas, sem comprometer a gratuidade ou a acessibilidade dos produtos e serviços ofertados. A Lei de Incentivo à Cultura, com seus dispositivos legais, objetivos e mecanismos, apresenta-se como o instrumento mais adequado para a viabilização de uma proposta com esse perfil.Enquadramento no Art. 1º da Lei nº 8.313/91 _ Finalidades do PRONACA proposta se enquadra diretamente nas finalidades do PRONAC descritas no Artigo 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I _ Facilitar o acesso da população aos bens culturais→ O projeto é gratuito, aberto ao público e realizado em espaço público, com ações de mediação cultural, oficinas e apresentações acessíveis a todas as faixas etárias e perfis sociais, com especial atenção a públicos em situação de vulnerabilidade e exclusão cultural.Inciso II _ Promover e difundir bens, serviços e valores culturais→ A Plataforma promove manifestações culturais ligadas às expressões afro-brasileiras, periféricas, LGBTQIAPN+, indígenas, urbanas e populares, além de gerar produtos como oficinas, apresentações artísticas e registros audiovisuais que serão amplamente difundidos.Inciso III _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e dos responsáveis pela preservação da memória nacional→ O projeto valoriza e protege as expressões culturais de comunidades tradicionalmente excluídas dos circuitos culturais formais, reconhecendo sua importância na formação da identidade nacional.Inciso V _ Apoiar projetos que visem ao desenvolvimento cultural das comunidades, regiões e estados brasileiros→ A proposta tem foco no desenvolvimento cultural comunitário e territorial, atuando diretamente com artistas, empreendedores e coletivos do Distrito Federal, contribuindo para a circulação de saberes e fortalecimento das redes culturais locais.Alinhamento aos Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91A proposta da Plataforma da Diversidade também se enquadra em diversos objetivos do Artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura, dentre os quais destacamos:Inciso I _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória→ As atividades artísticas, oficinas formativas e ações de comunicação da Plataforma promovem o acesso a saberes, vivências e práticas culturais diversas, que formam memória coletiva e fortalecem o repertório cultural dos participantes.Inciso II _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira→ O projeto valoriza expressões culturais LGBTQIAPN+, afro-brasileiras, indígenas e periféricas, promovendo sua visibilidade e preservação como parte integrante da cultura nacional.Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais de iniciativa popular→ A Plataforma reconhece e sustenta o protagonismo popular e comunitário na organização do Carnaval, garantindo estrutura, apoio técnico e visibilidade para blocos, artistas e iniciativas autônomas dos territórios.Inciso IV _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro→ A proposta contribui para a preservação de expressões imateriais como os cortejos, os cantos, as danças e os rituais performativos ligados às tradições populares e afro-brasileiras.Inciso V _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos→ Ao valorizar a diversidade como um direito humano e promover diálogos interseccionais, o projeto contribui para uma cultura de paz, respeito e convivência entre diferenças, alinhando-se a valores universais de diversidade cultural.Inciso VII _ Descentralizar a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais→ A execução do projeto em território aberto, público e fora dos grandes eixos comerciais do Carnaval tradicional contribui para a descentralização territorial e simbólica da cultura, democratizando seu acesso.Importância Estratégica do Incentivo FiscalA utilização do mecanismo de incentivo fiscal permite que a sociedade civil, por meio da atuação de empresas patrocinadoras, participe ativamente do fomento à cultura com responsabilidade social, promovendo ações com impacto social e cultural mensurável.No caso da Plataforma da Diversidade, essa captação por meio da Lei de Incentivo à Cultura:Viabiliza a gratuidade irrestrita ao público;Permite a contratação justa de artistas e profissionais da cultura, inclusive daqueles fora do circuito tradicional;Garante infraestrutura mínima com acessibilidade e segurança;Evita a precarização da produção cultural independente;Dá segurança jurídica e institucional à execução do projeto;Amplia o controle social, por meio da prestação de contas e metas aferíveis no SALIC.Além disso, o projeto prevê ações de retorno institucional às empresas patrocinadoras, em conformidade com os limites estabelecidos na legislação, contribuindo para a construção de marcas associadas a valores de diversidade, responsabilidade social e sustentabilidade cultural.

