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PRONAC 2515721Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Sons da Inclusao

ASSOCIACAO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE MONTENEGRO
Solicitado
R$ 296,4 mil
Aprovado
R$ 296,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Montenegro
Início
2027-03-01
Término
2028-05-31
Locais de realização (1)
Montenegro Rio Grande do Sul

Resumo

Realização de oficinas de danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas, musicalização com a Banda Marcial e de canto coral, voltadas à participação de pessoas com deficiência. As atividades promovem a formação e expressão artística, com culminância em apresentações culturais abertas ao público, ampliando o acesso à cultura, fortalecendo vínculos comunitários e valorizando os talentos das pessoas com deficiência no cenário cultural.

Sinopse

NÃO SE APLICA.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a inclusão social e a democratização do acesso à cultura para pessoas com deficiência por meio de oficinas de danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas, musicalização instrumental e canto, contribuindo para o desenvolvimento cultural, social e pessoal dos participantes, além de fomentar a diversidade e a transformação positiva na sociedade brasileira. Objetivos Específicos - Realizar oficina de danças rítmicas, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses; - Realizar oficina de danças tradicionais gaúchas, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses; - Realizar em média 05 espetáculos, ao total com os participantes das oficinas, podendo ser dentro e fora do município de Montenegro/RS, de forma presencial; - Realizar oficina de canto, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses; - Realizar oficina de música instrumental, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses.

Justificativa

A dimensão da cultura deve contemplar todos os corpos, vozes e subjetividades. No Rio Grande do Sul, essa tarefa se impõe com ainda maior urgência quando se observa que aproximadamente 2,8 milhões de pessoas apresentam algum tipo de deficiência, o que representa cerca de 25% da população do estado (IBGE _ Censo 2010). Apesar de sua expressiva representatividade social, uma parte significativa desse público permanece afastada de espaços de fruição e criação cultural, por falta de acessibilidade, oportunidades e iniciativas que reconheçam a arte como direito e elemento de inclusão.Foi diante desse desafio que nasceu o Sons da Inclusão, iniciativa da APAE Montenegro que, ao longo de suas edições anteriores, tem se consolidado como referência regional na promoção de experiências culturais inclusivas. O projeto rompe com a lógica assistencialista e convida pessoas com deficiência a ocuparem o palco da cultura — literalmente. Por meio de oficinas de danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas, musicalização instrumental e canto, os participantes descobrem seus potenciais expressivos, fortalecem vínculos, desenvolvem autonomia e vivenciam o protagonismo artístico que tantas vezes lhes foi negado.A relevância do projeto se mede tanto em resultados visíveis quanto em conquistas subjetivas. De um lado, os ganhos motores, cognitivos e emocionais, frequentemente apontados por famílias e profissionais. De outro, o impacto comunitário: as crianças, jovens e adultos que participam tornam-se agentes de transformação, mostrando para a sociedade que a inclusão não é discurso, mas palco iluminado, repertório plural e presença viva. Em apresentações públicas, o público se sensibiliza, aprende e aplaude não apenas números culturais, mas a quebra de barreiras históricas.O histórico do Sons da Inclusão revela uma trajetória de aprimoramento contínuo. A cada edição, novas metodologias, instrumentos e abordagens pedagógicas são incorporados, ampliando tanto o alcance quanto a qualidade da proposta. O reconhecimento vem do envolvimento crescente das famílias, das instituições parceiras e da comunidade, que enxerga no projeto um vetor legítimo de acessibilidade cultural e inclusão social.Entretanto, para que o projeto siga avançando e ampliando seu alcance — aumentando o número de vagas, qualificando os espaços, fortalecendo o trabalho de profissionais especializados e renovando instrumentos e materiais adaptados — é indispensável o apoio via Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/1991). O financiamento público e o engajamento de patrocinadores garantem que a cultura chegue onde ela historicamente não chegou, criando oportunidades reais para grupos em situação de vulnerabilidade.O Sons da Inclusão não apenas democratiza o acesso à arte; ele forma artistas, gera pertencimento e fortalece o reconhecimento das pessoas com deficiência como sujeitos culturais. Trata-se de um projeto que cumpre com excelência a função social da cultura: acolher, educar, transformar e celebrar a diversidade. Conforme o Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: Inciso II: "A preservação e difusão do patrimônio cultural, histórico e artístico." O projeto contribui diretamente para a difusão das danças tradicionais gaúchas e da musicalização instrumental, importantes expressões culturais do patrimônio gaúcho e brasileiro, ao envolver pessoas com deficiência em um processo de aprendizado e prática dessas tradições. Inciso V: "A produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." As oficinas de musicalização e dança do projeto formam e informam os participantes e o público em geral sobre a importância da inclusão cultural e social, promovendo o intercâmbio de saberes e a preservação da cultura através de uma abordagem inclusiva. Além disso, o projeto SONS DA INCLUSÃO também atinge os objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei 8.313/91, conforme segue: Inciso I: "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura nacional." O projeto democratiza o acesso à cultura para pessoas com deficiência, um grupo historicamente excluído dessas oportunidades, facilitando o contato direto com as artes por meio de oficinas práticas. Inciso III: "Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais." A valorização das danças tradicionais gaúchas e das expressões culturais regionais é central ao projeto, incentivando a produção artística local e a participação de profissionais capacitados da própria comunidade. Inciso V: "Priorizar o produto cultural originário do país." As atividades de musicalização instrumental e canto, assim como as danças tradicionais gaúchas, são produtos culturais genuinamente brasileiros, promovidos através do envolvimento de pessoas com deficiência, garantindo a difusão da cultura nacional.

