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A exposição Casa Casulo, idealizada por Maria Helou, será realizada em São Paulo no segundo semestre de 2026 e propõe um espaço imersivo onde arte, natureza e infâncias se entrelaçam em experiências de cuidado, transformação e memória coletiva. Estruturada em três atos, a obra envolve a criação do "Envoltório Casulo", a participação ativa do público na confecção de relicários e objetos performáticos, o cultivo de mudas para hortas comunitárias e a celebração final em forma de cortejo artístico. Além disso, a mostra incluirá um ciclo formativo com aulas, palestras e mesas de debate sobre arte e infância, que culminará em um Festival de Artes para a Infância. Com expografia pensada na escala infantil, o projeto promove oficinas, visitas mediadas e ações educativas gratuitas, reafirmando seu compromisso com acessibilidade, diversidade cultural e sustentabilidade, transformando o espaço expositivo em um território vivo de encontro, afeto e democratização do acesso à arte.
Casa Casulo é uma exposição imersiva que transforma o espaço expositivo em um território de acolhimento, memória e transformação, concebido especialmente para as infâncias e suas famílias. A obra se estrutura em três atos: o primeiro apresenta o “Envoltório Casulo”, instalação formada por tecidos, objetos sensíveis e elementos naturais que convidam o público a experimentar a relação entre corpo e ambiente. O segundo ato promove a confecção coletiva dos “Encasulários”, relicários simbólicos que reúnem fotografias, bordados e objetos criados pelos visitantes, além da interação com a escultura viva “Semear”, que estimula o plantio e o cuidado compartilhado com a natureza. O terceiro ato se conclui em forma de celebração com o cortejo artístico “Voo”, momento de expansão das experiências vividas, simbolizando a saída do casulo e a conexão entre arte, comunidade e território.A instalação combina diferentes linguagens artísticas como cenografia, fotografia, bordado, performance, música e objetos interativos, propondo um mergulho sensorial em que o público participa ativamente da criação. A proposta parte do olhar infantil como centro da experiência, mas convida também o adulto a revisitar esse universo, construindo um processo de troca intergeracional. A exposição dialoga com temas como ancestralidade, natureza, diversidade, memória e cuidado, estimulando reflexões sobre convivência, empatia e sustentabilidade.De caráter participativo e coletivo, Casa Casulo amplia a noção de arte como dispositivo de encontro e democratização do acesso cultural. A cada interação, novos objetos e memórias são incorporados à instalação, tornando a obra viva e em constante transformação.A exposição será realizada em São Paulo, no segundo semestre de 2026, com entrada gratuita, acessibilidade universal e atividades educativas para escolas públicas, instituições sociais e público espontâneo.Classificação indicativa: Livre. Recomendada para todas as idades, com foco em crianças, jovens, famílias e grupos comunitários.
a) Objetivo GeralRealizar a exposição Casa Casulo em São Paulo, no segundo semestre de 2026, oferecendo atividades expositivas, educativas e participativas voltadas ao público infantil e seus familiares, com acesso gratuito, visando fortalecer a formação de público, estimular a criação coletiva e promover vínculos entre arte, natureza e comunidade.b) Objetivos EspecíficosRealizar a instalação "Envoltório Casulo": Construir e montar a instalação central da exposição, garantindo estrutura técnica, cenográfica e expográfica adequada ao espaço cultural, de forma a possibilitar interação plena do público.Desenvolver os "Encasulários" com participação do público: Confeccionar cerca de 20 objetos simbólicos ao longo da temporada expositiva, integrando fotografias, bordados e materiais oferecidos pelas oficinas, mensurando o impacto pela quantidade de peças criadas e participantes envolvidos.Promover oficinas educativas e rodas de conversa: Realizar atividades de bordado, brincadeiras e diálogos sobre natureza, ancestralidade e memória durante o período da exposição, assegurando a participação de crianças, educadores e famílias, com registro de presença e avaliação qualitativa dos encontros.Realizar o ciclo formativo "Casa Casulo e as Artes para as Infâncias": Conduzir uma sequência de 10 aulas abertas, palestras e mesas de debate com artistas, educadores e pesquisadores sobre arte e infância, promovendo o intercâmbio de saberes e a formação de profissionais da área, com registro de frequência e avaliação qualitativa dos encontros.Estimular práticas de sustentabilidade e agricultura urbana: Incentivar o plantio e cuidado coletivo da escultura viva "Semear", com a meta de doar 400 mudas cultivadas durante a exposição a hortas comunitárias de São Paulo, monitorando a quantidade doada e os destinatários.Oferecer acessibilidade e democratização do acesso: Garantir que, no mínimo, 20% do público estimado participe por meio de visitas mediadas destinadas a escolas públicas e instituições sociais, além de assegurar recursos de acessibilidade (Libras, materiais táteis), documentando em relatórios de público e acessibilidade. Realizar o cortejo artístico "Voo" como encerramento da exposição: Conduzir, no último dia da mostra, uma celebração coletiva aberta e gratuita com artistas, crianças e famílias, consolidando as experiências vividas e avaliando o alcance da atividade por meio de registros audiovisuais e estimativa de público presente.Produzir e disponibilizar registro audiovisual e material educativo: Documentar todo o processo (montagem, oficinas, interações e encerramento) e disponibilizar após o fim da exposição um vídeo de aproximadamente 20 minutos e um material educativo em versão impressa e digital.