Estratégia de execução

Escopo e complementaridade de fontesEsta proposta cobre parte das atividades finalísticas da Plataforma da Diversidade/Território Folia (programação artística, mediação, acessibilidade de conteúdo e registros). Os demais insumos estruturais (palcos, som/luz/LED, banheiros PCD, grades, energia redundante, limpeza ampliada, logística reversa, brigada) serão viabilizados por edital da Secretaria de Cultura do DF, emendas parlamentares e recursos próprios, com rígido controle de não sobreposição de rubricas. Para isso, o projeto adota: (i) matriz de fontes x despesas (Rastreabilidade); (ii) centros de custo segregados; (iii) documentação comprobatória com notas, contratos e relatórios individualizados por fonte.Consolidação do território no Carnaval de BrasíliaA Plataforma da Diversidade se consolidou como território de blocos independentes e ponto de referência para blocos LGBTQIAPN+, infantis, de matriz africana, coletivos periféricos e artistas autorais. O desenho curatorial privilegia diversidade estética (afoxé, maracatu, samba, marchinhas, ijexá, frevo, funk, rap, MPB e fusões) e equidade (protagonismo de mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, PCDs), integrando cuidado, acessibilidade e segurança como eixos inseparáveis da fruição.Governança e complianceA gestão observa MROSC/Lei 13.019, normativas locais e princípios de transparência, economicidade e publicidade. Haverá comitê gestor (produção, acessibilidade, segurança, sustentabilidade, comunicação) com atas e checklists; segregação de funções (programação, financeira, compras); e política de integridade (não discriminação, prevenção a assédio, canais de denúncia, termo de conduta de palco). A comunicação e os cadastros seguem LGPD, com consentimento e política de privacidade publicada.Acessibilidade integralAlém de rotas e banheiros acessíveis, o projeto garante Libras em blocos de palco, audiodescrição (ao vivo/gravada) para dança/teatro/performance, legenda descritiva nos telões e vídeos, Leitura Fácil para serviços, pontos de baixa estimulação e área PCD com visão de palco. Há formulário de necessidades no pré-atendimento e meta ≥95% de solicitações atendidas. As peças digitais (site, cards, PDFs) seguem WCAG 2.1 AA.Cuidado e redução de danosO núcleo Conta Comigo opera tenda de acolhimento, orientação segura, água gratuita, achados e perdidos, apoio a crianças/pessoas vulneráveis e integração com o protocolo “Não é Não!”. Há rotinas de comunicação sobre clima/temperatura, descanso e rotas alternativas. A operação prevê PAE, brigada, sinalização de evacuação e articulação com Saúde, Segurança Pública e DF Legal.Sustentabilidade e economia localMetas de logística reversa e reciclagem, priorização de fornecedores do DF/Entorno, incentivo a refil de água, otimização de carga (luz LED), plano de mitigação de impactos (ruído/fluxo) e educação ambiental junto a ambulantes credenciados. Indicadores: kg reciclados, água distribuída, % fornecedores locais e emissões evitadas (estimativa técnica).Articulação em redeA Plataforma dialoga com Conselho de Cultura/CRCs, Pontos/Pontões, escolas, OSCs de direitos humanos e cultura, e coletivos territoriais. A Feira/Banca estimula editoras e zines locais; oficinas relâmpago e rodas/seminário estruturam formação de curta duração (produção, acessibilidade, comunicação comunitária, redução de danos). A Série Audiovisual (minidocs) e o Catálogo preservam memória e saberes, ampliando a replicabilidade do modelo.Segurança jurídica para cofinanciadoresA estrutura de prestação de contas contempla planilhas de metas x indicadores, DRE do projeto, conciliações bancárias, contratos e relatórios fotográficos; valoração de mídia e dashboards (público, acessibilidade, sustentabilidade, segurança). Toda a comunicação institucional observará