Estratégia de execução

ESSE PROJETO SÓ INICIARÁ AO FINAL DO PROJETO COM PRONAC nº 191969

Especificação técnica

PLANO PEDAGÓGICO DAS OFICINASOFICINA DE DANÇA - RITMOS DIVERSOS: PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: Maria Leonor Ritter MATERIAL PEDAGÓGICO: NSA CARGA HORÁRIA: 08h mensais, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs METODOLOGIA: A oficina de dança será realizada 01 vez por semana, com duração de 02 horas cada aula, onde serão beneficiadas 16 pessoas com deficiência. A oficina de dança será dividida em tempos, considerando as particularidades de cada aluno, onde serão realizadas aulas expositivas, exercícios de montagem de pequenos passos sobre a música escolhida algumas pelos alunos e outras pelo Instrutor, explorando a criatividade e enfatizando o processo coletivo, serão realizados exercícios práticos e ensaios. Durante os 15 anos de atividades, haverá alguns espetáculos, para demonstração do desenvolvido durante as oficinas e também para inclusão social e interação do grupo com outras pessoas, diminuindo o preconceito e a indiferença. OBJETIVOS: Despertar a prática de atividades culturais e sua valorização; Melhorar a autoestima, linguagem corporal (movimentos ritmados, coreografias improvisadas), despertar a criatividade, diminuição de agressividade e redução dos níveis de ansiedade, desenvolver habilidades, proporcionando a inserção social e abrindo concretamente oportunidades de inclusão; fortalecer a identidade cultural; melhorar na qualidade das relações interpessoais; promover acesso aos bens culturais e desenvolver aspectos cognitivos, sensoriais e motores, ampliando inclusive a visão de mundo. JUSTIFICATIVA: O ensino da arte nas APAEs tem sido um instrumento de extrema eficiência. Através do canto, da dança e da criação de passos coreográficos, o sujeito encontra-se, liberta-se e dirige suas energias para um fim socialmente valorizado. Dentro da oficina de dança, o participante vai aprender a exercer seus direitos de cidadão, tendo a possibilidade de se perceber como agente em constante transformação de si e do mundo. OFICINA DE DANÇA TRADICIONAL GAÚCHA INSTRUTOR DA OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS: JOÃO VITOR DE MELLO MATERIAL PEDAGÓGICO: NSA CARGA HORÁRIA COMPLETA: 08h mensais, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs METODOLOGIA DAS OFICINAS DE DANÇAS TRADICIONAIS: serão realizados ensaios das coreografias das danças tradicionais gaúchas, inclusive será realizado um breve relato das noções básicas dessa cultura e das indumentárias. Serão ensaiadas, além das danças tradicionais gaúchas, coreografias de entrada e saída.As aulas serão ministradas pelo INSTRUTOR, que utilizará nos ensaios danças reconhecidas pelo MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho, tais como: Caranguejo, Chimarrita, Xote Quatro Passi, Maçanico, Pezinho, Balaio, Quero Mana, Rancheira de Carreirinha e Tatu de Volta no Meio. OBJETIVOS: proporcionar a pessoas de deficiência o acesso à cultura, fomentar a valorização da cultura regional e contribuir para a preservação da cultura, através das oficinas de DANÇAS TRADICIONAIS GAÚCHAS. JUSTIFICATIVA: A dança possibilita trabalhar aspectos como a criatividade, musicalidade, socialização e o conhecimento da atividade em si. Contribuindo na consciência corporal, comunicação, bem-estar e na inclusão social, promovendo a socialização, o respeito, o direito à individualidade, limites etc.As oficinas de dança para pessoas com deficiência são muito importante para despertar e orientar o indivíduo para o movimento, deixando-o livre para desenvolver do seu jeito o gesto adequado para expressar o que ele percebe do que foi proposto. E, não aquele ensino, que vem do comando do que deve ser feito, que imprime um modelo, que se antecipa autoritariamente, definindo qual gesto é harmonioso, para a justeza do movimento.A proposta da dança para PCDs é utilizar a cultura de forma recreativa, sendo uma excelente forma de estabelecer a saúde, aptidão física, autoconfiança, equilíbrio emocional, integração social, entre outros benefícios, por ser um método que não se preocupa com a técnica, mas sim, propõe que as pessoas adaptem os exercícios ao seu dia-a-dia, seu meio, proporcionando liberdade de movimentos.A dança é uma maneira prazerosa de utilizar o corpo para conhecer sentimentos, sensações e emoções, expressar e transmitir o estado de espírito dos sujeitos. Pode ser de grande importância para o desenvolvimento motor da pessoa com deficiência, pois o contato com a dança possibilita os mais variados estímulos para a experimentação de movimentos, enriquecendo e auxiliando o