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O projeto Bangalafumenga 2026 promove ensaios técnicos, ensaios abertos (apresentações musicais) e o desfile do icônico bloco no Carnaval carioca, com ações formativas. Herdeiro de uma trajetória que reinventa o carnaval de rua, o bloco fortalece a cultura popular e a música brasileira em sua dimensão comunitária. Integrando músicos profissionais e batuqueiros formados em suas oficinas, o Banga reafirma seu legado como espaço de convivência, criação coletiva e difusão da identidade afro-brasileira. Com atividades gratuitas, celebra a arte e a cidadania para milhares de foliões, consolidando-se como um ícone cultural de alegria e resistência.
O Bangalafumenga 2026 se apresenta como uma celebração contemporânea do carnaval de rua carioca, articulando tradição e inovação em uma experiência artística plural. O projeto consolida a trajetória de 28 anos do bloco, reinventando as manifestações carnavalescas como expressão viva da cultura brasileira.Desfile CarnavalescoA principal ação do projeto transformará o Aterro do Flamengo em um palco de celebração da identidade carioca. Com repertório inédito que dialoga com a MPB, o samba tradicional e novas sonoridades, o desfile apresenta uma narrativa cênica que reconta a história do carnaval de bloco através da linguagem contemporânea. A apresentação explora as matrizes africanas do samba como eixo central, valorizando a percussão como instrumento de resistência cultural e manifestação comunitária.Ensaios Abertos (Apresentações Musicais)Os 4 ensaios abertos na Fundição Progresso funcionam como apresentações independentes, estabelecendo um diálogo íntimo com o público. Cada ensaio destaca diferentes nuances da percussão brasileira. Estas apresentações exploram a relação entre poesia e ritmo, incorporando elementos de intervenção cênica e participação do público.Oficinas de Formação MusicalComo contrapartida social, o projeto inclui 10 oficinas gratuitas para 500 estudantes da rede pública, com foco especial nas comunidades do Morro da Serrinha. As atividades práticas abordarão percussão, canto e a história do carnaval carioca, funcionando como espaço de iniciação artística e preservação da memória cultural. As oficinas promoverão a integração entre gerações, conectando jovens às tradições populares através de vivências musicais significativas.Processo CriativoOs 11 ensaios internos constituem um laboratório de criação coletiva, onde músicos consagrados e novos talentos desenvolvem juntos a linguagem artística do bloco. Esta etapa funciona como um espaço de formação e intercâmbio de saberes, preservando os conhecimentos tradicionais da percussão enquanto estimula experimentações sonoras.Proposta ArtísticaO conceito da proposta se fundamenta na concepção do carnaval como manifestação totalizante da cultura, onde música, poesia, performance e ocupação do espaço público se fundem em uma experiência sensorial completa. O projeto reafirma o bloco carnavalesco como importante veículo de expressão comunitária e agente de transformação social, promovendo o acesso à cultura e o fortalecimento das tradições populares.Classificação Indicativa: Livre, adequado para todos os públicos.
Objetivo Geral:Consolidar o Bangalafumenga como um patrimônio cultural vivo, fomentando a música e a cultura popular brasileira em suas dimensões artística, educativa e comunitária. O projeto visa fortalecer a tradição dos blocos de rua como agentes de transformação social, promovendo a convivência democrática, a formação musical continuada e a celebração coletiva, ancorado nos princípios da sustentabilidade cultural e na valorização crítica das raízes afro-brasileiras que constituem a identidade do samba carioca.Objetivos Específicos:- Fortalecer a Formação e a Prática Musical Coletiva: Realizar uma série de 11 ensaios fechados e 4 ensaios abertos/apresentações musicais ao público na Fundição Progresso, reunindo um grupo estável de aproximadamente 150 músicos e atingindo um público total de até 8.000 participantes nos ensaios abertos. Essas atividades visam o aprimoramento técnico, a integração do elenco e a democratização do acesso ao processo criativo, funcionando como oficinas práticas de percussão e canto para a comunidade.- Realizar um Desfile de Carnaval de Grande Porte e Impacto Cultural: Produzir e executar o desfile oficial do Bangalafumenga 2026 no Aterro do Flamengo, com estrutura profissional de som, palco e segurança, para um público presencial estimado em 100 mil pessoas. O desfile será a culminância do projeto, apresentando um repertório inédito que dialogue com a tradição e a contemporaneidade do samba, transformando o espaço público em um palco de celebração da identidade carioca.- Promover a Valorização Crítica da Cultura Afro-Brasileira: Inserir, no contexto dos ensaios e do desfile, ações de conscientização sobre a fundamental influência das matrizes africanas na música e na cultura brasileira. Isso se dará por meio da curadoria de repertórios que destacam essa história, da divulgação de conteúdos educativos em redes sociais e materiais do projeto, e da própria narrativa cênica do desfile, reforçando o legado do samba como expressão de resistência e diversidade.