as marcas e contrapartidas previstas em cada instrumento, com comprovação por clipping.Plano de risco e contingênciaCenários de chuva/vento, calor extremo, superlotação e intercorrências operacionais têm planos B/C (rearranjo de grade, pausas técnicas, ampliação de pontos de água, rotas alternativas). Seguro de responsabilidade civil e checklists de vistoria elétrica/estrutural precedem a abertura diária.Indicadores estratégicos (síntese):Participação local: ≥85% atrações do DF/Entorno.Equidade com ≥50% programação com protagonismo feminino e/ou LGBTQIAPN+.Acessibilidade por meio de previsão de Libras em 100% dos blocos de palco; ≥95% solicitações atendidas.Segurança em tempo médio de resposta Sustentabilidade por meio de kg reciclados/compostados; água distribuída; % fornecedores locais.Memória por meio de catálogo e relatório em PDF acessível; minidocs com SDH, Libras e AD.Relevância públicaA proposta qualifica o Carnaval como política de cidade, articulando arte, convivência segura, inclusão e formação, com acesso gratuito e entregas verificáveis. O investimento solicitado alavanca a capacidade instalada e garante padrões de acessibilidade, segurança e governança que não se sustentam apenas com receitas comerciais, contribuindo para o legado cultural, social e econômico do Distrito Federal.Com fontes complementares, compliance rigoroso e indicadores públicos, a Plataforma da Diversidade reafirma seu papel como território de blocos independentes e espaço de referência da diversidade no Carnaval de Brasília, assegurando qualidade artística, cuidado, acesso universal e prestação de contas compatível com o interesse público.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do Produto — Plataforma da Diversidade / Território FoliaEscopo: 5 dias (Carnaval + Pós) com Palco Principal, Palco Territórios, Cortejos, Infância, Oficinas, Seminário/Rodas, Feira/Banca, Série Audiovisual e Publicações (Catálogo, Caderno/Seminário, Relatório). Acessibilidade transversal (Libras, AD, Leitura Fácil, legenda descritiva, rotas e banheiros PCD).1) Palco Principal — Shows e EncontrosDuração: 50–60 min por banda; atração nacional 75–90 min; DJ set 40 min.Materiais/Técnica:PA line array (SPL alvo 98–102 dB A ponderado FOH), subgraves, side fill; 6–8 monitores (ou in-ear conforme rider).Mesa digital 32–48 canais, stagebox; microfonação padrão (bateria + metais + cordas + vozes).Luz: 16–24 moving heads + 8–12 LEDs wash + strobe + haze; cenas pré-programadas.LED 6×3 m (mín.), legendas descritivas; totens de serviço de Leitura Fácil.Energia: 2 geradores sincronizados (redundância N+1), aterramento; cabeamento protegido.Acessibilidade: Intérpretes de Libras por bloco; AD por roteiro nos números com dramaturgia; área PCD com visão frontal.Projeto pedagógico (mediação): breve apresentação sobre repertório/território; coleta de perguntas para minidocs.2) Palco Territórios — Vozes LocaisDuração: 30–40 min/atração.Materiais/Técnica: PA compacto, 16–24 canais; kit microfonação enxuto; luz com 8–12 LEDs.Acessibilidade: Libras por bloco; legendas no LED/TV; roteiro de AD quando aplicável.Projeto pedagógico: incentivo à autoria local; fichas de repertório para escolas/OSCs (PDF acessível).3) Cortejos (afoxé, maracatu, bateria, blocos)Duração: 30–45 min, até 2 saídas/dia.Materiais/Técnica: instrumentos de percussão; estandartes; megafone/PA móvel opcional; sinalização de rota.Acessibilidade: mediadores para descrição tátil-visual, pontos de pausa e sombra; guias cordados.Projeto pedagógico: folha de canto/ritmo (Leitura Fácil) e noções de segurança em via pública.4) Performances Urbanas / Dança / Circo / TeatroDuração: 15–45 min, conforme linguagem.Materiais/Técnica: tapete de dança 10×8 m (quando necessário); cinto de segurança/colchões para acrobacia; som portátil; iluminação