desenvolvimento corporal dos alunos. OFICINA DE CANTO CORAL PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA MATERIAL PEDAGÓGICO: NSA CARGA HORÁRIA: 08H MENSAIS, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs METODOLOGIA: Serão abordados os seguintes elementos e procedimentos: canto; exercício rítmico, marchas, dança e coordenação motora; exercício de relaxamento e respiração; exercício para desenvolver a atenção, concentração e memória; exercício de improvisação e criatividade; expressão corporal e interpretação; leitura musical (solfejo).Esses elementos não aparecem isolados nas aulas, mas, são agrupados ao máximo numa única atividade. Desse modo, ao ensinar uma canção, ela será aproveitada para desenvolver noções de pulsação, acentos, subdivisão de tempos, ritmo, intervalos, interpretação, dinâmica, fraseado, expressão corporal e outros. As canções são acompanhadas de palmas, passos, instrumentos de percussão ou utilizando o próprio corpo como recurso sonoro. Conteúdo Programático:Sensibilidade;Criatividade;Senso rítmico; Ouvido musical;Prazer de ouvir música;Expressão corporal;Imaginação Memória ;Atenção; Concentração; Autodisciplina; Respeito ao próximo. OBJETIVOS: Realizar oficinas de Canto Coral para viabilizar a inclusão da pessoa com deficiência em atividades culturais, fomentando sua prática e valorização, além de promover benefícios para o desenvolvimento pessoal e social dos participantes. JUSTIFICATIVA: Cantar em coro é uma experiência afetiva marcante que oportuniza o desenvolvimento individual e coletivo, ampliando a musicalidade e a capacidade de se expressar através da voz e a possibilidade de vir a executar obras que tocam o cognitivo, ensejando o crescimento intelectual e afetivo do cantor e de outros agentes envolvidos. Permite também o desenvolvimento da sociabilidade e da capacidade de exercer uma atividade em conjunto, onde existem os momentos certos para se projetar e se recolher, para dar e receber.Esta prática é exercida e difundida nas mais diferentes etnias e culturas. Por apresentar-se como um grupo de aprendizagem musical, desenvolvimento vocal, integração e inclusão social, o coro é um espaço constituído por diferentes relações interpessoais e de ensino-aprendizagem, exigindo do instrutor uma série de habilidades e competências referentes não somente ao preparo técnico musical, mas também à gestão e condução de um conjunto de pessoas que buscam motivação, aprendizagem e convivência em um grupo social.Sendo assim, esta arte é uma extraordinária ferramenta para estabelecer uma densa rede de configurações socioculturais com os elos da valorização da subjetividade dos individuos e do respeito das relações interpessoais. Todas essas interfaces inerentes ao desenvolvimento educacional e musical em corais contribuem para a inclusão e integração social. E para o público alvo deste projeto é indispensável os seus benefícios, sendo que trabalha e estimula sentidos que são importantes para uma melhor qualidade de vida e bem-estar às pessoas com deficiência. OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA MATERIAL PEDAGÓGICO: INSTRUMENTOS MUSICAIS CARGA HORÁRIA: 08H MENSAIS, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs JUSTIFICATIVA: As oficinas de música têm por objetivo contribuir para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, ampliando suas perspectivas educacionais e sociais, A musicalização possibilitará o desenvolvimento musical e estético do integrante, através da construção de aprendizagens no universo da linguagem e da música, promovendo a independência, autoconfiança e a autoestima dos participantes. OBJETIVOS: Desenvolver competências e habilidades, exercício da cidadania, através da musicalização. METODOLOGIA: Sondagem das habilidades, dos movimentos, das possibilidades e das adaptações necessárias; Formação do grupo com base em interesses, respeitando as vivências individuais referentes à música, nas possibilidades e nas limitações de cada aluno, para que as habilidades aprendidas estejam ao alcance de cada um em relação a idade e conhecimento musical Utilização de músicas de acordo com o gosto do grupo envolvido na aula; Adaptação às necessidades singulares e especiais de cada um dos participantes; Organização do tempo de trabalho de forma sistemática: em tempo livre, em tempo dirigido e em registro de atividades; Avaliação e readaptação dos processos à realidade e às necessidades individuais. Observação: cada oficina terá 16 alunos, mas poderão ser os mesmos 16 alunos participando das três oficinas (danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas e canto coral), caso houver interesse dos mesmos.