A exposição Casa Casulo parte da compreensão de que a infância ocupa lugar central na construção das relações sociais, mas ainda é pouco considerada como protagonista nos espaços culturais. Grande parte das expografias, programações e mediações são desenhadas a partir da perspectiva adulta, exigindo que as crianças se adaptem a um universo que não lhes é pensado em escala ou linguagem. Esse distanciamento contribui para o enfraquecimento dos vínculos entre infância e arte, privando crianças e suas famílias de experiências sensíveis, formativas e coletivas. Nesse contexto, a Casa Casulo busca inverter essa lógica, propondo um espaço que valoriza o olhar infantil como ponto de partida e convida o adulto a revisitar esse universo, transformando o encontro em experiência compartilhada.A dor social que o projeto procura atender é a escassez de oportunidades para que crianças em contextos urbanos vivenciem experiências culturais imersivas, acessíveis e participativas. Em uma sociedade marcada pela desigualdade, pelo excesso de estímulos tecnológicos utilitários e pela falta de espaços de escuta, o projeto atua como dispositivo de cura simbólica, de fortalecimento de vínculos e de democratização do acesso à cultura. Ao propor atividades que envolvem plantio coletivo, confecção de objetos afetivos e cortejos artísticos, a exposição resgata práticas comunitárias e saberes ancestrais, criando um ambiente em que memória, afeto e convivência são valorizados como dimensões essenciais para o desenvolvimento humano.A pertinência da iniciativa também se revela na forma como ela aborda temas urgentes de nossa contemporaneidade. O projeto evidencia o papel do cuidado, historicamente associado às mulheres, como prática social de valor coletivo, reconhecendo sua importância na formação de comunidades mais justas e solidárias. Aborda ainda a relação entre corpo e natureza, destacando a urgência de repensar hábitos de consumo e de promover a sustentabilidade. A doação das mudas cultivadas para hortas comunitárias, a utilização de materiais recicláveis e o uso do papel semente reforçam a dimensão ambiental do projeto, ampliando sua contribuição para práticas de consciência ecológica.A originalidade da proposta está no caráter processual e interativo da exposição, estruturada em três atos que se transformam com a presença e participação do público. Ao integrar linguagens como bordado, fotografia, instalação, performance e práticas agrícolas, a obra cria uma experiência transdisciplinar única. Essa multiplicidade possibilita que diferentes perfis de público, incluindo crianças, familiares, educadores, artistas e comunidades locais, encontrem caminhos próprios de apropriação estética e simbólica. O projeto, portanto, não apenas expõe, mas colhe e devolve experiências coletivas, constituindo-se como obra viva em constante reinvenção.No campo social, a Casa Casulo fortalece a noção de "público ponte", reconhecendo que a criança, para acessar espaços culturais, depende do adulto, mas também tem a potência de levá-lo a vivências transformadoras. Esse movimento amplia a formação de público e contribui para romper barreiras socioeconômicas, territoriais e simbólicas que ainda apartam parcelas da população do usufruto cultural. A gratuidade do acesso, a oferta de visitas mediadas e a parceria com escolas públicas e instituições sociais reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso.A proposta está alinhada diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU:ODS 4: Educação de qualidade. Ao promover oficinas, mediações e materiais educativos que estimulam a criatividade, a expressão e a valorização das infâncias.ODS 5: Igualdade de gênero. Ao valorizar o trabalho de mulheres artistas e educadoras e ao reconhecer o cuidado como prática social fundamental.ODS 10: Redução das desigualdades. Ao garantir acesso gratuito e ações inclusivas destinadas a públicos em situação de vulnerabilidade.ODS 11: Cidades e comunidades sustentáveis. Ao ocupar espaços culturais urbanos como territórios de convivência e diversidade, ampliando a vitalidade social da cidade.ODS 12: Consumo e produção responsáveis. Ao incorporar práticas de sustentabilidade, reciclagem e incentivo à agricultura urbana.ODS 15: Vida terrestre. Ao estimular o cultivo de plantas e a conexão direta com o meio ambiente por meio da escultura viva e das mudas doadas.O projeto também está em consonância com os incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois contribui para o desenvolvimento da cultura brasileira ao integrar linguagens contemporâneas e tradicionais; promove e estimula a regionalização da produção cultural ao valorizar práticas artísticas e educativas em São Paulo; democratiza o acesso aos bens culturais ao garantir entrada gratuita e mediação acessível; e estimula a produção e difusão de bens culturais de caráter universal ao propor diálogos que transcendem fronteiras entre memória, ancestralidade, natureza e tecnologia.Além disso, atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, possibilitando o acesso da população às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; apoiando, valorizando e difundindo manifestações culturais diversas; e priorizando o acesso de crianças e adolescentes às ações culturais, por meio de oficinas, debates, performances e visitas mediadas.Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura não é apenas um mecanismo de financiamento, mas o instrumento essencial para garantir a execução do projeto em sua plenitude, assegurando que seus resultados artísticos, educativos, sociais e ambientais sejam entregues ao público de forma gratuita, democrática e alinhada às políticas culturais do Brasil.Assim, a Casa Casulo se justifica como projeto cultural e socialmente relevante por propor um espaço de acolhimento e transformação, no qual a arte se afirma como dispositivo de escuta, encontro e construção coletiva. Em tempos de fragmentação social, intolerância e enfraquecimento das relações de comunidade, a exposição oferece um gesto radical de cuidado e convivência, reafirmando o papel da cultura como direito universal e como motor de sustentabilidade, diversidade e cidadania.
Exposição imersiva “Casa Casulo”Formato: Instalação artística imersiva e interativa.Composição: Estrutura expográfica do “Envoltório Casulo”, confeccionada com tecidos, fibras, objetos sensíveis e esculturas interativas. Integra ainda os “Encasulários” produzidos coletivamente, a escultura viva “Semear” e objetos performáticos que podem ser vestidos e manipulados pelo público. Inclui iluminação cênica, projeções, sonorização ambiente e trilha sonora original.Dimensões aproximadas: área mínima de 150 m², com pé-direito mínimo de 3 m.Equipamentos necessários: rede elétrica, projetores multimídia, sistema de som, refletores de iluminação, motores e sensores para automação dos objetos, além de mobiliário expositivo para acondicionamento das peças.Espaço de exibição: galeria ou sala expositiva em centro cultural de São Paulo, com climatização, segurança e condições técnicas adequadas.Duração de exibição: 2 meses, de terça a domingo, em horário de funcionamento do espaço cultural.Classificação indicativa: Livre.Oficinas educativas e de criação participativaFormato: Oficinas práticas de bordado, fotografia, produção de relicários simbólicos e cultivo coletivo na escultura viva “Semear”.Carga horária: encontros de 2h cada, realizados ao longo da temporada expositiva.Número de participantes: até 30 pessoas por oficina.Materiais pedagógicos: tecidos, linhas, agulhas, fotografias, objetos reaproveitados, sementes, vasos biodegradáveis, ferramentas de cultivo, cadernos e materiais gráficos de apoio.Resultados: produção de objetos simbólicos integrados à exposição, fortalecimento da mediação cultural e documentação do processo em fotografia e vídeo.Cortejo artístico “Voo”Formato: Performance coletiva de encerramento da exposição.Duração: aproximadamente 2 horas.Participantes: equipe artística, educadores, público visitante, crianças e famílias envolvidas nas oficinas.Materiais utilizados: objetos performáticos confeccionados durante a exposição, adereços de tecido e papel reciclado, instrumentos de percussão e elementos sonoros.Resultados: experiência de celebração coletiva, registro audiovisual e incorporação da performance à memória do projeto.Materiais educativos e de mediaçãoFormato: Publicação em versão impressa e digital em PDF navegável.Tiragem: 1.000 exemplares (500 impressos e 500 digitais).Conteúdo: textos explicativos sobre a exposição, imagens do processo, propostas pedagógicas para professores e educadores, atividades voltadas para a infância, reflexões sobre memória, cuidado, ancestralidade e sustentabilidade.Especificações técnicas: versão impressa em formato A5, 32 páginas, impressão colorida em papel reciclado ou semente; versão digital em PDF acessível compatível com leitores de tela.Registro audiovisual do processoFormato: Documentação em vídeo e fotografia de todas as etapas do projeto.Duração: vídeo final de aproximadamente 20 minutos, além de acervo fotográfico digital.Equipamentos: câmeras fotográficas profissionais, câmeras de vídeo HD/4K, gravadores de áudio, kits de iluminação e softwares de edição.Resultados: disponibilização gratuita do vídeo e das fotografias em plataformas digitais, além da incorporação ao relatório final do projeto e ao material de comunicação.