pontual.Acessibilidade: AD ao vivo ou gravada; placas de conteúdo sensível; janela de baixa estimulação em sessões sinalizadas.Projeto pedagógico: mediação antes/depois; exercícios rápidos de percepção do espaço urbano.5) Infância em FoliaDuração: blocos de 20–40 min ao longo do dia.Materiais/Técnica: brinquedos cooperativos, bonecos, instrumentos infantis, mesas de artes; tenda de sombra.Acessibilidade: pictogramas, materiais táteis, abafadores de ruído; área baby-care.Projeto pedagógico: ludicidade, cooperação e primeira experiência de fruição; fichas para responsáveis.6) Oficinas Relâmpago (Produção, Acessibilidade, Percussão, Comunicação)Duração: 60–120 min cada.Materiais/Técnica: kits (pranchetas, canetas, cartolinas), instrumentos simples/recicláveis, tela/TV para slides.Acessibilidade: slides com contraste alto, Libras, legenda; materiais em PDF acessível.Projeto pedagógico: metodologia ativa (aprender fazendo); objetivos por oficina; avaliação rápida (NPS e exercício prático).7) Seminário/Rodas — “Cultura, Cuidado e Cidade”Duração: 8–12h (1 dia ou 2 meios-períodos).Materiais/Técnica: palco/mesa, som para voz (4–6 canais), telão/LED com legenda SDH; streaming opcional (H.264 1080p, 6–8 Mbps).Acessibilidade: Libras integral; AD em mesas selecionadas; perguntas por QR com Leitura Fácil.Paginação (Caderno): 20–40 páginas, PDF acessível (tags, alt-text, sumário), ISBN/ISSN se aplicável.Projeto pedagógico: síntese por mesa; recomendações; bibliografia mínima e links.8) Feira/Banca de PublicaçõesDuração: funcionamento diário do evento.Materiais/Técnica: 6–10 mesas, expositores, mobiliário; pagamentos eletrônicos; área de livros táteis/infantis.Acessibilidade: sinalização ampliada; mapa da feira em Leitura Fácil.Projeto pedagógico: sessões de autógrafos e micro-lançamentos; transparência de repasses.9) Série Audiovisual — “Caderno de Processos”Duração: minidocs de 5–10 min (7–10 episódios).Materiais/Técnica: captação 4K/1080p; lapela/shotgun; estabilizador; edição com legenda descritiva (SDH), janela Libras e faixas AD.Entrega: MP4 H.264, 1080p, estéreo 48 kHz; repositório on-line com metadados acessíveis.Projeto pedagógico: registro de saberes técnicos e relatos de público; licenças abertas quando viável.10) Publicações FinaisCatálogo (paginação): 80–120 páginas; miolo 4×4 cores; papel reciclado 120 g; capa 300 g com laminação; tiragem econômica + PDF acessível (tags, alt-text, OCR).Relatório de Impacto (paginação): 40–60 páginas; gráficos legíveis, dados abertos (CSV).Fotolivro “Antes/Depois” (opcional, paginação): 60–80 páginas; foco em cartografia de fluxos e comparativos.Projeto pedagógico: memória e replicabilidade (passo a passo, KPIs, aprendizados, recomendações de política pública).11) Comunicação e DadosMateriais:Releases: 2 edições (pré/pós), PDF e HTML acessíveis.Cards/Stories: 1080×1080/1350 e 1080×1920, contraste AA, alt-text.Aftermovie: ≤60 s em 16:9 e 9:16, com SDH.Sinalização de serviço: totens e QR (mapa, rotas acessíveis, água, acolhimento).Projeto pedagógico: comunicação como direito de acesso; métricas de alcance e leitura.12) Ações de Cuidado — “Conta Comigo”Duração: permanente durante a operação.Materiais/Técnica: tenda de acolhimento, água, kits de primeiros cuidados, protocolos “Não é Não!”, canal de denúncia; equipe treinada.Acessibilidade: linguagem simples, pictogramas, fluxo sigiloso de atendimento.Projeto pedagógico: redução de danos, direitos e rotas seguras.Padrões TransversaisEnergia/Segurança com redundância (N+1), aterramento, canaletas; brigada e PAE; sinalização de rotas/fuga.Acessibilidade: Libras em blocos de palco; AD (ao vivo/gravada) prioritária para dança/teatro/performance; Leitura Fácil; áreas reservadas PCD; pontos de baixa estimulação; mapas táteis quando aplicável.Sustentabilidade: logística reversa; hidratação gratuita; compras locais; iluminação LED; descarte responsável.Dados/Indicadores com contadores/estimativas de público; atendimento de acessibilidade (meta ≥95%); segurança (tempo de resposta O desenho técnico assegura qualidade artística, segurança operacional e acesso universal, articulando palco, rua e memória com materiais e formatos compatíveis com espaço público, e um projeto pedagógico que transforma fruição em aprendizado e legado.