Acessibilidade

PRODUTO OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência visual durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Visuais. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência AUDITIVA durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem algum tipo de limitação aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem alguma linguagem ou idiomas dos conteúdos durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As apresentações contarão com AUDIODESCRIÇÃO para interpretação de todas as ações durante a apresentação. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As apresentações contarão com INTÉRPRETE DE LIBRAS para interpretação de todas as ações durante a apresentação. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: haverá a presença de monitoria especializada para pessoas com deficiência, para acompanhar e explicar detalhes do espetáculo cultural, bem como auxiliar em possíveis dificuldades ou dúvidas que o público com deficiência vir a ter. O proponente possui quadro de funcionários especializado que atende essa necessidade. PRODUTO CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência visual durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Visuais. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência AUDITIVA durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem algum tipo de limitação aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem alguma linguagem ou idiomas dos conteúdos durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. Destacamos que as medidas de acessibilidade propostas são compatíveis com as características do objeto e tecnicamente possíveis conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: 100% da estimativa da quantidade total de ingressos (público previsto) para o produto cultural previsto são GRATUITAS. Não haverá cobrança de ingressos para o acesso às oficinas e aos espetáculos previstos no projeto. São previstos 800 pessoas para as apresentações. Para cada oficina foi previsto 16 alunos. Observação: cada oficina terá 16 alunos, mas poderão ser os mesmos 16 alunos participando das três oficinas (danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas e canto coral), caso houver interesse dos mesmos. AMPLIAÇÃO DO ACESSO: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acessoVIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; Pois: as oficinas culturais do projeto são voltadas exclusivamente para pessoas com deficiência.