Altura adaptada para cadeirantes e crianças: A instalação será construída em alturas acessíveis, permitindo que pessoas em cadeira de rodas e o público infantil possam interagir plenamente com os elementos expográficos. Essa adaptação será incorporada já na fase de montagem, garantindo acessibilidade desde a abertura da exposição.Materiais táteis complementares: Serão disponibilizados tecidos, relevos e miniaturas simplificadas dos elementos da instalação, possibilitando que pessoas com deficiência visual explorem a obra através do toque. Esses recursos estarão disponíveis em pontos específicos da exposição e durante as visitas mediadas.Mediação cultural inclusiva: Serão realizadas visitas mediadas adaptadas para diferentes perfis de público, com equipe capacitada para atender pessoas com deficiência intelectual, auditiva e transtorno do espectro autista. O atendimento incluirá linguagem simplificada, recursos visuais e dinâmicas participativas, assegurando a plena fruição da experiência artística.Intérprete de Libras: As atividades públicas, como oficinas, rodas de conversa e a celebração final “Voo”, contarão com intérprete de Libras. Nas visitas educativas agendadas, também será garantida a presença desse recurso, de forma a incluir a comunidade surda no processo de mediação cultural.Material educativo acessível: O material educativo do projeto será produzido em versões digitais compatíveis com leitores de tela, PDFs navegáveis e impressos em fonte ampliada. Até mil exemplares serão disponibilizados gratuitamente para escolas públicas, instituições sociais e visitantes da exposição.Sinalização inclusiva: A exposição contará com sinalização em braile, pictogramas e ícones de fácil leitura, facilitando a orientação de todo o público no percurso. Esse recurso permitirá maior autonomia a pessoas com deficiência visual e cognitiva.Registro audiovisual acessível: O vídeo final de registro do projeto será disponibilizado com legendas e janela de Libras. Essa medida ampliará o acesso ao conteúdo da exposição para pessoas com deficiência auditiva e para aqueles que não puderem comparecer presencialmente.Formação da equipe em acessibilidade: A equipe de mediação passará por capacitação específica em acessibilidade cultural, incluindo práticas de comunicação inclusiva, condução de pessoas com deficiência visual e atendimento a públicos diversos. Esse preparo garantirá uma abordagem adequada e acolhedora durante todo o período da exposição.