Acessibilidade

Um público estimado de mais de 40 mil por dia pessoas é esperado para participar da plataforma da diversidade, evidenciando o potencial do evento para alcançar e mobilizar uma vasta audiência, incluindo famílias, jovens, e turistas de diferentes partes do Brasil e do mundo. A inclusão e a acessibilidade serão pilares centrais, garantindo que todos possam desfrutar plenamente das festividades, independentemente de idade, gênero, orientação sexual, ou capacidade física. Acessibilidade aplicada - Implementação de tecnologias assistivas, como apps de navegação para pessoas com deficiência visual e sistemas de tradução para LIBRAS em tempo real durante as apresentações, garantindo a inclusão e participação de todos. A Plataforma da Diversidade 2026 é comprometido com a acessibilidade, assegurando que todos possam participar plenamente do evento, independentemente de suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas. Comitê de Acessibilidade - Formação de um comitê dedicado, composto por especialistas em acessibilidade, representantes de organizações de pessoas com deficiência e membros da equipe organizadora, para supervisionar e implementar todas as ações de acessibilidade; Auditoria de Acessibilidade - Realização de auditorias nos locais do evento para identificar barreiras e planejar as intervenções necessárias. Estabelecimento de rotas acessíveis e bem sinalizadas, conectando todas as áreas do evento, incluindo palcos, banheiros, áreas de alimentação e pontos de primeiros socorros; Instalação de banheiros químicos acessíveis, distribuídos estrategicamente pela plataforma; Designação de áreas reservadas para pessoas com deficiência em frente aos palcos, garantindo visibilidade econforto; Providência de vagas de estacionamento reservadas próximas às entradas do evento, com caminhos acessíveis até a plataforma.. Disponibilização de todo o material informativo em formatos acessíveis, incluindo braille, áudio, e digital acessível; Garantia de que o site e os aplicativos do evento sejam completamente acessíveis, seguindo as diretrizes WCAG; Disponibilização de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para todas as apresentações e anúncios importantes. Capacitação de toda a equipe do evento, voluntários e prestadores de serviço em noções básicas de acessibilidade e trato adequado com pessoas com deficiência; Lançamento de campanhas para sensibilizar os participantes sobre a importância da inclusão e do respeito às necessidades de todos. Implementação de atendimento prioritário para pessoas com deficiência em todos os serviços do evento; Disponibilização de uma equipe de suporte para assistência às pessoas com deficiência, ajudando na locomoção e orientação; Criação de canais de comunicação para receber feedbacks sobre a acessibilidade, permitindo ajustes rápidos durante o evento. Monitoramento constante da implementação das medidas de acessibilidade durante o evento; Elaboração de um relatório pós-evento detalhando a execução do plano de acessibilidade e as lições aprendidas, a ser usado como base para a melhoria contínua em edições futuras. A Plataforma da Diversidade 2026 entende a acessibilidade como um direito fundamental e se compromete a criar um ambiente acolhedor, seguro e inclusivo para todos os participantes, destacando-se como um exemplo de acessibilidade em eventos de grande porte.