Ficha técnica

FUNÇÃO DO PROPONENTE: Atuará na coordenação geral do projeto sem remuneração, ficando responsável pela gestão do processo decisório, responsável pela gestão financeira (pagamentos), contratação da equipe necessária para execução do projeto, acompanhamento da confecção dos materiais de divulgação e das oficinas e pelo controle da aquisição dos materiais e elaboração dos relatórios das atividades realizadas, coletando informações para a prestação de contas. OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL - INSTRUTORES DE DANÇA: NOME: Maria Leonor Ritter FUNÇÃO NO PROJETO: Instrutor - Ritmos Diversos BREVE CURRÍCULO: - Cursos de jazz em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, com grandes mestres como: Lennie Dale, JoJo Smith (coreografo de John Travolta), Betsy Haug, Alvin Ailey, Frank Hatchett (coreógrafo do Broadway American Center of Dance em New York), Joel Borges, Roberto Guarabira, Suzete Otto, Caio Nunes ... - Participou de vários shows em Porto Alegre com o grupo de Suzete Otto, que em 1982 estreou no Teatro Presidente o espetáculo “E é por isto que nós vamos dançar“ patrocinado pela Coca Cola e com uma apresentação no programa Fantástico da TV Globo. - Cursos de teatro com os atores Zé Vítor Castiel, Oscar Simch, Zé Adão Barbosa, Marcos Barreto. Curso de atores para TV com Márcio Augusto Fonseca no Rio de Janeiro, curso de atuação em vídeo publicidade da produtora Zero512, curso de biodança, curso de nado sincronizado no IPA, curso de técnica vocal com Antonio Villeroy, curso de informações técnicas e científicas sobre equoterapia em Porto Alegre. Como modelo entre os anos de 1982 e 1989 fiz vários comerciais para TV como: lojas Tumelero, lojas Grazziotin, Confecções Três Passos, Banrisul, Calçados New Face, Goldsztein Empreendimentos Imobiliários, Lindóia Shopping Center, CRT, Nacional Supermercados. - No Rio de Janeiro, estreou no musical “Sonho“ onde além de dançar, cantava e atuava. - Coreografou o show do grupo musical infantil Big Pig e sua Turma, patrocinada pela churrascaria Porcão. Também fez solo de jazz no Teatro Benjamin Constant, na praia Vermelha. - Primeira locutora da rádio Cultura do Vale FM 90.5. - Participou da peça teatral “Canção Sem Palavras“ no teatro de Câmera em Porto Alegre e, diretora artística do espetáculo de música “Show em Si“ .Paralelo a tudo isso, deu sua primeira aula de dança em 1979 em Montenegro, assinou a direção, produção e coreografia dos shows: “Uma Carona para as Nuvens“, “Dançar Assim.Viver “,“ Um Sonho Real“, “Sem Mandamentos“, “Dança da Tribo“ , Gangue da Paz“, “África, América e Alma“, “A Vida Explode“, “Alma Perfumada“, “Instinto”, “Uma Rosa no Deserto”, “Como Assim ...?!” - Participou como atriz na peça “Três Mares” - Atualmente continua seu trabalho como professora de jazz e também como coreógrafa de desfiles de moda. NOME: JOÃO VITOR DE MELLO FUNÇÃO NO PROJETO: Instrutor - Danças tradicionais Gaúchas BREVE CURRÍCULO: Objetivo do Profissional: Realizar sonhos de nós adultos, que lidamos com estas crianças especiais, de mostrar o quão são capazes se tiverem força de vontade e determinação, além de fazer com que a APAE Montenegro seja referência em ações voltadas à cultura gaúcha. Formação: Ensino médio completo, finalizado em 2009 na Escola São João Batista. Suas Experiências Culturais - Instrutor de danças tradicionais gaúchas, na categoria mirim, desde 2013, no CTG Reminiscências; Na categoria mirim, juvenil e adulta, desde 2014 e atualmente, pelo segundo mandato, como patrão do CTG Reminiscências. NOME: VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA FUNÇÃO NO PROJETO: INSTRUTOR DE MUSICALIZAÇÃO e de CANTO BREVE CURRÍCULO: Instrumentista (violão base) e cantor, exerce atualmente a função de músico (instrumentista e canto) no Departamento de Tradições Gaúchas Acácia Negra, da empresa Tanac, na cidade de Montenegro/RS, desde ano de 2000. Já foi músico de outras entidades tradicionalistas, bem como, no CTG Porteira Velha - Novo Hamburgo/RS, DTG Camboatá - Novo Hamburgo/RS, Grupo Tarca - Montenegro/RS, CTG Rancho Feliz - Feliz/RS e no CTG Os Lanceiros - Montenegro/RS. Participou de vários festivais nativistas, como o da Vertente da Canção Nativa - Piratini/RS e Escaramuça da Canção Gaudéria - Triunfo/RS (com premiações e gravação no CD). Possui músicas gravadas por cantores/grupos gaúchos, bem como, Eracy Rocha, João Chagas Leite, Grupo Timbre Gaúcho, Luiz Américo Aldana (Paraguai) e Nadir Pereira. Vandré também realiza trabalho voluntário na APAE em Montenegro, há 18 anos, com oficinas com grupo de canto da escola

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.