- Garantir o Acesso Universal e a Democratização Cultural: Implementar medidas de acessibilidade comunicacional e estrutural, incluindo a disponibilização de intérpretes de Libras em pontos estratégicos e escolha de locais acessíveis, garantindo a participação de pessoas com deficiência.- Fomentar a Economia Criativa e a Cadeia Produtiva da Cultura: Gerar aproximadamente 200 postos de trabalho diretos e indiretos, contratando profissionais das áreas de produção cultural, técnicos de som e iluminação, segurança, músicos, artistas visuais, designers, assistentes e prestadores de serviços diversos. O projeto movimenta assim um ecossistema de micro e pequenas empresas do setor criativo, contribuindo para a sustentabilidade financeira dos profissionais da cultura.- Contrapartida Social: Realizar um programa de oficinas musicais e ensaios abertos para 500 estudantes de instituições públicas de ensino, distribuídos em 10 turmas de 50 alunos, com prioridade para escolas do entorno do Morro da Serrinha. A iniciativa visa fomentar a iniciação musical, difundir a história e a prática dos blocos carnavalescos e fortalecer o vínculo de crianças e jovens com as tradições culturais cariocas.- Medida de Democratização de Acesso: Destinar 10% dos ingressos dos ensaios abertos à professores e alunos de redes públicas de ensino. Essa medida visa ampliar o impacto social do projeto, promovendo a integração entre a comunidade escolar e as manifestações culturais populares.- Medida de Ampliação de Acesso: Disponibilizar, em plataformas online, registros audiovisuais profissionais dos ensaios e do desfile, integralmente acessíveis com tradução em Libras e audiodescrição. Essa ação visa preservar a memória do projeto, estender seu alcance a espectadores de outras regiões e garantir a fruição cultural por pessoas com deficiência sensorial.
O projeto Bangalafumenga 2026 configura-se como iniciativa de inestimável relevância cultural e social, justificando com propriedade a adoção do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet). Reconhecido como um dos blocos carnavalescos mais tradicionais e inovadores do Rio de Janeiro, fundado em 1998 pelos poetas Chacal, Rodrigo Maranhão e Celso Alvin, o Bangalafumenga ultrapassa sua dimensão festiva para consolidar-se como verdadeiro patrimônio cultural imaterial, integrando de forma harmônica a criação artística, a educação musical e o fortalecimento dos laços comunitários.A proposta apresenta perfeita aderência às finalidades do PRONAC estabelecidas no Art. 1º, com destaque para os seguintes incisos:I - Garante o livre acesso às fontes da cultura por meio da realização do desfile inteiramente gratuito e das oficinas musicais de contrapartida, democratizando o acesso aos bens culturais;II - Promove a regionalização da produção cultural com valorização de recursos humanos, saberes e expressões artísticas genuínas do Rio de Janeiro;III - Apoia, valoriza e difunde as manifestações culturais do carnaval de rua, conferindo visibilidade aos seus criadores, compositores e ritmistas;IV - Protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com especial atenção às matrizes afro-brasileiras que fundamentam nossa identidade cultural;V - Salvaguarda os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira mediante a manutenção e revitalização das tradições carnavalescas;VI - Preserva bens imateriais do patrimônio cultural brasileiro, notadamente o samba e as manifestações populares do carnaval de rua.No que concerne aos objetivos do Art. 3º, o projeto enquadra-se precisamente nos seguintes dispositivos:Inciso I - Incentivo à formação artística e cultural:A realização dos ensaios configura-se como um programa contínuo de capacitação prática, proporcionando formação, especialização e aperfeiçoamento para centenas de ritmistas. Além disso, o projeto contempla contrapartidas sociais voltadas à formação de novas gerações, por meio da realização de oficinas em escolas públicas que visam à iniciação musical e à difusão da cultura popular entre crianças e jovens.Inciso II - Fomento à produção cultural e artística:A realização do desfile carnavalesco e dos ensaios abertos caracteriza-se como apresentações musicais de grande magnitude, contribuindo para o fortalecimento da produção cultural nacional.Inciso III - Preservação e difusão do patrimônio:A iniciativa atua na proteção do folclore e das tradições populares nacionais, assegurando a continuidade histórica das expressões culturais do carnaval.Inciso IV - Estímulo ao conhecimento dos bens culturais:A distribuição gratuita de ingressos para todas as apresentações assegura o acesso democrático e amplia o conhecimento sobre as manifestações culturais populares.Diante do exposto, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura revela-se imprescindível para a concretização de um projeto desta envergadura. O Bangalafumenga 2026 consolida-se não apenas como manifestação artística, mas como agente transformador da cena cultural carioca, garantindo a perpetuidade de tradições culturais, fomentando a economia criativa e assegurando o pleno exercício dos direitos culturais para milhares de cidadãos.