Democratização do acesso

Análise de Público-Alvo - Segmentação detalhada do público, identificando grupos-chave como comunidades locais, turistas, famílias, jovens adultos e a comunidade LGBTQIA+; Objetivos de Comunicação - Estabelecimento de objetivos claros, como aumentar a participação do público, promover a diversidade cultural e social, e destacar ações de sustentabilidade e acessibilidade; Mensagens-Chave - Criação de mensagens adaptadas a cada segmento de público, enfatizando a inclusão, a celebração da diversidade brasileira e a importância da consciência ambiental. Mídias Sociais - Intensificação da presença nas redes sociais com conteúdo personalizado para cada plataforma (Instagram, Facebook, Twitter, YouTube), incluindo vídeos promocionais, entrevistas com artistas, tutoriais de sustentabilidade e posts sobre acessibilidade. Atualização e aprimoramento do site atual, torno-o mais site acessível, com informações detalhadas sobre o evento, programação, mapas de acessibilidade e opções de transporte público; Aplicativo do Evento - Lançamento de um aplicativo com recursos como agenda personalizada, notificações de início dos blocos favoritos, informações sobre pontos de coleta de resíduos e localização de banheiros acessíveis; Imprensa e Relações Públicas - Realização de coletivas de imprensa, parcerias com influenciadores digitais e campanhas com veículos de comunicação locais e nacionais para ampliar o alcance. Histórias Reais - Compartilhamento de histórias de participantes dos anos anteriores, mostrando a diversidade e o impacto positivo do evento na comunidade; Engajamento interativo - Promoção de concursos culturais, quizzes sobre tradições carnavalescas e desafios de sustentabilidade com premiações; Visual identidade - Desenvolvimento de uma identidade visual vibrante e inclusiva, aplicada consistentemente em todas as peças de comunicação. Campanhas temáticas - Lançamento de campanhas focadas em sustentabilidade ("Carnaval Verde") e acessibilidade ("Todos Juntos no Folia"), com dicas práticas e informativas; Ações de engajamento - Organização de eventos pré-carnaval, como oficinas de construção de adereços sustentáveis e encontros de sensibilização sobre a acessibilidade; Parcerias estratégicas - Colaboração com escolas, universidades, ONGs e empresas para promover o evento e suas causas sociais; Análise de Desempenho - Monitoramento constante das métricas de engajamento nas redes sociais, cobertura de imprensa e feedback do público para ajustar a estratégia conforme necessário; Pesquisa de Satisfação - Realização de pesquisas pós-evento para coletar impressões dos participantes e identificar áreas para melhorias futuras. Essa estratégia de comunicação preliminar, porém, já pincela as ações integradas que não só assegurarão a ampla divulgação da "Plataforma da Diversidade 2026", mas também reforça seu compromisso com a inclusão, a diversidade e a sustentabilidade, promovendo uma experiência carnavalesca única e memorável para todos. O Plano de Comunicação inclui mídia paga (Tradicional e Digital)?. Sim O Plano de Comunicação inclui anúncios digitais e links patrocinados?. Sim O projeto terá assessoria de imprensa?. Sim