Entrada gratuita ao público: A visitação à exposição Casa Casulo será integralmente gratuita durante todo o período expositivo em São Paulo, permitindo que diferentes perfis sociais e econômicos possam acessar a obra sem restrições financeiras.Agendamento para escolas públicas e instituições sociais: Será garantida a reserva de ao menos 20% da capacidade de visitas mediadas para grupos de escolas da rede pública, organizações sociais, ONGs e centros comunitários, priorizando a participação de crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade.Distribuição gratuita de material educativo: Serão produzidos e distribuídos materiais educativos em versões impressa e digital, com tiragem de mil exemplares. O conteúdo abordará temas como memória, infância, natureza e ancestralidade, servindo de apoio pedagógico para professores, educadores e mediadores culturais.Visitas mediadas inclusivas: A equipe de mediação cultural realizará visitas guiadas adaptadas a diferentes perfis de público, priorizando crianças, adolescentes, famílias e comunidades. Essas mediações terão como foco a escuta ativa e a participação direta, favorecendo o diálogo entre arte, educação e vida cotidiana.Registro audiovisual disponibilizado gratuitamente: O registro audiovisual da exposição e das ações paralelas será produzido com legendas e janela de Libras e disponibilizado em plataformas digitais sem custo para o público, ampliando o alcance da proposta para além da experiência presencial.Contrapartida territorial: O projeto priorizará a participação de escolas públicas e instituições sociais da cidade de São Paulo, criando oportunidades de aproximação entre comunidades locais e espaços culturais, fortalecendo a democratização territorial do acesso.Formação de público: Durante as mediações, serão promovidas atividades de sensibilização cultural que incentivem crianças, jovens e famílias a ampliar seu repertório artístico. O impacto estimado é de cerca de 3.500 visitantes ao longo da temporada expositiva, além do público alcançado pelas ações digitais.Participação ativa do público: A estrutura da Casa Casulo prevê que visitantes confeccionem objetos simbólicos, participem de rodas de conversa e contribuam com o plantio da escultura viva “Semear”. Essa dimensão participativa reforça a democratização do acesso, já que todos os visitantes são também cocriadores da obra.Conexão com mídias comunitárias: Além da divulgação em canais oficiais e institucionais, o projeto buscará veicular informações em rádios locais, jornais de bairro e coletivos de comunicação independente, garantindo que a comunicação alcance públicos que não consomem necessariamente grandes meios de comunicação.
Cidadela (proponente) - Coordenação GeralMaria Helou Zuquim – Concepção original, artista visual, cenógrafa e bordadeiraFunção no projeto: Concepção artística da instalação, criação dos bordados, desenvolvimento cenográfico e coordenação da parte artesanal e poética da obra.Mini currículo: Artista, cenógrafa, figurinista e educadora, formada em Educação Artística pela UNESP e em Cenografia pelo Espaço Cenográfico/FAAP. Dedica sua trajetória ao público infantil e às artes têxteis. Autora da exposição Cidadela (Sesc Pompeia, 2022; Caixa Cultural Fortaleza, 2023), premiada em editais relevantes. Desenvolveu a curadoria e projeto expográfico de Protocolos Diários (MAC USP, Proac Expresso LAB 2021). Foi premiada pelo Concurso CONTRASTES MAB FAAP e assinou direções de arte em espetáculos como O Príncipe Feliz (Festival Cultura Inglesa), Mário e as Marias (APCA) e Os Saltimbancos (Prêmio FMSA).Heloisa Pires Lima – Escritora e Arqueóloga de AfetosFunção no projeto: Criação de narrativas e contos que integram os “Encasulários”, ampliando a dimensão literária e oral da obra.Mini currículo: Doutora em Antropologia Social, atua desde 1995 no circuito editorial como escritora, editora e pesquisadora da origem continental africana. Coordenou a coleção Orgulho da Raça (1995), criou o selo Negro Edições (1998-2002) e prestou consultoria ao programa Livros Animados (Canal Futura, 2004-2006). Acumula experiência em projetos públicos e privados de representação cultural, nacionais e internacionais, incluindo UNESCO. Autora de dezenas de livros, é conselheira da Casa Sueli Carneiro e já foi jurada do Prêmio Jabuti.Monica Cardim – Artista visual, fotógrafa e educadoraFunção no projeto: Direção fotográfica, registro do processo e criação das imagens que compõem os “Encasulários”.Mini currículo: Doutoranda em Artes pela USP, pesquisa representações da afrodiáspora em retratos fotográficos do século XIX. Fotógrafa premiada pelo Vídeo USP-TV Cultura (2020), desenvolve séries como Protocolos Diários e Identidades Possíveis. Participou de congressos e exposições no Brasil e no exterior, em países como França e Alemanha. Atua também em projetos de arte-educação e produção de imagens autorais que dialogam com memória e identidade.Beto Caldas – Compositor e instrumentistaFunção no projeto: Criação da trilha sonora e da paisagem sonora da instalação, incluindo sons incidentais que integram a ambientação da exposição.Mini currículo: Compositor e instrumentista especializado em bateria, vibrafone e marimba. Formado em Licenciatura Plena pela FAP Arte, estudou harmonia e improvisação com Claudio Leal e criatividade com Roberto Sion. Lecionou na EMESP e na FMU, além de atuar em grupos de música instrumental e orquestras. Foi solista da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e integrou diversos grupos de jazz, salsa e música instrumental brasileira.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.