Fundado em 1998, o Bangalafumenga possui uma trajetória consolidada de 28 anos na produção de eventos culturais de grande porte, com expertise comprovada na gestão de projetos via Lei Rouanet. O bloco mantém uma equipe técnica permanente especializada em produção cultural, sonorização, iluminação e segurança de eventos, com profissionais que atuam há mais de 15 anos no segmento.
DESFILE CARNAVALESCOLocal: Aterro do Flamengo (setor entre o Museu de Arte Moderna e o Monumento aos Pracinhas)Duração: 4 horas (19h às 23h)Elenco Artístico: 150 ritmistasENSAIOS ABERTOSLocal: Fundição Progresso (capacidade: 2.000 pessoas por ensaio)Duração: 3 horas cada (20h às 23h)Estrutura: Sistema de som profissional, iluminação básica cênica, palco modularOFICINAS DE FORMAÇÃOLocal: 10 escolas públicas da região do Morro da Serrinha e entornoDuração: 2 horas cada oficina (total: 20 horas)Material Didático: instrumentos de percussão (agogô, tamborim, pandeiro)Metodologia: Aulas práticas de técnica instrumental, ritmos do samba e história do carnavalEquipe Pedagógica: 5 professores especializados em música brasileira e 1 coordenador pedagógicoREGISTROS AUDIOVISUAISRegistro Profissional: 3 câmeras 4K com captação de áudio multicanalPós-produção: Edição de 4 vídeos (30min cada) com legendagem, Libras e audiodescriçãoDistribuição: Plataforma digital própria e redes sociais (YouTube, Instagram, TikTok)
DESFILE E ENSAIOS ABERTOS (APRESENTAÇÕES MUSICAIS)Acessibilidade física: - Todos os locais de realização do projeto (Aterro do Flamengo e Fundição Progresso) contarão com infraestrutura adequada para acesso e permanência de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e áreas exclusivas para cadeirantes.- Serão reservados e sinalizados espaços específicos na plateia com visibilidade adequada para cadeirantes, pessoas com obesidade e mobilidade reduzida.- Haverá contratação de profissionais qualificados para prestar auxílio e orientação às pessoas com deficiência durante toda a realização dos eventos.Acessibilidade de conteúdo:- Serão contratados intérpretes de Libras para atuação durante os ensaios abertos e o desfile principal, garantindo a acessibilidade comunicacional para pessoas surdas.- Todo o material audiovisual produzido pelo projeto contará com legendagem descritiva, audiodescrição e tradução em Libras.- Os materiais gráficos e digitais do projeto serão disponibilizados em formatos acessíveis, com tipografia legível, alto contraste e versão digital compatível com leitores de tela.- Será mantida sinalização visual clara e de alto contraste em todos os espaços do evento.CONTRAPARTIDA SOCIAL - As oficinas em escolas públicas contarão com intérpretes de Libras em todas as sessões, garantindo a inclusão de estudantes surdos.- A seleção das instituições de ensino para as contrapartidas sociais considerará como critério prioritário a adequação das condições de acessibilidade física dos espaços.- Haverá monitoria especializada para acompanhamento e apoio a participantes com deficiência durante as atividades educativas.