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA — Plataforma da Diversidade / Território Folia1) Atividade do dirigente e da instituição proponenteProponente/Dirigente: AAMA – Associação Artística Mapati (CNPJ 37.099.421/0001-21)Dirigente Responsável: Dazi AntunesA AAMA é uma organização cultural de Brasília dedicada à criação, formação e gestão de projetos artísticos com foco em acesso, diversidade e território. Com trajetória ligada ao Teatro Mapati e rede de Pontos/Pontões de Cultura, realiza festivais, ações formativas e ocupações urbanas, unindo arte, educação e políticas públicas. Atua com princípios de acessibilidade integral (Libras, AD, Leitura Fácil), equidade e sustentabilidade, mantendo governança, indicadores e prestação de contas rigorosa. Entre entregas recentes, destacam-se programações intergeracionais, mediação cultural e relatórios de impacto abertos ao público.Papel institucional (AAMA):Gestão executiva do projeto: planejamento, cronograma, orçamento, contratações, compliance (MROSC/Lei de Incentivo, LGPD), seguros e autorizações.Governança e articulação: pactuação com GDF/RA, órgãos de segurança e saúde, Conselho/CRCs, Pontos e Pontões de Cultura; coordenação de comitês de acessibilidade, segurança, sustentabilidade e comunicação.Curadoria e programação: validação de eixos curatoriais, seleção e contratação de atrações, agenda de mediação, infância e diversidade.Protocolos de cuidado: implementação do Programa Conta Comigo (acolhimento, prevenção a violências, atendimento prioritário), rotas acessíveis e atendimento inclusivo.Transparência: monitoramento de indicadores (público, acessibilidade, sustentabilidade, segurança), clipping, relatórios de impacto e prestação de contas.Coordenação geral:Dayse Hansa, coordenação geral da plataforma; validação final de curadoria, orçamento e cronograma; mediação política com parceiros e patrocinadores.Coordenação integrada de campo: sala de situação, operação diária, resposta a incidentes, deliberação de plano B (clima/fluxos).Supervisão de acessibilidade e equidade: garantia de Libras, audiodescrição, leitura fácil, rotas e banheiros acessíveis, sinalização universal; implementação de protocolos “Não é Não!” e atendimento a públicos vulneráveis.Legado e memória: entrega do relatório de impacto, caderno de memória e recomendações para políticas públicas.2) Núcleo de equipe e atribuiçõesCoordenação Geral (Dirigente): Dayse Hansa - Direção macro, governança, decisões orçamentárias, relações institucionais e com patrocinadores.Produção Executiva: Carlos Magno - Planejamento executivo, contratações, cronograma T-0/T+ prazos, checklists de montagem/desmontagem, gestão de equipes e fornecedores, documentação comprobatória.Coordenação de Comunicação: Érica Luiza Cidade (ECD Comunicação) - Estratégia editorial e press-office; plano multicanal; acessibilidade comunicacional (WCAG 2.1 AA, legendas, Libras em vídeos), gestão de redes e clipping com valoração de mídia.Curadoria/Programação: Colegiado interno AAMA + consultorias pontuaisEixos curatoriais (diversidade, culturas populares, infância, PCD, periferias); seleção de atrações; riders e encaixe de grade; mediação artística.Acessibilidade (conteúdo e física): Coordenação Acessibilidade AAMALibras (escala de intérpretes), audiodescrição, leitura fácil e materiais táteis; rotas acessíveis, banheiros PCD, sinalização de alto contraste e piso tátil; atendimento prioritário e janela de baixa estimulação.Segurança, Saúde e Gestão de Risco: Coordenação de OperaçõesPrograma Conta Comigo (Acolhimento): Núcleo de EquidadeTécnica (Palco/Som/Luz/LED/Energia): Direção Técnica + Eng. ResponsávelART/RRT quando aplicável; projetos e memoriais; montagem, testes e operação; check-out de segurança; respaldo para streaming e gravação.Mediação e Infância: Coordenação de MediaçãoVisitas guiadas, oficinas-relâmpago, espaços de brincar, materiais pedagógicos (Leitura Fácil), protocolos de proteção à criança e ao adolescente.Administrativo-Financeiro/Jurídico: Controladoria do ProjetoExecução financeira, conciliações, notas fiscais e recibos, contratos, dossiê comprobatório, prestação de contas e auditoria documental.3) Currículos resumidos dos