O Bangalafumenga 2026 consolida o acesso democrático à cultura por meio de um modelo que integra atividades gratuitas a um programa de inclusão sociocultural. Sua estratégia garante o usufruto coletivo dos bens culturais, conforme detalhado a seguir:Forma de Distribuição:- O desfile principal será realizado no Aterro do Flamengo com entrada franca, possibilitando a participação de aproximadamente 100 mil espectadores.Medidas de Democratização:- Serão destinados 10% dos ingressos dos ensaios abertos a educadores e estudantes de escolas públicas.Contrapartida Social:- Será implementado um programa formativo para 500 alunos da rede pública, priorizando instituições do Morro da Serrinha e arredores. A iniciativa inclui 10 oficinas musicais com 50 vagas cada, distribuição de material didático sobre a história do carnaval e emissão de certificados.Ampliação de Acesso Digital:- Registros audiovisuais do desfile serão produzidos e disponibilizados gratuitamente.- Todo conteúdo digital contará com recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição.- Será desenvolvida uma plataforma educativa online sobre cultura popular.Estratégia Comunicacional:- Campanhas informativas serão veiculadas em comunidades.- Estabelecimento de parcerias com mídias comunitárias.- Elaboração de material gráfico com linguagem acessível.- Ativação em múltiplas plataformas digitais.Dessa forma, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização cultural, garantindo que as tradições carnavalescas permaneçam acessíveis a todos os segmentos da sociedade, ao mesmo tempo em que fortalece os laços comunitários e valoriza a diversidade cultural do Rio de Janeiro.
Rafaello RamundoFunção: Diretor GeralFormado em Comunicação, trabalhou 4 anos no jornal O Lance e depois resolveu empreender. Com mais de 20 anos de carreira, é fundador e diretor executivo do Grupo Novo Traço, empresa especializada em proporcionar o diálogo de grandes marcas com seus públicos através de projetos culturais, sociais e esportivos. Desde 2008, desenvolve projetos que transformam experiências em memórias que ficarão guardadas no coração do público. No seu portfólio, destacam-se a curadoria em eventos como o TIM Music Rio, maior festival de música gratuito no Brasil; TIM Music Maranhão; Festival Mulheres Positivas; EMS Música em Movimento; Festival Enel Por Você e Prudential Concerts. Só no Grande Rio, os projetos em que dirigiu levou Caetano Veloso para o Méier, Jorge Aragão para Caxias, Iza para Copacabana, Ludmilla para a Cinelândia, Silva para a Praça Mauá e mobilizou públicos de milhares de pessoas. Todos estes projetos são gratuitos ou acessíveis financeiramente e tem como outra característica em comum serem mostras ou festivais. Bruna MantoanoFunção: Diretora FinanceiraFormada em Administração e pós-graduada em Gestão Empresarial, tem mais de 15 anos de experiência no setor da Economia Criativa. Já atuou como coordenadora geral, coordenadora de comunicação e gerente financeira em projetos de médio e grande porte. Em sua trajetória destacam-se a atuação na área financeira em festivais de música como TIM Music Rio, Festival Mulheres Positivas, EMS Música em Movimento, Festival Enel Por Você e a série Prudential Concerts. Tiago SouzaFunção: Diretor de Desenvolvimento de ProdutosEspecialista na concepção e gestão de ações de marca que envolvam criação e gerenciamento de conteúdo, produção de eventos e estratégias de crescimento de vendas, com mais de 10 anos de experiência na área de marketing. Possui ampla experiência com festivais de música, destacando a atuação nos festivais TIM Music Rio, Festival Enel Por Você e a série Prudential Concerts.Hamilton FofãoFunção: Diretor MusicalÉ músico, cantor, compositor, sobrinho neto de Silas de Oliveira. Nascido e criado no Morro da Serrinha, em Madureira, começou muito cedo a frequentar os quintais da Serrinha, onde conviveu, e foi influenciado, por batuques como: Samba, partido alto e Jongo. Logo começou a participar dessas manifestações culturais: participando do Jongo de Mestre Darcy, no quintal de vovó Maria Joana; entrando na bateria do Império do futuro, no quintal da Tia Ira; participando do projeto "Tocando a vida", onde aprendeu a tocar cavaquinho e Nesse projeto (Tocando a Vida) aconteceu o encontro com Rodrigo Maranhão, que também influenciou na sua formação musical e essa parceria continua até hoje no bloco Bangalafumenga. Tocou cavaquinho durante um tempo na velha guarda show do Império Serrano acompanhando baluartes como: Wilson das Neves, Zé Luis do Império, Aluísio Machado entre outros. Fez parte da banda US MADUREIRA que acompanha o artista Serjão Loroza. Hamilton Fofão também faz parte da ala de compositores do GRES Império Serrano é o atual campeão do samba enredo que vai representar a escola em 2026, foi componente do grupo cultural Jongo da Serrinha. Atualmente faz parte do Grupo de pagode: Quintal da magia Hamilton Fofão lançou seu primeiro CD 100% autoral, com o título “Meu Samba em 2018.Rodrigo Maranhão Função: Direção ArtísticaÉ músico e compositor requisitado no cenário nacional. Teve suas composições gravadas por nomes como Maria Rita, Zélia Duncan, Roberta Sá, Verônica Sabino, Fernanda Abreu, Rio Maracatu, Boca Livre entre outros nomes. Em 2006, Rodrigo ganhou o Grammy Latino de “melhor canção brasileira” por sua composição “Caminho das Águas”. No mesmo ano lançou seu primeiro disco solo “Bordado” e ganhou por esse trabalho autoral o Prêmio da Música Brasileira de “Melhor Cantor” e “Revelação do Ano”. Além do seu trabalho solo, Rodrigo é líder da banda Bangalafumenga, conhecida por juntar milhares de pessoas em seus shows durante o carnaval carioca. Com a banda gravou o cd “Barraco Dourado”, e em 2007 recebeu mais uma vez o “Prêmio da Música Brasileira” de “Melhor banda Pop”. Em 2009 lançou seu segundo disco solo, “Passageiro”, mais um sucesso de crítica. Rodrigo já assinou a trilha sonora de algumas peças de teatro, como “Depois da Chuva”, “Morrer ou Não” e “Sonhos de Uma Noite de Verão”, essa com o grupo Nós do Morro. Fez a trilha dos curtas “Geraldo Voador”, “750 Cidade de Deus” e “Clandestinidade”. Composições originais nos longas-metragens “Os Doze Trabalhos” , "Caramuru, a invenção do Brasil", além da abertura da série “Amazônia”, na Rede Globo. Em 2015 Rodrigo lançou seu terceiro disco solo, Itinerário, com canções inéditas. Em 2021 lançou seu mais recente álbum, Mercado das Flores e fez temporada de um ano na casa de show Manouche, no Rio de Janeiro. Em 2023 lançou o álbum "Isso não é Maranhão", com algumas músicas que interpretou para o podcast "Isso não é Noronha", de Isabel Guéron e Maria Ribeiro.Em 2025 Rodrigo gravou seu mais novo disco de inéditas, "O amor e o tempo", com produção de João Viana, com previsão de lançamento para o final deste ano.Thiago Di SabbatoFunção: Produtor MusicalIniciou sua carreira profissional em 1995 aos 22 anos de idade, atuando na cena carioca de música popular até hoje. Principais trabalhos como guitarrista e baixista: Ivo Meirelles e Funk in Lata (1999 a 2008); Tony Platão (1998 a 2006); Silvia Machete (2011 até 2018); Yuval Ben Lior e Manouche Carioca (2015 até 2019); Raphael Gemal (2005 até 2020); SérgioDiab Stratoman (2016 até hoje). Produtor musical, guitarrista/baixista do grupo Bangalafumenga (desde 1999 até hoje).Negão da SerrinhaFunção: MestreNegão da Serrinha é um talentoso músico e mestre de bateria originário da Serrinha, comunidade de Madureira reconhecida como berço do samba e do Jongo. Com uma trajetória precoce, iniciou-se na música aos 7 anos na escola de samba mirim Império do Futuro, estudou no Conservatório Brasileiro de Música e na Escola Villa-Lobos, e abriu um show para Gal Costa no Theatro Municipal do Rio aos 13 anos. Como mestre de bateria e instrumentista, acompanhou grandes nomes do samba, como Arlindo Cruz e Dudu Nobre, e participou de projetos fonográficos importantes. Recentemente, lançou seu primeiro álbum autoral, "De Pequeno Já Basta o Mundo", no qual homenageia sua família e exalta a força feminina, refletindo suas influências e a rica herança cultural da Serrinha, além de sua vasta experiência em turnês internacionais.Os demais integrantes da equipe serão contratados no início da execução do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.