principais participantesDayse Hansa — Coordenação Geral / Dirigente (AAMA)Produtora cultural, gestora e artista visual. Coordena projetos de grande porte no DF, com atuação em políticas públicas e rede territorial. Experiência em curadoria e gestão de eventos de rua, implementação de protocolos de acessibilidade e programas de cuidado (Conta Comigo), além de articulação com Conselhos/CRCs e órgãos do GDF. Liderou frentes de democratização do acesso e formação (oficinas, laboratórios, mediações) e entrega de relatórios de impacto e prestações de contas em projetos continuados.Carlos Magno — Produção ExecutivaProdutor executivo com atuação em planejamento e operação de eventos culturais, coordenação de equipes, contratos e logística. Experiência com projetos e termos de colaboração e prazos regulatórios. Responsável por cronogramas T-0/T+, planilhas de custos, checklists de montagem e documentação comprobatória.Érica Luiza Cidade (ECD Comunicação) — Coordenação de ComunicaçãoJornalista e estrategista de comunicação. Coordena assessoria de imprensa, conteúdo e mídias digitais para projetos culturais, com foco em acessibilidade comunicacional (legendas, Libras, contraste, linguagem simples). Responsável por press-kit, relacionamento com mídia, campanhas segmentadas, clipping e valoração de mídia.Coordenação de Acessibilidade (Conteúdo e Física)Equipe multidisciplinar com intérpretes de Libras, audiodescritores(as), designers de informação e profissionais de mobilidade/acessibilidade. Entrega: escala de Libras, roteiros de AD, materiais de Leitura Fácil, mapas táteis/sinalização, janela de baixa estimulação sensorial e relatórios de solicitações atendidas.Direção Técnica / EngenhariaProfissionais com experiência em palco, som, luz, vídeo e energia para grandes fluxos em espaço público. Responsáveis por memoriais técnicos, ART/RRT, planilhas de carga, vistorias, protocolos de segurança elétrica e operação durante os shows, cortejos e intervenções.Núcleo de Segurança, Saúde e Gestão de RiscoBrigadistas e coordenadores com certificações aplicáveis, integração com SAMU/CBMDF/PMDF, PAE, plano de evacuação, mapas de risco, redução de danos e operação de pontos de cuidado (água, descanso, acolhimento).Núcleo de Sustentabilidade (ESG)Profissionais com experiência em gestão de resíduos, metas de reciclagem, compras locais e eficiência energética; report de indicadores (kg reciclados, água distribuída, % fornecedores locais, emissões evitadas).Mediação e InfânciaMediadoras(es) culturais, arte-educadoras(es) e técnicas(os) de infância; elaboração de roteiros acessíveis, oficinas-relâmpago, espaços de brincar e materiais pedagógicos com licença aberta para rede pública.Administrativo-Financeiro/JurídicoTime com experiência em compliance (Lei 13.019/2014, decretos correlatos e normas locais), execução financeira, conciliações bancárias, gestão de contratos, publicização e prestação de contas com documentação comprobatória.4) Observações finaisDiversidade e equidade compolítica ativa de contratação de mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, PCDs e moradores(as) de periferias, refletida na composição da equipe e da programação.Acessibilidade transversal com orçamento dedicado para Libras, audiodescrição, leitura fácil, rotas e banheiros PCD, sinalização universal e janelas de baixa estimulação.A AAMA e sua dirigente realizam gestão, curadoria, cuidado e transparência para entregar um território gratuito, inclusivo e seguro no Carnaval, com equipe técnica qualificada e protocolos reconhecidos, deixando legado mensurável em acessibilidade, sustentabilidade, economia local e políticas culturais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.